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Conheça os tipos de reboque, suas diferenças e vantagens

Todo mundo com certeza já viu algum dos principais tipos de reboque na rua. 

Boa parte das pessoas talvez não saiba que esse tipo de recurso de transporte tem regras bem claras na lei brasileira de trânsito, que devem ser respeitadas para garantir a segurança de todos os envolvidos e a eficiência do trabalho prestado.

Existem diversos tipos de reboque e cada um atende a uma finalidade específica. Por isso, vale a pena entender quais são, a legislação sobre o assunto, quais carros podem puxar reboques, quais não podem, as regras para uso da carretinha e mais.

O que é considerado reboque?

Se o carro tem algum tipo de componente que aumenta a sua capacidade de transporte de cargas, então, trata-se de um reboque para carga. 

Geralmente, o reboque pode ser uma estrutura aberta ou fechada, mais simples ou até mais complexa. Tudo depende da carga que se pretende transportar.

No dia a dia, é comum vermos vários tipos de reboque em circulação, desde carretinhas para transporte de pequenas cargas até estruturas maiores, como aquelas usadas para levar barcos e veículos pesados.

Quais são os tipos de reboque?

Os dois principais tipos são reboque e semirreboque. Vejamos a diferença entre os dois. 

Reboque

O reboque é acoplado ao veículo principal, mas se sustenta sozinho com suas próprias rodas e eixos. Ele é comumente usado para transporte de pequenas e médias cargas e pode ser encontrado em versões abertas e fechadas. 

O reboque aberto é ideal para materiais que não precisam de proteção contra o clima, como madeira ou equipamentos de jardinagem. A famosa carretinha para reboque se encaixa nessa categoria. 

Já o reboque fechado protege a carga contra chuvas e poeira, sendo, então, perfeito para itens mais delicados.

Outros tipos incluem o reboque cegonha, usado para transporte de veículos, e o reboque para barcos, projetado para levar embarcações de maneira segura e prática.

Semirreboque

Diferente do reboque, o semirreboque necessita de um suporte do veículo principal para equilibrar-se. É uma estrutura grande, que forma a famosa traseira de caminhões e carretas. 

Ele não possui eixos completos, o que o torna dependente do veículo que o puxa. 

Esse tipo de reboque é muito usado no transporte de cargas pesadas e até componentes sensíveis, principalmente em setores como o agronegócio e a construção civil. 

A vantagem do semirreboque é sua capacidade de carga elevada, mas ele exige veículos mais robustos e preparados para suportar o peso adicional.

Como funciona a nova lei do reboque?

Com as regulamentações mais recentes, o uso de reboques no Brasil passou a exigir mais atenção dos motoristas, principalmente em relação à documentação e itens de segurança. 

Todo reboque ou semirreboque precisa estar em conformidade com as regras de emplacamento e documentação, além de possuir itens de segurança obrigatórios, como faixas reflexivas e setas para sinalização. 

De acordo com a Agência Senado, em 2023 aconteceu a publicação da Lei 14.562, que criminaliza a adulteração de sinal identificador de veículo não categorizado como automotor, como é o caso dos reboques.

Apesar de ser parte da legislação de reboques, é muito comum vermos carretinhas sem esse tipo de sinalização nas ruas. 

Essas exigências são fundamentais para garantir a visibilidade do reboque e a comunicação com outros motoristas, especialmente em rodovias e durante a noite.

Quais são os carros que não podem ter engate de reboque?

Nem todos os veículos estão autorizados a utilizar engates para reboque. 

Segundo as normas de trânsito, veículos com menor capacidade de carga, como modelos compactos ou carros com estrutura mais leve, não devem utilizar reboques, já que o peso adicional pode comprometer a segurança e o desempenho do veículo. 

Inclusive, as próprias montadoras proíbem o uso, a depender do caso. Modelos como hatchbacks e alguns sedãs, por exemplo, geralmente não são opções para reboques pesados. 

Trouxemos alguns exemplos: 

  • Toyota Corolla até 2019;
  • Volkswagen Up;
  • Chevrolet Onix;
  • Onix Plus;
  • Renault Kwid;
  • Chevrolet Tracker e outros.

Essa limitação é importante para prevenir desgastes no motor, suspensão e freios, além de evitar o risco de acidentes

É importante mencionar, ainda, a questão dos carros elétricos. Até então, é consenso que eles também não devem ser usados para reboque.

Por isso, antes de correr riscos, verifique no manual do fabricante ou com um especialista se o seu veículo é adequado para o uso de engates.

Leia também: Encontre o seguro que aceite o seu carro rebaixado

Quais são os carros que podem puxar reboque?

Os veículos mais adequados para puxar reboques são geralmente aqueles com motores de maior potência e estruturas reforçadas, como SUVs, picapes e utilitários esportivos

Para citar alguns exemplos, temos:

  • Renault Sandero;
  • Hyundai HB20;
  • Volkswagen T-Cross;
  • Jeep Compass.

Esses veículos são projetados para suportar cargas adicionais e possuem especificações que garantem mais segurança no transporte de reboques. 

Ao escolher um carro para puxar um reboque, é importante verificar a capacidade de carga e o peso máximo recomendado pelo fabricante.

Antes de concluir o tópico, vale mencionar o caso dos engates de reboque usados para fins estéticos ou de proteção (mesmo sem uso frequente de reboques). Nesse caso, é recomendado não usar. 

Afinal, em uma batida, esse componente pode empenar ou trincar o monobloco ou chassi (as peças da estrutura do carro). O engate até impede o dano direto ao parachoque, mas transfere o impacto para outras partes. 

Ou seja, não serve como proteção e pode causar ainda mais problemas

Leia também: Saiba como contratar seguro para o seu caminhão

Quais são as regras para usar a carretinha?

É importante destacar que o uso de carretinhas para reboque tem suas próprias regras e exigências

Além do emplacamento e da documentação, a legislação de trânsito estipula limites de peso e tamanho para as carretinhas, a fim de assegurar que o conjunto (veículo + reboque) se mantenha estável e seguro durante o trajeto.

A carretinha deve ter no máximo 2,6 metros de largura, 4,4 metros de altura, com balanço traseiro de 3,5 metros

O comprimento somado do veículo e o reboque deve ser de 19,8 metros

Se tiver categoria B, o motorista só pode carregar até 3500 kg. Para pesos superiores, o condutor precisará ter categoria C, que se refere à condução de veículos mais pesados. 

Outro ponto importante é a presença de itens de segurança, como protetores de rodas, luzes de freio, lanternas laterais e faixas refletivas, que aumentam a visibilidade da carretinha, especialmente à noite. 

Conclusão

Escolher o tipo certo de reboque é fundamental para assegurar que o transporte será seguro e eficiente. 

Seja no caso de cargas leves ou transportes de grande porte, entender as regulamentações e as características de cada tipo de reboque evita problemas e garante um trajeto tranquilo. 

Aliás, vale lembrar que a Suhai oferece coberturas exclusivas para proteger seu carro e reboque em todas as situações

Conheça as nossas opções de seguro e veja como garantir uma viagem segura e amparada, mesmo em casos de problemas com o carro e necessidade de guincho.

Perguntas frequentes

Para encerrar, veja as respostas para algumas dúvidas comuns sobre o uso de reboques:

Qual a diferença entre reboque e semirreboque?

O reboque possui eixos completos e se sustenta sozinho, enquanto o semirreboque precisa do suporte do veículo principal para equilíbrio.

Como saber se meu carro pode puxar reboque?

Consulte o manual do fabricante ou um especialista para verificar a capacidade de carga do veículo e as especificações de peso recomendadas.

É necessário emplacamento para reboques?

Sim, a legislação exige que todos os reboques estejam devidamente emplacados e com a documentação em dia para circular nas vias públicas.

Como consultar se o carro é de leilão? Confira o passo a passo

Quer aprender como consultar se o carro é de leilão antes de comprá-lo?

Essa ação rápida pode te ajudar a garantir uma boa compra e evitar surpresas indesejadas; afinal, os veículos com passagem por leilão podem ter um histórico nem sempre divulgado para os compradores — como danos ou restrições que vão dificultar a contratação de seguros e revenda.

No entanto, isso não significa que não existam boas opções. Tudo depende de uma avaliação detalhada e da transparência na negociação.

Por isso, ao longo deste conteúdo, vamos mostrar como saber se carro tem passagem por leilão e explicar quais são as principais informações que você deve conferir antes de fechar o negócio.

Afinal, tem como saber se o veículo é de leilão?

É possível descobrir se o carro já passou por um leilão, sim, e existem métodos confiáveis para consultar o histórico do veículo (como a existência de sinistros) por meio do número da placa, da consulta ao RENAVAM e do uso de ferramentas especializadas. 

Entenda melhor cada uma dessas opções:

  • Consulta de veículo pela placa: sites como CheckCarro e o aplicativo Detran (este aqui, como exemplo, é o órgão de São Paulo) são excelentes opções. Ao inserir a placa, você acessa informações sobre sinistros, passagem por leilão e restrições;
  • RENAVAM consulta: o número funciona como o “CPF” do veículo e possibilita o acesso ao histórico completo — a consulta pode ser feita no portal do Detran do seu estado;
  • App Sinesp Cidadão para consulta: ferramenta gratuita que permite consultar dados básicos do veículo — inclusive, possíveis registros de leilão.

Lembre-se: consultas mais detalhadas, como no CheckCarro, podem ser pagas, mas oferecem um relatório completo sobre a procedência do veículo.

E o que você pode fazer para avaliar presencialmente? Confira o passo a passo abaixo:

  1. Solicite o histórico completo, incluindo trocas de óleo, manutenção dos freios e reparos importantes;
  2. Verifique a documentação do veículo (como a placa e o número Renavam);
  3. Faça uma inspeção mecânica;
  4. Realize um teste de condução e preste atenção a barulhos estranhos, além da própria performance do veículo ao conduzi-lo;
  5. Examine a pintura e a carroceria para identificar se existem diferenças na tonalidade da pintura, por exemplo).

Leia também: Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

Quando o carro é de leilão, aparece no documento?

Na maioria dos casos, sim. A informação de que o carro é de leilão pode constar no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV)

No entanto, essa informação nem sempre é explícita. Por isso, realizar uma consulta detalhada vai te ajudar a ter mais certeza e precisão em suas decisões.

Como fica o documento de um veículo de leilão?

Um documento com passagem por leilão pode conter observações que indicam a procedência do veículo usado. Termos como “recuperado” ou “sinistro” podem estar presentes, dependendo do tipo de leilão e do estado em que o carro foi registrado.

Além disso, confira se há alguma restrição ou anotação que possa dificultar a revenda ou a contratação do seguro a partir dessa análise da documentação do carro de leilão.

Qual é o problema de um veículo ter passagem por leilão?

É importante consultar se o carro é de leilão para saber, exatamente, como proceder com a análise dessa possível compra. Isso porque os veículos que passaram por leilão podem apresentar pontos de atenção maiores, como:

  • Dificuldade para contratar seguro, pois algumas seguradoras podem recusar a cobertura ou aplicar regras específicas. Mas saiba: a Suhai tem soluções de seguro para veículos com passagem por leilão e adaptadas ao seu perfil, mediante análise de condições. Você pode solicitar uma cotação agora mesmo;
  • Desvalorização, pois o histórico de leilão tende a afetar o valor de revenda;
  • Possíveis defeitos estruturais — e dependendo do dano original, o carro pode apresentar problemas mesmo após o reparo.

Mas lembre-se de que, mesmo com a verificação de carro sinistrado, o preço mais acessível pode ser um benefício se a compra for bem planejada e você tiver um bom seguro Suhai, alinhado à sua compra.

O vendedor é obrigado a falar que o carro é de leilão?

Sim, e a falta dessa informação pode gerar consequências legais. O vendedor tem o dever de fornecer ao comprador todas as informações relevantes sobre o produto, incluindo seu histórico. 

No caso de veículos, a passagem por leilão afeta tanto o valor de mercado do carro quanto exige, do provável comprador, conhecimento antecipado para identificar eventuais necessidades e conhecer problemas de performance do automóvel, por exemplo.

Por que carro com passagem por leilão é mais barato?

O preço reduzido de veículos com passagem por leilão reflete os riscos envolvidos, como possíveis danos e a dificuldade para conseguir revender ou contratar um seguro.

Importante reforçar: isso não significa que o carro seja necessariamente ruim, mas o comprador deve estar ciente das implicações.

Conclusão

Consultar a procedência de veículos usados vai te ajudar a evitar problemas no futuro. Carros com histórico de leilão podem ser boas opções, desde que você esteja bem informado e ciente dos riscos.

Com a ajuda da Suhai Seguradora, você pode proteger seu veículo e, com isso, ter mais tranquilidade e segurança. Faça uma cotação conosco e encontre a solução mais alinhada ao seu perfil.

Perguntas frequentes

Ainda tem dúvidas sobre como consultar se o carro é de leilão? Confira as principais perguntas e respostas sobre o assunto.

Como posso consultar o histórico completo de um carro?

Use o número da placa ou o RENAVAM em sites como o Detran ou CheckCarro, ou mesmo em aplicativos como o Sinesp Cidadão.

Posso financiar um carro de leilão?

Sim, mas as condições podem ser mais restritivas, e isso depende da instituição financeira.

Carros de leilão podem ser segurados?

Sim, mas as seguradoras tradicionais costumam negar ou apresentar muitas restrições. A Suhai oferece opções específicas para veículos com esse histórico. Conte com a Suhai e faça sua cotação.

Quais são os 10 carros com os seguros mais baratos do Brasil?

Na hora de proteger seu carro, encontrar um seguro que combine cobertura e economia é essencial. O valor do seguro depende de vários fatores, incluindo o perfil do condutor, a região e as características do veículo, mas alguns modelos se destacam por oferecer opções de seguros com preços mais acessíveis.

Neste conteúdo, vamos conhecer os carros com os seguros mais baratos no Brasil, comparando diferentes níveis de cobertura, e trazer dicas para você economizar ainda mais. Vamos lá?

10 carros com os seguros mais Baratos no Brasil

Baseado em dados da Suhai Seguradora, veja alguns dos modelos com os seguros mais econômicos do mercado.

Os valores médios apresentados consideram dois tipos de cobertura: cobertura completa (que inclui roubo, furto, perda total por colisão e danos a terceiros – RCF) e cobertura simples (incluindo apenas roubo e furto). Os preços refletem uma média calculada em setembro de 2024 para a região metropolitana de São Paulo e o Brasil, considerando um perfil de condutor masculino de 36 a 50 anos.

Vale lembrar que diversas características de perfil do condutor podem influenciar esses valores, como o gênero, idade, estado civil, localização, tipo de renovação do seguro e até as condições em que o veículo é guardado no dia a dia:

1. Fiat Mobi Like

  • Cobertura completa: R$ 2.968,20 (São Paulo) / R$ 2.609,47 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.483,99 (São Paulo) / R$ 1.395,85 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 50%

2. Renault Kwid Zen

  • Cobertura completa: R$ 2.822,41 (São Paulo) / R$ 2.699,77 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.475,32 (São Paulo) / R$ 1.388,94 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 47%

3. Citroën C3 Live

  • Cobertura completa: R$ 1.336,21 (São Paulo) / R$ 1.581,72 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.068,01 (São Paulo) / R$ 1.505,01 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 20%

4. Peugeot 208 Active

  • Cobertura completa: R$ 2.274,35 (São Paulo) / R$ 2.280,77 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.372,67 (São Paulo) / R$ 1.223,01 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 40%

5. Fiat Argo 1.0

  • Cobertura completa: R$ 2.842,33 (São Paulo) / R$ 2.786,89 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.720,73 (São Paulo) / R$ 1.423,14 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 39%

6. Renault Stepway

  • Cobertura completa: R$ 2.799,86 (São Paulo) / R$ 2.637,79 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.643,08 (São Paulo) / R$ 1.354,96 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 48%

7. Hyundai HB20 Sense Plus

  • Cobertura completa: R$ 2.447,96 (São Paulo) / R$ 2.288,77 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.535,81 (São Paulo) / R$ 1.221,51 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 47%

8. Chevrolet Onix 1.0

  • Cobertura completa: R$ 3.010,29 (São Paulo) / R$ 2.476,99 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.825,34 (São Paulo) / R$ 1.248,40 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 41%

9. Volkswagen Polo Track/Robust

  • Cobertura completa: R$ 2.885,90 (São Paulo) / R$ 2.980,92 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.125,96 (São Paulo) / R$ 1.246,36 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 58%

10. Fiat Cronos Drive 1.0

  • Cobertura completa: R$ 2.806,08 (São Paulo) / R$ 2.759,16 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.643,40 (São Paulo) / R$ 1.229,52 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 44%

Como as seguradoras definem os preços dos seguros?

A definição de preços pelas seguradoras leva em conta o risco de cada situação, analisando tanto o veículo quanto o perfil do condutor e a região onde o carro circula. A Suhai, por exemplo, combina esses fatores em vez de aplicar uma porcentagem fixa sobre o valor de mercado do veículo. Isso torna a escolha das coberturas um ponto crucial para equilibrar o custo e a proteção.

Essas diferenças de preços entre as coberturas simples e completa mostram o impacto de incluir serviços adicionais, como cobertura de colisão e terceiros. Enquanto alguns motoristas podem preferir a cobertura completa para maior tranquilidade, a cobertura simples atende a necessidades básicas e proporciona uma redução de até 50% no custo da apólice.

Dicas para economizar com o seguro do seu carro

1. Escolha coberturas essenciais

Para carros mais antigos ou com menos uso, optar pela cobertura de roubo e furto pode ser uma estratégia eficaz de economia. A cobertura completa pode incluir uma franquia alta, especialmente para carros com mais de cinco anos de uso. Com isso, os motoristas que preferem uma proteção mais enxuta podem conseguir uma economia significativa, como nos exemplos acima, onde a cobertura simples pode custar até metade da completa.

2. Considere a instalação de rastreadores

Em regiões de maior risco, a instalação de rastreadores reduz o valor da apólice, pois aumenta a possibilidade de recuperação do veículo em caso de roubo. Grandes capitais e regiões metropolitanas geralmente exigem essa medida de segurança adicional.

3. Pratique direção defensiva

Além do modelo do carro, o comportamento do motorista também influencia o valor do seguro. Motoristas que evitam sinistros têm mais chances de receber bônus de renovação e descontos. A direção defensiva, respeitar limites de velocidade e evitar locais de risco são práticas que ajudam a manter o custo baixo.

4. Compare coberturas e franquias

Na hora de escolher um seguro, avalie tanto o valor da franquia quanto as coberturas oferecidas. Franquias mais altas podem reduzir o valor do seguro, desde que o motorista esteja confortável com uma cobertura limitada.

Deu pra perceber que escolher um seguro que se adapte ao perfil do motorista e às necessidades do carro é essencial para garantir um bom custo-benefício. Na Suhai, nossa missão de democratizar o seguro significa proporcionar flexibilidade nas coberturas, permitindo que cada cliente encontre o equilíbrio ideal entre proteção e preço.

Ao escolher um dos carros com os seguros mais baratos e aplicar essas dicas de economia, é possível proteger seu patrimônio com eficiência e acessibilidade.

Bebê conforto, cadeirinha e assento: quais são as diferenças e qual é o mais seguro para transportar crianças?

Bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação: entre essas opções, qual é a mais segura para transportar bebês e crianças? 

Está aí uma dúvida frequente, principalmente para famílias que irão ter um bebê pela primeira vez e ainda não conhecem os dispositivos de retenção para o transporte de crianças (DRC) que existem no mercado. 

Neste conteúdo, entenda a resposta para essa questão e saiba tudo sobre o transporte seguro de bebês e crianças em veículos.  

Bebê conforto, cadeirinha e assento: qual é o mais seguro? 

Indo direto ao ponto: todos esses dispositivos são seguros para o transporte de crianças e bebês em veículos. Isso mesmo! 

E a verdade é que você irá utilizar em seu veículo, ao longo da primeira infância do seu filho, todos estes tipos de cadeirinha, de acordo com a idade e o peso da criança. 

Afinal, de acordo com o artigo 64 do Código de Trânsito Brasileiro, crianças com idade menor que 10 anos e com altura inferior a 1,45 m devem ser sempre transportadas no banco traseiro do veículo utilizando equipamento de segurança, seguindo as normas estabelecidas pela Resolução nº 819 do Contran, a famosa Lei da Cadeirinha.

Portanto, não é preciso escolher um desses dispositivos para utilizar, bebê conforto ou cadeirinha ou assento. Na hora certa, todos serão usados. 

A escolha que vai existir é entre a infinidade de marcas e modelos que existem, para cada um desses dispositivos, com preços e tecnologias variadas.

Mas qual é a diferença entre bebê conforto, cadeirinha e assento? 

Cada dispositivo de retenção tem suas particularidades. Entenda, abaixo, o que é,  para que serve cada um deles e qual é a idade recomendada para uso:

Bebê conforto

O bebê conforto para carros é um dispositivo de retenção para o transporte de crianças que tem formato de concha. Deve ser utilizado assim que o bebê sai da maternidade e até que ele complete o primeiro aniversário. 

O bebê conforto deve ser instalado no veículo, no banco traseiro, de costas para a frente, em um ângulo de inclinação de 45º.  

É interessante aos motoristas instalar também um espelho retrovisor infantil no encosto do banco traseiro do carro, para conseguir enxergar o rostinho do bebê enquanto dirige, verificando sempre se o pequeno está bem ao longo do passeio de carro.  

Cadeirinha 

A cadeirinha deve ser utilizada por crianças de 1 a 4 anos de idade ou com peso de 9 a 18 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

Geralmente, as cadeirinhas possuem estrutura vertical e devem sempre ser instaladas de frente para o sentido de deslocamento do carro.

Elas contam com cintos de segurança integrados de cinco pontos, que distribuem melhor a energia do impacto ao corpo da criança em caso de colisão. 

Como a cadeirinha é utilizada por vários anos, a dica é investir em um dispositivo que conte com redutores que possam ser retirados conforme o crescimento da criança, mantendo-a confortável e segura, sem precisar comprar novos dispositivos até a chegada da nova fase. 

Assento (assento de elevação ou booster)

O assento, também conhecido como assento de elevação ou booster, serve para crianças com idade superior a 4 anos e até 7 anos e meio de idade, ou com até 1,45 metro de altura e peso de 15 a 36 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

Trata-se de um dispositivo bem menor e mais simples, quando comparado à cadeirinha ou ao bebê conforto e que não conta com cinto próprio. Por isso, é utilizado o próprio cinto do carro para prender o dispositivo ao banco e a criança ao dispositivo.

Para quem precisa de mais espaço no banco traseiro, muitas vezes por ter outra criança menor, é interessante aderir ao assento assim que possível, já que ele é um dispositivo muito mais compacto. 

Cinto de segurança do carro

A criança a partir dos 7 anos e meio e com altura superior a 1,45 metro de altura, que já consegue apoiar as costas no encosto e dobrar os joelhos na extremidade do assento do carro, pode abandonar o booster e utilizar o cinto de segurança do próprio carro (no banco traseiro). 

E quando a criança pode ser transportada no banco da frente do veículo? 

O transporte de crianças no banco da frente, com o cinto do carro, só é permitido para crianças com idade superior a 10 anos e com mais de 1,45 m de altura. 

Crianças com menos de 10 anos podem utilizar o banco dianteiro do veículo, com o uso do dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura, nas seguintes situações: 

  • quando o veículo for dotado exclusivamente do banco dianteiro (picapes, por exemplo); 
  • quando a quantidade de crianças com esta idade exceder a lotação do banco traseiro;
  • quando o veículo for dotado originalmente de cintos de segurança subabdominais (dois pontos) nos bancos traseiros. 

Precisa de bebê conforto, cadeirinha e assento ao utilizar táxis ou carros de aplicativos?

Taxistas e motoristas de aplicativo, mesmo que transportem crianças, não são obrigados a levar junto ao carro  bebê conforto, cadeirinha e assento. 

Isso porque os automóveis dessa categoria foram unidos, na nova legislação, aos carros de aluguel e de transporte coletivo, que são veículos que podem dispensar a necessidade de trafegar com os dispositivos de retenção infantil.

Por isso, o ideal é levar a própria cadeirinha, assento ou booster sempre que for chamar um transporte particular. 

Qual a multa para quem não utiliza bebê conforto, cadeirinha e assento?

A multa para quem não utiliza o dispositivo de retenção para crianças adequado para cada idade está prevista no Artigo 168 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro). 

A infração, de natureza gravíssima, tem valor de R$ 293,47 e soma sete pontos na CNH do motorista. E como medida administrativa, o veículo flagrado sem a cadeirinha pode ser retido até que a irregularidade seja sanada. 

Isso quer dizer que a viagem só pode continuar se alguém levar o dispositivo correto para a criança e colocar no carro ou, ainda, se alguém, dirigindo outro veículo com o dispositivo adequado, transportar a criança para o condutor autuado.

Como escolher o bebê conforto, a cadeirinha e o assento ideal? 

É preciso considerar, em primeiro lugar, se os equipamentos contam com o selo do Inmetro. Isso garante que o produto foi produzido dentro de todas as normas necessárias para a segurança da criança. 

Outro fator importante a considerar é o sistema de fixação existente no carro. Alguns veículos  contam com sistemas diferenciados (isofix e latch), que são mais práticos e mais seguros. Mas não adianta comprar um dispositivo com esse sistema se seu carro não permite a utilização dele. 

Mais um ponto de atenção é em relação ao material que o dispositivo é produzido. Algumas cadeirinhas, por exemplo, são menos acolchoadas, mais duras. 

E por mais que essa característica não diminua a segurança do equipamento (se contar com o selo do Inmetro), pode gerar desconforto físico para a criança (e criança irritada, chorando, pode desviar a atenção do condutor e gerar acidentes). 

Para cadeirinhas, que são usadas por um longo período (de 1 a 4 anos, no mínimo), pode valer a pena investir em produtos mais sofisticados, que contam com almofadas redutoras, apoios para a cabeça e diferentes graus de inclinação. 

Inclusive, mesmo que a criança complete 4 anos, algumas dessas cadeirinhas podem ser apropriadas para pequenos de até 36 kilos. Ou seja, é possível seguir com a cadeirinha para além dos 4 anos e não precisar aderir ao assento de elevação em nenhum momento. 

Agora você já sabe as diferenças entre bebê conforto, cadeirinha e assento. Aproveite para acessar outros conteúdos sobre o universo dos motores no NA RUA com a Suhai, nosso canal de informações no YouTube. 

Leia também | Proteção no carro: confira os tipos de cadeirinhas recomendados para cada idade

Proteção no carro: confira os tipos de cadeirinhas recomendados para cada idade

Para transportar bebês e crianças com segurança em veículos automotivos, é fundamental conhecer os tipos de cadeirinhas para cada idade

Neste conteúdo, confira os modelos e entenda como funciona a legislação brasileira de trânsito em relação a este assunto. 

Quais são os tipos de cadeirinhas para cada idade? 

São quatro os tipos de cadeirinhas diferentes que devem ser utilizados, conforme a idade e o peso da criança: 

  • o bebê conforto;
  • a cadeirinha;
  • o assento de elevação;
  • e o cinto de segurança.

Mas nem sempre foi assim. A Lei da Cadeirinha no Brasil foi estabelecida em 2008 pela Resolução nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Antes disso, não existiam regras para o transporte seguro de crianças, muito menos multas e outras penalidades (quem não se lembra de ter viajado no porta malas do carro da família?). E, por isso, as ocorrências de trânsito eram a principal causa de morte acidental de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos no País.

Estes números só começaram a reduzir após a implantação da lei do Contran. Para se ter ideia, em 2010, logo após entrar em vigor a resolução obrigando o uso da cadeirinha, 346 crianças com até 9 anos morreram nas estradas. Sete anos depois, em 2017, este número já tinha reduzido para 279, queda de quase 20%*.

Portanto, saber quais são os tipos de cadeirinhas para cada idade, escolher o modelo ideal para seu carro, instalar corretamente e usar sempre que transportar uma criança, são medidas simples de segurança, mas capazes de salvar muitas vidas. 

* Os números são de um estudo do Conselho Federal de Medicina, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.

Tipos de cadeirinhas para carro: quais são as novas regras do Contran?

O Contran atualizou a Lei da Cadeirinha em 2021, com a Resolução nº 819. As regras para a utilização de cada um dos quatro dispositivos de retenção para o transporte de crianças (DRC) que existem são: 

De zero a 1 ano de idade: bebê conforto

É indicado para crianças de zero a 1 ano de idade ou com peso de até 13 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo de retenção. 

Em formato de concha, o bebê conforto deve ser instalado de costas para a frente (com o bebê de frente para o vidro traseiro), em um ângulo de inclinação de 45º.  

De 1 a 4 anos: cadeirinha

Deve ser utilizada por crianças de 1 a 4 anos de idade ou com peso de 9 a 18 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

Geralmente, as cadeirinhas possuem estrutura vertical e devem sempre ser instaladas de frente para o sentido de deslocamento do carro.

Elas contam com cintos de segurança integrados de cinco pontos, que distribuem melhor a energia do impacto ao corpo da criança em caso de colisão. 

De 4 a 7 anos e meio: assento de elevação (booster)

Serve para crianças com idade superior a 4 anos e até 7 anos e meio de idade, ou com até 1,45 metro de altura e peso de 15 a 36 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

O assento de elevação não conta com cinto próprio. Por isso, é utilizado o próprio cinto do carro para prender o dispositivo ao banco e a criança ao dispositivo.

A partir dos 7 anos e meio: cinto de segurança

Deve ser usado por crianças com idade superior a 7 anos e meio, e igual ou inferior a 10 anos, ou crianças com altura superior a 1,45 metro de altura.

O cinto serve para a criança que já consegue apoiar as costas no encosto e dobrar os joelhos na extremidade do assento.

Tipos de fixação de dispositivo de retenção infantil

As cadeirinhas podem ser presas de diferentes formas ao carro. A maneira mais comum é por meio do próprio cinto de segurança do veículo.

Mas alguns automóveis mais novos contam com outros recursos que possibilitam instalar as cadeirinhas de forma mais prática e ainda mais segura. É o caso do sistema Isofix e do sistema Latch

Isofix é um mecanismo que permite que as cadeirinhas sejam fixadas por meio de ganchos conectados diretamente à estrutura do carro, dispensando o uso do cinto de segurança. A fixação ocorre por meio de dois pontos na base e um no topo, com tirantes rígidos, com apenas um “clique”. 

O sistema Latch, por sua vez, é parecido com o Isofix, com três pontos de fixação. A diferença é que a ancoragem superior acontece com o auxílio de um tirante flexível. 

É importante saber que o sistema de fixação depende do modelo e do ano do carro, ok? Se seu carro não vier de fábrica com estes sistemas, isso significa que a cadeirinha comprada precisará obrigatoriamente ser fixada por meio do cinto de segurança. 

Outra informação importante é que, independentemente do sistema de fixação da cadeirinha, o essencial é escolher dispositivos de retenção que contenham o selo do Inmetro, garantindo a segurança. E ter o cuidado de seguir o passo a passo do fabricante na hora de instalar o produto no carro, para não cometer nenhum erro na instalação que coloca em xeque a sua eficiência.

Como colocar cadeira de bebê no carro: passo a passo e cuidados

A instalação da cadeirinha depende do tipo de equipamento escolhido e do sistema de fixação disponibilizado pelo carro. Por isso, todo dispositivo vem com um manual de instrução, que deve ser seguido rigorosamente para garantir a segurança das crianças. 

Basicamente, o passo a passo para colocar cadeira de bebê no carro é: 

  1. Posicionar a cadeirinha no banco escolhido, deixando-a firme e bem nivelada; 
  2. Prender a cadeirinha com o cinto de segurança, se for o caso (ou isofix ou latch); 
  3. Verificar se a cadeirinha está firme no local (é importante que a cadeirinha, quando empurrada, não se mova mais do que 2,5cm em qualquer direção);
  4. Pronto! Você já pode colocar sua criança na cadeirinha. 

Lembre-se de verificar se as fivelas precisam de ajuste, conferindo se elas estão muito apertadas ou muito frouxas. 

Outro ponto de atenção importante é fechar o cinto de segurança do próprio dispositivo, não esquecendo de passar os braços da criança corretamente (muitos pequenos querem deixar o cinto apenas na cintura, o que reduz a proteção em caso de colisão). 

E, por fim, verifique se a criança consegue se soltar sozinha. O foco é garantir que a cadeirinha esteja muito bem presa ao carro e que a criança fique firmemente presa ao assento, independentemente dos possíveis movimentos durante a viagem com o carro. 

Quais são as multas previstas para quem transporta criança ou bebê sem cadeirinha? 

A multa para quem não utilizar o dispositivo de retenção para crianças indicado para cada idade está prevista no Artigo 168 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro). 

A infração, de natureza gravíssima, tem valor de R$ 293,47 e soma sete pontos na CNH do motorista.

E como medida administrativa, o veículo flagrado sem a cadeirinha pode ser retido até que a irregularidade seja sanada. 

Isso quer dizer que a viagem só pode continuar se alguém levar o dispositivo correto para a criança e colocar no carro ou, ainda, se alguém, dirigindo outro veículo com o dispositivo adequado, transportar a criança para o condutor autuado.

Posso transportar crianças fora da cadeirinha ao utilizar táxis ou carros de aplicativos?  

Taxistas e motoristas de aplicativo, mesmo que transportem crianças, não são obrigados a levar junto ao carro cadeirinha, assento ou bebê conforto.

Isso porque os automóveis dessa categoria foram unidos, na nova legislação, aos carros de aluguel e de transporte coletivo, que são veículos que podem dispensar a necessidade de trafegar com os dispositivos de retenção infantil.

Por isso, o ideal é levar a própria cadeirinha, assento ou booster sempre que for chamar um transporte particular. 

Com qual idade a criança pode sentar no banco da frente sem cadeirinha? 

O transporte de crianças no banco da frente só é permitido para crianças com idade superior a 10 anos e com mais de 1,45 m de altura. 

Crianças com menos de 10 anos podem utilizar o banco dianteiro do veículo, com o uso do dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura, nas seguintes situações: 

  • quando o veículo for dotado exclusivamente do banco dianteiro (picapes, por exemplo); 
  • quando a quantidade de crianças com esta idade exceder a lotação do banco traseiro;
  • quando o veículo for dotado originalmente de cintos de segurança subabdominais (dois pontos) nos bancos traseiros. 

Quando a criança pode andar no banco traseiro sem as cadeirinhas ou assentos? 

Segundo a resolução do Contran, crianças com idade superior a 4 anos e inferior a 7 anos e meio podem ser transportadas nos bancos traseiros de veículos que tenham o cinto de dois pontos, sem a necessidade de assento de elevação.

Agora você já sabe quais são os tipos de cadeirinhas para cada idade. Aproveite para acessar outros conteúdos sobre o universo dos motores no NA RUA com a Suhai, nosso canal de informações no YouTube.

Quais são os carros menos roubados do Brasil? Confira a lista

Ao começar as pesquisas para a compra de um veículo novo, é comum querer saber  quais são os carros menos roubados no Brasil. Afinal, segundo o Mapa da Segurança Pública 2024, do Ministério da Justiça, cerca de 353 mil veículos foram roubados ou furtados no País em 2023, uma média de 40 veículos por hora. 

O índice é ligeiramente menor do que o registrado em 2022, quando aproximadamente 375 mil carros foram subtraídos,  mas ainda é considerado muito elevado. 

Por isso, confira, a seguir, o ranking com os 10 carros menos visados para roubo e saiba os motivos que levam estes veículos a serem menos roubados. Veja, também, dicas para proteger o seu carro. 

Quais são os 10 carros menos roubados no Brasil? 

Segundo o Índice de Veículos Roubados (IRV)*, da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), os 10 carros menos roubados no País são: 

1. GM Chevrolet Tracker

O modelo menos roubado é o Chevrolet Tracker, da GM. Com 4.117,06 veículos expostos e apenas 2 sinistros, ficou com um IVR de 0,049 %.  

2. Fiat Cinquecento

Em segundo lugar aparece o Fiat Cinquecento, com 3.536,57 veículos expostos e apenas 2 sinistros (IVR de 0,057%). 

3. Jeep Compass

O modelo Compass, da Jeep, fica na terceira posição, com 3.139,37 e também somente 2 sinistros (IVR de 0,064%). 

4. Fiat Strada

O Strada, da Fiat, é o quarto carro menos roubado, segundo a SUSEP. São 19.399,88 veículos expostos e apenas 19 sinistros comunicados (IVR de 0,098%). 

5. Volkswagen Saveiro 

A Saveiro figura na quinta posição entre os carros menos roubados no Brasil (11.251,86 veículos expostos, 14 sinistros e IVR de 0,124%). 

6. KIA Motors Picanto

Picanto, da Kia Motors, está na sexta posição, com 2.084,99, 3 sinistros registrados e IVR de 0,144%. 

7. GM Chevrolet Montana 

A compacta SUV da Chevrolet ficou no sétimo lugar entre os carros menos visados para roubo, com 8.019,82 veículos expostos, 12 sinistros e IVR de 0,150%. 

8. GM Chevrolet S-10

A S10 está na oitava posição entre os carros menos roubados, com 4.137,36 veículos expostos, 7 sinistros e IVR de 0,169%. 

9. Renault Captur

Na penúltima posição aparece o Captur, da Renault. São 8.197,00 veículos expostos, 14 sinistros e 0,171 % de IVR. 

10. Nissan Kicks

Por fim, na décima posição entre os carros menos roubados, temos o Kicks, da Nissan (31.380,54 veículos expostos, 54 sinistros e 0,172% de IVR). 

* Dados referentes ao 2° semestre de 2020, período de levantamento mais recente divulgado pela SUSEP.

Mas por que alguns carros são menos visados para roubo que outros?

São vários os motivos que levam alguns carros a serem mais ou menos roubados no Brasil. Conhecer alguns deles pode ajudar na hora de escolher qual veículo adquirir e quais estratégias adotar para evitar se tornar vítima. 

Os carros que são menos visados para roubo ou furto costumam ser aqueles que: 

1. Possuem menor demanda no mercado de peças usadas

Modelos menos comuns ou veículos com peças que não são compatíveis com outros carros populares são menos roubados. 

Isso acontece porque estes carros têm peças menos procuradas no mercado ilegal de componentes usados. 

2. Contam com sistemas de segurança avançados

Veículos que contam com tecnologias de segurança mais refinadas, como alarmes, imobilizadores de motor e sistemas de rastreamento GPS, são menos roubados. 

Afinal, com esses sistemas, roubar, revender ou desmanchar o carro se torna mais complicado.

3. Tem menor visibilidade nas ruas

Os carros menos populares (aqueles que são menos vistos nas ruas) costumam ser menos visados.

Isso acontece porque possuem um mercado menor e mais específico e a revenda de peças não é recorrente.  

Além disso, a baixa visibilidade reduz as chances de esses carros serem escolhidos como alvos.

4. Possuem histórico de segurança e boa reputação

Os veículos que já são famosos por serem menos roubados, com taxas que comprovam essa informação, têm a tendência de continuarem fora do foco de ladrões, justamente por conta da reputação. 

5. Contam com mais recursos tecnológicos 

Carros que são mais tecnológicos e menos analógicos podem ser menos roubados. Por exemplo, aqueles que não usam chave para dar a partida têm acesso mais difícil para ladrões ou os que contam com sistema de rastreamento integrado. 

6. São usados em locais com menor índice de roubo

Carros que são mais usados em áreas com baixas taxas de criminalidade ou que são estacionados em locais seguros e vigiados também têm menor risco de roubo.

7. Têm cores menos atraentes

Muita gente não sabe, mas até mesmo a cor do carro pode tornar o veículo mais ou menos visado para roubo. 

Carros com cores mais “comuns” (pratas, pretos, brancos, cinzas e vermelhos) costumam ser mais roubados, pois suas peças podem ser vendidas no mercado paralelo com mais facilidade. 

O que fazer para proteger seu carro de roubos ou furtos 

Agora que você já conferiu a lista com os carros menos roubados e sabe até mesmo qual é o carro menos visado para roubo, pode estar se perguntando o que fazer para aumentar a segurança do seu veículo, protegendo o bem de roubos ou furtos. 

Afinal, independentemente do modelo do carro que se tem na garagem, adotar estratégias (muitas vezes simples), contribuem para aumentar a segurança no dia a dia. 

Confira algumas dicas para evitar se tornar vítima de roubo de carro: 

  • Escolha veículos menos visados e, se possível, com sistema integrado de segurança;
  • Instale dispositivos antirroubo (alarmes, imobilizadores, rastreadores GPS, travas);
  • Procure estacionar sempre em locais seguros, com vigilância, ou ruas bem iluminadas e com bom fluxo de pessoas
  • Mantenha as chaves do carro em local seguro e nunca as deixe dentro do veículo;
  • Não deixe documentos no interior do carro;
  • Redobre a atenção ao parar em semáforos e em áreas conhecidas por alta incidência de roubos, principalmente a noite; 
  • Mude de rota e alterne horários para tornar menos previsível sua rotina de deslocamento;
  • Utilize aplicativos que oferecem recursos como alertas de áreas de risco e monitoramento remoto do veículo;
  • Realize manutenções com recorrência para garantir que todos os sistemas de segurança do carro estejam funcionando;
  • Contrate um seguro veicular com cobertura contra furtos e roubos. 

Conheça a Suhai Seguradora 

A Suhai Seguradora é uma empresa brasileira especialista em seguros de carros, motos e caminhões, com mais de 11 anos no mercado. Surgimos para viabilizar o acesso ao seguro, especialmente para os consumidores que não têm seus veículos aceitos nas seguradoras tradicionais.

E a grande diferença é que na Suhai o cliente só paga pelo que faz sentido para seu estilo de vida.

Quem escolhe aderir à cobertura para casos de roubo e furto pode usar o carro com tranquilidade, sabendo que será indenizado de acordo com os termos da apólice caso o carro não seja encontrado.

Agora que você já sabe qual é o carro menos visado para roubo e ainda conheceu um pouco da cobertura oferecida pela Suhai, continue acompanhando nosso blog. Aqui, por exemplo, você pode entender melhor a diferença entre roubo e furto.

Até a próxima!

Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

Um problema que muitos motoristas já enfrentaram é o carro vazando gasolina

Essa é uma questão relativamente comum em veículos e precisa do máximo de atenção, pois pode gerar custos altos de reparo e a negligência pode levar a prejuízos ainda mais sérios.

No caso desse tipo de vazamento, um dos sinais mais fáceis e óbvios de identificar é o aumento do consumo, visto que o carro não consegue manter a gasolina no seu reservatório. Ou seja, será preciso abastecer com maior frequência.

O cheiro mais intenso de gasolina tanto dentro quanto fora do carro também pode apontar para um risco de vazamento. 

Se você quiser saber mais sobre as consequências desse tipo de vazamento e entender como lidar com ele, confira nosso conteúdo completo! 

Leia também | Posso andar com o carro vazando água? O que fazer nessa situação? Tire suas dúvidas aqui

O que pode ser quando o carro vaza gasolina?

O carro é como um organismo. Um sinal de alerta às vezes chama a atenção para diversas causas, e é preciso analisar de maneira minuciosa. O carro vazando gasolina é um exemplo disso.

Algumas causas que podemos citar:

  • Mangueiras ressecadas: a mangueira é uma peça do sistema de combustível que precisa estar intacta e conservada para que não haja vazamentos. Quando está ressecada ou rachada, ela pode não transportar o combustível corretamente e levar aos tão temidos vazamentos;
  • Tampa do tanque de combustível mal vedada: uma tampa defeituosa pode vazar gasolina e gerar problemas na pintura e na carroceria, além de, claro, gerar forte odor e aumento do consumo;
  • Injeção eletrônica: o sistema complexo da injeção também pode estar por trás de um vazamento. Afinal, caso ele não esteja em boas condições, a gasolina não consegue chegar aos bicos injetores e, quando isso acontece, ela vaza.

Outra possibilidade é a de fissuras no tanque de combustível. É importante verificar todas essas causas, preferencialmente com um mecânico especializado, antes de chegar a um diagnóstico e investir em algum tipo de reparo. 

É normal vazar gasolina pelo respiro do carro?

O respiro do tanque de combustível ajuda a aliviar a pressão interna do tanque, evitando que o sistema fique sob pressão excessiva. 

Além disso, ele faz parte do Sistema EVAP, que captura os vapores de combustível para evitar que eles sejam liberados no meio ambiente.

Se você notou gasolina líquida vazando pelo respiro, isso não é normal. Pequenas quantidades de vapor podem ser liberadas, mas se houver vazamento de combustível líquido, algo definitivamente não está certo. 

Esse tipo de vazamento pode ocorrer por alguns motivos:

  • Excesso de combustível: quando o tanque é enchido além do limite, o combustível pode se acumular na área do respiro. É importante sempre parar de abastecer assim que a bomba desarma;
  • Falha na válvula do Sistema EVAP: se a válvula que controla os vapores estiver com defeito, o combustível pode vazar;
  • Danos na vedação do tanque: fissuras ou problemas na vedação podem desviar o combustível para o respiro.

Leia também | Você conhece os combustíveis alternativos?

É perigoso andar com carro vazando combustível?

Sim, é perigoso e não recomendado continuar andando com o carro em meio a um vazamento. Um dos perigos possíveis é o risco de incêndio automotivo, por conta do motor quente em ação com um elemento inflamável, que é a gasolina.

Além disso, é possível que danos maiores ao motor sejam causados. Então, o ideal é tomar bastante cuidado e levar o veículo a um profissional para manutenção e resolução do problema.

O profissional vai buscar a melhor estratégia, seja reparando os possíveis sistemas ou até optando por algum mecanismo de vedação de combustível. 

É perigoso andar com o carro com cheiro de gasolina?

Como destacamos na introdução, um dos sinais de vazamento de combustível é justamente o cheiro de gasolina muito forte

Claro, isso pode ter outras causas, como um problema na sonda lambda, mas é sempre bom reparar esse tipo de alerta e levar o veículo para uma oficina especializada.

Andar com cheiro de gasolina no carro é um sinal de que algo está errado, então, evite dirigir caso observe que isso está acontecendo. É perigoso seguir com esse problema por muito tempo, pois isso pode indicar algum problema grave, gerar consequências para outras peças e piorar o caso.

O que fazer em caso de vazamento de gasolina? 

Se você perceber que seu carro está com vazamento de combustível, é fundamental agir rapidamente para evitar riscos e danos maiores. 

Aqui está um passo a passo de como proceder:

  • Pare o veículo em um local seguro: ao notar qualquer cheiro forte de gasolina ou ver manchas de combustível no chão, a primeira coisa a fazer é parar o carro em um local seguro. Evite estacionar perto de locais quentes, de muito tráfego ou onde o combustível possa entrar em contato com faíscas ou chamas;
  • Desligue o motor imediatamente: desligue o motor assim que parar o carro. Isso reduz o risco de ignição e evita que o combustível continue sendo bombeado. Se o cheiro de gasolina no carro for muito forte, saia do veículo e se distancie dele;
  • Evite ligar o carro novamente: não tente dar partida no veículo até que o problema tenha sido solucionado. Ligar o carro com um vazamento de combustível pode ser perigoso, por conta do risco de incêndio que já mencionamos;
  • Chame um mecânico: se o vazamento for evidente ou se você não conseguir localizar a origem, chame um mecânico o quanto antes. O reparo profissional é necessário para garantir que o problema seja resolvido de maneira segura e adequada.

Como vedar vazamento de gasolina? 

Em caso de vazamento de combustível, existem soluções temporárias para aplicar até que o veículo possa ser levado a um profissional. Aqui estão algumas opções:

  • Vedantes para combustível: esses produtos são formulados para selar pequenas fissuras em tanques de combustível ou mangueiras. Eles criam uma camada protetora que impede o vazamento por um tempo limitado;
  • Fitas de reparo: fitas especiais para vedação podem ser enroladas ao redor de mangueiras danificadas ou usadas em pequenas rachaduras do tanque. São soluções rápidas, mas temporárias;
  • Kits de reparo para tanque de combustível: existem kits que incluem materiais específicos para vedar rachaduras no tanque de combustível. Esses kits podem conter epóxi, que endurece e bloqueia o vazamento de forma emergencial.

Embora essas soluções possam resolver o problema temporariamente, a recomendação sempre é lembrar que elas não substituem um trato mais completo realizado por um mecânico.

A vedação profissional garante maior segurança e longevidade ao veículo.

Leia também | Você sabe escolher entre etanol ou gasolina?

Conclusão 

Identificar rapidamente um vazamento de combustível é essencial para garantir a segurança e evitar problemas maiores. Ignorar esse tipo de problema pode resultar em risco de incêndio automotivo e aumentar os custos de reparo. 

Mesmo que soluções temporárias ajudem no momento, procurar um mecânico o quanto antes é fundamental para resolver a situação de forma adequada e segura.

É por isso que ter cobertura para auxílio profissional e guincho é sempre muito bom. A Suhai oferece esse serviço para você, sem burocracias, independentemente do ano do seu carro. Conheça as nossas coberturas aqui.

Perguntas frequentes

O vazamento de gasolina é um problema grave e merece muito cuidado. Confira algumas respostas rápidas para as principais dúvidas sobre o assunto. 

Como posso identificar um vazamento de gasolina no meu carro?

Fique atento ao cheiro de gasolina dentro ou fora do veículo, manchas no chão onde o carro esteve estacionado e consumo excessivo de combustível.

É seguro dirigir com cheiro de gasolina?

Não. O cheiro de gasolina indica que há um problema e pode representar risco de incêndio. O ideal é parar o veículo imediatamente e verificar a origem do vazamento.

O que devo fazer se o vazamento for pequeno?

Mesmo que o vazamento pareça pequeno, é importante não ignorá-lo. Utilize soluções temporárias para vedar o local e leve o veículo a um profissional para um reparo adequado.

Descubra como e onde comprar peças de carro usadas de forma legal

Comprar peças de carro usadas é uma solução cada vez mais procurada por quem busca alternativas econômicas para a manutenção de seus veículos. 

Afinal, além de oferecerem um custo acessível em comparação com produtos novos, as peças usadas de carro podem sim ter uma qualidade — principalmente, quando adquiridas em locais legalizados e certificados.

Vale destacar que a reutilização de peças automotivas também contribui para a preservação ambiental, ao reduzir o descarte inadequado e incentivar o reaproveitamento. 

Parece uma boa ideia, certo?

Entretanto, para garantir sua segurança e durabilidade, essas peças têm que ser compradas de forma legal em desmanches autorizados pelo Detran ou estabelecimentos com certificação de peças automotivas usadas

E é justamente o que vamos mostrar ao longo deste conteúdo. Confira!

Como saber se uma peça usada é legalizada?

O processo envolve verificar se o local possui certificação e se a origem das peças é rastreável. Para isso, procure desmanches autorizados pelo Detran, pois isso garante que o lugar segue as normas para a comercialização de autopeças usadas legalizadas.

Além disso, a peça deve vir acompanhada de documentação que comprove sua procedência e legalidade, como notas fiscais e certificados de inspeção

Ou seja: é a partir dessa documentação que você se certifica de que a peça não é fruto de roubo ou desmanche ilegal e que está em condições de uso. 

Esse cuidado, além de ser importante para o seu papel como cidadão, é uma escolha que te trará muito mais segurança jurídica como comprador. 

Quais são os melhores lugares para comprar peças de carro usadas?

Os melhores lugares para adquirir autopeças usadas legalizadas incluem desmanches credenciados, lojas especializadas e até mesmo em um leilão de peças automotivas

Desmanches autorizados são regulados para seguir as normas de certificação de peças automotivas usadas, o que garante que as peças passaram por processos de inspeção adequados.

O Detran SP, por exemplo, possui uma lista completa desses estabelecimentos. Também é possível fazer essa pesquisa no site do Detran do Distrito Federal, entre outros. É importante verificar qual é o caminho no seu estado. 

Plataformas online também são boas alternativas, desde que você tenha certeza de que as peças de carros usados possuem certificação e garantia. Algumas opções são o Ferro Velho APP e Canal da Peça, por exemplo. 

O que verificar antes de comprar peças de carro usadas?

Ao adquirir peças automotivas usadas, preste atenção nos seguintes aspectos para garantir que a compra seja segura e vantajosa:

  • Verifique a compatibilidade de peças de carro usadas com o modelo do seu veículo;
  • Inspecione a peça visualmente, observando se há sinais de desgaste excessivo, corrosão ou defeitos que possam comprometer seu desempenho;
  • Assegure que a peça vem com a documentação necessária, provando que ela foi legalmente retirada e inspecionada por um desmanche autorizado pelo Detran.

Peças originais usadas: vale a pena?

Optar por peças originais usadas pode ser uma solução bastante econômica, segura e sustentável. Quando adquiridas de forma legal, você tem a certeza de que são itens fabricados pela própria montadora e que oferecem um ajuste perfeito para o veículo. 

Isso significa que elas mantêm a qualidade e o desempenho das peças originais, mas a um custo mais acessível do que peças novas.

No entanto, vale reforçar: confirme que essas peças foram compradas de fornecedores legalizados, com certificação e garantia de procedência, para não correr riscos com produtos sem rastreabilidade ou em condições inadequadas.

Como funciona a certificação de peças automotivas usadas?

A certificação de peças automotivas usadas consiste em um processo rigoroso para que peças (retiradas de veículos sinistrados ou em fim de vida útil) estejam em condições adequadas para venda e reutilização. 

Isso inclui inspeções técnicas para verificar se as peças estão em bom estado, livres de danos que possam comprometer sua funcionalidade ou segurança. 

Somente após essas verificações é que os produtos recebem a certificação e podem ser comercializadas por desmanches autorizados pelo Detran.

Leia também | Descubra quais sinistros as seguradoras cobrem 2024

Dicas para economizar comprando peças usadas de forma legal

Para economizar de forma segura ao adquirir peças automotivas usadas, algumas estratégias podem ser seguidas, confira quais são:

  • Participe de leilões autorizados de peças automotivas;
  • Busque em marketplaces confiáveis, que reúnem vários fornecedores em um único lugar e facilitam a pesquisa de preços;
  • Compare o preço da peça nova e usada, assim, você consegue avaliar melhor o custo-benefício da oferta. Se o preço estiver baixo demais, muito abaixo da concorrência, desconfie!

Essas recomendações vão te ajudar a fazer uma compra segura e econômica, sem perder de vista a qualidade da peça que está sendo adquirida.

Leia também | 5 dicas para encontrar um seguro auto para carro de leilão

Conclusão

A compra de peças de carro usadas legalizadas é uma maneira inteligente de economizar e, ao mesmo tempo, contribuir para a sustentabilidade do setor automotivo. 

Ao seguir as orientações para adquirir peças em desmanches autorizados pelo Detran, em lojas ou leilões confiáveis, você garante a qualidade e segurança — a sua, dos outros ocupantes e, claro, do seu carro.

Agora, caso esteja à procura de mais dicas sobre como manter a segurança no trânsito, acesse nosso conteúdo sobre o Código de Trânsito Brasileiro.

Perguntas frequentes

Ainda tem dúvidas sobre como e onde comprar peças de carro usadas de forma legal? Confira as respostas para algumas das principais perguntas sobre o assunto.

Qual a importância de comprar peças de desmanches autorizados?

Comprar de desmanches autorizados garante que as peças foram inspecionadas, têm origem legal e estão em boas condições de uso, evitando problemas com peças de procedência duvidosa.

Como posso garantir que uma peça usada é legalizada?

A peça legalizada deve possuir documentação de origem, certificação e ser vendida por um desmanche autorizado pelo Detran, o que garante sua rastreabilidade e qualidade.

Quais os riscos de comprar peças usadas de desmanches não autorizados?

Peças de desmanches não autorizados podem ser de origem ilegal, estar em mau estado de conservação ou não atender às normas de segurança, gerando problemas para o veículo e para o proprietário.

Shampoo automotivo: como escolher a melhor opção para o seu veículo?

O shampoo automotivo é um produto que vai ajudar muito na lavagem e também na proteção da pintura do seu carro. 

Mas, para preservar a aparência, o visual impecável e a durabilidade, você precisará escolher o shampoo certo. 

No mercado, você encontrará uma grande variedade de opções, desde produtos com cera que proporcionam um brilho extra até desengraxantes que removem impurezas mais pesadas. E pode até achar quem ensine como fazer shampoo automotivo!

E aí: como saber se pode confiar nas dicas que você vê por aí?

Neste conteúdo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

O que é shampoo automotivo?

O shampoo automotivo é um produto formulado especialmente para a limpeza de veículos, projetado para remover sujeira, poeira e contaminantes sem danificar a pintura

Além de sua função principal de limpeza, ele também pode oferecer proteção adicional, dependendo de sua formulação. 

Confira algumas opções disponíveis no mercado:

  • Shampoo neutro: ideal para uso regular, pois é suave e não contém substâncias abrasivas. Sua fórmula é conhecida por ser mais balanceada, o que significa que não altera o pH da pintura do carro, tornando-o seguro para a lavagem frequente;
  • Shampoo automotivo com cera: combina a limpeza com a aplicação de cera, proporcionando um brilho adicional e uma camada de proteção da pintura contra alguns agentes externos, como sol excessivo e chuva;
  • Shampoo desengraxante: formulado para remover sujeiras mais pesadas, como graxas e óleos, sendo ideal para veículos que demandam uma limpeza mais profunda, como off-road ou aqueles que circulam em ambientes industriais.

Qual é o melhor shampoo automotivo?

Entre os melhores shampoos para carros, algumas marcas se destacam pela qualidade e confiabilidade. A 3M, Turtle Wax, Vonder, Luxcar, Vonixx e Proauto estão entre as alternativas mais buscadas pelo consumidor.

Qual a diferença entre shampoo e detergente? 

Shampoos automotivos de qualidade são desenvolvidos para cuidar da pintura, com ingredientes que limpam sem agredir. Já os detergentes comuns, apesar de removerem resíduos de alimentos e graxas, usam componentes como ácido sulfônico e soda cáustica, que podem ser muito agressivos para a pintura do carro. 

Shampoos para carros removem sujeiras complexas, como resinas, resíduos de árvores, aves e insetos, poeira de construção, entre outros, preservando a cera e os selantes aplicados no veículo.

Já no caso de detergentes, formulados com o foco em reduzir custos de produção para tornar o produto mais acessível, podem corroer o verniz e remover a cera protetora do carro, resultando em manchas e danos irreversíveis à pintura.

Então, embora seja tentador (e até parecer uma boa ideia) usar produtos de limpeza doméstica para lavar o carro e economizar, o uso desses produtos pode reduzir drasticamente a vida útil da pintura e a proteção do veículo.

Pode usar shampoo para lavar carros?

Sim, os shampoos são ideais para a lavagem de veículos, desde que sejam produtos automotivos. Eles são especificamente formulados para proporcionar uma limpeza automotiva eficiente, removendo sujeira e contaminantes sem danificar a pintura. 

Uma das orientações mais importantes é a diluição correta do produto, caso seja um shampoo automotivo concentrado. Cada tipo pode ter recomendações diferentes quanto à proporção de diluição, e utilizar a quantidade errada pode comprometer tanto a eficácia da limpeza quanto a segurança da pintura. 

Portanto, para obter os melhores resultados na lavagem do seu carro, siga as instruções do fabricante sobre como diluir o shampoo automotivo e aplicá-lo corretamente. 

Qual o melhor sabão para lavar carros?

O melhor sabão para lavar carros é, na verdade, um bom shampoo automotivo. Uma das principais características é o pH neutro, que assegura que o produto não danificará o acabamento e a proteção da pintura. 

Além disso, sempre que puder, opte por shampoos que contenham ingredientes biodegradáveis, pois esses produtos não só mantêm a qualidade pintura, como também são mais amigáveis ao meio ambiente. 

Comparados a produtos domésticos, como sabões líquidos comuns ou cosméticos, os shampoos automotivos são superiores por serem especificamente formulados para as necessidades dos veículos. 

Qual é o produto pode ser usado para lavar o carro?

Ao considerar qual produto pode ser usado para lavar o carro, há diferentes opções além do shampoo automotivo tradicional, como a alternativa de lavagem a seco e os shampoos desengraxantes. 

A lavagem a seco utiliza produtos em spray que contêm agentes lubrificantes. Essa alternativa é prática para limpezas rápidas e é particularmente útil em locais onde o acesso à água é limitado. Contudo, não é indicada para veículos muito sujos.

Já os shampoos desengraxantes removem sujeiras mais difíceis, como graxas e óleos, mas devem ser usados com cautela para não prejudicar a proteção da pintura automotiva.

No caso de limpezas mais profundas, também é interessante contar com o acessório conhecido como Snow Foam ou canhão de espuma.

Esse equipamento é indicado para remover sujeira acumulada e pode ser uma “mão na roda”! Mas lembre-se: você deve usar apenas shampoo neutro, e não o shampoo com cera, dentro do Snow Foam. 

Conclusão

A escolha do shampoo automotivo adequado é muito importante para garantir uma lavagem automotiva eficiente, prática e segura. Optar por produtos com pH neutro pode ajudar a proteger a pintura do seu veículo, enquanto shampoos que contêm cera proporcionam um brilho extra e uma camada adicional de proteção. 

Investir em um bom shampoo automotivo é, então, uma boa escolha para valorizar e prolongar a vida útil do seu veículo, assegurando que ele permaneça sempre bonito e bem cuidado!

Perguntas frequentes

Confira as respostas para as principais dúvidas sobre shampoo automotivo:

Como escolher o melhor shampoo para carros?

Escolha um shampoo automotivo com pH neutro para proteger a pintura, preferindo aqueles que oferecem cera para brilho e proteção extra.

Shampoo com cera é melhor que o neutro?

O shampoo com cera proporciona um brilho adicional e proteção, enquanto o neutro é ideal para uso frequente sem remover a cera existente; a escolha depende das necessidades específicas de manutenção do veículo e orçamento disponível.

É seguro usar produtos de limpeza doméstica no carro?

Não, produtos de limpeza doméstica podem ser agressivos e remover a cera, danificando a pintura e comprometendo a proteção do veículo.

Posso andar com o carro vazando água? O que fazer nessa situação? Tire suas dúvidas aqui

O carro vazando água é um importante sinal de alerta para os motoristas. Isso porque este líquido é um elemento essencial para o funcionamento correto do veículo, além de evitar o superaquecimento do motor. 

Portanto, ao notar esse tipo de problema, é fundamental identificar a causa o quanto antes e o que deve ser feito para resolver esse vazamento, garantindo a segurança de todos os ocupantes. 

Neste artigo, vamos falar mais sobre como é recomendado agir nesse tipo de situação Confira a seguir!

Afinal, posso continuar usando o carro vazando água? 

Se você pegou seu veículo para sair de casa e, ao estacionar novamente, percebeu o vazamento de líquidos, o melhor é levá-lo o mais cedo possível para uma mecânica especializada. 

Esse cuidado é necessário porque esse problema pode ter vários motivos, alguns não tão graves, enquanto outros podem indicar questões mais sérias que têm potencial de comprometer a vida útil do seu carro. 

Se a água que estiver saindo for limpa, por exemplo, é provável que a origem do vazamento seja a condensação do ar-condicionado ou a presença de vapor do escapamento. Ambas são situações fáceis de resolver e que não apresentam grandes ameaças. 

Contudo, se o problema for no sistema de arrefecimento, o veículo pode superaquecer e colocar em risco a segurança dos ocupantes.  

Portanto, a orientação é: na dúvida, não continue utilizando seu carro até que a causa do vazamento seja identificada e devidamente corrigida.

Quais são os motivos mais comuns que levam ao vazamento de água em um carro?

Conforme mencionamos no tópico anterior, o carro vazando água pode estar com alguns problemas que precisam primeiro ser identificados para depois serem corrigidos. 

As causas mais comuns incluem:

Condensação do ar-condicionado

Durante o funcionamento desse sistema, ele retira a umidade do ar, que se acumula em forma de condensação nos seus componentes. Em condições normais, um tubo de drenagem leva essa água para fora do veículo. 

Contudo, se este estiver obstruído ou danificado, o líquido vaza para o interior do carro, podendo causar danos ao carpete e ao sistema elétrico.

Vazamento dos limpadores de para-brisa e vigia traseira

O sistema de esguicho para limpeza dos vidros é composto de reservatório, bombas, injetores e mangueiras. São itens que envelhecem com o tempo e podem desenvolver trincas na região das conexões, dando origem ao vazamento. 

Vazamento no sistema de arrefecimento

Este é responsável por regular a temperatura do motor, garantindo que ele não superaqueça durante o seu funcionamento.

Porém, questões como mangueira danificada, radiador furado, junta do cabeçote defeituosa ou reservatório de expansão rachado podem causar o vazamento de água. Assim, é preciso verificar todos esses componentes para identificar a origem do problema. 

Dica: Quando a causa está no arrefecimento, normalmente o líquido que vaza apresenta uma coloração verde, laranja ou rosa. Preste atenção nisso! 

Vazamento no sistema de vedação

Danos nas janelas, portas, teto solar ou no para-brisa fazem com que a água da chuva entre no interior do veículo, causando infiltrações e prejudicando o seu interior. 

Além disso, as vedações defeituosas podem permitir a entrada de líquido no compartimento do motor, gerando complicações para os componentes elétricos e mecânicos. 

Vazamento na junta do cabeçote

Este item tem a função de vedar o motor e impedir que a água penetre dentro dele. Quando isso acontece, ela se mistura e modifica a viscosidade do óleo lubrificante, aumentando o atrito entre os componentes internos. 

O resultado é o chamado calço hidráulico, que compromete pistões, bielas e até o eixo do carro. 

Concluindo: o carro vazando água pode estar com diferentes problemas que vão desde a condensação do ar-condicionado até defeitos nas partes mais internas do veículo. 

Não hesite em procurar suporte especializado o quanto antes, garantindo mais segurança para o seu automóvel.

Como posso evitar que meu carro comece a vazar água?

Prevenir esse e outros tipos de problemas no seu veículo é algo fundamental para que você ganhe praticidade no seu dia a dia, evitando a necessidade de adiar seus compromissos porque precisou buscar a ajuda de um mecânico. 

Para isso, é interessante priorizar principalmente a manutenção regular do carro, garantindo que todos os sistemas, como freios, suspensão, direção e iluminação, estejam em boas condições de funcionamento. 

Esse cuidado também ajuda a impedir questões mecânicas e elétricas, além de prolongar a vida útil dos componentes e reduzir o desgaste prematuro. 

Sem falar que, durante a revisão, o profissional já pode realizar a troca dos itens que precisam, permitindo que o automóvel continue funcionando corretamente. 

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