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Motos esportivas: conheça as mais lembradas e saiba como escolher a sua

As motos esportivas são o sonho de muitos apaixonados por motocicletas. É fácil de entender o porquê. Elas proporcionam aquela dose de adrenalina que os motociclistas adoram e dão uma sensação de liberdade incrível!

Além disso, elas atraem motociclistas que buscam um desempenho excelente e uma experiência dinâmica, principalmente em estradas sinuosas, graças ao seu motor potente, ao design aerodinâmico e à tecnologia avançada.

Uma motocicleta esportiva é diferente de uma moto urbana, que é concebida para o uso cotidiano, com foco em conforto, economia, praticidade e facilidade de pilotagem no trânsito, não na velocidade ou na performance esportiva.  

Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber antes de comprar uma moto esportiva e dar dicas para escolher o modelo ideal para o seu caso. Acompanhe!

Motos esportivas: o que saber antes de comprar

Quem tem interesse em adquirir uma moto esportiva precisa considerar o custo mais elevado do veículo e os gastos extras. Além disso, deve saber que os modelos esportivos exigem habilidades avançadas e que a pilotagem mais inclinada para a frente pode causar desconforto em quem não está habituado.

Outro ponto muito importante é que também é necessário ter um bom seguro para moto.

Confira, em detalhes, o que considerar:

  • Custo do veículo: por se tratar de motos de alta performance, seu preço tende a ser mais elevado. Embora seja possível encontrar motos esportivas baratas, não dá para negar que o preço de motos esportivas é uma barreira para muitas pessoas;
  • Gastos extras: são mais altos do que com motos convencionais. Por exemplo, no caso do combustível, modelos esportivos costumam rodar apenas 12 quilômetros por litro;
  • Segurança e manutenção: equipamentos de segurança, como luvas, capacete e botas precisam entrar no cálculo. Peças e manutenção também têm valores mais altos do que as de motos convencionais;
  • Curso de pilotagem esportiva: para quem deseja tirar proveito máximo da máquina.

As habilidades avançadas de pilotagem também podem ser um desafio. Devido à alta potência, ao controle preciso e à posição de pilotagem agressiva, motos esportivas são indicadas para motociclistas experientes.

A pilotagem inclinada para frente também pode causar algum desconforto para quem não tem o costume de conduzir dessa maneira, principalmente em trajetos longos. Isso exige do motociclista um bom condicionamento físico.

E, é claro, não adianta ter a melhor moto esportiva do mundo e não ter seguro! Vale lembrar que o seguro para motos esportivas costuma ser um pouco mais caro, já que elas estão sujeitas a mais riscos.

Moto esportiva para iniciantes: como escolher sem erro

Para escolher a primeira moto esportiva, é preciso levar em conta aspectos como cilindradas, ergonomia, peso e facilidade de pilotagem. Veja cada uma delas:

  • Cilindradas: para iniciantes, motos esportivas entre 250cc e 400cc são as melhores opções. Afinal, elas equilibram potência e facilidade de controle, e permitem um aprendizado seguro, sem comprometer a experiência esportiva;
  • Ergonomia: é importante escolher uma moto com postura que o motociclista consiga manter confortavelmente. Vale priorizar os modelos com assento não muito alto e posição que não prejudique as costas e os punhos;
  • Peso: uma moto mais leve facilita manobrabilidade e ajuda no controle, principalmente para pilotos iniciantes;
  • Facilidade de pilotagem: motos com sistemas como controle de tração, embreagem assistida e eletrônica de apoio tornam a pilotagem mais suave e segura, e são boas opções para quem está começando.​

Mas, com tantas opções no mercado, como escolher o ideal? Confira quais são os principais modelos de entrada na atualidade:

  • Yamaha YZF-R3;
  • Kawasaki Ninja 400;
  • Honda CBR 500R;
  • KTM RC 390;
  • Suzuki GSX250R.

Todas essas são motos de entrada interessantes, de marcas renomadas e confiáveis.

Já se a ideia for comprar uma moto esportiva seminova, é preciso tomar alguns cuidados, como:

  • Verifique o histórico de manutenção e a procedência;
  • Cheque o estado da suspensão, dos freios e dos pneus;
  • Avalie as condições do motor, da embreagem e do sistema elétrico;
  • Consulte o chassi para garantir que não tenha havido sinistros graves;
  • Prefira motos de pequenos proprietários e evite aquelas com muitos donos.

Esporte com moto: modalidades e diferenças para motos de rua

Os esportes com moto envolvem diferentes modalidades que exploram o desempenho das motos de competição em pistas especialmente preparadas.

As motos de rua são feitas para o uso cotidiano, enquanto as motos de competição são preparadas para alcançar máxima performance, com ajustes em motor, suspensão, freios e aerodinâmica, visando velocidade, controle e resistência em ambientes de pista.

A principal diferença é que as motos de corrida para competição precisam ser adaptadas visando ao menor peso e à melhor aerodinâmica. Assim, são retirados retrovisores e carenagens, por exemplo.

Elas são projetadas para o uso exclusivo em pista, com pneus, suspensão, motor e freios otimizados para alto desempenho, com menor preocupação com conforto ou durabilidade em ruas e estradas.

Já as motos de rua priorizam conforto, segurança e conformidade legal para o dia a dia, sem o mesmo nível extremo de ajuste ou potência.

E se a sua intenção em comprar uma moto esportiva é se aventurar no mundo dos esportes, existem várias modalidades radicais, como:

  • Motovelocidade: esporte que consiste em corridas de motos de alta performance em circuitos de pista fechados, com motos específicas e pilotos altamente treinados;
  • Superbike: competição de motos esportivas baseadas em modelos de rua, mas modificadas para alta performance e segurança em pista;
  • Track Day: evento em que motociclistas amadores ou profissionais levam suas motos de rua ou de competição para pilotar em pistas, buscando desfrutar do desempenho máximo da máquina em segurança, sem caráter oficial de corrida. 

Marcas mais lembradas de moto esportiva

As marcas de motos esportivas mais aclamadas e lembradas pelo público são:

  1. Harley Davidson;
  2. BMW;
  3. Honda;
  4. Yamaha;
  5. Ducati;
  6. Suzuki;
  7. Kawasaki;
  8. KTM;
  9. Shineray;
  10. Moto Triumph.

Elas são referências por sua tradição, inovação tecnológica, qualidade, desempenho e ligação emocional com os motociclistas. Confira:

Moto Harley Davidson esportiva

Conhecida pelos veículos luxuosos, a Harley Davidson é uma icônica marca norte-americana, e tem motos para todos os gostos, desde o clássico até o despojado.

A marca é conhecida pelo estilo cruiser e por motos customizadas. Apesar de não focar exclusivamente em motos esportivas, é referência em robustez, som característico e cultura biker. O público valoriza tradição, design clássico e experiência única na pilotagem.

A Harley esportiva modelo V-Rod foi concebida em parceria com a Porsche e é sucesso absoluto!

Moto esportiva BMW

Fabricante com mais de um século de história, começou a fabricar motos em 1923 e se tornou famosa por motos premium que combinam tecnologia de ponta, conforto e performance.

A BMW é referência em motos esportivas de alta cilindrada, como a linha S 1000 RR, que alia potência a eletrônica avançada (ABS, controle de tração). O público busca na marca qualidade alemã, inovação e versatilidade.

A esportiva BMW R 17 foi considerada uma das motos mais rápidas antes da Segunda Guerra Mundial. Lançada em 1935, apresentava o primeiro garfo telescópico hidráulico na suspensão dianteira.

Motos esportivas Yamaha

A Yamaha é uma marca japonesa famosa por motos esportivas dinâmicas e tecnologicamente avançadas como a Yamaha YZF-R3 e R1. Seus consumidores valorizam a performance, o design agressivo e os bons resultados em competições, além da durabilidade e da inovação.

A moto esportiva Yamaha RD 350 foi a primeira da categoria a ser fabricada no Brasil, em 1986. Atingia a marca de 200 quilômetros por hora, produzindo 55 cv de potência, e ficou em linha até o início da década de 90.

Um dos modelos que deixou saudade é a XJ6 esportiva, que foi descontinuada no início de 2019.

Moto Ducati esportiva

A tradicional marca italiana nasceu fabricando componentes para rádio e hoje tem as motos mais amadas do mundo. É um símbolo de motos esportivas de alta performance, design arrojado e inovação em engenharia.

A Ducati é desejada por sua exclusividade, motores potentes (desmodrômicos) e uma estética incomparável.

No Brasil, a marca lançou em 2014 uma esportiva em homenagem ao piloto Ayrton Senna: as 161 unidades da Ducati 1199 Panigale S Senna chegaram ao mercado com o valor de R$ 100 mil cada.

Motos esportivas Honda

A Honda é uma das maiores fabricantes de motos esportivas do mundo, reconhecida pela confiabilidade e desempenho equilibrado. Suas séries esportivas (CBR500R, CBR1000RR) são populares pela facilidade de pilotagem, manutenção acessível, boa potência e ampla rede de suporte.

A primeira motocicleta com motor de quatro cilindros e série com freio a disco e partida elétrica foi apresentada em 1969, no Salão de Tóquio.

A moto Honda esportiva CB 750 Four foi a pioneira e inspirou uma geração de motocicletas, inclusive de outras marcas. Em 1983, a empresa lançou a moto esportiva Honda CB 450 Esporte, com carenagem de farol pequena e traseiro com um disco simples grande.

A moto Titan Sport foi apresentada em 2013, restrita apenas para competições em circuitos, e a linha da CB 500 esportiva foi apresentada em 2019, no Salão Duas Rodas.

Suzuki esportiva

A Suzuki é uma empresa japonesa conhecida por motos esportivas rápidas e acessíveis, como a GSX-R series. Os usuários apreciam a combinação de preço competitivo, desempenho sólido e durabilidade comprovada.

Em 1981, ao lançar a moto esportiva Suzuki Katana, a marca definiu o design das motos esportivas. O modelo tinha 650 cilindradas e semi-guidões e pedaleiras recuados.

Kawasaki esportiva

A Kawasaki é uma marca que oferece motos esportivas com altíssima performance, como a Ninja ZX-10R, além de tecnologia de ponta. Seu público valoriza a velocidade, a robustez, a esportividade extrema e boas performances em competições.

As primeiras motos foram fabricadas em 1955 e a Kawasaki Ninja é considerada uma das melhores famílias de motos já produzidas. 

KTM esportiva

A KTM é uma marca austríaca focada em motos esportivas e off-road, reconhecida por inovação e alta performance em categorias como motocross e superbike. Os motociclistas encontram nela motos ágeis, leves e potentes, com design moderno e componentes premium.

O ano de 1980 foi muito importante para a marca: além de mudar o nome para “KTM Motor-Fahrzeugbau KG”, começou um intenso desenvolvimento de modelos esportivos.

Shineray esportiva

Shineray é uma marca chinesa que tem crescido no mercado. Ela se destaca por oferecer motos acessíveis, com um bom custo-benefício, e atrai um público que busca motos esportivas para iniciantes, com preços competitivos e manutenção simples.

A empresa apresentou em 2011 a esportiva Racing, com carenagem integral de 200cc e motor monocilíndrico de 197,8 cm³.

Moto Triumph esportiva

Trata-se de uma marca britânica que une tradição e modernidade, com motos de estilo esportivo clássico e moderno. Ao comprar uma moto da marca, o motociclista espera encontrar exclusividade, engenharia refinada e uma estética icônica.

A primeira moto da Triumph foi lançada em 1902 e não parou de fabricar modelos que se tornaram verdadeiros clássicos. A Daytona 675 SE é uma superesportiva, considerada por muitos a mais bem concebida pela fabricante britânica.

Quais são as melhores motos esportivas?

Já comentamos sobre as melhores motos esportivas para iniciantes. Mas e para o público geral? A escolha deve levar em conta a cilindrada, o custo-benefício da moto, entre outros fatores.

Confira a seguir quais são os modelos mais indicados para quem quer adquirir uma moto esportiva de qualidade:

  • BMW S 1000 RR;
  • Honda CBR 650F;
  • Suzuki GSX-S 1000F;
  • Honda CBR 1000RR.

Qual o valor de uma moto esportiva?

O valor médio de uma moto esportiva no Brasil varia bastante conforme a cilindrada, a marca e a tecnologia utilizada, indo de cerca de R$ 20.000 para modelos de entrada até acima de R$ 100.000 para motos topo de linha.

Alguns modelos em alta são a Yamaha YZF-R3, a Ducati Monster 797, a Honda CBR 650R e a BMW S 1000 RR.

Confira a seguir um quadro com os valores dos principais modelos do mercado:

MarcaModeloCilindrada (cc)A partir de (R$)
YamahaYZF-R332135.668
HondaCBR 650R64958.270
DucatiPanigale V4 S1.103200.000
BMWS 1000 RR999139.900
KTMRC 39037336.990
TriumphStreet Triple76574.190
SuzukiGSX-R 1000 R999109.700
Harley DavidsonSportster S1250125.900
ShineraySBM 250 Sport25023.490

Quanto custa manter uma moto esportiva

Entre os principais gastos que se tem com uma moto esportiva estão o consumo elevado de combustível, a necessidade de investir em peças esportivas como pneus e pastilhas, bem como o custo de manutenção e a revisão da moto. Além disso, há que se considerar o valor do seguro, que costuma ser mais caro.

Para motociclistas que buscam proteção simples e acessível, a melhor opção é escolher um seguro para motos esportivas da Suhai Seguradora, pois o valor chega a ser até 60% menor do que o praticado em outras empresas tradicionais.

Proteção completa para sua moto esportiva é com a Suhai Seguradora

Não dá para negar que as motos esportivas chamam bastante atenção, e isso aumenta a preocupação com furtos e roubos. Por isso, é imprescindível fazer um bom seguro de moto. Mas qual é o seguro para moto esportiva mais barato? E quais seguradoras aceitam essa modalidade?

A Suhai é uma seguradora que aceita motos de todos os tipos, inclusive as esportivas e oferece proteção contra roubo acessível e simples para quem quer rodar por aí com toda a tranquilidade. 

Entre os diferenciais da empresa estão a aceitação ampla, a contratação 100% digital, o custo-benefício e a assistência 24h.

Quer ver na prática tudo o que a Suhai Seguradora pode fazer por você? Então faça uma cotação de seguro de moto gratuita e sem compromisso.

Perguntas frequentes sobre motos esportivas

Ficou com alguma dúvida a respeito de motos esportivas ainda? Então verifique se ela está respondida abaixo.

Quais são as melhores motos esportivas?

As melhores motos esportivas são aquelas que equilibram desempenho, tecnologia, conforto e custo-benefício, como a Yamaha YZF-R3, a Kawasaki Ninja 400, a Honda CBR 650R, a Ducati Panigale V4 S e a BMW S 1000 RR.

Quais são as melhores motos esportivas de 600cc para iniciantes?

As melhores motos esportivas de 600cc para iniciantes são Honda CBR 650R, Kawasaki Ninja 650 e Yamaha YZF-R6.

Quais são as melhores motos esportivas até R$ 30 mil?

As melhores motos esportivas até R$ 30 mil são Yamaha YZF-R3, Kawasaki Ninja 400, KTM RC 390 e Shineray 250 Sport.

Trava de disco: como funciona, quando usar e por que não substitui um seguro de moto

O termo “trava de disco” vem ganhando cada vez mais adeptos frente à crescente ameaça de furtos e roubos a motocicletas pelo país. 

Se por um lado a motocicleta é um veículo que atrai cada vez mais pessoas por conta de suas vantagens, por outro a falta de segurança já virou virou dor de cabeça constante dos motociclistas.

Continue a leitura para entender como funciona a trava de disco e como esse acessório ganhou espaço no mercado. 

O que é uma trava de disco

A trava de disco de moto é um acessório antifurto feito para imobilizar o disco de freio das motocicletas. Ela impede que a moto entre em movimento, dificultando a ação de criminosos oportunistas e chamando atenção em tentativas de força.

Funciona como um cadeado, por isso também é conhecida como “cadeado para disco de moto”: você posiciona a trava no disco de freio e ela impede o giro da roda.

A trava de freio é um recurso mecânico complementar a outras formas de proteção, muito útil no dia a dia em situações simples como estacionar na rua ou fazer pequenas paradas. 

Mas atenção: a trava ajuda, mas não resolve todos os problemas!

Para que serve uma trava de disco?

Na prática, a trava de disco impede que a moto seja empurrada ou ligada rapidamente, dificultando a movimentação da moto em situações de perigo, como  tentativas de furto em paradas rápidas, áreas com maior circulação ou estacionamento na rua.

Ela é uma camada a mais de proteção, proporcionando mais segurança ao estacionar, mas não substitui o seguro de moto, que, como os da Suhai, oferece proteção contra furto, roubo, perda total, terceiros, além de assistência 24h. 

Trava de disco com alarme

Existe no mercado a trava disco com alarme integrado no cadeado, que emite som ao detectar movimentação, como em furtos rápidos. Ela vale a pena se usada como complemento à segurança da moto.

Embora algumas pessoas usem um objeto de proteção, é importante saber que a trava de disco nunca deve ser enxergada como a solução principal, pois não impede o furto e não garante proteção financeira ao proprietário no caso desse incidente.

A forma mais completa de cuidado ao seu veículo é o seguro de moto, que oferece uma cobertura pensada para o taxista/motociclista/entregador, garantindo a proteção real da moto e do piloto.

Trava de disco x cadeado comum: diferenças na prática

Se você está pesquisando por trava de disco para moto, é possível que tenha escutado relatos de pessoas que improvisaram usando um cadeado comum, com ou sem corrente, para exercer a mesma função.

Cuidado! Um cadeado no disco de freio que não é específico para essa finalidade não deve ser utilizado pelo simples fato de ser fabricado com um material de qualidade inferior, menos reforçado, podendo, assim, ser quebrado com mais facilidade.

Fato é que nenhuma das opções consegue deter assaltantes ou até mesmo o furto do veículo.

Conheça mais sobre alarme para moto, cadeado e trava para moto em nosso blog.

Trava de disco vale a pena? 

Independentemente do acessório escolhido, seja a trava de disco com ou sem alarme, ou mesmo um cadeado comum, as ações criminosas continuam aumentando. Alguns, inclusive, já conhecem técnicas para destravar qualquer tipo de mecanismo.

Isso significa que dispositivos como estes reduzem as chances de movimentação da roda, mas não impedem que furtos aconteçam, e não são efetivos em caso de assaltos, por exemplo.

As travas podem sim retardar a situação ou até mesmo inibir alguns furtadores, mas é preciso lembrar que elas mesmo assim não são garantia de segurança da moto

A melhor saída sempre é contratar um seguro, pois ele garante o pagamento do valor do veículo em caso de perda definitiva por roubo ou furto.

Entenda como funciona uma franquia de seguro e quando é vantajoso utilizá-la.

Seguro de furto e roubo: o aliado que falta

Com um seguro de furto e roubo como o da Suhai Seguradora, você paga um valor mais acessível e ainda tem assistência 24h em qualquer lugar do Brasil. Este seguro também aceita qualquer tipo de moto, independente do ano, marca ou modelo, facilitando ainda mais a adesão.

Em situações de sinistro, você terá toda a assistência de uma central para localizar o seu veículo e caso não haja sucesso poderá acionar a cobertura. 

Lembrando que, com seguro ou não, é muito importante não reagir a nenhum assalto. Lembre-se que sua vida está sempre em primeiro lugar!

Limitações da trava de disco que ninguém conta

Embora seja útil no dia a dia, existem situações em que a trava de disco não funciona bem. Em furtos planejados, por exemplo, criminosos podem levantar a moto e colocá-la em uma caminhonete ou carregá-la manualmente, já que o bloqueio da roda não impede esse tipo de transporte.

Além disso, existem ferramentas que conseguem cortar o disco, remover a peça ou até romper travas mais simples. 

Por isso, a trava de disco deve ser usada como parte de um conjunto de proteções, nunca como única defesa.

Trava de disco e segurança da moto: o que realmente vale a pena

A trava de disco é uma aliada importante na prevenção de furtos, reduzindo a chance de ataques oportunistas, porém, ela atua apenas como uma camada de proteção limitada.

Por isso, é indispensável complementar esse cuidado com algo que realmente garanta tranquilidade em qualquer situação: um seguro personalizado.

Com a Suhai, você pode ter um seguro acessível, que cobre até 100% da tabela FIPE, aceita qualquer moto e ainda oferece assistência 24h, trazendo segurança e a certeza de que você nunca estará sozinho na estrada. 

Então não perca tempo. Fale com os nossos especialistas e faça uma cotação gratuita hoje mesmo! 

Perguntas frequentes sobre trava de disco

Ainda ficou com dúvidas sobre o assunto? Então, confira as respostas para as perguntas mais comuns.

Qual a trava mais eficiente para moto?

As travas mais eficientes são as travas de disco com alarme, mas, por si só, não garantem a segurança da moto e do piloto.

Qual a melhor trava, carneiro ou multilock?

A trava “carneiro” costuma ser mais resistente a cortes e deslocamentos do que uma trava “multilock” simples. O ideal é avaliar a qualidade, material e se combina com alarme ou trava de disco.

O que é freio a disco?

O freio a disco é um sistema que usa um disco metálico preso à roda e uma pinça com pastilhas que pressionam esse disco para gerar frenagem. Ele oferece mais eficiência, especialmente em altas velocidades e em situações de emergência.

Seguro para táxi: como funciona e como contratar?

Mesmo que não seja tão comum, o seguro para táxi é uma proteção indispensável para quem transforma o carro em instrumento de trabalho. No dia a dia do taxista, colisões, roubos, furtos e panes podem tirar o veículo de circulação e cada hora fora das ruas significa dinheiro perdido. 

Por isso, a necessidade de contar com um bom seguro. Além de proteger contra sinistros, o seguro para táxi ajuda o motorista a planejar a manutenção, controlar custos e manter a confiança do passageiro.

Neste conteúdo você vai entender quando o seguro é indicado, por que o preço pode variar para táxis, quais diferenças existem em relação aos carros de passeio e muito mais. Boa leitura!

Táxi é obrigado a ter seguro?

Ao contrário do que parece, o táxi não é obrigado a ter seguro. A legislação não exige um seguro obrigatório para táxi, além do Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP), que é obrigatório para os taxistas. 

Mesmo assim, a maioria dos taxistas opta por contratar algum nível de proteção do veículo, justamente porque o risco diário é bem mais alto que o de um carro particular.

Como o táxi circula o dia inteiro, em diferentes regiões e horários, muitas vezes transportando passageiros desconhecidos, acaba aumentando a exposição a colisões, roubos e furtos, situações que podem deixar o motorista sem trabalhar por dias ou semanas.

É aí que o seguro contra roubo para táxi e outras coberturas fazem diferença: reduzem o impacto financeiro, garantem continuidade da atividade e reforçam a proteção do taxista.

Seguro para taxista é mais caro?

Não necessariamente, mas é comum que em muitas seguradoras, o preço do seguro para táxi seja maior do que para carros de passeio. Isso acontece porque o uso comercial aumenta a circulação diária, a quilometragem e a exposição do veículo a riscos como colisões, furtos e roubo. 

Ou seja, quanto mais o carro roda, maior a probabilidade de sinistro e o valor da apólice reflete esse risco. 

No entanto, a Suhai oferece um modelo mais simples e acessível, pensado para o que o seguro do taxista seja até 60% mais barato do que em outras seguradoras, e sem burocracia. Aqui, o cálculo não penaliza o profissional pelo uso intenso do táxi, mantendo o valor do seguro auto táxi justo e competitivo. 

Além disso, a contratação é direta e rápida, permitindo que o taxista garanta proteção diária sem complicações e com a confiança de receber cobertura completa em caso de sinistro.

Dessa forma, o profissional consegue equilibrar proteção veicular para táxi e custo, mantendo o veículo sempre ativo na rotina de trabalho.

Diferença no seguro para táxi

É comum os proprietários de táxi se depararem com algumas diferenças entre segurar um táxi e um carro de passeio. A principal diferença do seguro para taxista diz respeito ao valor pago em caso de sinistro.

Na maioria das seguradoras, o reembolso chega a até 75% da Tabela FIPE. Essa variação acontece porque alguns veículos são adquiridos por preço menor que o de mercado devido à isenção fiscal, e muitas seguradoras entendem que o reembolso também não precisa ser integral.

Além disso, o uso profissional do veículo impacta o cálculo do seguro: a quilometragem diária, o tempo de circulação nas ruas, o perfil do motorista e a exposição maior a riscos influenciam o preço do seguro auto comercial.

Mas, diferente de outras seguradoras, a Suhai oferece cobertura que pode chegar a 100% da Tabela FIPE, mantendo a proteção completa do veículo mesmo com uso intenso. 

Tabela FIPE e sua importância no seguro para táxi

Para determinar o valor do automóvel segurado, assim como o que vai ser pago em caso de sinistro, as corretoras de seguro recorrem à tabela FIPE, que é um índice de referência do preço médio dos carros no Brasil

O valor é baseado em pesquisas de mercado realizadas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Esta tabela é tão importante que até o cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores é baseado nela.

Vale destacar também que a variação da cobertura FIPE nos seguros de veículos acontece por diversos fatores, como:

  • Modelo e marca do veículo;
  • Estado de conservação;
  • Região de circulação;
  • Procedência;
  • Histórico;
  • Instalação de dispositivos de segurança, entre outros.

A Suhai cobre até 100% do valor da tabela FIPE

Na Suhai, o nosso seguro para táxi garante cobertura de até 100% da Tabela FIPE, sem burocracia e com aceitação ampla para todos os veículos, independentemente de marca, ano ou tipo de uso. 

Isso significa que você pode trabalhar protegido contra roubo, furto e colisões, mantendo a rotina ativa sem preocupação com prejuízos financeiros.

Além da cobertura completa, o seguro Suhai táxi inclui assistência 24h em todo o país, com serviços como:

  • Guincho;
  • Chaveiro;
  • Transporte domiciliar;
  • Auxílio mecânico. 

O processo de contratação é simples, direto e transparente, pensado para que o você possa escolher a proteção que faz sentido para sua rotina, sem taxas escondidas ou exigências complexas.

Além disso, oferecemos um seguro acessível para táxi, combinando preço justo com proteção ampla, e garantindo que todos os veículos usados profissionalmente sejam aceitos, bastando informar corretamente a finalidade na ficha de cadastro. 

É a forma de unir proteção para taxistas com confiança e praticidade, permitindo que você siga com seu trabalho sem interrupções.

Seu táxi mais seguro com a Suhai

Agora que você já sabe que ter um seguro para táxi é uma forma de manter seu trabalho ativo, mesmo diante de colisões, furtos ou panes, que tal conhecer o seguro da Suhai?

Com ele você garante que seu veículo continue circulando e sua rotina de trabalho não seja interrompida, mantendo renda e tranquilidade. Aqui, você encontra coberturas até 60% mais baratas do que outras empresas, sem burocracia e com atendimento humanizado. 

É só informar corretamente a finalidade do veículo na ficha de cadastro para acessar todas as vantagens de um seguro auto Suhai, pensado especialmente para quem depende do táxi para trabalhar.

Quer proteger seu táxi com segurança e preço justo? Faça uma cotação rápida e gratuita e descubra como a Suhai oferece proteção veicular para táxi completa, prática e acessível!

Perguntas frequentes sobre seguro para táxi

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.

Quais seguros são obrigatórios para taxistas?

O seguro obrigatório para taxistas é o Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP). Outros seguros, como proteção contra roubo ou colisão, são recomendados, mas não exigidos por lei.

O seguro cobre o seguro de táxi?

Sim, o seguro para táxi da Suhai cobre roubo, furto e colisões, garantindo proteção completa do veículo usado profissionalmente.

Quanto a seguradora paga para o táxi?

Depende. Na Suhai, a cobertura chega a 100% do valor da Tabela FIPE, garantindo indenização integral mesmo com uso comercial intenso, diferente de outras seguradoras.

Como economizar no seguro de carro: 10 dicas práticas

Saber como economizar no seguro de carro é uma preocupação da maioria dos proprietários de veículos. Afinal, não dá para ignorar os riscos de ser furtado ou roubado, ou de sofrer um acidente e ficar sem respaldo.

Felizmente, tem como conseguir um seguro com valor de apólice reduzido, mas sem negligenciar a proteção de seu patrimônio. Existem maneiras simples de pagar menos ajustando a cobertura contratada, avaliando hábitos de uso, comparando opções disponíveis no mercado e entendendo os fatores que formam o preço.

Neste artigo, vamos analisar quais são os principais fatores que influenciam no valor da apólice e trazer dicas para reduzir o valor do seguro. Acompanhe!

Por que o valor do seguro varia tanto?

O valor do seguro de carro varia bastante porque é calculado com base em múltiplos fatores que influenciam o risco e o custo de proteção, como o perfil do motorista, o histórico de direção, a região, o modelo do carro e o perfil de uso. Entender esses aspectos ajuda a identificar onde há chance real de economizar.

Veja em detalhes cada um deles:

  • Perfil do motorista: em geral, motoristas mais velhos, com mais experiência com a direção e mais tempo de CNH representam menos risco para as seguradoras. Portanto, pagam menos. Já os motoristas mais jovens, representam um risco maior, e, assim, pagam mais;
  • Histórico de direção: se o motorista já tiver se envolvido em acidentes ou outros tipos de sinistros, tende a pagar mais caro porque as seguradoras entendem que o risco de isso tornar a acontecer é maior;
  • Região: moradores de regiões com um alto índice de roubo, por exemplo, provavelmente pagarão mais caro no seguro, já que as chances de roubo ou furto do veículo são potencialmente maiores;
  • Modelo do carro: carros mais visados por criminosos, com peças caras ou difíceis de encontrar, têm seguros mais altos. Veículos mais novos também tendem a ter custo maior de seguro por conta da reposição mais cara de peças;
  • Perfil de uso do veículo: carros usados diariamente, para trabalho ou transporte comercial, apresentam maior risco. Consequentemente, o seguro é mais caro.

Por fim, a cobertura escolhida é decisiva para o cálculo do valor do seguro. Seguros básicos, com cobertura essencial, custam menos. Em contrapartida, coberturas completas, com assistência 24h e outros adicionais elevam o valor da apólice.

O que deixa o seguro mais caro?

Existem vários fatores capazes de encarecer o valor do seguro. Alguns dos principais são coberturas amplas sem necessidade, carro muito visado, ausência de garagem, quilometragem alta, itens não declarados e falta de rastreador.

Confira:

  • Coberturas extras: como carro reserva, assistência 24h, proteção para terceiros e danos materiais extensivos, fazem o prêmio do seguro ficar mais caro. Afinal, a seguradora assume mais riscos e tem mais despesas em potencial;
  • Carros mais visados: alguns modelos de veículos são mais frequentemente roubados ou furtados, o que eleva o risco para a seguradora. Carros populares, esportivos e de alto valor, com alto índice de roubo registrado, sempre têm seguros mais caros, pois há maior probabilidade de sinistro;
  • Ausência de garagem: guardar o carro na rua, em estacionamento aberto ou em locais sem controle aumenta o risco de furto, roubo ou danos;
  • Quilometragem anual alta: veículos que rodam muito estão mais expostos a acidentes e ao desgaste, o que aumenta o risco para a seguradora;
  • Uso diário do automóvel: válido principalmente para carros  usados para trabalho ou viagens recorrentes;
  • Itens não declarados: a instalação de acessórios como som automotivo, rodas especiais, ou alterações não informadas à seguradora podem encarecer o seguro ou até inviabilizar a cobertura. Afinal, isso é considerado um risco adicional e pode influenciar o valor de reposição do veículo;
  • Veículos sem rastreador ou dispositivos de segurança: são mais difíceis de recuperar em caso de roubo. 

Como diminuir o valor do seguro do automóvel?

Existem várias maneiras de reduzir o valor do seguro automotivo. Algumas delas são ajustar a franquia do seguro, escolher bem a cobertura contratada, fazer uma simulação de seguro em várias seguradoras, solicitar cotação para diversos cenários, comprar um carro menos visado, dirigir com cuidado, entre outros.

A seguir, confira 10 dicas de como conseguir um seguro auto barato e economizar muito!

1. Escolha apenas coberturas alinhadas ao seu dia a dia

Fique de olho para não pagar mais que o necessário ao procurar um seguro bom e barato para carros

Priorize analisar o que realmente você usa, como carro reserva, assistência 24h, guincho e serviços extras, e retirar o que não se aplica para reduzir consideravelmente o preço da apólice.

2. Ajuste a franquia conforme o seu perfil de uso

Uma franquia desalinhada com seu perfil de uso pode estar deixando o seguro do carro mais caro do que deveria. Em algumas situações, aumentar a franquia pode deixar o custo da apólice mais barato. 

É esse o caso, por exemplo, de quem dirige pouco ou tem um histórico de baixa sinistralidade.

3. Simule o seguro em diferentes seguradoras

Planejar bem antes de escolher o seu seguro é indispensável para fazer o melhor negócio. Por isso, é importante pesquisar várias seguradoras, fazer cotações com cada uma delas, pedir cenários diferentes de franquia e coberturas e comparar os valores antes de contratar.

Assim, você conhece melhor quais coberturas cada seguradora oferece e qual o valor cobrado por elas. 

Você vai se surpreender ao ver que, para o mesmo modelo de veículo, os valores variam bastante entre diferentes seguradoras, e que a Suhai oferece seguros até 60% mais baratos do que outras empresas do mercado.

4. Escolha um modelo de carro com menor índice de roubo

A marca e o modelo do carro influenciam no preço da seguradora. Isso acontece porque alguns modelos apresentam um maior risco de roubo por serem mais cobiçados no mercado.

Os modelos com menor índice de roubo costumam ter seguro mais barato. Por isso, vale a dica de pesquisar o índice antes de comprar seu próximo veículo.

Carros mais antigos também costumam ter um seguro mais caro devido ao maior custo de manutenção, principalmente pela dificuldade de encontrar peças novas. 

5. Preencha o formulário com atenção e sinceridade

Preencher os formulários das seguradoras pode não ser a tarefa mais divertida do seu dia, mas fazer essa etapa com cuidado pode ser decisivo para conseguir um seguro de carro mais em conta.

Detalhes como a quilometragem média de rodagem e quem faz uso do veículo no dia a dia fazem toda a diferença na hora de conseguir um melhor preço na apólice.

O mesmo vale para a hora da renovação do seguro. Por exemplo, se você passou a estacionar o carro em uma garagem e não mais na rua durante o trabalho, essa informação pode ajudar a diminuir o preço do seu seguro

Por isso, na hora de preencher as informações, fique de olho nos detalhes que podem fazer a diferença para você economizar.

Cabe ressaltar que prestar informações incorretas pode encarecer o seguro ou até impedir o pagamento de indenização. Por isso, vale a pena revisar o endereço, o perfil do motorista e a quilometragem média para garantir que esteja tudo certinho.

6. Mantenha o bônus e evite acionar o seguro sem necessidade

O bônus da seguradora reduz o valor do seguro e traz desconto a cada renovação sem sinistro. O ideal, portanto, é evitar acionar o seguro em casos insignificantes que prejudicariam a classe de bônus.

7. Mantenha o carro guardado na garagem sempre que possível

A região onde o carro fica estacionado por longos períodos influencia no valor do seguro. Carros guardados em garagem têm menor risco de roubo e, portanto, uma apólice de valor reduzido. Então, sempre que puder, mantenha seu carro protegido na garagem.

8. Dirija com cuidado para manter um bom histórico

Multas, acidentes e acionamentos frequentes do seguro aumentam o risco percebido pela seguradora e, consequentemente, o valor da apólice. Nesse sentido, manter um histórico limpo reduz o valor da apólice ao longo dos anos.

9. Pague à vista quando possível

As seguradoras costumam oferecer desconto no pagamento à vista. A dica aqui é comparar o valor total parcelado x o valor à vista antes de decidir a melhor opção para o seu caso. Muitas vezes, o parcelamento acaba não compensando se você dispuser do dinheiro para pagar à vista.

10. Atualize informações sempre que houver mudança no uso

Por fim, fique atento a eventuais alterações na rotina de uso do carro, uma vez que mudança de endereço, tipo de uso ou novos condutores são fatores que impactam o cálculo do seguro. Fazer a atualização e manter o cadastro correto evita cobranças maiores no futuro.

Como economizar no seguro do carro na prática

Como vimos, tem como economizar no seguro do carro adotando algumas medidas simples, como dirigir cuidadosamente, simular o valor do seguro em várias seguradoras, manter o cadastro atualizado, preencher o formulário atentamente e escolher a cobertura ideal para o seu perfil.  

Se você busca proteção para seu veículo, mas não quer estourar o orçamento, faça uma simulação na Suhai e obtenha uma cotação gratuita e personalizada!

Perguntas frequentes sobre como economizar no seguro do carro

E aí, ficou com alguma dúvida ainda? Então confira se ela está respondida abaixo!

O que deixa o seguro do carro mais barato?

Diversos fatores podem deixar o seguro do carro mais barato, entre eles uma cobertura adequada ao perfil do condutor, um bom histórico de direção, a comparação de várias cotações e o pagamento do seguro à vista.

Como ter desconto no seguro do carro?

Para obter desconto no seguro do carro, algumas estratégias comuns são: manter um bom histórico de condução, instalar dispositivos de segurança, guardar o carro na garagem, comparar diversas seguradoras e optar por franquias maiores.

Como baixar o valor do seguro?

Para baixar o valor do seguro do carro, as principais práticas são: escolher uma cobertura essencial, manter um bom histórico de direção, fazer uma cotação em várias seguradoras para comparar, entre outras.

Dia do Motociclista: como surgiu, quando e por que é comemorado?

Comemorado no dia 27 de julho, o dia do motociclista, como é popularmente conhecido, homenageia todos que vivem a rotina sobre duas rodas, seja por trabalho, lazer ou mobilidade. 

Reconhecida por lei, a data nasce da mesma paixão que sustenta a cultura no Brasil, marcada por diferentes histórias, estilos de pilotagem e formas de se relacionar com a moto.

Além disso, essa diversidade também traz debates antigos, como as diferenças entre motoqueiro e motociclista, porque essa data foi escolhida, qual a lei que determina ela e muito mais. Neste conteúdo você irá encontrar todas essas respostas! 

De onde vieram os termos motoqueiro e motociclista

Os termos motoqueiro e motociclista surgiram junto com a evolução da cultura da motocicleta no Brasil, ganhando significados diferentes conforme o uso do veículo se popularizou pela mobilidade urbana e pelo lazer. 

Nesse sentido, o termo “motoqueiro” começou a aparecer com força em campanhas e ações de comunicação que retratavam condutas de trânsito, o que acabou influenciando a percepção social do termo.

Já o termo “motociclista” passou a ser associado ao praticante que vive o motociclismo como estilo de vida, participando de grupos como motoclubes, eventos e rotinas sobre duas rodas. 

Com o tempo, as duas palavras seguiram caminhos distintos, mas ambas fazem parte da identidade de quem convive diariamente com a motocicleta.

Qual a diferença entre o motociclista e o motoqueiro?

De forma simples, o motoqueiro é aquele que utiliza a moto principalmente como ferramenta de trabalho no dia a dia, enquanto o motociclista é o piloto que usa a moto como um hobby para lazer ou estilo de vida. 

Mas, vale destacar que hoje esses limites são mais fluidos e é comum encontrar motoristas que se encaixam nos dois papéis.

Porque o dia 27 de julho é o dia do motociclista?

A escolha da data 27 de julho como do dia do motociclista é uma homenagem a Marcus Bernardi, motociclista e mecânico da Honda que faleceu em 1974. Dessa forma, a escolha do dia conecta a história do motociclismo brasileiro à memória de quem viveu intensamente sobre duas rodas.

Com o tempo, 27 de julho se tornou um símbolo para diferentes perfis de pilotos. Mas, foi só em 2024 que essa data ganhou reconhecimento nacional com a Lei 15.006/2024, que oficializou a celebração em todo o país, fazendo dela uma referência para valorizar quem usa o veículo em seu dia a dia. 

O que mudou com a Lei 15.006/2024

Com essa regulamentação, o dia do motociclista passou a ser oficialmente reconhecido em todo o Brasil. Com isso, a data ganhou mais visibilidade e abriu espaço para ações públicas voltadas à segurança, valorização da categoria e fortalecimento da história do dia do motociclista

Na prática, isso permite que órgãos públicos e entidades possam organizar campanhas de segurança no trânsito, ações educativas sobre pilotagem defensiva, eventos culturais ligados à cultura da motocicleta e programas de conscientização voltados à mobilidade urbana.

A oficialização também facilita que municípios e estados criem eventos oficiais, debates e atividades de valorização da categoria, fortalecendo a história do dia do motociclista e destacando o papel social e econômico dos motoristas

Como é celebrada a Semana Nacional do Motociclista

Antes de entender como é celebrada a Semana Nacional do Motociclista é importante saber que ela foi criada pela ABRAM em 2000 como uma extensão das comemorações do dia do motociclista. 

A proposta sempre foi dar mais visibilidade à cultura das duas rodas e promover encontros de motociclistas que fortalecem a união entre pilotos de diferentes perfis. 

Dessa forma, ao longo da semana, é comum em vários estados brasileiros que motoclubes, entidades e órgãos públicos organizem:

  • Eventos motociclísticos;
  • Confraternizações;
  • Passeios;
  • Ações educativas;
  • Campanhas de conscientização sobre segurança,
  • Atividades culturais ligadas ao motociclismo. 

Além disso, a semana acaba criando um grande ponto de encontro já que celebra a cultura da motocicleta, reforça práticas de segurança e aproxima motociclistas de diferentes regiões e estilos de vida.

Vale destacar que a ABRAM também instituiu o Prêmio ABRAM de Motociclismo, criado para reconhecer iniciativas, projetos e pessoas que contribuem para a comunidade motociclista. 

Cultura da motocicleta no Brasil

Como é de se imaginar, a cultura da motocicleta no Brasil mistura liberdade, mobilidade e, claro, a comunidade. Afinal, como já citamos, o motociclismo brasileiro é marcado por diferentes estilos de vida: quem pilota por necessidade, quem usa a moto como ferramenta de trabalho e quem a enxerga como parte da identidade. 

É por isso, que em cada região do país, a relação com as duas rodas muda. Do uso intenso nas cidades grandes, onde a mobilidade exige agilidade, às rotas de estrada que atraem grupos e viajantes.

E, no centro disso tudo, está a comunidade motociclista, que compartilha valores como solidariedade, companheirismo e respeito. Ou seja, é um mundo próprio, com eventos frequentes e uma dinâmica que vai muito além do deslocamento.

Motociclismo para lazer

No lazer, a moto representa liberdade e experiência conquistadas em viagens, passeios em grupo, trilhas, encontros e rotas clássicas. Aqui, o foco aqui está no prazer de pilotar e a sensação de pertencimento à cultura das duas rodas.

Motociclismo como profissão

O motociclismo como profissão é o mais comum que temos. Isso porque para muitos, a moto é parte central da rotina profissional e permite viabilizar entregas, fazer deslocamentos rápidos e atividades que dependem da mobilidade ágil. 

É importante ter em mente que esse uso exige técnica, cuidado e atenção constante ao trânsito, e muitas vezes regulamentação, reforçando o papel econômico do motociclismo no país.

Motoclubes e confraternizações

Por fim, temos os motoclubes que são parte histórica da comunidade motociclista. Esses grupos organizam confraternizações, ações sociais, eventos culturais e viagens que fortalecem vínculos entre pilotos. 

Dessa forma, se tornam espaços onde o motociclismo ganha forma coletiva e onde tradição e estilo de vida se encontram.

Como é o seguro para motos na Suhai

Na Suhai, oferecemos um seguro especial para proteger quem anda de moto a trabalho ou simplesmente por diversão no dia do motociclista e em todos os outros dias do ano. 

Disponibilizamos um pacote que viabiliza a contratação de uma apólice de acordo com o seu perfil, sem burocracia. 

Além da ampla aceitação, o seguro oferece: 

  • Indenização de até 100% da Tabela FIPE;
  • Zero franquia;
  • Atendimento humanizado 24h;
  • Serviços como guincho, chaveiro, troca de pneus, auxílio mecânico e transporte domiciliar.

Você também escolhe o nível de proteção que faz sentido para sua rotina, com valores especiais do seguro de moto. E, independentemente da cobertura, você pode escolher entre os planos de assistência para reforçar sua segurança na estrada.

Então, seja qual for o seu estilo, a Suhai facilita o acesso a um seguro completo e acessível! Quer rodar com mais segurança? Faça sua cotação agora!

Perguntas frequentes sobre dia do motociclista

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto:

Qual é o Dia Nacional do Motociclista?

O Dia Nacional do Motociclista é comemorado em 27 de julho, data oficializada pela Lei 15.006/2024 e dedicada a todos que vivem a rotina sobre duas rodas.

Quando foi criado o Dia do Motociclista?

A data foi criada oficialmente em oficial em 2024 com a Lei 15.006/2024, mas antes disso, já era celebrada em homenagem a Marcus Bernardi, falecido em 1974. 

Quem é o padroeiro dos motoqueiros?

Apesar de São Cristóvão ser o santo associado aos motoqueiros, é São Rafael Arcanjo que foi adotado por muitos grupos de motociclistas como padroeiro, por representar proteção e cuidado nos caminhos.

Motoclubes: o que são e como funcionam?

Algum dia, ao pegar a estrada, você reparou em grupos de motociclistas organizados, usando coletes e brasão de identificação? Pois então provavelmente você estava diante de membros de motoclubes!

Motoclubes são organizações formais de motociclistas unidos pelo interesse comum em motos, pela cultura e pelo estilo de vida. Eles surgiram como grupos que buscavam fortalecer laços com pessoas apaixonadas por motocicletas, sobretudo após a popularização desses veículos no pós-Segunda Guerra Mundial.

O que faz com que os motoclubes despertem tanta curiosidade é o fato de terem uma identidade visual forte, com direito a brasões, coletes e símbolos, e evocarem uma cultura de liberdade e rebeldia

Hoje, existem milhares de grupos registrados e reconhecidos por todo o país. Quer entender mais sobre eles? Então continue lendo este artigo e saiba tudo sobre motoclubes!

Afinal, o que são motoclubes?

Motoclubes são associações de motociclistas criadas para fomentar, de forma organizada, o interesse por motos e a cultura motociclística. Eles contam com regras internas, estatuto, hierarquia e rotinas coletivas, e, por isso, são diferentes de um simples grupo de motociclistas sem organização formal.

O motoclubismo tem uma ideologia a ser defendida, seja para fins lucrativos, sociais ou apenas para confraternização, e muitas boas histórias para contar.

Além disso, os motoclubes costumam ter atuação social, promovendo ajuda a instituições beneficentes, doação de cestas básicas e assistência comunitária.

Quais são os maiores motoclubes do Brasil?

Afinal, qual é o maior motoclube no Brasil? E o mais antigo? O primeiro motoclube brasileiro foi criado em 1927, na cidade do Rio de Janeiro, e recebeu o nome de Moto Club do Brasil. Foi, e ainda é, tão importante que sua história se confunde com a história do motociclismo no país.

Ele ainda está em atividade e é considerado o mais antigo de todos. No início, focava competições e passeios recreativos, o que refletia o crescimento do motociclismo no Brasil naquela época.​

Outro motoclube tradicional é o Motoclube de Campos, fundado em 1932 em Campos dos Goytacazes (RJ), que também está ativo até hoje.​

Entre os maiores e mais conhecidos atualmente está o Insanos Moto Clube, fundado em 1989 em São Paulo, que se tornou famoso por suas ações beneficentes.  

Outros dos maiores motoclubes do Brasil são o Abutre’s Moto Clube, com sede em São Paulo e filiais internacionais, e o Bodes do Asfalto, que conta com milhares de associados.​

A cultura dos motoclubes, como se vê, não é recente. Ela começou tímida, mas se expandiu bastante ao longo dos anos. Hoje, estima-se que existam mais de 4.000 motoclubes em atividade no Brasil.

Como funciona a hierarquia nos motoclubes

A hierarquia nos motoclubes é importante para elencar responsabilidades e funções e garantir a ordem e o funcionamento da organização. Entre as principais posições estão a de presidente, vice-presidente, secretário, prospect e full member.

Confira as funções de cada um deles:

  • Presidente: é o líder máximo do clube, aquele responsável por tomar decisões, representar externamente e coordenar as atividades e eventos;
  • Vice-presidente: auxilia o presidente e o substitui em sua ausência, e também pode atuar na política e parcerias com outros motoclubes;
  • Secretário: é responsável por manter registros, documentos, estatutos, correspondências e comunicação interna e externa;
  • Prospect: é o aspirante a membro pleno, ou seja, alguém que está em um período de avaliação no clube;
  • Full member: é um membro oficial do clube.

É possível galgar posições na hierarquia do motoclube, começando de um membro comum até, quem sabe, chegar à presidência. Pois é, tem como se tornar presidente de motoclube começando de baixo!

Outro ponto interessante é que as regras e os cargos podem variar entre diferentes motoclubes, pois cada um tem seu estatuto interno e suas próprias dinâmicas.

O significado do brasão e dos símbolos nos coletes

O brasão no colete dos motoclubes é um símbolo de identidade e tradição que representa o clube e seus integrantes.

Ele funciona como uma espécie de “bandeira” do motoclube, e é composto basicamente do logotipo, ou desenho que remete ao nome do clube, da sigla “MC” (de Motorcycle Club, que significa clube de motociclistas), da localidade e de outras referências que contextualizam sua história e seu território de atuação.

O colete com o brasão é uma marca de pertencimento e irmandade, e seu uso carrega uma forte responsabilidade e orgulho dentro da cultura motociclística.​

A sigla “MC” é quase universal e identifica que o grupo é um motoclube formal, diferenciado de motogrupos (MG), e facilita a identificação entre motociclistas em todo o mundo.

O mais curioso é que não é qualquer membro que está à altura de andar com um brasão do grupo. Para isso, é necessário:

  • Ser um piloto responsável;
  • Seguir os princípios de irmandade estabelecidos por cada associação.

Há uma história interessante a respeito do número 13, que tem um significado especial para os Abutre’s MC, um dos maiores motoclubes do Brasil. Embora na cultura geral o número 13 seja associado a azar, para o grupo, é visto como símbolo de sorte e identidade única.

O número 13 está ligado à trajetória, ao reconhecimento e à tradição desse tradicional clube, e seu uso nos coletes acaba fortalecendo o sentimento de união e orgulho dos abutres.

Leia também | Qual é a melhor roupa para andar de moto? Saiba como avaliar

A relação entre motoclubes e o cinema

O cinema ajudou a imortalizar a cultura dos motoclubes. Um dos exemplos mais famosos é o filme “The Wild One (O Selvagem)”, de 1953, protagonizado por Marlon Brando. Na história, Brando lidera uma gangue de motoqueiros em busca de aventura e confusão, o que acabou gerando uma imagem distorcida.

Essa visão controversa dos motoclubes só começa a mudar a partir da década de 1960, quando longas como “Easy Rider”, estrelado por Dennis Hopper e Peter Fonda, passam a usar da linguagem cinematográfica para abordar os motoclubes de uma maneira engajada, romântica e ideológica.

Na época, esse longa teve grande repercussão, principalmente por conta da trilha sonora encabeçada pelo clássico do rock “Born To Be Wild”.

Ações sociais realizadas pelos motoclubes

A vontade de contribuir para um mundo melhor também faz parte dos encontros de motoclube. Por isso, não é difícil que esses grupos desenvolvam projetos sociais direcionados às entidades carentes, ao esporte, entre outros temas.

Um dos motoclubes brasileiros mais famosos é a Irmandade Bodes do Asfalto. Internacionalmente, o destaque entre os motoclubes americanos é o Hell Angels, considerado também o maior motoclube do mundo.

Como entrar para um motoclube

Se você está se perguntando como entrar para um motoclube ou até mesmo como criar um motoclube, nós podemos dar uma ajuda. Para entrar em um motoclube, geralmente existe um processo estruturado que visa garantir que o novo membro compartilhe dos valores do grupo.

As etapas típicas para o ingresso em um motoclube são:

  • Aproximação por amizade: inicialmente, o interessado precisa criar laços com os membros, participando de encontros informais, rodas de conversa e eventos sociais promovidos pelo motoclube. Isso cria uma base de confiança e reconhecimento da pessoa pelo grupo;
  • Participação em eventos: frequentar passeios, encontros e atividades do motoclube é indispensável para mostrar interesse genuíno e integração ao estilo de vida promovido pelo clube;
  • Provas de convivência: os candidatos passam por um período de avaliação prática no qual precisam cumprir regras, demonstrar respeito às normas internas, agir com responsabilidade e provar lealdade ao grupo.

É importante ressaltar que motoclubes sérios dão grande importância à ética, à camaradagem e à presença constante do candidato, pois isso reforça a confiança e o comprometimento necessários para a irmandade.

Muitas vezes, nesse processo, mitos são criados a partir de estereótipos, como rituais de iniciação perigosos ou exclusão arbitrária. Mas isso não é o que encontramos na realidade.

Leia também | Como funciona seguro de moto? 8 perguntas e respostas mais comuns

A força dos motoclubes e a proteção da sua moto com a Suhai

Como vimos, o papel que os motoclubes desempenham para o fomento da cultura motociclística no Brasil é inegável. São entidades que unem tradição, companheirismo e responsabilidade social, e vêm se espalhando cada vez mais pelo país.

Se você faz parte de algum motoclube, lembre-se: é muito melhor participar de projetos como esse sem se preocupar com imprevistos com a moto

Proteger sua moto é importante, sobretudo, para membros de motoclubes, que participam de encontros, viagens e eventos frequentemente, e estão expostos a mais riscos.

A Suhai oferece um seguro de furto e roubo com aceitação para qualquer tipo de moto, com assistência 24h em todo país, preço até 60% mais barato que os da concorrência e inúmeras outras vantagens!

Faça agora uma cotação gratuita com a Suhai e garanta que suas aventuras em duas rodas sejam muito mais seguras e tranquilas!

Perguntas frequentes sobre motoclubes

Após concluir a leitura você ainda ficou com alguma dúvida a respeito de motoclubes? Então confira se ela está respondida a seguir.

Quais são os motoclubes mais antigos do Brasil?

Os motoclubes mais antigos do Brasil são o Moto Club do Brasil e o Motoclube de Campos, ambos criados no estado do Rio de Janeiro.

Qual é o motoclube mais famoso do mundo?

O motoclube mais famoso do mundo é o Hells Angels Motorcycle Club, fundado em 1948 na Califórnia, Estados Unidos.

Qual é o maior motoclube do mundo em 2025?

Um dos maiores motoclubes do mundo em 2025 é o Hells Angels, e, no Brasil, o Insanos MC é um forte candidato também.

Motos tunadas: como personalizar dentro das regras e manter a proteção

Muito mais do que uma simples modificação estética ou funcional, as motos tunadas materializam a personalidade dos seus pilotos no momento em que são customizadas com novas peças e novos acessórios.

No processo de tuning de uma moto, as características originais são alteradas, por isso é importante estar atento às regras estabelecidas pelo Contran, sobre o que pode ou não ser modificado, e pelo Detran, que fiscaliza, registra e valida as alterações.

É importante saber que mesmo modificadas, as motos precisam de cobertura e proteção para o dia a dia, e que existem empresas que aceitam perfis que as seguradoras tradicionais recusam, como acontece com os veículos modificados. 

Para entender melhor sobre o assunto, continue a leitura.

Leia também | Personalizar moto: tudo o que você precisa saber para customizar com segurança e economia

O que é uma moto tunada?

Uma moto customizada, ou tunada, é aquela que recebeu modificações de fábrica, sejam elas visuais, funcionais ou de performance, no motor, escapamento, iluminação, pintura, guidão ou até mesmo na estrutura.

O limite das alterações permitidas depende das especificações originais da motocicleta e, mesmo dentro das regras, podem fazer com que a moto perca a sua garantia, caso ainda tenha. 

Por isso, é preciso se atentar aos limites legais estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

É permitido customizar moto?

A customização de moto é permitida no Brasil, desde que siga as normas do Contran. 

Pequenas alterações estéticas, como adesivos, manoplas, capa de banco ou pintura simples, que não alterem as características do veículo, são liberadas e não precisam de autorização. Já mudanças que afetam estrutura, potência, iluminação ou escapamento exigem autorização do Detran e posterior vistoria.

Quando o motociclista faz alterações que fogem das regras, a moto pode ser retida até regularização, além de gerar multa. Por isso, quem quer personalizar precisa entender quais são as modificações permitidas para circular sem dor de cabeça.

Regras para motos tunadas

Para personalizar a sua moto, mas sem infringir a legislação, é preciso conhecer o artigo 98 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que estabelece que qualquer alteração nas características do veículo deve estar de acordo com as diretrizes do Contran e fiscalizadas pelo Detran.

Confira quais são as modificações permitidas:

  • Alterações estéticas leves, como adesivos, envelopamento parcial, manoplas, punhos, capas e pequenos detalhes visuais;
  • Pintura completa, desde que comunicada ao Detran para atualizar o documento;
  • Troca de retrovisores, desde que mantenham área mínima de visibilidade exigida pelo Contran;
  • Troca de setas e lanternas, permitidas somente se forem na cor correta e certificadas;
  • Escapamentos esportivos homologados, desde que respeitem limites de ruído definidos pelo Contran;
  • Mudança de guidão, desde que não comprometa direção, largura ou segurança;
  • Acessórios extras, como sliders, protetores, suportes, desde que não ofereçam risco a terceiros.

Já as modificações proibidas são:

  • Alterações estruturais, como modificar o chassi;
  • Alterar a potência do motor, como mexer no cilindro e instalar turbo;
  • Remover ou substituir escapamento por modelos sem abafador;
  • Iluminação irregular, como luzes azuis, vermelhas, roxas e LED sem certificação;
  • Alterar a altura do assento ou suspensão;
  • Circular sem retrovisores ou com modelos que não atendem à área mínima de visão;
  • Modificar posição ou tamanho da placa;
  • Setas em LED sem homologação, setas muito pequenas ou com cores fora do padrão.

Após tanto investimento de tempo e dinheiro na sua motocicleta, é indispensável garantir a sua proteção. E a boa notícia é que, ao contrário das seguradoras tradicionais, a Suhai aceita motos customizadas, e oferece diferentes tipos de proteção, com planos até 60% mais acessíveis do que o mercado. 

Principais itens que os motociclistas alteram na personalização

Geralmente, quem escolhe tunar uma moto está em busca de mais potência, segurança, beleza ou mesmo um toque mais esportivo. Mas atenção, é preciso cuidado com as mudanças radicais, já que, quando mal realizadas, podem comprometer o bom funcionamento do veículo, ou até mesmo danificá-lo. 

Alguns dos itens mais buscados pelos motociclistas na hora de personalizar são:

  • Escapamento esportivo: pode alterar a resposta do motor. A modificação vale se estiver dentro do limite de ruído do Contran;
  • Rodas: rodas fora do padrão original podem mudar estabilidade. Autoriza-se a mudança por modelos equivalentes, mantendo medidas compatíveis;
  • Pneus modificados/largos: podem afetar o torque, a velocidade final e principalmente a dirigibilidade em curvas. Devem respeitar as medidas permitidas pelo fabricante;
  • Faróis LED: melhora iluminação, mas modelos irregulares causam ofuscamento. Só são permitidos LEDs homologados;
  • Pintura alternativa: é uma customização estética. Envelopamento parcial é livre, mas é preciso comunicar ao Detran e registrar caso faça a pintura completa ou uma mudança de cor;
  • Banco: alterar formato pode mudar posição de pilotagem e equilíbrio e prejudicar o controle da moto. Pequenas modificações são aceitas, já mudanças que afetem altura do assento precisam de autorização;
  • Guidão: alterar altura/ largura muda muito a ergonomia e o controle da moto. Modificações podem ser feitas desde que não ultrapassem as dimensões máximas e não dificultem a condução;
  • Performance: qualquer ganho artificial de potência muda a resposta do motor e pode sobrecarregar freios e suspensão. Aumentar potência, trocar cilindro, remap agressivo ou instalar turbo exige laudo, autorização e vistoria.

Como legalizar uma moto tunada no Detran

Para rodar tranquilamente com sua moto modificada, é preciso seguir os passos de legalização de moto modificada junto ao DETRAN. São eles:

  1. Levar o projeto ao DETRAN antes de iniciar a alteração e solicitar autorização prévia;
  2. Obter a liberação formal para as modificações pretendidas;
  3. Realizar as alterações em oficina de confiança, sempre utilizando peças dentro das normas;
  4. Agendar a vistoria de moto modificada para verificar se o veículo atende às exigências;
  5. Emitir o Certificado de Segurança Veicular (CSV), documento que comprova que a customização ocorreu dentro da lei;
  6. Atualizar o documento do veículo.

Modificações em escapamento, rodas, sistema de iluminação, cor e até pintura completa exigem atualização na documentação da moto customizada. O não cumprimento das regras do DETRAN para moto customizada pode gerar multas, pontos na CNH e a retenção do veículo.

Motos tunadas também precisam de proteção

Agora que você entendeu como personalizar motos tunadas seguindo as regras, é muito importante saber como manter o seu veículo protegido para não acabar jogando o seu dinheiro fora.

E, ao contrário das seguradoras tradicionais que não aceitam motos modificadas, fique tranquilo: a Suhai é a seguradora que diz SIM para você, e surgiu para atender clientes que têm seus veículos recusados por outras empresas, seja qual for a marca, ano, modelo ou utilização. 

Além disso, o seguro Suhai tem cobertura em todo o território nacional, processo de contratação simplificado e condições flexíveis para diferentes perfis de motociclistas. 

Faça sua cotação e proteja sua moto personalizada com a Suhai! 

Perguntas frequentes sobre motos tunadas

Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Então, confira as respostas para as perguntas mais comuns a seguir.

É permitido customizar moto?

Sim, é permitido, basta seguir as normas do Contran.

É crime modificar o motor da moto?

Não é crime, mas é infração grave modificar o motor para alterar potência ou cilindrada sem autorização e registro no Detran. Além de correr o risco de retenção da moto, pode gerar multa e a moto só voltar a rodar depois de regularizada.

É permitido legalizar LED?

Sim, se o kit estiver homologado e for compatível com o conjunto óptico da moto.

Quais são as motos mais roubadas do Brasil? Confira a lista atualizada e como se proteger

Você sabia que conhecer quais são as motos mais roubadas pode ajudar os  motociclistas a tomarem decisões mais seguras? Isso mesmo. Seja na compra, no uso diário ou na escolha do seguro ideal para moto

Nesse sentido, é importante ficar de olho nos rankings que aparecem todos os anos porque eles refletem o comportamento do mercado e das quadrilhas: modelos populares, fáceis de revender e muito presentes nas ruas acabam se tornando alvos frequentes. 

Então, entender esse cenário é uma forma de se prevenir e, também, fazer escolhas mais seguras. 

Neste conteúdo, você vai saber quais são as motos mais roubadas no Brasil, os motivos e como fazer para reduzir o risco de roubo ou furto. Vamos lá?

Quais são as motos mais visadas pelos ladrões?

Segundo os rankings brasileiros, as motos mais visadas podem mudar conforme a região, mas seguem um padrão conhecido. Modelos populares, muito usados no dia a dia e com ampla circulação são as que acabam aparecendo com mais frequência nas estatísticas de roubo de moto. 

Os modelos abaixo são os principais em ocorrências de roubo e furto, indicando quais motos estão mais expostas e exigem atenção redobrada em termos de proteção, segurança e prevenção. Confira!

PosiçãoSão PauloRio de Janeiro
Honda CG 160Honda CG 160
Honda CG 150Honda Biz
Yamaha Fazer 250Honda Pop 110i
Yamaha XTZ 250Honda NXR 160 Bros
Honda XRE 300Mottu Sport 110i
Honda PCX 150Honda CB 300F
Honda CBX 250 TwisterYamaha Factor 150
Honda CG 125Honda PCX 160
Honda NXR 160 BrosHonda XRE 300
10ºYamaha NMAX 160Yamaha Fazer 250

Já considerando um cenário nacional de motos furtadas, o ranking e a porcentagem de ocorrências no país são:

PosiçãoModeloNúmero de ocorrências
CG 160 Fan/Flex17,4%
CG 160 Start9,8%
PCX 150/1608,6%
NMAX 1607,3%
XTZ 250 Lander6,5%
XTZ 150 Crosser S/Z5,1%
CB 300F Twister/Flex4,8%
CB 500X3,9%
CB 600F Hornet3,5%
10ºYBR 150 Factor ED/Flex2,9%

Esse cenário do ranking de motos roubadas no país reforça a concentração de roubos em linhas CG, scooters e motos utilitárias, que combinam alta circulação, peças valorizadas no mercado paralelo e uso profissional, além de marcas conhecidas como Honda e Yamaha, fatores que aumentam a atratividade para criminosos.

A seguir, confira as motos mais roubadas dessas marcas.

Motos mais visadas da Honda

Os modelos de motos Honda populares que aparecem entre as motos mais roubadas não são necessariamente os mais novos, mas seguem muito procurados por serem populares no dia a dia e terem peças fáceis de revender. 

Dessa forma, essa combinação de fatores mantém esses modelos entre os mais visados ano após ano. Entre eles, estão:

  • Honda Biz;
  • Honda CG 160;
  • Honda CG 150;
  • Honda XRE 300;
  • Honda PCX 150;
  • Honda CG 125;
  • Honda Pop 110i;
  • Honda CB 300F;
  • Honda PCX 160;
  • Honda XRE 300;
  • Honda NXR 160 Bros;
  • Honda CBX 250 Twister.

Motos mais roubadas da Yamaha

Mesmo com uma frota menor em circulação em comparação à Honda, alguns modelos da Yamaha continuam aparecendo com frequência nas estatísticas de roubo. As motos de baixa cilindrada, justamente as mais usadas no dia a dia, por exemplo, seguem entre as motos Yamaha mais visadas. Confira:

  • Yamaha Fazer 250;
  • Yamaha XTZ 250;
  • Yamaha Nmax 160;
  • Yamaha Factor 150;
  • Yamaha Fazer 250.

Vale destacar que outras marcas também aparecem nos levantamentos, mas como as motos Yamaha mais populares circulam em maior volume que opções premium, é natural que elas apareçam com mais destaque nas listas de principais modelos Yamaha visadas para roubo.

Por que algumas motos são mais visadas

De forma geral, os modelos aceitos pelo público também costumam ser aceitos pelos ladrões, por isso, algumas motos se tornam naturalmente mais visadas que outras.

E, apesar de existirem inúmeros motivos que levam as motos serem roubadas, algumas motocicletas entram no topo das estatísticas por motivos bem práticos.

Um deles é o volume em circulação, quanto mais um modelo aparece nas ruas, maior a chance de ele surgir nas ocorrências de roubo. 

Outro ponto é o mercado de peças, já que modelos com manutenção barata e componentes fáceis de revender acabam despertando mais interesse no mercado paralelo, um dos principais motivos de roubo de moto hoje.

Além disso, muitas motos populares têm excelente custo-benefício e são usadas para trabalho, aumentando a presença delas nas cidades e, por consequência, o risco de roubo de moto

Como reduzir o risco de roubo ou furto

A opção de evitar a compra de um modelo muito visado por criminosos, pode até ser a solução mais óbvia, mas não faz sentido abrir mão da moto que você quer por causa da ação de terceiros. 

Por isso, o foco deve estar nos cuidados do dia a dia, que parecem simples, mas que ajudam na prevenção de roubo de moto. Nesse sentido, as dicas de segurança para moto indicadas são:

  • Evite deixar a moto na rua, principalmente por longos períodos;
  • Prefira estacionamentos de confiança, com controle de acesso;
  • Ruas vazias à noite aumentam o risco, então escolha caminhos mais movimentados sempre que possível;
  • Se não tiver alternativa e precisar deixar a moto na rua, use travas e cadeados;
  • Considere instalar alarme ou outro recurso antifurto.

E, claro, existe o ponto que realmente faz diferença: ter um bom seguro. Ele funciona como a camada de proteção que nenhum cadeado garante. 

Na hora de comparar opções, busque uma cobertura que faça sentido para o seu uso. Ou seja, nada de pagar por serviços que você não vai utilizar. Assim você reduz as chances de perda e aumenta sua proteção como motociclista de forma realista.

Como um seguro ajuda nesse cenário

Quando falamos de motos mais roubadas, o que realmente faz a diferença é ter um seguro para moto. Independentemente do modelo, essa é uma camada de proteção que ajuda quando o imprevisto acontece e garante que você não fique totalmente vulnerável caso sua moto seja levada.

E, nesse ponto, entra um diferencial importante. Nem toda seguradora para moto aceita modelos populares, motos usadas para trabalho ou veículos mais antigos. 

A Suhai, por outro lado, trabalha com cobertura personalizada para roubo e furto e tem aceitação ampla, incluindo modelos que costumam ter mais dificuldade de aprovação no mercado. Isso permite proteger motocicletas que outras empresas não costumam atender.

Além disso, a nossa cotação é rápida e direta, facilitando a análise do que faz sentido para o seu perfil, sem incluir serviços que você não precisa. Ou seja, a opção ideal para quem precisa de proteção para moto sem burocracia.

Sua moto protegida com a Suhai

Depois de entender quais são as motos mais roubadas e por que alguns modelos acabam sendo mais visados, fica claro que a proteção não pode depender só de cuidados no dia a dia. 

Independentemente de qual moto você usa, ter um seguro para moto que realmente cubra o que importa faz total diferença quando o imprevisto acontece.

Aqui, na Suhai, você encontra proteção para moto sem burocracia e com coberturas essenciais contra roubo e furto, perda total, terceiros e assistência 24h no Brasil. Além disso, o valor do seguro de moto pode ficar até 60% mais barato que em seguradoras tradicionais, uma forma prática de manter sua rotina sem comprometer o orçamento.

O melhor? Você continua rodando tranquilo sabendo que, se algo acontecer, sua indenização pode chegar a 100% da Tabela FIPE e o processo é rápido, direto e sem surpresas.

Quer saber quanto custa um seguro personalizado para as suas necessidades? Faça uma cotação gratuita e sem compromisso pelo site e veja a melhor opção para o seu dia a dia!

Perguntas frequentes sobre motos mais roubadas

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre este assunto:

Quais são as 10 motos mais roubadas no Rio de Janeiro?

No Rio, o topo da lista fica com Honda CG 160, seguida por Honda Biz, Honda Pop 110i, Honda NXR 160 Bros, Mottu Sport 110i, Honda CB 300F, Yamaha Factor 150, Honda PCX 160, Honda XRE 300 e Yamaha Fazer 250.

Qual a moto menos visada pelos ladrões?

Os modelos de baixa circulação e pouco usados no dia a dia, principalmente motos premium de nicho, costumam ser os menos visadas. Como não têm grande demanda de peças, acabam ficando fora do radar das quadrilhas.

Qual é a moto mais roubada hoje?

No cenário nacional, a moto mais roubada atualmente é a Honda CG 160 Fan/Flex, que lidera o ranking e aparece em mais de 17% das ocorrências.

Simulação de seguro de moto: passo a passo para fazer a sua

Para ter mais controle sobre o que você vai contratar, a simulação de seguro de moto é o primeiro passo para isso. Afinal, é com essa ferramenta que você pode entender quanto vai pagar, quais coberturas fazem sentido e como personalizar a proteção do veículo.

Tudo isso pode ser feito online, inclusive, em poucos minutos e sem complicações. É só preencher alguns dados básicos do condutor, da moto e do local onde ela costuma pernoitar e você recebe um panorama de valores e possibilidades.

Vamos ver como funciona e, ao final, você poderá fazer uma cotação do seguro de moto de forma rápida e sem burocracia com a Suhai Seguradora. Confira!

Simular seguro de moto online é mais simples do que parece

Com um bom simulador de seguro, como o da Suhai, você só precisa informar alguns dados e já consegue visualizar o preço do seguro de moto, as coberturas disponíveis e o orçamento mais adequado ao seu perfil.

E isso pode ser feito de forma bem prática, quer ver só? Após acessar a página da seguradora, preencha o formulário incluindo dados como CEP de pernoite do veículo, o seu perfil como condutor e algumas características da moto, como modelo, ano, cilindrada e uso diário.

Mas atenção, use dados reais e verdadeiros porque as respostas influenciam no valor do seguro. Erros ou omissões podem alterar preços ou gerar problemas futuros em caso de sinistro.

Com tudo preenchido, o sistema cruza os dados, verifica riscos, calcula a cobertura para moto e apresenta uma proposta personalizada.

Ou seja, em poucos minutos você conhece as condições para proteger o seu veículo. Confira em detalhes:

Como fazer a simulação do seguro de moto

Fazer uma cotação de moto online é simples quando você sabe exatamente o que informar. O processo dura poucos minutos e ajuda a entender qual orçamento de seguro online faz sentido para o seu perfil. Aprenda com o passo a passo abaixo.

  1.  Acesse o site da seguradora

    Entre na página oficial do simulador. É nele que você vai preencher o formulário do seguro e acompanhar o cálculo em tempo real.

  2.  Informe seus dados pessoais

    Nome, CPF, data de nascimento e informações básicas do condutor fazem parte da simulação de seguro motocicleta. Esses dados ajudam a seguradora a entender o seu perfil de risco.

  3. Preencha as informações da moto

    Aqui entram os dados da moto, como modelo, ano, cilindrada, placa, quilometragem e estado de conservação. Quanto mais preciso você for, mais fiel será o resultado da simulação.

  4. Indique o uso do veículo

    Diga se a moto é usada para lazer, trabalho, deslocamentos diários ou entregas. Cada uso influencia o valor final da cotação e a escolha da cobertura ideal.

  5. Informe o CEP de pernoite

    O local onde a moto costuma ficar estacionada durante a noite impacta a análise de risco. Preencher esse campo corretamente evita distorções no cálculo.

  6. Revise tudo e finalize

    Antes de enviar, revise cada detalhe. Erros simples, como digitar um número errado ou omitir informações, podem alterar o valor ou até gerar inconsistências futuras.

Onde simular um seguro de moto?

Existem vários canais para a simulação do melhor seguro, como seguradoras, corretoras independentes, aplicativos e plataformas de comparação. No entanto, nem todos oferecem uma experiência completa, com preços transparentes ou aceitação ampla de modelos.

Por outro lado, na Suhai, você encontra uma simulação rápida, online e totalmente gratuita. Só informe alguns dados básicos do condutor, da moto e do CEP de pernoite, e o sistema apresenta uma análise personalizada em minutos.

O processo é todo pensado para quem gosta de resolver as coisas com praticidade.

Outro ponto importante é a alta aceitação. A Suhai costuma atender motos que outras seguradoras rejeitam, incluindo:

Além disso, o atendimento é todo voltado para tirar dúvidas sem complicar o processo. Por isso, se você busca uma experiência que realmente respeita a realidade do motociclista, a Suhai é um dos melhores lugares para a simulação do seguro de moto.

O que influencia o preço na simulação do seguro de moto

O valor do seguro de moto varia bastante porque cada motociclista tem um perfil e uma forma de usar o veículo. E a cotação personalizada é importante porque considera esses fatores do seguro que afetam o resultado. Veja os principais:

  • Modelo, ano e cilindrada da moto: motos de baixa cilindrada tendem a ter seguros mais acessíveis, enquanto modelos esportivos ou de alta performance tendem a ter valores mais altos. Veículos antigos também podem exigir uma análise especial;
  • Perfil do condutor: idade, tempo de habilitação e histórico de uso influenciam o cálculo. Cada perfil de motociclista gera um nível diferente de risco, e isso reflete no preço do seguro de moto;
  • Região onde circula e dorme: locais com elevados índices de roubos e furtos impactam o valor da simulação. Por isso, o CEP de pernoite é tão importante;
  • Finalidade de uso: a moto é usada para lazer? Trabalho? Entregas? Cada cenário muda o risco de exposição. Motos utilizadas para delivery, por exemplo, podem ter preços diferentes das usadas apenas para deslocamentos diários.

Seguro de moto online é na Suhai

A Suhai é especialista em seguro para motos e entende, de verdade, as necessidades de quem vive sobre duas rodas. Aqui, você encontra proteção acessível, personalizada e pensada para diferentes estilos de vida.

Como a sua seguradora do SIM, líder em seguro de moto há mais de 10 anos, a Suhai nasceu para atender justamente quem costuma ser recusado nas seguradoras tradicionais. Aceitamos motos de todos os tipos: novas ou antigas, baixa ou alta cilindrada, clássicas, tunadas, de coleção, de estimação ou de trabalho.

Além do processo simples e sem burocracia, somos especialistas em um atendimento humanizado, além de oferecer assistência 24h em todo o país, oficinas credenciadas em todos os estados e mais de 30 mil corretores cadastrados.

Se surgir qualquer dúvida no preenchimento da simulação, um corretor Suhai pode te ajudar a revisar os dados e contratar tudo sem erros, tá?

Segurança, preços justos e aceitação ampla: só a Suhai entrega esse pacote.

Acesse a cotação online da Suhai e faça a simulação de seguro de moto online, personalizada e 100% digital. É simples, transparente e do jeito que você precisa.

Qual o valor médio do seguro de moto?

O preço do seguro de moto varia conforme o modelo, a cilindrada, o ano de uso e a região. Nas médias mais recentes, dá para ter uma noção bem realista do preço:

  • Motos até 160 cc, Honda Pop, Honda Biz, Yamaha YBR, NEO e similares, e costumam apresentar valores médios entre R$ 450 e R$ 900;
  • Motos acima de 5 anos de uso geralmente têm seguros mais acessíveis. Os valores médios variam de R$ 360 a R$ 700, dependendo do modelo e da região;
  • Motos esportivas ou de alta cilindrada naturalmente entram numa faixa mais cara, já que o risco e o custo de reposição são maiores. O valor costuma superar facilmente R$ 1.000, mas a média varia caso a caso.

No fim, cada moto tem um perfil de risco diferente. Por isso, na Suhai, o valor final só é confirmado após a simulação personalizada, que considera o seu modelo, sua região e o uso da moto no dia a dia.

Faça agora mesmo sua simulação de seguro de moto com a Suhai

A simulação de seguro de moto te ajuda a entender quanto você vai pagar e quais coberturas fazem sentido para o seu cotidiano. Na Suhai, com  poucos cliques, você recebe valores personalizados, não estimativas genéricas, e pode comparar com calma.

A Suhai facilita tudo! O processo é simples, transparente e funciona mesmo para motos que muitas seguradoras não aceitam, como modelos de baixa cilindrada, motos mais antigas ou usadas no dia a dia urbano.

É a forma mais segura de decidir com base no seu bolso e no seu estilo de condução.

Se quiser ver agora quanto ficaria o seguro da sua moto, faça a simulação gratuita e sem compromisso!

Perguntas frequentes sobre seguro de moto simulação

Tire suas dúvidas sobre a simulação de seguro de moto nas perguntas e respostas abaixo.

Qual é o seguro de moto mais barato?

Geralmente, os seguros de motos de baixa cilindrada, como Pop, Biz, YBR, NEO e equivalentes, têm os valores mais baixos. O preço final, porém, só é confirmado após a simulação, que considera modelo, região e perfil do uso.

Como calcular o valor do seguro?

O cálculo leva em conta fatores como modelo, ano, cilindrada, região do condutor e histórico de uso. Por isso, a simulação personalizada é a forma mais exata de saber o preço real.

Qual seguradora é boa para moto?

A Suhai é uma das mais procuradas porque aceita praticamente todos os tipos de moto, oferece processo simples e preços competitivos, principalmente para motos que outras seguradoras costumam recusar.

Viagem de moto: tudo o que você precisa saber para pegar a estrada com segurança

Quando o assunto é viagem de moto não existe falsa modéstia: é um dos maiores prazeres da vida, com paisagens encantadoras, novos destinos, sensação de liberdade e emoção em cada quilômetro rodado.

Mas, para aproveitar tudo isso de verdade, responsabilidade e segurança precisam vir em primeiro lugar. Sem planejamento adequado, manutenção da moto em dia e um seguro confiável, até a melhor rota pode se transformar em dor de cabeça, e é isso que você evita quando se prepara antes de pegar a estrada.

Continue a leitura para entender como viajar com segurança.

O que não pode faltar na viagem de moto?

Um dos pontos mais importantes é o planejamento da viagem de moto, incluindo análise do tempo, rota, clima e pontos de descanso. Uma boa dica é utilizar aplicativos de mapas e previsão do tempo para que o planejamento de uma viagem longa seja o mais assertivo possível.

Veja abaixo alguns pontos que não podem faltar nesse planejamento: 

1. Defina o itinerário da sua viagem de moto

Antes de qualquer coisa é preciso definir o roteiro da viagem de moto: qual é o destino? Quanto tempo você prevê que ficará na estrada? Quantos km serão percorridos na viagem?

Sendo assim, na hora de montar o seu planejamento de rota, considere:

  • Distância diária rodada;
  • Paradas estratégicas para descanso, alimentação e hidratação;
  • Pontos turísticos para visitar ao longo do caminho;
  • Cidades de apoio e hospedagens disponíveis.

Outro ponto importante é verificar como estará o tempo nos dias que você estiver na estrada. Dias mais chuvosos pedem maior atenção e maior tempo de parada, por exemplo.

E falando em parada, faça, no mínimo uma pausa a cada duas horas, para tomar água, comer algo, ir ao banheiro, esticar as pernas ou qualquer outra atividade que precisar realizar.

Quantos km dá para viajar de moto por dia?

Em média, é  possível rodar de 300 a 500 km por dia dependendo das condições climáticas do dia, da moto e do motorista.

2. Use o mapa offline do Google Maps

Para evitar de passar em locais que não têm sinal de internet, trace o seu itinerário antes de partir e você poderá conferir o seu mapa offline. Também é possível utilizar aplicativos alternativos como Waze e Maps.me para se localizar.

Uma dica importante é se lembrar sempre de levar um carregador portátil e suporte para celular.

Veja como fazer o download do app:

  • Abra o aplicativo do Google Maps;
  • Verifique se você está conectado à Internet e se fez login no Google Maps;
  • Procure um lugar, por exemplo, São Paulo;
  • No canto inferior, toque no nome ou no endereço do lugar. Se você procura um lugar como um restaurante, toque em Mais;
  • Selecione Download.

No caso de Android, você pode salvar em um cartão SD. Confira como fazer:

  • Insira um cartão SD no seu smartphone ou tablet;
  • Abra o aplicativo do Google Maps;
  • No canto superior esquerdo, toque no Menu Áreas off-line;
  • No canto superior direito, toque em Configurações;
  • Em “Preferências de armazenamento”, toque em Dispositivo Cartão SD.

Como usar áreas off-line:

Depois de fazer o download de uma área, use o aplicativo do Google Maps normalmente. Se a conexão com a Internet estiver lenta ou indisponível, um relâmpago será exibido, e o Google Maps usará suas áreas off-line para mostrar rotas.

3. Faça um checklist do que levar em uma viagem de moto

Seja uma viagem de moto curta ou longa, ter um checklist é indispensável para não esquecer nada para trás. Veja os itens que não podem faltar na sua bagagem:

  • Elástico extra para bagagem;
  • Lanterna pequena;
  • Kit de ferramentas;
  • Kit de primeiros socorros;
  • Documentos;
  • Chave reserva;
  • Spray selante;
  • Roupa impermeável;
  • Capa de chuva;
  • Pequeno frasco tipo dosador com óleo de motor para lubrificar a corrente;
  • Jaqueta e botas de motociclista;
  • Capacete;
  • Luvas de couro sem forro, que absorvem o suor e mantêm as mãos na temperatura adequada;
  • Garrafa térmica de água;
  • Trava da moto.

E aqui vai um alerta: o seu capacete é o item de segurança mais importante para a sua viagem, mas ele tem vida útil e, portanto, precisa estar em boas condições para que, de fato, cumpra o seu papel de proteção. 

Confira o vídeo sobre o assunto:

4. Revise a moto: passo indispensável antes de viajar

É sempre recomendável procurar um mecânico antes de viajar para ter certeza de que a sua moto está em boas condições. Os principais pontos analisados são:

Certifique-se também de que o kit de relação formado pela corrente, coroa e pinhão, que transmite a força do motor para a roda traseira, esteja em bom estado. Veja se a corrente está esticada e sem folga, em alguns casos é melhor trocá-la por uma nova.

Atenção aos pneus

Dificilmente haverá espaço para que você possa levar um pneu extra, como acontece com os motoristas de carros, por isso uma dica importante é trocar o seu pneu antes de viajar, principalmente se ele estiver desgastado ou careca.

Viajar com um pneu novo é uma forma de evitar problemas durante o trajeto. Imagine que você está indo para um destino curto, de 3h às 5h, o pneu fura e você não encontra um modelo compatível com a sua moto?

E lembre-se, faça a calibragem correta conforme manual da moto para garantir segurança e bom desempenho na pilotagem. Pneus calibrados de forma inadequada comprometem a estabilidade, aumentam o risco de derrapagens e dificultam manobras, principalmente em curvas ou em piso molhado.

5. Contrate um seguro antes de começar a viagem de moto

Certamente, em algum momento durante a viagem você vai precisar fazer uma parada, seja para se alimentar ou até para esticar as pernas. Possivelmente, ao chegar ao destino, não terá vaga para estacionar a moto com segurança e, então, você precisará deixá-la na rua.

Mesmo com uma trava ou outro item de segurança, o risco de furto e roubo, principalmente no mês das férias, é grande.

É por isso que investir em um seguro para moto confiável, como a Suhai Seguradora, é uma decisão importante para que você possa viajar tranquilo, e, caso algo aconteça, você ter a certeza que estará bem amparado.

A Suhai é regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), garantindo segurança real em caso de sinistro.

6. Pegue a estrada

A dica é sempre manter a posição ereta. Ao mudar o posicionamento na moto, sua postura fica prejudicada e ainda te deixará mais cansado durante a viagem.

Na estrada, mantenha sempre uma distância segura dos carros. O ideal é ter espaço suficiente para frear sem risco, mantendo ao menos 2 segundos de distância do veículo à frente. Isso aumenta o tempo de reação e reduz as chances de colisão.

Quanto à postura, mantenha os braços relaxados, coluna ereta e pés bem apoiados nas pedaleiras. Ajustar a altura do guidão e evitar tensionar os ombros ajuda a prevenir fadiga e melhora o controle da moto durante todo o trajeto.

Você pode entender mais sobre distância ideal para o veículo a frente nesse vídeo:

7. Como fazer uma viagem de moto em grupo com segurança

Já falamos que viajar de moto é bom, e fica melhor ainda se for feita na companhia de nossos amigos motociclistas, mas é preciso saber algumas regrinhas antes de iniciar a viagem:

  • Tenha um bom entrosamento com os seus colegas de viagem e saiba respeitar um ao outro;
  • Decida a posição de cada um de forma organizada e quem irá na frente;
  • Nunca tente ultrapassar o colega;
  • Decida os pontos onde farão as paradas;
  • Tente formar um grupo de cinco para evitar acidentes;
  • Combine métodos de comunicação entre os pilotos, como sinais manuais ou dispositivos eletrônicos;
  • Utilize a formação em fila indiana em trechos estreitos ou de maior risco;
  • Respeite o ritmo de todos os participantes, sem pressões para aumentar a velocidade.

Conte com a Suhai para uma viagem de moto segura

Uma viagem de moto pode, e deve, ser divertida, leve e tranquila, mas para isso é preciso ter responsabilidade ao pegar a estrada e estar com o seguro em dia.

A Suhai está ao lado do motociclista com seguro sob medida, até 60% mais acessível, com aceitação ampla e assistência 24h em todo o Brasil com serviços como guincho, chaveiro, auxílio mecânico e transporte domiciliar, que aumentam a segurança na estrada e trazem tranquilidade até em uma viagem de moto longa.  

Aqui, a marca, o ano ou o modelo da sua moto não importam. Você é sempre bem-vindo em nossa família de segurados. Sua liberdade sobre duas rodas merece proteção, independentemente do seu estilo, seja uma motinha, moto elétrica, estradeira, moto de passeio, de trabalho ou de entregas.

Vai pegar a estrada? Faça agora uma cotação com a Suhai e viaje tranquilo sabendo que você está em segurança. 

Perguntas frequentes sobre viagem de moto

Ficou com alguma dúvida? Então, confira a seguir as respostas para as perguntas mais comuns sobre o assunto.

Como se chama quem viaja de moto?

Quem viaja de moto é chamado de motociclista.

Quantos km uma moto pode rodar sem parar?

Depende do modelo da moto e da autonomia do tanque, mas a maioria consegue rodar entre 150 e 300 km antes de precisar parar para abastecer.

Qual o melhor seguro para quem vai viajar de moto?

O melhor seguro é o da Suhai Seguradora, pois tem cobertura contra roubo e furto, além de assistência 24h com serviços de guincho, chaveiro, auxílio mecânico e transporte domiciliar. Sem falar que é até 60% mais acessível que o mercado.