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Ter um carro a diesel vale a pena? Entenda o que avaliar

Saber se um carro a diesel vale a pena vai depender de uma análise criteriosa de prós e contras.

Isso porque, apesar de esse tipo de veículo ser conhecido por sua robustez e eficiência em longas distâncias, ele também traze custos iniciais mais altos e despesas com manutenção que podem pesar no orçamento. 

Por outro lado, a economia de combustível e a durabilidade do motor a diesel tornam o modelo uma escolha atraente para quem roda muito. 

Então, antes de decidir, leia este conteúdo e descubra tudo o que você precisa saber para analisar se ainda vale a pena comprar um carro a diesel.

Qual é a desvantagem do carro a diesel?

O custo inicial, por exemplo, é geralmente mais alto comparado aos carros a gasolina, o que significa um investimento maior logo de cara. Além disso, o custo de manutenção de carro a diesel tende a ser superior, especialmente porque peças de reposição e serviços de reparo podem ser mais caros.

Por isso, antes de entender se vale a pena ter um carro a diesel, os pontos de atenção do modelo de veículo devem ser considerados.

Leia também | A importância da revisão de carros para viajar tranquilo nas férias

Outro ponto relevante é que o seguro de carro a diesel pode ser mais caro, se considerarmos o valor agregado desses veículos.

E mais: em termos de sustentabilidade, a emissão de poluentes dos motores a diesel é maior, o que afeta o meio ambiente. 

Inclusive, a lei é um ponto de atenção importantíssimo. O Brasil é o único país do mundo que proíbe a existência de carros de passeio com motor a diesel

Além disso, existem discussões sobre a proibição da venda e circulação de automóveis movidos a diesel e gasolina, como é o caso do Plano de Logística Sustentável PLS 304/2017.

Ressaltamos que essa não é uma lei, portanto, não há confirmações. Entretanto, se você pensa em comprar esse modelo de carro, é recomendável procurar mais informações a respeito das discussões sobre a regulamentação de carros a diesel no Brasil.

Qual é a vantagem de comprar um carro a diesel?

O principal atrativo dos carros a diesel é a economia, já que o motor a diesel é mais eficiente no consumo de combustível, especialmente em longas viagens ou para quem utiliza o carro de forma intensa.

Outro destaque é a durabilidade do motor, que tem vida útil superior à dos motores a gasolina, sendo uma escolha interessante para conseguir rodar centenas de milhares de quilômetros sem grandes problemas.

O torque elevado é outro benefício. Veículos a diesel contam com força superior em baixas rotações, o que os tornam extremamente eficientes para terrenos acidentados ou para rebocar cargas pesadas, como você já deve ter reparado. 

Dessa maneira, motoristas que enfrentam estradas desafiadoras ou buscam carros com desempenho estável em longas distâncias podem encontrar, aí, uma vantagem considerável.

É melhor carro a diesel ou gasolina?

A escolha entre um carro a diesel ou a gasolina depende do perfil de uso e das necessidades específicas de cada motorista. Carros a gasolina geralmente têm um custo inicial mais acessível, além de manutenção e seguro mais baratos.

No entanto, o consumo de combustível tende a ser mais alto, o que pode pesar no bolso — especialmente se você percorre grandes distâncias com frequência.

Por outro lado, em viagens longas, os carros a diesel são projetados para rodar mais e com menor consumo de combustível.

Ainda, se você usa o veículo em terrenos que exigem grande performance do motor ou se precisa de força extra para rebocar cargas, o torque elevado do motor a diesel é uma vantagem clara. 

Avalie, então, o custo-benefício com base no seu uso diário. Mas vale sempre destacar: independentemente do tipo de combustível, deve existir um bom planejamento para evitar imprevistos como acabar com o tanque vazio no meio da 

É caro manter um carro a diesel?

A manutenção de um carro a diesel pode ser, sim, mais cara. Componentes como o sistema de injeção de combustível e o turbocompressor exigem peças de alta qualidade, o que eleva o custo de manutenção do carro a diesel. 

Além disso, revisões e mão de obra qualificada costumam ser mais dispendiosas, já que esses motores têm uma construção mais complexa.

Portanto, leve em consideração esses fatores ao decidir se ter um carro a diesel vale a pena para você.

Qual carro desvaloriza mais: diesel ou gasolina?

A decisão entre comprar um carro a diesel ou a gasolina envolve diversas considerações, incluindo o desempenho, o consumo de combustível e, claro, a desvalorização do veículo ao longo do tempo. 

Entender como cada tipo de veículo se comporta em termos de valor pode ajudar a fazer uma escolha mais informada e econômica. Confira, na tabela a seguir, os principais pontos a serem avaliados sobre a desvalorização de veículos a diesel e a gasolina:

AspectoCarro a dieselCarro a gasolina
Demanda de mercadoAlta em regiões rurais ou para quem viaja longas distânciasAlta em áreas urbanas, com mais opções de venda
Durabilidade do motorMaior durabilidade, o que ajuda a manter o valorMenor durabilidade, quando comparada ao motor a diesel
Custo inicialMais elevado devido à tecnologia e robustez do motorMenor custo inicial, sendo geralmente mais acessível
Facilidade de revendaMais fácil de revender para perfis que valorizam as vantagens do carro a dieselMais fácil de revender em áreas urbanas
Perfil do compradorIdeal para quem percorre longas distâncias regularmentePreferível para quem dirige principalmente em cidades

Qual é a vida útil de um motor a diesel?

Motores a diesel são conhecidos por sua vida útil maior, que fica entre 300 e 800 mil km, especialmente quando comparados aos motores a gasolina, cuja durabilidade chega a cerca de 250 mil km. 

Com manutenção adequada, um motor a diesel pode durar milhares de quilômetros sem apresentar falhas significativas. Não à toa, essa durabilidade é um dos principais motivos pelos quais esses veículos são escolhidos por motoristas que percorrem grandes distâncias ou usam o carro para transporte de carga.

Além disso, a construção robusta e a eficiência térmica do motor a diesel garantem um desempenho estável e duradouro, desde que você siga as recomendações de manutenção, como troca de óleo e revisão de componentes importantes.

Então, ter um carro a diesel vale a pena para quem percorre grandes distâncias regularmente. A economia de combustível e a durabilidade do motor são pontos fortes, que podem compensar o investimento inicial e os custos de manutenção. 

No entanto, se você roda pouco ou faz trajetos curtos em áreas urbanas, um carro a gasolina pode ser mais econômico a longo prazo. 

Antes de tomar uma decisão, avalie seu perfil de uso e os custos totais.

E vale destacar: para quem vive na estrada, a Suhai oferece coberturas especiais, como assistência com guincho para até 500 km, proporcionando segurança e praticidade. Conheça as nossas opções de coberturas.

Perguntas frequentes

Não sabe se ter um carro a diesel vale a pena? Confira as respostas para as principais perguntas sobre o assunto:

Vale a pena comprar carro a diesel se eu rodo pouco?

Geralmente, não. Carros a diesel são mais vantajosos para quem percorre longas distâncias regularmente.

Carro a diesel tem seguro mais caro?

Sim, o seguro de carro a diesel tende a ser mais caro devido ao valor de mercado elevado e aos custos de reparo.

Quais carros a diesel têm maior durabilidade?

Veículos como caminhonetes e SUVs com motores a diesel são conhecidos pela sua robustez e durabilidade.

Qual é a diferença entre caminhão e carreta? Entenda

A diferença entre caminhão e carreta é uma dúvida bastante comum quando falamos sobre transporte rodoviário no Brasil. Afinal, esses são dois dos veículos mais utilizados para realizar o deslocamento de cargas pelo país. 

De forma geral, eles apresentam características diferentes quando pensamos em tamanho, capacidade, potência e finalidade. Mas ambos são muito eficientes para movimentar o comércio brasileiro.

Neste conteúdo, vamos nos aprofundar nesse assunto para que você não confunda mais caminhões e carretas. 

Afinal, qual é a diferença entre caminhão e carreta?

Nas rodovias do Brasil, você provavelmente vai encontrar alguns modelos desses dois modelos. Confira as principais diferenças entre eles que vale a pena conhecer: 

Caminhões

Veículos únicos com a cabine, o motor e o comportamento de carga integrados em uma mesma estrutura. Eles podem ter dois ou três eixos, sendo que o primeiro é o responsável pela direção e o último, pela tração. 

Além disso, podem transportar itens de até 23 toneladas e costumam ser mais versáteis do que as carretas, sendo utilizados em diversos tipos de transporte, desde entregas urbanas até operações leves no campo. 

Leia também | Saiba como contratar seguro para o seu caminhão

Carretas

Veículos articulados que são compostos por duas partes principais: o cavalo mecânico, que contém o motor, a cabine e as rodas de tração; e o semi-reboque, onde a carga é transportada. 

Vale saber, ainda, que existem diversos tipos de semi-reboque, divididos em fechados (baú) e abertos (gaiolas, tanques, plataformas, graneleiras etc.). 

Justamente por conta dessa estrutura modular, as carretas podem transportar itens muito maiores e mais pesadas, podendo chegar até 74 toneladas, dependendo do modelo. 

Assim, diferente dos caminhões, são especializadas para o transporte de grandes volumes, como contêineres, grãos e produtos a granel. 

Quais são os principais modelos de caminhões para transporte de cargas?

No mercado brasileiro, existem basicamente três modelos de caminhões disponíveis para efetuar serviços de transporte de carga. São eles:

Veículo Urbano de Carga (VUC)

Veículo de menor porte que possui dois eixos simples e um comprimento máximo de 6,3 metros. Consegue transportar até três toneladas e é indicado para opções leves, em trajetos urbanos e com restrições de circulação. 

Por serem pequenos, são ágeis e ideais para entregas em áreas de difícil acesso. 

Caminhão toco ou semipesado

Veículo intermediário que possui dois eixos, sendo que o primeiro é simples (frontal) e o segundo, duplo (traseiro). Este modelo pode transportar até seis toneladas, com comprimento máximo de 14 metros. 

Portanto, é indicado para o deslocamento de itens leves e médios, em trajetos urbanos e rodoviários. Costuma ser bastante utilizado por empresas de mudança e de construção, e para transporte de carga seca. 

Caminhão truck ou pesado

Veículo de maior porte que possui três eixos, sendo que o frontal é simples e os demais, duplos. Pode transportar até 14 toneladas, apresentando comprimento máximo de até 14 metros. 

Por suas características, é recomendado para cargas pesadas e em trajetos rodoviários e de longa distância. Alguns exemplos são produtos agrícolas, minérios e materiais de construção.

Leia também | Nunca esqueça desses pontos ao fazer a manutenção de caminhão

Quais são os principais modelos de carreta para transporte de carga? 

No caso das carretas, há um maior número de opções que podem ser escolhidas, dependendo das necessidades de transporte. As mais comuns são:

Carreta Baú

Ideal para mercadorias que precisam de proteção contra chuva e outras condições climáticas. Fechada, com laterais e teto rígidos, é usada principalmente para transportar cargas secas, produtos eletrônicos e itens frágeis.

Carreta Gaiola

Como o próprio nome indica, são um tipo de veículo especialmente projetado para o transporte de animais vivos, como bovinos, suínos e aves. O nome “gaiola” vem de sua estrutura aberta com grades ou barras, que permite a circulação de ar, essencial para o conforto e a saúde dos bichos durante o trajeto.

Carreta Tanque

Projetada especialmente para o transporte de líquidos, como combustíveis, produtos químicos e até alimentos (como leite). É construída com materiais específicos para evitar vazamentos e garantir a segurança na viagem. 

Carreta Plataforma

Possuem uma estrutura simples, formada por uma base plana e sem laterais ou teto, o que permite o transporte de cargas volumosas e de formatos irregulares. 

São muito utilizadas para itens que não precisam de proteção contra as condições climáticas, como maquinários, materiais de construção e veículos.

Carreta Graneleira

Modelo com laterais baixas e removíveis para facilitar a carga e descarga de produtos a granel, como grãos, fertilizantes e outros materiais soltos. A carroceria também pode ser coberta com lona, o que permite um transporte mais seguro. 

Carreta Porta-Container

Feita para o transporte de containers marítimos, com uma estrutura reforçada e adequada para suportar o seu peso. É muito usada para deslocar produtos importados e exportados em portos. 

Bitrem e Rodotrem

Modelos com duas ou mais unidades de carga, como dois semirreboques conectados por um “dolly” (eixo intermediário), aumentando a capacidade de transporte. Utilizados para itens volumosos, como grãos, cimento e outros produtos de grande volume e peso.

Assim, é possível perceber que o modelo de carreta a ser usado depende principalmente do tipo de carga que está sendo transportada, garantindo praticidade durante o trajeto. 

Caminhões e carretas: como escolher a opção ideal? 

Diante de tantos modelos diferentes de caminhões e carretas, o gestor de uma frota normalmente precisa pensar sobre uma série de fatores.

Alguns deles são: custo; trajeto da mercadoria; perímetro urbano ou não; tipo, volume e peso da carga; e Regras do Conselho Nacional de Trânsito. 

Assim, é importante que o responsável faça uma análise de cada um desses pontos, comparando as vantagens e desvantagens. A partir disso, é possível escolher o veículo que oferece melhor custo-benefício, segurança e menor impacto ao meio ambiente. 

No blog da Suhai, contamos com muitos outros conteúdos relacionados ao universo automobilístico brasileiro. Convidamos você para navegar por aqui e encontrar outros posts igualmente interessantes!

Meu carro não liga: o que pode ser? Entenda as possíveis causas e o que fazer

Se o carro não liga, o que pode ser? Geralmente, nossa primeira reação é tentar várias vezes, girar a chave e torcer para que, de repente, ele “acorde”. 

Mas nem sempre a solução para o problema é tão simples assim. Na verdade, identificar corretamente a causa antes de tentar qualquer solução é fundamental para evitar ainda mais dor de cabeça. 

Por isso, explicaremos de forma prática as causas mais comuns para um carro que não liga. Vamos desmistificar esse cenário e mostrar, passo a passo, o que pode estar acontecendo e como agir em cada situação.

Principais causas para o carro não ligar

Quando um carro não liga, geralmente estamos lidando com uma de algumas causas recorrentes. A bateria descarregada é, possivelmente, a campeã entre as razões. Mas o problema pode ser mais profundo, como falhas no sistema de ignição, no motor de arranque ou até em componentes de injeção eletrônica

Cada um desses elementos tem um papel fundamental no funcionamento do veículo e pode ser o principal causador. Vejamos cada uma em detalhes.

Bateria e sistema elétrico

A bateria é o “coração” elétrico do carro. Sem ela, não há corrente suficiente para ligar o motor. Uma bateria descarregada geralmente apresenta sinais claros, como o painel que não acende ou faróis mais fracos. 

Se o carro não liga, nem o painel, e não há nenhuma resposta ao girar a chave, a suspeita inicial é a bateria ou os fusíveis queimados. 

Os fusíveis, apesar de pequenos, têm um importante papel na proteção do sistema elétrico. Quando queimados, eles cortam o fluxo de energia, impedindo o funcionamento de componentes específicos. 

Para verificar, basta abrir a caixa de fusíveis e procurar algum fusível queimado, que geralmente aparece como um fio partido ou escurecido.

Outro detalhe importante: uma bateria em fim de vida útil pode descarregar com mais frequência, mesmo que você tenha usado o carro recentemente. 

Por isso, fique atento à idade da bateria e considere a troca se ela já ultrapassou os três anos de uso

Sistema de ignição e motor de arranque

O sistema de ignição é o que acende o motor. Ele gera a faísca que dá início à combustão, essencial para o funcionamento do motor. 

Se o carro não responde ao girar a chave, isso pode indicar um problema na ignição e no motor de arranque, que é responsável por iniciar o processo de combustão. 

Esse problema é perceptível quando o carro tenta ligar, mas falha em engatar completamente.

Quando o motor de arranque está com defeito, o carro pode apresentar um ruído, como um clique, mas não avança para a partida. Ou seja, claramente há algo impedindo o motor de arranque de completar o seu ciclo

Em situações assim, forçar repetidamente a partida pode acabar desgastando ainda mais o sistema. 

Logo, vale a pena procurar ajuda profissional para avaliar se é necessário substituir o motor de arranque defeituoso ou se é uma questão mais simples, como um fio desconectado.

Combustível e injeção eletrônica

Outro fator crucial para o carro funcionar é o sistema de alimentação de combustível. Se o combustível não chegar ao motor, o carro simplesmente não vai ligar. 

Um filtro de combustível entupido ou uma bomba de combustível com defeito são duas causas comuns. Gasolina de má qualidade ou adulterada estão entre os principais motivos para esse entupimento, inclusive.

Quando o filtro está entupido, ele impede que a gasolina ou o etanol fluam para o motor, privando-o do elemento básico para a combustão. 

Uma bomba de combustível defeituosa, por sua vez, não consegue enviar o combustível na pressão necessária, o que resulta em falhas na partida.

Além disso, problemas no sistema de injeção eletrônica também podem impedir o carro de ligar. 

Sensores defeituosos, como o sensor de rotação, podem não enviar a informação correta para o sistema de injeção — que calcula a quantidade ideal de combustível a ser injetado no motor.

E, claro, a famosa “pane seca” também é uma possibilidade: por mais que pareça óbvio, verificar o nível de combustível é um passo inicial que muitas vezes passa despercebido.

Leia também | Carro automático não quer ligar? Confira possíveis causas e o que fazer

Carro não liga o que pode ser: outras causas possíveis

Alguns problemas são menos comuns, mas podem explicar por que o carro não liga. Vejamos com atenção:

Interruptor de inércia 

Trata-se de um dispositivo de segurança que corta a alimentação de combustível após um impacto significativo para evitar que danos se alastrem. 

Se você passou por um solavanco muito forte ou um pequeno acidente (como uma colisão), o interruptor pode ter sido ativado, desativando a bomba de combustível. 

Resetar o interruptor pode ser simples, dependendo do modelo do carro, mas é sempre recomendável consultar o manual do proprietário.

Compressão no motor

Outra possível causa são problemas de compressão no motor. 

Um motor depende de uma compressão adequada para funcionar, e falhas na correia dentada ou em válvulas desgastadas podem comprometer essa compressão, impedindo o carro de ligar. 

Em situações assim, o motor pode até fazer um barulho incomum ao tentar dar partida, como um som “engasgado”.

Sensores

Por fim, falhas em sensores, como o sensor de rotação, afetam a precisão do sistema de injeção e podem resultar na ausência de resposta ao girar a chave. 

Se o painel acende, mas o carro não dá partida, ou se ele demora mais de uma tentativa para ligar, vale a pena investigar esses sensores

Leia também | Pane elétrica no veículo: e agora?

Para evitar situações indesejadas, identificar a causa do problema antes de agir é fundamental. Saber o que procurar pode poupar tempo e dinheiro e, em alguns casos, até evitar danos maiores ao veículo. 

E lembre-se: a manutenção preventiva é a melhor forma de garantir que o carro funcione bem por mais tempo. 

Revisar o estado da bateria, checar o sistema de injeção e inspecionar regularmente o motor podem evitar que surpresas desagradáveis apareçam.

Se você é cliente Suhai, pode acionar o serviço de guincho ou assistência mecânica caso tenha essa cobertura. 

E se ainda não é? Vale a pena considerar, pois a Suhai diz SIM para todo tipo de veículo e facilita o acesso à proteção do seu veículo

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Perguntas frequentes

Se você quiser mais sobre o tema, confira nossas respostas às perguntas mais comuns.

Como saber se o problema está no motor de arranque ou na bateria?

Se o carro não responde ao girar a chave e nem o painel acende, a causa mais provável é a bateria. Porém, se você ouvir um clique ao girar a chave, o problema pode estar no motor de arranque.

O que fazer se o carro não liga e o painel não acende?

Verifique a bateria e os fusíveis. Fusíveis queimados ou uma bateria completamente descarregada podem impedir até mesmo o painel de acender.

Quais problemas de combustível podem impedir o carro de ligar?

Um filtro de combustível entupido, uma bomba de combustível defeituosa ou até mesmo a ausência de combustível no tanque são problemas que podem interferir na partida do carro.

Como comprar um carro usado: dicas para fazer a melhor escolha de forma segura

Entender como comprar um carro usado é importante antes de tomar uma decisão em relação a um bem tão caro e tão relevante. Afinal, uma boa escolha vai evitar dores de cabeça, bem como problemas excessivos de manutenção e desempenho.

Em outras palavras, entender quais são os critérios de uma boa compra traz segurança e satisfação para os novos donos. 

Para isso, é fundamental conhecer as melhores estratégias e dicas, como as que vamos trazer neste conteúdo. Confira!

Qual é o procedimento para comprar um carro usado?

Comprar um carro usado com segurança precisa de devida atenção. O objetivo é adquirir um bom carro, adequado para as necessidades do motorista e também em um bom estado de conservação

Então, é preciso saber o que procurar. Veja o passo a passo:

  • Escolha um modelo: primeiro, saiba quais modelos são ideais para você. Pense no tamanho, na marca e em características específicas, como tipo de direção ou itens de série;
  • Procure um local: com o modelo em mente, o próximo passo é olhar onde você vai comprar, como sites de revenda, leilões e até lojas de usados e seminovos;
  • Escolha um carro: então, escolha o melhor carro disponível dentro do seu orçamento;
  • Verifique a documentação e consulte o histórico do veículo: antes de fechar negócio, vale a pena buscar dados do carro como multas antigas ou até informações do histórico de manutenções e da procedência;
  • Feche o negócio: com tudo claro e em dia, você pode avançar para fechar negócio, escolhendo financiar ou pagar à vista. Depois de acertar o pagamento, é preciso resolver pendências de transferência de titularidade com o Detran. 

Leia também | 5 dicas para encontrar um seguro auto para carro de leilão

O que fazer na hora de comprar um veículo usado?

Antes de comprar um veículo usado e de escolher o modelo ideal, é importante avaliá-lo de forma minuciosa para ver se é uma boa opção. A avaliação deve considerar aspectos físicos e mecânicos.

Analise bem o motor e o seu estado, com checagem do óleo, do líquido do arrefecimento e de outros detalhes, etc. Uma inspeção mecânica até mais profunda é interessante, o que pode ser feito com um mecânico de confiança

Também olhe os pneus, verifique se existe pneu reserva e onde fica. Da mesma forma, analise a pintura, o número do chassi e o estado da carroceria para verificar sinais de desgaste e outros riscos. 

Test-drive e inspeção antes de fechar o negócio

Uma boa estratégia é pedir para andar no carro para checar o estado da suspensão, ruídos existentes, vibrações, estado do câmbio ou outras pendências na condução

Avalie também o conforto do veículo, a qualidade do estofado e a presença de aspectos danificados no interior.

Leia também | Tecido para bancos de carros: como escolher e melhor opção e fazer a manutenção corretamente?

O test-drive para casos usados é uma forma de “sentir” o carro enquanto dirige para formar uma opinião mais concreta acerca de sua qualidade.

Caso você não conheça muito sobre carros, é interessante levar alguém que entenda mais sobre o assunto ou que já tenha tido outros carros para auxiliar com uma visão mais experiente.

Leia também | 5 carros clássicos mais em conta para você ter na sua garagem

O que tem que pagar quando compra um carro usado?

Existem alguns custos inerentes à transferência de um carro usado. Alguns deles são: a taxa de transferência, o licenciamento e o IPVA. 

O licenciamento e o IPVA, custos de regularização que antigamente não precisavam ser pagos no momento de transferência de propriedade, são tidos como obrigatórios hoje em dia. 

Ou seja, é impossível transferir sem eles.

Outro processo obrigatório é a vistoria do veículo. Essa vistoria é necessária para emissão do novo documento do carro, o Certificado de Registro de Veículo (CRV), no nome do comprador. 

Os custos exatos e os processos podem variar a depender do Detran, então vale a pena procurar entender como é no seu estado.

O que exigir na compra de um carro usado?

Um detalhe que muitos esquecem na pressa de fechar o negócio é a documentação em dia. Isso inclui o documento de CRV, por exemplo.  

Em casos de carros seminovos, manuais e documentos originais podem ser solicitados também. Chaves reservas também devem ser solicitadas, já que são um item de segurança muito importante. 

Peça também os laudos cautelares — muitas vezes fornecidos por empresas de vistoria especializada. 

Esses laudos detalham as condições do veículo e atestam que não há modificações estruturais comprometedoras em motor, suspensão, chassi, freios e outros componentes

Esse cuidado evita problemas futuros e garante que você está comprando um carro seguro e dentro das normas.

Precisa ir o comprador e o vendedor no cartório?

Sim, a presença do comprador e do vendedor no cartório é recomendada para a formalização da venda, com o reconhecimento de firma da assinatura

No cartório, é possível formalizar a Autorização para Transferência de Propriedade de Veículo (ATPV), documento também indispensável para o processo. 

Nesse momento, ambos devem estar munidos de documentos pessoais e, claro, do CRV para que o processo seja oficializado.

Como proceder na compra de um veículo usado particular?

Comprar diretamente de um particular é uma das formas mais comuns de adquirir um carro usado, mas exige alguns cuidados extras. 

  • Primeiro, marque encontros em locais públicos e seguros. Isso traz segurança tanto para você quanto para o vendedor; 
  • Durante a negociação com o vendedor, mantenha a transparência e pergunte sobre o histórico do carro. Se possível, peça por uma verificação da procedência do veículo para garantir que tudo está conforme o esperado;
  • Não se esqueça de levar o mecânico para uma avaliação final. Ele poderá detectar algo que talvez tenha passado despercebido, além de conferir se o preço pedido está realmente justo para as condições do carro;
  • Com a avaliação completa, finalize o acordo.

Comprar um carro usado é um processo que exige atenção aos detalhes e paciência para não tomar decisões precipitadas.

Seguir esses passos ajuda a evitar problemas e aumenta as chances de você fazer um bom negócio. Ao final, a tranquilidade de ter um veículo regularizado, em boas condições e adequado para suas necessidades faz toda a diferença.

Depois de concretizada a compra, o próximo passo é contratar um seguro para garantir sua segurança no dia a dia. O recomendado é contratar o seguro logo após a finalização da compra.  

Busque uma seguradora que entenda a realidade de um carro usado, ofereça uma cobertura ampla e flexível e que diga SIM para todos os veículos, como a Suhai. 

Faça uma cotação com a Suhai.

Perguntas frequentes

Vejamos as respostas para algumas das perguntas mais comuns sobre o tema.

Quais documentos devo solicitar ao vendedor?

Solicite o CRV, laudos de inspeção, comprovante de quitação de IPVA/licenciamento e qualquer outro documento que comprove a regularidade do veículo.

Como saber se o veículo tem multas pendentes?

Faça uma consulta pelo número do RENAVAM no site do Detran do seu estado. Esse é o método mais seguro para verificar a existência de multas.

Preciso registrar a compra no cartório?

Sim, registrar o contrato de compra e venda no cartório garante que a transação foi formalizada de forma legal, essencial para sua segurança.

Barulho no freio do carro: o que pode ser, quais são os riscos e como resolver?

O barulho no freio do carro é um dos muitos sinais que o veículo pode dar de que algo está errado com os seus componentes internos e que é preciso uma atenção especial. 

A seguir, vamos abordar alguns fatores que podem gerar esse ruído, quais são os riscos de se continuar dirigindo o automóvel nessas condições e, claro, como resolver essa questão da melhor forma. 

Quais componentes formam o freio de um veículo?

Antes de entender o que pode gerar um barulho no freio do carro, vale a pena explorarmos mais de perto os principais elementos que formam esse componente essencial para a segurança de um automóvel. 

Afinal, ao compreender o funcionamento do sistema de frenagem de um carro, é possível agir de forma mais rápida e precisa caso ele comece a apresentar problemas.

Basicamente, o freio é composto pelos seguintes elementos: 

  • Disco de freio: disco metálico, geralmente feito de ferro fundido ou compostos de carbono, que gira na mesma proporção e na mesma velocidade do que a roda;
  • Pastilhas de freio: peças que fazem o contato direto com o disco de freio para criar o atrito necessário para desacelerar o veículo. Elas podem ser compostas de diferentes materiais, como cerâmica ou metal; 
  • Pinça de freio: dispositivo que pressiona as pastilhas contra os discos para gerar atrito. Geralmente, são acionadas pelo fluido hidráulico no sistema de freios a disco; 
  • Cilindro mestre: parte do sistema hidráulico que converte a força aplicada no pedal em pressão no fluido de freio; 
  • Fluido de freio: fluído hidráulico que transmite a pressão do pedal para as pinças e outros componentes; 
  • Tubos e mangueiras: responsáveis por conduzir o fluido do cilindro mestre até as pinças de freio.

Assim, caso o freio esteja emitindo algum tipo de barulho, normalmente ele está associado a um mau funcionamento de um desses itens. Vamos falar mais sobre isso a seguir. 

Barulho no freio do carro: o que pode ser?

Ouvir ruídos estranhos nos freios do carro pode ser bastante alarmante, já que indica que algo não está certo com os sistemas internos.

Assim, é importante investigar a origem desses barulhos o mais rápido possível, pois eles podem sinalizar problemas mais graves e comprometer a segurança na direção.

Normalmente, os motivos mais comuns que causam esse tipo de situação são: 

Discos de freio empenados ou danificados

Ao apresentar ranhuras ou deformações, estes componentes vibram e geram trepidações no pedal do freio, além de ruídos metálicos.   

Pastilhas de freio desgastadas ou com falta de mola

Esse é um dos fatores mais frequentes. Afinal, quando as pastilhas se desgastam, o metal entra em contato direto com o disco, produzindo um rangido ou assobio.

Neste caso, vale lembrar que a substituição dessas peças não pode ser postergada por muito tempo, pois a base das pastilhas, que é de ferro, pode acabar danificando o disco de freio ao tocá-lo várias vezes de forma repetida. 

Sujeira acumulada no disco ou nas pastilhas

Isso acontece principalmente em veículos utilizados em estradas de terra ou areia, por exemplo. 

Pinças de freio com problemas

Pistões travados ou lubrificação inadequada nessa região também causam ruídos e afetam a eficiência do sistema de frenagem. 

Demais peças desgastadas

Buchas, batentes e outros elementos podem estar comprometidos e acabar gerando diferentes tipos de sons. 

Leia também | Carro perdendo força quando acelera: entenda as possíveis causas e como resolver

Quais são os riscos de se usar um carro com o freio fazendo barulho?

Continuar dirigindo seu automóvel mesmo com o freio emitindo ruídos estranhos pode parecer algo inofensivo, mas, na verdade, apresenta um grande risco para a segurança do motorista e dos demais ocupantes.

Nesses momentos, uma série de situações podem acontecer, incluindo: 

  • Perda de eficiência na frenagem, comprometendo a capacidade do carro de desacelerar com segurança e aumentando a chance de colisões;
  • Necessidade de uma distância maior para parar o veículo, o que pode ser crítico em situações de emergência; 
  • Desgaste prematuro de outras peças, como rolamento de rodas e até mesmo os próprios pneus;
  • Superaquecimento dos freios, diminuindo ainda mais sua eficiência e aumentando o risco de falha completa. 

Dessa forma, ao ouvir ruídos constantes, estacione o seu automóvel o quanto antes e busque resolver o problema o mais cedo possível. 

Como lidar com o barulho no freio do carro?


Ao perceber ruídos no seu veículo ao frear, as melhores soluções são:

1. Verifique as pastilhas do freio – e troque-as se necessário

Se esses componentes não foram substituídos há muito tempo, é importante trocá-los para que funcionem corretamente e não comprometam o sistema de frenagem. 

2. Observe o óleo dos freios

Caso o nível esteja abaixo do normal, procure uma oficina mecânica para adicionar mais óleo. Em automóveis com mais de 30 mil km rodados, verifique também se há problema de vazamento nos cilindros das rodas traseiras. 

3. Limpe as peças do seu carro

Como vimos, o barulho ao frear também pode ser provocado pelo acúmulo de sujeira. Para resolver essa questão, realize a limpeza adequada – se necessário, com a ajuda de um mecânico especializado. 

4. Faça as revisões com a frequência indicada

Muitas vezes, os sons dos freios acontecem por falta de manutenção preventiva. Assim, ao perceber esse barulho, leve o seu carro para receber uma avaliação profissional e entender quais elementos precisam ser substituídos. 

Uma dica final: toda vez que você compra um automóvel, a montadora indica o período adequado para as revisões. Em geral, eles precisam passar por esse procedimento a cada 10 mil km rodados. Verifique essa informação no manual do seu veículo.

Esperamos que este conteúdo tenha contribuído para que você saiba o que fazer quando estiver ouvindo barulho no freio do carro. 


Agora, que tal aproveitar que você já está no blog da Suhai e conferir outros conteúdos que podem te ajudar a aumentar a vida útil do seu automóvel?

Tipos de rodas de carros: saiba quais são e descubra o modelo ideal para o seu veículo

Conhecer os tipos de rodas de carro é algo essencial para quem está pensando em trocar de veículo ou mesmo dar uma melhorada na aparência do seu automóvel. 

Além de serem fundamentais para a movimentação com qualidade e segurança de qualquer carro, essas peças também fazem parte do seu visual, sendo muito valorizadas pelos consumidores brasileiros. 

A seguir, você vai descobrir os modelos mais comuns disponíveis no mercado, além de algumas dicas para escolher a opção adequada para o seu caso. Boa leitura! 

Tipos de rodas de carro: quais são os principais?

Atualmente, existem diversos modelos, cada um com suas características específicas de material e funcionalidade. Os mais populares incluem:

Rodas de aço

Mais presentes em veículos de entrada, modelos antigos ou voltados ao transporte de carga, são resistentes, pesadas e, geralmente, econômicas. 

Apesar de terem um visual simples, são duráveis e fáceis de reparar – ainda que possam consumir mais combustível por conta do seu peso.

Rodas de liga leve

Feitas de ligas de alumínio ou magnésio, como o próprio nome indica, são mais leves do que as de aço e têm aparência mais sofisticada. Também oferecem melhor desempenho em aceleração e frenagem graças ao menor peso, ajudando na economia de gasolina.

Por outro lado, são menos resistentes a choques e ficam marcadas em caso de ralados ou raspões, sendo que disfarçar esses danos é mais difícil do que nas rodas de aço. 

Rodas de alumínio

Tipo específico de roda de liga leve, com maior durabilidade e resistência à corrosão. São populares principalmente pela variedade de designs e pela leveza.

Rodas de magnésio

Muito leves e com alto desempenho, são comuns em modelos esportivos e de alta performance. Vale pontuar que, como o magnésio é mais caro e frágil, esse modelo exige cuidados extras.

Rodas forjadas

Estas passam por um processo de forjamento que aumenta sua resistência e durabilidade. São leves e muito resistentes, usadas em carros de corrida (que necessitam de uma maior precisão dinâmica) e de luxo. 

Rodas cromadas

Apresentam acabamento brilhante e espelhado, sendo muito utilizadas para dar um visual estiloso ao automóvel. Geralmente são feitas de aço ou alumínio, recebendo uma camada de cromo posteriormente. 

Rodas de fibra de carbono

Extremamente leves e fortes, são usadas principalmente em veículos de alto desempenho e competições por conta do preço elevado. Suas características proporcionam redução de peso significativa e contribuem para maior agilidade e estabilidade.

Rodas de aro rebaixado

Peças com o diâmetro menor combinadas com pneus de perfil baixo, melhorando o visual e a dinâmica em curvas. Porém, podem comprometer o conforto do motorista e dos outros ocupantes em terrenos irregulares. 

Rodas tipo “spinners”

Consagraram-se na década de 1990, mas continuam sendo vendidas atualmente. Trata-se do conjunto em que os aros têm autonomia e circulam mesmo depois da roda parar de girar. 

Leia também | Bateria: qual é a melhor e como escolher a opção ideal para o seu veículo? 

Como escolher a melhor opção de roda para o seu carro?

Conforme vimos no tópico anterior, nos dias de hoje, existem diversos tipos de modelos de roda para veículos, o que pode gerar uma dúvida comum nos motoristas: qual é a melhor opção para o meu caso?

Para responder essa dúvida, é preciso lembrar que o tipo escolhido depende de alguns fatores, como estilo de condução, necessidades de desempenho e, claro, seu orçamento.

Separamos algumas dicas para ajudar você com essa decisão:

1. Avalie o material

Rodas de aço, por exemplo, são ideais se você busca opções econômicas e resistentes para uso diário, enquanto as de liga leve são mais leves e ajudam a reduzir o consumo de combustível, além de melhorar a resposta em aceleração e frenagem. 

2. Pense na finalidade de uso

Motoristas que utilizam o carro todos os dias normalmente precisam de rodas mais resistentes a impactos e que suportam bem terrenos irregulares e buracos. Agora, para quem gosta de desempenho, as rodas forjadas, de magnésio ou de fibra de carbono contribuem para o controle e agilidade do automóvel. 

3. Escolha o tamanho do aro com cuidado

Ao respeitar o tamanho do aro original, você garante que a suspensão e os pneus funcionem da forma adequada, sem comprometer o consumo de combustível. 

Por sua vez, rodas de aro maior (upsizing) proporcionam um visual esportivo e estabilidade em curvas, mas podem prejudicar o conforto. E aquelas de aro menor (downsizing) absorvem mais os impactos, mas podem impactar a estabilidade. 

4. Observe a compatibilidade com o veículo

Antes de escolher uma roda, lembre-se de verificar o offset (distância da roda até o ponto de fixação), o furo central e o padrão de furação para garantir que ela se encaixe perfeitamente no automóvel. 

Se não for compatível, pode causar problemas na direção, desgaste irregular dos pneus e até afetar a segurança do motorista e demais ocupantes. 

5. Considere o clima 

Em regiões com muita chuva ou neve, é essencial dar preferência para peças que suportem a corrosão, como as de alumínio, que são mais resistentes do que as cromadas, por exemplo. 

6. Priorize o orçamento e o custo-benefício

Cada modelo possui vantagens e desvantagens que devem ser levantadas para que você saia ganhando na hora da escolha. Por exemplo, rodas de aço são baratas e resistentes, enquanto rodas de fibra de carbono têm um preço elevado, mas são uma excelente opção para desempenho esportivo.

7. Na dúvida, consulte profissionais especializados

Caso você tenha avaliado todos esses pontos e ainda assim não tenha certeza sobre o melhor tipo, verificar com um mecânico ou especialista é sempre uma boa ideia para ter certeza de que a roda escolhida não traga problemas para o sistema do carro. 

Eles podem indicar qual roda combina com o seu modelo, considerando o peso, o tamanho e o objetivo.
Gostou do conteúdo e quer explorar mais informações sobre o universo automotivo? Então não deixe de conferir outros posts que estão disponíveis no blog da Suhai. Até a próxima!

Cheiro de gasolina no carro: qual pode ser a causa e o que fazer?

O cheiro de gasolina no carro é algo que deve ser motivo de atenção para os motoristas, já que pode indicar problemas técnicos que estão diretamente relacionados à segurança de quem está dentro do veículo. 

Neste artigo, vamos abordar quais são as principais causas que podem causar esse problema e o que fazer caso isso aconteça com o seu automóvel. Confira a seguir!

Cheiro de gasolina no carro: o que pode ser?

Você provavelmente já escutou alguém falando que adora o cheiro de gasolina, certo?

Apesar de ser um odor bastante popular, é importante saber que ele pode fazer mal para a saúde se for inalado por longos períodos. Portanto, ao perceber esse cheiro presente de forma muito forte no seu veículo, é essencial investigar as causas o mais cedo possível. 

Normalmente, os principais fatores que levam a esse problema são: 

Rachaduras no reservatório de partida a frio

A maioria dos modelos de automóveis – incluindo os flex – ainda utiliza um reservatório de partida a frio para que o carro não precise ficar esquentando em caso de abastecimento com etanol. 

Esse reservatório fica instalado no vão do motor e, por ser de plástico, pode apresentar algumas rachaduras com o passar do tempo. Quando isso acontece, o ar-condicionado puxa para dentro o vapor do combustível, deixando o cheiro de gasolina no carro. 

Problema na vedação da bomba ou do tanque de combustível 

A bomba de combustível é instalada junto ao tanque e, devido ao desgaste das vedações que acontece ao longo dos anos, pode acabar deixando o vapor da gasolina escapar. 

Da mesma forma, o próprio tanque pode apresentar danos com o uso contínuo. Isso é comum principalmente pelos impactos causados pelos buracos nas ruas por onde o veículo passa, gerando fissuras e até vazamentos que também levam ao cheiro de gasolina no interior do automóvel. 

Vale pontuar que essa causa é menos comum atualmente, pois os carros modernos possuem materiais mais resistentes, chamados de poliuretano e plástico ABS – diferente dos mais antigos, que são compostos de aço. 

Vazamento nas mangueiras no cofre do motor

Essas mangueiras conduzem a entrada e a saída de gasolina do tanque. As conexões e juntas, feitas de plástico, podem estar mal encaixadas ou ressecadas, o que provoca vazamento de combustível no interior do automóvel.

Falhas no sistema de evaporação de combustível (EVAP)

Esse sistema controla os vapores de combustível, impedindo que escapem para a atmosfera. Se houver uma questão técnica, como uma tampa do tanque de combustível mal fechada ou uma válvula quebrada, o cheiro de gasolina pode infiltrar-se na cabine.

Problema no sistema de injeção eletrônica

Quando essa peça está com problema, é comum que a luz do painel indicando a injeção eletrônica fique acesa. Aqui, o alerta é que esse é um problema que não pode esperar, uma vez que ela controla o fluxo de combustível. 

Escape de gasolina devido à tampa de abastecimento

Essa tampa precisa estar bem colocada para evitar complicações. Caso fique mal posicionada após o abastecimento, pode estar diretamente relacionada ao cheiro de gasolina no carro. 

Não usar o veículo por muito tempo

Com a falta de utilização do combustível, ele começa a perder suas propriedades e criar impurezas – que, por sua vez, causam desgastes nas mangueiras e no tanque, liberando o odor. 

Abastecer acima do permitido

Isso pode provocar derramamento de combustível. Assim, é essencial sempre respeitar o clique da bomba de combustível do posto, pois ele aponta que o tanque está cheio. 

Leia também | Carro aquecendo: o que pode ser e o que fazer nessa situação?

Como identificar um vazamento de gasolina no carro?

Em primeiro lugar, ao perceber o cheiro de combustível no interior do seu veículo, é importante identificar se há a presença de poças ou manchas no piso da sua garagem ou onde ele costuma ficar estacionado.

Em caso positivo, pegue uma lanterna e observe a parte inferior do automóvel em busca de rachaduras no tanque, que geram goteiras. 

Outra medida interessante é analisar o marcador de combustível. Se você notar um consumo maior do que o usual, isso pode ser um indicador de que está acontecendo um vazamento. 

Além disso, lembre-se de verificar se a tampa do tanque está em boas condições. Por ser aberta e fechada o tempo todo durante os abastecimentos em postos de gasolina, essa é uma peça que pode ser facilmente estragada com o manuseio. 

Depois de seguir essas etapas e entender a origem do problema, não se esqueça de levar seu carro para uma oficina especializada o mais cedo possível para que sejam realizadas as correções e manutenções necessárias.

Evite ao máximo continuar usando seu veículo quando ele está apresentando um forte odor de combustível, já que isso pode colocar a sua segurança e a dos outros ocupantes em risco. 

Leia também | Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

O que fazer para tirar o cheiro de gasolina no carro?

Caso o vazamento tenha sido resolvido e seu automóvel continue apresentando odor de combustível, procure abrir todas as janelas e portas para permitir a circulação do ar, o que ajuda na eliminação dos cheiros.

Neste momento, evite utilizar o sistema de ventilação interna, pois isso pode intensificar o odor. 

Se mesmo assim ele persistir, existem algumas técnicas que podem ajudar com isso. Confira as nossas sugestões:

Café

Esfregue um pouco desse pó sobre a área atingida pelo vazamento e deixe em repouso por uma semana. Em seguida, aspire o que sobrou e realize uma lavagem no local. 

Bicarbonato de sódio

Da mesma forma que o café, esfregue um pouco desse composto no local até que o cheiro diminua, aspirando a área e adicionando mais produto ao final do processo, se for preciso. 

Areia de gato

Como esse tipo de areia possui capacidade de absorver umidade e urina, ela consegue retirar o que sobrou do vazamento de combustível do veículo. Deixe-a agir por um dia e aspire na sequência. 

Spray eliminador de odor

Por fim, você pode apostar em produtos específicos para tecidos que prometem retirar cheiros indesejados. O ideal é que se espalhe o líquido por toda a superfície e espere secar naturalmente.

Como você chegou até aqui, o que acha de acessar outros posts do blog da Suhai e ficar por dentro de mais informações sobre o universo dos motores? Temos muitos conteúdos interessantes esperando a sua leitura!

Cheiro de gasolina na moto: entenda as possíveis causas e o que fazer

Cheiro de gasolina na moto é uma reclamação recorrente em oficinas mecânicas especializadas neste tipo de veículo. 

E corrigir o problema é importante para garantir a segurança do condutor e o bom funcionamento da moto, evitando riscos de incêndio, por exemplo, e mantendo a eficiência do motor. 

Entenda as principais causas do cheiro de gasolina na moto e saiba o que fazer para solucionar a questão.

Cheiro de gasolina na moto: quando é normal e quando é um problema? 

O cheiro de gasolina na moto é normal, de forma geral, em apenas duas situações: 

  • Abastecimento: ao acabar de abastecer a moto, pode haver um leve cheiro de gasolina por um curto período, especialmente se algum respingo ou transbordamento ocorrer.
  • Partida fria: em algumas motos, ao ligar o motor após um período de inatividade, um cheiro leve de gasolina pode ser normal devido à mistura inicial mais rica de combustível.

No entanto, o cheiro de gasolina nessas duas situações é temporário, passa em alguns minutos. 

Já quando o odor forte do combustível não some com o tempo, é preciso ficar alerta e buscar descobrir rapidamente o que pode estar acontecendo com a moto. 

Afinal, sabendo a causa do problema fica fácil resolvê-lo e voltar a pilotar com segurança e sem o cheiro forte de gasolina. 

5 possíveis causas para o cheiro de gasolina na moto

Sentir cheiro de gasolina na moto pode ser um sinal de problema que requer atenção. As cinco principais causas para isso são: 

1. Fissuras no tanque e vazamento de combustível

Vazamento no sistema de combustível é uma das causas mais comuns para o cheiro de gasolina persistente na moto. 

Ele pode ocorrer nas mangueiras, no tanque ou em conexões no caso de existir qualquer fissura em um dos componentes. 

Até mesmo um pequeno vazamento pode produzir um cheiro forte e incômodo de combustível na moto. 

2. Mangueiras ressecadas ou danificadas

Mangueiras de combustível ressecadas ou danificadas podem permitir que o combustível escape e produza um cheiro perceptível.

Essas peças são responsáveis pela circulação da gasolina, por isso qualquer ponto de ressecamento pode causar o vazamento que gera o cheiro de gasolina na moto. 

Se sua moto for carburada (não contar com sistemas de injeção eletrônica), fique de olho na mangueira do suspiro do carburador. Muitas vezes é nela que está o vazamento. 

3. Tampa do tanque mal vedada ou com vedação corrompida

A tampa do tanque de combustível deve funcionar como um pote hermético, daqueles utilizados na cozinha da sua casa. 

Se a borracha responsável por travar o tanque estiver ressecada e rachada ou se a tampa não estiver bem encaixada, o tanque pode apresentar problema na vedação e, por isso, o cheiro de gasolina irá acompanhar constantemente o piloto. 

Certifique-se de que a tampa está bem fechada e em bom estado e que a borracha de vedação da tampa não está corrompida. 

4. Agulha do carburador 

Além de rachaduras na mangueira do respiro do carburador, o próprio carburador também pode ser a causa do cheiro de gasolina na moto. 

Isso porque, dentro dele, existe uma agulha que verifica o nível de combustível. E, se ela der problema, ele pode encher demais e a gasolina sair pelo ladrão, ocasionando o odor. 

Além disso, as juntas do carburador também podem ressecar e assim deixar a moto cheirando à gasolina. 

5. Bicos injetores

Motos mais modernas, com injeção eletrônica, também não estão ilesas em relação ao cheiro de gasolina. 

Se os bicos injetores estiverem sujos ou danificados, eles podem injetar uma quantidade errada de combustível e ocasionar o problema. 

Sente cheiro de gasolina na sua moto? O que fazer? 

Ao perceber um cheiro persistente de gasolina na sua moto, é fundamental verificar o veículo imediatamente para evitar vazamentos de combustível, que geram risco de incêndio, e danos ao motor. 

Além disso, corrigir o problema preserva a saúde do condutor, já que inalar gasolina constantemente pode causar sintomas como dores de cabeça, tontura e até mesmo infecções pulmonares ou danos neurológicos.  

Portanto, se essa situação está acontecendo com sua moto é recomendável levar o veículo a um profissional mecânico de sua confiança para que uma inspeção detalhada e correção dos problemas seja feita. 

Fazer a manutenção periódica da moto é também fundamental para evitar que este tipo de situação aconteça. 

Agora que você já sabe os principais motivos que causam cheiro de gasolina na moto, confira outros conteúdos sobre o universo dos motores no blog da Suhai

Carro aquecendo: o que pode ser e o que fazer nessa situação?

Carro aquecendo é um problema mais comum do que se imagina. E se engana quem acredita que isso só acontece com carro muito antigo. Veículos novos também podem superaquecer. 

Para entender as principais causas do aquecimento veicular, saber o que fazer se seu carro esquentar e evitar essa situação, confira o artigo que preparamos para você.  

Carro aquecendo: o que significa e por que os automóveis esquentam? 

A cena é clássica e quem não passou pela situação já deve ter visto na rua uma pessoa com o capô do carro aberto, preocupada, observando fumaça saindo do motor. 

Trata-se de um carro aquecendo e de um motorista que, provavelmente, não sabe o que fazer para resolver a situação com segurança. 

Carro aquecendo ou superaquecimento do veículo é algo que acontece quando o motor do carro sofre com  aumento de temperaturas a um nível em que ele não foi projetado para suportar.

Quais são as principais consequências de um carro aquecendo? 

Quando um motor aquece de forma exagerada, diversos danos podem acontecer com o veículo. Os principais são: 

Danos à junta do cabeçote

O superaquecimento pode causar a queima da junta do cabeçote, resultando em vazamentos de óleo e líquido de arrefecimento (que serve justamente para regular a temperatura do motor), além de perda de compressão do motor.

Danos ao sistema de arrefecimento

Radiador, bomba d’água, termostato e mangueiras podem ser danificados ou ter sua eficiência comprometida quando o carro superaquece.

Deformação ou trincas do cabeçote e do bloco do motor

As temperaturas elevadas também podem deformar ou trincar o cabeçote e o bloco do motor, levando a problemas de vedação (gerando vazamentos de líquidos e gases) e  comprometendo seriamente o motor caso não ocorra a retífica ou a substituição dos componentes. 

Falha dos pistões e anéis

Um carro aquecendo pode ter os pistões e os anéis danificados. Quando isso acontece, o veículo perde potência e consome mais óleo. Além disso, ocorre um desgaste prematuro do motor, reduzindo sua vida útil e aumentando os gastos com manutenção.

Derretimento de componentes plásticos

Cheiro de queimado é outro sinal de que um carro está aquecendo. Isso acontece porque peças plásticas e de borracha próximas ao motor podem derreter ou deformar com o superaquecimento, levando a problemas no funcionamento do veículo.

Carro esquentando muito: o que pode ser? Conheça as principais causas

Agora que já está claro o que é um carro aquecendo e quais os danos que o superaquecimento pode gerar no veículo, é hora de entender quais as principais causas dessa situação. São elas:

Problemas no sistema de arrefecimento (baixo nível do líquido) 

O líquido de arrefecimento serve para manter o motor com uma temperatura regular. Quando ele não está com a quantidade que deveria, o carro começa a esquentar. 

Defeito no termostato

O termostato é o componente que regula a quantidade de líquido de arrefecimento que circula pelo motor. Quando o termostato falha na posição fechada, o fluxo de refrigeração pode ser reduzido, ocasionando o superaquecimento do veículo.

Baixo nível de óleo

Uma das funções do óleo automotivo é retirar calor do motor. Mas isso só acontece quando o líquido está em níveis adequados. Dessa forma, baixo nível de óleo pode ser uma das causas para o carro aquecer. 

Falha na ventoinha do radiador

A ventoinha ajuda a resfriar o líquido de arrefecimento quando o veículo está parado ou em baixas velocidades. Quando ela apresenta falha, a temperatura do motor pode aumentar. 

Ar nos radiadores

Bolhas de ar no sistema de arrefecimento também podem atrapalhar a circulação do fluido e causar um superaquecimento no motor do carro.

Correia do ventilador quebrada

A correia do ventilador é quem transmite a rotação do motor para a ventoinha do radiador. Se a correia quebra ou escapa, a ventoinha deixa de funcionar corretamente, gerando o superaquecimento.

Sistema de refrigeração com vazamento

Vazamentos nas mangueiras, conexões ou no radiador podem levar à perda de líquido de arrefecimento, causando superaquecimento do carro.

Problemas na bomba d’água

A bomba d’água é responsável por circular o líquido de arrefecimento pelo sistema. No caso de vazamentos ou mau funcionamento da bomba, o fluxo de refrigeração pode ser comprometido, levando ao superaquecimento.

Condições climáticas

Temperaturas externas extremamente altas também podem dificultar o resfriamento do motor. 

O que fazer quando o carro aquece? 

Se seu carro está aquecendo é indicado desligar o ar-condicionado, para reduzir a carga sobre o motor, abrir as janelas do veículo ou ligar o ventilador interno, para aumentar a circulação de ar no compartimento do motor.

Em seguida, é preciso estacionar o veículo em um lugar seguro, longe do tráfego e em uma área plana e desligar o motor, a fim de interromper a produção de mais calor.

Se tiver seguro com assistência 24 horas, chamar socorro pode ser uma boa ideia. Afinal, mesmo parecendo “simples” resolver a situação e resfriar o carro, é preciso cautela para não se machucar ou danificar o veículo.  

Por exemplo, abrir o capô e a tampa do radiador imediatamente, logo após o motor superaquecer, pode gerar queimaduras sérias no motorista, já que vapor ou líquido quente podem ser liberados. 

Jogar água fria no motor quente, para abaixar a temperatura rapidamente, também pode estragar componentes do motor, resultando em rachaduras. 

Assim, um profissional qualificado saberá o que fazer para garantir a segurança do motorista e do carro. 

Após o socorro, é indicado levar o carro em um mecânico de confiança para que o problema seja identificado e corrigido

Como identificar o superaquecimento e evitar que o carro aqueça? 

Para evitar ter o carro aquecendo de maneira corriqueira, é importante sempre prestar atenção em alguns sinais de alerta, como: 

  • Aumento da temperatura no painel de instrumentos;
  • Fumaça ou vapor saindo do compartimento do motor;
  • Luz de advertência do motor acesa;
  • Cheiro de líquido de arrefecimento queimado;
  • Perda de potência do motor. 

Ao notar um desses sinais, é importante procurar ajuda profissional para descobrir a causa e solucionar o problema.

Fazer a manutenção periódica do carro, trocar o óleo e monitorar o sistema de arrefecimento regularmente são também boas práticas que diminuirão os riscos do superaquecimento do motor do seu carro. 

Agora você já sabe o que é superaquecimento do veículo e o que fazer quando o carro aquece. Aproveite para acessar outros conteúdos sobre o universo dos motores no blog da Suhai. Até a próxima!

Como fazer chupeta em bateria com segurança em 6 passos

Não são incomuns situações em que o motor do carro não liga ao dar partida. Nessas horas, é importante saber como fazer chupeta em bateria do carro ou moto.

Dependendo de onde você estiver, pode ser que um profissional especializado demore muito para chegar, por isso, conhecer o passo a passo ajuda bastante nos casos em que a bateria descarrega e é preciso realizar a chupeta.

Leia este conteúdo até o final e confira as nossas recomendações para fazer o procedimento com segurança.

O que significa fazer chupeta em bateria de carro?

A chupeta nada mais é do que uma técnica que transfere a carga de um veículo com funcionamento adequado para outro que está com a bateria descarregada. Em poucos minutos já é possível ligar o automóvel.

Em casos assim, é sempre recomendado acionar o seguro ou, assim que ligar o carro ou moto, levá-lo a uma oficina. Somente um profissional capacitado pode identificar a causa da descarga da bateria e determinar se é preciso realizar a troca da peça.

A chupeta na bateria, no entanto, é um procedimento rápido e simples, que pode ajudar bastante em situações inconvenientes em que esperar pela ajuda não é uma possibilidade.

Pontos de atenção antes de fazer a chupeta

A chupeta deve ser realizada com atenção e cuidado a fim de evitar problemas maiores. Por isso, se atente e evite realizar o processo próximo de objetos inflamáveis e, caso identifique sinais de vazamento, danos na bateria ou corrosão, espere pelo suporte profissional.

É preciso somente de um segundo carro com a bateria funcionando e, normalmente, dois cabos de transmissão para a carga, um vermelho e um preto, que costumam ser encontrados em postos de gasolina ou lojas de autopeças.

Como fazer chupeta em bateria de carro ou moto?

O passo a passo é simples, basta prestar atenção em cada etapa para garantir a segurança e conseguir ligar o carro ou moto novamente. Confira:

  1. Certifique-se de que os equipamentos eletrônicos de ambos os carros, como rádio e faróis, estejam desligados;
  2. Abra os capôs e localize as baterias;
  3. Conecte o cabo preto (negativo) e conecte-o no mesmo polo negativo (-) da bateria de cada veículo;
  4. Conecte o cabo vermelho ao polo positivo (+) de cada bateria;
  5. Dê partida no carro que está com a bateria em bom funcionamento, espere alguns minutos e tente ligar o carro que está com a bateria ruim;
  6. Se o carro pegar, espere alguns minutos e retire os cabos, um de cada vez.

Durante o processo, tome cuidado para que os bicos dos cabos fiquem bem firmes e não encostem em partes metálicas da bateria, pois isso é capaz de provocar faíscas.

O que fazer depois de realizar a chupeta?

Agora que você já sabe como fazer chupeta em bateria, é importante ter em mente que se trata de um procedimento de emergência.

Há várias razões pelas quais uma bateria pode descarregar, como tempo de uso, problemas no conectar, luzes ou equipamentos eletroeletrônicos, como rádio e faróis ligados mesmo com o carro desligado, entre outros.

Caso a chupeta não funcione, pode ser o indício de que há algum problema na parte elétrica do veículo ou que é hora de trocar a bateria, que costuma ter uma vida útil de 2 a 3 anos.

Um especialista pode utilizar um multímetro para verificar a tensão da peça e o nível de carga da bateria: normalmente o leitor mostra entre 12,3 V e 12,8 V com o carro desligado. Caso o leitor mostre 12,2 ou menos, significa que a bateria está descarregada e é preciso trocá-la.

Por fim, ao dar partida no automóvel, uma bateria em boas condições não permite que a voltagem caia para menos de 9 V.

Tire outras dúvidas sobre como fazer chupeta em bateria

Além de conferir o passo a passo, é importante conferir outras dúvidas frequentes relacionadas ao procedimento, entre elas:

Fazer chupeta pode estragar a bateria?

Não, a ligação direta não estraga a bateria, mas o carro que fornece a carga pode ser prejudicado, por isso, é importante se atentar à conexão dos polos da bateria e manter o veículo ligado durante o processo.

Como retirar os cabos das baterias?

Evite tirar os cabos de qualquer jeito, pois isso pode prejudicar a segurança e a bateria do carro, assim como de quem está realizando o passo a passo.

Siga a sequência ao tirar:

  • O cabo negativo da bateria auxiliar;
  • O cabo negativo da bateria com problema;
  • O cabo positivo da bateria auxiliar;
  • O cabo positivo da bateria com problema.

Os cabos devem ficar conectados por quanto tempo?

Depende. Se a bateria não estiver com problemas muito graves, a conexão já é o suficiente para dar partida no carro e normalizar a situação.

Porém, em alguns contextos é preciso esperar uns cinco minutos para que as cargas se normalizem e evitar que o carro morra logo em seguida. Já se for o caso de uma bateria muito descarregada, é recomendado ligar o carro que está fornecendo a carga e acelerar um pouco antes de dar a partida no outro.

A chupeta pode ser realizada na chuva?

Sim, a chupeta pode ser feita na chuva, porém, é preciso tomar cuidados básicos que são pontos de atenção na hora de manusear qualquer equipamento elétrico nessas condições.

Isso significa evitar água sobre o conectar ou porta de recarga da bateria.

Lembre-se de que, em caso de dúvidas, é sempre melhor esperar o suporte especializado para evitar danos maiores ao veículo e à sua segurança.

Gostou do conteúdo? Agora você já sabe como fazer chupeta em bateria. E no blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre cuidados e a manutenção de veículos.