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Recibo de compra e venda de veículo: como fazer e preencher + modelo pronto

O recibo de compra e venda de veículo é o principal documento para a transferência de propriedade de um veículo. Ele garante que tanto o comprador quanto o vendedor tenham seus direitos preservados, evitando problemas futuros.

Imagine que você comprou um veículo usado, porém ele ainda estava com uma multa pendente, que o antigo proprietário não havia mencionado. 

Sem o recibo de compra e venda devidamente preenchido e autenticado em cartório, fica difícil comprovar que a responsabilidade por essa infração não é sua. Por esse e outros motivos, ele é tão importante.

Além disso, desde 4 de Janeiro de 2021, o antigo Documento Único de Transferência (DUT) foi substituído pela Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo Eletrônico (ATPV-e).

Mas como emitir e como fazer o recibo de compra e venda de veículo? Essas e outras dúvidas você vai tirar ao longo do conteúdo. 

Como obter o recibo de compra e venda de veículo?

O recibo de compra e venda de veículo deve ser emitido diretamente pelo app da Carteira Digital de Trânsito (CDT).

Veja abaixo como obter e como preencher o recibo de compra e venda de veículo:

  • Baixe o aplicativo CDT, disponível para iOS e Android;
  • Faça login com seu CPF e senha (se não tiver, é necessário criar);
  • Procure pela opção “veículos”;
  • Clique na opção “transferência”;
  • Insira os dados necessários, como nome do comprador e CPF;
  • Inclua o valor da venda;
  • Confirme as informações e solicite a emissão do documento.

Após a emissão do documento, a pessoa que está vendendo o veículo precisa aguardar o aceite de quem está comprando.

Além disso, o comprador também deve baixar o aplicativo CDT, ir na opção “veículos”, clicar no veículo que ele está comprando e assinar a intenção de venda.

Como vimos acima, desde 4 de janeiro de 2021, o DUT foi substituído pela ATPV-e, que é um documento eletrônico, e o motivo dessa substituição foi, principalmente, reduzir burocracias.

Se o veículo foi registrado antes dessa data, o antigo DUT ainda será válido e poderá ser usado para a transferência. Porém, para veículos registrados a partir de 2021, o ATPV-e é obrigatório

Qual documento substitui o recibo de compra e venda?

O recibo de compra e venda de veículo foi oficialmente substituído pela Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo Eletrônico (ATPV-e). 

Ou seja, se você quer comprar um veículo, esse é o documento utilizado para registrar a transferência de propriedade e garantir que essa mudança seja válida legalmente.

Como tirar o CRV pela internet?

Para obter o CRV digital, você pode acessar o portal do Detran ou o aplicativo da Carteira Digital de Trânsito (CDT). 

O CRV eletrônico foi implementado para veículos registrados após janeiro de 2021 e contém todas as informações em um formato digital. Você pode tirar o CRV pela internet seguindo o passo a passo abaixo:

  • Acesse o portal do Detran ou o aplicativo da Carteira Digital de Trânsito;
  • Faça login com seu CPF e senha;
  • Localize e clique na opção “Emissão do CRV”;
  • Insira os dados do veículo, como o número do Renavam e a placa;
  • Verifique se todas as informações estão corretas;
  • Confirme os dados e finalize o processo;
  • Baixe o CRV digital diretamente no portal ou aplicativo.

Como fazer um recibo de compra de um veículo?

O preenchimento do ATPV-e deve ser feito com atenção para evitar erros, mas fique tranquilo pois não é tão complicado quanto parece.

O documento exige as seguintes informações:

  • Dados do comprador e do vendedor: nome completo, CPF ou CNPJ e endereço;
  • Informações do veículo: placa, Renavam, marca, modelo e ano;
  • Valor da transação: especifique o valor negociado entre as partes;
  • Assinaturas: devem ser reconhecidas em cartório, tanto do comprador quanto do vendedor, exceto nos casos em que o processo ocorre no aplicativo, já que segurança nessa transação é confirmada pela autenticação no gov.br e biometria.

Confira abaixo um exemplo de modelo de recibo de compra e venda de veículo:

DADOS DO VEÍCULO
Marca / modelo do carro:Ford Ka, 1.0
Placa:XXX0I00
Renavam:00000000000000
Cor:Branco
Ano:2013
DADOS DO VENDEDOR
Nome completo:João Pereira
CPF:000-000-000-00
RG:0000000000
Endereço:Rua, número, bairro, cidade e estado.
DADOS DO COMPRADOR
Nome completo:Maria Salvador
CPF:000-000-000-00
RG:0000000000
Endereço:Rua, número, bairro, cidade e estado.
VALOR DA TRANSAÇÃO
Valor acordado:R$ 32.000,00

É necessário ter o recibo de compra e venda?

Sim, esse documento é obrigatório para formalizar a transferência de propriedade de veículos, e por isso é importante entender como fazer um recibo de compra e venda de veículo.

Sem ele, não é possível concluir o processo de registro no Detran, o que pode gerar multas, pendências legais e problemas em caso de acidentes ou infrações cometidas pelo novo proprietário antes da regularização.

Como legalizar um carro sem recibo?

Caso o recibo de compra e venda tenha sido perdido, não se preocupe, pois é totalmente possível regularizar a situação solicitando uma segunda via do CRV no Detran.

Para isso, é necessário apresentar os seguintes documentos:

  • Documento de identidade e CPF do proprietário;
  • Comprovante de endereço;
  • Boletim de ocorrência registrando a perda;
  • Pagamento das taxas de transferência.

Em alguns casos, o Detran pode pedir o agendamento de uma vistoria veicular para confirmar as condições do veículo.

O que fazer quando perde o recibo de compra e venda do veículo?

Quando o recibo é perdido, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência informando a perda do documento. 

O segundo passo é procurar o Detran do estado onde o veículo está registrado para solicitar a segunda via. 

Além do BO, será preciso apresentar documentos pessoais, comprovante de residência e o número do Renavam.

Após pagar as taxas necessárias, o proprietário deverá seguir as orientações do Detran, que normalmente pede o agendamento de uma vistoria técnica.

Quanto custa para fazer um novo recibo de compra e venda?

Não existe custo para emitir uma nova ATPV-e, mas, para segunda via do CRV, o valor varia de acordo com o estado, e a média das taxas fica entre R$ 250 a R$ 350.

Você pode entender mais sobre o valor da segunda via do CRV, formas de pagamento e isenção de cobrança do recibo de compra e venda de veículo no site do Detran do seu estado.

Sem dúvidas, as mudanças recentes nos processos de transferência de veículos trouxeram mais praticidade. Porém, a atenção e cuidado no preenchimento das informações continua sendo tão essencial quanto antes. 

Dessa forma, estar atualizado sobre as regras e garantir a documentação correta é o primeiro passo para evitar problemas no futuro.

Aproveite e veja nossas dicas práticas para comprar um carro usado e não cair em ciladas.

Perguntas frequentes

Confira abaixo algumas das principais dúvidas de pessoas que estão comprando ou vendendo um veículo.

Como emitir o ATPV-e para transferência de veículo?

Acesse o portal do Detran do estado do veículo ou o aplicativo da Carteira Digital de Trânsito, faça login, clique em veículos, selecione o veículo desejado e preencha as informações solicitadas do ATPV-e.

Quais documentos são necessários para a transferência de propriedade veicular?

É necessário apresentar um ATPV-e preenchido, assinado e autenticado em cartório, documento de identidade, CPF, comprovante de endereço e comprovante de pagamento das taxas.

É possível realizar a transferência de veículo totalmente online?

Sim, nos estados que já adotaram a digitalização total dos processos, a transferência pode ser feita online pelo Detran ou CDT, desde que todos os documentos estejam disponíveis no dia.

Qual é a diferença entre alinhamento e balanceamento? Entenda como funciona cada processo

Alguns processos são importantíssimos para a estabilidade do carro e durabilidade dos pneus. Por isso, compreender a diferença entre alinhamento e balanceamento ajuda a entender por que são tão necessários e em qual contexto cada um deve ser realizado.

Os dois fazem parte do pacote de manutenção preventiva que todo motorista deve priorizar de vez em quando.

Nesse conteúdo, vamos explicar esses conceitos em detalhes: o que é cada um, quanto custa em média, se precisam ser feitos juntos e muito mais. 

O que é alinhamento de rodas?

O alinhamento ajusta os ângulos das rodas para que elas fiquem paralelas entre si e perpendiculares ao solo

Quando bem alinhado, o carro mantém uma trajetória estável, não “puxa” para os lados e responde com precisão ao movimento do volante.

Por outro lado, um veículo desalinhado consome mais combustível, causa desgaste irregular dos pneus e pode até gerar acidentes

Mesmo que você não perceba diretamente isso no dia a dia na cidade, na estrada, esse risco fica evidente. Um carro puxando para o lado em uma estrada, a mais de 100 km/h, é um problema sério, pois afeta sua capacidade de controle. 

Leia também | Barulho no freio do carro: o que pode ser, quais são os riscos e como resolver?

O que é balanceamento de pneus?

Enquanto o alinhamento ajusta a direção das rodas, o balanceamento cuida da distribuição de peso. Afinal, se o peso não estiver bem distribuído, a roda gira com solavancos, causando vibração no volante e desgaste.

O balanceamento equilibra o conjunto pneu-roda, de modo a eliminar essas vibrações e proporcionar uma condução suave

Além disso, ajuda a evitar problemas na suspensão, no sistema de direção e nos próprios pneus

Quando fazer alinhamento tem que fazer balanceamento?

Embora sejam procedimentos distintos, é altamente recomendável realizá-los juntos, afinal, são complementares. 

Pense em uma orquestra afinando os instrumentos: mesmo que o violino esteja perfeitamente afinado, a música não será harmoniosa se o piano estiver fora do tom.

Realizar alinhamento e balanceamento juntos garante que o seu carro permaneça estável, seguro e eficiente. Isso reduz o desgaste dos pneus e melhora a dirigibilidade, o que se traduz em menos gastos com manutenção no longo prazo e, claro, na sua segurança.

Pode alinhar sem balancear?

Sim, é possível alinhar sem balancear, mas essa escolha pode sair caro no futuro. Sem o balanceamento, mesmo com o alinhamento em dia, as rodas podem vibrar, colocando em risco a suspensão e comprometendo o conforto na direção.

Se o objetivo é segurança e economia, o ideal é realizar ambos os procedimentos simultaneamente. O custo adicional é pequeno quando comparado aos benefícios e à prevenção de problemas mais graves.

Os dois processos cuidam da vida útil dos seus pneus e da estabilidade do carro, então, estar com os dois em dia será uma grande ajuda na próxima vez em que você tiver que enfrentar uma curva muito fechada, por exemplo. 

Qual é o valor para alinhar e balancear?

O preço para alinhar e balancear pode variar bastante, dependendo da região e do estabelecimento. De modo geral, o valor para ambos os serviços fica entre R$ 90 e R$ 300. Alguns fatores, como o tipo de veículo e o estado dos pneus, também podem influenciar o custo.

É sempre uma boa ideia pesquisar e escolher oficinas confiáveis, que ofereçam um serviço de qualidade e expliquem detalhadamente o trabalho realizado. 

Afinal, a manutenção do carro é um investimento na sua segurança e na segurança de quem anda com você.

Precisa alinhar os quatro pneus?

Sim, o alinhamento deve ser feito em todas as rodas. Alinhar apenas os pneus dianteiros, por exemplo, não é a melhor recomendação, pois pode comprometer a estabilidade do veículo. 

O alinhamento completo é fundamental para que todas as rodas trabalhem em harmonia. 

Leia também | Carro automático não quer ligar? Confira possíveis causas e o que fazer

Quanto tempo dura um alinhamento?

Sob condições normais, o alinhamento deve ser verificado a cada 10.000 km ou conforme as recomendações do manual do proprietário. 

No entanto, alguns fatores podem exigir ajustes mais frequentes, como impactos em buracos, subidas em meio-fios ou colisões leves.

Obedecer a esse intervalo regular é indispensável, pois, assim, você previne problemas maiores e mantém seu veículo funcionando bem por mais tempo.

Como saber se o carro precisa de alinhamento?

Os sinais de que o carro precisa de alinhamento são claros. Se o veículo puxa para um dos lados, o volante está desalinhado ou os pneus apresentam desgaste irregular, é hora de verificar o alinhamento.

Impactos em buracos e desgaste natural dos componentes da suspensão também podem desajustar as rodas. Por isso, fique atento aos sinais e procure um profissional sempre que notar algo diferente na condução.

Outra questão é quando você troca os pneus. Geralmente, é recomendável sair da loja e ir direto para a oficina para alinhar e balancear, antes de dirigir por mais tempo. 

Inclusive, muitas lojas até dão desconto em oficinas parceiras para uma oferta de serviço associado.

Entender claramente a diferença entre os procedimentos e manter o alinhamento e o balanceamento em dia é uma recomendação muito importante para quem possui um carro, que pode poupar você e as pessoas que você ama de sérios problemas. 

Esses procedimentos não são apenas recomendações técnicas, mas investimentos na sua segurança, economia e conforto.

Se você preza por viagens tranquilas e pela durabilidade do seu veículo, não adie essa manutenção. 

Além disso, proteger seu patrimônio também passa por um seguro confiável. Faça uma cotação sem compromisso com a Suhai e garanta a tranquilidade que você merece.

Perguntas frequentes

Para entender ainda mais o assunto, confira as respostas para as principais dúvidas sobre a diferença entre alinhamento e balanceamento e assuntos relacionados. 

Qual a diferença entre alinhamento e cambagem?

O alinhamento ajusta os ângulos das rodas em relação ao solo, enquanto a cambagem corrige o ângulo de inclinação das rodas para dentro ou para fora. Ambos são essenciais para a estabilidade do veículo.

O que é cambagem positiva e negativa?

Cambagem positiva ocorre quando a parte superior da roda está inclinada para fora, enquanto a negativa é quando está inclinada para dentro. O ajuste correto melhora a aderência e a estabilidade.

Qual a importância do balanceamento para a suspensão?

O balanceamento evita vibrações, reduz o desgaste de componentes e garante que a suspensão opere de forma eficiente, prolongando sua vida útil.

Como transferir moto: passo a passo detalhado

Entender como transferir uma moto é muito importante para se manter regularizado e evitar problemas com o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) e com o vendedor. Tenha atenção a todos os passos: essa é uma etapa imprescindível na compra de uma moto usada. 

É muito comum que compradores ou vendedores negligenciem essa questão, a fim de tornar o processo de compra mais prático, mas é um erro muito grave. 

Até porque a transferência de propriedade não é um processo excessivamente caro ou difícil. Com apenas alguns passos, você já consegue transferir a moto para seu nome, até mesmo online.

O que é preciso para fazer transferência de moto?

Para começar, vale a pena conhecer a documentação necessária para transferência de moto usada. Vejamos:

  • Documento pessoal com foto (original e cópia);
  • CPF (original e cópia);
  • Comprovante de residência atualizada (original e cópia);
  • Certificado de Registro de Veículo (CRV) original, assinado e com reconhecimento de firma das assinaturas de comprador e vendedor;
  • Formulário do Renavam;
  • Comprovante de pagamento das taxas referentes à transferência.

Nesse caso, o processo mais burocrático é ir a um cartório reconhecer firma das assinaturas, pois precisa envolver disponibilidade de ambas as partes. No mais, é simples. 

Leia também | Confira 5 cuidados essenciais ao procurar motos usadas à venda

Quanto custa para fazer uma transferência de uma moto?

o valor da transferência em si, que varia de estado para estado. Não existe um padrão para todos os estados brasileiros, uma vez que cada DETRAN é independente e tem suas próprias regras

A seguir, confira os valores em alguns estados em 2024:

EstadoValor
BahiaR$ 276,97
São PauloR$ 272,27
Minas GeraisR$ 258,71
Rio de JaneiroR$ 183,24
PernambucoR$ 129,40
ParáR$ 247,78
GoiásR$ 303,38
Rio Grande do SulR$ 182,87

Além disso, outro custo envolvido é o da vistoria. Como cada DETRAN organiza a sua vistoria, é preciso entender como as coisas são feitas em cada estado e os valores. 

Vale também mencionar que não é possível transferir uma moto (ou um carro) sem quitar os débitos pendentes. Então, multas ou dívidas precisarão ser pagas. 

Leia também | Vai comprar uma moto nova? Não faça isso antes de conferir as nossas dicas

Tem como transferir uma moto pela internet?

Sim, transferir uma moto pela internet é possível em diversos estados do Brasil, graças à digitalização dos serviços do DETRAN. Para isso, é essencial atender a alguns requisitos e seguir um processo específico. 

Requisitos para transferência online

Antes de começar, você precisa ter uma conta no portal Gov.br com nível prata ou ouro. 

Essa conta oferece a segurança necessária para acessar serviços como a emissão da Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e). Além disso:

  • A moto deve estar registrada em um estado que ofereça a opção de transferência de propriedade de veículo online;
  • A moto precisa ter sido transferida ou fabricada depois de janeiro de 2021;
  • Não pode haver débitos pendentes, como multas, taxa de transferência veicular ou IPVA.

Nos estados que disponibilizam o serviço, como São Paulo e Paraná, o processo digital facilita bastante. Consiste em:

  • Faça login no app Carteira Digital de Trânsito com sua conta Gov.br;
  • No app, clique em “veículos”;
  • Depois, clique em “iniciar venda digital”;
  • Faça as assinaturas de vendedor e comprador, de acordo com o sistema eletrônico do Gov.

Após iniciar a solicitação no site ou aplicativo do DETRAN, você deve agendar a vistoria veicular, necessária para confirmar as condições do veículo.

Esse avanço traz agilidade, reduzindo a necessidade de visitas presenciais e eliminando burocracias. Afinal, transferir um veículo nunca foi tão acessível, seja para transferir a moto para o seu nome online ou para outro proprietário, caso você seja o vendedor.

Leia também | Capacete de moto: tudo o que você precisa saber

O que é exigido na vistoria de uma moto?

A vistoria veicular é um dos passos mais importantes para a transferência de propriedade de veículo, pois visa assegurar que a moto está em conformidade com as normas de trânsito e segura para circular.

Durante a vistoria, são analisados aspectos técnicos e legais, como:

  • Numeração do chassi e do motor: deve estar legível e sem sinais de adulteração;
  • Equipamentos obrigatórios: é verificado se itens como retrovisores, faróis, setas, buzina e pneus estão em boas condições;
  • Alterações e personalizações não autorizadas: modificações como escapamento esportivo ou rebaixamento sem registro podem levar à reprovação;
  • Conformidade com o CRV: o estado da moto deve condizer com os dados no Certificado de Registro de Veículo.

Esse processo é fundamental para garantir a segurança de quem adquire a moto e evitar problemas futuros, como multas por irregularidades. Uma moto aprovada na vistoria está apta para ser transferida com tranquilidade.

O que reprova na vistoria de transferência?

Alguns problemas podem impedir a aprovação na vistoria e, consequentemente, atrasar a transferência de documento de moto. Veja os principais motivos:

  • Numeração do chassi ilegível ou adulterada;
  • Alterações não registradas, como escapamentos ou pintura fora do padrão original;
  • Equipamentos obrigatórios fora de condições, como pneus carecas, setas quebradas ou faróis não funcionais;
  • Débitos pendentes, incluindo a taxa de transferência veicular.

Antes de agendar a vistoria, é recomendável realizar uma prévia análise para evitar surpresas e agilizar o processo.

Conclusão

Realizar a transferência de propriedade de veículo é essencial para garantir a legalidade e segurança do novo proprietário. Com a opção de fazer isso online em alguns estados, o processo ficou mais rápido e menos burocrático

Ainda assim, a vistoria continua sendo presencial, como uma etapa fundamental para verificar a conformidade da moto com as normas.

Seguir todos os procedimentos corretamente evita problemas, como a multa por atraso na transferência

E para proteger ainda mais o seu investimento, é hora de pensar em segurança. Solicite uma cotação de seguro com a Suhai e garanta a tranquilidade de rodar na sua moto sem preocupações.

Perguntas frequentes

Neste tópico, vamos fornecer respostas rápidas para algumas das dúvidas principais sobre o tema. Confira. 

Qual é o prazo para transferir a moto após a compra?

O prazo para realizar a transferência de veículo é de 30 dias após a assinatura da ATPV-e. Ultrapassar esse período pode gerar multa e pontos na CNH.

É necessário reconhecer firma no cartório?

Sim, o reconhecimento de firma das assinaturas no documento de venda é obrigatório para validar a transação. Só é dispensável no caso de transferência online.

Posso circular com a moto antes de completar a transferência?

Sim, desde que esteja dentro do prazo de 30 dias. Após isso, circular sem a transferência pode resultar em multa de R$ 130,16.

Carros para viagem: 8 opções de modelos ideais

A escolha do automóvel tem tudo a ver com a segurança e conforto nos deslocamentos. Por isso, especialmente para quem percorre longas distâncias, conhecer as características dos melhores carros para viagem é muito importante.

Além disso, um carro bom para viajar precisa apresentar algumas características, como economia de combustível e espaço interno suficiente para os ocupantes do veículo, bem como suas malas.

Mas vale destacar: descobrir qual é o melhor carro para viajar depende de suas necessidades. Por isso, apresentaremos uma lista com 8 modelos adequados para diferentes perfis de viagem, e que vão te ajudar a encontrar o veículo ideal. 

Quais são os melhores carros para viagem?

Ao escolher os melhores carros para estrada, considere critérios como conforto, espaço, economia de combustível e segurança. Por isso, com base nesses aspectos, apresentamos os seguintes para você conhecer:

  1. Toyota Corolla;
  2. Honda Civic;
  3. Chevrolet Spin;
  4. Volkswagen T-Cross;
  5. Jeep Compass;
  6. Hyundai Creta;
  7. Nissan Kicks;
  8. Ford EcoSport.

Leia também | Pé na estrada: guia indispensável pra sua viagem de carro ser inesquecível

1. Toyota Corolla

O Toyota Corolla é amplamente reconhecido por sua confiabilidade e excelente custo-benefício. Afinal, trata-se de um sedã médio e equipado com tecnologia híbrida em algumas versões, o que proporciona um dos melhores índices de consumo de combustível em viagens da categoria.

Seu interior oferece acabamentos de alta qualidade, bancos ergonômicos e espaço para até cinco ocupantes com conforto. Além disso, o porta-malas de 470 litros acomoda bagagens de forma eficiente, tornando-o um dos principais carros confortáveis para viajar por longas distâncias.

2. Honda Civic

O Honda Civic é ideal para quem busca um equilíbrio entre estilo e funcionalidade. Seu design ergonômico garante uma experiência de condução confortável, enquanto o amplo espaço interno acomoda passageiros e bagagens com facilidade. 

Com consumo médio de cerca de 14 km/L na estrada (em versões com motor 1.5 turbo), é mais um dos melhores veículos econômicos para longas distâncias.

Leia também | 4 dicas de como calcular desgaste de veículo por km rodado

3. Chevrolet Spin

O Chevrolet Spin é um veículo versátil que pode transportar até sete pessoas em suas versões com terceira fileira de assentos. Com um porta-malas que pode chegar a 756 litros (com a terceira fileira rebatida), é perfeito para famílias grandes ou viagens em grupo.

Além disso, oferece conforto para os ocupantes e recursos como multimídia integrada, o que garante entretenimento durante os trajetos.

4. Volkswagen T-Cross

O Volkswagen T-Cross é um SUV compacto com excelente dirigibilidade e consumo eficiente, e alcança até 14,4 km/L em modelos com motor 1.0 TSI

Por ser um modelo alto, oferece visibilidade e conforto ao motorista, enquanto seus sistemas de segurança, como controle de estabilidade e frenagem automática, aumentam a proteção nas viagens. 

Com um porta-malas de 373 litros, é uma ótima escolha para viagens a dois ou pequenas famílias.

5. Jeep Compass

Robusto e confortável, o Jeep Compass é ideal para quem vai enfrentar terrenos variados. Com tração nas quatro rodas em algumas versões e tecnologias como controle de descida em declives, o modelo se destaca em estradas não pavimentadas.

O conforto interno e os recursos de assistência ao motorista, como piloto automático adaptativo e alerta de colisão, fazem dele um dos melhores carros para viajar com segurança.

6. Hyundai Creta

O Creta combina design moderno e excelente espaço interno. Seu porta-malas de 422 litros é adequado para viagens em família, enquanto os bancos reclináveis e o ar-condicionado de duas zonas garantem conforto para os ocupantes.

Além disso, o modelo possui integração com smartphones e sistemas de conectividade, como Apple CarPlay e Android Auto.

7. Nissan Kicks

Economia de combustível é um dos principais diferenciais do Nissan Kicks, que atinge cerca de 13,7 km/L na estrada (motor 1.6)

Outro ponto interessante é que se trata de um SUV compacto. Isso se traduz em um interior acolhedor, com bancos “gravidade zero” que reduzem o cansaço em viagens longas, e a potência esperada dessa categoria de veículos.

E seu sistema de som premium, junto do acabamento sofisticado, tornam o Kicks indicado tanto para trajetos urbanos quanto rodoviários.

8. Ford EcoSport

O Ford EcoSport é um dos precursores do segmento de SUVs compactos no Brasil. Com altura elevada do solo, é ideal para estradas rurais ou vias com irregularidades. 

Seu porta-malas de 356 litros, combinado com bancos traseiros dobráveis, oferece flexibilidade para carregar bagagens volumosas. 

E também são dignos de menção os recursos de segurança, como controle de tração, que fazem da EcoSport um modelo confiável para diferentes tipos de viagem.

Qual é o carro mais econômico para viagem?

Quando o consumo de combustível é um fator decisivo, alguns modelos se destacam por combinar eficiência energética com excelente desempenho. Confira quais são:

  • Toyota Prius: oferece um consumo impressionante de até 24,2 km/L, de acordo com a EPA. Seu motor combina gasolina com eletricidade e garante economia e menor impacto ambiental;
  • Honda Civic: o modelo alcança cerca de 14 km/L na estrada — uma opção confortável para famílias em viagens longas, por exemplo;
  • Volkswagen T-Cross: apesar de ser um SUV compacto, suas versões com motor 1.0 TSI oferecem excelente consumo, chegando a 14,4 km/L na estrada;
  • Nissan Kicks: equipado com motor 1.6, o Kicks mantém um consumo médio de 13,7 km/L na estrada, algo que combina praticidade e economia em viagens urbanas e rodoviárias.

Qual é o carro mais seguro para viajar?

Além dos já citados, modelos como o Volvo XC60 e o Subaru Outback são grandes destaques de carros para viagem porque eles têm sistemas avançados de assistência ao motorista, como frenagem automática e monitoramento de ponto cego. 

Além disso, ambos têm alta pontuação em testes de colisão realizados por entidades como o Euro NCAP.

Escolher o carro certo para sua viagem vai proporcionar mais conforto, economia e segurança. Modelos como SUVs e sedãs espaçosos atendem a diferentes perfis e necessidades, mas a decisão final depende de fatores pessoais, como orçamento e tipo de estrada. 

A dica final, então, é: teste os veículos e invista em um seguro para viajar com mais tranquilidade.

Perguntas frequentes

Ainda não sabe como decidir entre os melhores carros para viagem? Aqui vão as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.

Qual carro é bom e barato para viajar? 

Modelos como o Chevrolet Onix e o Renault Sandero oferecem excelente custo-benefício. Com bom espaço interno e baixo consumo de combustível, são opções acessíveis e funcionais.

É melhor viajar com um SUV ou um sedã?

SUVs são indicados para terrenos irregulares e oferecem maior visibilidade, enquanto sedãs priorizam conforto e consumo reduzido em estradas pavimentadas.

Qual o carro mais confortável para viagens longas?

O Toyota Corolla e o Honda Civic são destaques em conforto, com suspensões macias e assentos projetados para trajetos prolongados.

Até a próxima!

Como ser um corretor de seguros? Tudo o que você precisa saber e 5 dicas para decolar na carreira

Já pensou em como ser um corretor de seguros pode fazer com que você seja o ponto central para conectar clientes às melhores soluções em proteção patrimonial e pessoal?

Esse tipo de carreira oferece flexibilidade e boas oportunidades de crescimento. E vai além disso: você pode ajudar a garantir a segurança financeira das pessoas e empresas. Interessante, não é?

A seguir, veja nosso guia completo, que te ajudará a conquistar o seu registro profissional de corretor de seguros

Como ser um corretor de seguros?

Primeiramente, é necessário ter mais de 18 anos e ensino médio completo. O passo seguinte é realizar o exame de habilitação de corretores de seguros, oferecido pela Escola Nacional de Seguros (ENS).

Após ser aprovado no exame, você precisa solicitar sua certificação na SUSEP, um registro obrigatório para atuar legalmente no mercado de seguros. 

Esse processo garante que o profissional esteja qualificado para orientar seus clientes com ética e conhecimento técnico.

Mas não para por aí: também é importante investir em formação contínua e desenvolver habilidades como comunicação e negociação, essenciais para o sucesso na área.

Leia também | Saiba por que o seguro é um bom investimento

A carreira de corretor de seguros é muito promissora, pois oferece excelentes oportunidades de crescimento e estabilidade, além de estar inserida em um mercado em que há muitas oportunidades de contratação. 

O que é preciso para ser corretor de seguros?

Para ingressar e se destacar nesse segmento, aqueles que desejam aprender como ser um corretor de seguros devem seguir algumas etapas:

  1. Qualificação acadêmica: a Escola Nacional de Seguros (ENS) oferece cursos para corretores de seguros se especializarem na área. Também existem cursos preparatórios que fornecem a base necessária para obter aprovação no exame de habilitação;
  2. Inscrição no exame: após o curso, é necessário registrar-se no portal da ENS e pagar a taxa correspondente para participar do exame;
  3. Registro profissional: após a aprovação, você deve solicitar o registro na SUSEP, que oficializa sua habilitação para atuar no mercado de seguros;
  4. Desenvolvimento de habilidades: para alcançar sucesso, invista em habilidades necessárias para um corretor de seguros, como comunicação, empatia, negociação e conhecimento sobre o mercado de seguros.

Inclusive, o mercado de seguros no Brasil só cresce. Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o setor arrecadou R$ 356 bilhões em 2022, R$ 380 bilhões em 2023 e promete continuar crescendo.

Esse cenário destaca o grande potencial para profissionais qualificados, especialmente aqueles que investem em capacitação contínua e se mantêm atualizados sobre as demandas do mercado.

Quanto custa para se tornar um corretor de seguros?

O investimento necessário para ingressar na profissão de corretor de seguros varia, mas dá para ter uma média aproximada com base nos principais custos:

  • Curso preparatório: entre R$ 1.500 e R$ 3.000, dependendo da modalidade (presencial ou online) e da instituição;
  • Exame de habilitação: a inscrição geralmente custa a partir  R$ 500 e pode chegar a cerca de R$ 2000, dependendo do(s) tipo(s) de seguro que você quiser se registrar para atuar como corretor. Vamos detalhar esses valores mais adiante;
  • Registro na SUSEP: não há custos para se registrar ou atualizar seu cadastro na Susep, seja como pessoa física ou pessoa jurídica.

Qual é o valor para tirar a SUSEP?

O valor varia conforme a modalidade de seguro escolhida. O custo fica entre R$ 500 e R$ 2000, aproximadamente. Veja só:

  • Habilitação em Todos os Ramos de Seguros: R$ 2.013,00
  • Habilitação em Seguros de Danos (Demais Ramos): R$ 1.056,00
  • Habilitação em Capitalização + Vida e Previdência: R$ 1.006,00
  • Habilitação em Vida e Previdência: R$ 528,00
  • Habilitação em Capitalização: R$ 528,00
  • Habilitação em Vida e Previdência + Demais Ramos de Seguros: R$ 1.534,00
  • Habilitação em Capitalização + Demais Ramos: R$ 1.534,00

Onde tirar a SUSEP?

O exame de habilitação pode ser realizado por meio da Escola Nacional de Seguros (ENS), principal instituição autorizada no Brasil.

As inscrições e detalhes sobre os locais de aplicação das provas podem ser encontrados no site oficial da ENS.

Qual é o salário médio de um corretor de seguros?

Em média, o rendimento mensal de um corretor iniciante está na faixa de R$ 3.000 a R$ 6.000, podendo superar R$ 10.000 para profissionais experientes.

Como você deve imaginar, o salário de um corretor de seguros pode variar bastante, dependendo de fatores como região, tipo de seguro comercializado e tamanho da carteira de clientes.

Além do salário fixo, muitos corretores trabalham por comissão, e recebem um percentual sobre os seguros vendidos. Por exemplo:

  • Seguros de automóveis: comissão média de 15% a 20%;
  • Seguros residenciais: comissão média de 20% a 25%;
  • Seguros de vida: comissão média de 30%.

Com isso, o mercado oferece grande potencial de ganhos para aqueles que conquistam a confiança dos clientes e constroem uma rede sólida de contatos.

Dicas para se destacar na carreira de corretor de seguros

O mercado de seguros exige que os corretores estejam sempre em busca de aprimoramento para se destacar. 

Ainda mais, com a crescente digitalização e as mudanças constantes nas necessidades dos clientes. Por isso, algumas estratégias podem facilitar o sucesso na sua carreira.

1. Invista em educação continuada

Participar de cursos especializados, palestras e eventos do setor ajudam a manter qualquer profissional atualizado sobre mudanças no mercado, regulamentações e produtos inovadores. 

Além, é claro, de ampliar seus conhecimentos. Vale a pena considerar a educação continuada, portanto, para fortalecer sua credibilidade perante clientes e parceiros.

2. Construa uma rede de contatos (networking)

Relacionamentos são a base do sucesso na corretagem de seguros. Participe de eventos do setor, esteja presente em associações e grupos profissionais, e cultive parcerias com outros corretores e empresas. 

Uma rede de contatos sólida facilita a captação de clientes e a identificação de novas oportunidades de negócios.

3. Tenha um diferencial competitivo

No mercado de seguros, oferecer um atendimento personalizado, rápido e soluções adaptadas às necessidades específicas dos clientes pode fazer toda a diferença. 

Para isso, demonstre empatia, compreenda os desafios de seus clientes e ofereça opções que realmente agreguem valor.

4. Mantenha-se atualizado sobre tendências e legislação

As regulamentações do setor de seguros estão em constante evolução. Além disso, as tendências de mercado, como a demanda por seguros digitais e novas coberturas, moldam o comportamento dos consumidores. 

Acompanhar essas mudanças é um diferencial e tanto para antecipar demandas e oferecer as melhores soluções ao seu público-alvo.

5. Use ferramentas digitais para otimizar seu trabalho

A adoção de ferramentas de Customer Relationship Management (CRM) e plataformas especializadas pode transformar sua rotina. Essas ferramentas ajudam a organizar informações de clientes, gerenciar leads e melhorar o atendimento.

Além disso, elas proporcionam uma visão estratégica das suas operações, permitindo ações mais assertivas.

Vimos, neste post, como ser um corretor de seguros (autônomo ou não) e tirar o sonho do mundo das ideias para colocá-lo em prática.

Você deseja transformar esse plano em realidade? Então, nós podemos ajudar! Acesse nossa área exclusiva para corretores e descubra como a Suhai Seguradora pode ser sua parceira nesse percurso!

Perguntas frequentes

Quer conhecer as principais dúvidas das pessoas que desejam aprender como ser um corretor de seguros? Confira quais são e suas respectivas respostas a seguir:

Preciso ser PJ para ser corretor de seguros?

Você pode atuar como pessoa física ou pessoa jurídica. A maior diferença está no recolhimento de impostos, que costumam ser mais vantajosos para PJ. Além disso, algumas seguradoras podem aceitar apenas o cadastro de corretores que possuem CNPJ – o que não é o caso da Suhai, que também aceita corretores PFs.

É necessário ter ensino superior para atuar como corretor de seguros?

Não é obrigatório ter ensino superior, mas a formação pode ser um diferencial competitivo para se destacar diante de outros profissionais do ramo.

Como posso me preparar para o exame de habilitação de corretores de seguros?

Inscreva-se em cursos oferecidos pela Escola Nacional de Seguros (ENS) e estude com materiais atualizados para garantir um bom desempenho no exame.

Como comprar carros baratos: 11 alternativas para economizar

Quem sonha em ter um veículo próprio ou trocar o que possui por um mais novo ou até um zero quilômetro, tem interesse em saber como comprar carros baratos

Neste conteúdo, a gente explica diferentes formas de comprar um carro pagando menos, seja novo ou usado. Boa leitura!

Como comprar carros baratos: 11 estratégias práticas

Confira como comprar carro barato de 11 maneiras diferentes: 

1. Carro de leilão

Adquirir carro por meio de leilão é uma das maneiras mais conhecidas de comprar um veículo pagando um valor menor. Um carro pode ser leiloado por vários motivos e por diferentes instituições (bancos, seguradoras, concessionárias, Detran, Receita Federal etc). Saiba como funciona e se compensa comprar carro de leilão aqui

2. Seminovo de locadora de veículos

Muitas locadoras de veículos vendem os carros de sua frota após pouco tempo de uso. Isso acontece porque os veículos são substituídos com frequência para garantir que os clientes tenham sempre acesso a carros em bom estado, além de gastar menos com manutenções.

Por conta dessa rotatividade, é possível comprar carro barato de locadora de veículo com quilometragem baixa (35 mil km rodados, por exemplo). 

3. Direto da fábrica

Será que tem como comprar carros mais baratos direto da fábrica? Sim, essa é uma possibilidade para carros zero quilômetro. E a boa notícia é que é possível economizar até 30% do valor original do veículo.

Isso acontece pelo fato de esse tipo de operação dispensar intermediários, como concessionárias ou outros revendedores. Só preste atenção aos prazos de entrega, que podem ser maiores do que ao adquirir o bem em uma loja. 

4. Desconto para PCD

Outra forma comum de comprar carros baratos é recorrendo ao desconto para PCD (Programa de Carros para Pessoas com Deficiência). Este programa oferece isenções de impostos como IPI, ICMS, IOF e IPVA para a compra de veículos adaptados.

Para ter acesso ao benefício, é preciso verificar a elegibilidade e apresentar laudo médico, além de outras documentações.  De forma geral, tem direito ao desconto pessoas com deficiência física, visual, intelectual e outras condições. 

5. Compra de carro com CNPJ 

Comprar carro com CNPJ também também é uma forma de pagar menos na hora de adquirir veículos, mas é preciso que o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica esteja ativo e regularizado.

As reduções podem variar de 2% até 30% do valor total do veículo, dependendo da marca do carro, do modelo e da quantidade de veículos comprados pela mesma empresa. Carros utilizados na rotina de trabalho costumam ter descontos mais relevantes. 

6. Carro zero “oco”, “pelado”

Comprar um carro zero “oco” ou “pelado”, ou seja, sem muitos acessórios, é uma boa forma de pagar menos na compra. Afinal, cada item de série adicionado ao veículo eleva o seu preço. Depois, é possível ir adicionando aos poucos os itens opcionais para deixar o veículo mais completo.

Nesse sentido, há consumidores que preferem comprar um carro usado, porém completo, do que um carro zero “pelado”. Avalie e escolha o que faz mais sentido para você. 

7. Consórcio de veículos

O consórcio de veículo também pode ser uma forma mais barata de comprar um carro, especialmente para quem não tem pressa em adquirir o veículo (pode demorar para ser sorteado com a carta de crédito).

O preço mais em conta se dá basicamente porque não se paga entrada e também devido aos juros inexistentes, já que o consumidor paga apenas as parcelas mensais e as taxas administrativas.

8. Desconto por pagamento à vista

Para quase todos os produtos, de qualquer segmento, oferecer pagamento à vista é uma boa forma de conseguir descontos na aquisição e não pagar juros. Para carros isso também acontece.

No entanto, faça as contas e avalie se não é mais vantajoso colocar o montante total disponível para a compra do carro em um investimento, fazer um financiamento e pagar as parcelas do carro com o próprio rendimento. 

9. Compra com parcelamento direto

Comprar um carro com parcelamento direto é uma prática que pode ser feita por meio da concessionária, com a fábrica ou até mesmo com pessoas físicas (por exemplo, familiares que queriam vender um seminovo e aceitem fazer isso por meio do parcelamento).

Como as condições de pagamento (número de parcelas e taxa de juros) são acordadas diretamente com o vendedor, pode ser possível aplicar valores mais baixos e economizar na compra. 

10. Eventos, feiras e promoções de fim de ano/trimestre/semestre

Eventos e feiras de venda de carros ou promoções de fim de ciclos (ano, trimestre, semestre) costumam ser boas oportunidades para comprar carros baratos. Geralmente, as concessionárias e montadoras oferecem mais descontos perto do fechamento desses períodos para atingir metas de vendas. 

11. Carros de “mostruário” (showroom ou test drive)

Veículos usados para test drive ou que ficam expostos em showrooms podem ser vendidos com mais descontos. Questione a loja se essa é uma possibilidade e avalie muito bem as condições do carro antes de fechar o negócio. 

Cuidados ao comprar carro barato 

Como você percebeu, existem várias maneiras de comprar carros baratos. Mas para fazer uma compra sem ter dor de cabeça, é recomendável tomar alguns cuidados: 

  • Pesquise e compare preços;
  • Verifique a procedência do carro e a reputação das lojas e casas de leilões;
  • Estude sobre os prós e os contras do modelo do carro que pretende adquirir;
  • Consulte o Detran para verificar a existência de multas, débitos ou outras restrições no veículo; 
  • Faça uma inspeção mecânica com um profissional de confiança; 
  • Certifique-se de que os números de chassis e motor coincidem com os documentos;
  • Avalie quilometragem, estado dos pneus, condição do interior do carro e da pintura; 
  • Negocie o preço e a forma de pagamento; 
  • Para carros usados, não faça o pagamento antes de transferir o veículo para seu nome; 
  • Considere custos de reparos e manutenção que podem ser necessários a curto prazo;
  • Calcule o custo do seguro e tributos para garantir que o carro barato realmente cabe no seu orçamento a longo prazo.

Afinal, vale a pena comprar carros baratos?

Comprar um carro barato sempre vai valer a pena, desde que os cuidados listados acima sejam tomados. 

Pagar menos em um veículo usado, por exemplo, sem verificar sua procedência ou fazer uma análise minuciosa de seu estado (mecânica, funilaria etc), seria, sem dúvida, um tiro no pé. O famoso “barato que sai caro”.

Portanto, ter a informação de que é possível comprar um carro novo ou usado com desconto e saber quais os caminhos para isso é muito válido.

Mas, como em qualquer compra, é preciso cautela, verificar tudo sobre o veículo e também analisar as contas pessoais, para não correr o risco de se endividar por conta da aquisição. 

E lembre-se: após comprar o carro, é muito importante contratar um seguro para proteger o seu patrimônio. 

A boa notícia é que além de comprar carro barato, também é possível contratar um seguro automotivo econômico. Na Suhai, você tem diversas opções de coberturas para escolher e paga apenas pelo que faz sentido para você e seu estilo de vida.


Entenda como funcionam os nossos serviços e faça uma cotação sem compromisso agora mesmo.

Afinal, quando compensa comprar carro de leilão? Saiba como avaliar

Quem está em busca de um carro para chamar de seu e quer pagar mais barato já deve ter se perguntado se compensa comprar carro de leilão. Isso porque, via de regra, carros leiloados costumam ter um preço muito menor dos que os vendidos em lojas de seminovos, por exemplo. 

Mas, para saber se compensa comprar carro de leilão ou não, é preciso conhecer os prós e os contras dessa modalidade de venda de carros. 

Por isso, neste conteúdo, confira as vantagens e desvantagens dos carros de leilão e entenda como fazer essa avaliação e efetuar uma boa compra. 

O que é um carro de leilão? 

Antes de saber se compensa ou não comprar um carro de leilão, é preciso entender o que é o leilão automotivo e qual a procedência destes veículos. 

Leilão de carro é um evento onde veículos são vendidos ao maior lance oferecido pelos participantes

Esses leilões podem ser realizados por várias instituições, como concessionárias, empresas de leilão especializadas, seguradoras, bancos e órgãos governamentais. Para ficar claro, os principais tipos de leilões de carro que existem são: 

Leilões públicos

Qualquer pessoa pode participar e fazer lances nos veículos disponíveis.

Leilões online

Realizados pela internet, permitindo que pessoas de diferentes locais participem.

Leilões de concessionárias

Realizados por concessionárias para vender veículos novos, usados e de frota.

Leilões de bancos

São comercializados carros cujos anteriores donos não conseguiram quitar o financiamento bancário. Os veículos costumam ser novos e são leiloados com desconto em relação ao valor praticado no mercado. 

Leilões judiciais 

Aqueles que envolvem algum bem que passou por uma disputa judicial e o veículo teve que ser recuperado com auxílio do Estado. Ou, ainda, carros judicializados que foram apreendidos em Blitz ou do DETRAN.

Leilões de seguradoras

Veículos que foram sinistrados e reparados ou considerados perda total podem ser vendidos nesses leilões.

Leilões governamentais

Neles, veículos oficiais desativados ou apreendidos são leiloados por órgãos governamentais.

Afinal, compensa comprar carro de leilão? Quais são os prós e os contras? 

É inegável que carro de leilão quase sempre é uma boa oportunidade para pagar mais barato em veículos praticamente novos. 

Mas o preço não é o único fator que deve ser considerado na hora de fazer essa avaliação. Por isso, confira algumas vantagens e desvantagens de comprar um carro de leilão. 

Vantagens de comprar carro de leilão

Os principais benefícios de comprar um carro de leilão são: 

Preço

Geralmente, os veículos adquiridos em leilões apresentam um preço bem mais baixo do que o aplicado no mercado. Pode ser possível adquirir um bom carro ou moto com até 30% de desconto em relação ao valor da tabela Fipe.

Aquisição descomplicada

O pagamento do carro adquirido em leilão precisa ser feito em até 48 horas. Assim, o comprador acaba levando o veículo para casa bem mais rápido do que quando compra um carro em uma loja. 

Pode usar carta de crédito de consórcio para pagar 

Veículos comprados em leilão precisam ser pagos à vista. Mas quem tem uma carta de crédito de consórcio contemplada pode utilizá-la para qualquer compra de veículos, incluindo os que são vendidos em leilões.

Veículo livre de dívidas

As aquisições que ocorrem em leilões de carro são auditadas e, por isso, quem compra um veículo em um leilão não é responsável por nenhuma dívida antiga. Na verdade, o vendedor deve utilizar parte do valor recebido na venda para quitar todas as dívidas pendentes, caso existam, como atrasos no IPVA ou licenciamento.

Desvantagens de comprar carro de leilão 

Algumas das desvantagens de comprar carro de leilão são:

Menos dinheiro na revenda

A informação de que um carro foi comprado em leilão fica registrada nos documentos do veículo. E isso costuma afastar alguns compradores. Por isso, pode ser que seja necessário revender o bem com um valor abaixo do mercado.

Sem garantia e sem test drive

Carros adquiridos por meio de leilão também não oferecem garantias. Assim, caso ocorra algum problema mecânico após a compra, não é possível “reclamar” com ninguém. É um tiro no escuro, até porque os leilões não permitem que os interessados testem o carro antes da compra. 

Problemas mecânicos ocultos

Como carros de leilão podem ter ficado parados por muito tempo em pátios ou ter se envolvido em acidentes ou enchentes, corre-se o risco de o carro ter problemas ocultos. 

Dificuldade em contratar seguros

Algumas seguradoras podem não aceitar carros de leilão em sua carteira de bens assegurados ou oferecer propostas com valores elevados. Não é o caso da Suhai, a seguradora que diz sim até mesmo para clientes que normalmente não têm seus veículos nas seguradoras tradicionais.

O pagamento deve ser feito à vista

Pagar o valor integral do veículo à vista, em até 48 horas, pode inviabilizar a compra de carro de leilão para muita gente. 

Principais cuidados ao comprar carro de leilão 

Se você considera que comprar carros de leilão vale a pena, confira algumas dicas para fazer essa compra com segurança:

  1. Pesquise a procedência do leilão e se ele é realizado por uma empresa confiável.
  2. Entenda a modalidade do leilão: se ele é público, online, de seguradora ou governamental.
  3. Faça uma inspeção do veículo pessoalmente (não é possível fazer teste drive, mas olhar por fora e por dentro do carro é permitido em leilões presenciais) e, se possível, leve um especialista com você.
  4. Consulte relatórios sobre o histórico do carro (sinistros, débitos, multas).
  5. Conheça os Termos e Condições da venda, incluindo taxas adicionais.
  6. Informe-se sobre formas de pagamento e prazos para a transferência de propriedade.
  7.  Verifique se todos os documentos estão em ordem (CRLV, IPVA e seguro obrigatório, por exemplo).
  8. Certifique-se de que o veículo pode ser regularizado.
  9. Considere todos os custos envolvidos, incluindo possíveis reparos, para não desorganizar suas finanças. 

E você, acha que carro de leilão compensa ou não? Seja qual for o seu tipo de veículo, conte com a Suhai para mantê-lo protegido.

Gostou deste conteúdo? Aproveite para entender como consultar se o carro é de leilão. Até a próxima!

Entenda como funciona o seguro de carro para terceiros

Saber como funciona o seguro de carros para terceiros é importante para quem está contratando um seguro para seu veículo e não sabe o que responder quando questionado se quer ou não incluir a cobertura RCF-V em sua apólice.

Neste artigo, entenda exatamente o que é, para que serve e como funciona o seguro de carros para terceiros. Descubra também se vale a pena pagar por ele e como contratar. 

O que é o seguro de carros para terceiros 

Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V) é o nome técnico da cobertura para terceiros, oferecida por algumas seguradoras.  

O seguro de carros para terceiro nada mais é que uma modalidade de seguro auto que cobre os danos causados pelo motorista em um sinistro envolvendo outros carros e até mesmo pessoas.

Quem conta com essa proteção, caso se envolva em algum incidente envolvendo terceiros, pode acionar a seguradora para custear os gastos físicos e materiais ocasionados pelo ocorrido. Ou seja, gastos com o conserto do veículo e as despesas médicas dos envolvidos (terceiros).

Como funciona o seguro de carros para terceiros?

Como o próprio nome diz, a cobertura RCF-V (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos) é facultativa. Isso significa que não é de contratação obrigatória e, portanto, nem todo veículo conta com essa proteção. 

Geralmente, as seguradoras oferecem o seguro de carro para terceiros para os consumidores no momento da contratação da apólice. E fica a critério de cada motorista aderir ou não ao RCF.

Em algumas seguradoras, como a Suhai, é possível, inclusive, contratar apenas a cobertura para terceiros. Neste caso, o seguro não fornece cobertura para os danos ao veículo do próprio segurado, somente ao bem do terceiro envolvido no acidente. 

Leia também | Alguém bateu no meu carro e fugiu: o que fazer para evitar o prejuízo? 

Quais coberturas a RCF-V ou seguro para terceiros oferece na prática?

A Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos ou seguro para terceiros oferece as seguintes coberturas: 

Cobertura de danos materiais

Caso o motorista que tenha contratado o seguro RCF-V cause danos a um veículo ou propriedade de outra pessoa, a seguradora cobrirá os custos de reparo ou substituição até o valor contratado.

Cobertura de danos corporais/estético

No caso da ocorrência de acidentes que causem lesões físicas a outras pessoas, a seguradora cobrirá despesas médicas, indenizações por morte ou invalidez, e outras despesas relacionadas.

Cobertura de danos morais

Esta cobertura protege contra indenizações por danos morais, como sofrimento emocional, que possam ser exigidas judicialmente.

O que o seguro de carros para terceiros não cobre?

Antes de contratar, é preciso conhecer quais tipos de danos o seguro de carro para terceiros não cobre. São eles:

Danos intencionais

Caso o acidente seja causado de forma intencional pelo segurado, o seguro não cobrirá os danos.

Condução sob efeito de álcool ou drogas

Motoristas alcoolizados ou sob efeito de drogas que causam algum tipo de acidente, também não conseguem obter a cobertura. 

Uso para fins não permitidos na apólice

Se o veículo que se envolve no acidente for utilizado para corridas (rachas) ou transporte de cargas ilegais, a seguradora pode não cobrir os danos gerados a terceiros.

Danos a bens do próprio segurado

O seguro não cobre danos ocorridos no veículo ou em outros bens do próprio segurado, cobre apenas danos a terceiros. 

Quais as vantagens do seguro de carros para terceiros? Vale a pena contratar?

Agora que já está claro como funciona o seguro de carros para terceiros, você deve estar se perguntando se vale ou não a pena incluir essa proteção na sua apólice.  

Para fazer essa avaliação, conheça algumas das vantagens de ter este seguro: 

  • Proteção financeira, já que garante que você não terá que arcar sozinho com os custos de reparos ou indenizações a vítimas.
  • Comodidade, pois em caso de acidente, que já é um momento estressante, é possível contar com a seguradora para lidar com os procedimentos legais e financeiros.
  • Flexibilidade, já que a cobertura pode ser personalizada de acordo com suas necessidades e orçamento.

O que fazer em caso de acidente? Como acionar o seu seguro RCF-V? 

Caso se envolva em algum acidente, é indicado adotar os seguintes procedimentos: 

  • Tentar manter a calma e prestar socorro aos envolvidos; 
  • Sinalizar o local do acidente para evitar colisões;
  • Acionar o SAMU (192) se necessário;
  • Anotar os dados do outro motorista (nome, telefone, placa do veículo, seguradora) e de testemunhas, se houver. 
  • Tirar fotos do local e dos danos nos veículos (essas informações irão ajudar a seguradora a analisar o sinistro).
  • Registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) na delegacia de polícia. 
  • Entrar em contato com a seguradora para comunicar sobre o sinistro.
  • Informar todos os dados e fornecer os documentos solicitados pela seguradora (B.O. fotos, documentos, etc). 
  • Aguardar a análise da seguradora. Se a empresa constatar que você é o responsável pelo acidente, ela cobrirá os custos de reparo do veículo do terceiro, as despesas médicas e hospitalares da vítima e eventuais danos morais, até o limite da cobertura contratada. 

Como contratar seguro de carros para terceiros

Contratar seguro de carros para terceiros é mais fácil na Suhai. Inclusive, é possível contratar somente essa cobertura se você quiser. 

Isso porque a Suhai é uma seguradora que permite que você contrate apenas as proteções que fazem sentido para você e seu estilo de vida. Quer saber mais?

Entenda como funcionam as nossas coberturas.

Direção hidráulica dura: qual pode ser a causa e o que fazer?

A direção hidráulica dura é um problema que atrapalha, e muito, a experiência dos motoristas ao dirigir um carro, tornando o processo mais desconfortável.

Pensando nisso, neste conteúdo, separamos alguns dos principais fatores que podem causar essa complicação e o que fazer nesses momentos. Confira a seguir um conteúdo completo sobre o assunto. 

Quais são os tipos de direção que existem?

Antes de abordarmos os itens que geram uma direção hidráulica dura, vale a pena conhecer os principais tipos de direção que existem e suas características mais marcantes. 

Esse conhecimento pode contribuir na hora de buscar ajuda de um mecânico especializado para resolver questões relacionadas ao seu veículo.

Basicamente, existem três modelos: 

Direção mecânica

É o tipo mais simples e antigo, no qual o movimento do volante é transmitido diretamente às rodas dianteiras por meio de hastes e engrenagens mecânicas.

Sua principal vantagem é o custo mais baixo e maior durabilidade. Já sua desvantagem é a necessidade de mais força do motorista para realizar manobras, especialmente em baixas velocidades ou em carros maiores. 

Direção elétrica

Como o próprio nome indica, emprega um motor elétrico para auxiliar a pessoa que está dirigindo na direção. Neste caso, os sensores monitoram o ângulo do volante e a velocidade do automóvel, ajustando a assistência de acordo com a necessidade.

Dessa forma, esse tipo de direção garante maior eficiência energética, menor consumo de combustível e a possibilidade de ajustes eletrônicos para diferentes modos de condução. Por outro lado, possui um custo mais elevado se comparado com as demais direções. 

Direção hidráulica

Neste caso, é utilizado um sistema hidráulico no qual uma bomba acionada pelo motor envia fluído pressurizado para um cilindro – que, por sua vez, multiplica a força direcionada ao volante.

Isso garante uma maior leveza na direção, especialmente em manobras e em alta velocidade. Por isso que carros com direção hidráulica costumam ser mais fáceis de dirigir. 

A desvantagem é que, como estamos falando de um processo mais complexo, as chances de vazamentos e falhas são maiores. E é justamente sobre este ponto que vamos falar a seguir. 

Leia também | Como aumentar a potência do carro: 6 dicas práticas e seguras

Direção hidráulica dura: o que pode gerar esse problema?

Para responder essa pergunta, é importante entender que a direção hidráulica se torna dura por uma série de fatores. No geral, eles estão relacionados a problemas no sistema hidráulico ou em componentes mecânicos. 

Os principais incluem: 

Nível incorreto de fluído hidráulico

Se este fluido está abaixo do que seria recomendado, pode gerar dificuldades no funcionamento do sistema. Normalmente, os responsáveis são vazamentos no reservatório ou nas mangueiras.

Da mesma forma, caso seja colocada uma quantidade de fluido maior do que a necessária, é possível que se acumulem resíduos no circuito hidráulico, o que faz com que a eficiência seja reduzida. 

Fluído hidráulico contaminado ou deteriorado

A explicação é que, nesses casos, o fluido acaba perdendo suas propriedades lubrificantes, afetando o desempenho da direção hidráulica. 

Filtro do fluido hidráulico entupido

Alguns sistemas possuem filtros que, quando obstruídos, dificultam o fluxo do fluido. 

Bomba hidráulica com defeito

Este componente é responsável por pressurizar o fluido e auxiliar na movimentação da direção. Dessa forma, desgastes ou falhas internas podem gerar resistência no volante. 

Mangueiras ou conexões obstruídas

Bloqueios ou danos nesses elementos diminuem o fluxo do fluido hidráulico, causando uma maior dificuldade para dirigir. Conexões soltas ou danificadas também levam a uma perda de pressão. 

Problemas na caixa de direção

Outro ponto que vale a pena avaliar é se esta caixa está desgastada, com componentes travando ou precisando de lubrificação. 

Pneus com pressão incorreta

Em alguns casos, o que está gerando a direção hidráulica dura não é o sistema em si, mas outros componentes do veículo.

Pneus com baixa pressão, por exemplo, aumentam a resistência na direção, especialmente em baixas velocidades. 

Juntas de suspensão ou barras de direção danificadas

Por fim, conforme pontuamos, vale a pena conferir outros elementos mecânicos, como terminais de direção e pivôs, que podem estar desgastados ou travando, afetando a fluidez do volante. 

Quais são os principais sinais de alerta de que há algo errado na direção hidráulica?

Assim como outras questões relacionadas aos carros, reconhecer os sinais de uma direção hidráulica dura é o primeiro passo para solucionar o problema.

Alguns dos sinais de alerta mais comum de que esse sistema precisa de revisão são:

Dificuldade ao girar o volante

Você percebe que está fazendo mais esforço do que o normal, sendo uma indicação clara de que há algo errado na direção.

Ruídos ao manobrar

Estes barulhos podem indicar problemas na bomba da direção hidráulica ou em outros componentes do sistema. 

Vibrações no volante

Esse é um sintoma que aparece principalmente ao manobrar ou mesmo em superfícies lisas, indicando falhas no sistema de direção.

Demora para retornar à posição central

Caso o volante leve mais tempo do que seria indicado para voltar ao centro após uma curva, isso pode indicar complicações importantes. 

Direção hidráulica dura: o que fazer?

Caso você identifique no seu veículo os pontos que comentamos no tópico anterior, a primeira coisa é agir o mais rápido possível para evitar danos maiores ao sistema.

Você pode seguir o seguinte passo a passo:

1. Verifique o nível de fluído da direção hidráulica, lembrando que ele não pode estar abaixo ou acima do que seria recomendado;

2. Procure sinais de vazamentos, principalmente nas mangueiras, conexões e na bomba; 

3. Examine a correia da bomba, que deve estar em bom estado e bem ajustada;

4. Se você acredita que está tudo certo e mesmo assim o problema persistir, leve o seu carro para uma avaliação de um mecânico especializado. Afinal, podem ser necessários reparos mais complexos. 

O mais importante, como sempre reforçamos, é que você não continue andando com um veículo que está com algum tipo de defeito, colocando a sua segurança e dos demais ocupantes em risco. 

Gostou deste conteúdo? Então não deixe de conferir outros posts disponíveis no blog da Suhai com informações e dicas bastante interessantes para você que quer se aprofundar no universo automobilístico. 

Vistoria de transferência de veículo: tudo o que você precisa saber para fazer corretamente

A vistoria de transferência de veículo é um passo obrigatório antes de comprar um carro usado e mudar, oficialmente, o dono. Essa vistoria tem como intuito atestar que o carro é autêntico, está em condições de uso e está de acordo com a legislação.

Por isso, recomendamos que você entenda o que é feito nesse processo de análise e o que pode contar para a reprovação. Da mesma forma, vale se aprofundar mais sobre o processo de transferência como um todo, os documentos necessários e as principais etapas envolvidas.

O que é feito na vistoria de transferência?

Na vistoria de transferência de veículo, o departamento de trânsito (Detran) analisa o veículo antes da mudança de propriedade. Esse processo avaliativo é obrigatório. São analisados vários fatores, como:

  • Autenticidade do carro: a numeração de registro do chassi é um importante marcador de um carro, pois atesta onde ele foi produzido, sua marca e dá outras informações. Logo, a vistoria verifica se o chassi está em conformidade ou se foi adulterado;
  • Vidros e pneus: em alguns casos, a análise passa pela checagem de estado dos vidros e visibilidade deles, bem como estado dos pneus;
  • Presença de itens obrigatórios de segurança veicular: há também avaliação para conferir se os itens obrigatórios constam no veículo, tais como cintos de segurança, chave de roda, macaco, faróis e lanternas;
  • Suspensão: outro fator verificado é a suspensão, para checar se está de acordo com o padrão recomendado ou se apresenta alguma irregularidade. 

Leia também | 5 carros clássicos mais em conta para você ter na sua garagem

O que reprova na vistoria de transferência de veículo?

A reprovação na vistoria é um cenário pelo qual ninguém deseja passar na hora de vender, mas que pode ser uma realidade, a depender do estado do carro. Vejamos, então, o que pode ser determinante para um resultado negativo: 

  • Chassi adulterado ou com visibilidade comprometida: se o chassi foi adulterado ou está pouco visível, o carro não pode ser validado como autêntico e, então, é reprovado;
  • Suspensão irregular: um carro rebaixado sem a devida aprovação do Detran, por exemplo, não passa por uma vistoria de venda. Afinal, isso configura uma alteração ilegal das características do veículo;
  • Pneus fora do padrão: da mesma forma, pneus que estiverem muito fora do padrão recomendado, como acontece quando estão fora da largura ideal;
  • Falta de itens de segurança obrigatórios: se o carro não tem macaco, triângulo, chave de roda ou os recursos de iluminação estão ruins, há o risco iminente de reprovação;
  • Insulfilm fora do padrão: outra questão é o insulfilm dos vidros, que deve estar dentro dos padrões do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e com a devida visibilidade. O ideal, vale lembrar, é ter transparência mínima de 70% em parabrisas e vidros laterais e de 28% em vidros traseiros.

O que fazer primeiro, vistoria ou transferência?

A resposta é simples: a vistoria deve ser realizada antes. Esse passo inicial é obrigatório e fundamental, pois somente com a vistoria aprovada o carro estará liberado para o processo de transferência de titularidade.

Para realizar a vistoria, é necessário agendar um horário em centros de inspeção autorizados vinculados ao Detran de cada estado. 

Com o devido agendamento, fica mais fácil organizar o processo e evitar imprevistos, para que o veículo seja examinado com calma. 

Uma vez que a vistoria esteja concluída e aprovada, o proprietário poderá reunir a documentação de transferência e seguir com o processo.

A vistoria e a transferência são apenas parte do processo de compra de um carro usado. Outra parte é o pagamento, que pode ser à vista, com carta de crédito ou com financiamento.

No caso do financiamento, é preciso esperar aprovação e submeter o carro a outros processos — inclusive uma pequena vistoria para o próprio banco. 

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O que é necessário para fazer a vistoria do veículo?

Para garantir que a vistoria aconteça de maneira rápida, é importante ter em mãos toda a documentação de transferência de veículo. Esse conjunto de documentos inclui a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e um comprovante de residência atualizado e o Certificado de Registro de Veículo (CRV), que comprova a posse do veículo, junto com um documento de identificação e o comprovante de pagamento das taxas exigidas pelo Detran.

Uma das taxas é justamente o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que deve ser pago antes do processo de avaliação.

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Conclusão

Realizar a vistoria de transferência corretamente é um passo essencial para garantir que o veículo está em plena conformidade com a lei e apto para a nova etapa de propriedade. 

Esse processo, embora burocrático, é de muita importância para proteger tanto quem compra quanto quem vende, evitando uma série de problemas futuros. 

Afinal, um veículo que passou por todas as inspeções é um veículo que oferece mais segurança, algo que não tem preço.

Se você já concluiu a vistoria e está com tudo pronto para a transferência, o próximo passo é garantir a tranquilidade com o seguro certo, especialmente se ele é usado. 

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Perguntas frequentes

Veja as principais perguntas e respostas sobre o assunto. 

O que acontece se o carro não passar na vistoria de transferência?

Caso o veículo seja reprovado na vistoria de transferência, o proprietário precisará resolver os problemas identificados e realizar uma nova vistoria em 30 dias.

Quais documentos são obrigatórios para a vistoria?

Os documentos básicos exigidos para a vistoria incluem a CNH do proprietário, um comprovante de residência atualizado, o CRV do veículo e o comprovante de pagamento das taxas de vistoria. 

Como posso agendar uma vistoria de transferência?

O agendamento da vistoria pode ser feito diretamente no local de inspeção ou em sites. É preciso checar o caso em cada Detran.