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Como aumentar a potência do carro: 6 dicas práticas e seguras

Quer saber como aumentar a potência do carro sem prejuízos e de maneira segura e eficiente? Você está no lugar certo!

Para quem deseja tornar o automóvel mais potente sem reduzir a sua vida útil, é preciso conhecer as melhores estratégias que podem ser aplicadas por meio de algumas modificações no carro.

Quer saber mais? Continue a leitura e confira todas as nossas recomendações!

Por que elevar a potência do seu veículo?

Na maioria dos casos, os carros podem ser mais potentes do que de fato são, mas devido ao uso de acessórios, essa força acaba sendo reduzida.

Pessoas que utilizam veículos esportivos ou off-road, por exemplo, costumam ter interesse em aumentar a potência e a boa notícia é que isso pode ser feito de maneira segura e prática.

Mas, afinal, qual é o benefício dessa mudança?

Bom, elevar a potência aumenta o desempenho do veículo, tornando-o mais eficiente, principalmente em terrenos irregulares. Não é apenas sobre alcançar mais velocidade, mas também rodar com um veículo mais macio.

Como aumentar a potência do carro: 6 dicas seguras e eficientes

Agora, vamos conferir as principais dicas para aumentar a força do carro, seja de motor 1.0 ou de outra potência, sem gerar nenhum tipo de prejuízo à vida útil do veículo:

1. Adquirir mais entradas de ar

Aumentar o número de entradas do ar do carro gera mais potência e reduz o consumo de combustível.

Isso acontece porque a queima de combustível é feita com mais rapidez, o que garante mais energia para o motor, elevando a sua eficiência. Muito simples, não é mesmo?

2. Trocar o escape

A troca do escape também pode contribuir para aumentar a potência. 

A exaustão é realizada por meio desse tubo, que pode influenciar na performance do motor: quanto mais rápida for a exaustão de gases vindos da queima de combustível, melhor deve ser o desempenho do automóvel.

Portanto, verifique a dimensão do tubo de escape, pois se for muito pequeno isso significa que os gases demoram para serem expelidos, tornando o processo mais difícil como um todo.

Ou seja: a troca do escape por uma opção mais larga é uma boa prática para aumentar a potência do carro.

3. Instalar um turbo

Nem todos os motores de carros podem receber um turbo, mas se for o caso do seu veículo, essa instalação pode fazer com que o grupo propulsor garanta até o dobro da potência inicial.

A principal dica aqui é conferir se essa mudança faz sentido para o seu modelo de carro, assim você evita prejuízos desnecessários.

4. Alterar partes mecânicas

Outro recomendação sobre como aumentar a potência do carro passa por algumas mudanças na parte mecânica, por exemplo, com os kits de modificações nos bicos injetores e na bomba de combustível.

O ponto positivo é que isso garante maior vazão de combustível e de pressão, elevando a potência. No entanto, além de ser um investimento mais caro, isso também aumenta o consumo do combustível.

Leia também | Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

Outras opções de alterações são: trocas de pistões, anéis, bielas, pinos de pistão, juntas etc. Tudo isso tem como objetivo extrair mais força do motor por meio da mudança de proporção da mistura ar-combustível na câmara de combustão.

5. Fazer o remap

O remap, chamado de remapeamento, é um procedimento que acessa a central de controle da injeção eletrônica de um veículo a fim de promover um upgrade em seu software de controle. Assim, é liberada mais potência com segurança e sem elevar o consumo de combustível.

Essa reprogramação do sistema libera a potência disponível que havia sido limitada pelo fabricante durante a programação do veículo. É um método bastante seguro e utilizado com frequência para este fim.

6. Verificar os filtros

Por fim, a última dica relacionada a como aumentar a potência do carro passa por uma verificação dos filtros do carro que, quando não são trocados com frequência, podem impactar a força.

Para evitar a perda de potência, é recomendado que a troca seja realizada até mesmo antes do necessário, pois isso beneficia a eficiência de combustão e, consequentemente, a performance.

Leia também | Carro perdendo força quando acelera: entenda as possíveis causas e como resolver

É recomendado aumentar a potência do carro fazendo modificações no motor?

É sempre importante analisar os prós e contras antes de tomar a decisão de fazer alguma modificação no motor do veículo. Principalmente em carros 1.0, há vários pontos a se considerar, entre eles:

  • Durabilidade: mudanças que elevam a potência podem exigir mais do motor, o que impacta negativamente sua durabilidade e gera desgaste antecipado;
  • Consumo de combustível: o aumento da potência eleva esse consumo, pois o motor passa a precisar de mais energia para entregar desempenho extra;
  • Segurança: as alterações mudam o comportamento do carro, o que exige melhorias no sistema de freios, pneus e suspensão, para que o automóvel aguente o desempenho extra sem perder a segurança;
  • Perda de garantia e questões legais: mudanças no motor também anulam a garantia de fábrica e, em alguns casos, até mesmo violam normas de trânsito, por exemplo, quando passam a emitir mais poluentes;
  • Custos: além de todos os gastos iniciais para realizar as modificações, os gastos de manutenção do veículo também tendem a se tornar maiores.

Leia também | Afinal, o carro 1.6 é econômico? Tire suas dúvidas aqui

Gostou das orientações? Agora você já sabe como aumentar a potência do carro sem perder a segurança e não necessariamente fazendo modificações no motor. 

No blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre os cuidados e a manutenção de veículos.

Carro perdendo força quando acelera: entenda as possíveis causas e como resolver

Carro perdendo força quando acelera não é bom sinal. Isso pode ser um indicativo de problemas que precisam de atenção para não provocarem grandes prejuízos ao automóvel (e ao seu bolso).

É fundamental identificar o quanto antes a razão pela qual o carro está perdendo potência. Para tirar as suas dúvidas, confira este conteúdo em que listamos as principais causas e como solucionar a questão!

Carro perdendo força quando acelera: quais são as principais causas e soluções?

Um dos motivos mais comuns que fazem com que o motor de um carro perca potência quando acelera é o combustível não chegar no motor. Principalmente em ladeiras muito íngremes, é comum que o motorista sinta que o automóvel não tem força para subir, o que atrapalha significativamente o desempenho.

Os sinais do veículo aos quais é preciso ficar atento são:

  • Engasgos;
  • Perda de eficiência no consumo de combustível;
  • Fumaça do escapamento escura e densa.

Dito isto, as causas mais comuns são:

1. Problemas nas velas de ignição

As velas de ignição são responsáveis pelo aquecimento do ar-combustível no interior do carro. No entanto, quando há depósito de carbono nelas, podem ser prejudicadas, o que impede que a potência ideal do motor seja atingida.

As causas mais comuns são o abastecimento com combustível ruim ou vazamento de óleo. Além disso, se estiverem velhas, as velas também não funcionam adequadamente.

Para solucionar o problema é simples: garantir a limpeza das velas ou sua troca periódica a fim de evitar problemas de potência.

2. Combustível de baixa qualidade

O carro perdendo força quando acelera também pode ser consequência de combustíveis de má qualidade ou adulterados, que afetam diretamente a potência do motor.

Essa adulteração é capaz de resultar em depósitos de resíduos nos injetores de combustível, bombas e filtros, gerando prejuízos bem caros. Portanto, se este for o problema, troque de posto imediatamente.

3. Entupimento dos bicos injetores

Os bicos injetores pulverizam o combustível no interior do cilindro e, quando há problemas nessas peças, o motorista se depara com problemas de perda de potência, dificuldades para o carro pegar, engasgos etc. O desempenho do automóvel, portanto, é afetado.

Em casos assim, é indicada a limpeza dos bicos injetores no caso de entupimento ou troca da peça quando houver defeitos.

4. Problemas na bobina

Outro fator que influencia na perda de potência são defeitos na bobina de ignição, uma peça que tem como objetivo ampliar a tensão da bateria e enviar energia às velas.

Problemas na bobina, portanto, podem prejudicar o rendimento do veículo, ocasionando perda de força. O único jeito de solucionar o problema é levando o carro a uma oficina para verificar se a peça precisa ser trocada.

5. Defeito na bomba de combustível

Essa bomba envia o combustível do tanque para dentro do motor e, quando está com defeito, não mantém o fluxo nem a pressão necessária, o que pode ocasionar engasgos na performance do veículo e dificuldades para dar partida.

É preciso levar o carro a uma oficina especializada para verificar as falhas da peça e se está na hora de trocá-la.

6. Falha nos sensores da central eletrônica

A central eletrônica de um veículo é responsável pela administração do funcionamento do motor e correção de seus parâmetros levando em consideração as informações recebidas dos sensores, entre elas: temperatura, rotação, tipo de combustível etc.

Caso haja algum problema no envio desses dados para a central, o motor perde o desempenho.

É recomendado verificar os conectores a fim de detectar se há contato inadequado nos cabos ou plugues que ligam o sensor à central eletrônica ou limpar o sensor. Profissionais especializados são os mais identificados para identificar e resolver a questão da maneira correta.

7. Necessidade de manutenção nos filtros

Por fim, o carro perdendo força quando acelera também pode ser consequência da falta de manutenção dos filtros, que impedem a passagem de impurezas e sujeiras para o combustível.

A redução do desempenho e o aumento do consumo de combustível também acontecem quando o veículo está rodando com o filtro de ar sujo. 

Essa peça deve ser trocada a cada 10 mil quilômetros, portanto, é algo importante para ficar de olho nas revisões.

Mantenha a manutenção do seu veículo em dia

Nos casos de uso comum do veículo, a revisão deve ser feita a cada 10 mil quilômetros rodados ou pelo menos uma vez ao ano.

Quando você compra um carro novo, é importante se atentar às revisões obrigatórias para não perder a garantia de fábrica. Essa frequência é fundamental para evitar prejuízos e manter as peças preservadas. 

O óleo do motor e os filtros de ar, por exemplo, devem ser trocados com frequência para que o carro mantenha seu bom desempenho. O óleo é fundamental para evitar que o atrito entre as peças cause desgaste excessivo e o filtro de ar impede as impurezas do oxigênio de entrarem nos coletores de admissão do motor.

Leia também | Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

Por mais que você cuide muito bem do seu carro, nada substitui uma revisão realizada por uma oficina especializada, combinado?

Gostou do conteúdo? No blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre os cuidados e a manutenção de veículos.

Pode colocar gasolina em carro a álcool? Quais são as consequências?

Muitas pessoas se perguntam se pode colocar gasolina em carro a álcool e se essa prática é capaz de provocar danos ao veículo.

Há anos já chegou ao mercado brasileiro o modelo de carro flex, que permite o abastecimento tanto com álcool como com gasolina. No entanto, ainda circulam pelas cidades automóveis que podem receber apenas um desses combustíveis.

Nesses casos, o abastecimento errado é capaz de gerar enormes prejuízos, sabia? Para tirar todas as suas dúvidas, leia este conteúdo até o final e confira as nossas recomendações.

Afinal, pode colocar gasolina em carro a álcool?

Um carro a álcool não pode ser abastecido com gasolina, pois a mistura inadequada prejudica o motor e o desempenho do automóvel pelos seguintes motivos:

  • A gasolina tem octanagem mais baixa do que o etanol e a mistura causa detonação do motor ou batida de pino;
  • Há perda de potência, dificuldades na partida e falhas no funcionamento do motor;
  • A eficiência de combustível é reduzida;
  • O erro pode custar os bicos injetores, o motor e o filtro de combustível.

E o carro à gasolina pode ser abastecido com álcool?

Agora que você já sabe se pode colocar gasolina em carro a álcool, é importante entender o cenário contrário também.

O uso de etanol em um motor projetado para queimar apenas gasolina pode causar problemas na partida a frio. O álcool tem menor poder calorífico e é mais difícil de ser pulverizado em temperaturas baixas. 

Dessa forma, o carro vai demorar mais para esquentar quando for ligado e terá um desempenho irregular. Portanto, não é recomendado o uso de álcool em carros a gasolina.

O que fazer ao colocar o combustível errado no veículo?

Independentemente de qual foi o combustível errado colocado no seu carro, é preciso retirá-lo do tanque. Toda a mistura deve ser inutilizada porque quando há o abastecimento, o que já estava no tanque se mistura com o conteúdo despejado.

Não é recomendado realizar o procedimento sozinho, pois é bastante complicado e, se forem cometidos erros, isso pode gerar ainda mais danos ao veículo. O ideal é levar o automóvel ao mecânico para que um profissional especializado possa drenar o tanque.

Apesar das especificações de cada caso, no geral o carro consegue se locomover alguns quilômetros porque fica armazenado no sistema por volta de um livro de combustível. No entanto, quando essa reserva é consumida, a mistura de composto errado entra no sistema e começa a provocar falhas e perda de potência, podendo até mesmo causar o apagamento do motor.

Se quiser evitar dor de cabeça, o melhor cenário é chamar um guincho para levar o carro direto para uma oficina.

O erro é capaz de impactar o sistema de alimentação: o tanque, os filtros, a linha de combustível, a bomba e até os bicos injetores. Caso persista em rodar com carro dessa forma, os propulsores também podem ser inutilizados.

Posso misturar gasolina e álcool no carro flex?

Em relação ao carro flex, a mistura de álcool e gasolina não gera nenhum tipo de prejuízo e fica a critério do dono do veículo qual combustível utilizar. É possível misturar ou abastecer com apenas um deles.

Porém, é importante reforçar que a gasolina e o etanol em um mesmo tanque podem influenciar a eficiência e o desempenho do motor. 

Isso acontece porque o álcool não é tão potente, ou seja, gera menos energia por litro. Já a gasolina oferece maior autonomia devido ao seu poder calorífico maior e, portanto, com a mesma quantidade de combustível é possível rodar mais. 

O carro flex é feito para a utilização dos dois tipos de combustíveis e aquela ideia de que isso pode causar algum dano ao motor ou reduzir sua vida útil é um grande mito. O sistema eletrônico é capaz de realizar os ajustes necessários a fim de queimar o combustível que for inserido no tanque.

4 cuidados na hora de abastecer o seu carro

Para evitar problemas na hora de abastecer o veículo, além de entender se pode colocar gasolina em carro a álcool ou vice-versa, é fundamental seguir algumas dicas, entre elas:

1. Desligar o motor do carro

O combustível entrando no tanque é altamente inflamável. Como o objetivo do motor é queimar a gasolina ou o álcool e transformá-lo em energia por meio da combustão, se o motor estiver ligado, há riscos de explosão.

2. Verificar a bomba

Uma dica muito ignorada é prestar atenção na bomba de combustível antes, durante e depois do abastecimento.

Antes, é fundamental ver se a bomba está zerada para receber a quantidade solicitada, além de verificar se o frentista está colocando o combustível que você de fato solicitou.

Já após o abastecimento, é recomendado conferir o painel do veículo para ter certeza de que o marcador de combustível subiu o quanto deveria.

3. Escolher postos confiáveis

A escolha do posto também é fundamental. Prefira aqueles que têm boa reputação no mercado, tenha certeza de que o combustível está atendendo às especificações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e se não há riscos de adulteração.

Para facilitar essa avaliação no dia a dia, você pode verificar, por exemplo, se o selo do Inmetro está nas bombas. Este é um sinal de que o combustível foi certificado e está de acordo com a regulamentação brasileira. Além disso, desconfie de preços que destoam muito da média do mercado.

4. Abastecer a quantidade adequada

Nem todo motorista sabe, mas é preciso seguir a quantidade de combustível recomendada pela montadora do automóvel. 

Muita gente acaba enchendo o tanque em excesso, o que é capaz de gerar prejuízos para peças importantes do veículo, como o cânister, um filtro que é responsável por receber os gases do tanque de combustível e os neutraliza. Se o tanque estiver muito cheio, esse filtro pode apresentar falhas.

Leia também | Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

Pronto: depois desta leitura, você já sabe que não pode colocar gasolina em carro a álcool e conhece os principais cuidados na hora de abastecer o seu veículo, certo?

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Chave automotiva codificada: o que é e como funciona?

As chaves de um veículo não são todas iguais. Sabia que a chave automotiva codificada já é muito mais moderna e segura do que modelos convencionais, que têm somente um segredo mecânico e uma lâmina metálica?

Se você se interessa pelo mundo automotivo e utiliza o seu carro com frequência, seja para ir ao trabalho ou como transporte de lazer, está no lugar certo para tirar as suas dúvidas sobre as chaves codificadas. Continue a leitura e confira tudo o que precisa saber sobre o assunto!

O que é uma chave automotiva codificada?

Uma chave codificada é como a impressão digital do seu automóvel, pois possui um chip com um código eletrônico único que se conecta com a central de segurança. 

Ou seja: quando você utiliza a chave, ela autoriza a abertura da porta ou a partida do veículo porque há uma comunicação eletrônica entre ela e o sistema interno do carro.

Para entender melhor, é importante ficar claro que as chaves convencionais, por sua vez, funcionam de outra forma: o motor é acionado por meio de um segredo mecânico que é esculpido em uma lâmina metálica.

Como funcionam as chaves codificadas?

Uma chave automotiva codificada tem um chip (transponder) que armazena o código eletrônico. Quando ela é inserida na ignição, é emitido um sinal para a central de segurança que se localiza dentro do automóvel.

O motor só é acionado de maneira correta se a central receber a mensagem codificada programada previamente. Isso significa que o carro só liga quando há conexão entre a codificação da chave e da central, caso contrário, é acionada uma luz de alerta no painel e o veículo dá partida.

Quais são as vantagens e desvantagens desse tipo de chave?

Uma das vantagens mais atrativas da chave automotiva codificada é a segurança e a prevenção contra roubos e furtos, afinal, o carro só liga com o código criptografado.

Porém, há um lado negativo também que, nesse caso, é o seu custo elevado, seja para aquisição ou manutenção. Além disso, o tempo para realizar uma cópia também costuma ser bem mais longo do que de uma chave comum.

Quanto custa codificar uma chave?

Quando se adquire um veículo zero quilômetro que vem com uma chave codificada, o consumidor recebe a original e uma cópia virgem. No entanto, quando é feita uma compra de carro seminovo ou usado, nem sempre isso acontece.

Devido a toda a tecnologia envolvida, a perda de uma chave codificada gera uma dor de cabeça um pouco maior do que as chaves convencionais. 

Para solicitar uma cópia, é necessário saber qual é o código do veículo — caso tenha perdido ou se esquecido, é possível solicitá-lo à concessionária. E tenha em mente que, dependendo do modelo do carro, o valor para reparar essa perda pode chegar em torno de R$ 800,00.

Quais cuidados você precisa ter com a sua chave automotiva codificada?

Como esse modelo de chave é bastante caro, é importante redobrar a atenção para evitar perdas ou danos. Aqui vão algumas dicas:

  • Evitar quedas de grande impacto que podem corromper o chip da chave;
  • Não deixá-la próxima de eletrônicos, como celulares, tablets, computadores ou outras chaves que podem afetar sua funcionalidade e comunicação com a central devido ao campo magnético;
  • Não utilizar álcool em gel para limpar a chave.

Se por algum motivo a sua chave não funcionar, é recomendado ir até a concessionária ou a um mecânico de confiança para solucionar o problema da melhor forma possível.

Os 4 problemas mais comuns das chaves codificadas

Apesar das vantagens relacionadas à segurança, a chave automotiva codificada também pode sofrer com alguns problemas. Os principais são:

1. Perda do código da chave

Não é incomum o chip perder a codificação, o que pode ser resultado da perda da chave em si ou de alguma interferência de dispositivos próximos. Também pode ocorrer a decodificação no chip que está na ignição do carro.

O problema costuma ser resolvido com o suporte da concessionária ou de um mecânico, que irá incluir o código do automóvel mais uma vez.

2. Falhas no circuito eletrônico do carro

Outro ponto de atenção é o fato de que instalações equivocadas de equipamentos do campo elétrico do carro, como som, travas e vidros, são capazes de gerar problemas na chave.

Isso acontece porque estamos nos referindo a um sistema de segurança eletrônico e, portanto, a chave codificada precisa ser instalada em um carro com a parte elétrica em perfeito funcionamento.

Leia também | Carro automático não quer ligar? Confira possíveis causas e o que fazer 

3. Chip danificado

Se a chave sofre algum tipo de forte impacto, como uma queda, isso pode danificar o chip e impedir o seu uso.

4. Bateria fraca

A bateria de uma chave codificada tem um período de validade e, se estiver descarregada, é normal que pare de funcionar e não seja possível destravar o carro. Nesses casos, a solução é simples: basta trocar por uma nova.

Com todas estas informações, você já conhece os diferenciais da chave codificada e o que fazer em caso de perda ou danos.

Gostou do conteúdo? No blog da Suhai, você encontra muitas outras dicas sobre os cuidados e a manutenção de veículos. Que tal conferir, agora, algumas dicas sobre produtos de limpeza para carros

Até a próxima!

Alguém bateu no meu carro e fugiu: o que fazer para evitar o prejuízo?

Alguém bateu no seu carro e fugiu? Então, é importante entender o que fazer na hora e como a lei ampara as vítimas.

Batidas de carro são, sem dúvidas, uma situação que ninguém quer enfrentar quando está dirigindo. Costumam ser muito estressantes e desgastantes. 

Contudo, por mais que você seja um condutor responsável, que age sob os princípios da direção defensiva e dentro da lei, às vezes é difícil prevenir colisões por conta do comportamento de outros motoristas.

Nesse caso, é muito importante entender que você não está sozinho e que a lei está do seu lado. Aliás, caso você tenha um bom seguro, poderá ter um apoio ainda maior, como veremos

Neste conteúdo, você vai aprender algumas dicas-chave do que fazer em casos de colisões causadas por outras pessoas que fugiram do local. 

O que acontece quando batem no seu carro e fogem?

Quando há uma batida, o ideal é que ambas as pessoas na condução parem e conversem entre si para decidir de forma amigável como vão gerenciar. 

É preciso definir de quem foi a responsabilidade e, então, tentar fazer um acordo sobre valores. Ou em casos mais sérios, quando há acidentes com vítima, por exemplo, é preciso prestar socorro.

Quando alguém bate no carro de outra pessoa e foge, ela pode até não saber, mas está cometendo um crime no trânsito

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) deixa bem claro quais são as punições possíveis para essa atitude, independentemente do dano ou prejuízo.

Ou seja, pode ser um arranhão leve ou uma batida que desfigura o veículo e afeta a vida dos passageiros: é sempre recomendado ficar no local e tentar acertar as coisas. 

As multas por fuga de acidente podem ser altas e, a depender da jurisdição, o motorista pode enfrentar punições ainda mais severas. 

O que acontece quando o motorista foge do acidente?

Existem diversas punições e consequências legais para fuga de acidente. De acordo com o CTB, a pessoa que abandona um local de acidente pode estar sujeita a multas, suspensão de CNH e até mesmo um período de detenção, a depender da gravidade da situação.

Além disso, o motorista que foge certamente enfrentará dificuldades com seguros no futuro e pode até mesmo perder a apólice atual, caso seja pego. 

Qual a pena para quem foge do acidente? 

Segundo o Art. 305, na Seção I, do Capítulo XIX de crimes de trânsito, o crime de abandonar o local de acidente acarreta uma pena de detenção, de seis meses a um ano, ou multa.

O que fazer quando bateram no meu carro e fugiram?

Se alguém bateu no seu carro e fugiu, o primeiro passo é manter a calma. 

Sim, é uma situação estressante, mas agir de forma organizada ajudará a garantir o devido registro do ocorrido e, se possível, algum apoio financeiro para arcar com danos.  

Aqui vai um guia prático sobre como proceder nessa situação:

Registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) 

Esse é o ponto de partida. 

Um B.O. é essencial para que a polícia tenha conhecimento do ocorrido e possa iniciar a busca pelo responsável. Além disso, o registro será útil se você precisar acionar o seguro. 

A boa notícia é que você pode fazer o B.O. tanto presencialmente quanto online, em muitos estados. Basta informar os detalhes da batida e as características do veículo envolvido, caso tenha conseguido notar.

Buscar testemunhas e documentar a cena 

Assim que possível, veja se há testemunhas por perto que possam fornecer mais informações. 

Pessoas que estavam próximas podem ter visto detalhes que você perdeu no momento de tensão, como a cor, modelo ou a placa do veículo causador. 

Registrar o relato das testemunhas reforça a credibilidade da sua versão dos fatos. 

Tirar fotos ou gravar vídeos do sinistro e da cena também é muito importante. Eles ajudam a documentar a posição dos veículos, os danos causados e até o cenário ao redor, mostrando as condições no momento do acidente.

Essas fotos serão muito úteis em caso de judicialização do caso (como quando a pessoa culpada não quer pagar).

Verificar câmeras de segurança 

Hoje em dia, câmeras estão por toda parte – em lojas, prédios residenciais, semáforos e até em casas. 

Então, pergunte nos comércios ou edifícios próximos ao local do acidente se eles têm câmeras que captaram o momento da colisão

Em alguns casos, esses registros serão decisivos para identificar o veículo que fugiu. Caso tenha dificuldades, a polícia também pode ajudar a solicitar essas imagens, dependendo do caso.

Acionar o seguro 

Se você tiver seguro, entre em contato com a sua seguradora o quanto antes. Informar o ocorrido e compartilhar todas as evidências e testemunhos que você coletou facilita muito o processo de liberação da cobertura. 

Um seguro confiável oferece uma assistência importante nesses momentos, especialmente em acidentes com fuga, em que o prejuízo tende a recair sobre a vítima. 

Se você ainda não possui seguro ou busca uma cobertura mais ampla, a Suhai é a melhor escolha.

Conte com a Suhai: conheça as nossas coberturas.

O que fazer quando alguém bate no seu carro e não quer pagar o prejuízo?

Mas e se a situação for outra: alguém bateu no seu carro, houve a identificação do veículo causador, mas a pessoa não quer arcar com os custos? 

Nesse caso, é importante buscar uma solução amigável antes de recorrer a medidas legais

Uma boa conversa pode resolver o problema, evitando transtornos maiores. Caso o responsável ainda se recuse a colaborar, você pode considerar o auxílio de um advogado para entender suas opções. 

Em alguns casos, uma ação judicial pode ser necessária para que o causador do acidente seja responsabilizado e cubra os danos.

Como falamos antes, o devido registro do acidente com fuga com fotos e vídeos será muito útil. 

Conclusão

Enfrentar uma situação de acidente com fuga é, no mínimo, desgastante. No entanto, ao seguir esses passos, você garante que está fazendo tudo o que pode para proteger seus direitos. 

Mesmo que a situação seja complicada, mantenha a calma e siga as nossas orientações. Esse cuidado será extremamente importante para que você tenha um respaldo maior e consiga minimizar os prejuízos.

Para garantir a sua proteção em todos os momentos a partir de agora, faça uma cotação com a Suhai.

Perguntas frequentes

Agora, vamos responder às perguntas mais comuns sobre esse tema. 

O que devo fazer se o motorista fugir após bater no meu carro?

O primeiro passo é manter a calma, depois documentar o ocorrido com fotos e vídeos, procurar testemunhas e registrar um Boletim de Ocorrência.

Como registrar um Boletim de Ocorrência de acidente com fuga?

Você pode registrar o B.O. presencialmente ou pela internet, dependendo da sua localidade. Informe o máximo de detalhes sobre o acidente e o veículo que causou o dano, caso tenha informações.

Como o seguro cobre acidentes com fuga?

A cobertura para acidentes com fuga dependerá do tipo de apólice que você possui. Verifique com a seguradora para entender os detalhes da cada cobertura.

Conheça os tipos de reboque, suas diferenças e vantagens

Todo mundo com certeza já viu algum dos principais tipos de reboque na rua. 

Boa parte das pessoas talvez não saiba que esse tipo de recurso de transporte tem regras bem claras na lei brasileira de trânsito, que devem ser respeitadas para garantir a segurança de todos os envolvidos e a eficiência do trabalho prestado.

Existem diversos tipos de reboque e cada um atende a uma finalidade específica. Por isso, vale a pena entender quais são, a legislação sobre o assunto, quais carros podem puxar reboques, quais não podem, as regras para uso da carretinha e mais.

O que é considerado reboque?

Se o carro tem algum tipo de componente que aumenta a sua capacidade de transporte de cargas, então, trata-se de um reboque para carga. 

Geralmente, o reboque pode ser uma estrutura aberta ou fechada, mais simples ou até mais complexa. Tudo depende da carga que se pretende transportar.

No dia a dia, é comum vermos vários tipos de reboque em circulação, desde carretinhas para transporte de pequenas cargas até estruturas maiores, como aquelas usadas para levar barcos e veículos pesados.

Quais são os tipos de reboque?

Os dois principais tipos são reboque e semirreboque. Vejamos a diferença entre os dois. 

Reboque

O reboque é acoplado ao veículo principal, mas se sustenta sozinho com suas próprias rodas e eixos. Ele é comumente usado para transporte de pequenas e médias cargas e pode ser encontrado em versões abertas e fechadas. 

O reboque aberto é ideal para materiais que não precisam de proteção contra o clima, como madeira ou equipamentos de jardinagem. A famosa carretinha para reboque se encaixa nessa categoria. 

Já o reboque fechado protege a carga contra chuvas e poeira, sendo, então, perfeito para itens mais delicados.

Outros tipos incluem o reboque cegonha, usado para transporte de veículos, e o reboque para barcos, projetado para levar embarcações de maneira segura e prática.

Semirreboque

Diferente do reboque, o semirreboque necessita de um suporte do veículo principal para equilibrar-se. É uma estrutura grande, que forma a famosa traseira de caminhões e carretas. 

Ele não possui eixos completos, o que o torna dependente do veículo que o puxa. 

Esse tipo de reboque é muito usado no transporte de cargas pesadas e até componentes sensíveis, principalmente em setores como o agronegócio e a construção civil. 

A vantagem do semirreboque é sua capacidade de carga elevada, mas ele exige veículos mais robustos e preparados para suportar o peso adicional.

Como funciona a nova lei do reboque?

Com as regulamentações mais recentes, o uso de reboques no Brasil passou a exigir mais atenção dos motoristas, principalmente em relação à documentação e itens de segurança. 

Todo reboque ou semirreboque precisa estar em conformidade com as regras de emplacamento e documentação, além de possuir itens de segurança obrigatórios, como faixas reflexivas e setas para sinalização. 

De acordo com a Agência Senado, em 2023 aconteceu a publicação da Lei 14.562, que criminaliza a adulteração de sinal identificador de veículo não categorizado como automotor, como é o caso dos reboques.

Apesar de ser parte da legislação de reboques, é muito comum vermos carretinhas sem esse tipo de sinalização nas ruas. 

Essas exigências são fundamentais para garantir a visibilidade do reboque e a comunicação com outros motoristas, especialmente em rodovias e durante a noite.

Quais são os carros que não podem ter engate de reboque?

Nem todos os veículos estão autorizados a utilizar engates para reboque. 

Segundo as normas de trânsito, veículos com menor capacidade de carga, como modelos compactos ou carros com estrutura mais leve, não devem utilizar reboques, já que o peso adicional pode comprometer a segurança e o desempenho do veículo. 

Inclusive, as próprias montadoras proíbem o uso, a depender do caso. Modelos como hatchbacks e alguns sedãs, por exemplo, geralmente não são opções para reboques pesados. 

Trouxemos alguns exemplos: 

  • Toyota Corolla até 2019;
  • Volkswagen Up;
  • Chevrolet Onix;
  • Onix Plus;
  • Renault Kwid;
  • Chevrolet Tracker e outros.

Essa limitação é importante para prevenir desgastes no motor, suspensão e freios, além de evitar o risco de acidentes

É importante mencionar, ainda, a questão dos carros elétricos. Até então, é consenso que eles também não devem ser usados para reboque.

Por isso, antes de correr riscos, verifique no manual do fabricante ou com um especialista se o seu veículo é adequado para o uso de engates.

Leia também: Encontre o seguro que aceite o seu carro rebaixado

Quais são os carros que podem puxar reboque?

Os veículos mais adequados para puxar reboques são geralmente aqueles com motores de maior potência e estruturas reforçadas, como SUVs, picapes e utilitários esportivos

Para citar alguns exemplos, temos:

  • Renault Sandero;
  • Hyundai HB20;
  • Volkswagen T-Cross;
  • Jeep Compass.

Esses veículos são projetados para suportar cargas adicionais e possuem especificações que garantem mais segurança no transporte de reboques. 

Ao escolher um carro para puxar um reboque, é importante verificar a capacidade de carga e o peso máximo recomendado pelo fabricante.

Antes de concluir o tópico, vale mencionar o caso dos engates de reboque usados para fins estéticos ou de proteção (mesmo sem uso frequente de reboques). Nesse caso, é recomendado não usar. 

Afinal, em uma batida, esse componente pode empenar ou trincar o monobloco ou chassi (as peças da estrutura do carro). O engate até impede o dano direto ao parachoque, mas transfere o impacto para outras partes. 

Ou seja, não serve como proteção e pode causar ainda mais problemas

Leia também: Saiba como contratar seguro para o seu caminhão

Quais são as regras para usar a carretinha?

É importante destacar que o uso de carretinhas para reboque tem suas próprias regras e exigências

Além do emplacamento e da documentação, a legislação de trânsito estipula limites de peso e tamanho para as carretinhas, a fim de assegurar que o conjunto (veículo + reboque) se mantenha estável e seguro durante o trajeto.

A carretinha deve ter no máximo 2,6 metros de largura, 4,4 metros de altura, com balanço traseiro de 3,5 metros

O comprimento somado do veículo e o reboque deve ser de 19,8 metros

Se tiver categoria B, o motorista só pode carregar até 3500 kg. Para pesos superiores, o condutor precisará ter categoria C, que se refere à condução de veículos mais pesados. 

Outro ponto importante é a presença de itens de segurança, como protetores de rodas, luzes de freio, lanternas laterais e faixas refletivas, que aumentam a visibilidade da carretinha, especialmente à noite. 

Conclusão

Escolher o tipo certo de reboque é fundamental para assegurar que o transporte será seguro e eficiente. 

Seja no caso de cargas leves ou transportes de grande porte, entender as regulamentações e as características de cada tipo de reboque evita problemas e garante um trajeto tranquilo. 

Aliás, vale lembrar que a Suhai oferece coberturas exclusivas para proteger seu carro e reboque em todas as situações

Conheça as nossas opções de seguro e veja como garantir uma viagem segura e amparada, mesmo em casos de problemas com o carro e necessidade de guincho.

Perguntas frequentes

Para encerrar, veja as respostas para algumas dúvidas comuns sobre o uso de reboques:

Qual a diferença entre reboque e semirreboque?

O reboque possui eixos completos e se sustenta sozinho, enquanto o semirreboque precisa do suporte do veículo principal para equilíbrio.

Como saber se meu carro pode puxar reboque?

Consulte o manual do fabricante ou um especialista para verificar a capacidade de carga do veículo e as especificações de peso recomendadas.

É necessário emplacamento para reboques?

Sim, a legislação exige que todos os reboques estejam devidamente emplacados e com a documentação em dia para circular nas vias públicas.

Como consultar se o carro é de leilão? Confira o passo a passo

Quer aprender como consultar se o carro é de leilão antes de comprá-lo?

Essa ação rápida pode te ajudar a garantir uma boa compra e evitar surpresas indesejadas; afinal, os veículos com passagem por leilão podem ter um histórico nem sempre divulgado para os compradores — como danos ou restrições que vão dificultar a contratação de seguros e revenda.

No entanto, isso não significa que não existam boas opções. Tudo depende de uma avaliação detalhada e da transparência na negociação.

Por isso, ao longo deste conteúdo, vamos mostrar como saber se carro tem passagem por leilão e explicar quais são as principais informações que você deve conferir antes de fechar o negócio.

Afinal, tem como saber se o veículo é de leilão?

É possível descobrir se o carro já passou por um leilão, sim, e existem métodos confiáveis para consultar o histórico do veículo (como a existência de sinistros) por meio do número da placa, da consulta ao RENAVAM e do uso de ferramentas especializadas. 

Entenda melhor cada uma dessas opções:

  • Consulta de veículo pela placa: sites como CheckCarro e o aplicativo Detran (este aqui, como exemplo, é o órgão de São Paulo) são excelentes opções. Ao inserir a placa, você acessa informações sobre sinistros, passagem por leilão e restrições;
  • RENAVAM consulta: o número funciona como o “CPF” do veículo e possibilita o acesso ao histórico completo — a consulta pode ser feita no portal do Detran do seu estado;
  • App Sinesp Cidadão para consulta: ferramenta gratuita que permite consultar dados básicos do veículo — inclusive, possíveis registros de leilão.

Lembre-se: consultas mais detalhadas, como no CheckCarro, podem ser pagas, mas oferecem um relatório completo sobre a procedência do veículo.

E o que você pode fazer para avaliar presencialmente? Confira o passo a passo abaixo:

  1. Solicite o histórico completo, incluindo trocas de óleo, manutenção dos freios e reparos importantes;
  2. Verifique a documentação do veículo (como a placa e o número Renavam);
  3. Faça uma inspeção mecânica;
  4. Realize um teste de condução e preste atenção a barulhos estranhos, além da própria performance do veículo ao conduzi-lo;
  5. Examine a pintura e a carroceria para identificar se existem diferenças na tonalidade da pintura, por exemplo).

Leia também: Carro vazando gasolina: é perigoso? O que fazer? Tire suas dúvidas aqui

Quando o carro é de leilão, aparece no documento?

Na maioria dos casos, sim. A informação de que o carro é de leilão pode constar no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV)

No entanto, essa informação nem sempre é explícita. Por isso, realizar uma consulta detalhada vai te ajudar a ter mais certeza e precisão em suas decisões.

Como fica o documento de um veículo de leilão?

Um documento com passagem por leilão pode conter observações que indicam a procedência do veículo usado. Termos como “recuperado” ou “sinistro” podem estar presentes, dependendo do tipo de leilão e do estado em que o carro foi registrado.

Além disso, confira se há alguma restrição ou anotação que possa dificultar a revenda ou a contratação do seguro a partir dessa análise da documentação do carro de leilão.

Qual é o problema de um veículo ter passagem por leilão?

É importante consultar se o carro é de leilão para saber, exatamente, como proceder com a análise dessa possível compra. Isso porque os veículos que passaram por leilão podem apresentar pontos de atenção maiores, como:

  • Dificuldade para contratar seguro, pois algumas seguradoras podem recusar a cobertura ou aplicar regras específicas. Mas saiba: a Suhai tem soluções de seguro para veículos com passagem por leilão e adaptadas ao seu perfil, mediante análise de condições. Você pode solicitar uma cotação agora mesmo;
  • Desvalorização, pois o histórico de leilão tende a afetar o valor de revenda;
  • Possíveis defeitos estruturais — e dependendo do dano original, o carro pode apresentar problemas mesmo após o reparo.

Mas lembre-se de que, mesmo com a verificação de carro sinistrado, o preço mais acessível pode ser um benefício se a compra for bem planejada e você tiver um bom seguro Suhai, alinhado à sua compra.

O vendedor é obrigado a falar que o carro é de leilão?

Sim, e a falta dessa informação pode gerar consequências legais. O vendedor tem o dever de fornecer ao comprador todas as informações relevantes sobre o produto, incluindo seu histórico. 

No caso de veículos, a passagem por leilão afeta tanto o valor de mercado do carro quanto exige, do provável comprador, conhecimento antecipado para identificar eventuais necessidades e conhecer problemas de performance do automóvel, por exemplo.

Por que carro com passagem por leilão é mais barato?

O preço reduzido de veículos com passagem por leilão reflete os riscos envolvidos, como possíveis danos e a dificuldade para conseguir revender ou contratar um seguro.

Importante reforçar: isso não significa que o carro seja necessariamente ruim, mas o comprador deve estar ciente das implicações.

Conclusão

Consultar a procedência de veículos usados vai te ajudar a evitar problemas no futuro. Carros com histórico de leilão podem ser boas opções, desde que você esteja bem informado e ciente dos riscos.

Com a ajuda da Suhai Seguradora, você pode proteger seu veículo e, com isso, ter mais tranquilidade e segurança. Faça uma cotação conosco e encontre a solução mais alinhada ao seu perfil.

Perguntas frequentes

Ainda tem dúvidas sobre como consultar se o carro é de leilão? Confira as principais perguntas e respostas sobre o assunto.

Como posso consultar o histórico completo de um carro?

Use o número da placa ou o RENAVAM em sites como o Detran ou CheckCarro, ou mesmo em aplicativos como o Sinesp Cidadão.

Posso financiar um carro de leilão?

Sim, mas as condições podem ser mais restritivas, e isso depende da instituição financeira.

Carros de leilão podem ser segurados?

Sim, mas as seguradoras tradicionais costumam negar ou apresentar muitas restrições. A Suhai oferece opções específicas para veículos com esse histórico. Conte com a Suhai e faça sua cotação.

Quais são os 10 carros com os seguros mais baratos do Brasil?

Na hora de proteger seu carro, encontrar um seguro que combine cobertura e economia é essencial. O valor do seguro depende de vários fatores, incluindo o perfil do condutor, a região e as características do veículo, mas alguns modelos se destacam por oferecer opções de seguros com preços mais acessíveis.

Neste conteúdo, vamos conhecer os carros com os seguros mais baratos no Brasil, comparando diferentes níveis de cobertura, e trazer dicas para você economizar ainda mais. Vamos lá?

10 carros com os seguros mais Baratos no Brasil

Baseado em dados da Suhai Seguradora, veja alguns dos modelos com os seguros mais econômicos do mercado.

Os valores médios apresentados consideram dois tipos de cobertura: cobertura completa (que inclui roubo, furto, perda total por colisão e danos a terceiros – RCF) e cobertura simples (incluindo apenas roubo e furto). Os preços refletem uma média calculada em setembro de 2024 para a região metropolitana de São Paulo e o Brasil, considerando um perfil de condutor masculino de 36 a 50 anos.

Vale lembrar que diversas características de perfil do condutor podem influenciar esses valores, como o gênero, idade, estado civil, localização, tipo de renovação do seguro e até as condições em que o veículo é guardado no dia a dia:

1. Fiat Mobi Like

  • Cobertura completa: R$ 2.968,20 (São Paulo) / R$ 2.609,47 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.483,99 (São Paulo) / R$ 1.395,85 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 50%

2. Renault Kwid Zen

  • Cobertura completa: R$ 2.822,41 (São Paulo) / R$ 2.699,77 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.475,32 (São Paulo) / R$ 1.388,94 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 47%

3. Citroën C3 Live

  • Cobertura completa: R$ 1.336,21 (São Paulo) / R$ 1.581,72 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.068,01 (São Paulo) / R$ 1.505,01 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 20%

4. Peugeot 208 Active

  • Cobertura completa: R$ 2.274,35 (São Paulo) / R$ 2.280,77 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.372,67 (São Paulo) / R$ 1.223,01 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 40%

5. Fiat Argo 1.0

  • Cobertura completa: R$ 2.842,33 (São Paulo) / R$ 2.786,89 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.720,73 (São Paulo) / R$ 1.423,14 (Brasil)
  • Economia média entre coberturas: até 39%

6. Renault Stepway

  • Cobertura completa: R$ 2.799,86 (São Paulo) / R$ 2.637,79 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.643,08 (São Paulo) / R$ 1.354,96 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 48%

7. Hyundai HB20 Sense Plus

  • Cobertura completa: R$ 2.447,96 (São Paulo) / R$ 2.288,77 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.535,81 (São Paulo) / R$ 1.221,51 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 47%

8. Chevrolet Onix 1.0

  • Cobertura completa: R$ 3.010,29 (São Paulo) / R$ 2.476,99 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.825,34 (São Paulo) / R$ 1.248,40 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 41%

9. Volkswagen Polo Track/Robust

  • Cobertura completa: R$ 2.885,90 (São Paulo) / R$ 2.980,92 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.125,96 (São Paulo) / R$ 1.246,36 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 58%

10. Fiat Cronos Drive 1.0

  • Cobertura completa: R$ 2.806,08 (São Paulo) / R$ 2.759,16 (Brasil)
  • Cobertura simples: R$ 1.643,40 (São Paulo) / R$ 1.229,52 (Brasil)
  • Economia média entre as coberturas: até 44%

Como as seguradoras definem os preços dos seguros?

A definição de preços pelas seguradoras leva em conta o risco de cada situação, analisando tanto o veículo quanto o perfil do condutor e a região onde o carro circula. A Suhai, por exemplo, combina esses fatores em vez de aplicar uma porcentagem fixa sobre o valor de mercado do veículo. Isso torna a escolha das coberturas um ponto crucial para equilibrar o custo e a proteção.

Essas diferenças de preços entre as coberturas simples e completa mostram o impacto de incluir serviços adicionais, como cobertura de colisão e terceiros. Enquanto alguns motoristas podem preferir a cobertura completa para maior tranquilidade, a cobertura simples atende a necessidades básicas e proporciona uma redução de até 50% no custo da apólice.

Dicas para economizar com o seguro do seu carro

1. Escolha coberturas essenciais

Para carros mais antigos ou com menos uso, optar pela cobertura de roubo e furto pode ser uma estratégia eficaz de economia. A cobertura completa pode incluir uma franquia alta, especialmente para carros com mais de cinco anos de uso. Com isso, os motoristas que preferem uma proteção mais enxuta podem conseguir uma economia significativa, como nos exemplos acima, onde a cobertura simples pode custar até metade da completa.

2. Considere a instalação de rastreadores

Em regiões de maior risco, a instalação de rastreadores reduz o valor da apólice, pois aumenta a possibilidade de recuperação do veículo em caso de roubo. Grandes capitais e regiões metropolitanas geralmente exigem essa medida de segurança adicional.

3. Pratique direção defensiva

Além do modelo do carro, o comportamento do motorista também influencia o valor do seguro. Motoristas que evitam sinistros têm mais chances de receber bônus de renovação e descontos. A direção defensiva, respeitar limites de velocidade e evitar locais de risco são práticas que ajudam a manter o custo baixo.

4. Compare coberturas e franquias

Na hora de escolher um seguro, avalie tanto o valor da franquia quanto as coberturas oferecidas. Franquias mais altas podem reduzir o valor do seguro, desde que o motorista esteja confortável com uma cobertura limitada.

Deu pra perceber que escolher um seguro que se adapte ao perfil do motorista e às necessidades do carro é essencial para garantir um bom custo-benefício. Na Suhai, nossa missão de democratizar o seguro significa proporcionar flexibilidade nas coberturas, permitindo que cada cliente encontre o equilíbrio ideal entre proteção e preço.

Ao escolher um dos carros com os seguros mais baratos e aplicar essas dicas de economia, é possível proteger seu patrimônio com eficiência e acessibilidade.

Bebê conforto, cadeirinha e assento: quais são as diferenças e qual é o mais seguro para transportar crianças?

Bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação: entre essas opções, qual é a mais segura para transportar bebês e crianças? 

Está aí uma dúvida frequente, principalmente para famílias que irão ter um bebê pela primeira vez e ainda não conhecem os dispositivos de retenção para o transporte de crianças (DRC) que existem no mercado. 

Neste conteúdo, entenda a resposta para essa questão e saiba tudo sobre o transporte seguro de bebês e crianças em veículos.  

Bebê conforto, cadeirinha e assento: qual é o mais seguro? 

Indo direto ao ponto: todos esses dispositivos são seguros para o transporte de crianças e bebês em veículos. Isso mesmo! 

E a verdade é que você irá utilizar em seu veículo, ao longo da primeira infância do seu filho, todos estes tipos de cadeirinha, de acordo com a idade e o peso da criança. 

Afinal, de acordo com o artigo 64 do Código de Trânsito Brasileiro, crianças com idade menor que 10 anos e com altura inferior a 1,45 m devem ser sempre transportadas no banco traseiro do veículo utilizando equipamento de segurança, seguindo as normas estabelecidas pela Resolução nº 819 do Contran, a famosa Lei da Cadeirinha.

Portanto, não é preciso escolher um desses dispositivos para utilizar, bebê conforto ou cadeirinha ou assento. Na hora certa, todos serão usados. 

A escolha que vai existir é entre a infinidade de marcas e modelos que existem, para cada um desses dispositivos, com preços e tecnologias variadas.

Mas qual é a diferença entre bebê conforto, cadeirinha e assento? 

Cada dispositivo de retenção tem suas particularidades. Entenda, abaixo, o que é,  para que serve cada um deles e qual é a idade recomendada para uso:

Bebê conforto

O bebê conforto para carros é um dispositivo de retenção para o transporte de crianças que tem formato de concha. Deve ser utilizado assim que o bebê sai da maternidade e até que ele complete o primeiro aniversário. 

O bebê conforto deve ser instalado no veículo, no banco traseiro, de costas para a frente, em um ângulo de inclinação de 45º.  

É interessante aos motoristas instalar também um espelho retrovisor infantil no encosto do banco traseiro do carro, para conseguir enxergar o rostinho do bebê enquanto dirige, verificando sempre se o pequeno está bem ao longo do passeio de carro.  

Cadeirinha 

A cadeirinha deve ser utilizada por crianças de 1 a 4 anos de idade ou com peso de 9 a 18 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

Geralmente, as cadeirinhas possuem estrutura vertical e devem sempre ser instaladas de frente para o sentido de deslocamento do carro.

Elas contam com cintos de segurança integrados de cinco pontos, que distribuem melhor a energia do impacto ao corpo da criança em caso de colisão. 

Como a cadeirinha é utilizada por vários anos, a dica é investir em um dispositivo que conte com redutores que possam ser retirados conforme o crescimento da criança, mantendo-a confortável e segura, sem precisar comprar novos dispositivos até a chegada da nova fase. 

Assento (assento de elevação ou booster)

O assento, também conhecido como assento de elevação ou booster, serve para crianças com idade superior a 4 anos e até 7 anos e meio de idade, ou com até 1,45 metro de altura e peso de 15 a 36 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

Trata-se de um dispositivo bem menor e mais simples, quando comparado à cadeirinha ou ao bebê conforto e que não conta com cinto próprio. Por isso, é utilizado o próprio cinto do carro para prender o dispositivo ao banco e a criança ao dispositivo.

Para quem precisa de mais espaço no banco traseiro, muitas vezes por ter outra criança menor, é interessante aderir ao assento assim que possível, já que ele é um dispositivo muito mais compacto. 

Cinto de segurança do carro

A criança a partir dos 7 anos e meio e com altura superior a 1,45 metro de altura, que já consegue apoiar as costas no encosto e dobrar os joelhos na extremidade do assento do carro, pode abandonar o booster e utilizar o cinto de segurança do próprio carro (no banco traseiro). 

E quando a criança pode ser transportada no banco da frente do veículo? 

O transporte de crianças no banco da frente, com o cinto do carro, só é permitido para crianças com idade superior a 10 anos e com mais de 1,45 m de altura. 

Crianças com menos de 10 anos podem utilizar o banco dianteiro do veículo, com o uso do dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura, nas seguintes situações: 

  • quando o veículo for dotado exclusivamente do banco dianteiro (picapes, por exemplo); 
  • quando a quantidade de crianças com esta idade exceder a lotação do banco traseiro;
  • quando o veículo for dotado originalmente de cintos de segurança subabdominais (dois pontos) nos bancos traseiros. 

Precisa de bebê conforto, cadeirinha e assento ao utilizar táxis ou carros de aplicativos?

Taxistas e motoristas de aplicativo, mesmo que transportem crianças, não são obrigados a levar junto ao carro  bebê conforto, cadeirinha e assento. 

Isso porque os automóveis dessa categoria foram unidos, na nova legislação, aos carros de aluguel e de transporte coletivo, que são veículos que podem dispensar a necessidade de trafegar com os dispositivos de retenção infantil.

Por isso, o ideal é levar a própria cadeirinha, assento ou booster sempre que for chamar um transporte particular. 

Qual a multa para quem não utiliza bebê conforto, cadeirinha e assento?

A multa para quem não utiliza o dispositivo de retenção para crianças adequado para cada idade está prevista no Artigo 168 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro). 

A infração, de natureza gravíssima, tem valor de R$ 293,47 e soma sete pontos na CNH do motorista. E como medida administrativa, o veículo flagrado sem a cadeirinha pode ser retido até que a irregularidade seja sanada. 

Isso quer dizer que a viagem só pode continuar se alguém levar o dispositivo correto para a criança e colocar no carro ou, ainda, se alguém, dirigindo outro veículo com o dispositivo adequado, transportar a criança para o condutor autuado.

Como escolher o bebê conforto, a cadeirinha e o assento ideal? 

É preciso considerar, em primeiro lugar, se os equipamentos contam com o selo do Inmetro. Isso garante que o produto foi produzido dentro de todas as normas necessárias para a segurança da criança. 

Outro fator importante a considerar é o sistema de fixação existente no carro. Alguns veículos  contam com sistemas diferenciados (isofix e latch), que são mais práticos e mais seguros. Mas não adianta comprar um dispositivo com esse sistema se seu carro não permite a utilização dele. 

Mais um ponto de atenção é em relação ao material que o dispositivo é produzido. Algumas cadeirinhas, por exemplo, são menos acolchoadas, mais duras. 

E por mais que essa característica não diminua a segurança do equipamento (se contar com o selo do Inmetro), pode gerar desconforto físico para a criança (e criança irritada, chorando, pode desviar a atenção do condutor e gerar acidentes). 

Para cadeirinhas, que são usadas por um longo período (de 1 a 4 anos, no mínimo), pode valer a pena investir em produtos mais sofisticados, que contam com almofadas redutoras, apoios para a cabeça e diferentes graus de inclinação. 

Inclusive, mesmo que a criança complete 4 anos, algumas dessas cadeirinhas podem ser apropriadas para pequenos de até 36 kilos. Ou seja, é possível seguir com a cadeirinha para além dos 4 anos e não precisar aderir ao assento de elevação em nenhum momento. 

Agora você já sabe as diferenças entre bebê conforto, cadeirinha e assento. Aproveite para acessar outros conteúdos sobre o universo dos motores no NA RUA com a Suhai, nosso canal de informações no YouTube. 

Leia também | Proteção no carro: confira os tipos de cadeirinhas recomendados para cada idade

Proteção no carro: confira os tipos de cadeirinhas recomendados para cada idade

Para transportar bebês e crianças com segurança em veículos automotivos, é fundamental conhecer os tipos de cadeirinhas para cada idade

Neste conteúdo, confira os modelos e entenda como funciona a legislação brasileira de trânsito em relação a este assunto. 

Quais são os tipos de cadeirinhas para cada idade? 

São quatro os tipos de cadeirinhas diferentes que devem ser utilizados, conforme a idade e o peso da criança: 

  • o bebê conforto;
  • a cadeirinha;
  • o assento de elevação;
  • e o cinto de segurança.

Mas nem sempre foi assim. A Lei da Cadeirinha no Brasil foi estabelecida em 2008 pela Resolução nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Antes disso, não existiam regras para o transporte seguro de crianças, muito menos multas e outras penalidades (quem não se lembra de ter viajado no porta malas do carro da família?). E, por isso, as ocorrências de trânsito eram a principal causa de morte acidental de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos no País.

Estes números só começaram a reduzir após a implantação da lei do Contran. Para se ter ideia, em 2010, logo após entrar em vigor a resolução obrigando o uso da cadeirinha, 346 crianças com até 9 anos morreram nas estradas. Sete anos depois, em 2017, este número já tinha reduzido para 279, queda de quase 20%*.

Portanto, saber quais são os tipos de cadeirinhas para cada idade, escolher o modelo ideal para seu carro, instalar corretamente e usar sempre que transportar uma criança, são medidas simples de segurança, mas capazes de salvar muitas vidas. 

* Os números são de um estudo do Conselho Federal de Medicina, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.

Tipos de cadeirinhas para carro: quais são as novas regras do Contran?

O Contran atualizou a Lei da Cadeirinha em 2021, com a Resolução nº 819. As regras para a utilização de cada um dos quatro dispositivos de retenção para o transporte de crianças (DRC) que existem são: 

De zero a 1 ano de idade: bebê conforto

É indicado para crianças de zero a 1 ano de idade ou com peso de até 13 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo de retenção. 

Em formato de concha, o bebê conforto deve ser instalado de costas para a frente (com o bebê de frente para o vidro traseiro), em um ângulo de inclinação de 45º.  

De 1 a 4 anos: cadeirinha

Deve ser utilizada por crianças de 1 a 4 anos de idade ou com peso de 9 a 18 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

Geralmente, as cadeirinhas possuem estrutura vertical e devem sempre ser instaladas de frente para o sentido de deslocamento do carro.

Elas contam com cintos de segurança integrados de cinco pontos, que distribuem melhor a energia do impacto ao corpo da criança em caso de colisão. 

De 4 a 7 anos e meio: assento de elevação (booster)

Serve para crianças com idade superior a 4 anos e até 7 anos e meio de idade, ou com até 1,45 metro de altura e peso de 15 a 36 kg, conforme o limite estabelecido pelo fabricante do dispositivo.

O assento de elevação não conta com cinto próprio. Por isso, é utilizado o próprio cinto do carro para prender o dispositivo ao banco e a criança ao dispositivo.

A partir dos 7 anos e meio: cinto de segurança

Deve ser usado por crianças com idade superior a 7 anos e meio, e igual ou inferior a 10 anos, ou crianças com altura superior a 1,45 metro de altura.

O cinto serve para a criança que já consegue apoiar as costas no encosto e dobrar os joelhos na extremidade do assento.

Tipos de fixação de dispositivo de retenção infantil

As cadeirinhas podem ser presas de diferentes formas ao carro. A maneira mais comum é por meio do próprio cinto de segurança do veículo.

Mas alguns automóveis mais novos contam com outros recursos que possibilitam instalar as cadeirinhas de forma mais prática e ainda mais segura. É o caso do sistema Isofix e do sistema Latch

Isofix é um mecanismo que permite que as cadeirinhas sejam fixadas por meio de ganchos conectados diretamente à estrutura do carro, dispensando o uso do cinto de segurança. A fixação ocorre por meio de dois pontos na base e um no topo, com tirantes rígidos, com apenas um “clique”. 

O sistema Latch, por sua vez, é parecido com o Isofix, com três pontos de fixação. A diferença é que a ancoragem superior acontece com o auxílio de um tirante flexível. 

É importante saber que o sistema de fixação depende do modelo e do ano do carro, ok? Se seu carro não vier de fábrica com estes sistemas, isso significa que a cadeirinha comprada precisará obrigatoriamente ser fixada por meio do cinto de segurança. 

Outra informação importante é que, independentemente do sistema de fixação da cadeirinha, o essencial é escolher dispositivos de retenção que contenham o selo do Inmetro, garantindo a segurança. E ter o cuidado de seguir o passo a passo do fabricante na hora de instalar o produto no carro, para não cometer nenhum erro na instalação que coloca em xeque a sua eficiência.

Como colocar cadeira de bebê no carro: passo a passo e cuidados

A instalação da cadeirinha depende do tipo de equipamento escolhido e do sistema de fixação disponibilizado pelo carro. Por isso, todo dispositivo vem com um manual de instrução, que deve ser seguido rigorosamente para garantir a segurança das crianças. 

Basicamente, o passo a passo para colocar cadeira de bebê no carro é: 

  1. Posicionar a cadeirinha no banco escolhido, deixando-a firme e bem nivelada; 
  2. Prender a cadeirinha com o cinto de segurança, se for o caso (ou isofix ou latch); 
  3. Verificar se a cadeirinha está firme no local (é importante que a cadeirinha, quando empurrada, não se mova mais do que 2,5cm em qualquer direção);
  4. Pronto! Você já pode colocar sua criança na cadeirinha. 

Lembre-se de verificar se as fivelas precisam de ajuste, conferindo se elas estão muito apertadas ou muito frouxas. 

Outro ponto de atenção importante é fechar o cinto de segurança do próprio dispositivo, não esquecendo de passar os braços da criança corretamente (muitos pequenos querem deixar o cinto apenas na cintura, o que reduz a proteção em caso de colisão). 

E, por fim, verifique se a criança consegue se soltar sozinha. O foco é garantir que a cadeirinha esteja muito bem presa ao carro e que a criança fique firmemente presa ao assento, independentemente dos possíveis movimentos durante a viagem com o carro. 

Quais são as multas previstas para quem transporta criança ou bebê sem cadeirinha? 

A multa para quem não utilizar o dispositivo de retenção para crianças indicado para cada idade está prevista no Artigo 168 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro). 

A infração, de natureza gravíssima, tem valor de R$ 293,47 e soma sete pontos na CNH do motorista.

E como medida administrativa, o veículo flagrado sem a cadeirinha pode ser retido até que a irregularidade seja sanada. 

Isso quer dizer que a viagem só pode continuar se alguém levar o dispositivo correto para a criança e colocar no carro ou, ainda, se alguém, dirigindo outro veículo com o dispositivo adequado, transportar a criança para o condutor autuado.

Posso transportar crianças fora da cadeirinha ao utilizar táxis ou carros de aplicativos?  

Taxistas e motoristas de aplicativo, mesmo que transportem crianças, não são obrigados a levar junto ao carro cadeirinha, assento ou bebê conforto.

Isso porque os automóveis dessa categoria foram unidos, na nova legislação, aos carros de aluguel e de transporte coletivo, que são veículos que podem dispensar a necessidade de trafegar com os dispositivos de retenção infantil.

Por isso, o ideal é levar a própria cadeirinha, assento ou booster sempre que for chamar um transporte particular. 

Com qual idade a criança pode sentar no banco da frente sem cadeirinha? 

O transporte de crianças no banco da frente só é permitido para crianças com idade superior a 10 anos e com mais de 1,45 m de altura. 

Crianças com menos de 10 anos podem utilizar o banco dianteiro do veículo, com o uso do dispositivo de retenção adequado ao seu peso e altura, nas seguintes situações: 

  • quando o veículo for dotado exclusivamente do banco dianteiro (picapes, por exemplo); 
  • quando a quantidade de crianças com esta idade exceder a lotação do banco traseiro;
  • quando o veículo for dotado originalmente de cintos de segurança subabdominais (dois pontos) nos bancos traseiros. 

Quando a criança pode andar no banco traseiro sem as cadeirinhas ou assentos? 

Segundo a resolução do Contran, crianças com idade superior a 4 anos e inferior a 7 anos e meio podem ser transportadas nos bancos traseiros de veículos que tenham o cinto de dois pontos, sem a necessidade de assento de elevação.

Agora você já sabe quais são os tipos de cadeirinhas para cada idade. Aproveite para acessar outros conteúdos sobre o universo dos motores no NA RUA com a Suhai, nosso canal de informações no YouTube.