A sinistralidade é um cálculo muito importante para quem tem seguro. Por trás das indenizações e dos consertos cobertos pelas seguradoras, esse cálculo afeta o mercado de seguros e, claro, o seu bolso.
Entender isso ajuda a compreender como o valor do seu seguro é definido e por que o seu histórico de uso pode fazer toda a diferença na hora de renovar.
Continue até o final deste conteúdo para entender tudo sobre esse cálculo e o que fazer para manter a sinistralidade baixa.
Boa leitura!
O que é sinistralidade?
A sinistralidade é um cálculo que mostra a relação entre o dinheiro que uma seguradora gasta com indenizações e o dinheiro que ela recebe dos clientes em prêmios.
Ou seja, a conta compara o quanto a seguradora pagou em sinistros com o quanto ela arrecadou com os seguros vendidos, podendo ser seguros de saúde, vida, veículos, patrimoniais ou outros.
Por isso, a sinistralidade funciona como um termômetro para a saúde financeira da seguradora, mostrando se os gastos com indenizações estão controlados ou se estão altos demais.
Como a sinistralidade é calculada?
A fórmula para calcular a sinistralidade é bem direta:
Sinistralidade (%) = (Total de indenizações pagas ÷ Total de prêmios recebidos) x 100.
Para facilitar o entendimento, imagine que uma seguradora recebeu R$ 100 mil em prêmios dos seus clientes em um determinado período. No mesmo tempo, ela pagou R$ 60 mil em indenizações. Nesse caso, a sinistralidade seria de 60%.
Esse cálculo pode ser feito para toda a base de clientes da seguradora ou para um conjunto específico de apólices, entendeu?
Quais situações contam como sinistro?
Um sinistro acontece quando um evento coberto pela sua apólice se concretiza. É o momento em que você precisa usar o seguro e a seguradora precisa indenizá-lo. Veja abaixo alguns exemplos:
- Roubo ou furto de veículo: quando você precisa da cobertura para receber a indenização;
- Acidente com perda total ou parcial: em caso de batidas, o sinistro é acionado para cobrir os reparos;
- Danos a terceiros cobertos por Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V): quando você causa um acidente e o seu seguro cobre os danos ao carro de outra pessoa.
Toda vez que você aciona o seguro, a seguradora registra esse evento. Sendo assim, cada sinistro impacta diretamente no índice de sinistralidade da empresa.
Qual o impacto da sinistralidade no valor do seguro?
Uma alta sinistralidade é um sinal de alerta para as seguradoras. Quando os gastos com indenizações superam os valores recebidos, a empresa pode ter prejuízo.
Por isso, para manter o equilíbrio financeiro, ela pode precisar reajustar o valor dos seguros.
No caso do seguro de carro, seu histórico de sinistros pode indicar um risco maior para a seguradora, e quanto maior o risco de você usar o seguro, mais alto pode ser o preço na hora de renovar o seguro.
A sinistralidade pode impactar meu bônus?
Sim, uma das formas mais diretas de sentir o impacto da sinistralidade no seu bolso é por meio do sistema de bônus do seguro.
Assim como outras seguradoras, a Suhai usa a “classe de bônus” para premiar os clientes que não acionam o seguro com descontos progressivos na renovação.
Se você usa o seguro de forma consciente e evita acionar a cobertura para pequenas situações que poderia resolver sozinho, você ajuda a manter a sinistralidade do seu perfil baixa.
Como resultado, você pode ganhar uma classe de bônus a cada ano sem sinistros, o que pode gerar melhores condições na hora de renovar.
É importante lembrar que o bônus não é a única coisa que conta para o desconto. A Suhai considera outros fatores, como o tipo de veículo, a sua idade e onde você mora.
Mesmo assim, manter uma baixa sinistralidade ajuda muito, e o bônus é um reflexo direto desse comportamento.
O que é uma sinistralidade ideal?
Não existe um número mágico que define uma sinistralidade “ideal” para todas as seguradoras. O que é aceitável varia de acordo com o segmento, o tipo de seguro e o mercado.
Normalmente, o objetivo das seguradoras é sempre manter a sinistralidade controlada, geralmente abaixo de 70%, para garantir que o negócio seja saudável.
Em alguns setores, como o de saúde, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece regras para a sinistralidade dos planos. Em outros, como o de seguros automotivos, o controle é responsabilidade da própria seguradora e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).
Vale lembrar que, o objetivo de controlar a sinistralidade não é impedir que você use o seguro quando precisar, pois ele existe exatamente para isso.
A questão é que o uso deve ser racional e equilibrado, para que o sistema de proteção continue funcionando bem para todos.
Entender a sinistralidade é entender o valor do seu seguro
Como você viu, a sinistralidade é um indicador técnico que tem impacto direto em quem paga por um seguro.
Por isso, manter um histórico de uso consciente do seguro pode te ajudar a conseguir melhores condições na hora de renovar. Na prática, a sinistralidade é um dado importante na hora de gerenciar riscos, tanto para a seguradora quanto para o cliente.
Por isso, não deixe de considerar esses pontos ao adquirir um seguro. E se precisar proteger seus bens, conte com a Suhai! Faça uma cotação gratuita agora mesmo.
Perguntas frequentes sobre sinistralidade
Veja abaixo as principais dúvidas sobre sinistralidade.
O que é taxa de sinistralidade?
A taxa de sinistralidade é a porcentagem que mostra a relação entre o que a seguradora pagou em indenizações e o que ela recebeu em prêmios.
O que influencia a sinistralidade de uma apólice?
A sinistralidade de uma apólice é influenciada principalmente pela frequência e pela gravidade dos sinistros que acontecem. Se você usa o seguro com frequência, sua apólice terá uma sinistralidade mais alta.
Como posso manter minha sinistralidade baixa?
Você pode manter a sinistralidade baixa evitando acionar o seguro para pequenas situações, além de dirigir com cuidado para evitar problemas, pois a ausência de sinistros é a forma mais segura de ter uma sinistralidade baixa.