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Tipos de rodas de carros: saiba quais são e descubra o modelo ideal para o seu veículo

Conhecer os tipos de rodas de carro é algo essencial para quem está pensando em trocar de veículo ou mesmo dar uma melhorada na aparência do seu automóvel. 

Além de serem fundamentais para a movimentação com qualidade e segurança de qualquer carro, essas peças também fazem parte do seu visual, sendo muito valorizadas pelos consumidores brasileiros. 

A seguir, você vai descobrir os modelos mais comuns disponíveis no mercado, além de algumas dicas para escolher a opção adequada para o seu caso. Boa leitura! 

Tipos de rodas de carro: quais são os principais?

Atualmente, existem diversos modelos, cada um com suas características específicas de material e funcionalidade. Os mais populares incluem:

Rodas de aço

Mais presentes em veículos de entrada, modelos antigos ou voltados ao transporte de carga, são resistentes, pesadas e, geralmente, econômicas. 

Apesar de terem um visual simples, são duráveis e fáceis de reparar – ainda que possam consumir mais combustível por conta do seu peso.

Rodas de liga leve

Feitas de ligas de alumínio ou magnésio, como o próprio nome indica, são mais leves do que as de aço e têm aparência mais sofisticada. Também oferecem melhor desempenho em aceleração e frenagem graças ao menor peso, ajudando na economia de gasolina.

Por outro lado, são menos resistentes a choques e ficam marcadas em caso de ralados ou raspões, sendo que disfarçar esses danos é mais difícil do que nas rodas de aço. 

Rodas de alumínio

Tipo específico de roda de liga leve, com maior durabilidade e resistência à corrosão. São populares principalmente pela variedade de designs e pela leveza.

Rodas de magnésio

Muito leves e com alto desempenho, são comuns em modelos esportivos e de alta performance. Vale pontuar que, como o magnésio é mais caro e frágil, esse modelo exige cuidados extras.

Rodas forjadas

Estas passam por um processo de forjamento que aumenta sua resistência e durabilidade. São leves e muito resistentes, usadas em carros de corrida (que necessitam de uma maior precisão dinâmica) e de luxo. 

Rodas cromadas

Apresentam acabamento brilhante e espelhado, sendo muito utilizadas para dar um visual estiloso ao automóvel. Geralmente são feitas de aço ou alumínio, recebendo uma camada de cromo posteriormente. 

Rodas de fibra de carbono

Extremamente leves e fortes, são usadas principalmente em veículos de alto desempenho e competições por conta do preço elevado. Suas características proporcionam redução de peso significativa e contribuem para maior agilidade e estabilidade.

Rodas de aro rebaixado

Peças com o diâmetro menor combinadas com pneus de perfil baixo, melhorando o visual e a dinâmica em curvas. Porém, podem comprometer o conforto do motorista e dos outros ocupantes em terrenos irregulares. 

Rodas tipo “spinners”

Consagraram-se na década de 1990, mas continuam sendo vendidas atualmente. Trata-se do conjunto em que os aros têm autonomia e circulam mesmo depois da roda parar de girar. 

Leia também | Bateria: qual é a melhor e como escolher a opção ideal para o seu veículo? 

Como escolher a melhor opção de roda para o seu carro?

Conforme vimos no tópico anterior, nos dias de hoje, existem diversos tipos de modelos de roda para veículos, o que pode gerar uma dúvida comum nos motoristas: qual é a melhor opção para o meu caso?

Para responder essa dúvida, é preciso lembrar que o tipo escolhido depende de alguns fatores, como estilo de condução, necessidades de desempenho e, claro, seu orçamento.

Separamos algumas dicas para ajudar você com essa decisão:

1. Avalie o material

Rodas de aço, por exemplo, são ideais se você busca opções econômicas e resistentes para uso diário, enquanto as de liga leve são mais leves e ajudam a reduzir o consumo de combustível, além de melhorar a resposta em aceleração e frenagem. 

2. Pense na finalidade de uso

Motoristas que utilizam o carro todos os dias normalmente precisam de rodas mais resistentes a impactos e que suportam bem terrenos irregulares e buracos. Agora, para quem gosta de desempenho, as rodas forjadas, de magnésio ou de fibra de carbono contribuem para o controle e agilidade do automóvel. 

3. Escolha o tamanho do aro com cuidado

Ao respeitar o tamanho do aro original, você garante que a suspensão e os pneus funcionem da forma adequada, sem comprometer o consumo de combustível. 

Por sua vez, rodas de aro maior (upsizing) proporcionam um visual esportivo e estabilidade em curvas, mas podem prejudicar o conforto. E aquelas de aro menor (downsizing) absorvem mais os impactos, mas podem impactar a estabilidade. 

4. Observe a compatibilidade com o veículo

Antes de escolher uma roda, lembre-se de verificar o offset (distância da roda até o ponto de fixação), o furo central e o padrão de furação para garantir que ela se encaixe perfeitamente no automóvel. 

Se não for compatível, pode causar problemas na direção, desgaste irregular dos pneus e até afetar a segurança do motorista e demais ocupantes. 

5. Considere o clima 

Em regiões com muita chuva ou neve, é essencial dar preferência para peças que suportem a corrosão, como as de alumínio, que são mais resistentes do que as cromadas, por exemplo. 

6. Priorize o orçamento e o custo-benefício

Cada modelo possui vantagens e desvantagens que devem ser levantadas para que você saia ganhando na hora da escolha. Por exemplo, rodas de aço são baratas e resistentes, enquanto rodas de fibra de carbono têm um preço elevado, mas são uma excelente opção para desempenho esportivo.

7. Na dúvida, consulte profissionais especializados

Caso você tenha avaliado todos esses pontos e ainda assim não tenha certeza sobre o melhor tipo, verificar com um mecânico ou especialista é sempre uma boa ideia para ter certeza de que a roda escolhida não traga problemas para o sistema do carro. 

Eles podem indicar qual roda combina com o seu modelo, considerando o peso, o tamanho e o objetivo.
Gostou do conteúdo e quer explorar mais informações sobre o universo automotivo? Então não deixe de conferir outros posts que estão disponíveis no blog da Suhai. Até a próxima!

Cheiro de gasolina no carro: qual pode ser a causa e o que fazer?

O cheiro de gasolina no carro é algo que deve ser motivo de atenção para os motoristas, já que pode indicar problemas técnicos que estão diretamente relacionados à segurança de quem está dentro do veículo. 

Neste artigo, vamos abordar quais são as principais causas que podem causar esse problema e o que fazer caso isso aconteça com o seu automóvel. Confira a seguir!

Cheiro de gasolina no carro: o que pode ser?

Você provavelmente já escutou alguém falando que adora o cheiro de gasolina, certo?

Apesar de ser um odor bastante popular, é importante saber que ele pode fazer mal para a saúde se for inalado por longos períodos. Portanto, ao perceber esse cheiro presente de forma muito forte no seu veículo, é essencial investigar as causas o mais cedo possível. 

Normalmente, os principais fatores que levam a esse problema são: 

Rachaduras no reservatório de partida a frio

A maioria dos modelos de automóveis – incluindo os flex – ainda utiliza um reservatório de partida a frio para que o carro não precise ficar esquentando em caso de abastecimento com etanol. 

Esse reservatório fica instalado no vão do motor e, por ser de plástico, pode apresentar algumas rachaduras com o passar do tempo. Quando isso acontece, o ar-condicionado puxa para dentro o vapor do combustível, deixando o cheiro de gasolina no carro. 

Problema na vedação da bomba ou do tanque de combustível 

A bomba de combustível é instalada junto ao tanque e, devido ao desgaste das vedações que acontece ao longo dos anos, pode acabar deixando o vapor da gasolina escapar. 

Da mesma forma, o próprio tanque pode apresentar danos com o uso contínuo. Isso é comum principalmente pelos impactos causados pelos buracos nas ruas por onde o veículo passa, gerando fissuras e até vazamentos que também levam ao cheiro de gasolina no interior do automóvel. 

Vale pontuar que essa causa é menos comum atualmente, pois os carros modernos possuem materiais mais resistentes, chamados de poliuretano e plástico ABS – diferente dos mais antigos, que são compostos de aço. 

Vazamento nas mangueiras no cofre do motor

Essas mangueiras conduzem a entrada e a saída de gasolina do tanque. As conexões e juntas, feitas de plástico, podem estar mal encaixadas ou ressecadas, o que provoca vazamento de combustível no interior do automóvel.

Falhas no sistema de evaporação de combustível (EVAP)

Esse sistema controla os vapores de combustível, impedindo que escapem para a atmosfera. Se houver uma questão técnica, como uma tampa do tanque de combustível mal fechada ou uma válvula quebrada, o cheiro de gasolina pode infiltrar-se na cabine.

Problema no sistema de injeção eletrônica

Quando essa peça está com problema, é comum que a luz do painel indicando a injeção eletrônica fique acesa. Aqui, o alerta é que esse é um problema que não pode esperar, uma vez que ela controla o fluxo de combustível. 

Escape de gasolina devido à tampa de abastecimento

Essa tampa precisa estar bem colocada para evitar complicações. Caso fique mal posicionada após o abastecimento, pode estar diretamente relacionada ao cheiro de gasolina no carro. 

Não usar o veículo por muito tempo

Com a falta de utilização do combustível, ele começa a perder suas propriedades e criar impurezas – que, por sua vez, causam desgastes nas mangueiras e no tanque, liberando o odor. 

Abastecer acima do permitido

Isso pode provocar derramamento de combustível. Assim, é essencial sempre respeitar o clique da bomba de combustível do posto, pois ele aponta que o tanque está cheio. 

Leia também | Carro aquecendo: o que pode ser e o que fazer nessa situação?

Como identificar um vazamento de gasolina no carro?

Em primeiro lugar, ao perceber o cheiro de combustível no interior do seu veículo, é importante identificar se há a presença de poças ou manchas no piso da sua garagem ou onde ele costuma ficar estacionado.

Em caso positivo, pegue uma lanterna e observe a parte inferior do automóvel em busca de rachaduras no tanque, que geram goteiras. 

Outra medida interessante é analisar o marcador de combustível. Se você notar um consumo maior do que o usual, isso pode ser um indicador de que está acontecendo um vazamento. 

Além disso, lembre-se de verificar se a tampa do tanque está em boas condições. Por ser aberta e fechada o tempo todo durante os abastecimentos em postos de gasolina, essa é uma peça que pode ser facilmente estragada com o manuseio. 

Depois de seguir essas etapas e entender a origem do problema, não se esqueça de levar seu carro para uma oficina especializada o mais cedo possível para que sejam realizadas as correções e manutenções necessárias.

Evite ao máximo continuar usando seu veículo quando ele está apresentando um forte odor de combustível, já que isso pode colocar a sua segurança e a dos outros ocupantes em risco. 

Leia também | Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

O que fazer para tirar o cheiro de gasolina no carro?

Caso o vazamento tenha sido resolvido e seu automóvel continue apresentando odor de combustível, procure abrir todas as janelas e portas para permitir a circulação do ar, o que ajuda na eliminação dos cheiros.

Neste momento, evite utilizar o sistema de ventilação interna, pois isso pode intensificar o odor. 

Se mesmo assim ele persistir, existem algumas técnicas que podem ajudar com isso. Confira as nossas sugestões:

Café

Esfregue um pouco desse pó sobre a área atingida pelo vazamento e deixe em repouso por uma semana. Em seguida, aspire o que sobrou e realize uma lavagem no local. 

Bicarbonato de sódio

Da mesma forma que o café, esfregue um pouco desse composto no local até que o cheiro diminua, aspirando a área e adicionando mais produto ao final do processo, se for preciso. 

Areia de gato

Como esse tipo de areia possui capacidade de absorver umidade e urina, ela consegue retirar o que sobrou do vazamento de combustível do veículo. Deixe-a agir por um dia e aspire na sequência. 

Spray eliminador de odor

Por fim, você pode apostar em produtos específicos para tecidos que prometem retirar cheiros indesejados. O ideal é que se espalhe o líquido por toda a superfície e espere secar naturalmente.

Como você chegou até aqui, o que acha de acessar outros posts do blog da Suhai e ficar por dentro de mais informações sobre o universo dos motores? Temos muitos conteúdos interessantes esperando a sua leitura!

Cheiro de gasolina na moto: entenda as possíveis causas e o que fazer

Cheiro de gasolina na moto é uma reclamação recorrente em oficinas mecânicas especializadas neste tipo de veículo. 

E corrigir o problema é importante para garantir a segurança do condutor e o bom funcionamento da moto, evitando riscos de incêndio, por exemplo, e mantendo a eficiência do motor. 

Entenda as principais causas do cheiro de gasolina na moto e saiba o que fazer para solucionar a questão.

Cheiro de gasolina na moto: quando é normal e quando é um problema? 

O cheiro de gasolina na moto é normal, de forma geral, em apenas duas situações: 

  • Abastecimento: ao acabar de abastecer a moto, pode haver um leve cheiro de gasolina por um curto período, especialmente se algum respingo ou transbordamento ocorrer.
  • Partida fria: em algumas motos, ao ligar o motor após um período de inatividade, um cheiro leve de gasolina pode ser normal devido à mistura inicial mais rica de combustível.

No entanto, o cheiro de gasolina nessas duas situações é temporário, passa em alguns minutos. 

Já quando o odor forte do combustível não some com o tempo, é preciso ficar alerta e buscar descobrir rapidamente o que pode estar acontecendo com a moto. 

Afinal, sabendo a causa do problema fica fácil resolvê-lo e voltar a pilotar com segurança e sem o cheiro forte de gasolina. 

5 possíveis causas para o cheiro de gasolina na moto

Sentir cheiro de gasolina na moto pode ser um sinal de problema que requer atenção. As cinco principais causas para isso são: 

1. Fissuras no tanque e vazamento de combustível

Vazamento no sistema de combustível é uma das causas mais comuns para o cheiro de gasolina persistente na moto. 

Ele pode ocorrer nas mangueiras, no tanque ou em conexões no caso de existir qualquer fissura em um dos componentes. 

Até mesmo um pequeno vazamento pode produzir um cheiro forte e incômodo de combustível na moto. 

2. Mangueiras ressecadas ou danificadas

Mangueiras de combustível ressecadas ou danificadas podem permitir que o combustível escape e produza um cheiro perceptível.

Essas peças são responsáveis pela circulação da gasolina, por isso qualquer ponto de ressecamento pode causar o vazamento que gera o cheiro de gasolina na moto. 

Se sua moto for carburada (não contar com sistemas de injeção eletrônica), fique de olho na mangueira do suspiro do carburador. Muitas vezes é nela que está o vazamento. 

3. Tampa do tanque mal vedada ou com vedação corrompida

A tampa do tanque de combustível deve funcionar como um pote hermético, daqueles utilizados na cozinha da sua casa. 

Se a borracha responsável por travar o tanque estiver ressecada e rachada ou se a tampa não estiver bem encaixada, o tanque pode apresentar problema na vedação e, por isso, o cheiro de gasolina irá acompanhar constantemente o piloto. 

Certifique-se de que a tampa está bem fechada e em bom estado e que a borracha de vedação da tampa não está corrompida. 

4. Agulha do carburador 

Além de rachaduras na mangueira do respiro do carburador, o próprio carburador também pode ser a causa do cheiro de gasolina na moto. 

Isso porque, dentro dele, existe uma agulha que verifica o nível de combustível. E, se ela der problema, ele pode encher demais e a gasolina sair pelo ladrão, ocasionando o odor. 

Além disso, as juntas do carburador também podem ressecar e assim deixar a moto cheirando à gasolina. 

5. Bicos injetores

Motos mais modernas, com injeção eletrônica, também não estão ilesas em relação ao cheiro de gasolina. 

Se os bicos injetores estiverem sujos ou danificados, eles podem injetar uma quantidade errada de combustível e ocasionar o problema. 

Sente cheiro de gasolina na sua moto? O que fazer? 

Ao perceber um cheiro persistente de gasolina na sua moto, é fundamental verificar o veículo imediatamente para evitar vazamentos de combustível, que geram risco de incêndio, e danos ao motor. 

Além disso, corrigir o problema preserva a saúde do condutor, já que inalar gasolina constantemente pode causar sintomas como dores de cabeça, tontura e até mesmo infecções pulmonares ou danos neurológicos.  

Portanto, se essa situação está acontecendo com sua moto é recomendável levar o veículo a um profissional mecânico de sua confiança para que uma inspeção detalhada e correção dos problemas seja feita. 

Fazer a manutenção periódica da moto é também fundamental para evitar que este tipo de situação aconteça. 

Agora que você já sabe os principais motivos que causam cheiro de gasolina na moto, confira outros conteúdos sobre o universo dos motores no blog da Suhai

Carro aquecendo: o que pode ser e o que fazer nessa situação?

Carro aquecendo é um problema mais comum do que se imagina. E se engana quem acredita que isso só acontece com carro muito antigo. Veículos novos também podem superaquecer. 

Para entender as principais causas do aquecimento veicular, saber o que fazer se seu carro esquentar e evitar essa situação, confira o artigo que preparamos para você.  

Carro aquecendo: o que significa e por que os automóveis esquentam? 

A cena é clássica e quem não passou pela situação já deve ter visto na rua uma pessoa com o capô do carro aberto, preocupada, observando fumaça saindo do motor. 

Trata-se de um carro aquecendo e de um motorista que, provavelmente, não sabe o que fazer para resolver a situação com segurança. 

Carro aquecendo ou superaquecimento do veículo é algo que acontece quando o motor do carro sofre com  aumento de temperaturas a um nível em que ele não foi projetado para suportar.

Quais são as principais consequências de um carro aquecendo? 

Quando um motor aquece de forma exagerada, diversos danos podem acontecer com o veículo. Os principais são: 

Danos à junta do cabeçote

O superaquecimento pode causar a queima da junta do cabeçote, resultando em vazamentos de óleo e líquido de arrefecimento (que serve justamente para regular a temperatura do motor), além de perda de compressão do motor.

Danos ao sistema de arrefecimento

Radiador, bomba d’água, termostato e mangueiras podem ser danificados ou ter sua eficiência comprometida quando o carro superaquece.

Deformação ou trincas do cabeçote e do bloco do motor

As temperaturas elevadas também podem deformar ou trincar o cabeçote e o bloco do motor, levando a problemas de vedação (gerando vazamentos de líquidos e gases) e  comprometendo seriamente o motor caso não ocorra a retífica ou a substituição dos componentes. 

Falha dos pistões e anéis

Um carro aquecendo pode ter os pistões e os anéis danificados. Quando isso acontece, o veículo perde potência e consome mais óleo. Além disso, ocorre um desgaste prematuro do motor, reduzindo sua vida útil e aumentando os gastos com manutenção.

Derretimento de componentes plásticos

Cheiro de queimado é outro sinal de que um carro está aquecendo. Isso acontece porque peças plásticas e de borracha próximas ao motor podem derreter ou deformar com o superaquecimento, levando a problemas no funcionamento do veículo.

Carro esquentando muito: o que pode ser? Conheça as principais causas

Agora que já está claro o que é um carro aquecendo e quais os danos que o superaquecimento pode gerar no veículo, é hora de entender quais as principais causas dessa situação. São elas:

Problemas no sistema de arrefecimento (baixo nível do líquido) 

O líquido de arrefecimento serve para manter o motor com uma temperatura regular. Quando ele não está com a quantidade que deveria, o carro começa a esquentar. 

Defeito no termostato

O termostato é o componente que regula a quantidade de líquido de arrefecimento que circula pelo motor. Quando o termostato falha na posição fechada, o fluxo de refrigeração pode ser reduzido, ocasionando o superaquecimento do veículo.

Baixo nível de óleo

Uma das funções do óleo automotivo é retirar calor do motor. Mas isso só acontece quando o líquido está em níveis adequados. Dessa forma, baixo nível de óleo pode ser uma das causas para o carro aquecer. 

Falha na ventoinha do radiador

A ventoinha ajuda a resfriar o líquido de arrefecimento quando o veículo está parado ou em baixas velocidades. Quando ela apresenta falha, a temperatura do motor pode aumentar. 

Ar nos radiadores

Bolhas de ar no sistema de arrefecimento também podem atrapalhar a circulação do fluido e causar um superaquecimento no motor do carro.

Correia do ventilador quebrada

A correia do ventilador é quem transmite a rotação do motor para a ventoinha do radiador. Se a correia quebra ou escapa, a ventoinha deixa de funcionar corretamente, gerando o superaquecimento.

Sistema de refrigeração com vazamento

Vazamentos nas mangueiras, conexões ou no radiador podem levar à perda de líquido de arrefecimento, causando superaquecimento do carro.

Problemas na bomba d’água

A bomba d’água é responsável por circular o líquido de arrefecimento pelo sistema. No caso de vazamentos ou mau funcionamento da bomba, o fluxo de refrigeração pode ser comprometido, levando ao superaquecimento.

Condições climáticas

Temperaturas externas extremamente altas também podem dificultar o resfriamento do motor. 

O que fazer quando o carro aquece? 

Se seu carro está aquecendo é indicado desligar o ar-condicionado, para reduzir a carga sobre o motor, abrir as janelas do veículo ou ligar o ventilador interno, para aumentar a circulação de ar no compartimento do motor.

Em seguida, é preciso estacionar o veículo em um lugar seguro, longe do tráfego e em uma área plana e desligar o motor, a fim de interromper a produção de mais calor.

Se tiver seguro com assistência 24 horas, chamar socorro pode ser uma boa ideia. Afinal, mesmo parecendo “simples” resolver a situação e resfriar o carro, é preciso cautela para não se machucar ou danificar o veículo.  

Por exemplo, abrir o capô e a tampa do radiador imediatamente, logo após o motor superaquecer, pode gerar queimaduras sérias no motorista, já que vapor ou líquido quente podem ser liberados. 

Jogar água fria no motor quente, para abaixar a temperatura rapidamente, também pode estragar componentes do motor, resultando em rachaduras. 

Assim, um profissional qualificado saberá o que fazer para garantir a segurança do motorista e do carro. 

Após o socorro, é indicado levar o carro em um mecânico de confiança para que o problema seja identificado e corrigido

Como identificar o superaquecimento e evitar que o carro aqueça? 

Para evitar ter o carro aquecendo de maneira corriqueira, é importante sempre prestar atenção em alguns sinais de alerta, como: 

  • Aumento da temperatura no painel de instrumentos;
  • Fumaça ou vapor saindo do compartimento do motor;
  • Luz de advertência do motor acesa;
  • Cheiro de líquido de arrefecimento queimado;
  • Perda de potência do motor. 

Ao notar um desses sinais, é importante procurar ajuda profissional para descobrir a causa e solucionar o problema.

Fazer a manutenção periódica do carro, trocar o óleo e monitorar o sistema de arrefecimento regularmente são também boas práticas que diminuirão os riscos do superaquecimento do motor do seu carro. 

Agora você já sabe o que é superaquecimento do veículo e o que fazer quando o carro aquece. Aproveite para acessar outros conteúdos sobre o universo dos motores no blog da Suhai. Até a próxima!

Como fazer chupeta em bateria com segurança em 6 passos

Não são incomuns situações em que o motor do carro não liga ao dar partida. Nessas horas, é importante saber como fazer chupeta em bateria do carro ou moto.

Dependendo de onde você estiver, pode ser que um profissional especializado demore muito para chegar, por isso, conhecer o passo a passo ajuda bastante nos casos em que a bateria descarrega e é preciso realizar a chupeta.

Leia este conteúdo até o final e confira as nossas recomendações para fazer o procedimento com segurança.

O que significa fazer chupeta em bateria de carro?

A chupeta nada mais é do que uma técnica que transfere a carga de um veículo com funcionamento adequado para outro que está com a bateria descarregada. Em poucos minutos já é possível ligar o automóvel.

Em casos assim, é sempre recomendado acionar o seguro ou, assim que ligar o carro ou moto, levá-lo a uma oficina. Somente um profissional capacitado pode identificar a causa da descarga da bateria e determinar se é preciso realizar a troca da peça.

A chupeta na bateria, no entanto, é um procedimento rápido e simples, que pode ajudar bastante em situações inconvenientes em que esperar pela ajuda não é uma possibilidade.

Pontos de atenção antes de fazer a chupeta

A chupeta deve ser realizada com atenção e cuidado a fim de evitar problemas maiores. Por isso, se atente e evite realizar o processo próximo de objetos inflamáveis e, caso identifique sinais de vazamento, danos na bateria ou corrosão, espere pelo suporte profissional.

É preciso somente de um segundo carro com a bateria funcionando e, normalmente, dois cabos de transmissão para a carga, um vermelho e um preto, que costumam ser encontrados em postos de gasolina ou lojas de autopeças.

Como fazer chupeta em bateria de carro ou moto?

O passo a passo é simples, basta prestar atenção em cada etapa para garantir a segurança e conseguir ligar o carro ou moto novamente. Confira:

  1. Certifique-se de que os equipamentos eletrônicos de ambos os carros, como rádio e faróis, estejam desligados;
  2. Abra os capôs e localize as baterias;
  3. Conecte o cabo preto (negativo) e conecte-o no mesmo polo negativo (-) da bateria de cada veículo;
  4. Conecte o cabo vermelho ao polo positivo (+) de cada bateria;
  5. Dê partida no carro que está com a bateria em bom funcionamento, espere alguns minutos e tente ligar o carro que está com a bateria ruim;
  6. Se o carro pegar, espere alguns minutos e retire os cabos, um de cada vez.

Durante o processo, tome cuidado para que os bicos dos cabos fiquem bem firmes e não encostem em partes metálicas da bateria, pois isso é capaz de provocar faíscas.

O que fazer depois de realizar a chupeta?

Agora que você já sabe como fazer chupeta em bateria, é importante ter em mente que se trata de um procedimento de emergência.

Há várias razões pelas quais uma bateria pode descarregar, como tempo de uso, problemas no conectar, luzes ou equipamentos eletroeletrônicos, como rádio e faróis ligados mesmo com o carro desligado, entre outros.

Caso a chupeta não funcione, pode ser o indício de que há algum problema na parte elétrica do veículo ou que é hora de trocar a bateria, que costuma ter uma vida útil de 2 a 3 anos.

Um especialista pode utilizar um multímetro para verificar a tensão da peça e o nível de carga da bateria: normalmente o leitor mostra entre 12,3 V e 12,8 V com o carro desligado. Caso o leitor mostre 12,2 ou menos, significa que a bateria está descarregada e é preciso trocá-la.

Por fim, ao dar partida no automóvel, uma bateria em boas condições não permite que a voltagem caia para menos de 9 V.

Tire outras dúvidas sobre como fazer chupeta em bateria

Além de conferir o passo a passo, é importante conferir outras dúvidas frequentes relacionadas ao procedimento, entre elas:

Fazer chupeta pode estragar a bateria?

Não, a ligação direta não estraga a bateria, mas o carro que fornece a carga pode ser prejudicado, por isso, é importante se atentar à conexão dos polos da bateria e manter o veículo ligado durante o processo.

Como retirar os cabos das baterias?

Evite tirar os cabos de qualquer jeito, pois isso pode prejudicar a segurança e a bateria do carro, assim como de quem está realizando o passo a passo.

Siga a sequência ao tirar:

  • O cabo negativo da bateria auxiliar;
  • O cabo negativo da bateria com problema;
  • O cabo positivo da bateria auxiliar;
  • O cabo positivo da bateria com problema.

Os cabos devem ficar conectados por quanto tempo?

Depende. Se a bateria não estiver com problemas muito graves, a conexão já é o suficiente para dar partida no carro e normalizar a situação.

Porém, em alguns contextos é preciso esperar uns cinco minutos para que as cargas se normalizem e evitar que o carro morra logo em seguida. Já se for o caso de uma bateria muito descarregada, é recomendado ligar o carro que está fornecendo a carga e acelerar um pouco antes de dar a partida no outro.

A chupeta pode ser realizada na chuva?

Sim, a chupeta pode ser feita na chuva, porém, é preciso tomar cuidados básicos que são pontos de atenção na hora de manusear qualquer equipamento elétrico nessas condições.

Isso significa evitar água sobre o conectar ou porta de recarga da bateria.

Lembre-se de que, em caso de dúvidas, é sempre melhor esperar o suporte especializado para evitar danos maiores ao veículo e à sua segurança.

Gostou do conteúdo? Agora você já sabe como fazer chupeta em bateria. E no blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre cuidados e a manutenção de veículos.

Como aumentar a potência do carro: 6 dicas práticas e seguras

Quer saber como aumentar a potência do carro sem prejuízos e de maneira segura e eficiente? Você está no lugar certo!

Para quem deseja tornar o automóvel mais potente sem reduzir a sua vida útil, é preciso conhecer as melhores estratégias que podem ser aplicadas por meio de algumas modificações no carro.

Quer saber mais? Continue a leitura e confira todas as nossas recomendações!

Por que elevar a potência do seu veículo?

Na maioria dos casos, os carros podem ser mais potentes do que de fato são, mas devido ao uso de acessórios, essa força acaba sendo reduzida.

Pessoas que utilizam veículos esportivos ou off-road, por exemplo, costumam ter interesse em aumentar a potência e a boa notícia é que isso pode ser feito de maneira segura e prática.

Mas, afinal, qual é o benefício dessa mudança?

Bom, elevar a potência aumenta o desempenho do veículo, tornando-o mais eficiente, principalmente em terrenos irregulares. Não é apenas sobre alcançar mais velocidade, mas também rodar com um veículo mais macio.

Como aumentar a potência do carro: 6 dicas seguras e eficientes

Agora, vamos conferir as principais dicas para aumentar a força do carro, seja de motor 1.0 ou de outra potência, sem gerar nenhum tipo de prejuízo à vida útil do veículo:

1. Adquirir mais entradas de ar

Aumentar o número de entradas do ar do carro gera mais potência e reduz o consumo de combustível.

Isso acontece porque a queima de combustível é feita com mais rapidez, o que garante mais energia para o motor, elevando a sua eficiência. Muito simples, não é mesmo?

2. Trocar o escape

A troca do escape também pode contribuir para aumentar a potência. 

A exaustão é realizada por meio desse tubo, que pode influenciar na performance do motor: quanto mais rápida for a exaustão de gases vindos da queima de combustível, melhor deve ser o desempenho do automóvel.

Portanto, verifique a dimensão do tubo de escape, pois se for muito pequeno isso significa que os gases demoram para serem expelidos, tornando o processo mais difícil como um todo.

Ou seja: a troca do escape por uma opção mais larga é uma boa prática para aumentar a potência do carro.

3. Instalar um turbo

Nem todos os motores de carros podem receber um turbo, mas se for o caso do seu veículo, essa instalação pode fazer com que o grupo propulsor garanta até o dobro da potência inicial.

A principal dica aqui é conferir se essa mudança faz sentido para o seu modelo de carro, assim você evita prejuízos desnecessários.

4. Alterar partes mecânicas

Outro recomendação sobre como aumentar a potência do carro passa por algumas mudanças na parte mecânica, por exemplo, com os kits de modificações nos bicos injetores e na bomba de combustível.

O ponto positivo é que isso garante maior vazão de combustível e de pressão, elevando a potência. No entanto, além de ser um investimento mais caro, isso também aumenta o consumo do combustível.

Leia também | Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

Outras opções de alterações são: trocas de pistões, anéis, bielas, pinos de pistão, juntas etc. Tudo isso tem como objetivo extrair mais força do motor por meio da mudança de proporção da mistura ar-combustível na câmara de combustão.

5. Fazer o remap

O remap, chamado de remapeamento, é um procedimento que acessa a central de controle da injeção eletrônica de um veículo a fim de promover um upgrade em seu software de controle. Assim, é liberada mais potência com segurança e sem elevar o consumo de combustível.

Essa reprogramação do sistema libera a potência disponível que havia sido limitada pelo fabricante durante a programação do veículo. É um método bastante seguro e utilizado com frequência para este fim.

6. Verificar os filtros

Por fim, a última dica relacionada a como aumentar a potência do carro passa por uma verificação dos filtros do carro que, quando não são trocados com frequência, podem impactar a força.

Para evitar a perda de potência, é recomendado que a troca seja realizada até mesmo antes do necessário, pois isso beneficia a eficiência de combustão e, consequentemente, a performance.

Leia também | Carro perdendo força quando acelera: entenda as possíveis causas e como resolver

É recomendado aumentar a potência do carro fazendo modificações no motor?

É sempre importante analisar os prós e contras antes de tomar a decisão de fazer alguma modificação no motor do veículo. Principalmente em carros 1.0, há vários pontos a se considerar, entre eles:

  • Durabilidade: mudanças que elevam a potência podem exigir mais do motor, o que impacta negativamente sua durabilidade e gera desgaste antecipado;
  • Consumo de combustível: o aumento da potência eleva esse consumo, pois o motor passa a precisar de mais energia para entregar desempenho extra;
  • Segurança: as alterações mudam o comportamento do carro, o que exige melhorias no sistema de freios, pneus e suspensão, para que o automóvel aguente o desempenho extra sem perder a segurança;
  • Perda de garantia e questões legais: mudanças no motor também anulam a garantia de fábrica e, em alguns casos, até mesmo violam normas de trânsito, por exemplo, quando passam a emitir mais poluentes;
  • Custos: além de todos os gastos iniciais para realizar as modificações, os gastos de manutenção do veículo também tendem a se tornar maiores.

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Gostou das orientações? Agora você já sabe como aumentar a potência do carro sem perder a segurança e não necessariamente fazendo modificações no motor. 

No blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre os cuidados e a manutenção de veículos.

Carro perdendo força quando acelera: entenda as possíveis causas e como resolver

Carro perdendo força quando acelera não é bom sinal. Isso pode ser um indicativo de problemas que precisam de atenção para não provocarem grandes prejuízos ao automóvel (e ao seu bolso).

É fundamental identificar o quanto antes a razão pela qual o carro está perdendo potência. Para tirar as suas dúvidas, confira este conteúdo em que listamos as principais causas e como solucionar a questão!

Carro perdendo força quando acelera: quais são as principais causas e soluções?

Um dos motivos mais comuns que fazem com que o motor de um carro perca potência quando acelera é o combustível não chegar no motor. Principalmente em ladeiras muito íngremes, é comum que o motorista sinta que o automóvel não tem força para subir, o que atrapalha significativamente o desempenho.

Os sinais do veículo aos quais é preciso ficar atento são:

  • Engasgos;
  • Perda de eficiência no consumo de combustível;
  • Fumaça do escapamento escura e densa.

Dito isto, as causas mais comuns são:

1. Problemas nas velas de ignição

As velas de ignição são responsáveis pelo aquecimento do ar-combustível no interior do carro. No entanto, quando há depósito de carbono nelas, podem ser prejudicadas, o que impede que a potência ideal do motor seja atingida.

As causas mais comuns são o abastecimento com combustível ruim ou vazamento de óleo. Além disso, se estiverem velhas, as velas também não funcionam adequadamente.

Para solucionar o problema é simples: garantir a limpeza das velas ou sua troca periódica a fim de evitar problemas de potência.

2. Combustível de baixa qualidade

O carro perdendo força quando acelera também pode ser consequência de combustíveis de má qualidade ou adulterados, que afetam diretamente a potência do motor.

Essa adulteração é capaz de resultar em depósitos de resíduos nos injetores de combustível, bombas e filtros, gerando prejuízos bem caros. Portanto, se este for o problema, troque de posto imediatamente.

3. Entupimento dos bicos injetores

Os bicos injetores pulverizam o combustível no interior do cilindro e, quando há problemas nessas peças, o motorista se depara com problemas de perda de potência, dificuldades para o carro pegar, engasgos etc. O desempenho do automóvel, portanto, é afetado.

Em casos assim, é indicada a limpeza dos bicos injetores no caso de entupimento ou troca da peça quando houver defeitos.

4. Problemas na bobina

Outro fator que influencia na perda de potência são defeitos na bobina de ignição, uma peça que tem como objetivo ampliar a tensão da bateria e enviar energia às velas.

Problemas na bobina, portanto, podem prejudicar o rendimento do veículo, ocasionando perda de força. O único jeito de solucionar o problema é levando o carro a uma oficina para verificar se a peça precisa ser trocada.

5. Defeito na bomba de combustível

Essa bomba envia o combustível do tanque para dentro do motor e, quando está com defeito, não mantém o fluxo nem a pressão necessária, o que pode ocasionar engasgos na performance do veículo e dificuldades para dar partida.

É preciso levar o carro a uma oficina especializada para verificar as falhas da peça e se está na hora de trocá-la.

6. Falha nos sensores da central eletrônica

A central eletrônica de um veículo é responsável pela administração do funcionamento do motor e correção de seus parâmetros levando em consideração as informações recebidas dos sensores, entre elas: temperatura, rotação, tipo de combustível etc.

Caso haja algum problema no envio desses dados para a central, o motor perde o desempenho.

É recomendado verificar os conectores a fim de detectar se há contato inadequado nos cabos ou plugues que ligam o sensor à central eletrônica ou limpar o sensor. Profissionais especializados são os mais identificados para identificar e resolver a questão da maneira correta.

7. Necessidade de manutenção nos filtros

Por fim, o carro perdendo força quando acelera também pode ser consequência da falta de manutenção dos filtros, que impedem a passagem de impurezas e sujeiras para o combustível.

A redução do desempenho e o aumento do consumo de combustível também acontecem quando o veículo está rodando com o filtro de ar sujo. 

Essa peça deve ser trocada a cada 10 mil quilômetros, portanto, é algo importante para ficar de olho nas revisões.

Mantenha a manutenção do seu veículo em dia

Nos casos de uso comum do veículo, a revisão deve ser feita a cada 10 mil quilômetros rodados ou pelo menos uma vez ao ano.

Quando você compra um carro novo, é importante se atentar às revisões obrigatórias para não perder a garantia de fábrica. Essa frequência é fundamental para evitar prejuízos e manter as peças preservadas. 

O óleo do motor e os filtros de ar, por exemplo, devem ser trocados com frequência para que o carro mantenha seu bom desempenho. O óleo é fundamental para evitar que o atrito entre as peças cause desgaste excessivo e o filtro de ar impede as impurezas do oxigênio de entrarem nos coletores de admissão do motor.

Leia também | Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

Por mais que você cuide muito bem do seu carro, nada substitui uma revisão realizada por uma oficina especializada, combinado?

Gostou do conteúdo? No blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre os cuidados e a manutenção de veículos.

Pode colocar gasolina em carro a álcool? Quais são as consequências?

Muitas pessoas se perguntam se pode colocar gasolina em carro a álcool e se essa prática é capaz de provocar danos ao veículo.

Há anos já chegou ao mercado brasileiro o modelo de carro flex, que permite o abastecimento tanto com álcool como com gasolina. No entanto, ainda circulam pelas cidades automóveis que podem receber apenas um desses combustíveis.

Nesses casos, o abastecimento errado é capaz de gerar enormes prejuízos, sabia? Para tirar todas as suas dúvidas, leia este conteúdo até o final e confira as nossas recomendações.

Afinal, pode colocar gasolina em carro a álcool?

Um carro a álcool não pode ser abastecido com gasolina, pois a mistura inadequada prejudica o motor e o desempenho do automóvel pelos seguintes motivos:

  • A gasolina tem octanagem mais baixa do que o etanol e a mistura causa detonação do motor ou batida de pino;
  • Há perda de potência, dificuldades na partida e falhas no funcionamento do motor;
  • A eficiência de combustível é reduzida;
  • O erro pode custar os bicos injetores, o motor e o filtro de combustível.

E o carro à gasolina pode ser abastecido com álcool?

Agora que você já sabe se pode colocar gasolina em carro a álcool, é importante entender o cenário contrário também.

O uso de etanol em um motor projetado para queimar apenas gasolina pode causar problemas na partida a frio. O álcool tem menor poder calorífico e é mais difícil de ser pulverizado em temperaturas baixas. 

Dessa forma, o carro vai demorar mais para esquentar quando for ligado e terá um desempenho irregular. Portanto, não é recomendado o uso de álcool em carros a gasolina.

O que fazer ao colocar o combustível errado no veículo?

Independentemente de qual foi o combustível errado colocado no seu carro, é preciso retirá-lo do tanque. Toda a mistura deve ser inutilizada porque quando há o abastecimento, o que já estava no tanque se mistura com o conteúdo despejado.

Não é recomendado realizar o procedimento sozinho, pois é bastante complicado e, se forem cometidos erros, isso pode gerar ainda mais danos ao veículo. O ideal é levar o automóvel ao mecânico para que um profissional especializado possa drenar o tanque.

Apesar das especificações de cada caso, no geral o carro consegue se locomover alguns quilômetros porque fica armazenado no sistema por volta de um livro de combustível. No entanto, quando essa reserva é consumida, a mistura de composto errado entra no sistema e começa a provocar falhas e perda de potência, podendo até mesmo causar o apagamento do motor.

Se quiser evitar dor de cabeça, o melhor cenário é chamar um guincho para levar o carro direto para uma oficina.

O erro é capaz de impactar o sistema de alimentação: o tanque, os filtros, a linha de combustível, a bomba e até os bicos injetores. Caso persista em rodar com carro dessa forma, os propulsores também podem ser inutilizados.

Posso misturar gasolina e álcool no carro flex?

Em relação ao carro flex, a mistura de álcool e gasolina não gera nenhum tipo de prejuízo e fica a critério do dono do veículo qual combustível utilizar. É possível misturar ou abastecer com apenas um deles.

Porém, é importante reforçar que a gasolina e o etanol em um mesmo tanque podem influenciar a eficiência e o desempenho do motor. 

Isso acontece porque o álcool não é tão potente, ou seja, gera menos energia por litro. Já a gasolina oferece maior autonomia devido ao seu poder calorífico maior e, portanto, com a mesma quantidade de combustível é possível rodar mais. 

O carro flex é feito para a utilização dos dois tipos de combustíveis e aquela ideia de que isso pode causar algum dano ao motor ou reduzir sua vida útil é um grande mito. O sistema eletrônico é capaz de realizar os ajustes necessários a fim de queimar o combustível que for inserido no tanque.

4 cuidados na hora de abastecer o seu carro

Para evitar problemas na hora de abastecer o veículo, além de entender se pode colocar gasolina em carro a álcool ou vice-versa, é fundamental seguir algumas dicas, entre elas:

1. Desligar o motor do carro

O combustível entrando no tanque é altamente inflamável. Como o objetivo do motor é queimar a gasolina ou o álcool e transformá-lo em energia por meio da combustão, se o motor estiver ligado, há riscos de explosão.

2. Verificar a bomba

Uma dica muito ignorada é prestar atenção na bomba de combustível antes, durante e depois do abastecimento.

Antes, é fundamental ver se a bomba está zerada para receber a quantidade solicitada, além de verificar se o frentista está colocando o combustível que você de fato solicitou.

Já após o abastecimento, é recomendado conferir o painel do veículo para ter certeza de que o marcador de combustível subiu o quanto deveria.

3. Escolher postos confiáveis

A escolha do posto também é fundamental. Prefira aqueles que têm boa reputação no mercado, tenha certeza de que o combustível está atendendo às especificações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e se não há riscos de adulteração.

Para facilitar essa avaliação no dia a dia, você pode verificar, por exemplo, se o selo do Inmetro está nas bombas. Este é um sinal de que o combustível foi certificado e está de acordo com a regulamentação brasileira. Além disso, desconfie de preços que destoam muito da média do mercado.

4. Abastecer a quantidade adequada

Nem todo motorista sabe, mas é preciso seguir a quantidade de combustível recomendada pela montadora do automóvel. 

Muita gente acaba enchendo o tanque em excesso, o que é capaz de gerar prejuízos para peças importantes do veículo, como o cânister, um filtro que é responsável por receber os gases do tanque de combustível e os neutraliza. Se o tanque estiver muito cheio, esse filtro pode apresentar falhas.

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Pronto: depois desta leitura, você já sabe que não pode colocar gasolina em carro a álcool e conhece os principais cuidados na hora de abastecer o seu veículo, certo?

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Chave automotiva codificada: o que é e como funciona?

As chaves de um veículo não são todas iguais. Sabia que a chave automotiva codificada já é muito mais moderna e segura do que modelos convencionais, que têm somente um segredo mecânico e uma lâmina metálica?

Se você se interessa pelo mundo automotivo e utiliza o seu carro com frequência, seja para ir ao trabalho ou como transporte de lazer, está no lugar certo para tirar as suas dúvidas sobre as chaves codificadas. Continue a leitura e confira tudo o que precisa saber sobre o assunto!

O que é uma chave automotiva codificada?

Uma chave codificada é como a impressão digital do seu automóvel, pois possui um chip com um código eletrônico único que se conecta com a central de segurança. 

Ou seja: quando você utiliza a chave, ela autoriza a abertura da porta ou a partida do veículo porque há uma comunicação eletrônica entre ela e o sistema interno do carro.

Para entender melhor, é importante ficar claro que as chaves convencionais, por sua vez, funcionam de outra forma: o motor é acionado por meio de um segredo mecânico que é esculpido em uma lâmina metálica.

Como funcionam as chaves codificadas?

Uma chave automotiva codificada tem um chip (transponder) que armazena o código eletrônico. Quando ela é inserida na ignição, é emitido um sinal para a central de segurança que se localiza dentro do automóvel.

O motor só é acionado de maneira correta se a central receber a mensagem codificada programada previamente. Isso significa que o carro só liga quando há conexão entre a codificação da chave e da central, caso contrário, é acionada uma luz de alerta no painel e o veículo dá partida.

Quais são as vantagens e desvantagens desse tipo de chave?

Uma das vantagens mais atrativas da chave automotiva codificada é a segurança e a prevenção contra roubos e furtos, afinal, o carro só liga com o código criptografado.

Porém, há um lado negativo também que, nesse caso, é o seu custo elevado, seja para aquisição ou manutenção. Além disso, o tempo para realizar uma cópia também costuma ser bem mais longo do que de uma chave comum.

Quanto custa codificar uma chave?

Quando se adquire um veículo zero quilômetro que vem com uma chave codificada, o consumidor recebe a original e uma cópia virgem. No entanto, quando é feita uma compra de carro seminovo ou usado, nem sempre isso acontece.

Devido a toda a tecnologia envolvida, a perda de uma chave codificada gera uma dor de cabeça um pouco maior do que as chaves convencionais. 

Para solicitar uma cópia, é necessário saber qual é o código do veículo — caso tenha perdido ou se esquecido, é possível solicitá-lo à concessionária. E tenha em mente que, dependendo do modelo do carro, o valor para reparar essa perda pode chegar em torno de R$ 800,00.

Quais cuidados você precisa ter com a sua chave automotiva codificada?

Como esse modelo de chave é bastante caro, é importante redobrar a atenção para evitar perdas ou danos. Aqui vão algumas dicas:

  • Evitar quedas de grande impacto que podem corromper o chip da chave;
  • Não deixá-la próxima de eletrônicos, como celulares, tablets, computadores ou outras chaves que podem afetar sua funcionalidade e comunicação com a central devido ao campo magnético;
  • Não utilizar álcool em gel para limpar a chave.

Se por algum motivo a sua chave não funcionar, é recomendado ir até a concessionária ou a um mecânico de confiança para solucionar o problema da melhor forma possível.

Os 4 problemas mais comuns das chaves codificadas

Apesar das vantagens relacionadas à segurança, a chave automotiva codificada também pode sofrer com alguns problemas. Os principais são:

1. Perda do código da chave

Não é incomum o chip perder a codificação, o que pode ser resultado da perda da chave em si ou de alguma interferência de dispositivos próximos. Também pode ocorrer a decodificação no chip que está na ignição do carro.

O problema costuma ser resolvido com o suporte da concessionária ou de um mecânico, que irá incluir o código do automóvel mais uma vez.

2. Falhas no circuito eletrônico do carro

Outro ponto de atenção é o fato de que instalações equivocadas de equipamentos do campo elétrico do carro, como som, travas e vidros, são capazes de gerar problemas na chave.

Isso acontece porque estamos nos referindo a um sistema de segurança eletrônico e, portanto, a chave codificada precisa ser instalada em um carro com a parte elétrica em perfeito funcionamento.

Leia também | Carro automático não quer ligar? Confira possíveis causas e o que fazer 

3. Chip danificado

Se a chave sofre algum tipo de forte impacto, como uma queda, isso pode danificar o chip e impedir o seu uso.

4. Bateria fraca

A bateria de uma chave codificada tem um período de validade e, se estiver descarregada, é normal que pare de funcionar e não seja possível destravar o carro. Nesses casos, a solução é simples: basta trocar por uma nova.

Com todas estas informações, você já conhece os diferenciais da chave codificada e o que fazer em caso de perda ou danos.

Gostou do conteúdo? No blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre os cuidados e a manutenção de veículos. Que tal conferir, agora, algumas dicas sobre produtos de limpeza para carros

Até a próxima!

Alguém bateu no meu carro e fugiu: o que fazer para evitar o prejuízo?

Alguém bateu no seu carro e fugiu? Então, é importante entender o que fazer na hora e como a lei ampara as vítimas.

Batidas de carro são, sem dúvidas, uma situação que ninguém quer enfrentar quando está dirigindo. Costumam ser muito estressantes e desgastantes. 

Contudo, por mais que você seja um condutor responsável, que age sob os princípios da direção defensiva e dentro da lei, às vezes é difícil prevenir colisões por conta do comportamento de outros motoristas.

Nesse caso, é muito importante entender que você não está sozinho e que a lei está do seu lado. Aliás, caso você tenha um bom seguro, poderá ter um apoio ainda maior, como veremos

Neste conteúdo, você vai aprender algumas dicas-chave do que fazer em casos de colisões causadas por outras pessoas que fugiram do local. 

O que acontece quando batem no seu carro e fogem?

Quando há uma batida, o ideal é que ambas as pessoas na condução parem e conversem entre si para decidir de forma amigável como vão gerenciar. 

É preciso definir de quem foi a responsabilidade e, então, tentar fazer um acordo sobre valores. Ou em casos mais sérios, quando há acidentes com vítima, por exemplo, é preciso prestar socorro.

Quando alguém bate no carro de outra pessoa e foge, ela pode até não saber, mas está cometendo um crime no trânsito

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) deixa bem claro quais são as punições possíveis para essa atitude, independentemente do dano ou prejuízo.

Ou seja, pode ser um arranhão leve ou uma batida que desfigura o veículo e afeta a vida dos passageiros: é sempre recomendado ficar no local e tentar acertar as coisas. 

As multas por fuga de acidente podem ser altas e, a depender da jurisdição, o motorista pode enfrentar punições ainda mais severas. 

O que acontece quando o motorista foge do acidente?

Existem diversas punições e consequências legais para fuga de acidente. De acordo com o CTB, a pessoa que abandona um local de acidente pode estar sujeita a multas, suspensão de CNH e até mesmo um período de detenção, a depender da gravidade da situação.

Além disso, o motorista que foge certamente enfrentará dificuldades com seguros no futuro e pode até mesmo perder a apólice atual, caso seja pego. 

Qual a pena para quem foge do acidente? 

Segundo o Art. 305, na Seção I, do Capítulo XIX de crimes de trânsito, o crime de abandonar o local de acidente acarreta uma pena de detenção, de seis meses a um ano, ou multa.

O que fazer quando bateram no meu carro e fugiram?

Se alguém bateu no seu carro e fugiu, o primeiro passo é manter a calma. 

Sim, é uma situação estressante, mas agir de forma organizada ajudará a garantir o devido registro do ocorrido e, se possível, algum apoio financeiro para arcar com danos.  

Aqui vai um guia prático sobre como proceder nessa situação:

Registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) 

Esse é o ponto de partida. 

Um B.O. é essencial para que a polícia tenha conhecimento do ocorrido e possa iniciar a busca pelo responsável. Além disso, o registro será útil se você precisar acionar o seguro. 

A boa notícia é que você pode fazer o B.O. tanto presencialmente quanto online, em muitos estados. Basta informar os detalhes da batida e as características do veículo envolvido, caso tenha conseguido notar.

Buscar testemunhas e documentar a cena 

Assim que possível, veja se há testemunhas por perto que possam fornecer mais informações. 

Pessoas que estavam próximas podem ter visto detalhes que você perdeu no momento de tensão, como a cor, modelo ou a placa do veículo causador. 

Registrar o relato das testemunhas reforça a credibilidade da sua versão dos fatos. 

Tirar fotos ou gravar vídeos do sinistro e da cena também é muito importante. Eles ajudam a documentar a posição dos veículos, os danos causados e até o cenário ao redor, mostrando as condições no momento do acidente.

Essas fotos serão muito úteis em caso de judicialização do caso (como quando a pessoa culpada não quer pagar).

Verificar câmeras de segurança 

Hoje em dia, câmeras estão por toda parte – em lojas, prédios residenciais, semáforos e até em casas. 

Então, pergunte nos comércios ou edifícios próximos ao local do acidente se eles têm câmeras que captaram o momento da colisão

Em alguns casos, esses registros serão decisivos para identificar o veículo que fugiu. Caso tenha dificuldades, a polícia também pode ajudar a solicitar essas imagens, dependendo do caso.

Acionar o seguro 

Se você tiver seguro, entre em contato com a sua seguradora o quanto antes. Informar o ocorrido e compartilhar todas as evidências e testemunhos que você coletou facilita muito o processo de liberação da cobertura. 

Um seguro confiável oferece uma assistência importante nesses momentos, especialmente em acidentes com fuga, em que o prejuízo tende a recair sobre a vítima. 

Se você ainda não possui seguro ou busca uma cobertura mais ampla, a Suhai é a melhor escolha.

Conte com a Suhai: conheça as nossas coberturas.

O que fazer quando alguém bate no seu carro e não quer pagar o prejuízo?

Mas e se a situação for outra: alguém bateu no seu carro, houve a identificação do veículo causador, mas a pessoa não quer arcar com os custos? 

Nesse caso, é importante buscar uma solução amigável antes de recorrer a medidas legais

Uma boa conversa pode resolver o problema, evitando transtornos maiores. Caso o responsável ainda se recuse a colaborar, você pode considerar o auxílio de um advogado para entender suas opções. 

Em alguns casos, uma ação judicial pode ser necessária para que o causador do acidente seja responsabilizado e cubra os danos.

Como falamos antes, o devido registro do acidente com fuga com fotos e vídeos será muito útil. 

Conclusão

Enfrentar uma situação de acidente com fuga é, no mínimo, desgastante. No entanto, ao seguir esses passos, você garante que está fazendo tudo o que pode para proteger seus direitos. 

Mesmo que a situação seja complicada, mantenha a calma e siga as nossas orientações. Esse cuidado será extremamente importante para que você tenha um respaldo maior e consiga minimizar os prejuízos.

Para garantir a sua proteção em todos os momentos a partir de agora, faça uma cotação com a Suhai.

Perguntas frequentes

Agora, vamos responder às perguntas mais comuns sobre esse tema. 

O que devo fazer se o motorista fugir após bater no meu carro?

O primeiro passo é manter a calma, depois documentar o ocorrido com fotos e vídeos, procurar testemunhas e registrar um Boletim de Ocorrência.

Como registrar um Boletim de Ocorrência de acidente com fuga?

Você pode registrar o B.O. presencialmente ou pela internet, dependendo da sua localidade. Informe o máximo de detalhes sobre o acidente e o veículo que causou o dano, caso tenha informações.

Como o seguro cobre acidentes com fuga?

A cobertura para acidentes com fuga dependerá do tipo de apólice que você possui. Verifique com a seguradora para entender os detalhes da cada cobertura.