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Seguro para apartamento: proteção para o seu lar e seus bens

Buscar um seguro para apartamento é uma forma inteligente de proteger o lar e tudo o que existe dentro dele, mesmo quando o condomínio já possui uma apólice própria. 

Isso porque o seguro condominial raramente cobre danos internos, perda de bens e imprevistos que afetam diretamente a rotina do morador. 

Dessa forma, o seguro individual acaba sendo uma boa opção, já que é acessível, flexível e importante tanto para proprietários quanto para inquilinos que querem preservar o bolso e manter a casa segura.

A seguir, você vai entender como esse tipo de seguro funciona, o que cobre, quanto custa e quando vale a pena contratar. Vamos lá?

O que é seguro para apartamento e como ele funciona

O seguro para apartamento é um tipo de seguro residencial voltado para imóveis que fazem parte de condomínios. Ele funciona por meio de uma apólice residencial, que protege áreas internas da unidade, bens pessoais e danos que podem surgir por imprevistos do dia a dia.

Vale destacar que, enquanto o condomínio possui um seguro habitacional obrigatório que cuida da estrutura predial e das áreas comuns, o seguro individual protege tudo o que está dentro do apartamento. 

Assim, essa modalidade evita prejuízos decorrentes de incêndio, danos elétricos, fumaça, explosão e outras situações previstas na cobertura básica.

Além dessas proteções, o seguro para apartamento pode incluir coberturas adicionais de um seguro imobiliário, como responsabilidade civil, assistência emergencial, reparos e proteção para eletrodomésticos. Dessa forma, o morador adapta a apólice ao perfil da casa e às necessidades da família.

O seguro do condomínio cobre meu apartamento?

Na prática, não. O seguro do condomínio cuida apenas das áreas comuns e da estrutura geral, como hall, elevadores, fachada e partes essenciais do prédio. Ele não cobre itens particulares, móveis, eletrodomésticos ou prejuízos que acontecem dentro da unidade.

Isso acontece porque as coberturas obrigatórias de um condomínio são voltadas ao coletivo, e não ao interior dos apartamentos. 

Assim, quando ocorre um vazamento interno, curto-circuito, queda de objeto, furto ou qualquer situação que resulte na perda de bens, o seguro do prédio não indeniza o morador.

Outro ponto importante é a responsabilidade civil. Se um problema no seu apartamento causar danos internos ao vizinho, como um vazamento que atinge outro andar, normalmente o condomínio não cobre os custos.

O que cobre um seguro para apartamento?

O seguro para apartamento oferece coberturas de seguro residencial que protegem tanto a estrutura interna quanto os bens dentro da sua unidade. 

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), o seguro residencial compreensivo, que engloba casas e apartamentos, costuma ter como coberturas mais comuns:

  • Incêndio;
  • Danos elétricos;
  • Roubo e furto;
  • Explosão; 
  • Vendaval;
  • Queda de raio e outros eventos que causam prejuízo ao imóvel ou aos bens do segurado. 

Além dessas proteções principais previstas nas condições gerais da maioria das seguradoras, é possível contratar coberturas adicionais de acordo com o seu perfil. Essas opções extras podem incluir:

  • Assistência 24 horas para serviços emergenciais em casa;
  • Proteção contra roubo e furto qualificado de bens internos;
  • Reembolso por danos elétricos em equipamentos e instalações;
  • Reparos emergenciais e suporte em caso de vazamentos ou quebra de vidros;
  • Coberturas para fumaça e outros sinistros previstos em contrato. 

Assim, ao montar sua apólice, você pode escolher as coberturas que fazem sentido para sua rotina, garantindo mais tranquilidade e um nível de proteção ajustado ao uso real do seu apartamento.

Quanto custa um seguro para apartamento?

O valor varia conforme o tamanho do imóvel, localização, coberturas escolhidas e limite de indenização, mas o preço do seguro residencial costuma ser bem mais acessível do que muita gente imagina. Hoje, muitos planos têm mensalidades entre R$ 10 e R$ 80, dependendo do nível de proteção contratado. 

Isso significa, que em média, ele vai custar torno de 0,4% do valor do imóvel ao ano. 

Para quem busca apenas coberturas básicas, como incêndio e raio, é comum encontrar opções a partir de R$ 120 ao ano. Já para apartamentos na faixa de R$ 200 mil a R$ 400 mil, os planos intermediários ficam entre R$ 150 e R$ 300 anuais. 

Em imóveis de valor mais alto, ou quando o morador inclui proteções adicionais como roubo, danos elétricos, vendaval e serviços de assistência, o custo do seguro apartamento pode chegar a R$ 500 a R$ 1.000 por ano.

Outro elemento que faz o valor mudar é a franquia e a cobertura. Valores menores elevam a mensalidade, enquanto franquias maiores deixam o seguro mais econômico. 

Por isso, analisar esses pontos ajuda a fazer uma boa cotação do seguro residencial e contratar uma proteção compatível com o orçamento.

Seguro para apartamento alugado: quem deve contratar?

O seguro pode ser contratado tanto pelo proprietário quanto pelo inquilino. Afinal, ele não é exclusivo do locador, e muitas vezes o morador é quem mais se beneficia da contratação.

Para quem mora de aluguel, o seguro para inquilino protege bens pessoais, eletrodomésticos e danos internos que podem ocorrer ao longo da estadia. Isso evita prejuízos e mantém o apartamento seguro mesmo sem ser o dono.

Já para o proprietário, o seguro imobiliário é útil para preservar o imóvel, garantir assistência e reforçar a responsabilidade civil em eventuais danos estruturais. 

Em alguns casos, o contrato de locação pode indicar a necessidade de manter ao menos uma cobertura básica durante o período de uso.

De qualquer forma, o seguro ajuda a preservar a proteção de bens e a rotina da casa com segurança e previsibilidade financeira.

Por que contar com um seguro para apartamento para proteger o seu patrimônio

Fazer um seguro para apartamento é uma forma simples de manter o lar protegido e evitar prejuízos que podem surgir de situações inesperadas. Isso porque a contratação traz tranquilidade e ajuda a organizar a rotina da casa, já que eventuais problemas são resolvidos com mais rapidez e sem grandes impactos financeiros.

E, você sabia que quem cuida do próprio lar entende a importância de manter outros bens protegidos também? Isso mesmo. Com a Suhai você amplia essa segurança e protege seu carro, moto ou caminhão de forma personalizada.

Conheça as opções disponíveis e faça uma cotação gratuita!

Perguntas frequentes sobre seguro para apartamento

Confira abaixo algumas respostas para as dúvidas mais comuns sobre o assunto:

Vale a pena ter seguro residencial?

Sim. Ele ajuda a proteger o imóvel contra imprevistos comuns, como incêndio, danos elétricos, roubo e problemas estruturais. Também oferece serviços emergenciais que facilitam o dia a dia.

Quais são os seguros mais procurados?

Os mais buscados são os planos que incluem incêndio, danos elétricos, roubo e assistência 24 horas. Muitos moradores também pedem responsabilidade civil para cobrir danos a terceiros.

Quais são os tipos de seguro residencial?

Há planos básicos, com coberturas essenciais, e opções completas que incluem serviços, proteção contra eventos climáticos, roubo e responsabilidade civil. A escolha depende do perfil do imóvel e do morador.

Seguro empresarial: o que é, como funciona e como contratar?

O seguro empresarial é um dos maiores aliados de quem não quer ver anos de trabalho comprometidos por um imprevisto. Pois basta um curto-circuito, um roubo ou até um acidente simples para virar a rotina de qualquer empresa de cabeça para baixo.

E ninguém abre um negócio pensando que algo ruim vai acontecer, mas um bom empreendedor aprende a calcular e a minimizar riscos. 

É isso o que o seguro faz: protege o escritório, os bens e equipamentos e até prejuízos causados a terceiros.

Só vale observar que cada empresa funciona de um jeito e, por isso, as coberturas não são padronizadas. Elas podem e devem ser adaptadas conforme o porte, tipo de atividade e rotina do negócio. 

Para entender como funciona o seguro empresarial, siga com esta leitura!

O que é seguro empresarial?

O seguro empresarial é uma proteção financeira contra problemas inesperados que fogem do controle e, para isso, minimiza os prejuízos e evita que a empresa tire dinheiro do caixa para resolver situações emergenciais.

Quando você contrata esse tipo de seguro, tudo fica registrado em uma apólice empresarial. É nesse documento que constam as coberturas contratadas, os valores protegidos e as regras para acionamento da seguradora.

Como funciona o seguro empresarial?

A empresa escolhe as coberturas que fazem sentido para sua realidade, contrata a apólice e paga um valor periódico, chamado de prêmio. Se acontecer um imprevisto previsto em contrato, a seguradora avalia o ocorrido e, caso esteja tudo de acordo com a apólice, libera a indenização empresarial para ajudar a cobrir os prejuízos.

Alguns exemplos bem comuns são:

  • Um restaurante que teve equipamentos danificados por um pico de energia;
  • Uma loja sofreu arrombamento e perdeu mercadorias;
  • Um cliente se machucou dentro do estabelecimento e aciona a empresa.

Nessas situações, o seguro atua como uma verdadeira proteção para as empresas, pois reduz impactos financeiros e ajuda a manter a operação ativa, paralelamente.

E por mais que ninguém queira pensar que coisas ruins assim podem acontecer, a prevenção é mais do que recomendada. Principalmente diante de índices alarmantes no país.

Por exemplo, o Brasil registrou um índice recorde de incêndios estruturais em 2024, com 2453 ocorrências. Além disso, furto e roubo de patrimônio estão entre as principais fontes de prejuízo das organizações. Por isso, toda medida de proteção deve ser mais do que bem-vinda.

Quais são as coberturas mais comuns do seguro empresarial

As coberturas do seguro empresarial podem ser combinadas de acordo com o tipo de negócio, porte da empresa e sua rotina de funcionamento. Você deve, portanto, escolher aquilo que realmente faz sentido para a sua realidade.

Veja quais são as proteções mais comuns:

Danos materiais

Protege a estrutura do imóvel e os bens contra situações como incêndio, explosão, fumaça e alagamentos. Isso ajuda a reduzir prejuízos em casos que afetam o espaço físico da empresa e seus equipamentos, sendo muito importante para qualquer negócio com sede, loja ou galpão, por exemplo.

Danos elétricos

Cobre prejuízos causados por curto-circuitos, oscilações de energia ou sobrecarga elétrica. 

Computadores, freezers, máquinas e sistemas eletrônicos podem ser afetados nessas ocorrências e a cobertura evita gastos altos com reposição.

Responsabilidade civil empresarial

Protege a empresa caso terceiros sofram danos dentro ou por causa da sua atividade. Por exemplo, se um cliente escorrega na loja ou um prestador de serviço é atingido por um objeto, o seguro ajuda a cobrir custos relacionados a indenizações.

Roubo em empresas

Cobre prejuízos causados por furtos e arrombamentos, incluindo mercadorias e equipamentos, conforme o contrato. 

É uma das coberturas mais buscadas, principalmente em regiões com mais exposição a esse tipo de risco.

Interrupção de negócios

Se a empresa precisar parar as atividades por causa de um sinistro, essa cobertura ajuda a manter despesas como aluguel e contas básicas em dia. É o que permite atravessar o período de recuperação sem desespero financeiro.

O ponto mais importante é lembrar que as coberturas variam. Um escritório, uma loja e uma indústria enfrentam riscos diferentes, e o seguro deve acompanhar essa realidade.

Leia também | Como contratar o seguro Suhai? Confira o passo a passo

Quanto custa um seguro empresarial e o que influencia no valor?

O preço do seguro empresarial não é fixo, pois não segue uma tabela. Cada negócio tem uma realidade, e é isso que influencia no valor final da proteção. 

Conheça os principais fatores que influenciam o seguro:

  • Porte da empresa;
  • Localização do imóvel;
  • Tipo de atividade exercida;
  • Estrutura física do estabelecimento;
  • Valor dos equipamentos e mercadorias;
  • Histórico de ocorrências;
  • Riscos associados à operação;
  • Coberturas escolhidas.

Um escritório em região central, por exemplo, tende a ter um custo de seguro empresarial menor do que um restaurante, que lida com cozinha industrial, gás e grande circulação de pessoas, fatores que elevam o nível de risco empresarial.

Por isso, não existe “o valor do seguro”, mas uma cotação empresarial feita sob medida. Quanto mais alinhada às suas necessidades, mais justa será a proteção.

Se você quer entender exatamente quanto custaria para o seu negócio, o ideal é solicitar uma simulação e comparar as opções disponíveis.

Para quem o seguro empresarial é indicado?

O seguro empresarial é indicado para todo negócio que queira continuar funcionando mesmo depois de um imprevisto, do pequeno ao grande. Veja como ele se encaixa em diferentes realidades:

  • MEIs e pequenos empreendedores: um imprevisto pode parar tudo quando a empresa é pequena. Por isso, o seguro para MEI e a proteção para pequenas empresas ajudam a manter a operação viva quando algo foge do controle;
  • Comércios e lojas: roubos, incêndios ou problemas elétricos são riscos reais. Ter um seguro para comércio é uma forma de não depender apenas da sorte;
  • Prestadores de serviço e escritórios: mesmo sem estoque, há riscos como queda de energia, equipamentos danificados ou acidentes com clientes;
  • Indústrias e galpões: equipamentos caros e processos contínuos tornam o seguro para indústria ainda mais importante.

Lembre-se que cada empresa tem desafios próprios, e é por isso que a cobertura para negócios precisa ser pensada sob medida.

Como escolher o seguro empresarial ideal para o seu negócio?

Antes de contratar seguro empresarial, olhe para dentro da sua empresa e pergunte-se:

  • Quais são os riscos mais prováveis?
  • O que mais causaria prejuízo se minha empresa parasse de funcionar?
  • Quanto valem seus equipamentos e estrutura?
  • Quantas pessoas circulam no local diariamente?
  • A empresa fica em uma área mais exposta?

Essa análise de risco da empresa identifica o que realmente precisa ser protegido. A partir disso, entra a personalização de coberturas para que você contrate apenas aquilo que necessita, e evite deixar brechas perigosas no contrato.

O resultado é um seguro sob medida, alinhado à realidade do seu negócio e permite uma qualificação ainda maior da sua gestão de riscos.

Seguro empresarial: por que considerar essa proteção?

Imprevistos acontecem, a diferença é como você se prepara para eles, e o seguro empresarial existe para dar suporte quando as coisas fogem do controle.

Independentemente do porte do seu negócio, o serviço garante fôlego financeiro, mais tranquilidade e agilidade na recuperação. Quando as coberturas são bem escolhidas, os impactos diminuem e a retomada fica mais rápida.

Quer entender como aplicar essa camada de prevenção e proteção ao seu empreendimento? Estamos aqui para ajudar. A Suhai Seguradora protege o que é importante para você com simplicidade, acolhimento e aceitação ampla.

Aqui, você encontra soluções de verdade, sem complicação e com foco na sua realidade. Fale agora com os nossos especialistas e encontre a opção de seguro Suhai mais adequada para você! 

Perguntas frequentes sobre seguro empresarial

Aprenda mais sobre o seguro empresarial a partir das principais dúvidas sobre o assunto.

Seguro empresarial vale a pena?

Sim. Ele evita que prejuízos inesperados comprometam o caixa e a sobrevivência da empresa.

Quais são os principais tipos de seguros empresariais?

Seguros contra danos materiais, elétricos, roubo, responsabilidade civil e interrupção das atividades.

Qual a diferença entre seguro e seguradora?

O seguro é o contrato de proteção; a seguradora é a empresa que oferece essa proteção.

Quais são os documentos necessários para fazer seguro residencial?

Os documentos necessários para fazer seguro residencial costumam gerar dúvidas para quem quer proteger a casa ou apartamento. Mas, ao longo deste artigo, você vai ver que são temores infundados: o processo costuma ser mais simples do que parece.

E, na maioria dos casos, só envolve informações básicas do morador e do imóvel, embora cada seguradora solicite algum item adicional.

Saber disso ajuda a evitar surpresas e deixa tudo mais fácil quando chega o momento de contratar ou acionar o seguro. Confira, a seguir, tudo a respeito!

Quais documentos precisa para fazer seguro residencial?

Para contratar um seguro residencial, normalmente é necessário apresentar os documentos básicos do responsável pela contratação e do endereço que receberá a proteção. Em geral, você precisará apresentar:

  • RG ou CNH;
  • CPF;
  • Um comprovante de residência atualizado.

Esses dados servem para o cadastro do segurado e para a emissão da apólice residencial, que formaliza a proteção contratada.

Em algumas situações, a seguradora pode pedir um documento que comprove a relação entre o segurado e o imóvel, como um contrato de locação (quando o imóvel não está no nome de quem contrata), para validar quem mora no local e garantir que as informações estejam corretas.

O que preciso para acionar o seguro residencial?

Ao acionar o seguro, os documentos são diferentes dos usados na contratação e variam conforme o tipo de sinistro.

Na comunicação de sinistro, por exemplo, a seguradora pode solicitar registros que comprovem o ocorrido e ajudem a analisar os prejuízos.

Em situações de roubo ou furto, o boletim de ocorrência costuma ser necessário. Em casos de incêndio, pode ser necessário apresentar um laudo técnico.

Já quando há danos em móveis ou eletrodomésticos, pode ser solicitada uma relação de bens afetados e documentos que comprovem a propriedade.

Em muitos casos, também acontecem vistorias de danos para confirmar a extensão do problema e orientar a indenização.

O que pode ser solicitado dependendo do tipo de sinistro?

Cada tipo de sinistro exige documentos diferentes porque a forma de comprovação muda conforme o que aconteceu. Confira os casos específicos na tabela a seguir:

Tipo de sinistroO que normalmente é solicitadoPara que serve
Roubo ou furtoBoletim de ocorrência e relação dos bensConfirma o fato e identifica o que foi levado
IncêndioRegistro do Corpo de Bombeiros e relatório técnicoApura a origem e a dimensão dos danos
Danos elétricosLaudo técnico e orçamento de reparoComprova falha elétrica e extensão do prejuízo
Vendaval / queda de árvoreFotos do local e relatos do ocorridoDemonstra o impacto direto no imóvel
Impacto de veículosBoletim de ocorrência e imagens do danoRegistra o acidente e seus efeitos
Alagamento / infiltraçãoLaudo técnico e registros visuaisIndica a causa e os prejuízos
Responsabilidade civilComunicação formal e registros da ocorrênciaAvalia danos causados a terceiros

Além dos documentos, a seguradora pode solicitar um relatório de prejuízos, imagens, dados dos bens segurados e outras informações ligadas à cobertura contratada.

O objetivo não é burocratizar o processo, mas reunir dados suficientes para realizar a correta análise de sinistro e orientar a indenização conforme o ocorrido.

Preciso ter escritura para fazer seguro residencial?

Não. Na maioria das situações, a escritura não é necessária para contratar um seguro residencial. O que geralmente é preciso apresentar são documentos que comprovem a relação da pessoa com o imóvel, como um comprovante de posse ou contrato de locação.

Em alguns casos, durante um sinistro, pode ser solicitado algum documento do imóvel para validar quem ocupa o local e confirmar que a proteção está sendo usada corretamente. Mas isso não significa que a regularização do imóvel seja uma regra para contratar o seguro.

Como organizar os documentos para facilitar contratação e acionamento

Tenha os documentos digitalizados, salvos em um local seguro e atualizados para evitar correr atrás do prejuízo quando algo acontece. Também vale manter fotos do imóvel e dos principais bens, além de relatórios e comprovantes importantes em uma pasta de fácil acesso.

Isso tudo ajuda na organização pessoal e torna o aviso de sinistro mais rápido, além de facilitar a comprovação de danos.

Quando tudo está organizado, a contratação tende a ser mais ágil e o atendimento em caso de sinistro flui melhor. É uma forma de ganhar tranquilidade no presente e evitar preocupações no futuro.

Leia também | Quanto custa o seguro residencial? Veja preços médios e dicas para economizar

Com a Suhai, sua segurança está em primeiro lugar

Falar quais são os documentos necessários para fazer seguro residencial é, na prática, falar de cuidado: cuidado com o que é seu, com o lugar onde você vive e com tudo que construiu ao longo do tempo. 

E a Suhai trabalha para que esse cuidado seja simplificado, direto e sem complicações desde o primeiro contato até o momento em que você mais precisa usar o seguro.

Aqui, o foco não está em criar obstáculos, mas em construir soluções. 

E se você quer descobrir  como funciona a proteção para seu imóvel e entender sobre documentos, coberturas e o funcionamento do seguro, converse com quem entende. Fale agora com um consultor da Suhai no WhatsApp e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto.

Perguntas frequentes sobre documentos necessários para fazer seguro residencial

Aprenda mais sobre os documentos necessários para fazer seguro residencial a partir das dúvidas abaixo.

Quais documentos precisa para fazer seguro residencial?

RG ou CNH, CPF e comprovante de residência. Algumas seguradoras podem pedir um documento que comprove a relação com o imóvel.

Seguro residencial precisa de vistoria?

Nem sempre. Em muitos casos, a contratação acontece sem vistoria prévia, dependendo do tipo de imóvel e da cobertura escolhida.

Seguro residencial precisa de nota fiscal?

Pode ser que se peça a nota fiscal em casos de sinistro para comprovar a propriedade de bens, mas nem sempre é uma exigência para todos os itens.

Como o preço do seguro é calculado e por que ele varia de acordo com o cliente?

Você já se perguntou como o preço do seguro é calculado? A resposta passa por algo simples, a análise de risco. Ou seja, o valor nasce da combinação entre perfil do motorista, características do veículo, forma de uso e tipo de cobertura. 

Inclusive, são esses dados que ajudam a seguradora a estimar cenários e definir um preço que faça sentido para proteger o cliente em qualquer situação. Dessa forma, a precificação fica mais justa e alinhada ao que realmente acontece no dia a dia.

Quer entender mais sobre o assunto? Continue a leitura!

Como o valor do seguro é calculado?

Na verdade, o cálculo do seguro parte de uma análise de risco baseada em alguns dados que sejam realistas. Isso significa que a seguradora avalia o que aumenta ou reduz a probabilidade de um sinistro e estima quanto custaria indenizar aquele veículo em diferentes cenários.

Abaixo, detalhamos para você os critérios para se chegar ao valor do seguro, combinando perfil, uso, modelo do carro e características do bem. Confira!

Perfil do segurado e do condutor

Um dos critérios para definir o preço do seguro são as informações que ajudam a entender o risco estatístico daquele perfil, como:

  • Idade;
  • Gênero;
  • Tempo de CNH;
  • Local onde o veículo costuma pernoitar 
  • Quem dirige o veículo no dia a dia. 

Sim, as seguradoras costumam analisar dois perfis diferentes, o de quem contrata (segurado) e quem realmente conduz (condutor).

Um dos motivos para isso, é que os condutores jovens costumam ter menos experiências, e quando acontece um sinistro, o impacto é maior. Já os motoristas mais experientes geralmente são mais cuidadosos e se envolvem em pequenos incidentes, de menor custo para o seguro

Na Suhai, por exemplo, quando há mais de um condutor, a orientação técnica é informar o mais jovem para garantir que o cálculo do seguro já considere o cenário mais crítico, o que evita dor de cabeça futura e protege o cliente em qualquer situação.

Finalidade de uso do veículo

Sim, o uso do veículo também altera o risco e, portanto, a forma como o seguro é calculado. Carros e motos usados apenas para deslocamentos pessoais têm um risco diferente dos utilizados para trabalho, viagens longas, entregas ou motoristas de aplicativo.

Ou seja, mesmo que alguém trabalhe como Uber só aos finais de semana, esse cenário precisa entrar na cotação. Isso porque a seguradora calcula com base no pior cenário possível, justamente para que o cliente esteja protegido, e não fique descoberto no único dia em que usou o carro de forma diferente.

Características do veículo

Por fim, as características do veículo também influenciam como o preço do seguro é calculado. Por exemplo, modelos com peças mais caras, maior risco de roubo e furto ou alto custo de reparo tendem a ter um prêmio maior. 

Já veículos mais simples, baratos de manter e menos visados costumam ter valor do seguro mais acessível. Entre outras características consideradas estão: 

  • Ano e modelo;
  • Valor de mercado segundo a Tabela FIPE, que funciona como referência nacional para compra, venda e indenização;
  • Custo de peças, 
  • Índice histórico de roubo e furto daquele modelo.

Para veículos com pouco volume de dados, antigos, importados ou que nem têm FIPE, a Suhai faz um trabalho de investigação manual de mercado para definir um valor justo. Em casos assim, pode haver depreciação calculada (20% a 30%, dependendo do modelo) para projetar quanto valerá no fim da apólice.

É um processo que outras seguradoras nem se dão ao trabalho de fazer, por isso, muitos veículos acabam ficando sem aceitação no mercado tradicional e, impedidos de serem segurados. 

Afinal, por que o valor do seguro muda entre clientes com o mesmo perfil?

Mesmo quando dois motoristas têm exatamente o mesmo perfil, o cálculo do seguro pode chegar a valores bem diferentes. Isso acontece porque o risco do seguro não depende só de quem dirige, mas também do ambiente onde o veículo circula. 

O CEP de pernoite, regiões por onde o carro transita e o histórico de ocorrências da área são fatores de risco que influenciam a variação do prêmio

Além disso, áreas com maior índice de roubo, furto ou alagamentos, por exemplo, elevam o preço do seguro auto, enquanto regiões mais estáveis tendem a reduzir o custo. 

O mesmo vale para o cotidiano do veículo. Quem circula em grandes centros lida com um nível de exposição diferente de quem vive em cidades menores, e isso altera a precificação. E o seguro sempre acompanha o risco, não o comportamento individual.

O valor do seguro pode variar de uma seguradora para outra?

Sim. Cada seguradora auto trabalha com sua própria metodologia de precificação, baseada no perfil do motorista, histórico de sinistros e estatísticas de risco. Isso gera diferenças consideráveis no preço do seguro por empresa, às vezes passando de mil reais para o mesmo carro e na mesma região.

Essa diferença acontece porque cada empresa enxerga o risco de forma diferente. Algumas apostam em modelos complexos de precificação de seguro, outras, em interpretações dos dados da região. 

Por esses motivos, a indicação é que os motoristas façam a cotação do seguro em diferentes seguradoras, já que o valor pode variar. Desta maneira, é possível encontrar um preço mais acessível para segurar o seu veículo. 

Além disso, é importante refazer as cotações sempre que possível, pois as seguradoras podem avaliar melhor um determinado local e mudar sua opinião sobre os riscos oferecidos. 

Com isso, o motorista não fica preso a opções que nem sempre são transparentes.

A Suhai, por exemplo, trabalha com um modelo de precificação simplificado, focado no essencial da proteção e com uma abordagem mais direta e acolhedora.

Isso permite preços mais acessíveis, que podem chegar a 60% mais barato que outras empresas, sem os acréscimos típicos das seguradoras tradicionais e sem comprometer a cobertura proposta.

Quando o seguro fica mais barato?

O preço do seguro mais baixo costuma aparecer quando o perfil do motorista apresenta pouco risco. Ou seja, quando o histórico está livre de sinistros, uso moderado do veículo e endereço em regiões com menor índice de roubo.

Outra variável é o próprio produto. Quanto mais objetiva a cobertura simples, menor a tendência de inflar custos, o que ajuda a chegar a um seguro mais acessível sem abrir mão do essencial.

A Suhai segue exatamente esse caminho. Ao trabalhar com proteção focada no que realmente importa e processos de análise mais diretos, conseguimos oferecer um seguro econômico, em alguns casos, até 60% mais barato, com regulamentação da SUSEP e a segurança do motorista.

Além de aceitar veículos e perfis que são tradicionalmente recusados pela maioria das outras seguradoras. 

Diferenciais do seguro da Suhai

A nossa proposta aqui na Suhai foge dos pacotes padrões das seguradoras tradicionais. Em vez de indicar coberturas que o motorista raramente usa, nos concentramos no que realmente interessa, entregando uma proteção nacional, simples e direta, com valores abaixo do mercado. 

Entre os principais diferenciais do seguro da Suhai, temos:

  • Cobertura de roubo e furto até 60% mais acessível;
  • Aceite de veículos recusados por outras seguradoras, como antigos, modificados, tunados, de leilão, coleção, placa preta e uso profissional;
  • Produto sem franquia e com assistência 24h;
  • Modelo de perfil simplificado, sem burocracia excessiva;
  • Regulamentada pela SUSEP, com respaldo legal completo.

Dessa forma, você encontra exatamente o que muitos motoristas procuram: proteção, preço honesto e flexibilidade para quem tem um veículo que o mercado costuma tratar como problema. É uma alternativa econômica sem abrir mão da seriedade e da regulamentação oficial.

Seu veículo protegido com a Suhai

Agora que você entendeu como o preço do seguro é calculado, é hora de dar o próximo passo. Se você busca por um seguro de carro ou moto, com uma análise justa, então conte com a Suhai

Aqui, acolhemos os perfis de motoristas que o mercado tradicional costuma ignorar e entrega coberturas essenciais com preços que podem ser até 60% mais acessíveis, mantendo proteção real para as situações que mais acontecem no dia a dia.

Então, se você quer saber, de forma transparente, quanto custaria proteger seu veículo, faça uma cotação rápida e sem compromisso agora mesmo!

Perguntas frequentes sobre como o preço do seguro é calculado

Confira, a seguir, as respostas para as perguntas mais comuns sobre este assunto.

Como é feito o cálculo do seguro?

O cálculo acontece com base na análise de risco que considera o perfil do motorista, modelo do veículo, forma de uso e tipo de cobertura. A seguradora estima a probabilidade de sinistro e o custo de indenizar o bem nesses cenários.

O que influencia no valor do seguro?

Os principais fatores de influência do valor do seguro são a região de circulação, índice de roubo, histórico do modelo, modo de uso e dados do condutor. Cada fator altera o risco e o preço acompanha exatamente esse nível de exposição.

Quanto custa o seguro de um carro de R$ 100 mil?

O preço varia conforme risco, cobertura e seguradora. Em média, no mercado tradicional, pode ir de 4% a 10% do valor do veículo. Já opções focadas no essencial, como a Suhai, tendem a ser significativamente mais acessíveis.

Seguro para táxi: como funciona e como contratar?

Mesmo que não seja tão comum, o seguro para táxi é uma proteção indispensável para quem transforma o carro em instrumento de trabalho. No dia a dia do taxista, colisões, roubos, furtos e panes podem tirar o veículo de circulação e cada hora fora das ruas significa dinheiro perdido. 

Por isso, a necessidade de contar com um bom seguro. Além de proteger contra sinistros, o seguro para táxi ajuda o motorista a planejar a manutenção, controlar custos e manter a confiança do passageiro.

Neste conteúdo você vai entender quando o seguro é indicado, por que o preço pode variar para táxis, quais diferenças existem em relação aos carros de passeio e muito mais. Boa leitura!

Táxi é obrigado a ter seguro?

Ao contrário do que parece, o táxi não é obrigado a ter seguro. A legislação não exige um seguro obrigatório para táxi, além do Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP), que é obrigatório para os taxistas. 

Mesmo assim, a maioria dos taxistas opta por contratar algum nível de proteção do veículo, justamente porque o risco diário é bem mais alto que o de um carro particular.

Como o táxi circula o dia inteiro, em diferentes regiões e horários, muitas vezes transportando passageiros desconhecidos, acaba aumentando a exposição a colisões, roubos e furtos, situações que podem deixar o motorista sem trabalhar por dias ou semanas.

É aí que o seguro contra roubo para táxi e outras coberturas fazem diferença: reduzem o impacto financeiro, garantem continuidade da atividade e reforçam a proteção do taxista.

Seguro para taxista é mais caro?

Não necessariamente, mas é comum que em muitas seguradoras, o preço do seguro para táxi seja maior do que para carros de passeio. Isso acontece porque o uso comercial aumenta a circulação diária, a quilometragem e a exposição do veículo a riscos como colisões, furtos e roubo. 

Ou seja, quanto mais o carro roda, maior a probabilidade de sinistro e o valor da apólice reflete esse risco. 

No entanto, a Suhai oferece um modelo mais simples e acessível, pensado para o que o seguro do taxista seja até 60% mais barato do que em outras seguradoras, e sem burocracia. Aqui, o cálculo não penaliza o profissional pelo uso intenso do táxi, mantendo o valor do seguro auto táxi justo e competitivo. 

Além disso, a contratação é direta e rápida, permitindo que o taxista garanta proteção diária sem complicações e com a confiança de receber cobertura completa em caso de sinistro.

Dessa forma, o profissional consegue equilibrar proteção veicular para táxi e custo, mantendo o veículo sempre ativo na rotina de trabalho.

Diferença no seguro para táxi

É comum os proprietários de táxi se depararem com algumas diferenças entre segurar um táxi e um carro de passeio. A principal diferença do seguro para taxista diz respeito ao valor pago em caso de sinistro.

Na maioria das seguradoras, o reembolso chega a até 75% da Tabela FIPE. Essa variação acontece porque alguns veículos são adquiridos por preço menor que o de mercado devido à isenção fiscal, e muitas seguradoras entendem que o reembolso também não precisa ser integral.

Além disso, o uso profissional do veículo impacta o cálculo do seguro: a quilometragem diária, o tempo de circulação nas ruas, o perfil do motorista e a exposição maior a riscos influenciam o preço do seguro auto comercial.

Mas, diferente de outras seguradoras, a Suhai oferece cobertura que pode chegar a 100% da Tabela FIPE, mantendo a proteção completa do veículo mesmo com uso intenso. 

Tabela FIPE e sua importância no seguro para táxi

Para determinar o valor do automóvel segurado, assim como o que vai ser pago em caso de sinistro, as corretoras de seguro recorrem à tabela FIPE, que é um índice de referência do preço médio dos carros no Brasil

O valor é baseado em pesquisas de mercado realizadas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Esta tabela é tão importante que até o cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores é baseado nela.

Vale destacar também que a variação da cobertura FIPE nos seguros de veículos acontece por diversos fatores, como:

  • Modelo e marca do veículo;
  • Estado de conservação;
  • Região de circulação;
  • Procedência;
  • Histórico;
  • Instalação de dispositivos de segurança, entre outros.

A Suhai cobre até 100% do valor da tabela FIPE

Na Suhai, o nosso seguro para táxi garante cobertura de até 100% da Tabela FIPE, sem burocracia e com aceitação ampla para todos os veículos, independentemente de marca, ano ou tipo de uso. 

Isso significa que você pode trabalhar protegido contra roubo, furto e colisões, mantendo a rotina ativa sem preocupação com prejuízos financeiros.

Além da cobertura completa, o seguro Suhai táxi inclui assistência 24h em todo o país, com serviços como:

  • Guincho;
  • Chaveiro;
  • Transporte domiciliar;
  • Auxílio mecânico. 

O processo de contratação é simples, direto e transparente, pensado para que o você possa escolher a proteção que faz sentido para sua rotina, sem taxas escondidas ou exigências complexas.

Além disso, oferecemos um seguro acessível para táxi, combinando preço justo com proteção ampla, e garantindo que todos os veículos usados profissionalmente sejam aceitos, bastando informar corretamente a finalidade na ficha de cadastro. 

É a forma de unir proteção para taxistas com confiança e praticidade, permitindo que você siga com seu trabalho sem interrupções.

Seu táxi mais seguro com a Suhai

Agora que você já sabe que ter um seguro para táxi é uma forma de manter seu trabalho ativo, mesmo diante de colisões, furtos ou panes, que tal conhecer o seguro da Suhai?

Com ele você garante que seu veículo continue circulando e sua rotina de trabalho não seja interrompida, mantendo renda e tranquilidade. Aqui, você encontra coberturas até 60% mais baratas do que outras empresas, sem burocracia e com atendimento humanizado. 

É só informar corretamente a finalidade do veículo na ficha de cadastro para acessar todas as vantagens de um seguro auto Suhai, pensado especialmente para quem depende do táxi para trabalhar.

Quer proteger seu táxi com segurança e preço justo? Faça uma cotação rápida e gratuita e descubra como a Suhai oferece proteção veicular para táxi completa, prática e acessível!

Perguntas frequentes sobre seguro para táxi

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.

Quais seguros são obrigatórios para taxistas?

O seguro obrigatório para taxistas é o Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP). Outros seguros, como proteção contra roubo ou colisão, são recomendados, mas não exigidos por lei.

O seguro cobre o seguro de táxi?

Sim, o seguro para táxi da Suhai cobre roubo, furto e colisões, garantindo proteção completa do veículo usado profissionalmente.

Quanto a seguradora paga para o táxi?

Depende. Na Suhai, a cobertura chega a 100% do valor da Tabela FIPE, garantindo indenização integral mesmo com uso comercial intenso, diferente de outras seguradoras.

Como economizar no seguro de carro: 10 dicas práticas

Saber como economizar no seguro de carro é uma preocupação da maioria dos proprietários de veículos. Afinal, não dá para ignorar os riscos de ser furtado ou roubado, ou de sofrer um acidente e ficar sem respaldo.

Felizmente, tem como conseguir um seguro com valor de apólice reduzido, mas sem negligenciar a proteção de seu patrimônio. Existem maneiras simples de pagar menos ajustando a cobertura contratada, avaliando hábitos de uso, comparando opções disponíveis no mercado e entendendo os fatores que formam o preço.

Neste artigo, vamos analisar quais são os principais fatores que influenciam no valor da apólice e trazer dicas para reduzir o valor do seguro. Acompanhe!

Por que o valor do seguro varia tanto?

O valor do seguro de carro varia bastante porque é calculado com base em múltiplos fatores que influenciam o risco e o custo de proteção, como o perfil do motorista, o histórico de direção, a região, o modelo do carro e o perfil de uso. Entender esses aspectos ajuda a identificar onde há chance real de economizar.

Veja em detalhes cada um deles:

  • Perfil do motorista: em geral, motoristas mais velhos, com mais experiência com a direção e mais tempo de CNH representam menos risco para as seguradoras. Portanto, pagam menos. Já os motoristas mais jovens, representam um risco maior, e, assim, pagam mais;
  • Histórico de direção: se o motorista já tiver se envolvido em acidentes ou outros tipos de sinistros, tende a pagar mais caro porque as seguradoras entendem que o risco de isso tornar a acontecer é maior;
  • Região: moradores de regiões com um alto índice de roubo, por exemplo, provavelmente pagarão mais caro no seguro, já que as chances de roubo ou furto do veículo são potencialmente maiores;
  • Modelo do carro: carros mais visados por criminosos, com peças caras ou difíceis de encontrar, têm seguros mais altos. Veículos mais novos também tendem a ter custo maior de seguro por conta da reposição mais cara de peças;
  • Perfil de uso do veículo: carros usados diariamente, para trabalho ou transporte comercial, apresentam maior risco. Consequentemente, o seguro é mais caro.

Por fim, a cobertura escolhida é decisiva para o cálculo do valor do seguro. Seguros básicos, com cobertura essencial, custam menos. Em contrapartida, coberturas completas, com assistência 24h e outros adicionais elevam o valor da apólice.

O que deixa o seguro mais caro?

Existem vários fatores capazes de encarecer o valor do seguro. Alguns dos principais são coberturas amplas sem necessidade, carro muito visado, ausência de garagem, quilometragem alta, itens não declarados e falta de rastreador.

Confira:

  • Coberturas extras: como carro reserva, assistência 24h, proteção para terceiros e danos materiais extensivos, fazem o prêmio do seguro ficar mais caro. Afinal, a seguradora assume mais riscos e tem mais despesas em potencial;
  • Carros mais visados: alguns modelos de veículos são mais frequentemente roubados ou furtados, o que eleva o risco para a seguradora. Carros populares, esportivos e de alto valor, com alto índice de roubo registrado, sempre têm seguros mais caros, pois há maior probabilidade de sinistro;
  • Ausência de garagem: guardar o carro na rua, em estacionamento aberto ou em locais sem controle aumenta o risco de furto, roubo ou danos;
  • Quilometragem anual alta: veículos que rodam muito estão mais expostos a acidentes e ao desgaste, o que aumenta o risco para a seguradora;
  • Uso diário do automóvel: válido principalmente para carros  usados para trabalho ou viagens recorrentes;
  • Itens não declarados: a instalação de acessórios como som automotivo, rodas especiais, ou alterações não informadas à seguradora podem encarecer o seguro ou até inviabilizar a cobertura. Afinal, isso é considerado um risco adicional e pode influenciar o valor de reposição do veículo;
  • Veículos sem rastreador ou dispositivos de segurança: são mais difíceis de recuperar em caso de roubo. 

Como diminuir o valor do seguro do automóvel?

Existem várias maneiras de reduzir o valor do seguro automotivo. Algumas delas são ajustar a franquia do seguro, escolher bem a cobertura contratada, fazer uma simulação de seguro em várias seguradoras, solicitar cotação para diversos cenários, comprar um carro menos visado, dirigir com cuidado, entre outros.

A seguir, confira 10 dicas de como conseguir um seguro auto barato e economizar muito!

1. Escolha apenas coberturas alinhadas ao seu dia a dia

Fique de olho para não pagar mais que o necessário ao procurar um seguro bom e barato para carros

Priorize analisar o que realmente você usa, como carro reserva, assistência 24h, guincho e serviços extras, e retirar o que não se aplica para reduzir consideravelmente o preço da apólice.

2. Ajuste a franquia conforme o seu perfil de uso

Uma franquia desalinhada com seu perfil de uso pode estar deixando o seguro do carro mais caro do que deveria. Em algumas situações, aumentar a franquia pode deixar o custo da apólice mais barato. 

É esse o caso, por exemplo, de quem dirige pouco ou tem um histórico de baixa sinistralidade.

3. Simule o seguro em diferentes seguradoras

Planejar bem antes de escolher o seu seguro é indispensável para fazer o melhor negócio. Por isso, é importante pesquisar várias seguradoras, fazer cotações com cada uma delas, pedir cenários diferentes de franquia e coberturas e comparar os valores antes de contratar.

Assim, você conhece melhor quais coberturas cada seguradora oferece e qual o valor cobrado por elas. 

Você vai se surpreender ao ver que, para o mesmo modelo de veículo, os valores variam bastante entre diferentes seguradoras, e que a Suhai oferece seguros até 60% mais baratos do que outras empresas do mercado.

4. Escolha um modelo de carro com menor índice de roubo

A marca e o modelo do carro influenciam no preço da seguradora. Isso acontece porque alguns modelos apresentam um maior risco de roubo por serem mais cobiçados no mercado.

Os modelos com menor índice de roubo costumam ter seguro mais barato. Por isso, vale a dica de pesquisar o índice antes de comprar seu próximo veículo.

Carros mais antigos também costumam ter um seguro mais caro devido ao maior custo de manutenção, principalmente pela dificuldade de encontrar peças novas. 

5. Preencha o formulário com atenção e sinceridade

Preencher os formulários das seguradoras pode não ser a tarefa mais divertida do seu dia, mas fazer essa etapa com cuidado pode ser decisivo para conseguir um seguro de carro mais em conta.

Detalhes como a quilometragem média de rodagem e quem faz uso do veículo no dia a dia fazem toda a diferença na hora de conseguir um melhor preço na apólice.

O mesmo vale para a hora da renovação do seguro. Por exemplo, se você passou a estacionar o carro em uma garagem e não mais na rua durante o trabalho, essa informação pode ajudar a diminuir o preço do seu seguro

Por isso, na hora de preencher as informações, fique de olho nos detalhes que podem fazer a diferença para você economizar.

Cabe ressaltar que prestar informações incorretas pode encarecer o seguro ou até impedir o pagamento de indenização. Por isso, vale a pena revisar o endereço, o perfil do motorista e a quilometragem média para garantir que esteja tudo certinho.

6. Mantenha o bônus e evite acionar o seguro sem necessidade

O bônus da seguradora reduz o valor do seguro e traz desconto a cada renovação sem sinistro. O ideal, portanto, é evitar acionar o seguro em casos insignificantes que prejudicariam a classe de bônus.

7. Mantenha o carro guardado na garagem sempre que possível

A região onde o carro fica estacionado por longos períodos influencia no valor do seguro. Carros guardados em garagem têm menor risco de roubo e, portanto, uma apólice de valor reduzido. Então, sempre que puder, mantenha seu carro protegido na garagem.

8. Dirija com cuidado para manter um bom histórico

Multas, acidentes e acionamentos frequentes do seguro aumentam o risco percebido pela seguradora e, consequentemente, o valor da apólice. Nesse sentido, manter um histórico limpo reduz o valor da apólice ao longo dos anos.

9. Pague à vista quando possível

As seguradoras costumam oferecer desconto no pagamento à vista. A dica aqui é comparar o valor total parcelado x o valor à vista antes de decidir a melhor opção para o seu caso. Muitas vezes, o parcelamento acaba não compensando se você dispuser do dinheiro para pagar à vista.

10. Atualize informações sempre que houver mudança no uso

Por fim, fique atento a eventuais alterações na rotina de uso do carro, uma vez que mudança de endereço, tipo de uso ou novos condutores são fatores que impactam o cálculo do seguro. Fazer a atualização e manter o cadastro correto evita cobranças maiores no futuro.

Como economizar no seguro do carro na prática

Como vimos, tem como economizar no seguro do carro adotando algumas medidas simples, como dirigir cuidadosamente, simular o valor do seguro em várias seguradoras, manter o cadastro atualizado, preencher o formulário atentamente e escolher a cobertura ideal para o seu perfil.  

Se você busca proteção para seu veículo, mas não quer estourar o orçamento, faça uma simulação na Suhai e obtenha uma cotação gratuita e personalizada!

Perguntas frequentes sobre como economizar no seguro do carro

E aí, ficou com alguma dúvida ainda? Então confira se ela está respondida abaixo!

O que deixa o seguro do carro mais barato?

Diversos fatores podem deixar o seguro do carro mais barato, entre eles uma cobertura adequada ao perfil do condutor, um bom histórico de direção, a comparação de várias cotações e o pagamento do seguro à vista.

Como ter desconto no seguro do carro?

Para obter desconto no seguro do carro, algumas estratégias comuns são: manter um bom histórico de condução, instalar dispositivos de segurança, guardar o carro na garagem, comparar diversas seguradoras e optar por franquias maiores.

Como baixar o valor do seguro?

Para baixar o valor do seguro do carro, as principais práticas são: escolher uma cobertura essencial, manter um bom histórico de direção, fazer uma cotação em várias seguradoras para comparar, entre outras.

Suhai Black 2025: veja como aproveitar os descontos desta edição

black friday suhai 2025

Novembro chegou e, com ele, a melhor oportunidade do ano para garantir a proteção que o seu veículo precisa com preços ainda mais acessíveis. A Suhai Seguradora tem o prazer de anunciar a segunda edição da nossa campanha de Black Friday, a Suhai Black!

A partir de hoje, 14 de novembro, estamos oferecendo descontos especiais que reforçam o nosso propósito: democratizar o acesso ao seguro de veículos no Brasil.

Quer saber mais sobre a campanha? Continue por aqui!

Por que a Suhai Black é a sua chance de ter um seguro?

Se você está cansado de cotações caras, restrições de aceitação ou simplesmente acredita que seguro é um luxo, a Suhai Black foi feita para você.

Sabemos que a maioria dos veículos no Brasil circula sem proteção: mais de 95% das motos e 71% dos carros estão desassistidos. O alto custo das apólices e a falta de opções para perfis específicos são as principais barreiras.

É aí que entra a Suhai Black. Nossa campanha oferece uma solução para quem mais precisa:

“O preço é uma das grandes barreiras de entrada para quem tem um veículo de alta sinistralidade, mais antigo ou de uso profissional. A Suhai Black não é apenas um desconto; é a chance de mostrarmos, em escala, que nossa estrutura de produto consegue aliar a ampla aceitação de veículos com um custo que cabe no bolso do brasileiro.”

Jorge Martinez, Diretor de Produtos da Suhai Seguradora

O que a Suhai Black oferece?

Nesta edição, o foco está na nossa cobertura essencial, pensada para o risco mais comum nas ruas: roubo e furto.

Descontos exclusivos: com os descontos especiais da Suhai Black, você pode contratar uma cobertura de roubo e furto com até 50% de economia.
Ampla aceitação: a promoção é válida para mais de 2.800 modelos de veículos, incluindo carros, motos, vans e VUCs.
Zero burocracia: o desconto não exige período mínimo de vigência contratual.

Com essa redução, você pode contratar a cobertura essencial da Suhai Seguradora com um preço que se encaixa no seu orçamento e protege o seu veículo. Bom demais, né?

Condições e como contratar a Suhai Black 2025

Para aproveitar a campanha, que está disponível por tempo limitado, confira as principais condições:

Validade

A promoção é válida para as apólices emitidas entre 14 e 30 de novembro de 2025. Corre para garantir os seus descontos!

Veículos participantes

A oferta abrange mais de 2.800 veículos selecionados dentro das categorias:

• Carros
• Motos
• Vans
• VUCs

Onde contratar

Você tem duas opções fáceis para aproveitar a oferta:

Pelo site: acesse a página oficial da Suhai Black, preencha o formulário e peça sua cotação. O desconto é aplicado automaticamente aos veículos elegíveis.

Com seu corretor: fale com um dos nossos corretores parceiros e peça uma cotação.

Não perca esta oportunidade de proteger seu veículo com um seguro de verdade, a um custo que realmente cabe no seu bolso.

Seu veículo merece essa proteção e sua carteira merece esse desconto!

Quer saber se seu veículo é elegível ao desconto?

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Qual a diferença de seguro de carro para proteção veicular?

Contratar uma proteção para o carro é necessário para quem busca tranquilidade diante de imprevistos como roubos, colisões ou desastres naturais. Mas, na hora de contratar, fica a dúvida: qual a diferença de seguro de carro para proteção veicular?

Embora os dois modelos tenham o mesmo objetivo (proteger seu veículo), eles funcionam de maneiras bem diferentes. 

Neste artigo vamos explicar o que muda entre eles e quais pontos você deve considerar para escolher a melhor opção.

Vamos lá?

Qual a diferença entre proteção veicular e seguro de carro?

Embora ambas tenham assistência e cobertura em casos de sinistro, o seguro auto e a proteção veicular são modalidades diferentes do ponto de vista contratual e operacional:

AspectoSeguro (SUSEP)Proteção veicular (associação/cooperativa)
RegulamentaçãoTotalmente regulamentado e fiscalizado pela SUSEP;Regulamentado desde a Lei Complementar 213/2025, mas fiscalização ainda em fase de implementação;
ContratoApólice formal e com obrigações definidas;Termo de responsabilidade mútua; sem apólice formal padrão;
Cálculo de valorBaseado em análise de risco personalizada (perfil do motorista, histórico, região etc.);Mensalidade + rateio entre associados, sem análise detalhada de risco;
CoberturasCobertura personalizável (roubo/furto, colisão, terceiros, assistência 24h, etc.);Cobertura variável (muitas associações não cobrem terceiros, fenômenos naturais ou acessórios);
IndenizaçãoPrazo máximo: 30 dias após entrega de documentos, conforme regra da SUSEP;Depende da disponibilidade financeira da associação; pode demorar mais;
Previsibilidade e garantiaAlto nível de previsibilidade e respaldo jurídico.Menor previsibilidade; pagamento condicionado ao caixa coletivo.

Apesar de a proteção veicular estar regulamentada por lei desde 2025, ela ainda não é fiscalizada pela SUSEP da mesma forma que os seguros tradicionais. Isso significa que, embora seja legal, a proteção veicular ainda oferece menos garantias.

O que vale mais a pena: seguro ou proteção veicular?

A resposta depende do perfil do motorista, do valor e uso do veículo e do grau de risco envolvido:

  • Se você busca segurança, atendimento estruturado, garantias, previsibilidade e suporte em caso de sinistro, o seguro tradicional é mais confiável. As seguradoras seguem normas específicas da SUSEP, oferecendo previsibilidade de custos e cobertura padronizada;
  • Por outro lado, a proteção veicular pode parecer mais acessível à primeira vista. No entanto, essa economia inicial pode não compensar em situações de sinistro, quando os valores e prazos dependem dos recursos e da governança da cooperativa.

Leia também | Qual a diferença entre seguro e cooperativa? Entenda

Ou seja, se você valoriza ter respaldo legal, cumprimento de prazos e proteção completa, o seguro auto é o que mais compensa no longo prazo, veja:

  • Seguradoras registradas oferecem apólices padronizadas, garantias, coberturas amplas e prazos definidos por lei;
  • A SUSEP garante indenização em até 30 dias, suporte regulatório e estrutura de atendimento consolidada;
  • Para quem busca risco controlado e respaldo total, especialmente em eventos como colisão, danos a terceiros, enchentes, a apólice do seguro é mais confiável.

É seguro fazer uma proteção veicular?

Proteção veicular não é ilegal, mas também não tem as mesmas garantias que um seguro regulamentado. Em caso de desacordo, por exemplo, a resolução de conflitos tende a ser mais difícil. 

Com a Lei Complementar nº 213/2025, a proteção veicular (também chamada de proteção patrimonial mutualista) foi oficialmente regulamentada pela SUSEP. Esse marco legal trouxe avanços importantes, mas a avaliação de segurança ainda exige cautela:

  • Antes de 2025, associações de proteção veicular operavam sem supervisão oficial, mas agora devem se cadastrar na SUSEP, contratar administradoras autorizadas e manter reservas financeiras adequadas;
  • Estão sujeitas à fiscalização, envio de reservas e prestação de contas periódicas, com penalidades previstas para gestão irregular;
  • Como se trata de um contrato de responsabilidade mútua entre associados, a relação é mais frágil do ponto de vista jurídico, mesmo com a regulamentação recente

Portanto, mesmo sendo uma opção válida, a proteção veicular exige uma dose maior de confiança na associação escolhida.

Antes de contratar, é sempre importante ler com atenção o contrato e verificar se a entidade segue as boas práticas previstas na nova regulamentação das cooperativas.

Quais são as desvantagens da proteção veicular?

As principais desvantagens dessa modalidade, são:

  • Coberturas e garantias podem variar de acordo com cada associação; não há padronização como no seguro tradicional;
  • A indenização fica condicionada ao fluxo financeiro da entidade, mesmo com reservas obrigatórias, diferente da apólice fixa do seguro SUSEP;
  • Embora agora regulamentadas, essas entidades ainda precisam estabelecer sua reputação e comprovar capacidade de atendimento eficaz.

O que a proteção veicular não cobre?

Algumas associações de proteção veicular não incluem:

  • Danos a terceiros;
  • Pagamento de multas;
  • Fenômenos naturais (como enchentes ou granizo);
  • Roubo ou furto parcial;
  • Indenização emergencial;
  • Veículo reserva;
  • Itens como som, rodas ou equipamentos;
  • Veículo em região de alto risco.

Esses pontos variam de acordo com o contrato, e a ausência de padronização dificulta a comparação.

O que o seguro auto cobre?

Um seguro geralmente tem a cobertura personalizável. As mais comuns são:

A Suhai Seguradora, por exemplo, é um ótimo exemplo! Se você deseja proteger seu carro contra roubo e furto, danos a terceiros e mais, sem pesar no bolso e sem burocracia, conheça nossas coberturas.

Como escolher entre seguro e proteção veicular?

Até aqui, você já sabe qual a diferença entre seguro e proteção veicular, certo? Agora, veja o que levar em conta antes de decidir entre os modelos:

  • Compare cobertura e custo: leia atentamente e entenda o que está incluído. Ter carro reserva, assistências extras, indenização por perda total, entre outros, podem fazer a diferença;
  • Verifique a regulamentação: sempre busque pelas entidades registradas na SUSEP, isso garante fiscalização, solvência e direitos previstos por lei;
  • Pesquise a reputação e atendimento: busque referências em plataformas como Reclame Aqui, avalie o histórico de pagamento de sinistros e suporte ao cliente;
  • Modelo de governança: proteções mutualistas exigem administradoras e reservas financeiras; pesquise se a cooperativa já está em conformidade.

No caso da Suhai, como seguradora SUSEP, você terá cobertura contratual completa, prazos bem definidos e sinistros analisados com transparência. Tudo isso de forma digital, acessível e responsável.

Na dúvida, conte com o apoio de um corretor ou empresa especializada.

A melhor escolha é a mais transparente!

Agora, você já sabe qual a diferença de seguro de carro para proteção veicular. Os dois têm pontos positivos e negativos. A diferença está no grau de segurança e previsibilidade. 

Enquanto o seguro tradicional oferece garantias amparadas por lei, a proteção veicular ainda carece de padronização, mesmo após a nova regulamentação.

Quer um seguro acessível, confiável e com proteção real? Faça uma simulação com a Suhai e descubra a melhor opção para o seu perfil.

Perguntas frequentes sobre seguro ou proteção veicular

Confira mais dúvidas sobre esse tema:

Qual a melhor opção: seguro ou proteção veicular?

Depende do seu perfil e da sua necessidade de garantias. O seguro oferece mais respaldo legal.

Quais os riscos da proteção veicular?

Indenização condicionada ao caixa, falta de padronização, limitação de cobertura.

Qual a melhor forma de proteger o carro?

Contratar um seguro regulamentado, com apólice clara e proteção ampla.

O que compensa mais, seguro ou proteção veicular?

Seguro compensa mais pela previsibilidade, mas pode ser mais caro.

O que significa contrato de responsabilidade mútua?

Documento que define que todos os associados dividem os custos dos sinistros de forma coletiva.

Como saber se a seguradora é confiável: veja como consultar, verificar avaliações e evitar riscos

Você já se perguntou como saber se a seguradora é confiável? Essa é uma questão importante, pois pode evitar fraudes, promessas não cumpridas e falta de suporte quando mais precisar do serviço.

Para isso, basta confirmar se a empresa atua de forma autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e se tem boa reputação entre os clientes.

Existem formas simples e seguras, inclusive, de verificar essas informações. Você pode, por exemplo, consultar o registro da seguradora, analisar avaliações em sites como o Reclame Aqui e observar o nível de transparência e atendimento oferecido.

Mas não se preocupe, porque, neste guia, vamos te mostrar como fazer essas verificações e identificar uma seguradora confiável. Boa leitura!

Como saber se uma seguradora tem registro na Susep?

O primeiro passo para descobrir se uma seguradora é confiável é verificar se ela possui registro ativo na Susep, que é o órgão responsável por fiscalizar e autorizar a operação de seguradoras, corretoras e planos de previdência no Brasil.

Para fazer essa verificação, basta acessar o site oficial da Susep, na área de consulta de empresas autorizadas. Lá, você pode pesquisar pelo nome da empresa, CNPJ ou número de registro no órgão.

Após preencher os campos e clicar em “Pesquisar”, o sistema exibirá se a empresa está autorizada a operar, em processo de autorização ou não autorizada, o que é um alerta importante para o consumidor.

Quer um exemplo prático? A Suhai Seguradora é devidamente registrada e autorizada pela Susep, o que é um conforto para o consumidor. Ao ter um registro válido e ativo, o risco de cair em golpes é menor, e você ganha tranquilidade para contratar um serviço seguro e regulamentado.

Confira a reputação da empresa no Reclame Aqui e outras plataformas

Para que entenda como saber se a seguradora é confiável, recomendamos verificar a reputação no Reclame Aqui dessa empresa, e em outras plataformas de avaliação.

O Reclame Aqui é um dos principais sites brasileiros de defesa do consumidor e reúne experiências reais de clientes sobre empresas de diversos setores, incluindo seguradoras. Em seguida, essas organizações recebem uma nota de reputação baseada em critérios como:

  • Número de reclamações;
  • Tempo de resposta;
  • Taxa de solução;
  • Índice de clientes que voltariam a fazer negócio com a empresa.

Boas reputações podem render recompensas a esses negócios, como o selo RA1000, que é concedido às empresas com os melhores desempenhos, ou seja, aquelas que demonstram excelência no atendimento ao cliente e alto índice de satisfação.

A Suhai tem essa conquista devidamente estampada no site do Reclame Aqui, que é um orgulho e um atestado de que oferecemos um seguro confiável e um atendimento de qualidade.

Além do Reclame Aqui, vale a pena verificar a avaliação da seguradora nas redes sociais, como Facebook, Instagram, LinkedIn, e YouTube, entre outras, bem como em sites internacionais como o Trustpilot, que também oferece notas e comentários de clientes sobre empresas de seguros.

Analise a transparência, canais de atendimento e suporte

Uma boa seguradora deve demonstrar transparência em todas as etapas do relacionamento com o cliente, desde a contratação até o pós-venda. Para isso, deve informar tudo sobre as coberturas, franquias, prazos e exclusões de cada produto, além de disponibilizar canais de atendimento acessíveis e confiáveis.

E mais, empresas sérias mantêm políticas de privacidade visíveis, oferecem chat online, telefone, e-mail e atendimento por aplicativos para que o cliente tenha suporte facilitado.

Nesse sentido, a Suhai Seguradora é um ótimo exemplo, pois disponibiliza atendimento humanizado em diversos canais, com profissionais prontos para esclarecer dúvidas e auxiliar em todas as etapas do processo de contratação e sinistro.

Além disso, dispõe de canais digitais como chat online e central telefônica, que garantem agilidade no atendimento e uma experiência positiva para o segurado.

Leia também | Como contratar o seguro Suhai? Confira o passo a passo

Desconfie de ofertas muito abaixo do mercado

Ao procurar um seguro auto, para moto ou outros veículos, é comum encontrar anúncios com preços muito baixos. Mas tenha cuidado, seguro barato demais pode ser sinal de golpe ou de cobertura limitada

E não pense que isso é algo impossível de acontecer, pois, em média, quatro em cada dez brasileiros são alvos de fraudes. Para isso, uma seguradora confiável deve apresentar total transparência sobre o valor do seguro, deixando claro o que está incluso, as franquias aplicáveis e os limites de indenização.

Da sua parte, vale desconfiar de propostas que não detalham as condições do contrato ou prometem coberturas amplas por valores baixos demais. Por isso, uma boa dica é comparar os preços com os serviços de outras seguradoras.

Muitas vezes, essas ofertas escondem restrições que só aparecem em caso de sinistro, o que pode deixar o consumidor sem amparo quando mais precisa.

Antes de fechar negócio, compare seguros e entenda o custo-benefício de cada. Avalie o histórico da empresa, o atendimento oferecido e as garantias apresentadas.

Pesquise o histórico da empresa e busque por notícias confiáveis

Outro passo para entender se a seguradora é confiável, é consultar o histórico da empresa e sua atuação no mercado. Antes de contratar qualquer serviço, pesquise sobre a trajetória da empresa, sua reputação na imprensa, eventuais processos públicos, fusões, aquisições e parcerias.

Esses dados, que podem ser encontrados em buscas rápidas em portais de notícias, sites especializados em economia e órgãos de proteção ao consumidor, ajudam a descobrir se a empresa tem credibilidade e estabilidade financeira.

Veja o nosso caso, a Suhai Seguradora possui mais de 10 anos de experiência no mercado, com presença nacional e reconhecimento pela qualidade dos serviços. Uma trajetória sólida, resultado de uma atuação ética, transparente e focada em oferecer seguros confiáveis, que realmente atendem às necessidades dos clientes.

A Suhai Seguradora é confiável e regulamentada pela Susep

Após ver os principais critérios para avaliar se uma seguradora é confiável, deu para entender que a Suhai Seguradora cumpre todos esses requisitos, certo?

Somos uma empresa autorizada e regulamentada pela Susep, temos o selo RA1000 no Reclame Aqui e disponibilizamos atendimento humanizado e com total transparência em todas as etapas da contratação

E somos conhecidos por ser a seguradora que diz “sim” para você:

Por isso, agora que você já sabe como identificar uma seguradora confiável, conheça os diferenciais da Suhai e veja por que milhares de brasileiros confiam na nossa proteção:

  • Total aceitação: qualquer marca, ano, modelo e tipo de utilização do veículo é aceito;
  • Atendimento humanizado: suporte disponível em momentos inesperados ou sempre que precisar;
  • Sem franquia: atendimento 24h por dia, 7 dias por semana, com serviços de guincho, reboque, chaveiro e transporte domiciliar;
  • Pagamento facilitado: parcelamento em até 12 vezes via boleto bancário ou cartão de crédito, sem comprometer o limite;
  • Indenização de até 100%: cobertura baseada no valor integral do bem conforme a tabela FIPE;
  • Especialistas no cuidado com o seu bem: profissionais dedicados a proteger o que é seu.

Perguntas frequentes sobre como saber se a seguradora é confiável

Ainda não sabe como descobrir se a seguradora é confiável? Tire suas dúvidas abaixo.

Como fazer consulta à Susep?

Acesse o site oficial da Susep e preencha o nome da empresa ou CNPJ no campo de busca. O sistema mostrará se a seguradora está autorizada a operar no Brasil.

Quais são as seguradoras autorizadas pela Susep?

A lista completa das seguradoras autorizadas pode ser consultada diretamente no portal da Susep. Lá, você encontra todas as empresas regularizadas, incluindo a Suhai Seguradora, que atua dentro das normas legais e é fiscalizada pelo órgão.

Como posso verificar se um seguro de viagem é confiável?

Verifique se a empresa responsável pelo seguro está registrada na Susep, pesquise sua reputação em plataformas como o Reclame Aqui e Trustpilot, e leia atentamente as condições do contrato, como coberturas, exclusões e limites de indenização.

Seguro de casa: como funciona, o que cobre e quando contratar?

Mais do que ter um lar que ofereça paz, conforto e tranquilidade, é indispensável sentir-se realmente seguro. Afinal, imprevisto acontecem, e proteger o seu patrimônio é uma forma de cuidar do que você construiu com tanto esforço. É por isso que o seguro de casa precisa estar nos seus planos.

Esse modelo é, basicamente, uma proteção à casa própria, casa de condomínio ou de temporada, contra eventos como incêndio, roubo, danos elétricos e outros acidentes.

Continue a leitura para entender sobre coberturas, valores médios, diferenças entre os tipos, dicas para escolher e como contratar um seguro de casa

O que é seguro de casa e como funciona?

O seguro de casa é uma proteção financeira para o imóvel e seus bens, que cobre danos causados por imprevistos como incêndio, roubo, vendaval e danos elétricos.

Funciona mediante o pagamento de um valor (prêmio) à seguradora, que, em caso de sinistro, paga uma indenização para reparar ou substituir a propriedade ou os bens segurados, de acordo com os termos da apólice

Para ficar mais claro, veja algumas situações comuns:

  • Um problema na fiação causa um incêndio e danifica parte dos móveis. O seguro cobre os reparos e a reposição do que foi perdido;
  • Uma queda de energia danifica a TV e a geladeira. Com a cobertura de danos elétricos, você recebe o valor para o reparo ou compra de novos equipamentos;
  • Ladrões arrombam a casa e levam objetos de valor. O seguro indeniza o prejuízo de acordo com o que foi contratado.

O que cobre um seguro de casa?

As principais coberturas do seguro de casa são: incêndio, explosão, vendaval, danos elétricos, roubo e furto com vestígios. Entenda cada uma:

  • Incêndio: cobre prejuízos causados por fogo acidental no imóvel, na estrutura ou nos bens dentro de casa. Também cobre incêndios provocados por curto-circuito, vela esquecida ou panela no fogão, por exemplo;
  • Explosão: protege contra danos causados por explosões acidentais dentro da casa, como vazamento de gás de cozinha ou explosão de equipamentos que utilizam gás ou combustível;
  • Vendaval: garante indenização quando ventos fortes, tempestades, granizo ou queda de árvores provocam danos à casa, como destelhamento, quebra de janelas ou infiltrações;
  • Danos elétricos: cobre estragos provocados por oscilações de energia, curtos-circuitos, raios ou sobrecarga elétrica que queimam aparelhos como TV, geladeira, computador e outros eletrônicos;
  • Roubo e furto com vestígios: oferece indenização em caso de roubo de bens, com uso de força ou ameaça, ou furto com vestígios, quando há sinais de arrombamento, como janelas forçadas.

Além das coberturas, geralmente o seguro oferece ainda os serviços de assistência 24 horas, como eletricista, chaveiro e encanador, que podem ser acionadas a qualquer hora do dia ou da noite, sem custo adicional. Esses serviços emergenciais servem para resolver pequenos imprevistos domésticos de forma prática.

Quanto custa um seguro de casa?

O valor médio do seguro casa no mercado gira entre R$200,00 e R$600,00 por ano. Imóveis de maior valor ou com coberturas completas podem ultrapassar R$1.000,00 anuais. Para saber o preço exato, o ideal é que se faça uma simulação.

Veja como a análise é feita:

  • Perfil do cliente: uso do imóvel, se é moradia principal ou casa de veraneio, tempo de permanência no imóvel e histórico de sinistros registrados pelo cliente;
  • Localização do imóvel: áreas com maior índice de furtos, alagamentos e vendavais podem elevar o valor do seguro, já que o risco é maior;
  • Valor do imovel: quanto maior o patrimônio a proteger, contando imóvel e os bens dentro da casa, maior tende a ser o prêmio do seguro;
  • Coberturas: um seguro básico que cobre apenas incêndio e explosão é mais acessível, enquanto um plano mais completo, com coberturas contra roubo, danos elétricos, vendaval e assistência 24h, por exemplo, tem um valor mais alto.

Qual é o melhor seguro para casa?

Para escolher a apólice ideal para a rua casa, considere: 

  • Tipo de casa: que pode ser casa de condomínio, casa de temporada ou casa principal;
  • Coberturas desejadas: que pode ser básicas, que cobrem contra incêndio e explosão ou completas, contra roubo, danos elétricos, vendaval e assistência 24h;
  • Reputação da seguradora: para isso, verifique o histórico de pagamentos de sinistros, confira as avaliações de clientes no site da empresa e no ReclameAqui e confirme a autorização da SUSEP e qualidade do atendimento;
  • Custo-benefício: compare cotações de várias seguradoras e avalie franquia x valor do prêmio.

O seguro de casa pode ser personalizado de acordo com a realidade do imóvel e as necessidades do cliente. Essa personalização varia entre seguradoras. Algumas oferecem planos mais flexíveis, enquanto outras trabalham com pacotes pré-definidos. Avalie, com calma, qual é a melhor escolha para o seu caso.

Como contratar um seguro de casa: passo a passo

Confira o passo a passo para contratar um seguro de casa: 

  1. Levantamento das necessidades: liste os bens que deseja proteger e identifique os riscos mais prováveis para seu imóvel (incêndio, vendaval, enchentes, roubo, danos elétricos);
  2. Comparação de opções: pesquise diferentes seguradoras e planos disponíveis e observe coberturas, franquias e serviços adicionais;
  3. Simulação de seguro: faça cotações para entender como seria a contratação na prática;
  4. Análise da apólice: leia atentamente todas as cláusulas, confirme se o valor segurado cobre o imóvel e os bens de forma adequada e tire dúvidas com a seguradora ou com o corretor antes de fechar;
  5. Assinatura: após aprovar a apólice, faça a contratação formal.

Fique atento: antes de fechar o contrato, verifique coberturas, exclusões e valores segurados para garantir que protejam adequadamente seu imóvel e bens. Além disso, é importante confirmar a confiabilidade da seguradora, avaliando histórico de pagamentos, atendimento e avaliações de clientes para evitar surpresas negativas.

Seguro de casa: proteja seu imóvel com quem diz SIM pra você

Proteger o seu lar é sinônimo de tranquilidade e qualidade de vida. Por isso, conte com um seguro de casa, com cobertura básica ou completa, mas alinhada às suas reais necessidades para proteger o que é seu.

Compare seguradoras, simule opções, analise as possibilidades para que a escolha seja, se fato, assertiva. 

E se você quer saber quanto custa e como proteger outros bens com a Suhai, faça uma simulação online agora mesmo! É rápido e sem compromisso.

Perguntas frequentes sobre seguro de casa

Ficou com alguma dúvida sobre seguro de casa? Confira, a seguir, as respostas para as principais perguntas sobre este assunto.

Qual é o melhor seguro para casa?

O melhor seguro de casa é aquele personalizado para seu imóvel e suas necessidades. Escolha uma seguradora confiável e bem avaliada.

O que cobre um seguro de casa?

Um seguro de casa cobre danos ao imóvel e aos bens dentro dele, como incêndio, explosão, vendaval, roubo/furto e danos elétricos. Pode incluir também assistências 24h, como chaveiro, encanador e eletricista.

O seguro de casa cobre roubo?

Sim, o seguro de casa cobre roubo ou furto com vestígios, desde que haja sinais de arrombamento ou invasão.