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Vistoria de transferência de veículo: tudo o que você precisa saber para fazer corretamente

A vistoria de transferência de veículo é um passo obrigatório antes de comprar um carro usado e mudar, oficialmente, o dono. Essa vistoria tem como intuito atestar que o carro é autêntico, está em condições de uso e está de acordo com a legislação.

Por isso, recomendamos que você entenda o que é feito nesse processo de análise e o que pode contar para a reprovação. Da mesma forma, vale se aprofundar mais sobre o processo de transferência como um todo, os documentos necessários e as principais etapas envolvidas.

O que é feito na vistoria de transferência?

Na vistoria de transferência de veículo, o departamento de trânsito (Detran) analisa o veículo antes da mudança de propriedade. Esse processo avaliativo é obrigatório. São analisados vários fatores, como:

  • Autenticidade do carro: a numeração de registro do chassi é um importante marcador de um carro, pois atesta onde ele foi produzido, sua marca e dá outras informações. Logo, a vistoria verifica se o chassi está em conformidade ou se foi adulterado;
  • Vidros e pneus: em alguns casos, a análise passa pela checagem de estado dos vidros e visibilidade deles, bem como estado dos pneus;
  • Presença de itens obrigatórios de segurança veicular: há também avaliação para conferir se os itens obrigatórios constam no veículo, tais como cintos de segurança, chave de roda, macaco, faróis e lanternas;
  • Suspensão: outro fator verificado é a suspensão, para checar se está de acordo com o padrão recomendado ou se apresenta alguma irregularidade. 

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O que reprova na vistoria de transferência de veículo?

A reprovação na vistoria é um cenário pelo qual ninguém deseja passar na hora de vender, mas que pode ser uma realidade, a depender do estado do carro. Vejamos, então, o que pode ser determinante para um resultado negativo: 

  • Chassi adulterado ou com visibilidade comprometida: se o chassi foi adulterado ou está pouco visível, o carro não pode ser validado como autêntico e, então, é reprovado;
  • Suspensão irregular: um carro rebaixado sem a devida aprovação do Detran, por exemplo, não passa por uma vistoria de venda. Afinal, isso configura uma alteração ilegal das características do veículo;
  • Pneus fora do padrão: da mesma forma, pneus que estiverem muito fora do padrão recomendado, como acontece quando estão fora da largura ideal;
  • Falta de itens de segurança obrigatórios: se o carro não tem macaco, triângulo, chave de roda ou os recursos de iluminação estão ruins, há o risco iminente de reprovação;
  • Insulfilm fora do padrão: outra questão é o insulfilm dos vidros, que deve estar dentro dos padrões do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e com a devida visibilidade. O ideal, vale lembrar, é ter transparência mínima de 70% em parabrisas e vidros laterais e de 28% em vidros traseiros.

O que fazer primeiro, vistoria ou transferência?

A resposta é simples: a vistoria deve ser realizada antes. Esse passo inicial é obrigatório e fundamental, pois somente com a vistoria aprovada o carro estará liberado para o processo de transferência de titularidade.

Para realizar a vistoria, é necessário agendar um horário em centros de inspeção autorizados vinculados ao Detran de cada estado. 

Com o devido agendamento, fica mais fácil organizar o processo e evitar imprevistos, para que o veículo seja examinado com calma. 

Uma vez que a vistoria esteja concluída e aprovada, o proprietário poderá reunir a documentação de transferência e seguir com o processo.

A vistoria e a transferência são apenas parte do processo de compra de um carro usado. Outra parte é o pagamento, que pode ser à vista, com carta de crédito ou com financiamento.

No caso do financiamento, é preciso esperar aprovação e submeter o carro a outros processos — inclusive uma pequena vistoria para o próprio banco. 

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O que é necessário para fazer a vistoria do veículo?

Para garantir que a vistoria aconteça de maneira rápida, é importante ter em mãos toda a documentação de transferência de veículo. Esse conjunto de documentos inclui a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e um comprovante de residência atualizado e o Certificado de Registro de Veículo (CRV), que comprova a posse do veículo, junto com um documento de identificação e o comprovante de pagamento das taxas exigidas pelo Detran.

Uma das taxas é justamente o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que deve ser pago antes do processo de avaliação.

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Conclusão

Realizar a vistoria de transferência corretamente é um passo essencial para garantir que o veículo está em plena conformidade com a lei e apto para a nova etapa de propriedade. 

Esse processo, embora burocrático, é de muita importância para proteger tanto quem compra quanto quem vende, evitando uma série de problemas futuros. 

Afinal, um veículo que passou por todas as inspeções é um veículo que oferece mais segurança, algo que não tem preço.

Se você já concluiu a vistoria e está com tudo pronto para a transferência, o próximo passo é garantir a tranquilidade com o seguro certo, especialmente se ele é usado. 

Para isso, você pode contar com a Suhai, uma seguradora que diz SIM para veículos usados e oferece uma proteção completa. Faça uma cotação agora mesmo

Perguntas frequentes

Veja as principais perguntas e respostas sobre o assunto. 

O que acontece se o carro não passar na vistoria de transferência?

Caso o veículo seja reprovado na vistoria de transferência, o proprietário precisará resolver os problemas identificados e realizar uma nova vistoria em 30 dias.

Quais documentos são obrigatórios para a vistoria?

Os documentos básicos exigidos para a vistoria incluem a CNH do proprietário, um comprovante de residência atualizado, o CRV do veículo e o comprovante de pagamento das taxas de vistoria. 

Como posso agendar uma vistoria de transferência?

O agendamento da vistoria pode ser feito diretamente no local de inspeção ou em sites. É preciso checar o caso em cada Detran.

Como fazer chupeta em bateria com segurança em 6 passos

Não são incomuns situações em que o motor do carro não liga ao dar partida. Nessas horas, é importante saber como fazer chupeta em bateria do carro ou moto.

Dependendo de onde você estiver, pode ser que um profissional especializado demore muito para chegar, por isso, conhecer o passo a passo ajuda bastante nos casos em que a bateria descarrega e é preciso realizar a chupeta.

Leia este conteúdo até o final e confira as nossas recomendações para fazer o procedimento com segurança.

O que significa fazer chupeta em bateria de carro?

A chupeta nada mais é do que uma técnica que transfere a carga de um veículo com funcionamento adequado para outro que está com a bateria descarregada. Em poucos minutos já é possível ligar o automóvel.

Em casos assim, é sempre recomendado acionar o seguro ou, assim que ligar o carro ou moto, levá-lo a uma oficina. Somente um profissional capacitado pode identificar a causa da descarga da bateria e determinar se é preciso realizar a troca da peça.

A chupeta na bateria, no entanto, é um procedimento rápido e simples, que pode ajudar bastante em situações inconvenientes em que esperar pela ajuda não é uma possibilidade.

Pontos de atenção antes de fazer a chupeta

A chupeta deve ser realizada com atenção e cuidado a fim de evitar problemas maiores. Por isso, se atente e evite realizar o processo próximo de objetos inflamáveis e, caso identifique sinais de vazamento, danos na bateria ou corrosão, espere pelo suporte profissional.

É preciso somente de um segundo carro com a bateria funcionando e, normalmente, dois cabos de transmissão para a carga, um vermelho e um preto, que costumam ser encontrados em postos de gasolina ou lojas de autopeças.

Como fazer chupeta em bateria de carro ou moto?

O passo a passo é simples, basta prestar atenção em cada etapa para garantir a segurança e conseguir ligar o carro ou moto novamente. Confira:

  1. Certifique-se de que os equipamentos eletrônicos de ambos os carros, como rádio e faróis, estejam desligados;
  2. Abra os capôs e localize as baterias;
  3. Conecte o cabo preto (negativo) e conecte-o no mesmo polo negativo (-) da bateria de cada veículo;
  4. Conecte o cabo vermelho ao polo positivo (+) de cada bateria;
  5. Dê partida no carro que está com a bateria em bom funcionamento, espere alguns minutos e tente ligar o carro que está com a bateria ruim;
  6. Se o carro pegar, espere alguns minutos e retire os cabos, um de cada vez.

Durante o processo, tome cuidado para que os bicos dos cabos fiquem bem firmes e não encostem em partes metálicas da bateria, pois isso é capaz de provocar faíscas.

O que fazer depois de realizar a chupeta?

Agora que você já sabe como fazer chupeta em bateria, é importante ter em mente que se trata de um procedimento de emergência.

Há várias razões pelas quais uma bateria pode descarregar, como tempo de uso, problemas no conectar, luzes ou equipamentos eletroeletrônicos, como rádio e faróis ligados mesmo com o carro desligado, entre outros.

Caso a chupeta não funcione, pode ser o indício de que há algum problema na parte elétrica do veículo ou que é hora de trocar a bateria, que costuma ter uma vida útil de 2 a 3 anos.

Um especialista pode utilizar um multímetro para verificar a tensão da peça e o nível de carga da bateria: normalmente o leitor mostra entre 12,3 V e 12,8 V com o carro desligado. Caso o leitor mostre 12,2 ou menos, significa que a bateria está descarregada e é preciso trocá-la.

Por fim, ao dar partida no automóvel, uma bateria em boas condições não permite que a voltagem caia para menos de 9 V.

Tire outras dúvidas sobre como fazer chupeta em bateria

Além de conferir o passo a passo, é importante conferir outras dúvidas frequentes relacionadas ao procedimento, entre elas:

Fazer chupeta pode estragar a bateria?

Não, a ligação direta não estraga a bateria, mas o carro que fornece a carga pode ser prejudicado, por isso, é importante se atentar à conexão dos polos da bateria e manter o veículo ligado durante o processo.

Como retirar os cabos das baterias?

Evite tirar os cabos de qualquer jeito, pois isso pode prejudicar a segurança e a bateria do carro, assim como de quem está realizando o passo a passo.

Siga a sequência ao tirar:

  • O cabo negativo da bateria auxiliar;
  • O cabo negativo da bateria com problema;
  • O cabo positivo da bateria auxiliar;
  • O cabo positivo da bateria com problema.

Os cabos devem ficar conectados por quanto tempo?

Depende. Se a bateria não estiver com problemas muito graves, a conexão já é o suficiente para dar partida no carro e normalizar a situação.

Porém, em alguns contextos é preciso esperar uns cinco minutos para que as cargas se normalizem e evitar que o carro morra logo em seguida. Já se for o caso de uma bateria muito descarregada, é recomendado ligar o carro que está fornecendo a carga e acelerar um pouco antes de dar a partida no outro.

A chupeta pode ser realizada na chuva?

Sim, a chupeta pode ser feita na chuva, porém, é preciso tomar cuidados básicos que são pontos de atenção na hora de manusear qualquer equipamento elétrico nessas condições.

Isso significa evitar água sobre o conectar ou porta de recarga da bateria.

Lembre-se de que, em caso de dúvidas, é sempre melhor esperar o suporte especializado para evitar danos maiores ao veículo e à sua segurança.

Gostou do conteúdo? Agora você já sabe como fazer chupeta em bateria. E no blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre cuidados e a manutenção de veículos.

Chave automotiva codificada: o que é e como funciona?

As chaves de um veículo não são todas iguais. Sabia que a chave automotiva codificada já é muito mais moderna e segura do que modelos convencionais, que têm somente um segredo mecânico e uma lâmina metálica?

Se você se interessa pelo mundo automotivo e utiliza o seu carro com frequência, seja para ir ao trabalho ou como transporte de lazer, está no lugar certo para tirar as suas dúvidas sobre as chaves codificadas. Continue a leitura e confira tudo o que precisa saber sobre o assunto!

O que é uma chave automotiva codificada?

Uma chave codificada é como a impressão digital do seu automóvel, pois possui um chip com um código eletrônico único que se conecta com a central de segurança. 

Ou seja: quando você utiliza a chave, ela autoriza a abertura da porta ou a partida do veículo porque há uma comunicação eletrônica entre ela e o sistema interno do carro.

Para entender melhor, é importante ficar claro que as chaves convencionais, por sua vez, funcionam de outra forma: o motor é acionado por meio de um segredo mecânico que é esculpido em uma lâmina metálica.

Como funcionam as chaves codificadas?

Uma chave automotiva codificada tem um chip (transponder) que armazena o código eletrônico. Quando ela é inserida na ignição, é emitido um sinal para a central de segurança que se localiza dentro do automóvel.

O motor só é acionado de maneira correta se a central receber a mensagem codificada programada previamente. Isso significa que o carro só liga quando há conexão entre a codificação da chave e da central, caso contrário, é acionada uma luz de alerta no painel e o veículo dá partida.

Quais são as vantagens e desvantagens desse tipo de chave?

Uma das vantagens mais atrativas da chave automotiva codificada é a segurança e a prevenção contra roubos e furtos, afinal, o carro só liga com o código criptografado.

Porém, há um lado negativo também que, nesse caso, é o seu custo elevado, seja para aquisição ou manutenção. Além disso, o tempo para realizar uma cópia também costuma ser bem mais longo do que de uma chave comum.

Quanto custa codificar uma chave?

Quando se adquire um veículo zero quilômetro que vem com uma chave codificada, o consumidor recebe a original e uma cópia virgem. No entanto, quando é feita uma compra de carro seminovo ou usado, nem sempre isso acontece.

Devido a toda a tecnologia envolvida, a perda de uma chave codificada gera uma dor de cabeça um pouco maior do que as chaves convencionais. 

Para solicitar uma cópia, é necessário saber qual é o código do veículo — caso tenha perdido ou se esquecido, é possível solicitá-lo à concessionária. E tenha em mente que, dependendo do modelo do carro, o valor para reparar essa perda pode chegar em torno de R$ 800,00.

Quais cuidados você precisa ter com a sua chave automotiva codificada?

Como esse modelo de chave é bastante caro, é importante redobrar a atenção para evitar perdas ou danos. Aqui vão algumas dicas:

  • Evitar quedas de grande impacto que podem corromper o chip da chave;
  • Não deixá-la próxima de eletrônicos, como celulares, tablets, computadores ou outras chaves que podem afetar sua funcionalidade e comunicação com a central devido ao campo magnético;
  • Não utilizar álcool em gel para limpar a chave.

Se por algum motivo a sua chave não funcionar, é recomendado ir até a concessionária ou a um mecânico de confiança para solucionar o problema da melhor forma possível.

Os 4 problemas mais comuns das chaves codificadas

Apesar das vantagens relacionadas à segurança, a chave automotiva codificada também pode sofrer com alguns problemas. Os principais são:

1. Perda do código da chave

Não é incomum o chip perder a codificação, o que pode ser resultado da perda da chave em si ou de alguma interferência de dispositivos próximos. Também pode ocorrer a decodificação no chip que está na ignição do carro.

O problema costuma ser resolvido com o suporte da concessionária ou de um mecânico, que irá incluir o código do automóvel mais uma vez.

2. Falhas no circuito eletrônico do carro

Outro ponto de atenção é o fato de que instalações equivocadas de equipamentos do campo elétrico do carro, como som, travas e vidros, são capazes de gerar problemas na chave.

Isso acontece porque estamos nos referindo a um sistema de segurança eletrônico e, portanto, a chave codificada precisa ser instalada em um carro com a parte elétrica em perfeito funcionamento.

Leia também | Carro automático não quer ligar? Confira possíveis causas e o que fazer 

3. Chip danificado

Se a chave sofre algum tipo de forte impacto, como uma queda, isso pode danificar o chip e impedir o seu uso.

4. Bateria fraca

A bateria de uma chave codificada tem um período de validade e, se estiver descarregada, é normal que pare de funcionar e não seja possível destravar o carro. Nesses casos, a solução é simples: basta trocar por uma nova.

Com todas estas informações, você já conhece os diferenciais da chave codificada e o que fazer em caso de perda ou danos.

Gostou do conteúdo? No blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre os cuidados e a manutenção de veículos. Que tal conferir, agora, algumas dicas sobre produtos de limpeza para carros

Até a próxima!

Bebê conforto, cadeirinha e assento: quais são as diferenças e qual é o mais seguro para transportar crianças?

Bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação: entre essas opções, qual é a mais segura para transportar bebês e crianças? 

Está aí uma dúvida frequente, principalmente para famílias que irão ter um bebê pela primeira vez e ainda não conhecem os dispositivos de retenção para o transporte de crianças (DRC) que existem no mercado. 

Neste conteúdo, entenda a resposta para essa questão e saiba tudo sobre o transporte seguro de bebês e crianças em veículos.  

Bebê conforto, cadeirinha e assento: qual é o mais seguro? 

Indo direto ao ponto: todos esses dispositivos são seguros para o transporte de crianças e bebês em veículos. Isso mesmo! 

E a verdade é que você irá utilizar em seu veículo, ao longo da primeira infância do seu filho, todos estes tipos de cadeirinha, de acordo com a idade e o peso da criança. 

Afinal, de acordo com o artigo 64 do Código de Trânsito Brasileiro, crianças com idade menor que 10 anos e com altura inferior a 1,45 m devem ser sempre transportadas no banco traseiro do veículo utilizando equipamento de segurança, seguindo as normas estabelecidas pela Resolução nº 819 do Contran, a famosa Lei da Cadeirinha.

Portanto, não é preciso escolher um desses dispositivos para utilizar, bebê conforto ou cadeirinha ou assento. Na hora certa, todos serão usados. 

A escolha que vai existir é entre a infinidade de marcas e modelos que existem, para cada um desses dispositivos, com preços e tecnologias variadas.

Mas qual é a diferença entre bebê conforto, cadeirinha e assento? 

Cada dispositivo de retenção tem suas particularidades. Entenda, abaixo, o que é,  para que serve cada um deles e qual é a idade recomendada para uso:

Bebê conforto

O bebê conforto para carros é um dispositivo de retenção para o transporte de crianças que tem formato de concha. Deve ser utilizado assim que o bebê sai da maternidade e até que ele complete o primeiro aniversário. 

O bebê conforto deve ser instalado no veículo, no banco traseiro, de costas para a frente, em um ângulo de inclinação de 45º.  

É interessante aos motoristas instalar também um espelho retrovisor infantil no encosto do banco traseiro do carro, para conseguir enxergar o rostinho do bebê enquanto dirige, verificando sempre se o pequeno está bem ao longo do passeio de carro.  

Cadeirinha 

A cadeirinha deve ser utilizada por crianças de 1 a 4 anos de idade ou com peso de 9 a 18 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

Geralmente, as cadeirinhas possuem estrutura vertical e devem sempre ser instaladas de frente para o sentido de deslocamento do carro.

Elas contam com cintos de segurança integrados de cinco pontos, que distribuem melhor a energia do impacto ao corpo da criança em caso de colisão. 

Como a cadeirinha é utilizada por vários anos, a dica é investir em um dispositivo que conte com redutores que possam ser retirados conforme o crescimento da criança, mantendo-a confortável e segura, sem precisar comprar novos dispositivos até a chegada da nova fase. 

Assento (assento de elevação ou booster)

O assento, também conhecido como assento de elevação ou booster, serve para crianças com idade superior a 4 anos e até 7 anos e meio de idade, ou com até 1,45 metro de altura e peso de 15 a 36 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

Trata-se de um dispositivo bem menor e mais simples, quando comparado à cadeirinha ou ao bebê conforto e que não conta com cinto próprio. Por isso, é utilizado o próprio cinto do carro para prender o dispositivo ao banco e a criança ao dispositivo.

Para quem precisa de mais espaço no banco traseiro, muitas vezes por ter outra criança menor, é interessante aderir ao assento assim que possível, já que ele é um dispositivo muito mais compacto. 

Cinto de segurança do carro

A criança a partir dos 7 anos e meio e com altura superior a 1,45 metro de altura, que já consegue apoiar as costas no encosto e dobrar os joelhos na extremidade do assento do carro, pode abandonar o booster e utilizar o cinto de segurança do próprio carro (no banco traseiro). 

E quando a criança pode ser transportada no banco da frente do veículo? 

O transporte de crianças no banco da frente, com o cinto do carro, só é permitido para crianças com idade superior a 10 anos e com mais de 1,45 m de altura. 

Crianças com menos de 10 anos podem utilizar o banco dianteiro do veículo, com o uso do dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura, nas seguintes situações: 

  • quando o veículo for dotado exclusivamente do banco dianteiro (picapes, por exemplo); 
  • quando a quantidade de crianças com esta idade exceder a lotação do banco traseiro;
  • quando o veículo for dotado originalmente de cintos de segurança subabdominais (dois pontos) nos bancos traseiros. 

Precisa de bebê conforto, cadeirinha e assento ao utilizar táxis ou carros de aplicativos?

Taxistas e motoristas de aplicativo, mesmo que transportem crianças, não são obrigados a levar junto ao carro  bebê conforto, cadeirinha e assento. 

Isso porque os automóveis dessa categoria foram unidos, na nova legislação, aos carros de aluguel e de transporte coletivo, que são veículos que podem dispensar a necessidade de trafegar com os dispositivos de retenção infantil.

Por isso, o ideal é levar a própria cadeirinha, assento ou booster sempre que for chamar um transporte particular. 

Qual a multa para quem não utiliza bebê conforto, cadeirinha e assento?

A multa para quem não utiliza o dispositivo de retenção para crianças adequado para cada idade está prevista no Artigo 168 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro). 

A infração, de natureza gravíssima, tem valor de R$ 293,47 e soma sete pontos na CNH do motorista. E como medida administrativa, o veículo flagrado sem a cadeirinha pode ser retido até que a irregularidade seja sanada. 

Isso quer dizer que a viagem só pode continuar se alguém levar o dispositivo correto para a criança e colocar no carro ou, ainda, se alguém, dirigindo outro veículo com o dispositivo adequado, transportar a criança para o condutor autuado.

Como escolher o bebê conforto, a cadeirinha e o assento ideal? 

É preciso considerar, em primeiro lugar, se os equipamentos contam com o selo do Inmetro. Isso garante que o produto foi produzido dentro de todas as normas necessárias para a segurança da criança. 

Outro fator importante a considerar é o sistema de fixação existente no carro. Alguns veículos  contam com sistemas diferenciados (isofix e latch), que são mais práticos e mais seguros. Mas não adianta comprar um dispositivo com esse sistema se seu carro não permite a utilização dele. 

Mais um ponto de atenção é em relação ao material que o dispositivo é produzido. Algumas cadeirinhas, por exemplo, são menos acolchoadas, mais duras. 

E por mais que essa característica não diminua a segurança do equipamento (se contar com o selo do Inmetro), pode gerar desconforto físico para a criança (e criança irritada, chorando, pode desviar a atenção do condutor e gerar acidentes). 

Para cadeirinhas, que são usadas por um longo período (de 1 a 4 anos, no mínimo), pode valer a pena investir em produtos mais sofisticados, que contam com almofadas redutoras, apoios para a cabeça e diferentes graus de inclinação. 

Inclusive, mesmo que a criança complete 4 anos, algumas dessas cadeirinhas podem ser apropriadas para pequenos de até 36 kilos. Ou seja, é possível seguir com a cadeirinha para além dos 4 anos e não precisar aderir ao assento de elevação em nenhum momento. 

Agora você já sabe as diferenças entre bebê conforto, cadeirinha e assento. Aproveite para acessar outros conteúdos sobre o universo dos motores no NA RUA com a Suhai, nosso canal de informações no YouTube. 

Leia também | Proteção no carro: confira os tipos de cadeirinhas recomendados para cada idade

Shampoo automotivo: como escolher a melhor opção para o seu veículo?

O shampoo automotivo é um produto que vai ajudar muito na lavagem e também na proteção da pintura do seu carro. 

Mas, para preservar a aparência, o visual impecável e a durabilidade, você precisará escolher o shampoo certo. 

No mercado, você encontrará uma grande variedade de opções, desde produtos com cera que proporcionam um brilho extra até desengraxantes que removem impurezas mais pesadas. E pode até achar quem ensine como fazer shampoo automotivo!

E aí: como saber se pode confiar nas dicas que você vê por aí?

Neste conteúdo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

O que é shampoo automotivo?

O shampoo automotivo é um produto formulado especialmente para a limpeza de veículos, projetado para remover sujeira, poeira e contaminantes sem danificar a pintura

Além de sua função principal de limpeza, ele também pode oferecer proteção adicional, dependendo de sua formulação. 

Confira algumas opções disponíveis no mercado:

  • Shampoo neutro: ideal para uso regular, pois é suave e não contém substâncias abrasivas. Sua fórmula é conhecida por ser mais balanceada, o que significa que não altera o pH da pintura do carro, tornando-o seguro para a lavagem frequente;
  • Shampoo automotivo com cera: combina a limpeza com a aplicação de cera, proporcionando um brilho adicional e uma camada de proteção da pintura contra alguns agentes externos, como sol excessivo e chuva;
  • Shampoo desengraxante: formulado para remover sujeiras mais pesadas, como graxas e óleos, sendo ideal para veículos que demandam uma limpeza mais profunda, como off-road ou aqueles que circulam em ambientes industriais.

Qual é o melhor shampoo automotivo?

Entre os melhores shampoos para carros, algumas marcas se destacam pela qualidade e confiabilidade. A 3M, Turtle Wax, Vonder, Luxcar, Vonixx e Proauto estão entre as alternativas mais buscadas pelo consumidor.

Qual a diferença entre shampoo e detergente? 

Shampoos automotivos de qualidade são desenvolvidos para cuidar da pintura, com ingredientes que limpam sem agredir. Já os detergentes comuns, apesar de removerem resíduos de alimentos e graxas, usam componentes como ácido sulfônico e soda cáustica, que podem ser muito agressivos para a pintura do carro. 

Shampoos para carros removem sujeiras complexas, como resinas, resíduos de árvores, aves e insetos, poeira de construção, entre outros, preservando a cera e os selantes aplicados no veículo.

Já no caso de detergentes, formulados com o foco em reduzir custos de produção para tornar o produto mais acessível, podem corroer o verniz e remover a cera protetora do carro, resultando em manchas e danos irreversíveis à pintura.

Então, embora seja tentador (e até parecer uma boa ideia) usar produtos de limpeza doméstica para lavar o carro e economizar, o uso desses produtos pode reduzir drasticamente a vida útil da pintura e a proteção do veículo.

Pode usar shampoo para lavar carros?

Sim, os shampoos são ideais para a lavagem de veículos, desde que sejam produtos automotivos. Eles são especificamente formulados para proporcionar uma limpeza automotiva eficiente, removendo sujeira e contaminantes sem danificar a pintura. 

Uma das orientações mais importantes é a diluição correta do produto, caso seja um shampoo automotivo concentrado. Cada tipo pode ter recomendações diferentes quanto à proporção de diluição, e utilizar a quantidade errada pode comprometer tanto a eficácia da limpeza quanto a segurança da pintura. 

Portanto, para obter os melhores resultados na lavagem do seu carro, siga as instruções do fabricante sobre como diluir o shampoo automotivo e aplicá-lo corretamente. 

Qual o melhor sabão para lavar carros?

O melhor sabão para lavar carros é, na verdade, um bom shampoo automotivo. Uma das principais características é o pH neutro, que assegura que o produto não danificará o acabamento e a proteção da pintura. 

Além disso, sempre que puder, opte por shampoos que contenham ingredientes biodegradáveis, pois esses produtos não só mantêm a qualidade pintura, como também são mais amigáveis ao meio ambiente. 

Comparados a produtos domésticos, como sabões líquidos comuns ou cosméticos, os shampoos automotivos são superiores por serem especificamente formulados para as necessidades dos veículos. 

Qual é o produto pode ser usado para lavar o carro?

Ao considerar qual produto pode ser usado para lavar o carro, há diferentes opções além do shampoo automotivo tradicional, como a alternativa de lavagem a seco e os shampoos desengraxantes. 

A lavagem a seco utiliza produtos em spray que contêm agentes lubrificantes. Essa alternativa é prática para limpezas rápidas e é particularmente útil em locais onde o acesso à água é limitado. Contudo, não é indicada para veículos muito sujos.

Já os shampoos desengraxantes removem sujeiras mais difíceis, como graxas e óleos, mas devem ser usados com cautela para não prejudicar a proteção da pintura automotiva.

No caso de limpezas mais profundas, também é interessante contar com o acessório conhecido como Snow Foam ou canhão de espuma.

Esse equipamento é indicado para remover sujeira acumulada e pode ser uma “mão na roda”! Mas lembre-se: você deve usar apenas shampoo neutro, e não o shampoo com cera, dentro do Snow Foam. 

Conclusão

A escolha do shampoo automotivo adequado é muito importante para garantir uma lavagem automotiva eficiente, prática e segura. Optar por produtos com pH neutro pode ajudar a proteger a pintura do seu veículo, enquanto shampoos que contêm cera proporcionam um brilho extra e uma camada adicional de proteção. 

Investir em um bom shampoo automotivo é, então, uma boa escolha para valorizar e prolongar a vida útil do seu veículo, assegurando que ele permaneça sempre bonito e bem cuidado!

Perguntas frequentes

Confira as respostas para as principais dúvidas sobre shampoo automotivo:

Como escolher o melhor shampoo para carros?

Escolha um shampoo automotivo com pH neutro para proteger a pintura, preferindo aqueles que oferecem cera para brilho e proteção extra.

Shampoo com cera é melhor que o neutro?

O shampoo com cera proporciona um brilho adicional e proteção, enquanto o neutro é ideal para uso frequente sem remover a cera existente; a escolha depende das necessidades específicas de manutenção do veículo e orçamento disponível.

É seguro usar produtos de limpeza doméstica no carro?

Não, produtos de limpeza doméstica podem ser agressivos e remover a cera, danificando a pintura e comprometendo a proteção do veículo.

Quando trocar o disco de freio? Saiba como identificar os sinais de desgaste

A manutenção adequada de um veículo passa por saber quando trocar o disco de freio. Isso garante segurança e evita diversos riscos durante o uso do carro ou da moto.

Saber identificar os sinais de que está na hora de realizar essa troca é fundamental. Por aqui, explicamos a função do disco de freio e trazemos detalhes importantes sobre os cuidados envolvendo esta peça do veículo e todo o sistema de frenagem. Confira!

O que é o disco de freio e qual é a sua função?

O disco de freio é uma peça que faz parte do sistema de segurança de um carro ou moto, sendo responsável pela conversão de energia cinética em calor para frear ou parar o automóvel.

Quando esta peça não está em condições adequadas, significa que o sistema de freios como um todo está inseguro e vulnerável a riscos. 

Os discos de freio garantem mais aderência do pneu com a superfície, principalmente em pistas molhadas. Portanto, é inegociável que a manutenção adequada seja realizada de tempos em tempos.

Quais são os riscos de não trocar o disco de freio?

A negligência na manutenção do disco de freio pode acarretar em consequências graves para vida do motorista e passageiros. Os principais riscos incluem:

  • Aumento na distância de frenagem, ou seja, resposta mais lenta do sistema que aumenta o tempo para parar o veículo;
  • Superaquecimento, causando comprometimento da estrutura;
  • Redução da eficiência, sendo que em alguns casos o sistema de freio pode nem funcionar;
  • Barulhos e ruídos mais constantes ao dirigir;
  • Aumento do índice de acidentes.

Quando trocar o disco de freio de carros e motos?

Para saber quando trocar o disco de freio, é preciso ficar atento aos sinais de que algo está errado no seu veículo. Preste atenção no seguinte para evitar consequências mais graves:

1. Dificuldade para frear

Este é um dos principais problemas que sinalizam quando trocar o disco de freio.

A dificuldade para frear significa que a peça está desgastada e, ao pisar no freio, o motorista tem a sensação de que o veículo não está reduzindo a velocidade. 

As respostas lentas para desacelerar são um risco ao dirigir e, diante dessa percepção, é preciso levar o carro ou moto para a manutenção.

2. Pedal de freio mais duro 

Outro ponto de atenção é o pedal de freio mais rígido do que o normal, exigindo uma força maior para desacelerar o carro. Esse sinal é importante porque deixa claro que a resposta do carro para frear está menos eficiente.

3. Vibrações na frenagem

Se, ao pisar no freio, você notar vibrações no volante ou no próprio pedal, é mais um indício de desgaste no disco de freio.

4. Cheiro de queimado

Caso sinta um cheiro de queimado após utilizar os freios do veículo, também pode ser um sinal de superaquecimento dos discos de freio.

5. Pouca resistência no freio

Ao mesmo tempo que a rigidez excessiva no pedal do freio é um problema, a baixa resistência também não é um bom sinal que indica a necessidade de verificar todo o sistema de frenagem.

6. Luz de freio acesa no painel

Se o painel do veículo está com a luz de freio acesa, é importante buscar ajuda profissional porque normalmente este é um sinal de desgaste excessivo de pastilhas e discos.

Qual é a vida útil de um disco de freio?

Quando estamos falando sobre quando trocar o disco de freio, é preciso entender sua vida útil.

A substituição costuma ser realizada próxima aos 40 mil quilômetros rodados, porém, é sempre recomendado verificar todo o sistema de freios nas revisões periódicas a cada 10 mil quilômetros.

A vida útil é determinada de acordo com a espessura mínima da peça, que costuma estar gravada no próprio disco ou no manual do fabricante. A medição da espessura é realizada com o micrômetro para obter uma leitura precisa.

Além disso, o mecânico também costuma fazer uma verificação visual, buscando sinais de desgaste em excesso, por exemplo, sulcos profundos, irregularidades ou trincas. A substituição é sempre necessária quando a espessura mínima for ultrapassada.

O que influencia o desgaste do disco de freio?

Você já sabe quando trocar o disco de freio, então agora é bom compreender também os fatores de influência no desgaste desta peça.

A deterioração do disco de freio acontece naturalmente, conforme o veículo é utilizado, e não há como evitar isso. Quanto maior a quilometragem, mais próximo você está de precisar realizar a troca.

Além disso, as pastilhas têm vida útil menor e são uma peça-chave importante para acionar o disco, ou seja, é fundamental cuidar da manutenção desta peça também, porque uma pastilha inadequada ou muito velha pode ocasionar maior desgaste do disco de freio.

Outro fator de influência é o superaquecimento. Os discos de freio podem alcançar altas temperaturas e se dilatar, o que provoca danos estruturais quando não são resfriados da maneira correta. Por isso, choques térmicos acabam aumentando os riscos de desgaste.

Pronto! Você já sabe quando trocar o disco de freio e tem conhecimento sobre os sinais de que é preciso prestar mais atenção ao sistema de frenagem do seu veículo. Dessa forma, você garante mais segurança no trânsito e evita acidentes.

Gostou do conteúdo? No blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas de manutenção de veículos.

Até a próxima!

Bateria: qual é a melhor e como escolher a opção ideal para o seu veículo?

Saber qual bateria é a melhor para o seu veículo é muito importante para evitar prejuízos na hora de fazer essa escolha.

Afinal, todo investimento para o seu carro, moto ou caminhão deve ser muito bem estudado e planejado. Assim, você garante maior durabilidade e conserva o seu automóvel por muito mais tempo.

Mais importante do que saber qual é a melhor marca, é fundamental ter clareza sobre quais pontos precisam ser avaliados. Ao longo deste conteúdo, você pode tirar as suas dúvidas e conferir as nossas dicas. Leia até o final!

Como escolher a melhor bateria para o seu carro?

Mesmo a bateria tendo uma função essencial para o funcionamento adequado do veículo, a maioria das pessoas não sabe o que considerar na hora de fazer essa compra. É muito comum só se atentar à marca e ao modelo da bateria na hora em que é preciso trocá-la.

Mas, atenção, pois nem todos os tipos de bateria são compatíveis com o seu veículo. Por isso, é importante avaliar o seguinte:

1. Verifique as informações do manual

Para evitar problemas, a recomendação inicial é consultar o manual do proprietário, no qual você encontra informações sobre as especificações técnicas da bateria recomendada pelo fabricante do veículo.

2. Confira a data de fabricação

Nem todo mundo sabe, mas as baterias, mesmo quando não são utilizadas, têm uma vida útil limitada. 

Por isso é tão importante conferir a data de fabricação antes de realizar a aquisição da mesma, afinal, as baterias muito antigas não irão funcionar conforme o esperado.

3. Escolha um modelo com capacidade de corrente de partida adequada

Outro ponto importante para se analisar é a capacidade de corrente de partida (CCA), que representa a quantidade de corrente elétrica que a bateria é capaz de fornecer em um ambiente mais frio. 

Ou seja: é um fator essencial para garantir que o carro dê partida mesmo em contextos de baixas temperaturas.

Portanto, é necessário optar por uma bateria com uma classificação de CCA ideal considerando as condições climáticas do local onde o veículo vai circular.

4. Certifique-se de que o tamanho é correto

As baterias têm tamanhos e formatos diferentes e, a fim de garantir o encaixe adequado no compartimento do automóvel, é necessário verificar as suas dimensões, seja consultando a bateria antiga ou por meio do manual.

5. Verifique o selo do Inmetro

Todas as baterias automotivas precisam vir com certificação. A comercialização, seja de uma bateria importada ou produzida no Brasil, só pode ocorrer com o selo do Inmetro. Esta é uma garantia de qualidade e vida útil do produto.

6. Consulte a garantia e a reputação da marca

Além de todos os aspectos técnicos, também é recomendado analisar a reputação da marca no segmento automotivo e, é claro, se é oferecida garantia para a bateria. Estes são indicativos importantes de confiança.

7. Busque um especialista para a instalação

De nada adianta ter escolhido uma excelente bateria para o seu veículo se você fizer a instalação de forma equivocada.

Caso você não tenha nenhum conhecimento técnico sobre como instalar uma bateria, é fundamental contar com o suporte de um profissional especialista. Afinal, caso você cometa algum erro, poderá comprometer o funcionamento e a segurança, o que pode acabar acarretando em prejuízos futuros.

Bateria para motos: qual é a melhor e o que levar em consideração para escolher?

Assim como os carros, também é preciso tomar cuidado na hora de escolher uma bateria para a sua moto. Essa decisão depende de diversos fatores, como o tipo de uso da motocicleta e o seu tamanho.

Motos pequenas e de uso diário, por exemplo, acabam utilizando baterias de chumbo-carbono por serem acessíveis e contemplarem as principais necessidades. 

Já as motocicletas maiores e que são utilizadas com maior frequência podem se beneficiar de uma bateria AGM, que tem maior capacidade e vida útil mais longa.

Por fim, para as motos de alta performance uma boa opção é a bateria de lítio, que é durável, leve e com bastante energia.

Afinal, qual é a melhor bateria para o seu veículo?

Tenha em mente que é impossível chegar a uma resposta universal sobre qual bateria é a melhor, afinal, como vimos neste conteúdo, a resposta pode mudar de acordo com o modelo do seu veículo e as particularidades de uso.

No entanto, é importante analisar a reputação da marca e, a partir das necessidades e especificações do seu veículo, escolher o modelo que melhor atende às suas necessidades e, é claro, que tenha um bom custo-benefício.

As 5 baterias de carro com melhor reputação no Reclame Aqui

Além da popularidade das marcas, a experiência de outros consumidores pode ser uma boa referência para escolher a bateria ideal para o seu veículo. Segundo a Revista Fullpower, com base no índice de reputação do Reclame Aqui, estas são as cinco marcas de bateria mais bem avaliadas em 2024:

1. Baterias Pioneiro – Nota 9,0

Com uma nota de 9,0, a Baterias Pioneiro lidera o ranking de satisfação no Reclame Aqui. A marca é frequentemente elogiada pela confiabilidade de seus produtos e pelo atendimento ao cliente. Dos consumidores que registraram reclamações, 87,5% afirmaram que voltariam a adquirir produtos da marca.

2. Baterias Heliar – Nota 8,7

A Heliar também é bem avaliada, com nota 8,7. Reconhecida pela durabilidade de suas baterias e pelo suporte ao cliente, a marca mantém um bom índice de satisfação, com 83,8% dos consumidores dispostos a fazer uma nova compra.

3. Tudor Baterias – Nota 8,7

Empatada com a Heliar, a Tudor Baterias obteve uma nota de 8,7 no Reclame Aqui. Além da qualidade de seus produtos, a marca é mencionada positivamente pelo atendimento ao consumidor, com 78,6% dos clientes avaliando que comprariam novamente da empresa.

4. Baterias Zetta – Nota 7,9

A Baterias Zetta, com nota 7,9, é uma opção voltada para veículos que exigem menor demanda de energia. Apesar de sua linha de produtos ser mais limitada, a marca recebe boa aceitação em seu nicho, com 81,8% dos consumidores afirmando que voltariam a comprá-la.

5. Baterias Cral – Nota 6,5

A Baterias Cral fecha o ranking com uma nota de 6,5. Apesar de ser conhecida por oferecer uma ampla variedade de opções a preços mais acessíveis, a durabilidade de suas baterias é um aspecto frequentemente mencionado nas reclamações. Cerca de 55% dos consumidores declararam que fariam uma nova compra da marca.

Com estas informações, fica mais fácil escolher a bateria mais adequada para o seu automóvel, não é mesmo? Quer mais uma dica? Continue navegando pelo blog da Suhai para conferir mais conteúdos sobre segurança e manutenção de veículos.

Até a próxima!

Produtos de limpeza para carros: 8 itens fundamentais para a manutenção do seu veículo

Para evitar danos no seu veículo e mantê-lo preservado, é importante entender quais são os produtos de limpeza para carros mais indicados.

Principalmente se você gosta de manter o seu automóvel sempre brilhando e cheiroso, é preciso conhecer os itens indispensáveis e quais não são recomendados pelos riscos de gerar danos.

Confira a lista completa do que é recomendado ao longo deste artigo e tire todas as suas dúvidas sobre o que de fato funciona.

Quais são os principais produtos de limpeza para carros?

Algumas pessoas utilizam substâncias e itens errados na hora de lavar o automóvel, o que pode danificá-lo de forma permanente.

Para evitar problemas, é importante entender quais são os produtos de limpeza para carros que de fato são adequados. Confira a lista que preparamos até o final:

1. Cera

Um dos principais produtos para lavagem de carros é a cera, que dá brilho para o veículo. 

A sua função, no entanto, vai além disso: também protege a pintura do carro de manchas, oxidação, raios solares e demais agressores. A escolha da cera deve levar em consideração sua composição, que precisa ter silicone e carnaúba.

Na hora de aplicar, faça movimentos circulares com uma flanela limpa e macia e, em seguida, espere a secagem total.

Existem ceras pastosas, líquidas e em spray e cada uma tem características próprias. Na dúvida, dá uma conferida neste conteúdo, onde separamos dicas importantes para você escolher a melhor opção.

2. Limpa-vidros

O limpa-vidros não é importante apenas para a estética do carro, mas para garantir maior segurança ao dirigir. 

Mas, atenção: este produto, além de limpar a sujeira superficial, precisa ter substâncias que desengorduram os vidros, principalmente no que diz respeito à parte interna.

3. Esponjas e panos

São produtos de limpeza para carros que não podem ser substituídos por qualquer coisa. Tome cuidado, pois devem ser específicos para esse tipo de uso; caso contrário, podem ocorrer arranhões na pintura do veículo.

As esponjas são utilizadas em pneus, rodas e sujeiras mais pesadas. Enquanto isso, lataria e painel exigem itens mais suaves e macios, como panos e flanelas. Dê preferência para aqueles que não soltam muitos fios.

4. Pretinho

Este produto tem como função evitar o ressecamento da borracha do pneu, deixando-o com aspecto novo mesmo que já esteja bem rodado. Ele fica escuro e brilhante.

O ideal é optar por um pretinho que, além de limpar, dê brilho e ofereça uma camada protetora para que a limpeza se prolongue por mais tempo.

Ah! E não se esqueça de remover muito bem as sujeiras antes de aplicar o produto. Para isso, use uma esponja seca e adequada. 

5. Espuma multiuso

A espuma multiuso é mais um dos itens indispensáveis desta lista, pois é utilizada para limpeza a seco de determinadas superfícies do carro.

É muito útil para lavar as paredes internas, o teto e o estofamento de tecidos dos bancos, removendo até mesmo sujeiras bem difíceis, como gordura e graxa.

6. Hidratante de couro

Se o seu carro tem banco de couro, isso acaba exigindo alguns cuidados extras para evitar o ressecamento. 

O hidratante de couro limpa e hidrata este material, mantendo-o conservado e como novo por muito mais tempo. É um produto muito bem-vindo para a manutenção do seu veículo.

Leia também | Tecidos para bancos de carros: como escolher a melhor opção e fazer a manutenção corretamente?

7. Silicone para painel

O painel do carro está exposto a poeira e sol. Para conservá-lo, o silicone pode ser um grande aliado para amenizar o aspecto envelhecido.

Como é um produto mais oleoso, é indicado começar limpando o painel com um pano úmido para evitar que a sujeira grude e, de tempos em tempos, fazer essa manutenção.

8. Shampoo automotivo

A lavagem do carro, de forma ideal, deve ser feita com o shampoo automotivo, específico para esse tipo de uso. O sabão em pó ou detergente, por exemplo, podem causar arranhões na pintura.

Além disso, é sempre recomendado usar luvas de lavagem, toalhas de lã natural ou microfibra, pois outros tecidos também são capazes de provocar danos.

Dicas práticas para a lavagem do seu carro

Agora que você já tem conhecimento sobre os principais produtos de limpeza para carros, que tal conferir algumas dicas que vão garantir maior eficiência nessa lavagem?

  • Se possível, lave o veículo na sombra e longe de fonte direta de luz solar e calor, pois a água e o sabão podem secar muito rápido e manchar a pintura da lataria;
  • Comece a limpeza pelo teto, capô e depois as laterais, finalizando com os para-lamas e para-choques. Ou seja: ensaboe e enxágue parte por parte;
  • Principalmente em locais descobertos, é importante usar um pano para retirar o excesso de água e evitar marcas na lataria. É ideal utilizar tecidos de silicone, algodão ou microfibra para esta etapa;
  • Procure encerar a cada duas lavagens;
  • Use um aspirador para remover a sujeira dos bancos, assoalho e dos cantos difíceis de acessar;
  • Não se esqueça de retirar os tapetes de borracha e lavá-los fora do veículo com água e sabão;
  • Se for utilizar mangueira para a lavagem, use um jato de água suave para evitar danos à pintura.

Qual é a frequência ideal para lavar o carro?

A frequência adequada de lavagem varia conforme o uso do veículo, onde você mora e, é claro, a quantidade de sujeira que o carro acumula.

Quem dirige muito em locais sujeitos à poluição, com sol intenso e muitos pássaros, por exemplo, pode precisar lavar a cada quinze dias ou pelo menos uma vez ao mês. Além da lavagem externa, é sempre importante se lembrar da necessidade de higienização interna, pois o interior do veículo também acumula bastante sujeira.

Gostou das recomendações? Agora que você conhece todos os produtos de limpeza ideais e conferiu estas dicas, pode ter certeza de que está mais preparado para lavar o seu carro com segurança e tranquilidade.

Quer mais uma dica? Continue navegando pelo blog da Suhai para conferir outros conteúdos que vão facilitar o dia a dia com o seu veículo.

Cera para automóveis: 6 dicas para escolher a melhor opção

Se no passado escolher uma cera para automóveis era tarefa simples, já que existiam poucos produtos disponíveis no mercado, hoje em dia, para muitos, essa é quase uma missão impossível. 

São marcas diversas, com princípios ativos e tecnologias distintas, para objetivos diferentes, com métodos de aplicação variados. Até mesmo a cor do carro ou da moto pode influenciar na cera escolhida! Normal ficar sem saber qual cera levar para casa, não é mesmo? 

Por isso, preparamos este conteúdo: para que você conheça os principais tipos de cera automotiva que existem e saiba como fazer a melhor opção para o seu veículo, para acertar na escolha e manter a pintura perfeita. 

Cera para automóveis: o que é e para que serve?

A cera automotiva nada mais é do que um produto que surgiu com o objetivo de proteger a pintura do carro e da moto e dar ainda mais brilho a elas, aumentando sua durabilidade.

Ao aplicar o produto na lataria dos veículos, cria-se uma película que protege contra poeira, raios solares, fezes de passarinhos, poluição e arranhões; além de repelir água (da chuva, por exemplo) e realçar o brilho original da pintura, apresentando um acabamento espelhado. 

Tudo isso prolonga a vida útil da pintura, deixando seu veículo sempre bonito e valorizado. 

Quais são os principais tipos que existem?

A tradicional cera para polir automóveis é a mais conhecida pelas pessoas. Mas hoje em dia existem ceras com outras funções além do polimento. 

Isso significa que para cada situação, para cada objetivo, existe uma cera para automóveis mais indicada. 

Por exemplo, a cera pode servir para limpar (cera limpadora ou cleaning wax). Essas costumam contar com material abrasivo em sua composição, para fazer uma limpeza profunda nas peças. 

Já as ceras protetoras geralmente são feitas com carnaúba tipo 1, material extraído das folhas da carnaubeira, árvore típica do nordeste do Brasil, capazes de proteger o carro, além de conferir alto brilho. 

As apresentações da cera também são variáveis. Ela pode ser cremosa, em pasta ou líquida, para ser utilizada em borrifadores, com o carro molhado. 

Outra variação é a forma de aplicação do produto, que depende do tipo de cera. O mais comum é utilizar esponjas para aplicar o produto no veículo, aguardar os minutos indicado na embalagem e finalizar com um pano de microfibra. 

Mas algumas ceras permitem a aplicação por meio de politrizes, desde que escolhidas as boinas apropriadas.

Borrifador ou spray, como mencionamos, também é uma opção para aplicar de maneira simples e prática a cera líquida para automóveis.

Por fim, outra variação em relação aos tipos de cera para automóveis que é importante mencionar é a durabilidade do polimento. Algumas ceras duram apenas 30 dias após aplicação no veículo. Outras podem chegar a até 7 meses sem necessidade de reaplicação.  

Para facilitar a visualização de todos estes fatores, confira a tabela abaixo: 

Tipo de ceraQuando usarComponentes principaisApresentaçãoAplicaçãoMarcasTempo médio de proteção
LimpadoraVeículo contaminado ou com pouco brilho ou quando não irá fazer polimentoAbrasivos / Carnaúba tipo 1 / CremosaEsponja;Pano de microfibra (acabamento);ou Politriz (enceramento técnico)Super cera (Vintex); Native (Vonixx); Cherry Wax 4 em 1 (Zacs)1 a 3 meses
RepinturaApós o veículo receber nova pinturaAbrasivosCremosaEsponja; Pano de microfibraSuper Brilho (Evox)30 dias
ProtetoraPara manter brilho prolongado; Descontaminação de pintura;Após polimento técnico; Mascarar riscos profundos.Carnaúba tipo 1; Sílica PastaEsponja; Pano de microfibraCarnaúba Paste Wax (Evox);Blend Ceramic & Carnaúba (Vonixx).3 a 7 meses 
SprayManutenção, após a lavagem (aplicação em toda a parte externa, incluindo plásticos, vidros e rodas); Proteção;MascaramentoCarnaúba tipo 1;SílicaLíquida (concentrada, para diluição em água)Borrifador (aplicar no carro molhado) e toalha de secagem Carnaúba Express Ultra (Vonixx);Blend Spray Black (Vonixx, específica para carros pretos); Ceramic Liquid Wax (Evox).Até 30 dias

6 dicas para escolher a melhor cera para automóveis

Confira as dicas que separamos para você não errar na hora de escolher a cera automotiva para o seu veículo: 

1. Entenda qual é o objetivo da aplicação da cera

Avalie o estado do veículo no momento, se tem riscos e qual a profundidade deles e se a pintura está opaca, “feia”. Considere também se o veículo fica muito exposto ao sol e à chuva (no caso de casas sem garagem). 

Tenha em mente que não adianta, por exemplo,  apostar em uma cera de carnaúba para automóveis, acreditando que só por conta deste componente ela é a melhor opção. Tudo sempre vai depender do objetivo da aplicação.

2. Saiba qual é o tipo de pintura do seu carro ou moto

Não dá para esperar que um carro com pintura fosca  alcance um brilho exuberante com a cera automotiva, certo? Então, saiba qual é o tipo de pintura do seu carro para descobrir qual é a cera mais apropriada. 

Até mesmo a cor do veículo é relevante na hora de escolher a cera para automóveis. Carros claros, por exemplo, têm melhor desempenho com ceras que contenham carnaúba. Já carros escuros se adequam bem a produtos com componentes selantes.

3. Considere a durabilidade da aplicação

A durabilidade tem a ver com o objetivo da aplicação da cera e o tipo de produto escolhido. Não adianta investir em uma cera spray, que você aplica com o carro molhado, e esperar que os efeitos do polimento dure meses a fio. 

Portanto, equalize as expectativas de acordo com o cenário possível e a necessidade real do seu veículo. 

4. Procure lojas especializadas para comprar a cera

Preço nem sempre é o mais importante. Como dizem, o barato, muitas vezes, pode sair caro. Imagina comprar a cera errada e deixar o veículo todo manchado ou acabar riscando a pintura?

Ao procurar lojas especializadas, é possível conversar com atendentes que realmente entendem sobre os produtos que vendem. Relatando todas as especificidades do veículo e suas necessidades, pode ser que você consiga uma indicação muito útil e certeira. 

5. Redobre a atenção ao fazer compras pela internet

Infelizmente, produtos falsificados existem em quase todos os nichos de mercado. Redobre a atenção e desconfie caso encontre preços muito menores do que os praticados nas outras lojas. Uma cera falsa, além de provavelmente não ser eficaz, pode danificar a pintura do veículo. 

Para evitar que isso aconteça, acesse os sites oficiais das marcas e veja como comprar os produtos com segurança. Preste atenção, também, na procedência de produtos mais naturais, como a cera de abelha para automóveis, por exemplo. 

Apesar de ter se tornado uma opção nos últimos tempos em alguns lugares, é preciso se certificar da origem e das formas de uso antes de aplicar no seu veículo. 

No Brasil, a cera de abelha em carros é mais utilizada para hidratar, amaciar e impermeabilizar os bancos de couro dos veículos. 

6. Compre todos os itens necessários para aplicar a cera

Parece óbvio, mas às vezes o consumidor compra a cera e se esquece de comprar a esponja e o pano de microfibra para a aplicação, por exemplo.

Portanto, compre todos os itens necessários para utilizar a cera corretamente e não se arrisque a improvisar. Lembre-se, também, de ler o passo a passo para saber o que é preciso e também não cometer nenhum erro na hora da aplicação.  

Como aplicar a cera para automóveis de forma prática

Vai aplicar a cera para automóveis na sua casa? Então é importante tomar os seguintes cuidados: 

  • Lave bem o carro antes de aplicar a cera;
  • Verifique se não restou nenhuma sujeira ou pedrinha que pode acabar riscando o veículo; 
  • Leia e siga o modo de uso descrito na embalagem;
  • Respeite tempo de ação entre um passo e outro; 
  • Faça movimentos circulares e uniformes durante a aplicação;
  • Utilize panos absolutamente limpos e sem resíduos na hora de finalizar o polimento, para evitar riscos; 
  • Verifique em quais superfícies você pode aplicar a cera – algumas podem ser passadas em vidros e nos plásticos, por exemplo.

Se sentir insegurança para fazer o trabalho em casa, cote o valor do serviço em empresas especializadas e acompanhe a execução. Assim, da próxima vez, você vai se sentir apto para a tarefa. 

Agora que você já conhece um pouco mais sobre cera para automóveis,  aproveite para conhecer o NA RUA com a Suhai, nosso canal de dicas e novidades sobre o universo dos motores no YouTube.

Meu veículo foi roubado, o que devo fazer?

veículo roubado o que fazer

Por causa da grande violência, ter o veículo roubado é um dos medos mais comuns dos motoristas hoje em dia. E caso isso aconteça, é preciso solucionar a situação o mais rápido possível — passado o susto e a tensão, é claro. No post de hoje, apresentaremos um passo a passo para te ajudar a resolver esse problema com a polícia e com a seguradora em caso de roubo e furto de veículos. Veja:

Tive o meu veículo furtado. E agora?

O furto de veículos acontece quando você não estava presente na hora da ação dos bandidos. Assim, quando você chega ao local onde o veículo estava estacionado e percebe que ele não está mais lá, é preciso ligar para a central de sinistro da sua seguradora para comunicar o evento e logo em seguida acionar a polícia pelo 190 e dar queixa de furto de veículo, preenchendo um boletim de ocorrência (BO). Caso tenha seguro, lembre-se de que quanto mais ágil for sua comunicação, mais chances terá de reaver o seu veículo recuperado do furto.

Se os policiais não se encaminharem até você, vá a uma delegacia e faça o BO. Lembre-se de detalhes como:

  • Horário em que estacionou o veículo;
  • Presença de possíveis testemunhas;
  • Placa;
  • Modelo;
  • Cor;
  • Adesivo que caracterize o carro.

Nessas horas, toda informação sobre o veículo furtado e o local é valiosa. Com o BO em mãos, entre em contato com a seguradora para comunicar o sinistro e entrar com o pedido de indenização.

Tive meu veículo roubado. Como proceder?

Mantenha a calma e se lembre de tudo que aconteceu. Rostos, roupas, armas, placa de outro veículo: tudo isso é informação relevante para a polícia e para sua seguradora em caso de veículos roubados. Ligue imediatamente para sua seguradora e para o 190 assim que estiver seguro, sem riscos de vida, informando ambos sobre o roubo. Quanto antes puder informar sobre o ocorrido em segurança, mais chances de ter o veículo recuperado de roubo.

Após comunicação prévia sobre o sinistro, se encaminhe para a delegacia para registrar roubo de veículo, assim será aberto um BO. Se houver alguma testemunha por perto, peça para que te ajude a lembrar de detalhes ou como tudo ocorreu. O BO servirá para dar entrada ao pedido de indenização junto à sua seguradora.

Como fazer o contato com a seguradora para informar o roubo de veículo?

Seja roubo ou furto de veículo, o contato com a seguradora deve ser feito o mais rápido possível. Se ela não encontrar o seu veículo, será necessário o envio de outros documentos para a indenização, como:

  • Carteira de motorista;
  • Documentos do carro;
  • Documentos do seguro.

É interessante ter cópias do documento do carro em casa, pois o original pode ser levado junto do veículo. O caminho mais prático para solucionar esse problema com a seguradora é entrar em contato com o seu corretor diretamente. Ele é o responsável pela sua apólice e deve estar a par do que aconteceu. No caso de alguma dúvida, resolva com essa pessoa, já que ele é o representante da seguradora.

Caso não haja contato via corretor, ligue para a seguradora e faça o processo pelo telefone ou e-mail, com o envio da documentação. Ainda que os procedimentos sejam um pouco diferentes entre as seguradoras, é normal pedirem informações de segurança, além de ser importante que você conte novamente o que aconteceu, com todos os detalhes.

O seguro para veículo é caro. O que fazer?

Se você não tiver nenhuma proteção para seu veículo nesse momento, não há muito o que fazer — a não ser contar com a sorte. As chances de recuperação do bem normalmente são baixas, já que dependem de alguns fatores como o tempo que aconteceu o evento, a marca e o modelo do veículo e a demanda de ocorrências a serem investigadas pelas autoridades. Na maioria dos casos, os veículos não são recuperados, e o prejuízo é inevitável.

Existem hoje no mercado seguros parciais específicos para quem não consegue fazer o seguro compreensivo — e essa pode ser uma ótima alternativa. Trata-se do seguro de roubo e furto, que tem preços acessíveis. Vale lembrar que as seguradoras que prestam esse tipo de serviço aceitam todos os tipos de veículos, inclusive motos.

Quer saber como proteger seu veículo? Conheça mais sobre seguro de carros ou seguro de motos!

Se meu veículo roubado é recuperado, o que fazer

Como saber se meu veículo roubado foi encontrado?

O veículo roubado localizado pela polícia, será devolvido a você, portanto ela entrará em contato para que você o busque. É importante que todos os documentos do veículo estejam em ordem para a liberação do mesmo e você deve informar o quanto antes à seguradora.

Se a seguradora já tiver efetuado o pagamento de indenização, o carro ficará com a seguradora— que dará a ele o destino que convir.

É importante que você esteja ciente de todos esses procedimentos quando contratar o seguro auto. Por isso, pergunte ao seu corretor como se dá esse processo dentro de cada cobertura e/ou seguradora. Essas medidas evitam problemas caso algo ocorra um sinistro com seu veículo e garantem a prestação de serviço correta para você.