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Cosseguro: o que é, como funciona e qual a diferença para o resseguro

Você já ouviu falar em cosseguro? Pode ser que não, porque esse é um termo que, muitas vezes, fica restrito aos bastidores do mercado de seguros. 

Porém, entender como ele funciona faz  toda a diferença para quem busca proteção para bens de alto valor ou para grandes projetos.

Neste post, vamos explicar como o cosseguro funciona, em que situações ele é usado e por que a Suhai não trabalha com esse modelo, mas sim com uma solução mais direta. 

Fique com a gente até o final deste conteúdo para entender mais!

O que é cosseguro?

Cosseguro é quando duas ou mais seguradoras dividem a responsabilidade por uma mesma apólice

Ou seja, ao invés de uma única empresa cobrir todo o risco de um contrato, duas ou mais companhias compartilham essa tarefa, cada uma com sua porcentagem de participação.

Isso não significa que o cliente tenha dois seguros diferentes, mas sim que a proteção dele está garantida por mais de uma seguradora ao mesmo tempo.

Para facilitar o entendimento, imagine uma empresa que precisa segurar uma carga valiosa, com equipamentos que somam milhões de reais:

  • A seguradora A topa segurar 60% do risco;
  • Já a seguradora B cobre os 40% restantes. 

No final, o cliente tem uma única apólice, mas com duas seguradoras por trás dela.

Além de cargas e caminhões, o cosseguro também pode aparecer em:

  • Projetos de construção de grande porte;
  • Seguros de aeronaves ou embarcações;
  • Contratos de multinacionais com frotas gigantes;
  • Obras de infraestrutura pública ou privada.

Nesses casos, dividir o risco faz sentido. É uma forma de tornar viável a contratação de uma proteção que, sozinha, uma seguradora talvez não assumisse.

Qual a diferença entre cosseguro e resseguro?

Essa é uma dúvida comum. Basicamente, no cosseguro, o cliente conhece as empresas que dividem a responsabilidade desde o início. No resseguro, ele só vê na apólice o nome de uma seguradora, a outra vai ser contratada posteriormente.

Tanto o cosseguro quanto o resseguro envolvem mais de uma empresa no contrato. Mas a lógica é bem diferente.

Por exemplo, você contrata um seguro com a seguradora X. Ela assume o compromisso com você, mas, para se proteger, faz um contrato com uma resseguradora Y. 

Se der problema, a seguradora X continua te atendendo, mas depois aciona a resseguradora para cobrir os custos internamente.

  • Cosseguro = divisão visível do risco;
  • Resseguro = divisão interna, entre empresas.

Cosseguro é comum em quais tipos de apólice?

O cosseguro não é o modelo padrão do mercado. Ele aparece, principalmente, em contratos que envolvem valores altos, riscos mais complexos ou exigências técnicas específicas. Entre os tipos de apólice em que o cosseguro é mais comum, podemos citar alguns:

  • Seguros corporativos de grande porte;
  • Projetos de engenharia de grande escala;
  • Seguros aeronáuticos e marítimos;
  • Frotas de grandes empresas, especialmente multinacionais.

Esses contratos exigem mais segurança financeira das seguradoras. Por isso, faz sentido que mais de uma empresa entre no jogo.

Já no varejo, que é onde estão os seguros mais acessíveis, como seguros de carro, moto, bicicleta e utilitários, o cosseguro quase nunca é usado.

A Suhai trabalha com cosseguro?

Não. A Suhai não utiliza o modelo de cosseguro. Todos os riscos que aceitamos estão dentro do nosso próprio portfólio

Isso significa que, ao contratar um seguro com a gente, você está lidando diretamente com uma única seguradora: a Suhai.

Ou seja, você não vai ter surpresas com contratos divididos ou responsabilidades compartilhadas entre empresas. A Suhai assume o compromisso com você do início ao fim. 

Mas por que isso é um diferencial?

  • Cobertura direta: você sabe exatamente quem está por trás do seu seguro;
  • Aceitação ampla: mesmo com um perfil diferente ou veículo fora do padrão, temos soluções personalizadas;
  • Mais simplicidade: todo o processo de contratação, renovação e atendimento acontece em um só lugar;
  • Sem burocracia: esqueça complicações na hora de acionar seu seguro.

Se você quiser contratar serviços complementares, pode fazer isso com outras empresas. Mas o seguro do seu veículo está 100% garantido com a Suhai.

Com a Suhai, você contrata direto e com confiança

Como vimos, o cosseguro é um modelo usado em situações bem específicas e de alto valor. Não é o que a maioria dos motoristas e motociclistas buscam no dia a dia.

Na Suhai, a proposta é diferente. Aqui, você encontra seguros descomplicados, diretos e com foco no que realmente importa: proteger você e o seu veículo.

Nada de contrato dividido. Nada de seguradora escondida. Você sabe com quem está lidando do início ao fim.

Faça sua cotação agora mesmo!

Perguntas frequentes sobre cosseguro

Abaixo, você encontra as respostas para as principais dúvidas sobre o tema.

O cosseguro é aceito por todas as seguradoras? 

Não. Na verdade, a maioria das seguradoras do varejo nem trabalha com cosseguro. Esse modelo é mais comum em contratos corporativos e de alto valor. 

Quando é necessário fazer um cosseguro?

O cosseguro costuma ser necessário quando o valor do bem segurado é muito alto ou o risco é muito complexo, tornando difícil para uma única seguradora assumir tudo sozinha. Exemplo: grandes obras de engenharia ou frotas multinacionais.

Qual a função do resseguro?

O resseguro funciona como uma proteção da seguradora, e não do cliente. A empresa que te vende o seguro pode fazer um contrato à parte com uma resseguradora, que cobre parte dos riscos assumidos.

Carência do seguro: o que é, como funciona e quando se aplica

Na hora de contratar qualquer seguro, é comum esbarrar em um termo importante: carência do seguro. Mas o que isso significa? Tem a ver com o tempo que você precisa esperar para começar a usar o serviço?

A resposta é sim. Mas calma, isso não significa que todos os seguros funcionam do mesmo jeito. 

Neste conteúdo, você vai entender o que é carência, quais são os tipos de seguros que normalmente têm esse prazo e como isso funciona no seguro de automóvel, como no caso da Suhai. 

Fique até o final para entender tudo!

O que é a carência no seguro?

A carência no seguro é um período de tempo em que, mesmo com o contrato assinado e o pagamento em dia, a cobertura ainda não pode ser utilizada. 

Ou seja, o seguro está valendo oficialmente, mas você precisa esperar um pouco antes de contar com as proteções contratadas.

Esse período de carência serve como uma forma de proteção para a seguradora e também ajuda a manter o equilíbrio do contrato.

Veja alguns exemplos de seguros que costumam ter período de carência:

  • Seguro saúde: pode ter carência de até 180 dias para exames e cirurgias;
  • Seguro de vida: normalmente exige carência para morte natural, geralmente de 90 dias;
  • Seguro desemprego privado: exige um tempo mínimo de contribuição antes da liberação do benefício.

Apesar disso, nem todo seguro tem carência. Em alguns casos, como o seguro de carro, a cobertura pode começar a valer logo após a vigência da apólice.

Como funciona a carência no seguro auto da Suhai?

Se você está se perguntando se o seguro de carro tem carência, a resposta, na maioria dos casos, é não. No geral, os seguros de automóvel passam a valer a partir do início da vigência da apólice, ou seja, da data oficial em que o contrato começa. 

Algumas seguradoras podem pedir uma vistoria prévia, mas, fora isso, a cobertura já entra em ação após o pagamento.

E com o seguro da Suhai, funciona do mesmo jeito: assim que sua apólice é ativada e o pagamento é feito, seu carro, moto ou caminhão já está protegido. Não há carência no seguro da Suhai para a cobertura principal do veículo.

Porém, existe uma única exceção que precisa ser explicada. Ela aparece no documento de Condições Gerais da Suhai (página 50, cláusula 2.2.5) e se refere à cobertura da assistência 24h. Veja o que diz o trecho:

“Em caso de inclusão de cobertura (Plano 1 ou Plano 2) em apólice vigente ou nos casos de alteração de cobertura do Plano 1 – 200 KM – para Plano 2 – 500 KM –, a cobertura estará disponível após período de carência de 3 (três) dias úteis.”

Ou seja, se você já tem um seguro ativo e decide adicionar um plano de assistência 24h (ou mudar de plano), essa nova cobertura só estará disponível após 3 dias úteis.

O que considerar antes de contratar um seguro com carência?

Existem vários tipos de seguro com carência, e o ideal é sempre saber o que esperar desde o início. Veja algumas dicas para não cair em armadilhas:

  • Leia as Condições Gerais: verifique prazos, coberturas, exclusões e se há carência;
  • Confira o início da cobertura: nem sempre a proteção começa na hora, sendo assim, fique atento à vigência e à carência;
  • Desconfie de promessas milagrosas: cobertura imediata sem critério pode esconder armadilhas;
  • Avalie com calma: preço é importante, mas entenda tudo que está incluso e se há carência nas coberturas.

Ou seja, a carência do seguro não é um problema, desde que você saiba dela com antecedência

O segredo está na transparência das informações e na escolha de uma empresa que fala com você de forma simples e honesta, como é o caso da Suhai.

Transparência e confiança: com a Suhai, você sabe quando a proteção começa

Hoje em dia, o que todo mundo busca é um seguro que funcione sem enrolação. Você paga, a cobertura entra em vigor e pronto. E é exatamente assim que a Suhai trabalha.

Além da transparência, a Suhai oferece vantagens que você dificilmente encontra por aí:

  • Aceita veículos que outras seguradoras recusam, como motos ou carros antigos, motoristas de aplicativo, caminhões, etc;
  • Cobertura contra roubo e furto;
  • Contratação rápida, simples e 100% online;
  • Sem carência para a proteção principal do seguro automotivo.

Faça agora mesmo a sua cotação online e veja como é fácil garantir o seu seguro com a Suhai.

Perguntas frequentes sobre carência do seguro

Ainda com dúvidas? Veja abaixo as principais perguntas sobre carência de seguro.

Seguro de carro tem carência?

Na maioria das seguradoras, não. A cobertura entra em vigor com o início da vigência da apólice, após o pagamento e a vistoria (se necessário).

Quando o segurado perde a carência?

A carência não é perdida, mas sim cumprida. Ou seja, você precisa aguardar o prazo estabelecido no contrato antes de usar a cobertura. Se o prazo passar e a apólice estiver ativa, você já pode usar os serviços normalmente.

Qual é o tempo de carência para usar a assistência 24h da Suhai?

Se você contratou a assistência 24h junto com o seguro, ela já entra em vigor com a apólice. Mas se você adicionou ou alterou o plano depois, aí sim existe uma carência de 3 dias úteis até o serviço ficar disponível.

Qual é o tempo de carência no seguro de vida?

Depende da seguradora e do tipo de cobertura. Em geral, o seguro de vida tem carência de 90 dias para morte natural e pode ter outros prazos específicos.

Rastreador de carro: o que é, como funciona e principais vantagens

O rastreador de carro tem sido muito procurado por motoristas e empresas de logística que buscam monitorar a localização do veículo em tempo real

E, nesse momento, é comum a dúvida: quais serão as vantagens do rastreador para mim? Quanto custa? Como funciona?

Neste conteúdo você vai entender tudo sobre o assunto e ainda pode sair com a decisão de adquirir, ou não, um rastreador para carros. Vamos lá?

O que é um rastreador de carro?

O rastreador de carro nada mais é do que um dispositivo de rastreamento eletrônico que permite monitorar a localização do veículo em tempo real.

Ele funciona através de tecnologias como GPS, radiofrequência ou chip de celular, enviando dados para uma central de monitoramento, que fornece os dados pela internet para os clientes e está sempre pronta para agir nas situações necessárias.

Basicamente, o processo funciona assim:

  • A empresa de rastreamento oferece a opção de instalação de um botão de pânico;
  • Com ele é possível acionar a central de monitoramento em caso de qualquer perigo com o uso do rastreamento 24 horas;
  • Ao receber o alerta, a central envia a polícia imediatamente para o local onde o veículo está.

Outro recurso é a chamada cerca eletrônica, que delimita uma área de circulação e avisa toda vez que o veículo ultrapassa o perímetro preestabelecido.

Leia também | Como funciona o rastreador da Suhai e por que ele pode ser exigido no seu seguro

Como funciona o rastreador para veículo?

Um rastreador veicular funciona por meio da triangulação para descobrir a localização do veículo. Mede-se a distância do veículo até três ou mais pontos fixos conhecidos, como satélites ou antenas de celular, e com essas distâncias, o sistema consegue calcular onde o objeto está em tempo real.

Existe dois tipos de triangulação:

  • Triangulação por GPS (mais comum): capta sinais de satélites para determinar a localização exata do veículo por coordenadas geográficas (latitude, longitude, velocidade);
  • Módulo GSM/GPRS: usa a rede de telefonia móvel para enviar os dados para um servidor ou aplicativo. 

Com rastreador, o proprietário do veículo consegue acessar a localização do carro por meio de um aplicativo ou plataforma online.

E além da localização, também é possível monitorar outros dados, como a velocidade do automóvel, a quilometragem e as rotas percorridas, por isso há empresas que oferecem rastreamento e monitoramento veicular.

É bom ter rastreador no carro?

Ter um rastreador no carro é uma ótima ideia pensando em segurança, controle e facilidade de localização do veículo em casos de roubo/furto. Mas, além das vantagens, existem alguns pontos que precisam ser considerados.

Apesar de ser um recurso importante, o rastreador sozinho não garante a proteção total de um veículo. No caso de um roubo, ele não impede o crime, apenas ajuda a localizar o veículo após o acontecido.

É por isso que para ter proteção real, é necessário combinar tecnologia com um  seguro. O rastreador pode facilitar o acesso ao seguro veicular e proporcionar descontos no prêmio

Seguradoras como a Suhai utilizam rastreadores como recurso para reduzir riscos e aceitar veículos que normalmente não seriam aceitos, seja pelo modelo, localização do segurado ou qualquer outra variável. Essa é uma tentativa de reduzir o risco da seguradora, pois caso o veículo seja roubado, por exemplo, será possível encontrá-lo com mais facilidade. 

O rastreador causa algum dano nos veículos?

Quando o rastreador é de boa qualidade e é instalado corretamente, não causa danos nem faz o veículo perder a garantia

Nesse processo, não é feito qualquer tipo de corte no fio do carro, você só conecta um cabo a mais na bateria. O carro não perde a garantia e, se houver qualquer tipo de problema, a responsabilidade é totalmente da seguradora.

No caso dos carros elétricos, há uma diferença: não é utilizado o rastreador convencional, que é ligado na bateria, e sim um rastreador chamado de rastreador autônomo. Funciona como um chip conectado em algum lugar do carro.

O rastreador autônomo também não causa danos, não interfere na eletrônica do carro, mantém a garantia e oferece segurança eficiente.

Quanto custa instalar um rastreador no carro?

O custo de um rastreador veicular depende de três fatores principais: tipo de rastreador (com ou sem mensalidade), recursos oferecidos (bloqueio, geofence, tempo real), uso pessoal ou empresarial (frotas).

A faixa de preço do mercado para um rastreador gira em torno de R$350,00 a R$750,00, considerando instalação entre R$300,00 e R$600,00 e mensalidades entre R$50,00 e R$150,00.

Mas, aqui vai a boa notícia: na Suhai, o custo do rastreador para o segurado é zero! A presença dele reduz o risco de perdas para a seguradora, pois aumenta as chances de recuperação do veículo em caso de roubo. Menor risco para a seguradora significa menor preço para o segurado.

É importante destacar que a Suhai não comercializa rastreador separadamente. Nós apenas sugerimos a instalação do rastreador, em alguns casos, para aumentar a segurança de veículos específicos.

Veja se o seu veículo precisa de rastreador agora mesmo!

Tenha proteção inteligente para seu patrimônio

É inegável que o rastreador de carro é uma ferramenta de segurança inteligente, que permite um maior controle e facilidade para a localização de um veículo em tempo real.

Mas não se esqueça de que o rastreador sozinho não garante proteção total e não substitui o seguro. São estratégias complementares de proteção que devem ser consideradas por motoristas e empresas de logística.

Seguindo nosso propósito de democratização e acessibilidade do seguro, na Suhai utilizamos os rastreadores para ampliar, ainda mais, o acesso ao seguro veicular.

Não fique de fora dessa! Fale com um de nossos especialistas para escolher o melhor seguro para você!

Perguntas frequentes sobre rastreador de carro

Algumas dúvidas sobre rastreador de carro:

Como rastrear um veículo pelo celular?

Rastrear um veículo pelo celular é simples e prático. Basta ter o rastreador instalado e configurado corretamente, baixar o aplicativo da empresa de rastreamento e fazer o login com seu usuário e senha.

Onde devo colocar o rastreador no meu carro?

Alguns dos principais pontos onde o rastreador pode ser instalado são: atrás do painel do carro, debaixo do banco do motorista ou passageiro, dentro do porta-luvas ou painel lateral, perto da bateria auxiliar (em carros elétricos).

Qual o melhor rastreador em tempo real?

O melhor rastreador em tempo real depende dos critérios mais importantes para o seu caso: precisão, suporte, monitoramento ativo e custo-benefício global.

Seguro obrigatório: entenda o que é, quanto custa e se ainda existe

Apesar de estar previsto em lei há décadas, o seguro obrigatório ainda gera muitas dúvidas entre motoristas. Muitos não sabem exatamente o que ele cobre, quanto custa, como pagar ou até se ele ainda existe. 

Com as recentes mudanças na legislação, o tema voltou ao centro das atenções, principalmente com o fim da cobrança do DPVAT.

Neste conteúdo, você vai entender o que é o seguro obrigatório, qual era a sua função no Brasil, por que ele foi extinto, o que muda para motoristas e motociclistas, como consultar pendências e se existem alternativas de proteção hoje.

O que é um seguro obrigatório?

O seguro obrigatório, também conhecido como DPVAT ou Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, foi criado para indenizar vítimas de acidentes de trânsito.

Ele era pago anualmente por todos os proprietários de veículos e tinha como principal finalidade cobrir despesas médicas, invalidez permanente e morte causadas por acidentes nas vias terrestres. O DPVAT era válido tanto para motoristas e passageiros quanto para pedestres.

É importante destacar que o seguro obrigatório não substitui o seguro privado, que oferece coberturas adicionais, como danos materiais, colisão, assistência 24h, entre outros.

O DPVAT era limitado a indenizações pessoais, sendo um direito garantido a qualquer cidadão envolvido em acidente com veículo automotor.

Nos últimos anos, o modelo tradicional do DPVAT passou por várias mudanças. Elas alteraram o cenário da proteção no trânsito e trouxeram novas questões sobre o futuro da cobertura pública para vítimas de acidentes.

Qual é a finalidade do seguro obrigatório?

O seguro obrigatório foi criado para garantir proteção civil básica a vítimas de acidentes de trânsito, motoristas, passageiros e pedestres, sem depender de processo judicial.

As principais finalidades são:

  • Indenizar mortes (beneficiários recebem valor fixo);
  • Cobrir invalidez permanente (com base no grau de comprometimento físico);
  • Reembolsar despesas médico-hospitalares (até determinados valores);
  • Evitar judicialização (ao oferecer recurso imediato e simples para vítimas).

Quais eram os valores e coberturas do seguro obrigatório?

Antes da suspensão, o DPVAT oferecia:

  • Morte: R$ 13.500,00 aos dependentes;
  • Invalidez permanente: até R$ 13.500,00, conforme o grau da lesão;
  • Despesas médicas e hospitalares (DAMS): até R$ 2.700,00 por vítima.

Esses valores eram atualizados conforme o salário mínimo, utilizado como referência para teto de cobertura.

O valor do DPVAT antes da suspensão variava entre R$ 16,21 (para veículos leves) e R$ 84,58 (caminhões e ônibus) por ano.

O que mudou no DPVAT desde 2020?

Veja quais foram as mudanças no seguro obrigatório, em ordem cronológica, desde 2020:

  • Até 2020, o DPVAT era cobrado junto ao IPVA e administrado por um consórcio privado, garantindo indenizações por morte, invalidez permanente e despesas médicas;
  • Em 2021, após decisão do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), a cobrança foi suspensa e atribuída à Caixa Econômica Federal, que passou a gerir os pedidos de indenização até o esgotamento do fundo;
  • O fundo acumulado acabou em 15 de novembro de 2023, levando à suspensão da solicitação de pagamento de indenizações para acidentes após esse período;
  • Entre 2023 e parte de 2024, foi debatido um novo modelo de seguro obrigatório (o SPVAT) que mudaria a cobertura e a gestão, pelo PLP 233/23 que foi transformado na Lei Complementar 207/24;

Em dezembro de 2024, a LC 207/24 que criava o SPVAT foi revogada pela LC 211/24, cancelando a volta do seguro obrigatório.

O seguro DPVAT ainda existe?

Não, o DPVAT nos moldes anteriores não está ativo desde 2021: a cobrança foi suspensa e as indenizações passaram a ser pagas pela Caixa, usando recursos acumulados.

Isso significa que, neste momento, não há cobrança anual de seguro obrigatório para licenciamento. Embora veículos continuem com indenizações em curso, o fundo não está ativo atualmente.

Ou seja, se você se envolveu em um acidente após 2021 e não contratou seguro particular, não há cobertura obrigatória de governo prevista hoje.

O DPVAT voltará a ser cobrado?

Havia planos para retomar a cobrança, agora sob o nome SPVAT, em 2025, por meio da Lei Complementar n° 207/24. Mas esse retorno foi definitivamente cancelado com a sanção da Lei Complementar 211/24, em dezembro de 2024. A partir de 2025, não haverá cobrança ou vigência de seguro obrigatório.

Essa reviravolta ocorreu devido a polêmica pública e política, e à constatação de que os recursos acumulados não cobriam novas indenizações.

Existem debates sobre alternativas e futuros retornos, mas nenhum foi aprovado até aqui, e por ora, não há previsão de cobrança obrigatória

O seguro obrigatório DPVAT será cobrado em 2025?

Não! A cobrança do DPVAT foi suspensa e em 2025 uma nova lei sancionada pelo governo federal confirmou que não haverá retorno desse modelo de cobrança. Ou seja, atualmente não é necessário pagar o seguro obrigatório como exigência para licenciar o veículo.

Durante muitos anos, o seguro obrigatório DPVAT foi um dos tributos anuais exigidos dos proprietários de veículos automotores no Brasil. Sua quitação era essencial para a emissão do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento que permite circular legalmente nas vias públicas.

E se eu não paguei nos anos anteriores?

Se você tiver pendências antigas, é possível consultá-las no site do Detran do seu Estado. Embora o seguro não esteja mais sendo cobrado, débitos passados podem impedir o licenciamento atual se não regularizados.

Nos anos em que o DPVAT foi exigido (até 2020), o não pagamento resultava em:

  • Impossibilidade de emissão do CRLV;
  • Multa por circular com documento vencido;
  • Risco de remoção do veículo e apreensão em blitz;
  • Perda do direito à indenização do DPVAT em caso de acidente.

Como funciona o pedido de indenização?

Mesmo com o fim da cobrança do seguro obrigatório DPVAT, ainda é possível solicitar indenizações de acidentes ocorridos entre 01/01/2021 até 14/11/2023. Ela deve ser feita dentro de 3 anos da ocorrência, com os seguintes passos atualizados:

  1. Acesse o app ou site “DPVAT CAIXA” (ou vá direto a uma agência da Caixa);
  2. Informe os dados do acidente e disponha da documentação: identidade, boletim de ocorrência, comprovantes médicos, etc.;
  3. Envie os documentos digitalmente ou via atendimento presencial;
  4. Acompanhe o protocolo e aguarde a análise, que pode levar até 30 dias;
  5. Após aprovação, a indenização é depositada em conta poupança digital da Caixa ou em conta escolhida.

Exemplo: acidente com invalidez parcial em 2022, o pedido pode ser feito até 2025 com envio de documentos via app. Após isso, há a homologação e pagamento em até 30 dias.

Quem pode solicitar o seguro obrigatório?

De acordo com as regras, podem solicitar o DPVAT:

  • Qualquer vítima de acidente de trânsito com veículo automotor de via terrestre;
  • Familiares diretos da vítima, no caso de morte;
  • Não importa quem foi o culpado pelo acidente, o DPVAT cobre todos os envolvidos.

Como consultar o seguro obrigatório e verificar pendências?

Você pode checar se há sinistros pendentes ou débitos vinculados ao DPVAT/ SPVAT em:

  • App ou site da DPVAT CAIXA: acesse a seção “Consultar Indenização DPVAT” e informe CPF ou protocolo;
  • Site da Caixa (Área de Consulta de Contrato): insira seus dados pessoais e verifique se há processos ativos;
  • Plataforma do Detran do seu estado: tais portais geralmente exibem pendências relacionadas ao licenciamento e ao DPVAT/SPVAT.

Como consultar a indenização do DPVAT?

Se você já solicitou uma indenização do DPVAT ou deseja verificar pendências relacionadas ao seguro obrigatório, há formas simples e gratuitas de fazer essa consulta. Você pode acompanhar seu pedido diretamente pelos canais da Caixa:

  • Aplicativo DPVAT Caixa: disponível para Android e iOS;
  • Site da Caixa: www.caixa.gov.br/dpvat;

Basta acessar com seu CPF, senha cadastrada e número do protocolo (se já tiver iniciado um pedido).

Qual a diferença entre seguro obrigatório e seguro privado?

Muita gente ainda confunde o seguro obrigatório DPVAT com o seguro privado de veículos. Mas eles são bastante diferentes em origem, função, abrangência e cobertura. Com o fim da cobrança do DPVAT, entender essa distinção se tornou ainda mais importante.

Veja abaixo uma comparação:

AspectoSeguro Obrigatório (DPVAT)Seguro Privado (auto)
RegulamentaçãoLei Federal (Lei nº 6.194/74). Suspenso pela LC 211/24;SUSEP e Código Civil (com regras contratuais específicas);
ObrigatoriedadeEra obrigatório até 2020Opcional (contratação livre)
CoberturaApenas danos pessoais (morte, invalidez, despesas médicas);Cobertura ampla: colisões, roubo, furto, danos materiais, terceiros;
Culpa no acidenteIndepende de culpa;Avaliação contratual da responsabilidade;
ValorValor fixo anual (quando existia);Valor varia conforme perfil, tipo do veículo, região;
IndenizaçãoValores fixos baseados no salário mínimo;Personalizada conforme plano contratado;
ContrataçãoAutomática, junto ao licenciamento;Feita por corretora ou seguradora;
Pagamento da indenizaçãoPela Caixa Econômica Federal (atualmente, para débitos antigos).Pela seguradora contratada.

O que substitui o DPVAT?

Com o fim do DPVAT, quem deseja uma proteção mínima contra danos pessoais em caso de acidente pode contratar um seguro de responsabilidade civil ou buscar planos básicos em seguradoras confiáveis. 

Além disso, alguns planos de seguro incluem cobertura para despesas médicas e hospitalares, coberturas semelhantes às que o DPVAT oferecia.

A principal vantagem do seguro privado é a abrangência de cobertura e o suporte em situações diversas, como:

  • Colisão com outros veículos;
  • Danos a terceiros;
  • Incêndio, roubo ou furto do veículo;
  • Assistência 24h e guincho.

Apesar de não ser obrigatório, o seguro privado é altamente recomendado, principalmente agora em que não há mais seguro público obrigatório ativo para cobrir acidentes pessoais.

A Suhai Seguradora oferece um seguro acessível, que cobre furto e roubo com ampla aceitação, inclusive para motos, veículos antigos e com maior índice de sinistro.

Quer se proteger sem pesar no bolso? Simule agora mesmo um seguro com a Suhai.

Seguro obrigatório de moto: o que muda?

Os motociclistas sempre foram os maiores beneficiários do DPVAT. Isso porque as motos, apesar de representarem uma fatia menor da frota brasileira, concentram a maior taxa de sinistralidade em acidentes de trânsito com vítimas.

Antes da suspensão da cobrança, o valor do seguro obrigatório de moto era mais alto que o de carros. Isso acontecia justamente por causa do maior número de indenizações pagas a motociclistas acidentados, vítimas de invalidez ou óbito.

Com a extinção da cobrança do DPVAT, os motociclistas deixaram de contar com uma cobertura básica e acessível em caso de acidentes. Isso aumenta a importância de contratar um seguro privado, mesmo que mínimo, para garantir proteção financeira e suporte em momentos críticos.

Se você pilota uma moto, em áreas urbanas ou em trajetos diários, vale considerar um seguro com foco em furto, roubo e assistência 24h, como os oferecidos pela Suhai, com valores até 60% menores do que seguros completos tradicionais.

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Leia também | Entenda o que é RCF no seguro de moto e como funciona essa proteção

Não fique desprotegido. Conte com a Suhai Seguradora!

O fim do seguro obrigatório DPVAT como conhecemos mudou a forma como os brasileiros devem encarar sua proteção no trânsito. Se antes bastava pagar uma taxa no licenciamento anual para ter alguma cobertura, hoje é preciso ser mais proativo para garantir segurança jurídica e financeira.

Seja motorista de carro, moto ou caminhão, o importante agora é avaliar seu risco e escolher uma forma de proteção que caiba no seu orçamento e que esteja ao seu lado quando você mais precisar.

Não fique desprotegido. Faça uma simulação de seguro com a Suhai e dirija com mais tranquilidade.

O que as pessoas também perguntam sobre seguro obrigatório

As dúvidas sobre o fim do seguro obrigatório são comuns. Aqui estão algumas respostas diretas para as principais perguntas da internet:

Qual o valor do seguro obrigatório 2025?

Em 2025, não há valor a ser pago referente ao DPVAT. A cobrança foi encerrada e não será retomada neste ano.

O seguro DPVAT ainda existe?

O DPVAT foi extinto no modelo antigo. Não está sendo cobrado e não voltará em 2025, conforme lei sancionada em janeiro.

Para que serve o seguro obrigatório?

O antigo DPVAT servia para indenizar vítimas de acidentes de trânsito, cobrindo despesas médicas, invalidez ou morte, independentemente de culpa.

Endosso no seguro: o que é, quando usar e por que pode salvar seu contrato

Se você já tem um seguro ou está pensando em contratar, talvez tenha ouvido falar em “endosso” e ficou com dúvidas. 

Esse termo técnico parece complicado, mas na prática pode ser um parceiro para manter sua proteção ativa, mesmo em momentos de mudança ou aperto financeiro.

Neste conteúdo, vamos explicar o que é endosso no seguro, quando ele pode ser usado, como funciona e por que ele pode evitar que você fique desprotegido. Tudo de forma simples, objetiva e com exemplos do dia a dia.

Vamos lá?

Qual o significado de endosso?

Toda mudança em um contrato precisa ser formalizada por meio de um documento chamado endosso, que garante segurança jurídica para ambas as partes. Quando aparece a expressão “com endosso” em um contrato ou documento, isso indica que houve alguma alteração nas condições originais dele

Ou seja, o documento foi ajustado após sua contratação, com base em um pedido formal do titular ou necessidade operacional da empresa.

Leia também | O que o seguro de carro cobre? E o que não cobre? Saiba tudo aqui

O que é endosso no seguro?

Endosso é o nome dado à alteração contratual feita durante a vigência da apólice de seguro. Ou seja, é o instrumento que permite que o cliente atualize as informações do contrato de acordo com sua realidade, sem precisar cancelar o seguro e fazer outro do zero.

Diferentemente do “endosso” do mercado financeiro (como aquele que transfere um cheque ou título de crédito), no universo dos seguros o termo significa ajuste nas condições do contrato, com efeitos legais e financeiros.

O endosso é um recurso contratual simples, mas extremamente útil porque facilita que você mantenha o seu seguro de acordo com a sua realidade atual, sem precisar cancelar tudo e começar do zero.

Na prática, o endosso serve para incluir condutores, trocar veículos, atualizar dados e até ajustar o custo mensal do seguro, algo muito útil em momentos difíceis da vida.

Quais são os tipos de endosso mais comuns no seguro?

O endosso pode ser solicitado sempre que houver mudança de cenário relacionada ao risco segurado ou à cobertura contratada. Veja os casos mais comuns:

  • Inclusão de condutor: vai emprestar o carro para o filho que acabou de tirar a CNH? Faça um endosso e inclua o novo motorista;
  • Mudança de endereço ou uso: se você se mudou ou passou a usar o carro de forma diferente (como para trabalho), é necessário atualizar a apólice;
  • Troca de veículo: comprou outro carro ou moto e quer manter a apólice? Peça um endosso para substituir o bem segurado;
  • Inclusão ou remoção de coberturas adicionais: quer incluir assistência 24h? Ou retirar uma cobertura que não faz mais sentido? Isso também é feito via endosso;
  • Redução de valor de cobertura: está apertado financeiramente? Dá para reduzir o valor da cobertura e, com isso, pagar um prêmio menor, sem precisar cancelar o seguro.

Esses ajustes garantem que o contrato continue válido e adequado à sua realidade. E mais importante: ajudam a evitar surpresas desagradáveis em caso de sinistro.

Leia também | O que é sinistro no seguro de carro? Entenda como funciona e o que fazer

Exemplo: quando o endosso evita o cancelamento do seguro

Imagine que João tem um seguro ativo, mas perdeu parte da renda e não consegue mais pagar o valor atual do seguro. Ele, então, logo pensa em cancelar.

Mas com orientação do corretor da Suhai Seguradora, João opta por fazer um endosso, reduzindo o valor da cobertura. Assim, o prêmio mensal fica mais acessível e ele continua com proteção contra roubo e furto.

Ou seja, o endosso pode ser uma solução inteligente durante uma instabilidade financeira, evitando a pior decisão possível: ficar desprotegido. Assim, ele pode salvar o seu contrato!

Como solicitar um endosso na Suhai Seguradora?

O processo é simples. Você pode solicitar um endosso por meio do seu corretor, pelo SAC ou pelos canais digitais da Suhai.

Segundo as Condições Gerais da Suhai, o endosso é o documento emitido pela Seguradora que formaliza qualquer alteração na apólice de seguro, com validade a partir da data de emissão. Veja um trecho do documento:

“Qualquer substituição de veículo deverá ser operacionalizada através de endosso mediante proposta de seguro submetida conforme a apólice, e deverá ser observado o critério de cobrança ou devolução da diferença de prêmio, calculado proporcionalmente ao período a decorrer.”

Em outras palavras: o que for ajustado precisa estar documentado oficialmente para ter validade.

Endosso não é complicação, é solução!

Muita gente ainda acredita que mudar um seguro dá trabalho. Mas na verdade, o endosso é um mecanismo pensado justamente para facilitar a vida do segurado.

Seja para corrigir uma informação, incluir um condutor ou ajustar o valor pago mensalmente, o endosso traz flexibilidade! É melhor adaptar o contrato do que deixá-lo vencer ou ser cancelado por inadimplência.

Na Suhai, o cliente tem suporte durante todo o processo. A seguradora acredita que a informação é um direito, por isso, incentiva a revisão da apólice sempre que necessário.

Trabalhamos com coberturas para roubo, furto e assistência 24h, e todo ajuste de contrato segue regras acessíveis. Quer ajustar seu seguro com praticidade e continuar protegido?

Fale com um corretor da Suhai e veja como o endosso pode ajudar você a manter a proteção do seu carro, moto ou caminhão.

O que as pessoas também perguntam sobre endosso

Confira outras dúvidas frequentes sobre endosso no seguro:

O que significa “com endosso” no seguro?

Significa que o contrato passou por alguma alteração formal, feita durante a vigência da apólice.

O que é endosso?

O endosso é um documento de alteração em um contrato, mudando a forma como ele era inicialmente.

Quem pode solicitar um endosso?

O titular do seguro ou seu corretor de confiança pode solicitar o endosso junto à seguradora.

O que muda no contrato com um endosso?

O endosso atualiza as condições da apólice: pode mudar valores, coberturas, dados do veículo ou condutores.

Para fazer seguro de moto tem que ter habilitação? Entenda

Se você está pensando em contratar um seguro, mas ainda não tem habilitação, pode se perguntar: para fazer seguro de moto tem que ter habilitação? Essa é uma pergunta bastante comum, principalmente entre pessoas que acabaram de comprar uma moto ou ainda estão tirando a carteira de habilitação.

A boa notícia é que, sim, existe uma alternativa viável para quem ainda não é habilitado e neste conteúdo, vamos explicar tudo o que você precisa saber para garantir sua proteção e fazer tudo dentro da lei.

Aqui, você vai entender em quais situações é possível contratar o seguro mesmo sem ter habilitação, quais são os critérios da Suhai para esses casos, e por que informar corretamente o nome do condutor principal faz toda a diferença na hora de acionar a cobertura.

Nosso objetivo é ajudar você a tomar uma decisão segura, sem complicações e com total transparência. Vamos lá?

Precisa ter habilitação para fazer seguro de moto?

Depende. A exigência de habilitação varia conforme os critérios de cada seguradora. Algumas empresas não aceitam propostas de seguro caso o contratante ou condutor principal não tenha CNH. Outras adotam critérios mais flexíveis.

Na prática, o mais importante não é quem paga o seguro, mas quem usa a moto no dia a dia. Por isso, mesmo que você ainda não tenha habilitação, é possível contratar o seguro, desde que:

  • O condutor principal informado na apólice seja habilitado e esteja dentro das normas legais;
  • As informações fornecidas na contratação estejam corretas, sem omissões ou dados falsos;
  • O condutor habilitado realmente utilize a moto com frequência, não apenas “no papel”.

Ou seja, o seguro pode ficar em nome de uma pessoa sem CNH, desde que a apólice indique corretamente quem conduz o veículo (e este motorista tenha habilitação regular).

Na Suhai Seguradora, esse tipo de situação é aceita. Mas é importante destacar que: se houver um sinistro e o condutor da moto não for habilitado, a cobertura será negada, conforme previsto nas Condições Gerais do seguro, seção 21m que explica as regras sobre perda de direitos.

Por isso, mais do que “poder ou não poder”, é preciso entender o que está por trás da regra: o foco é a segurança. Andar dentro da lei e garantir que o seguro funcione quando você mais precisar começa com a transparência na contratação.

O que acontece se eu dirigir sem habilitação e sofrer um sinistro?

Se a moto for conduzida por alguém sem habilitação válida, o seguro não cobre o sinistro. Isso vale para:

  • O condutor que não possui CNH ou está com a CNH vencida por mais de 30 dias;
  • O condutor que não tem habilitação compatível com o tipo de moto (por exemplo, não tem categoria A);
  • A pessoa que conduzia o veículo não foi informada corretamente no momento da contratação;
  • Há inconsistências no boletim de ocorrência (por exemplo, a CNH do condutor está irregular).

Mesmo com o seguro ativo, perde-se o direito à indenização nesses casos, conforme as regras previstas nas Condições Gerais da Suhai e do mercado.

Dica: sempre informe os dados do condutor principal com precisão na hora da contratação do seguro e oriente quem vai dirigir a moto.

Posso contratar seguro para moto em nome de outra pessoa?

Sim, é possível contratar o seguro no nome de uma pessoa e indicar outra como condutor principal. Isso é comum quando:

  • O proprietário da moto não dirige, mas um familiar usa o veículo;
  • A moto está financiada no nome de outra pessoa;
  • O contratante não tem habilitação, mas quer proteger o bem.

Importante: o condutor indicado deve ter CNH válida e compatível com o tipo de moto. Também é necessário informar essa condição na proposta, com total transparência.

É possível acionar o seguro com a CNH vencida?

Depende do contexto. Se a CNH estava vencida há mais de 30 dias, a legislação entende que o condutor não está legalmente habilitado. Nesse caso, a seguradora pode negar a indenização, principalmente se houver relação entre a infração e o sinistro.

Agora, se a CNH estiver vencida há menos de 30 dias, ainda é possível renová-la sem penalidades legais. A Suhai sempre analisa cada caso conforme as Condições Gerais do seguro.

Dica: manter a CNH válida evita imprevistos e assegura seus direitos como segurado. Fique atento a isso!

A Suhai aceita fazer seguro de moto para quem não tem CNH?

Sim. A Suhai aceita contratar seguro de moto mesmo que o proprietário não tenha habilitação, desde que o condutor principal informado na apólice seja habilitado.

Somos uma seguradora regulamentada pela SUSEP, o que garante segurança jurídica, transparência e compromisso com os nossos clientes.

  • Aceitamos perfis que muitas seguradoras recusam;
  • Nosso seguro pode ser até 60% mais acessível que outras opções do mercado;
  • A cotação é gratuita, 100% digital, rápida e personalizada.

Não se esqueça: segurança sempre em primeiro lugar!

Se você não tem habilitação, isso não significa que está impedido de proteger sua moto. Na Suhai, para fazer seguro de moto não tem que ter habilitação! O mais importante é que o condutor principal seja corretamente informado e tenha CNH válida.

Ao seguir as regras e ser transparente durante a contratação, você garante que estará coberto quando mais precisar, sem surpresas ou riscos desnecessários.

Mesmo que você não tenha habilitação, a Suhai pode te ajudar, desde que as informações estejam corretas. Faça sua cotação personalizada e descubra como o seguro pode, sim, caber no seu bolso.

Perguntas frequentes sobre seguro de moto e habilitação

Veja mais dúvidas sobre o tema:

Quem não é habilitado pode fazer seguro?

Pode, desde que se indique um condutor habilitado na apólice e com CNH válida.

Posso fazer o seguro da moto no nome de outra pessoa?

Sim, é possível contratar o seguro no nome de um proprietário diferente do condutor. O importante é informar com clareza quem vai dirigir.

Tem como fazer seguro com a CNH vencida?

Não. A CNH precisa estar válida no momento da contratação e em caso de sinistro.

Precisa de habilitação para contratar um seguro de moto?

Não necessariamente. O essencial é que o condutor informado na apólice tenha habilitação compatível com o tipo de veículo.

Posso indicar outra pessoa como condutor?

Sim, e isso é essencial. Sempre informe quem realmente vai dirigir a moto, isso garante sua proteção e o cumprimento das regras da apólice.

Quanto custa um rastreador veicular e quando vale a pena instalar?

Muita gente se pergunta quanto custa um rastreador veicular. Afinal, o número de roubos de automóveis é crescente em diversas regiões do Brasil. Mas será que este dispositivo basta para proteger seu carro?

Você, provavelmente, quer economizar e evitar surpresas com roubos ou furtos. Só que a questão é: o rastreador até ajuda a localizar o veículo, mas ele não cobre danos, acidentes ou prejuízos financeiros. Algo que um seguro oferece com muito mais vantagens.

Por isso, ao longo deste artigo, você vai descobrir o preço real de um rastreador e entender quando vale a pena instalá-lo. Além de conferir uma comparação entre o rastreador e o seguro. Vamos lá?

O que é um rastreador veicular?

Um rastreador veicular é um dispositivo eletrônico que permite monitorar a localização de um veículo em tempo real.

Ele funciona por meio de tecnologias como GPS, radiofrequência ou chip de celular, enviando dados para uma central de monitoramento.

O dispositivo coleta informações sobre a posição do veículo e transmite esses dados via satélite, rede móvel ou ondas de rádio.

Assim, o proprietário de um veículo com rastreador consegue acessar a localização do carro por meio de um aplicativo ou plataforma online.

Quanto custa colocar um rastreador no carro?

O valor de um rastreador veicular varia conforme a tecnologia (satélite, celular, Bluetooth etc.) e a necessidade de instalação profissional.

Veja a média de preços no mercado, com base em pesquisas nos principais marketplaces e fabricantes (como Mercado Livre, Amazon, Magazine Luiza, etc):

Tipo de rastreadorPreço de aquisiçãoInstalaçãoMensalidade
Via Satélite (GPS)A partir de R$ 80A partir de R$ 50A partir de R$ 20
Via Chip (celular)A partir de R$ 150A partir de R$ 20A partir de R$ 35 por mês
Bluetooth (app de celular)*A partir de R$ 50Grátis

*Modelos sem mensalidade, como apps de rastreamento, têm limitações: dependem da bateria do celular e não funcionam se o sinal for desativado.

Vale a pena ter um rastreador veicular?

O rastreador veicular é útil, mas tem um detalhe importante: ele não indeniza você em caso de roubo, furto ou acidente. Por isso, mesmo que o carro seja recuperado, os danos ou a desvalorização ficam por sua conta.

É aí que entra a vantagem do seguro auto, que cobre esses prejuízos, muitas vezes por um valor mensal próximo ao de um rastreador premium.

Portanto, é possível dizer que vale a pena ter um rastreador veicular se este dispositivo estiver associado a um seguro auto. Ou seja, o rastreador servirá como um facilitador na recuperação do carro e o seguro dará conta dos outros prejuízos.

Para ficar mais claro, confira as vantagens e as limitações do rastreador veicular:

CritérioBenefícios do rastreador veicularLimitações do rastreador veicular
LocalizaçãoAjuda na localização do carro em caso de roubo (se não for desativado);Não indeniza em caso de furto, roubo ou acidente (você arcará com consertos/desvalorização);
ValorPode reduzir o valor do seguro (algumas seguradoras oferecem desconto);Não cobre danos a terceiros;
SegurançaCamada extra de segurança (se combinado com bloqueadores, por exemplo).Pode falhar (ladrões profissionais desativam em minutos);
AssistênciaNão oferece assistênciaZero assistência 24h (não oferece guincho ou socorro mecânico).

Tenha em mente, portanto, que o rastreador é um complemento, não uma proteção completa. Se o seu objetivo é evitar prejuízos financeiros, o seguro auto é indispensável.

Qual é a diferença entre um rastreador e um seguro veicular?

Muita gente busca “seguro ou rastreador” como se fossem alternativas equivalentes, mas a proteção que eles oferecem é totalmente diferente. Compare:

CritérioRastreadorSeguro Suhai
Recupera o carro?Sim (se não for desativado)Sim + indenização se não encontrar
Indeniza o prejuízo?NãoSim (furto, roubo, acidentes, etc.)
Cobre terceiros?NãoSim, depende da apólice
Assistência 24h?NãoGuincho, chaveiro, meio de transporte alternativo, troca de pneus, etc
MensalidadeEntre R$ 30 e R$ 150A partir de R$70 ao mês
Exige instalação?Sim (na maioria dos casos)Não (contrato digital)

Viu por que o seguro é uma escolha inteligente? Com ele, por pouco mais que a mensalidade de um rastreador premium, você tem cobertura total, e sem dor de cabeça.

A Suhai, por exemplo, não cobra franquia e aceita perfis que outras seguradoras recusam (como entregadores e motoristas de aplicativo).

O que compensa mais: rastreador ou seguro?

A escolha entre rastreador ou seguro vai além do preço imediato. Um rastreador pode custar entre R$ 30 e R$ 150 por mês, mas esse valor não cobre danos, perda total, terceiros ou assistência emergencial. Riscos que podem gerar prejuízos relevantes.

Já o seguro de carro ou moto, oferece cobertura completa por um valor acessível. Para quem acha que não pode pagar um seguro, a surpresa é descobrir que, muitas vezes, a proteção sai pelo mesmo preço (ou menos) que um rastreador premium (só que com mais benefícios).

A reflexão é simples: se seu carro for roubado e não for recuperado, você está preparado para arcar com a perda? Se a resposta é “não”, o seguro é o único que resolve esse problema de verdade.

Quando o rastreador pode ser útil dentro do seguro?

O uso de um rastreador é útil quando há casos de roubo e furto. Porque, dessa forma, a seguradora consegue rastrear facilmente o seu veículo e, em alguns casos, bloquear o motor para recuperar o carro. 

Além disso, existem veículos que oferecem alto risco para a seguradora, seja pelo modelo, localização do segurado ou qualquer outra variável. Então, ela solicita a instalação do rastreador como uma condição para aprovar a apólice.

Seguradoras, como a Suhai, oferecem rastreador em alguns planos, sem custo adicional. A instalação é feita por parceiros homologados, sem burocracia e sem afetar a garantia do carro. Ou seja: você ganha a tecnologia do rastreador mais toda a cobertura do seguro em uma única solução.

É importante lembrar que a Suhai não comercializa rastreador separadamente, porque não somos uma empresa de rastreamento, e sim uma seguradora que, em alguns casos, sugere a instalação do rastreador para aumentar a segurança de veículos específicos.

Leia também | Como funciona o rastreador da Suhai e por que ele pode ser exigido no seu seguro

Dica final: faça uma simulação para ter segurança de verdade

Muitos motoristas acham que seguro é caro sem nem consultar valores e, por isso, logo buscam saber quanto custa um rastreador veicular. Mas, como vimos, são soluções distintas.

E mais: a Suhai oferece planos adaptáveis ao seu bolso. Inclusive, para perfis que outras seguradoras rejeitam, como motos, carros de leilão ou motoristas de app.

Uma simulação rápida pode revelar que proteger seu carro custa menos do que você imagina. E o melhor: sem franquia, sem letras miúdas e com atendimento humanizado.

Simule agora mesmo com a Suhai. É rápido, sem compromisso e pode surpreender você.

Rastreador ajuda, mas proteção mesmo é com seguro

Saber quanto custa um rastreador veicular é válido para reduzir riscos, mas acreditar que ele substitui um seguro é um erro comum e caro. Enquanto o rastreador só localiza o carro, o seguro protege seu patrimônio com indenização, assistência 24h e cobertura para terceiros.

Na Suhai, você encontra a combinação perfeita: preços justos, rastreador incluso (em alguns planos) e a garantia de que seu carro estará protegido em qualquer cenário. 

Portanto, não deixe seu veículo vulnerável por ideias preconcebidas. Descubra quanto custa proteger seu carro com quem diz sim pra você.

Perguntas frequentes sobre rastreador veicular

Já sabe quanto custa um rastreador veicular, mas ainda tem dúvidas sobre o dispositivo ou a respeito do comparativo “seguro ou rastreador”? Confira as respostas para as principais perguntas sobre isso.

É possível rastrear um carro pelo celular?

Sim, via apps que usam Bluetooth ou GPS, mas com limitações: dependem da bateria do celular e não funcionam se o sinal for bloqueado.

Existe rastreador sem mensalidade?

Sim, mas geralmente são modelos básicos (como tags Bluetooth) ou apps gratuitos com funcionalidades reduzidas.

Qual é o melhor tipo de rastreador?

O via satélite (GPS) é o mais eficaz, mas o ideal é combiná-lo com um seguro — como os planos da Suhai que incluem rastreador sem custo extra.

Tabela FIPE: o que é, como consultar e por que ela importa para você

A Tabela FIPE é uma referência importante no mercado automotivo brasileiro, tanto para os compradores e vendedores, como também para as seguradoras.

É com base no preço médio determinado pela fundação que muitos cálculos são realizados, incluindo as indenizações pagas pelos seguros em caso de sinistros.

Portanto, se você ainda não conhece esse índice de referência, venha conosco!

Descubra nesse conteúdo em quais operações a Tabela FIPE é usada, como consultar este valor e outras dicas que vão te ajudar a tomar melhores decisões.

O que é a Tabela FIPE?

A Tabela FIPE é um índice, atualizado mensalmente, que calcula o preço médio de veículos, incluindo automóveis, motocicletas, caminhões, micro-ônibus e entre outros.

Além disso, essa fonte de referência foi criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), em 1998, sendo usada no mercado para o cálculo de valores de veículos novos e seminovos. 

Esse indicador também serve de referência para o cálculo de tributos como o IPVA e pelas seguradoras, para determinar o valor da indenização ou prêmios.

Outras aplicações comuns são:

  • Contratos;
  • Financiamentos;
  • Negociações;
  • Inventários.

Portanto, esse índice referencial serve como base para todos os negócios jurídicos envolvendo veículos, sendo usado como ponto de partida durante essas análises.

Inclusive, é importante destacar que a Tabela FIPE não define o valor dos automóveis, pois isso depende de mais fatores, como estado de conservação, histórico de sinistro, quilometragem rodada, acessórios e entre outros.

Como consultar a Tabela FIPE?

A consulta à Tabela FIPE pode ser feita de forma bem simples, por meio do site da fundação. Vamos entender o passo a passo abaixo:

  1. Acesse o site oficial;
  2. Escolha o tipo de veículo que você deseja consultar;
  3. Defina o mês e ano de referência para a consulta;
  4. Insira as informações solicitadas — marca, modelo e ano modelo do veículo;
  5. Verifique o preço médio informado e imprima a página, se necessário.

Inclusive, ainda que os preços sejam alterados mensalmente, é possível consultar o valor atual ou o valor de meses anteriores.

Além do site oficial, você pode obter essas informações por meio de outros canais, como o aplicativo da Gringo.

Como consultar a Tabela FIPE pela placa?

O site oficial da FIPE não disponibiliza a consulta pela placa do veículo, somente com base nas informações: marca, modelo e ano de fabricação, ou pelo código FIPE.

No entanto, outros sites de despachantes permitem essa busca, informando o preço médio e ainda outros dados, como marca, modelo, ano, cilindrada e até mesmo o município onde está registrado.

Veja abaixo onde consultar Tabela FIPE pela placa:

Consulta na prática: quanto valem os carros mais procurados na Tabela FIPE?

Quer saber quanto vale aquele carro popular que todo mundo está de olho?

Neste tópico, vamos mostrar o preço médio de alguns dos modelos mais procurados no mercado, com base em uma consulta realizada em abril de 2025. Confira abaixo!

MarcaModeloAno modeloCombustívelPreço médio
Fiat StradaStrada Endurance 1.3 Flex 8V CS Plus2025GasolinaR$ 94.058,00
VW PoloPolo 1.0 MPI Flex 12V 5p2025GasolinaR$ 83.215,00
Chevrolet OnixONIX HATCH LT 1.0 12V Flex 5p Mec2025GasolinaR$ 85.384,00
Hyundai HB20HB20 Comfort Plus 1.0 Flex 12V Mec2025GasolinaR$ 82.287,00
Renault KwidKWID Zen 1.0 Flex 12V 5p Mec2025GasolinaR$ 59.549,00

Como calcular a depreciação do veículo novo

A depreciação é uma estimativa que prevê a redução do valor do veículo, baseada em diferentes fatores, incluindo tempo de uso, desgaste, versão, demanda local e variação econômica. No caso de veículos novos (0 km), o cálculo é bem simples: 

  1. Basta dividir o valor do veículo por 5, obtendo a depreciação anual;
  2. Para saber a depreciação mensal, é só dividir o resultado da anual por 12.

Portanto, se você comprasse um carro novo por R$ 53.000,00, teria:

  • Depreciação anual: 53.000,00 ÷ 5 = 10600 

Ou seja, a cada ano, seu veículo valeria aproximadamente R$ 10.600 a menos.

  • Depreciação mensal: 10.600 ÷ 12 = 883,33

Isso significa que, a cada mês, seu veículo valeria R$ 883,33 a menos.

Atenção: é importante saber que os cálculos da FIPE automóveis e da depreciação de um veículo não precisam ser levados ao pé da letra. 

Alguns fatores também podem impactar nesse valor, como a cor, o ano de fabricação, o estado de conservação e acessórios, e devem ser considerados durante uma análise do preço real do seu veículo.

A relação da Tabela FIPE com os seguros

Como esse índice recebe atualização mensal, as seguradoras usam a Tabela FIPE para calcular a indenização e os prêmios que variam conforme o valor do mês do ocorrido, e não o valor da época de contratação do seguro.

Por exemplo, a Suhai oferece uma indenização de até 100% da Tabela FIPE do veículo protegido. No entanto, a consulta é realizada com base no mês do sinistro!

Desse modo, não importa se você contratou seu seguro em janeiro do ano passado ou há dois meses, se o sinistro ocorreu em abril de 2025, essa será a base de cálculo para sua indenização.

Ah! No caso dos táxis, os valores podem cair até 25% do valor da Tabela FIPE em uma indenização, por conta da isenção fiscal que o veículo possui na hora da compra.

Qual ano considerar na Tabela FIPE?

Para realizar essa consulta no site oficial da fundação, você deverá apresentar algumas informações, incluindo o ano modelo do veículo. Basicamente, isso corresponde ao ano de lançamento do modelo e serve para identificar a versão do veículo.

Portanto, você não deve confundir com o ano de fabricação, que representa quando o carro foi realmente produzido. Muitas vezes, essas datas podem ser diferentes e interferir no resultado da sua pesquisa!

Inclusive, em caso de divergência na consulta, analise com calma as informações indicadas, verificando se informou o modelo e ano modelo corretos.

Tabela FIPE ou IPCA: qual é melhor para avaliar veículos?

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é usado para medir a inflação oficial do Brasil, sendo calculado pelo IBGE. Esse indicador é usado para acompanhar a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços, como alimentos, transporte, saúde e entre outros.

No entanto, o IPCA não serve diretamente para avaliar o valor de mercado de um veículo, somente para medir a inflação.

Essa função é restrita à Tabela FIPE, criada justamente para oferecer esse preço médio ao mercado e nortear operações relacionadas, como a indenização e prêmios de seguros.

Como consultar a Tabela FIPE de semi-reboques?

Para descobrir o preço médio de semi-reboques, siga o passo a passo:

  1. Acesse o site oficial da Tabela FIPE;
  2. Selecione a opção “Consulta de caminhões e micro-ônibus”;
  3. Em seguida, selecione o mês de referência desejado e informe as informações solicitadas do veículo — ou faça a pesquisa por código FIPE;
  4. Por fim, basta clicar em “Pesquisar” e confira os dados apresentados. 

Não esqueça de verificar se todas as informações estão corretas, antes de utilizar essa consulta como base para suas negociações!

A Tabela FIPE é essencial para quem tem veículo

A Tabela FIPE é um indicador importante para as negociações envolvendo veículos, servindo como referência para diferentes setores desse mercado. Portanto, não deixe de conferir esse preço médio antes de fechar algum negócio!

Além disso, conheça os seguros da Suhai Seguradora, com indenizações de até 100% da Tabela FIPE e coberturas personalizadas para as suas necessidades. 

Acesse nosso site e faça sua cotação!

O que as pessoas também perguntam sobre a Tabela FIPE

Entenda mais como funciona esse índice referencial e tire todas as suas dúvidas:

Quem criou a tabela FIPE?

Quem criou a Tabela FIPE foi a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, uma instituição fundada em 1973 para apoiar as atividades da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (USP).

Em que ano a tabela FIPE surgiu?

A tabela surgiu em 1998, com o objetivo de fornecer uma referência confiável para os preços de veículos no mercado brasileiro. Ela rapidamente se tornou um padrão nacional para compra e venda de carros, motos e caminhões usados e seminovos.

Como consultar a Tabela FIPE pela placa?​

Por meio de sites de despachantes, como o Placa FIPE. A fundação não disponibiliza esse recurso em seu site oficial.

Qual ano considerar na Tabela FIPE?​

Durante sua consulta, considere o ano do modelo do veículo ao qual você deseja consultar para encontrar o preço médio correto, ou seja, o ano de lançamento do modelo — não o de fabricação, que pode ser diferente.

Como consultar a Tabela FIPE de semi-reboque?

Acesse o site oficial da Tabela FIPE, selecione a “consulta de caminhões e micro-ônibus” e preencha as informações solicitadas.

Embreagem alta ou baixa: quais são as principais diferenças entre elas?

Uma pergunta comum que muitas vezes passa pela cabeça dos motociclistas é: embreagem alta ou baixa? Afinal, qual a melhor opção?

Aqui, vamos entender mais profundamente essas duas opções e qual delas é a melhor para que se possa dirigir com segurança e qualidade. 

Embreagem alta ou baixa: entenda as principais diferenças?

De forma geral, a diferença entre embreagem alta ou baixa em motos está relacionada com a altura em que o acionamento da embreagem começa a “pegar”.

Em outras palavras, estamos falando do ponto no qual a transmissão começa a enviar força do motor para as rodas. 

Assim, podemos ter suas situações bastante opostas:

Embreagem alta

Neste caso, o ponto no qual se começa a transmitir potência está mais no final do curso da alavanca – ou seja, próximo de quando a alavanca está totalmente solta. 

Por isso, o piloto precisa soltar quase completamente a alavanca da embreagem para sentir a moto se movimentar.

Em alguns veículos, essa embreagem alta é uma característica de fábrica. Porém, ela também pode ser o resultado do desgaste do cabo ou de ajustes que deixaram o sistema com menos tensão, o que deixa a condução mais difícil, especialmente para os iniciantes.

Embreagem baixa

Aqui, o ponto de transmissão de potência está mais no início do curso da alavanca – isso significa que, quando ainda se está apertando a alavanca, a transmissão já está se engatando. 

Portanto, o veículo começa a andar com um pequeno movimento de soltar a alavanca, podendo ser resultado de ajustes para um curso mais curto ou mesmo característica de alguns modelos. 

O problema é que, se a embreagem estiver muito baixa, pode ser desconfortável para o motorista ou mesmo dificultar o controle em manobras lentes. Também pode ser sinal de ajustes inadequados ou desgaste no cabo ou nos componentes da embreagem.

Então, qual é melhor: embreagem alta ou baixa?

A resposta é: nenhuma das duas. O mais indicado é que a embreagem esteja em um meio termo, seguindo sempre as orientações do fabricante do veículo.

Isso porque cada modelo tem sua especificação da altura em que deve estar a folga da alavanca da embreagem. Portanto, respeitar essa determinação é o melhor caminho para manter o veículo em boas condições por mais tempo. 

Ainda sobre esse assunto, é comum em vários modelos que essa folga seja de 10 mm a 15 mm, ou até 20 mm, mas isso não é um padrão para todos. Por esse e muitos outros motivos que ler o manual com atenção é tão necessário para todos os donos de carros e motocicletas. 

Como ajustar a embreagem da moto para que ela fique correta?

Se você perceber a sua embreagem mais alta ou baixa do que seria interessante, na grande maioria dos casos, o ajuste deve ser feito por meio do regulador no cabo da embreagem, que costuma ficar próximo ao guidão ou no motor.

Como vimos no tópico anterior, recomenda-se que se permita uma folga mínima na alavanca para que o sistema funcione corretamente e sem desgastar os componentes antes do tempo. 

Agora, caso você perceba problemas mais complexos, como dificuldade em engatar marchas e trepidações, ou mesmo se a moto “anda sozinha” com a embreagem acionada, é importante consultar um mecânico especializado para realizar as verificações necessárias.

Quais são os riscos de uma embreagem desregulada?

Como você pode imaginar a partir da leitura deste conteúdo, uma embreagem muito alta ou baixa traz diversos problemas, tanto para o funcionamento da motocicleta quanto para a segurança do piloto. 

Os mais comuns incluem: 

  • Desgaste prematuro dos componentes, pois, se a embreagem estiver muito baixa (com pouca folga), ela pode não desacoplar totalmente, gerando atrito constante entre os discos, o que leva ao desgaste acelerado. Por outro lado, se estiver muito alta (com muita folga), dificulta o completo engate das marchas, forçando componentes do sistema de transmissão;
  • Perda do controle do veículo, podendo causar quedas ou acidentes, principalmente em situações de trânsito intenso ou terrenos irregulares;
  • Dificuldade em engatar ou trocar as marchas, causando “trancos” ou marchas que “escapam”, além de deixar o piloto mais cansado, já que se exige um esforço físico maior;
  • Moto “patinando”, que acontece quando o motor acelera, mas a força não é transmitida de forma eficiente para a roda, gerando perda de potência, aumento no consumo de combustível e risco em ultrapassagens;
  • Aquecimento excessivo devido ao atrito constante, especialmente em trânsito pesado. Esse calor danifica outros componentes próximos, como o óleo do motor, causando uma falha do sistema de embreagem e aumento da possibilidade de quebra durante a condução; 
  • Comprometimento da segurança em situações de emergência, como em frenagens bruscas, aumentando a possibilidade de acidentes.

Portanto, cuidar da embreagem é essencial para a segurança e o bom funcionamento do veículo, evitando essas e muitas outras complicações. 

Leia também | Bateria da moto descarregou do nada? Saiba como ligar o veículo e possíveis causas

Bônus: dicas para aumentar a vida útil da embreagem da sua moto

Antes de finalizarmos este conteúdo, separamos algumas dicas que contribuem para manter a qualidade e o funcionamento correto da embreagem da sua moto. São elas: 

1. Use-a com suavidade, evitando arrancadas bruscas ou segurá-la desnecessariamente;
2. Evite a chamada “meia embreagem”, pois utilizá-la parcialmente acionada em manobras ou em subidas por longos períodos causa atrito constante e prejuízo nos discos;
3. Não acelere com a embreagem acionada. Quando isso acontece, o motor gira sem transferir potência, aumentando o desgaste desnecessário;
4. Realize as trocas nos momentos certos, respeitando a faixa de torque do motor para mudanças suaves e sem esforços;
5. Lubrifique regularmente o cabo da embreagem para prevenir atritos que possam exigir mais esforço ao acioná-lo;
6. Evite sobrecarga no sistema, tomando cuidado com o excesso de peso;
7. Realize manutenções preventivas dentro da frequência indicada pelo fabricante. 

Gostou do conteúdo? Lembre-se de compartilhá-lo com outros motoristas para que mais pessoas entendam as diferenças entre embreagem alta ou baixa e a importância de cuidar bem desse componente.

Até a próxima!

Martelinho de ouro: o que é, quanto custa, quais são as vantagens e quando contratar

Uma dúvida bastante comum entre motoristas, principalmente os iniciantes, é sobre o que é o famoso martelinho de ouro e quando essa técnica pode ser utilizada.

No geral, esse tipo de procedimento é usado em casos de pequenos impactos no veículo, ou seja, quando não há necessidade de pintura, mas sim do reparo de estragos menores na lataria. Vamos falar mais sobre ele neste conteúdo.

O que é o martelinho de ouro?

No dia a dia de uso de um carro, caminhão ou moto, é comum que eles enfrentem situações como chuvas de granizo, pedras de asfalto voando ou mesmo batidas de portas em estacionamentos apertados.

Nessas situações, a lataria pode ficar com marcas que, apesar de serem menores do que uma batida, acabam incomodando os donos por prejudicarem a sua estética. 

A boa notícia é que existe a técnica do martelinho de ouro, uma forma rápida e precisa de reparar esses estragos. 

Trata-se de um procedimento especial de funilaria, praticamente artesanal, que corrige amassados e pequenas deformações em pouco tempo, mantendo a originalidade do veículo e deixando o reparo praticamente invisível. 

O principal ponto que diferencia o martelinho de ouro de outros métodos é a sua capacidade de restauração sem a necessidade de uma intervenção mais completa, como pintura ou troca de peças. 

Isso porque são utilizadas ferramentas especiais, como martelos de diferentes tamanhos e formatos (daí o nome “martelinho de ouro”), o que permite ao profissional acessar a parte interna da área danificada e devolver a sua forma original. 

Contudo, é preciso muita atenção: essa técnica deve ser usada apenas por pessoas que tenham esse conhecimento, ou seja, que sejam altamente treinadas e experientes em manipular a estrutura metálica dos automóveis de forma cuidadosa e precisa.

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Quanto custa o martelinho de ouro?

Para responder essa pergunta, é importante saber que o preço do serviço não é único, uma vez que depende do tamanho do amassado e de como o procedimento deverá ser feito para ajustar o estrago. 

Ainda assim, as faixas de preço mais comuns são:

  • Para amassados simples, como aqueles que surgem de batidas de porta ou pedrinhas no asfalto, os valores variam entre R$ 80 e R$ 100; 
  • Para amassados mais complexos, como quando o veículo é atingido por uma chuva de granizo que deixou diversas deformações na lataria, o reparo demora mais e os valores chegam até a R$ 2.500. 

Caso precise, faça seu orçamento em uma oficina especializada. 

Quais ferramentas são utilizadas no martelinho de ouro?

Diferente do que muitas pessoas pensam, apesar do nome, o martelo não é o único instrumento usado nesta técnica.

Na verdade, esse serviço pode ser feito com diversos tipos de ferramentas, que, junto com a precisão dos movimentos, ajudam a chegar a um bom resultado. 

Confira algumas delas:

  • Martelo pena;
  • Martelo de borracha;
  • Martelo de alumínio;
  • Rebatedores com diferentes pontas;
  • Ventosas de nylon;
  • Ventosas de alumínio;
  • Ganchos S e argolas;
  • Espátulas;
  • Alicate repuxador.

Se você ficar com alguma dúvida, pergunte ao seu mecânico de confiança. 

Quais são as principais vantagens do martelinho de ouro?

Esta é uma forma de reparo automotivo que tem como objetivo recuperar a aparência original da lataria sem grandes modificações. 

Seus principais benefícios incluem: 

  • Preservação da pintura original, pois a técnica não utiliza repintura na maioria dos casos, o que contribui para manter o valor de revenda e evitar possíveis diferenças de tonalidade;
  • Maior custo-benefício, uma vez que dispensa materiais como tinta e costuma ser mais rápido do que outros serviços de funilaria; 
  • Rapidez no reparo, sendo que, dependendo do tamanho do dano, o procedimento pode ser finalizado em poucas horas ou em um único dia; 
  • Menor impacto ambiental, já que não envolve produtos químicos, como solventes e vernizes; 
  • Consertos discretos, deixando o carro, caminhão ou a moto com aspecto novo; 
  • Valorização do veículo, ajudando a mantê-lo esteticamente impecável, o que pode aumentar o seu valor no mercado. 

Portanto, essa é uma das melhores soluções presentes no mercado automobilístico para danos leves, permitindo que os motoristas tenham o seu problema resolvido de forma eficaz e sem gastar tanto. 

Existe seguro de veículo que cubra o martelinho de ouro? 

A resposta é sim: existem seguros que cobrem reparos feitos com o martelinho de ouro. Porém, isso depende do tipo de apólice contratada e da cobertura oferecida pela seguradora. 

Veja algumas possibilidades comuns: 

  • Cobertura de pequenos reparos: algumas empresas oferecem planos ou serviços adicionais voltados para danos menores, conhecidos como “Seguro de Reparos Rápidos” ou “Seguro de Estética Automotiva”. Estes costumam cobrir problemas na lataria e que conseguem ser resolvidos com técnicas como o martelinho de ouro; 
  • Cobertura de danos por eventos específicos: se os amassados forem causados por eventos cobertos na apólice principal, como granizo, colisão ou queda de objetos, o conserto pode ser feito via martelinho de ouro como parte do processo de recuperação. Ainda assim, é importante verificar com a seguradora se essa técnica específica será aplicada ou se eles optarão por métodos mais populares.
  • Franquia Zero ou Reduzida: por fim, alguns seguros oferecem opções com franquia reduzida ou isenta para pequenos ajustes estéticos, facilitando o acesso a procedimentos sem grandes custos para o segurado.

Portanto, ao contratar um seguro para o seu veículo, se quiser, pergunte especificamente sobre esse tipo de cobertura para evitar surpresas na hora de utilizar o benefício.

Agora que você já sabe o que é martelinho de ouro e as principais vantagens desse serviço, que tal explorar outros conteúdos como este no blog da Suhai?

Até a próxima!