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Bateria da moto descarregou do nada? Saiba como ligar o veículo e possíveis causas

Você já passou pela situação na qual a bateria da moto descarregou completamente e não ligou nem no tranco? 

Neste conteúdo, vamos trazer algumas possibilidades para resolver o problema, suas causas mais comuns e como preveni-lo da melhor forma. Vem conferir! 

Bateria da moto descarregou: o que fazer?

Nesses momentos, caso você esteja longe de uma oficina, uma primeira alternativa pode ser tentar dar a partida usando o empurrão.

Neste caso, siga o seguinte passo a passo:

  1. Certifique-se de que o veículo esteja em um local seguro;
  2. Coloque-o em uma marcha baixa, normalmente a segunda;
  3. Empurre-o mantendo a embreagem pressionada;
  4. Quando atingir uma velocidade razoável, solte a embreagem lentamente e acelere.

Trata-se de um método que funciona na maioria dos casos, mas tenha cuidado, especialmente se você não tiver muita experiência. Na hora que a moto voltar a funcionar, leve-a imediatamente a um local especializado para efetuar a troca da bateria. 

Outra possibilidade é usar um carregador. Atualmente, existem recursos portáteis específicos para esse tipo de veículo. Se você tiver um, conecte-o e carregue a bateria por algumas horas até que ela recupere energia suficiente para dar partida. 

Agora, caso nenhuma dessas saídas seja viável, o mais indicado é acionar o seguro da sua moto para que você possa receber o suporte necessário o mais rápido possível. 

Quais são as principais causas que geram o descarregamento da bateria? 

É importante entender que as baterias de moto podem descarregar por diversos motivos, sendo que a maioria está relacionada ao uso ou à manutenção inadequada.

As causas mais comuns que vale a pena conhecer incluem: 

Uso irregular ou pouco frequente do veículo

Se o veículo fica parado por longos períodos, é possível que a bateria comece a perder a carga lentamente. A explicação é que, mesmo desligada, a moto consome uma pequena quantidade de energia para manter suas funções mínimas, como o relógio ou o sistema de alarme. 

Problemas no sistema de carga

O alternador e o regulador de voltagem são responsáveis por carregar a bateria enquanto o veículo está em funcionamento. Se um deles não estiver funcionando corretamente, ela pode não carregar o suficiente ou carregar de forma inadequada.

Curtos-circuitos ou problemas elétricos

Essas questões podem levar ao consumo excessivo de energia, descarregando a bateria mais rapidamente do que seria normal.

Consumo excessivo de energia por acessórios

Você sabia que a instalação de itens como luzes de LED, alarme, GPS e som podem sobrecarregar o sistema elétrico da moto? Assim, se esses acessórios estiverem ligados mesmo com o veículo desligado, isso pode consumir a energia da bateria e fazer com que ela descarregue mais rapidamente. 

Bateria envelhecida

Da mesma forma que outros elementos elétricos, as baterias possuem uma vida útil limitada, já que, com o tempo, perdem a capacidade de reter carga.

Normalmente, elas duram entre dois a quatro anos, dependendo do uso e da manutenção, sendo necessária a sua reposição após esse período ou dentro do recomendado pelo fabricante. 

Desligamento incompleto

Este é um alerta importante: esquecer de desligar totalmente o veículo (deixando as luzes acesas ou o alarme ativado, por exemplo) pode causar um esgotamento rápido da bateria.

Problemas com o estator

Este componente é parte fundamental do sistema de carregamento da moto, convertendo a energia mecânica em elétrica. Portanto, se ele estiver com defeito, pode não estar gerando eletricidade suficiente para carregar a bateria.

Clima extremo

Tanto temperaturas extremamente frias quanto muito quentes podem afetar o desempenho e a capacidade da bateria. O frio, especialmente, pode fazer com que ela perca carga mais rapidamente ou tenha dificuldade em dar partida.

Condução em baixa rotação

Andar com a moto constantemente em trânsito, por exemplo, pode não permitir que o alternador gere energia suficiente para carregar a bateria, especialmente em modelos menores.

Manutenção inadequada

Finalmente, a falta de cuidados específicos, como não verificar os níveis de fluido ou não checar o estado dos terminais da bateria, pode contribuir para falhas no funcionamento e descarga prematura.

Concluindo: caso a sua bateria esteja descarregando com bastante frequência, é fundamental identificar o motivo que está causando esse problema e solicitar suporte especializado para prolongar a vida útil do seu veículo.

Como evitar o descarregamento da bateria da sua moto em momentos inapropriados? 

Para evitar que você precise encarar esse tipo de imprevisto, é essencial seguir algumas dicas básicas, que incluem:

  1. Use a moto regularmente ou ligue-a de tempos em tempos para manter a bateria carregada; 
  2. Verifique o sistema elétrico para garantir que o alternador e o regulador de voltagem estejam funcionando corretamente; 
  3. Evite deixar luzes e acessórios ligados com o veículo desligado, pois eles consomem a bateria; 
  4. Faça a manutenção adequada, incluindo a checagem dos terminais e, se aplicável, dos níveis de fluido da bateria; 
  5. Use um carregador de manutenção se a moto ficar parada por longos períodos.

Além disso, vale a pena entender junto ao seu seguro qual o procedimento deve ser seguido para solicitar ajuda caso a bateria do seu veículo venha a falhar em algum momento. 

Ter esse passo a passo na cabeça contribui, e muito, para que você não passe nervoso na hora que a moto não pega e você precise resolver o problema o quanto antes. 

Achou este conteúdo importante?

Então não se esqueça de compartilhá-lo com outros motoristas para que mais pessoas saibam o que fazer caso passem por esse tipo de imprevisto. 

Produtos de limpeza para carros: 8 itens fundamentais para a manutenção do seu veículo

Para evitar danos no seu veículo e mantê-lo preservado, é importante entender quais são os produtos de limpeza para carros mais indicados.

Principalmente se você gosta de manter o seu automóvel sempre brilhando e cheiroso, é preciso conhecer os itens indispensáveis e quais não são recomendados pelos riscos de gerar danos.

Confira a lista completa do que é recomendado ao longo deste artigo e tire todas as suas dúvidas sobre o que de fato funciona.

Quais são os principais produtos de limpeza para carros?

Algumas pessoas utilizam substâncias e itens errados na hora de lavar o automóvel, o que pode danificá-lo de forma permanente.

Para evitar problemas, é importante entender quais são os produtos de limpeza para carros que de fato são adequados. Confira a lista que preparamos até o final:

1. Cera

Um dos principais produtos para lavagem de carros é a cera, que dá brilho para o veículo. 

A sua função, no entanto, vai além disso: também protege a pintura do carro de manchas, oxidação, raios solares e demais agressores. A escolha da cera deve levar em consideração sua composição, que precisa ter silicone e carnaúba.

Na hora de aplicar, faça movimentos circulares com uma flanela limpa e macia e, em seguida, espere a secagem total.

Existem ceras pastosas, líquidas e em spray e cada uma tem características próprias. Na dúvida, dá uma conferida neste conteúdo, onde separamos dicas importantes para você escolher a melhor opção.

2. Limpa-vidros

O limpa-vidros não é importante apenas para a estética do carro, mas para garantir maior segurança ao dirigir. 

Mas, atenção: este produto, além de limpar a sujeira superficial, precisa ter substâncias que desengorduram os vidros, principalmente no que diz respeito à parte interna.

3. Esponjas e panos

São produtos de limpeza para carros que não podem ser substituídos por qualquer coisa. Tome cuidado, pois devem ser específicos para esse tipo de uso; caso contrário, podem ocorrer arranhões na pintura do veículo.

As esponjas são utilizadas em pneus, rodas e sujeiras mais pesadas. Enquanto isso, lataria e painel exigem itens mais suaves e macios, como panos e flanelas. Dê preferência para aqueles que não soltam muitos fios.

4. Pretinho

Este produto tem como função evitar o ressecamento da borracha do pneu, deixando-o com aspecto novo mesmo que já esteja bem rodado. Ele fica escuro e brilhante.

O ideal é optar por um pretinho que, além de limpar, dê brilho e ofereça uma camada protetora para que a limpeza se prolongue por mais tempo.

Ah! E não se esqueça de remover muito bem as sujeiras antes de aplicar o produto. Para isso, use uma esponja seca e adequada. 

5. Espuma multiuso

A espuma multiuso é mais um dos itens indispensáveis desta lista, pois é utilizada para limpeza a seco de determinadas superfícies do carro.

É muito útil para lavar as paredes internas, o teto e o estofamento de tecidos dos bancos, removendo até mesmo sujeiras bem difíceis, como gordura e graxa.

6. Hidratante de couro

Se o seu carro tem banco de couro, isso acaba exigindo alguns cuidados extras para evitar o ressecamento. 

O hidratante de couro limpa e hidrata este material, mantendo-o conservado e como novo por muito mais tempo. É um produto muito bem-vindo para a manutenção do seu veículo.

Leia também | Tecidos para bancos de carros: como escolher a melhor opção e fazer a manutenção corretamente?

7. Silicone para painel

O painel do carro está exposto a poeira e sol. Para conservá-lo, o silicone pode ser um grande aliado para amenizar o aspecto envelhecido.

Como é um produto mais oleoso, é indicado começar limpando o painel com um pano úmido para evitar que a sujeira grude e, de tempos em tempos, fazer essa manutenção.

8. Shampoo automotivo

A lavagem do carro, de forma ideal, deve ser feita com o shampoo automotivo, específico para esse tipo de uso. O sabão em pó ou detergente, por exemplo, podem causar arranhões na pintura.

Além disso, é sempre recomendado usar luvas de lavagem, toalhas de lã natural ou microfibra, pois outros tecidos também são capazes de provocar danos.

Dicas práticas para a lavagem do seu carro

Agora que você já tem conhecimento sobre os principais produtos de limpeza para carros, que tal conferir algumas dicas que vão garantir maior eficiência nessa lavagem?

  • Se possível, lave o veículo na sombra e longe de fonte direta de luz solar e calor, pois a água e o sabão podem secar muito rápido e manchar a pintura da lataria;
  • Comece a limpeza pelo teto, capô e depois as laterais, finalizando com os para-lamas e para-choques. Ou seja: ensaboe e enxágue parte por parte;
  • Principalmente em locais descobertos, é importante usar um pano para retirar o excesso de água e evitar marcas na lataria. É ideal utilizar tecidos de silicone, algodão ou microfibra para esta etapa;
  • Procure encerar a cada duas lavagens;
  • Use um aspirador para remover a sujeira dos bancos, assoalho e dos cantos difíceis de acessar;
  • Não se esqueça de retirar os tapetes de borracha e lavá-los fora do veículo com água e sabão;
  • Se for utilizar mangueira para a lavagem, use um jato de água suave para evitar danos à pintura.

Qual é a frequência ideal para lavar o carro?

A frequência adequada de lavagem varia conforme o uso do veículo, onde você mora e, é claro, a quantidade de sujeira que o carro acumula.

Quem dirige muito em locais sujeitos à poluição, com sol intenso e muitos pássaros, por exemplo, pode precisar lavar a cada quinze dias ou pelo menos uma vez ao mês. Além da lavagem externa, é sempre importante se lembrar da necessidade de higienização interna, pois o interior do veículo também acumula bastante sujeira.

Gostou das recomendações? Agora que você conhece todos os produtos de limpeza ideais e conferiu estas dicas, pode ter certeza de que está mais preparado para lavar o seu carro com segurança e tranquilidade.

Quer mais uma dica? Continue navegando pelo blog da Suhai para conferir outros conteúdos que vão facilitar o dia a dia com o seu veículo.

Carro automático não quer ligar? Confira possíveis causas e o que fazer

O que fazer quando um carro automático não quer ligar? Quem já viveu uma situação do tipo sabe o quão desesperador pode ser este momento. 

Afinal, muitas pessoas dirigem carros, mas poucas têm noções básicas sobre o funcionamento do veículo – muito menos sobre panes e defeitos e o que fazer para solucioná-los. 

Confira as possíveis causas que podem levar um carro automático a não funcionar e o que fazer para solucionar estes problemas. 

Carro automático não quer ligar: o que pode ter acontecido? 

Diversos motivos podem levar um carro automático a não ligar no momento da partida. Desde algo mais básico, como um câmbio na posição errada, até situações mais complexas, como uma pane elétrica

Ter noção dos motivos é importante para saber o que fazer no momento da emergência. Muitas vezes, dependendo do fato gerador do problema, é possível resolver a questão rapidamente, sem ajuda de um profissional. 

Já em outros casos, não tem jeito: chamar um profissional mecânico será a única forma de fazer o carro automático ligar novamente. 

Por que o carro automático não liga? Causas comuns, de resolução simples

Algumas das situações mais recorrentes que fazem um carro automático não ligar, e que talvez seja possível resolver sem auxílio profissional, são: 

1. Câmbio na posição errada

Por motivos de segurança, os carros automáticos geralmente não ligam quando o motorista esquece de colocar o câmbio na posição P (parking) ao estacionar. 

Assim, a primeira ação que deve ser feita quando o carro automático não quer ligar, é verificar o câmbio. 

Caso ele não esteja na letra P, direcione-o à letra N (neutro) e tente novamente dar a partida. 

2. Bateria descarregada

A bateria descarregada é um clássico: é praticamente a primeira hipótese pensada pelos motoristas quando um carro automático não quer ligar. Geralmente, quando o problema é mesmo a bateria, o carro automático liga, mas não dá partida. 

Para solucionar, uma das alternativas é fazer a “chupeta”, com o auxílio de cabos específicos e um segundo carro que esteja com a bateria em dia. 

A ideia é transferir a carga de uma bateria boa para a bateria descarregada, pelo menos para o carro funcionar e o motorista conseguir dirigir até uma loja de baterias para fazer a troca.

É importante pedir para inspecionar o alternador, peça responsável por carregar a bateria enquanto o carro está em funcionamento. Assim, se ele não estiver funcionando corretamente, a bateria pode descarregar rapidamente, mesmo sendo nova! 

3. Falta de combustível ou combustível alterado

Pode acontecer de o combustível acabar e o motorista não perceber. Muitas vezes, o marcador de combustível pode estar com problemas, o tanque pode estar com um vazamento oculto ou a pessoa pode simplesmente ter esquecido de passar no posto de gasolina.

Quando o carro automático não quer ligar, outro problema comum relacionado ao combustível é quando ele não é confiável, foi adulterado. 

Desconfie de preços muito abaixo dos praticados e prefira postos conhecidos; afinal, combustível ruim pode também entupir os injetores e bloquear a injeção do combustível na câmara. 

Além disso, carros flex, que aceitam álcool e gasolina, podem apresentar falha na programação do motor depois de um uso recorrente de uma só opção (gasolina, por exemplo) e não reconhecer o combustível quando usar a outra alternativa (álcool). 

4. Problema na chave ou no leitor da ignição

Chaves mais modernas, com sistemas inteligentes e chips, podem dar problemas e fazer com que o carro deixe de ligar. 

Além disso, carros automáticos com botão de ignição, que não usam chave de contato, também não ligam se a “chave” não estiver no carro, ok? 

Para saber se o defeito está na chave ou no leitor da ignição, tente ligar o carro com a chave reserva. Se nenhuma das chaves girar, é sinal de que o problema está no leitor de ignição.

5. Superaquecimento

Quando a temperatura do motor sobe de maneira descontrolada, o carro pode parar de funcionar e não ligar até que o resfriamento ocorra. 

Se isso acontecer, é preciso aguardar a peça esfriar e completar o nível de água. E lembrar de, quando for abastecer o carro, verificar se existem vazamentos no sistema e se a tampa do reservatório está íntegra, sem rachaduras. 

Carro automático não dá partida: causas comuns, de resolução mais complexa 

Algumas das situações mais recorrentes que fazem um carro automático não ligar, e que provavelmente exija auxílio profissional, são: 

6. Defeitos no sistema de ignição

Se o veículo demonstra perda de potência, consumo de combustível exagerado e dificuldade nas acelerações, ele pode estar com um problema nas velas do sistema de ignição. 

Este problema pode acontecer devido a  excesso de resíduos (por conta de combustível ruim ou até mesmo fuligem) que penetram nos eletrodos e na cabeça das velas e entopem o sistema, impedindo o funcionamento adequado. 

7. Falha no sistema elétrico

Falha no sistema elétrico é um problema que precisa de ajuda especializada para ser solucionado. Geralmente, a luz do motor no painel acende, indicando que algo de errado está acontecendo no veículo. 

Problemas com a bateria, alternador, fusíveis, conexões soltas ou corroídas ou até mesmo com a central eletrônica podem gerar uma falha no sistema elétrico de um carro automático. E aí, em algum momento, o veículo não vai querer ligar. 

8. Correia dentada rompida

A correia dentada é uma peça fundamental para o funcionamento do motor. Quando ela está com folga, esticada, rachada ou rompida, o motor para de funcionar. E se o motorista continuar tentando dar partida, pode causar sérios problemas ao motor, já que as válvulas poderão entrar em contato com o pistão.

Problemas na correia dentada de um carro automático podem acontecer devido ao desgaste, desalinhamento ou falha no tensor.

Para solucionar, é necessário prestar atenção em ruídos estranhos, dificuldade de arranque, funcionamento irregular do motor, ou até mesmo superaquecimento. Verificar o tensor e substituir a correia irá resolver o problema. 

Vale ressaltar que os fabricantes recomendam a troca periódica da correia dentada (geralmente a cada 60 ou 100 mil quilômetros rodados). 

9. Falta de compressão do motor, mau funcionamento do bico de injetor e sensor de rotação com defeito

A falta de compressão afeta o funcionamento do motor e pode fazer o carro automático não ligar. Se ela está com defeito, é por conta de um dano mecânico ou junta do cabeçote queimada. 

Já o bico injetor é responsável por injetar o combustível dentro da câmara de combustão. Quando ele não funciona corretamente, pode estar entupido, impedindo a pulverização do combustível de forma correta. Trocar o filtro de combustível regularmente é indicado para  evitar que o bico injetor fique obstruído. 

Por fim, os sensores de rotação servem para fornecer informações para o sistema. Quando não funcionam, o motor não liga. 

Agora você já sabe o que pode ter acontecido quando o carro automático não quer ligar e o que fazer para resolver o problema. 

Conte com a Suhai para ter ainda mais segurança para lidar com seu veículo. E aproveite para conhecer o NA RUA com a Suhai, nosso canal de informações sobre o universo dos motores no YouTube. 

Quais são os carros menos roubados no RJ? Confira a lista

Saber quais são os carros menos roubados no RJ pode fazer toda a diferença na hora de optar por um veículo que te dê a tranquilidade de circular com seu veículo sem sentir medo o tempo todo. 

Escolher entre os carros com menor taxa de roubo no Rio de Janeiro vai te ajudar a tomar uma decisão mais completa, que vai além da estética e desempenho: a segurança veicular no RJ também é uma preocupação importante.

Com base nos dados mais recentes do Índice de Veículos Roubados (IRV), desenvolvido pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), preparamos uma lista dos modelos que registram os menores índices de roubo na região.

Continue lendo para conferir os detalhes e garantir uma escolha mais segura para você e sua família!

Qual é o carro menos roubado no Rio de Janeiro? 

O carro menos roubado no Rio de Janeiro, de acordo com os dados fornecidos pela tabela do IVR da SUSEP e filtrados por categorias tarifárias de passeio nacional, regiões do RJ e índice crescente de roubos, é o GM Chevrolet Montana

Esse veículo apresenta a menor taxa de roubo, com um índice de 0,285, destacando-se como uma das opções mais seguras.

Quais são os carros menos visados para roubo?

Confira quais são os carros que apresentam menor índice de roubo de veículos RJ, baseados em uma série de fatores, como baixa popularidade no mercado de reposição de peças, sistemas de segurança integrados e a própria tecnologia que oferecem. 

É importante ressaltar que os dados são referentes ao 2º semestre de 2020, quando ocorreu o levantamento mais recente divulgado pela SUSEP.

1. GM Chevrolet Montana

Com o menor índice de roubo (0,285), o Chevrolet Montana é um veículo utilitário, muitas vezes usado para transporte de pequenas cargas. 

Seu perfil menos comum entre veículos de passeio e sua menor popularidade no mercado de reposição de peças o tornam menos atrativo para roubos

Além disso, é um carro comumente rastreado por empresas, o que aumenta a segurança, sendo o principal entre os veículos menos visados para roubo.

2. Fiat Cinquecento

Com um índice de 0,367, o Fiat Cinquecento é um modelo compacto e estiloso, porém, não muito popular no mercado de peças usadas, o que contribui para a baixa incidência de roubos. 

Ele é mais comum entre pessoas que buscam um carro para uso urbano, e seu tamanho compacto e menos volumoso o tornam menos alvo.

3. Hyundai I30/IX35

O Hyundai I30 e o IX35 possuem um índice de 0,520. Esses veículos coreanos são conhecidos por seu design moderno e tecnologia avançada

Contudo, seu valor no mercado de peças não é tão alto quanto outros modelos, e os sistemas de segurança de fábrica, como alarmes e travas, contribuem para reduzir a probabilidade de roubo.

4. Peugeot 2008/3008

Os Peugeot 2008 e 3008, reconhecidos por sua boa performance e acabamento, também possuem um índice de roubos/furtos 0,573. Esses SUVs compactos oferecem uma tecnologia bem avançada para a categoria, como controles eletrônicos de segurança. 

Sua menor popularidade entre os veículos de passeio de luxo provavelmente faz com que sejam menos procurados no mercado de peças roubadas.

5. VW Volkswagen Saveiro

Com um índice de 0,708, a Saveiro, similar ao Montana, é uma picape voltada para o transporte de cargas leves, utilizada principalmente por empresas. A presença de rastreadores e a menor atratividade no mercado de peças paralelas reduzem as chances de roubo.

6. Toyota Hilux

A Toyota Hilux tem um índice de roubos/furtos de 0,753. Apesar de ser um veículo valorizado no mercado, a Hilux possui tecnologia avançada em sistemas de segurança, como travas eletrônicas e rastreamento

O perfil de uso mais comercial também diminui sua atratividade para roubos.

7. Renault Duster

Com um índice de 0,913, o Renault Duster é um SUV compacto, com um público bastante específico. Seu sistema de segurança avançado e menor valor no mercado de peças usadas contribuem para a baixa visibilidade entre os criminosos.

8. Renault Captur

Ao apresentar um índice de 0,939, o Renault Captur também figura entre os SUVs menos visados para roubo

Apesar de ser relativamente popular entre consumidores que buscam um carro com design moderno, seu índice de roubo permanece baixo graças aos sistemas de segurança embarcados e à menor demanda no mercado de peças paralelas.

Qual é o carro mais difícil de ser roubado?

O Chevrolet Montana é o carro mais difícil de ser roubado no Rio de Janeiro, graças à combinação de tecnologia de segurança avançada e menor atratividade no mercado de peças

Esses fatores fazem com que seja um modelos de carros seguros no RJ.

Além disso, um outro aspecto importante nessa avaliação é que alguns modelos de veículos vêm com imobilizadores de motor, um sistema que impede o funcionamento do veículo caso tentem ligá-lo sem a chave correta. Este recurso dificulta que o veículo seja levado sem a devida autorização.

O Montana também pode incluir alarmes avançados, que detectam qualquer tentativa de invasão ou movimentação não autorizada. 

Esses alarmes geralmente estão conectados a sistemas que alertam imediatamente o proprietário ou uma central de segurança, oferecendo uma proteção adicional.

Além do Chevrolet Montana, outros modelos que apresentam boas tecnologias de segurança e também são considerados carros mais seguros contra roubo:

  • Fiat Cinquecento: possui sistemas de imobilização e alarmes de fábrica, além de ser compacto e pouco visado no mercado de peças;
  • Peugeot 2008/3008: contam com controles eletrônicos de segurança, além de tecnologias como assistente de faixa, que podem alertar sobre invasões indesejadas.

Conclusão

Como você deve ter percebido, essa lista ressalta a importância de considerar as estatísticas de roubo de carros na hora de escolher um veículo, além de adotar medidas preventivas para minimizar os riscos, como a instalação de sistemas de segurança adicionais e a contratação de um seguro automotivo.

Na Suhai Seguradora, você pode garantir a proteção veicular no Rio ou em qualquer lugar do Brasil, independentemente do modelo, já que a Suhai diz SIM para você!

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Perguntas frequentes

Confira as perguntas mais comuns quando o assunto é “quais são os carros menos roubados no RJ”:

Qual é o melhor carro para evitar roubos no RJ?

O GM Chevrolet Montana tem o menor índice de roubo no RJ.

Modelos populares são mais visados?

Sim, carros como o Hyundai HB20 e Volkswagen Gol costumam ser mais visados devido à alta demanda por peças.

Vale a pena investir em tecnologia antifurto?

Sim, sistemas como alarmes e rastreadores reduzem significativamente o risco de roubo.

Tecido para bancos de carros: como escolher a melhor opção e fazer a manutenção corretamente?

A dúvida sobre qual tecido para bancos de carros escolher na hora de adquirir um novo veículo é algo bastante comum, principalmente se considerarmos que há muitas opções disponíveis no mercado. 

Essa é uma decisão bastante importante sobretudo para quem passa uma grande parte do tempo dirigindo, como taxistas e motoristas de aplicativo. Isso porque o tipo de tecido influencia diretamente no conforto de quem está atrás do volante. 

Para ajudar você com essa escolha, neste conteúdo, separamos as principais vantagens e desvantagens das possibilidades disponíveis atualmente no mercado. Vem conferir!

O que considerar na hora de escolher o melhor tecido para bancos de carros?

Existem diferentes tipos de tecidos que podem ser utilizados para revestir os bancos de carros. Cada um possui características específicas que devem ser levadas em consideração.

Descubra os mais comuns abaixo: 

1. Tecido (poliéster, nylon ou algodão)

Vantagens: normalmente possui um custo mais acessível, tornando-o uma escolha mais econômica. Além disso, possui uma variedade de cores e padrões, oferecendo maior possibilidade de personalização; é confortável, não aquecendo ou esfriando excessivamente com as mudanças de temperatura; e é “respirável”.

Desvantagens: é mais difícil de limpar, já que absorve líquidos, o que pode resultar em manchas permanentes se o derramamento não for tratado rapidamente. Tem menor durabilidade, podendo rasgar ou se desgastar com mais facilidade; e normalmente retém cheiros, especialmente de alimentos ou fumaça. 

2. Couro natural

Vantagens: oferece uma estética sofisticada e elegante ao interior do carro; possui alta durabilidade, durando por muitos anos se for devidamente cuidado; e é de fácil limpeza, precisando apenas de um pano úmido para higienização, já que não absorve líquidos. 

Desvantagens: como é de se imaginar, é uma das opções mais caras do mercado e requer cuidados especiais, como hidratação periódica para evitar ressecamentos e rachaduras. Também esquenta bastante no verão e esfria no inverno, tornando-se desconfortável sem aquecimento ou ventilação interna.

3. Couro sintético

Vantagens: possui um custo mais baixo, sendo uma alternativa interessante ao couro natural, com uma estética semelhante. Da mesma forma que a alternativa anterior, é resistente a manchas e muito fácil de limpar.

Desvantagens: por não ser tão respirável, pode causar suor em dias quentes, sendo menos confortável. Apesar de ser visualmente similar ao couro natural, não oferece a mesma suavidade ao toque. 

4. Alcântara (suede sintético)

Vantagens: mais encontrado em veículos esportivos, tem uma sensação suave e luxuosa, parecida com a camurça, garantindo um visual de alta qualidade. Além disso, é bastante resistente a manchas e ao desgaste quando recebe a manutenção adequada.  

Desvantagens: é uma opção muito mais cara do que o tecido tradicional ou couro sintético e requer mais cuidados de limpeza. Também pode ser mais difícil de higienizar em caso de derramamento de líquidos. 

Dessa forma, o que podemos concluir sobre as opções de tecido para banco de carros disponíveis é que, para quem busca economia, o tecido é a melhor opção, ainda que precise ser protegido contra manchas.

Por outro lado, para quem prioriza durabilidade e estética, o couro natural e o sintético oferecem fácil manutenção aliada à sofisticação. Por fim, para quem prioriza um toque mais sofisticado, o mais indicado é investir no alcântara. 

Como fazer a manutenção correta do tecido para bancos de carros?

Manter o interior do carro sempre limpo e em bom estado requer cuidado constante por parte do dono. A seguir, listamos algumas dicas práticas para o dia a dia: 

1. Aspire regularmente o tecido

Poeira, partículas de sujeira e migalhas são algumas das sujeiras que podem se acumular nos poros do tecido e, com o tempo, causar desgastes maiores. Assim, uma vez a cada duas semanas, use um aspirador com bocal de escova para aspirar entre as costuras, fendas e cantos dos bancos. 

2. Trate derramamentos o mais rápido possível 

A explicação é que, quanto mais tempo um líquido permanecer no tecido, maiores são as chances de ele ser absorvido e gerar manchas permanentes. 

Portanto, use um pano seco ou papel toalha para absorver o excesso, sem esfregar, apenas pressionando. Em seguida, aplique água morna ou uma solução suave de detergente neutro e água sobre a mancha, esfregando delicadamente com uma escova macia. Por fim, enxugue com um pano limpo e deixe secar naturalmente. 

3. Use protetores de tecido

Esses recursos criam uma barreira contra derramamentos, manchas e sujeiras. Lembre-se de seguir as instruções do fabricante ao aplicar o produto para garantir uma proteção mais duradoura. 

4. Evite exposições prolongadas ao sol

A exposição constante à luz solar pode desbotar o tecido e enfraquecer suas fibras. Para prevenir esse problema, use protetores de para-brisa para reduzir a entrada do sol no carro. Também considere aplicar películas nos vidros para bloquear os raios UV. 

5. Mantenha o carro ventilado

A ventilação é essencial para evitar odores indesejados e até a formação do mofo em ambientes úmidos. Dessa forma, procure deixar os vidros parcialmente abertos em ambientes seguros, quando possível, e evite deixar o carro fechado por longos períodos em locais com umidade elevada. 

6. Evite o uso de itens de limpeza abrasivos

Produtos químicos muito fortes, como alvejantes ou amaciantes, podem danificar o interior do veículo, desbotando a cor ou causando desgastes precoces. Na dúvida, prefira aqueles específicos para tecidos para bancos de carros ou soluções neutras e suaves. 

7. Faça uma limpeza pesada regularmente

A cada três a seis meses, ou conforme necessário, faça uma higienização mais completa utilizando um limpador específico para tecidos automotivos, aplicando com um borrifador e esfregando suavemente com uma escova macia. 

Não se esqueça de remover o excesso de umidade com um pano de microfibra seco e de deixar os bancos ventilarem para secar completamente. 

Gostou do conteúdo?

Esperamos que este artigo tenha contribuído para ajudar você a escolher a melhor opção para seu veículo e a aprender a realizar a manutenção correta, mantendo seu carro bem conservado e confortável por muitos anos.

Lembre-se de compartilhar este conteúdo com outros motoristas para que eles também possam tirar dúvidas e aprender essas dicas!

Cera para automóveis: 6 dicas para escolher a melhor opção

Se no passado escolher uma cera para automóveis era tarefa simples, já que existiam poucos produtos disponíveis no mercado, hoje em dia, para muitos, essa é quase uma missão impossível. 

São marcas diversas, com princípios ativos e tecnologias distintas, para objetivos diferentes, com métodos de aplicação variados. Até mesmo a cor do carro ou da moto pode influenciar na cera escolhida! Normal ficar sem saber qual cera levar para casa, não é mesmo? 

Por isso, preparamos este conteúdo: para que você conheça os principais tipos de cera automotiva que existem e saiba como fazer a melhor opção para o seu veículo, para acertar na escolha e manter a pintura perfeita. 

Cera para automóveis: o que é e para que serve?

A cera automotiva nada mais é do que um produto que surgiu com o objetivo de proteger a pintura do carro e da moto e dar ainda mais brilho a elas, aumentando sua durabilidade.

Ao aplicar o produto na lataria dos veículos, cria-se uma película que protege contra poeira, raios solares, fezes de passarinhos, poluição e arranhões; além de repelir água (da chuva, por exemplo) e realçar o brilho original da pintura, apresentando um acabamento espelhado. 

Tudo isso prolonga a vida útil da pintura, deixando seu veículo sempre bonito e valorizado. 

Quais são os principais tipos que existem?

A tradicional cera para polir automóveis é a mais conhecida pelas pessoas. Mas hoje em dia existem ceras com outras funções além do polimento. 

Isso significa que para cada situação, para cada objetivo, existe uma cera para automóveis mais indicada. 

Por exemplo, a cera pode servir para limpar (cera limpadora ou cleaning wax). Essas costumam contar com material abrasivo em sua composição, para fazer uma limpeza profunda nas peças. 

Já as ceras protetoras geralmente são feitas com carnaúba tipo 1, material extraído das folhas da carnaubeira, árvore típica do nordeste do Brasil, capazes de proteger o carro, além de conferir alto brilho. 

As apresentações da cera também são variáveis. Ela pode ser cremosa, em pasta ou líquida, para ser utilizada em borrifadores, com o carro molhado. 

Outra variação é a forma de aplicação do produto, que depende do tipo de cera. O mais comum é utilizar esponjas para aplicar o produto no veículo, aguardar os minutos indicado na embalagem e finalizar com um pano de microfibra. 

Mas algumas ceras permitem a aplicação por meio de politrizes, desde que escolhidas as boinas apropriadas.

Borrifador ou spray, como mencionamos, também é uma opção para aplicar de maneira simples e prática a cera líquida para automóveis.

Por fim, outra variação em relação aos tipos de cera para automóveis que é importante mencionar é a durabilidade do polimento. Algumas ceras duram apenas 30 dias após aplicação no veículo. Outras podem chegar a até 7 meses sem necessidade de reaplicação.  

Para facilitar a visualização de todos estes fatores, confira a tabela abaixo: 

Tipo de ceraQuando usarComponentes principaisApresentaçãoAplicaçãoMarcasTempo médio de proteção
LimpadoraVeículo contaminado ou com pouco brilho ou quando não irá fazer polimentoAbrasivos / Carnaúba tipo 1 / CremosaEsponja;Pano de microfibra (acabamento);ou Politriz (enceramento técnico)Super cera (Vintex); Native (Vonixx); Cherry Wax 4 em 1 (Zacs)1 a 3 meses
RepinturaApós o veículo receber nova pinturaAbrasivosCremosaEsponja; Pano de microfibraSuper Brilho (Evox)30 dias
ProtetoraPara manter brilho prolongado; Descontaminação de pintura;Após polimento técnico; Mascarar riscos profundos.Carnaúba tipo 1; Sílica PastaEsponja; Pano de microfibraCarnaúba Paste Wax (Evox);Blend Ceramic & Carnaúba (Vonixx).3 a 7 meses 
SprayManutenção, após a lavagem (aplicação em toda a parte externa, incluindo plásticos, vidros e rodas); Proteção;MascaramentoCarnaúba tipo 1;SílicaLíquida (concentrada, para diluição em água)Borrifador (aplicar no carro molhado) e toalha de secagem Carnaúba Express Ultra (Vonixx);Blend Spray Black (Vonixx, específica para carros pretos); Ceramic Liquid Wax (Evox).Até 30 dias

6 dicas para escolher a melhor cera para automóveis

Confira as dicas que separamos para você não errar na hora de escolher a cera automotiva para o seu veículo: 

1. Entenda qual é o objetivo da aplicação da cera

Avalie o estado do veículo no momento, se tem riscos e qual a profundidade deles e se a pintura está opaca, “feia”. Considere também se o veículo fica muito exposto ao sol e à chuva (no caso de casas sem garagem). 

Tenha em mente que não adianta, por exemplo,  apostar em uma cera de carnaúba para automóveis, acreditando que só por conta deste componente ela é a melhor opção. Tudo sempre vai depender do objetivo da aplicação.

2. Saiba qual é o tipo de pintura do seu carro ou moto

Não dá para esperar que um carro com pintura fosca  alcance um brilho exuberante com a cera automotiva, certo? Então, saiba qual é o tipo de pintura do seu carro para descobrir qual é a cera mais apropriada. 

Até mesmo a cor do veículo é relevante na hora de escolher a cera para automóveis. Carros claros, por exemplo, têm melhor desempenho com ceras que contenham carnaúba. Já carros escuros se adequam bem a produtos com componentes selantes.

3. Considere a durabilidade da aplicação

A durabilidade tem a ver com o objetivo da aplicação da cera e o tipo de produto escolhido. Não adianta investir em uma cera spray, que você aplica com o carro molhado, e esperar que os efeitos do polimento dure meses a fio. 

Portanto, equalize as expectativas de acordo com o cenário possível e a necessidade real do seu veículo. 

4. Procure lojas especializadas para comprar a cera

Preço nem sempre é o mais importante. Como dizem, o barato, muitas vezes, pode sair caro. Imagina comprar a cera errada e deixar o veículo todo manchado ou acabar riscando a pintura?

Ao procurar lojas especializadas, é possível conversar com atendentes que realmente entendem sobre os produtos que vendem. Relatando todas as especificidades do veículo e suas necessidades, pode ser que você consiga uma indicação muito útil e certeira. 

5. Redobre a atenção ao fazer compras pela internet

Infelizmente, produtos falsificados existem em quase todos os nichos de mercado. Redobre a atenção e desconfie caso encontre preços muito menores do que os praticados nas outras lojas. Uma cera falsa, além de provavelmente não ser eficaz, pode danificar a pintura do veículo. 

Para evitar que isso aconteça, acesse os sites oficiais das marcas e veja como comprar os produtos com segurança. Preste atenção, também, na procedência de produtos mais naturais, como a cera de abelha para automóveis, por exemplo. 

Apesar de ter se tornado uma opção nos últimos tempos em alguns lugares, é preciso se certificar da origem e das formas de uso antes de aplicar no seu veículo. 

No Brasil, a cera de abelha em carros é mais utilizada para hidratar, amaciar e impermeabilizar os bancos de couro dos veículos. 

6. Compre todos os itens necessários para aplicar a cera

Parece óbvio, mas às vezes o consumidor compra a cera e se esquece de comprar a esponja e o pano de microfibra para a aplicação, por exemplo.

Portanto, compre todos os itens necessários para utilizar a cera corretamente e não se arrisque a improvisar. Lembre-se, também, de ler o passo a passo para saber o que é preciso e também não cometer nenhum erro na hora da aplicação.  

Como aplicar a cera para automóveis de forma prática

Vai aplicar a cera para automóveis na sua casa? Então é importante tomar os seguintes cuidados: 

  • Lave bem o carro antes de aplicar a cera;
  • Verifique se não restou nenhuma sujeira ou pedrinha que pode acabar riscando o veículo; 
  • Leia e siga o modo de uso descrito na embalagem;
  • Respeite tempo de ação entre um passo e outro; 
  • Faça movimentos circulares e uniformes durante a aplicação;
  • Utilize panos absolutamente limpos e sem resíduos na hora de finalizar o polimento, para evitar riscos; 
  • Verifique em quais superfícies você pode aplicar a cera – algumas podem ser passadas em vidros e nos plásticos, por exemplo.

Se sentir insegurança para fazer o trabalho em casa, cote o valor do serviço em empresas especializadas e acompanhe a execução. Assim, da próxima vez, você vai se sentir apto para a tarefa. 

Agora que você já conhece um pouco mais sobre cera para automóveis,  aproveite para conhecer o NA RUA com a Suhai, nosso canal de dicas e novidades sobre o universo dos motores no YouTube.

Qual é a diferença entre roubo e furto e como isso impacta a escolha do seguro?

Muita gente não sabe, mas existe diferença entre roubo e furto.

Por mais que sejam situações bem semelhantes, na realidade há distinções importantes que impactam o dia a dia das pessoas, inclusive na hora de realizar a contratação de um seguro adequado para o seu veículo.

Para tirar as suas dúvidas sobre o assunto, a primeira dica é ler este conteúdo até o final e conferir como roubo e furto se diferem. Vamos lá?

Qual é a diferença entre roubo e furto?

Para que fiquem claras as diferenças entre roubo e furto, é necessário se aprofundar em cada um dos conceitos:

Roubo

O roubo é caracterizado por uma ação criminosa que acontece junto de ameaça, constrangimento ou violência. No caso de um roubo de veículo, por exemplo, o criminoso pode usar força física ou intimidação para obter o bem em questão.

Um caso muito comum acontece quando a pessoa está parada no sinal de trânsito e, de repente, chega alguém com uma arma de fogo e a obriga a descer do carro e entregar o automóvel.

Furto

A definição de furto, por sua vez, contempla vários aspectos. As apólices de seguro costumam considerar as seguintes variações: furto simples e qualificado. 

O ponto em comum entre ambos é que são atos sem a presença de violência ou ameaças e, portanto, muitas vezes o proprietário não está no veículo no momento do furto. Esse tipo de contexto é bastante comum quando uma pessoa estaciona a moto ou carro em uma rua e, quando volta, o mesmo não está mais lá.

Agora, em relação às diferenças entre os dois tipos, é preciso entender:

  • Furto simples: não há vestígios do crime, ou seja, o furto é realizado sem que nada seja danificado ou quebrado;
  • Furto qualificado: há rompimento, quebra ou destruição de obstáculos durante o furto e, portanto, vestígios da ação criminosa. Um exemplo seria quebrar o portão de uma casa para roubar um veículo.

Como as diferenças entre roubo e furto impactam a escolha do seguro?

Compreender as diferenças entre roubo e furto é um passo importante para escolher a cobertura do seguro do seu veículo. Afinal, dependendo do seu contexto, pode ser necessário um seguro para todos esses tipos de ações criminosas ou apenas para um deles.

A decisão sobre qual apólice é a mais adequada passa pelo entendimento das suas necessidades versus o que a seguradora está oferecendo. Dessa forma, é possível prevenir maiores problemas no caso de um evento de furto ou roubo.

Além disso, essa diferenciação é importante porque nem todos os seguros que cobrem furto incluem aquele classificado como simples, afinal, em boa parte dos casos é difícil provar que o segurado foi de fato furtado. Já sobre os qualificados, há apólices bastante restritivas em relação ao que é considerado uma evidência, então este ponto precisa ser analisado com cautela também.

A principal recomendação, portanto, é conversar com o corretor para tirar suas dúvidas e garantir um seguro alinhado ao seu perfil e às características do veículo. É importante ter em mente que, independentemente de qual for o seu cenário atual, há uma seguradora pronta para atender as suas particularidades a fim de proporcionar mais segurança e tranquilidade para o seu dia a dia.

O que fazer após passar por um roubo ou furto de veículo?

Agora que você já sabe as diferenças entre roubo e furto, também é importante compreender o que fazer caso você passe por uma situação desse tipo.

O primeiro passo é realizar um boletim de ocorrência, que certamente será exigido pela seguradora do veículo. Também é importante fazer o aviso de sinistro à seguradora e enviar os documentos solicitados o quanto antes.

O prazo para o pagamento da indenização é de 30 dias, sendo que caso o automóvel não seja encontrado ou os danos sejam totais, o valor a ser pago será calculado sobre a tabela FIPE.

5 dicas para evitar o roubo ou furto do seu veículo

Por fim, não podemos deixar de trazer algumas dicas para prevenir casos de furto ou roubo de veículos. Por mais que muito se fale sobre isso, muitos ainda não seguem as recomendações, que contemplam:

1. Estacione em lugares seguros

Evite ruas muito isoladas ou mal iluminadas, principalmente aquelas com alto histórico de crimes desse tipo. Vale mais a pena parar em estacionamentos do que lidar com o prejuízo de perder o carro.

2. Redobre a atenção nos semáforos

Sempre que estiver parado dentro do veículo, preste atenção ao seu redor. Se possível, mantenha distância do veículo da frente para, em casos extremos, fazer uma manobra emergencial.

3. Evite a exposição de objetos de valor

Seja com o carro parado ou em movimento, nunca deixe celulares e outros objetos que atraem a atenção no campo de visão de pessoas externas.

4. Mantenha o veículo trancado

Não dirija com as portas destrancadas e tome cuidado com janelas abertas em semáforos. Quando sair do carro, também se certifique de que está tudo trancado.

Com todas estas informações e dicas em mãos, fica mais fácil saber o que levar em consideração na hora da escolha da apólice de seguro, não é mesmo? E, é claro, agora você também já sabe o que fazer no caso de roubo ou furto do seu veículo.

Gostou das dicas? Continue navegando pelo blog da Suhai para encontrar mais conteúdos sobre segurança!

Adesivagem de veículos: entenda o que é permitido e quais cuidados tomar

A adesivagem de veículos é uma forma de personalizar e adicionar uma dose de customização a um carro. 

No Brasil, é muito usada para propaganda em carros de empresas que buscam espalhar sua marca pelas ruas, com a adesivagem de frotas, por exemplo.

Além disso, essa estratégia é também uma forma de mudar a cor do carro ou suas características, sem modificar as características e qualidade da pintura original. 

Uma questão importante, então, é a lei sobre o assunto, que restringe a aplicação até certa porcentagem. Você sabia disso?

Então, saiba mais sobre o tema neste conteúdo e entenda como aplicar no seu carro sem infringir a lei!

Qual é o valor para adesivar um veículo?

Estima-se que a média de custo da adesivagem está em torno de R$ 3 a 5 mil. Contudo, há projetos que podem chegar a R$ 15 mil. 

Tudo depende, é claro, do tipo de material utilizado e do tamanho do carro. Além disso, é possível que cada região tenha um valor específico. 

É interessante avaliar bem o objetivo e analisar os custos de acordo com ele

Por exemplo, no caso de uma estratégia de marketing por meio dos adesivos, o ideal é buscar uma opção resistente e bem duradoura para que o gasto se converta em ganhos (mesmo que indiretos, como de reconhecimento de marca) por um período de tempo maior.

Pode adesivar o carro inteiro?

Sim, o carro pode estar todo envolvido no adesivo. A Resolução 292/08 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) apenas chama a atenção para o fato de que, nesses casos, é preciso registrar uma nova cor e mudar o documento do veículo.  

Quanto do veículo é permitido adesivar?

Segundo a Resolução, o veículo só pode ter 50% de adesivagem na sua lataria. Se passar disso, é preciso informar ao Detran. 

Passando da metade, as mudanças devem constar no documento do carro, o Certificado de Registro do Veículo (CRV).

Então, ao adicionar um adesivo em mais de 50%, é preciso submeter o carro a uma vistoria para alterar a cor do veículo no documento. O custo do processo depende do Detran em cada estado. 

A falta de atenção a esses fatores incorre em infração grave, com multa no valor R$ 195,23

Para evitar problemas, recomenda-se que o dono do veículo tenha sempre em mente essa porcentagem ao realizar adesivagens, principalmente em veículos utilizados para fins comerciais ou com designs mais elaborados.

Leia também | Veja como encontrar o seguro auto ideal para o seu carro blindado

Quanto tempo dura um adesivo no carro?

A durabilidade de adesivos para veículos depende bastante do material e dos cuidados no dia a dia. 

Os adesivos de vinil calandrado, que são os mais acessíveis e populares, costumam durar entre três e cinco anos. 

No entanto, fatores como exposição ao sol, qualidade da aplicação e a frequência das lavagens podem influenciar muito nesse tempo. 

Já os adesivos automotivos de vinil cast, conhecidos por serem mais flexíveis e perfeitos para áreas curvas, podem resistir por até sete anos, com uma durabilidade superior mesmo sob condições climáticas adversas.

Para garantir que os adesivos se mantenham bonitos e funcionais por mais tempo, é essencial cuidar bem do carro. 

Veja algumas dicas:

  • Evite deixar o veículo exposto ao sol por longos períodos;
  • Prefira lavagens manuais com produtos neutros;
  • Fuja das lavadoras de alta pressão. Essas máquinas podem acabar soltando ou danificando o adesivo, reduzindo sua vida útil sem necessidade.

Leia também | Diferença entre seguro e proteção veicular: tire as dúvidas e escolha a melhor opção

Qual é a diferença entre envelopamento e adesivagem de veículos?

Geralmente, esses termos são tratados como sinônimos. O resultado de ambos é basicamente o mesmo: um adesivo ou uma película que é instalada sobre a superfície do veículo.

A principal diferença é um detalhe simples: geralmente o envelopamento é o termo que se dá ao processo mais completo de adesivagem, que altera a cor do veículo e protege a pintura. Já a adesivagem é a aplicação de alguns detalhes, como um logotipo ou uma propaganda.

O envelopamento também diz respeito à aplicação de uma película específica de vinil adesivo automotivo, enquanto a adesivagem é a aplicação de adesivos pré-fabricados.

O envelopamento, naturalmente, é mais caro e ocupa uma parte maior da superfície do veículo, além de ser feito com materiais mais resistentes. 

Então, antes de escolher a estratégia, é bom ponderar o objetivo: proteção da pintura automotiva ou a personalização de carros para propaganda, por exemplo. 

Para proteção do carro ou um ajuste estético, o envelopamento é a solução. Para apenas aplicar detalhes para reforçar uma marca, a adesivagem funciona bem.

O que a lei diz sobre envelopamento de veículos?

Vamos novamente reforçar as regras do Detran para envelopamento de veículos: de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o envelopamento de veículos é permitido, mas algumas regulamentações precisam ser seguidas para evitar problemas legais. 

A principal exigência é que, caso o envelopamento ou adesivagem modifique mais de 50% da cor original do veículo, o proprietário deve atualizar o Certificado de Registro de Veículo (CRV)

Isso acontece porque uma mudança significativa na aparência do carro pode alterar a sua identificação, o que exige uma nova documentação.

Além disso, as regras específicas podem variar de acordo com o Detran de cada estado, mas, em geral, o procedimento envolve a emissão de um novo CRV, com a alteração da cor do veículo. 

Ignorar essa atualização resulta em multas e até na retenção do automóvel em uma blitz

Conclusão

Como vimos, a adesivagem de veículos é um serviço que busca adicionar informações visuais a um veículo, por cima da sua lataria. 

Pode ser usada tanto para reforçar a identidade de uma marca e fazer propaganda quanto para proteger a pintura automotiva. Ou até mesmo para tunar o carro.

O que é necessário considerar antes da escolha é a legislação sobre o assunto, que vimos em detalhes. O ideal é sempre seguir as recomendações do DETRAN para garantir uma modificação veicular legal e evitar problemas. 

Além disso, é importante analisar o objetivo e o tipo de material para obter o melhor resultado possível. 

E se você quer conhecer um seguro que diga sim para você e seu carro rebaixado, leia mais sobre o tema

Perguntas frequentes

Agora, confira a resposta para as principais dúvidas sobre adesivagem de veículos:

Como se chama adesivar o carro?

O termo “adesivagem” refere-se à aplicação de adesivos em áreas específicas do veículo. Já “envelopamento” cobre todo o carro, mudando sua cor ou protegendo a pintura. Ambos são métodos usados no mercado automotivo.

Envelopamento aumenta a durabilidade do carro?

Sim. O envelopamento protege a pintura original contra arranhões, exposição ao sol e pequenos danos, ajudando a preservar o veículo por mais tempo.

Quais documentos preciso atualizar após adesivar o carro?

Se a adesivagem alterar mais de 50% da cor do carro, é necessário atualizar o Certificado de Registro de Veículo (CRV) junto ao Detran.

Tem cobertura de seguro nova no pedaço. Conheça todos os tipos de seguro da Suhai

tipo de cobertura de seguro

Cobertura de seguro geralmente dá dor de cabeça, né? É difícil entender ou é preciso consultar várias seguradoras para achar uma boa para o que se precisa. Aqui na Suhai nós temos 3 coberturas diferentes, onde você escolhe qual a que mais faz sentido para seu momento de vida, assim você economiza em seu seguro, adquirindo somente aquilo que quer.

Toda cobertura Suhai contempla Assistência 24 horas

Contratando qualquer um dos 4 tipos de seguros da Suhai, você terá Assistência 24 horas em qualquer local do Brasil e reembolso por despesas em alguns países da América Latina tendo o registro da ocorrência. Na Assistência 24 horas, você poderá contar com:

  • Guincho/reboque – quando houver avarias por acidente ou pane e não tiver como consertar o veículo no local, ele será levado para a oficina mais próxima;
  • Troca de pneus – um profissional será enviado até o local para realizar a troca. Em caso de motos ou se não for possível realizar o serviço no local, o veículo será rebocado até o borracheiro mais próximo;
  • Transporte domiciliar – quando houver roubo/furto o segurado e acompanhante serão levados até o domicílio ou destino final;
  • Táxi – em caso de acidente ou pane, será solicitado um táxi para levar segurado até a oficina ou domicílio;
  • Chaveiro – quando houver perda, esquecimento ou quebra da chave no veículo, um profissional irá até o local para abri-lo;
  • Auxílio mecânico – para casos de pane elétrica ou mecânica, um profissional será enviado ao local. Caso não seja possível o conserto no ponto do ocorrido, o veículo será rebocado.

Para mais detalhes sobre cada tipo de Assistência 24h da Suhai, clique aqui.

Conheça todos os tipos de cobertura de seguro da Suhai

Número 1 Roubo ou furto + Assistência 24 horas

A cobertura roubo e furto da Suhai permite que o valor do seguro seja muito mais em conta do que seguros tradicionais. Este seguro foi pensado nas pessoas que se preocupam em ter o veículo roubado ou furtado. Ele te dá a tranquilidade de ter seu veículo de volta se for localizado, ou receber a indenização de acordo com a tabela FIPE contratada. Além disso, o segurado por contar com a cobertura 24 horas.

Número 2 Roubo ou furto + Assistência 24 horas + perda total por colisão/danos ao veículo

Os clientes da Suhai podem contratar opcionalmente a cobertura de Perda Total, se já possuírem o Seguro de Furto e Roubo. Portanto ela tem a mesma cobertura de furto e roubo com o acréscimo da indenização integral de Perda Total. Essa condição é caracterizada quando o valor de reparos dos danos no veículo (causados por colisão, incêndio, alagamento ou outras causas externas) têm um valor igual ou superior a 75% do valor segurado.

  • A indenização será paga nos seguintes casos:
  • Colisão com outro veículo;
  • Colisão em postes;
  • Capotamento;
  • Alagamento/enchente;
  • Incêndio;
  • Queda de barrancos;
  • Pedras sobre o veículo;
  • Outros acidentes de causa externa que ocasionarem danos ao veículo.

Número 3  Lança Confetes NOVA COBERTURA DE SEGURO SUHAI! Lança Confetes Roubo ou furto + Assistência 24 horas + cobertura de terceiros*

A cobertura a terceiros se trata de uma proteção aos danos que o veículo segurado pode causar a outra pessoa (ou ao bem da mesma) no trânsito. Sendo assim, nessas situações, o segurado receberá reembolso da indenização para arcar com os danos a terceiros. Um exemplo bem prático, é a batida no trânsito, onde o segurado é responsável pelo ocorrido e precisará arcar com os custos do reparo do veículo do terceiro. O valor do reembolso/indenização está limitado ao valor contratado para a cobertura na apólice de seguro.

Na cobertura a terceiros, o segurado poderá contratar as seguintes opções:

  • Danos materiais – essa opção permite que haja o reembolso dos valores reclamados pelo terceiro em bens materiais;
  • Danos corporais – abrange danos físicos causados à outras pessoas, desde despesa médica à falecimento;
  • Danos morais – quando houver despesas judiciais ou extrajudiciais relacionados à condenação de pagamento por danos estéticos ou morais, o segurado receberá esta cobertura complementar.

Número 4  Lança Confetes NOVA COBERTURA DE SEGURO! Lança Confetes Roubo ou furto + Assistência 24 horas + perda total por colisão/danos ao veículo + cobertura de terceiros*

Tenha todas as opções acima em um só tipo de seguro da Suhai! Com esta cobertura você pode contar com todos os serviços oferecidos pela Suhai, desde a Assistência 24 horas, o seguro roubo e furto até a perda total por colisão ou danos ao veículo e a nova cobertura de terceiros.

*No momento, a Suhai está disponibilizando a cobertura de terceiros somente para pessoas que residem no estado de São Paulo. Mas se você reside em outra região do país e tem interesse em cobertura para terceiros, deixe seu contato no link abaixo para podermos agilizar o melhor tipo de seguro na Suhai para você, do jeito que você deseja.

Eu quero! Como consigo contratar?

É muito fácil fazer o seguro Suhai, você não precisa sair de casa! Todo o processo é feito online. Comece agora clicando aqui para pedir a cotação do melhor seguro para você!

 

É possível encontrar um seguro mais barato? Confira 4 dicas para reduzir o custo de um seguro

seguro de veiculo barato

Para quem já tem um carro ou está pensando em comprar um, aqui vai uma dica de ouro: atente-se para as cotações do seguro, assim você garante um seguro mais barato. Entre as coberturas que existem, podemos citar as contra roubos e furtos, colisões, serviços de guincho e até ações mais simples, como a troca de um pneu.

No entanto, devido ao crescimento do índice de violência nas cidades e o aumento de roubos de carros, os preços de contratação estão cada vez mais altos. Por isso, é preciso conhecer algumas maneiras para baratear os custos, sem deixar a prevenção lado. Veja algumas alternativas que te ajudam a encontrar um seguro bom e barato.

Dicas para um seguro mais barato

Para um seguro de veículo barato, aumente as medidas de segurança

As suas informações pessoais são de extrema importância na hora de pedir um orçamento e pesquisar por seguros automotivos mais baratos. As empresas levam em consideração todas as possibilidades que signifiquem aumento de risco para roubos, por exemplo. Perguntas referentes à necessidade de uso do veículo para trabalhar ou se a garagem possui portão eletrônico são feitas com frequência. Por isso, quanto mais medidas de segurança forem tomadas pelo próprio segurado, mais chances ele tem de reduzir o valor do seguro.

Vale lembrar que não é indicada a omissão de informações na hora do cadastro, pois em casos de sinistro, qualquer inconsistência nos dados pode impedir o pagamento de indenização. Então, ao procurar um seguro de veículo mais barato, seja honesto com suas informações para poder receber tudo que você contrata sem nenhum problema.

Leia também em nosso blog: como fazer o seguro online sem problemas!

Faça uma pesquisa profunda para encontrar um seguro veicular barato

Procure conhecer a maior quantidade de empresas seguradoras possíveis e faça uma lista de todos os benefícios oferecidos por cada uma. Um seguro auto barato e bom precisa atender tudo que é importante para você. Tente entender a importância das coberturas disponíveis e veja se elas estão de acordo com as suas reais necessidades. Isso inclui o percentual que você deseja receber da tabela Fipe em caso de roubo, a quilometragem de cobertura para guincho e até mesmo a relação entre valor total do seguro x franquia.

A franquia se refere ao valor a ser gasto em caso se avarias no veículo e já é predeterminada em contrato. Quando os gastos com conserto são menores do que o valor estipulado do prêmio, é o segurado o responsável por arcar com estas despesas. Normalmente, quanto menor for o valor definido de franquia, maior será o valor de contratação do seguro.

Veja com o corretor qual seguro mais barato e que tenha o que você precisa

Faça do seu corretor o seu melhor amigo e conselheiro no momento da contratação. Leia o contrato quantas vezes for preciso, faça simulações com ou sem determinadas coberturas e estude com ele quais as melhores opções. Por exemplo, verifique se a sua necessidade requer uma franquia elevada, ou seja, se a maior preocupação é em relação a roubo. A partir daí, vale a pena fazer um contrato com o valor de prêmio reduzido (custo do seguro).

Evitar carros visados ajuda a encontrar mais fácil um seguro em conta

O índice de roubos de determinados modelos de carros influenciam para quem quer um seguro automotivo barato. Pesquise antes contratar o seguro, mas também antes de comprar o carro. Além disso, avalie a disponibilidade das peças do seu carro em caso de necessidade de reposição, pois isso também é avaliado pela empresa seguradora. E lembre-se: um seguro veicular mais barato depende da veracidade de suas informações e de como você guarda e cuida de seu veículo.

Dica extra: conheça a Suhai

O seguro da Suhai não possui franquia. Um motorista prudente consegue evitar riscos de colisão, mas não pode se prevenir quanto as situações de furto e roubo que podem ocorrer a qualquer momento, em qualquer lugar e em qualquer situação.

Motos, caminhões e carros usados com seguro mais barato é possível sim na Suhai! Aqui não tem distinção de modelo, marca ou ano do veículo, você é sempre bem-vindo.

O seguro parcial custa até 80% mais barato que o seguro compreensivo, conta com a cobertura em todo o território nacional, possui uma boa assistência técnica, faz a indenização integral conforme FIPE contratada e tem grandes chances de recuperação do veículo, se a comunicação do sinistro for rápida.