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Qual é o melhor seguro residencial? Veja o que considerar antes de contratar

A contratação de um seguro residencial vai além da proteção financeira para a sua casa e seus bens. Estamos falando de tranquilidade frente a imprevistos, assistências emergenciais 24h, personalização de acordo com as suas necessidades, entre outros. Mas afinal, qual é o melhor seguro residencial? 

Neste conteúdo, você vai aprender como escolher o seguro residencial ideal para você e os critérios que devem ser considerados para a contratação. Assim, você poderá tomar a decisão com clareza, de acordo com as suas necessidades.

É só continuar a leitura!

O que é e para que serve o seguro residencial?

De forma simples, o seguro residencial é uma modalidade de seguro que protege a sua casa e os seus bens contra imprevistos como incêndio, roubo, alagamento, danos elétricos, dentre outros.

O seguro residencial é acessível e, como em qualquer tipo de seguro, é personalizável, ou seja, você escolhe o que quer proteger, podendo incluir assistências como chaveiro, encanador na sua cobertura.

As principais seguradoras que oferecem seguro residencial no Brasil

Existem muitas seguradoras que oferecem seguro residencial no Brasil, mas estas são as mais conhecidas, listadas sem ordem de importância:

  • Porto Seguro Residencial: presente no mercado há mais de 75 anos, oferece várias soluções de proteção com tecnologia embarcada.
  • Caixa Seguradora (Seguro Residencial Caixa): ótima reputação no Reclame Aqui (nota média de atendimento de 8,9/10, 100% das reclamações respondidas, resolução de 92,6%, com nota de avaliação dos consumidores de 7,93; 88,9% voltariam a fazer negócio.
  • Bradesco Seguros Residencial (Seguro Residencial Caixa):  o grupo Bradesco Seguros acumula diversos prêmios nacionais por inovação, atendimento e reputação, entre eles, “Top of Mind” e “Melhores e Maiores”.
  • SulAmérica Residencial (SulAmérica seguro residencial): participa de iniciativas como revitalização de espaços públicos, coleta seletiva e campanhas de doação, demonstrando compromisso social e sustentabilidade. 
  • Youse Seguro Residencial: opera com forte presença online e possibilidade de personalização de coberturas, que atrai usuários em redes sociais. 
  • Allianz Seguro Residencial: parte do Grupo Allianz, uma das maiores seguradoras do mundo, com boa infraestrutura e experiência internacional.

Qual é o melhor seguro residencial?

É comum as pessoas buscarem saber qual o melhor seguro residencial do Brasil para a contratação. Mas a verdade é que não existe o melhor seguro residencial, o que existe é aquele que corresponde ao perfil do consumidor, às suas necessidades e ao tipo do imóvel.

O ideal é comparar as coberturas disponíveis em cada seguradora, os preços aplicados, a área de abrangência e a reputação da seguradora. Assim, você encontrará o melhor seguro para a sua realidade.

O que devo saber antes de contratar um seguro residencial?

Antes de fechar negócio, é importante entender alguns pontos essenciais que influenciam na cobertura e no custo. A seguir, veja como escolher o melhor seguro residencial para a sua realidade:

FatorO que observarO que significa na prática
Tipo de coberturaPode ser básica (ex: incêndio, explosão, queda de raio) ou completa, com proteções adicionais como roubo, vendaval, danos elétricos e responsabilidade civil.Seguro básico cobre incêndio, o completo cobre também furto e vendaval, ideal para áreas de risco.
Valor seguradoÉ possível segurar só a estrutura do imóvel, só os bens internos (móveis, eletros etc.) ou ambos.Segurar só a estrutura custa menos, mas deixa móveis e eletrônicos sem proteção.
Perfil do imóvelTamanho, localização e finalidade do imóvel influenciam na cobertura ideal e no custo final do seguro.Um imóvel de veraneio em área de enchentes pode exigir cobertura contra danos naturais.
Reputação da seguradoraPesquise avaliações em sites como Reclame Aqui: veja nota geral, índice de resolução de problemas e satisfação dos clientes.Uma seguradora com nota alta e baixo índice de reclamações oferece mais segurança ao contratar.
Facilidade de atendimentoVerifique se a empresa tem app, site com autoatendimento, canais como chat, telefone ou WhatsApp, e agilidade para resolver sinistros.Um app que permite abrir e acompanhar sinistros agiliza o processo em caso de emergência.
Preço e formas de pagamentoCompare valores e condições, mas analise também o que está incluído na apólice. O mais barato nem sempre é o mais vantajoso.Um seguro mais caro pode oferecer assistência 24h e cobrir danos elétricos, enquanto o básico não.

A melhor escolha depende do seu perfil

Após a leitura do conteúdo, está claro que não existe a resposta para qual é o melhor seguro residencial. O que existe são opções diferentes no mercado para necessidades diferentes dos consumidores.

Sendo assim, considere as coberturas mais relevantes para seu imóvel, seu orçamento e o nível de suporte que deseja em caso de sinistro ou emergência. A comparação consciente é o melhor caminho para garantir segurança e tranquilidade no dia a dia.

Por isso, proteja todos os seus bens. Faça uma cotação de seguro com a Suhai. Por aqui, seguro é possível para todos, existimos para que todos os brasileiros estejam protegidos!

Perguntas frequentes sobre qual o melhor seguro residencial

Aqui estão algumas dúvidas sobre seguro residencial:

Qual é o melhor seguro de casa?

Não existe o melhor seguro de casa. O melhor seguro residencial depende do perfil do imóvel e das suas necessidades.

Qual o valor em média de um seguro residencial?

O seguro residencial custa, em média, entre R$200,00 e R$600,00 por ano, dependendo da localização, valor segurado e coberturas escolhidas. Imóveis de maior valor ou com coberturas completas podem ultrapassar R$1.000,00 anuais.

Qual a seguradora mais bem avaliada no Reclame Aqui?

A seguradora com melhor avaliação no Reclame Aqui, segundo dados de 2024, é a Caixa Seguradora, que conquistou o selo RA1000 e uma nota média de 9,0/10, com 100 % das reclamações respondidas e 91,1 % dos casos resolvidos.

O que é seguro residencial, como funciona e quando vale a pena contratar

Em 2024, o mercado de seguro residencial cresceu 16,5% em relação ao ano anterior, segundo estimativa da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), atestando que essa é uma alternativa cada vez mais buscada pelos brasileiros. Mas afinal, o que é seguro residencial?

Antes de responder a essa pergunta, é importante entender que, assim como em seguros veiculares, o seguro residencial deve ser analisado detalhadamente e encaixado no seu estilo de vida. 

Continue a leitura para entender tudo sobre o seguro residencial. 

O que é seguro residencial?

Com o mesmo objetivo de um seguro veicular, o seguro residencial é um contrato de proteção financeira para imóveis residenciais.

Basicamente, ele trabalha como um escudo contra diversos riscos, como incêndios, roubos, danos elétricos, alagamentos e outros eventos inesperados que possam causar prejuízo ao imóvel ou aos bens internos.

Como funciona o seguro residencial?

O funcionamento do seguro residencial é simples: você paga um valor (prêmio do seguro) para ter acesso às coberturas escolhidas no momento da contratação da apólice.

Caso ocorra um evento previsto na apólice, a seguradora indeniza ou presta o serviço necessário.

Exemplificando: você contratou um seguro residencial que cobre danos elétricos, incêndio, raio e explosão. Se um raio atinge a rede elétrica da sua casa, causando um curto-circuito e queima a geladeira, o seguro atua da seguinte forma:

  • Você entra em contato com a seguradora e abre um sinistro (pedido de indenização do seguro);
  • A seguradora envia um perito para avaliar os danos;
  • Confirmado o curto-circuito, a seguradora reembolsa o valor do eletrodoméstico danificado, de acordo com o limite da apólice.

A maioria das seguradoras oferece, ainda, assistência 24 horas, como chaveiro, encanador e eletricista. 

Quais são as coberturas mais comuns no seguro residencial?

As principais coberturas no seguro residencial são:

CoberturaDescriçãoExemplo prático
Incêndio, explosão e fumaçaCobre danos causados por fogo, explosões acidentais e fumaça.Um curto-circuito na cozinha causa incêndio e danifica móveis e eletrodomésticos.
Queda de raioGarante a reposição ou conserto de bens danificados por descargas elétricas atmosféricas.Um raio atinge o telhado e queima a TV da sala.
Roubo ou furto qualificado de bensCobre perdas por roubo (com ameaça/violência) ou furto qualificado (com arrombamento).Arrombamento da janela seguido de furto de eletrônicos.
Danos elétricosCobre prejuízos causados por oscilações ou picos de energia elétrica.Um pico de energia danifica o computador.
Vendaval, granizo e impacto de veículosProtege contra danos estruturais ou internos causados por eventos climáticos ou impactos.Um vendaval destelha a casa e a chuva molha móveis.
Responsabilidade civil familiarCobre danos involuntários causados a terceiros por moradores do imóvel segurado.Vazamento em seu apartamento danifica o teto do vizinho de baixo.
Vazamento de água (quando contratado)Garante a reparação de danos causados por rompimentos acidentais de encanamentos internos.Cano estoura dentro da parede, alaga o quarto e danifica móveis e piso.

Atenção: nem todos os seguros incluem todas as coberturas! Elas devem ser contratadas conforme a sua necessidade.

O que o seguro residencial não cobre?

Mais do que saber o que o seguro residencial cobre, é preciso estar atento aos riscos normalmente excluídos. Alguns deles são:

Situação excluídaDescriçãoExemplo prático
Danos intencionais causados pelo moradorO seguro residencial não cobre prejuízos provocados de forma proposital pelos próprios moradores.Durante uma briga, o morador joga um objeto contra a parede e danifica a estrutura.
Falhas de manutençãoDanos causados por negligência ou falta de manutenção preventiva não são cobertos.Calha entupida há meses causa infiltração após chuva forte.
Bens de valor não declaradosObjetos de alto valor que não foram listados na apólice não serão indenizados.Um quadro de arte de R$ 50 mil é roubado, mas nunca foi declarado à seguradora.
Ações de guerra, terrorismo ou tumultosEventos extremos, como guerra ou manifestações violentas, geralmente estão fora da cobertura.Em um protesto violento, vândalos invadem e danificam residências.
Vazamentos e infiltrações antigasDanos causados por problemas antigos e não resolvidos são considerados preexistentes e não são cobertos.Infiltração ignorada por anos compromete a estrutura da parede.

Por isso, ler a apólice com atenção antes de contratar o seguro é muito importante para evitar frustrações e surpresas futuramente.

Qual a vantagem de ter um seguro residencial?

Os principais benefícios de ter um seguro residencial são:

  • Tranquilidade frente a imprevistos: descanse sabendo que sua casa e sua família estão protegidas;
  • Proteção financeira para o imóvel e os bens: economia com reparos caros após um eventual dano em sua casa;
  • Assistências emergenciais 24h: problemas domésticos urgentes? O seguro te dará acesso rápido à chaveiros, eletricistas e encanadores;
  • Custo acessível comparado a outros seguros: o seguro residencial costuma ser mais acessível do que outros tipos de seguro, como o seguro de vida;
  • Pode ser personalizado de acordo com o perfil do imóvel e do contratante: escolha as coberturas que se encaixam no seu estilo de vida.

O que avaliar antes de contratar um seguro residencial?

Antes de contratar um seguro residencial, considere a sua realidade e escolha aquele que atende às suas necessidades. Analise critérios como: 

  • Tipo de imóvel (casa, apartamento, temporada, etc.);
  • Valor do imóvel e dos bens a serem segurados;
  • Localização e histórico de riscos (ex: alagamentos);
  • Abrangência da seguradora;
  • Reputação no mercado (ex: Reclame Aqui);
  • Opções de cobertura e serviços oferecidos.

É importante comparar as propostas oferecidas pelo mercado e entender todas as cláusulas que estão sendo acordadas antes de fechar o contrato.

Segurança acessível para proteger seu imóvel

O seguro residencial é uma solução simples para proteger o imóvel e os bens contra imprevistos que podem acontecer. Entender o que é seguro residencial, como ele funciona, o que cobre e o que não cobre te ajudará a fazer uma escolha mais consciente e alinhada à sua realidade.

Avalie, com calma, as opções disponíveis no mercado, compare propostas e contrate a proteção que realmente faça sentido para o seu dia a dia.

E aproveite para cuidar também dos seus outros bens: faça uma cotação do seguro da Suhai e descubra como ficar protegido com o melhor custo-benefício do mercado.

Outras perguntas sobre o que é seguro residencial

Não fique com nenhuma dúvida! Confira outras perguntas frequentes sobre o assunto.

Qual o valor médio de um seguro residencial?

O seguro residencial tem um custo acessível, com valores a partir de R$9,90 a R$50,00 por mês em planos básicos. A média nacional anual gira em torno de R$397,00, variando conforme o tipo de imóvel e localização.

O seguro residencial cobre vazamento de água?

O seguro residencial pode cobrir vazamentos de água, mas depende das coberturas contratadas. Normalmente, está incluído na cobertura de danos hidráulicos ou assistência 24h. Verificar se esse serviço está previsto na apólice.

Quem paga o seguro residencial em caso de aluguel?

Depende do que for acordado no contrato de locação. Geralmente, o locador paga o seguro residencial para proteger o imóvel. Mas o locatário também pode contratar um seguro para proteger seus bens pessoais.

Sinistralidade: o que é, como funciona e como impacta o valor do seguro

A sinistralidade é um cálculo muito importante para quem tem seguro. Por trás das indenizações e dos consertos cobertos pelas seguradoras, esse cálculo afeta o mercado de seguros e, claro, o seu bolso. 

Entender isso ajuda a compreender como o valor do seu seguro é definido e por que o seu histórico de uso pode fazer toda a diferença na hora de renovar.

Continue até o final deste conteúdo para entender tudo sobre esse cálculo e o que fazer para manter a sinistralidade baixa.

Boa leitura!

O que é sinistralidade?

A sinistralidade é um cálculo que mostra a relação entre o dinheiro que uma seguradora gasta com indenizações e o dinheiro que ela recebe dos clientes em prêmios

Ou seja, a conta compara o quanto a seguradora pagou em sinistros com o quanto ela arrecadou com os seguros vendidos, podendo ser seguros de saúde, vida, veículos, patrimoniais ou outros.

Por isso, a sinistralidade funciona como um termômetro para a saúde financeira da seguradora, mostrando se os gastos com indenizações estão controlados ou se estão altos demais.

Como a sinistralidade é calculada?

A fórmula para calcular a sinistralidade é bem direta:

Sinistralidade (%) = (Total de indenizações pagas ÷ Total de prêmios recebidos) x 100

Para facilitar o entendimento, imagine que uma seguradora recebeu R$ 100 mil em prêmios dos seus clientes em um determinado período. No mesmo tempo, ela pagou R$ 60 mil em indenizações. Nesse caso, a sinistralidade seria de 60%. 

Esse cálculo pode ser feito para toda a base de clientes da seguradora ou para um conjunto específico de apólices, entendeu?

Quais situações contam como sinistro?

Um sinistro acontece quando um evento coberto pela sua apólice se concretiza. É o momento em que você precisa usar o seguro e a seguradora precisa indenizá-lo. Veja abaixo alguns exemplos:

Toda vez que você aciona o seguro, a seguradora registra esse evento. Sendo assim, cada sinistro impacta diretamente no índice de sinistralidade da empresa.

Qual o impacto da sinistralidade no valor do seguro?

Uma alta sinistralidade é um sinal de alerta para as seguradoras. Quando os gastos com indenizações superam os valores recebidos, a empresa pode ter prejuízo. 

Por isso, para manter o equilíbrio financeiro, ela pode precisar reajustar o valor dos seguros.

No caso do seguro de carro, seu histórico de sinistros pode indicar um risco maior para a seguradora, e quanto maior o risco de você usar o seguro, mais alto pode ser o preço na hora de renovar o seguro.

A sinistralidade pode impactar meu bônus?

Sim, uma das formas mais diretas de sentir o impacto da sinistralidade no seu bolso é por meio do sistema de bônus do seguro

Assim como outras seguradoras, a Suhai usa a “classe de bônus” para premiar os clientes que não acionam o seguro com descontos progressivos na renovação.

Se você usa o seguro de forma consciente e evita acionar a cobertura para pequenas situações que poderia resolver sozinho, você ajuda a manter a sinistralidade do seu perfil baixa

Como resultado, você pode ganhar uma classe de bônus a cada ano sem sinistros, o que pode gerar melhores condições na hora de renovar.

É importante lembrar que o bônus não é a única coisa que conta para o desconto. A Suhai considera outros fatores, como o tipo de veículo, a sua idade e onde você mora. 

Mesmo assim, manter uma baixa sinistralidade ajuda muito, e o bônus é um reflexo direto desse comportamento.

O que é uma sinistralidade ideal?

Não existe um número mágico que define uma sinistralidade “ideal” para todas as seguradoras. O que é aceitável varia de acordo com o segmento, o tipo de seguro e o mercado. 

Normalmente, o objetivo das seguradoras é sempre manter a sinistralidade controlada, geralmente abaixo de 70%, para garantir que o negócio seja saudável.

Em alguns setores, como o de saúde, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece regras para a sinistralidade dos planos. Em outros, como o de seguros automotivos, o controle é responsabilidade da própria seguradora e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

Vale lembrar que, o objetivo de controlar a sinistralidade não é impedir que você use o seguro quando precisar, pois ele existe exatamente para isso. 

A questão é que o uso deve ser racional e equilibrado, para que o sistema de proteção continue funcionando bem para todos.

Entender a sinistralidade é entender o valor do seu seguro

Como você viu, a sinistralidade é um indicador técnico que tem impacto direto em quem paga por um seguro.

Por isso, manter um histórico de uso consciente do seguro pode te ajudar a conseguir melhores condições na hora de renovar. Na prática, a sinistralidade é um dado importante na hora de gerenciar riscos, tanto para a seguradora quanto para o cliente.

Por isso, não deixe de considerar esses pontos ao adquirir um seguro. E se precisar proteger seus bens, conte com a Suhai! Faça uma cotação gratuita agora mesmo.

Perguntas frequentes sobre sinistralidade

Veja abaixo as principais dúvidas sobre sinistralidade.

O que é taxa de sinistralidade?

A taxa de sinistralidade é a porcentagem que mostra a relação entre o que a seguradora pagou em indenizações e o que ela recebeu em prêmios.

O que influencia a sinistralidade de uma apólice?

A sinistralidade de uma apólice é influenciada principalmente pela frequência e pela gravidade dos sinistros que acontecem. Se você usa o seguro com frequência, sua apólice terá uma sinistralidade mais alta.

Como posso manter minha sinistralidade baixa?

Você pode manter a sinistralidade baixa evitando acionar o seguro para pequenas situações, além de dirigir com cuidado para evitar problemas, pois a ausência de sinistros é a forma mais segura de ter uma sinistralidade baixa.

Indenização no seguro: o que é, como funciona e quando é paga

Quando acontece um imprevisto coberto por um seguro, o segurado pode ter direito à indenização no seguro

É nesse momento que surgem várias dúvidas sobre prazos, regras e cálculos. E entender como funciona esse processo ajuda a lidar com a situação com mais tranquilidade, além de evitar atrasos no pagamento.

Neste conteúdo, vamos tirar todas essas dúvidas de forma simples, para você saber exatamente o que esperar caso precise acionar a sua cobertura. Vamos lá?

O que é uma indenização no seguro?

A indenização no seguro é o valor que a seguradora paga ao segurado ou a um terceiro quando acontece um sinistro coberto pela apólice. 

Pense nela como a realização da promessa do seguro: em troca do valor que você paga (prêmio), a seguradora se compromete a te compensar financeiramente caso algo ruim aconteça, como roubo, furto ou óbito, no caso do seguro de vida.

Qual é o prazo para a seguradora pagar a indenização?

De acordo com as normas da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), o prazo máximo para a seguradora pagar a indenização é de 30 dias corridos a partir do recebimento de toda a documentação exigida.

Porém, se faltar algum documento ou houver alguma pendência, esse prazo pode ser interrompido e só volta a contar depois que tudo estiver entregue.

O que é e como funciona o LMI no seguro?

O Limite Máximo de Indenização (LMI) é o valor máximo que a seguradora vai pagar por uma determinada cobertura. Ele está definido na apólice no momento da contratação e funciona como um teto para a indenização.

No caso da Suhai, por exemplo, o LMI pode ser:

  • Valor de Mercado Referenciado (VMR): baseado na tabela de mercado (como a FIPE) com um fator de ajuste definido no contrato;
  • Valor Determinado (VD): um valor fixo estipulado no momento da contratação.

Dessa forma, o LMI deixa claro qual será o valor máximo recebido em caso de sinistro, evitando surpresas na hora de receber.

Como calcular indenização de seguro?

O cálculo da indenização no seguro depende de alguns fatores:

  • Tipo de cobertura contratada: perda total, parcial, danos a terceiros, seguro de vida, entre outros;
  • Valor de mercado ou valor determinado: conforme definido na apólice;
  • Franquia: no caso de indenização parcial, pode ser necessário pagar a franquia prevista no contrato;
  • Limite da apólice (LMI): o valor máximo que pode ser pago.

Exemplo: em um sinistro de perda total de veículo, a indenização costuma ser o valor do carro conforme a tabela FIPE

Porém, se o conserto for parcial e custar R$ 8 mil, mas a sua franquia for de R$ 2 mil, você paga os R$ 2 mil e a seguradora cobre os R$ 6 mil restantes.

Quais são os tipos de indenização em seguros?

A indenização pode ser do tipo: indenização integral, indenização parcial ou indenização a terceiros. Veja abaixo a diferença entre elas:

  • Indenização integral: quando o bem segurado sofre perda total, como em roubo sem recuperação ou danos muito altos;
  • Indenização parcial: quando é possível reparar o bem e o custo é menor que o limite para perda total;
  • Indenização a terceiros: pagamento feito a pessoas prejudicadas em um acidente, cobrindo danos materiais, corporais ou morais.

Leia também | Franquia do seguro: o que é, como funciona e quando você precisa pagar

O que a seguradora pode negar na indenização?

Os motivos mais comuns são:

  • Sinistro fora das coberturas contratadas: tentar acionar a seguradora por um evento que não está previsto na apólice;
  • Documentação incompleta: quando o segurado não envia todos os documentos necessários;
  • Fraude: casos em que há tentativa de enganar a seguradora para receber indevidamente;
  • Omissão de informações: não informar dados importantes na hora da contratação ou do aviso de sinistro.

Tem indenização em caso de roubo ou furto do veículo?

Sim, desde que a cobertura contra roubo e furto esteja contratada e que o veículo não seja recuperado.

Nesses casos, a indenização no seguro é calculada de acordo com o tipo de cobertura (valor de mercado ou valor determinado) e segue a tabela FIPE ou o valor estipulado na apólice.

Indenização cobre apenas o veículo?

Não. Além do veículo, também é possível contratar proteções adicionais para terceiros, conhecidas como Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V).

Essa cobertura garante indenização para danos materiais, corporais ou morais causados a terceiros em um acidente.

Como agilizar o processo de indenização?

Se você quer evitar atrasos no recebimento da indenização, algumas atitudes fazem toda a diferença:

  • Tenha sempre em mãos cópia da apólice, boletim de ocorrência, notas fiscais e qualquer outro comprovante solicitado;
  • Assim que a seguradora solicitar algo, envie o mais rápido possível;
  • Conte com um corretor, esse profissional pode ajudar a intermediar a comunicação e evitar erros que atrasem o pagamento.

Ter informação é sua melhor proteção

Entender o processo de indenização no seguro é a melhor forma de evitar surpresas e receber o valor devido sem atrasos. 

A Suhai atua dentro das regras da SUSEP e com total transparência, mas a agilidade também depende de você. 

Mantenha seus documentos prontos, siga as orientações e, quando precisar, conte com quem oferece segurança e clareza em cada etapa.

Conte com o Seguro Suhai, faça sua cotação agora mesmo!

Outras questões frequentes sobre indenização no seguro

Abaixo, separamos as principais dúvidas sobre indenização no seguro.

Qual é o valor de uma indenização?

Depende do tipo de seguro, do valor de mercado ou determinado, do LMI e das condições contratadas na apólice.

Como funciona a indenização do seguro de vida?

No seguro de vida, a indenização é paga aos beneficiários indicados na apólice em caso de morte ou invalidez permanente do segurado, respeitando o valor contratado.

Como fazer o cálculo da indenização?

O cálculo varia conforme a cobertura, o tipo de indenização (integral ou parcial), o valor da franquia e o LMI.

Como posso saber o valor que vou receber do meu seguro de vida?

Basta consultar a apólice. Lá estará registrado o valor contratado para cada cobertura, além das regras de pagamento.

Franquia do seguro: o que é, como funciona e quando você precisa pagar

Contratar um seguro envolve algumas variáveis que devem ser consideradas para que a escolha realmente atenda as necessidades do contratante. E uma delas é a franquia do seguro.

O valor da franquia influencia diretamente no custo do seguro e, por isso, entender como ela funciona é parte de  uma escolha bem mais inteligente.

Continue a leitura para entender o que é, como funciona e quando pagar uma franquia de seguro. Vamos lá?

O que é franquia no seguro?

A franquia do seguro é, basicamente, o valor de responsabilidade do segurado em caso de sinistro parcial, como uma colisão, sendo a seguradora encarregada de pagar o restante do prejuízo.

Para facilitar o raciocínio: se a franquia custar R$ 2.000 e o conserto do veículo custar R$ 6.000, o segurado paga os R$ 2.000 e a seguradora cobre os R$ 4.000 restantes.

O valor da franquia deve ser consultado na apólice do seguro e varia conforme o tipo de cobertura contratada.

Como funciona a franquia de seguro?

O valor que o segurado paga, isto é, a franquia do seguro de veículo, somente se aplica a casos de perda parcial, ou seja, quando é possível consertar o veículo.

Em caso de indenização integral e de prejuízos provenientes de perda total, roubo/furto sem recuperação, incêndio ou explosão acidental, raio e suas consequências, não há cobrança de franquia.

Veja um exemplo de indenização integral: Imagine que um carro foi roubado e não foi recuperado. O valor do carro segurado é de R$ 50.000. Dessa forma, o que acontece é que:

  • A seguradora considera perda total e indeniza o valor total segurado;
  • Você recebe R$ 50.000 e não paga nada de franquia.

Como é um caso de indenização integral, a franquia não é cobrada.

Leia também | Cosseguro: o que é, como funciona e qual a diferença para o resseguro?

Qual o preço da franquia do seguro?

Cada seguradora define sua política de preço da franquia com base em critérios, como: 

  • Apólice: planos mais completos ou com franquia reduzida costumam ter mensalidades mais altas;
  • Tipo de veículo: carros com peças mais caras ou difíceis de encontrar tendem a ter franquias mais altas;
  • Perfil do consumidor: idade, histórico de direção e tempo de habilitação influenciam diretamente na análise de risco e, consequentemente, no valor da franquia;
  • Região de circulação: locais com maior índice de roubos ou acidentes aumentam o valor da franquia.

Em alguns seguros, no momento da contratação, é possível escolher entre: uma franquia menor (pagando um seguro mais caro) ou uma franquia maior (pagando seguro mais barato).

Seguro da Suhai tem franquia?

Na Suhai, a maioria das coberturas não exige franquia principalmente em planos que contemplam roubo, furto, perda total e a Responsabilidade Civil Facultativa (RCF-V).

A franquia só é aplicada em caso de cobertura compreensiva, também chamada de cobertura para perda parcial, disponível apenas em algumas regiões do país e em fase de expansão.

E quando a franquia não é aplicada? A franquia não é aplicada em caso de indenização integral e de prejuízos provenientes de perda total, roubo/furto sem recuperação, incêndio ou explosão acidental, raio e suas consequências.

Verifique com um corretor parceiro ou entre em contato com a Suhai para conhecer nossos planos de proteção veicular.

Quando vale a pena pagar a franquia do seguro?

Para decidir entre usar ou não o seguro contratado em caso de pequenos sinistros, considere essas dicas:

  • Compare o valor do conserto com o valor da franquia;
  • Se o reparo for menor que a franquia, não vale a pena acionar;
  • Verifique se há perda de bônus na renovação.

Ao contratar um seguro, é importante compreender detalhadamente todas as cláusulas da apólice, principalmente aquelas relacionadas às coberturas oferecidas, exclusões e ao valor da franquia.

Ter clareza do que foi contratado evita que você tenha surpresas e frustrações no momento em que mais precisa de apoio: durante um sinistro.

Transparência é o melhor caminho para sua proteção

O seguro ideal para o seu veículo será aquele que atende às suas necessidades. Nesse sentido, a franquia do seguro é parte importante ao escolher a cobertura que será contratada.

A Suhai trabalha com transparência, aceita veículos recusados pelas seguradoras tradicionais e oferece coberturas personalizadas, com ou sem franquia.

Por isso, não perca mais tempo! Converse com um corretor parceiro ou faça uma simulação agora mesmo no nosso site!

Perguntas frequentes sobre franquia do seguro

Para que não restem mais dúvidas sobre franquia do seguro:

Quando não preciso pagar a franquia?

Não é necessário pagar franquia quando há indenização integral, como em casos de perda total, roubo/furto sem recuperação, incêndio, explosão ou raio. A franquia só é cobrada em casos de danos parciais ao seu veículo.

Quem paga a franquia em caso de colisão?

Em caso de colisão com dano parcial, quem paga a franquia é o segurado que contratou o seguro. A seguradora cobre apenas o valor que excede a franquia. Já em colisões com indenização integral, não há pagamento de franquia.

É possível parcelar a franquia do seguro?

Depende da política da seguradora. É importante verificar essa opção no momento da contratação.

Tem que pagar franquia em caso de roubo?

Em caso de roubo ou furto do veículo com perda total (ou seja, quando o carro não é recuperado), você não precisa pagar franquia. A seguradora paga o valor da indenização integral conforme previsto na apólice.

Danos materiais: o que são, como funcionam e quando o seguro cobre

No dia a dia, situações inesperadas como colisões, quedas ou danos a bens materiais podem gerar prejuízos financeiros. Mas você tem como se proteger contra essas perdas por meio da cobertura por danos materiais no seguro auto, sabia?

Que tal entender, primeiro, o que são esses danos, como funcionam e quando o seguro cobre tais prejuízos? Neste texto, vamos esclarecer tudo e mostrar como a Suhai Seguradora pode ajudar você a se proteger.

Boa leitura!

O que são danos materiais?

Danos materiais são prejuízos tangíveis e comprováveis causados a bens físicos, que podem ser veículos, imóveis, objetos ou até mesmo prejuízos em contratos.

Por exemplo, uma colisão entre carros, a quebra de um portão, a destruição de equipamentos ou prejuízos decorrentes de descumprimento contratual são situações que configuram dano material.

É importante destacar que, diferente dos danos morais, que envolvem sofrimento emocional ou abalo psicológico, os danos materiais são prejuízos concretos, que podem ser comprovados por documentos como:

  • Notas fiscais;
  • Orçamentos;
  • Laudos técnicos.

Leia também | O que são danos corporais no seguro?

Quais são os tipos de danos materiais?

Os danos materiais podem ser divididos em duas categorias principais:

  1. Danos emergentes: prejuízos imediatos e diretos, como o custo para consertar um carro batido, trocar um vidro quebrado ou reparar um muro danificado, entre outros gastos para reparar ou repor o bem afetado;
  2. Lucros cessantes: prejuízos decorrentes da perda de ganhos ou lucros que deixaram de ser obtidos por causa do dano. Por exemplo, um motorista de aplicativo que fica impossibilitado de trabalhar após um acidente e, por isso, deixa de faturar naquele período.

O que diz a lei sobre danos materiais?

A proteção contra danos materiais está fundamentada na legislação brasileira, que define as responsabilidades de quem causa prejuízos a terceiros.

O Código Civil estabelece as regras para a reparação desses danos, desde que consiga comprovar o prejuízo sofrido. A seguir, destacamos os principais dispositivos legais que amparam esse direito.

O que diz o artigo 927 do Código Civil?

O artigo 927 estabelece que quem causar dano a outrem, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, é obrigado a reparar o prejuízo. Ou seja, há uma responsabilidade civil clara para quem causar danos materiais a terceiros.

O que diz o artigo 402 do Código Civil?

O artigo 402 reforça que a indenização deve cobrir tanto os prejuízos sofridos (danos emergentes) quanto o que a vítima deixou de lucrar (lucros cessantes).

Para que essa reparação ocorra via processo judicial, o prejuízo deve ser comprovado com documentos, notas fiscais, orçamentos, laudos técnicos ou qualquer outra evidência que demonstre o dano material sofrido.

Como funciona a cobertura por danos materiais no seguro auto?

No seguro auto, a cobertura de danos materiais é oferecida principalmente dentro da modalidade Responsabilidade Civil Facultativa Veicular (RCF-V), que protege terceiros prejudicados por acidentes causados pelo veículo segurado.

Por exemplo: se você bater no carro de outra pessoa ou causar danos à fachada de um imóvel, a cobertura RCF-V poderá reembolsar os prejuízos respeitando o limite da apólice. Essa cobertura é opcional e deve ser contratada na adesão ao seguro.

Além disso, a Suhai oferece a cobertura para danos materiais ao próprio veículo, conhecida como Cobertura 1 — Compreensiva, que inclui:

  • Colisão;
  • Incêndio;
  • Roubo ou furto;
  • Danos por enchentes;
  • Atos danosos praticados por terceiros.

Vale destacar que itens como som automotivo, adesivos personalizados e blindagem não estão incluídos nessa cobertura.

E mais: o limite máximo de indenização (LMI) está detalhado na apólice e engloba também honorários e custas judiciais de até R$ 10 mil ou 10% do valor contratado, o que for menor.

Para consultar as diretrizes completas, o documento de Condições Gerais da Suhai traz todas as informações (basta buscar por “danos materiais”).

Segurança financeira começa com um seguro que te entende

Danos materiais são mais comuns do que imaginamos, seja no trânsito ou em outras situações do dia a dia. Ter um seguro que cubra esse tipo de prejuízo é um verdadeiro alívio para o orçamento e garante proteção ao seu patrimônio.

Na Suhai Seguradora, você escolhe a cobertura que melhor atende às suas necessidades, incluindo proteção para terceiros (RCF-V) e para o próprio veículo (Cobertura Compreensiva).

Quer se proteger com tranquilidade e segurança? Faça uma cotação gratuita e conheça as soluções da Suhai para você!

Dúvidas frequentes sobre danos materiais

Aprenda mais sobre o que são os danos materiais com as dúvidas respondidas abaixo.

O que se enquadra como dano material?

Dano material é qualquer prejuízo tangível e comprovável causado a bens físicos, como veículos, imóveis, objetos ou perdas financeiras diretas, como o custo para reparar um carro após uma colisão ou o conserto de um portão danificado.

Qual o valor que posso receber por danos materiais?

O valor da indenização depende do prejuízo comprovado e do limite máximo previsto na apólice do seguro. Geralmente, esse valor cobre os custos para reparar ou substituir o bem danificado, além de honorários e custas judiciais dentro dos limites contratuais.

Como comprovar um dano material?

A comprovação é feita por meio de documentos como notas fiscais, orçamentos de conserto, laudos técnicos, fotos do dano e outros registros que demonstrem o prejuízo sofrido.

Qual a diferença entre dano material e dano moral?

Dano material refere-se a prejuízos físicos e financeiros comprováveis, enquanto dano moral está ligado a sofrimentos, humilhações ou abalos emocionais, que não envolvem perdas financeiras diretas.

Danos corporais no seguro: o que são, o que cobre e como funciona na Suhai

No trânsito, um simples descuido pode mudar vidas em segundos e, por isso, a cobertura por danos corporais no seguro auto é tão valiosa. Ela garante, principalmente, o amparo financeiro para lesões físicas causadas a terceiros.

Mais do que um item adicional na apólice, a proteção é um escudo para o motorista e para as vítimas, pois oferece segurança e tranquilidade diante dos imprevistos. 

Ficou interessado? Leia os tópicos abaixo para aprender tudo sobre o assunto.

O que se entende por danos corporais?

Danos corporais são lesões físicas causadas a terceiros decorrentes de acidentes com o veículo segurado. Esse termo se aplica a situações como fraturas, contusões, cortes, internações e demais consequências físicas diretas.

Atenção: danos psicológicos ou estéticos não são contemplados por essa cobertura.

Mas entenda o quão importante é esse tipo de proteção: em 2024, foram registrados 54.526 feridos em acidentes nas rodovias federais brasileiras (sem contar o contingente em vias urbanas). Sem o serviço adequado, os danos e prejuízos podem ser ainda piores.

Qual a diferença entre danos corporais, materiais e morais?

Para garantir que a cobertura contratada traga o suporte certo, compreenda as diferenças entre os principais tipos de seguro de responsabilidade na tabela abaixo:

Tipo de danoO que cobre
Danos corporaisLesões físicas ou invalidez de terceiros (fraturas, internações etc.)
Danos materiaisPrejuízos causados à propriedade alheia (carros, muros, objetos etc.)
Danos moraisAções que geram compensação por sofrimento emocional, dor ou abalo psicológico

Embora façam parte do guarda-chuva da Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), cada uma dessas coberturas precisa ser contratada ou incluída de forma expressa e separada, conforme as necessidades do segurado.

O que cobre a cobertura de danos corporais no seguro auto?

A cobertura de danos corporais pertence à modalidade Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V), que traz proteção financeira ao segurado quando há lesões físicas a terceiros decorrentes de um acidente de trânsito. Por exemplo:

  • Despesas médicas e hospitalares, como tratamento, internação, cirurgias e medicamentos;
  • Indenização por invalidez permanente ou morte, que é quando o acidente gera incapacidade ou óbito da vítima;
  • Custas judiciais e honorários advocatícios até o limite de 10% do valor contratado para a cobertura ou R$ 10 mil, o que for menor.

Atenção: o valor máximo que a seguradora pagará, chamado de Limite Máximo de Indenização (LMI), é definido durante a contratação da apólice.

Danos corporais são cobertos pelo seguro da Suhai?

Sim. Na Suhai Seguradora, a cobertura de danos corporais é oferecida como opção dentro da modalidade RCF-V. Mas, atenção à alguns pontos importantes:

  • Contratação no início da apólice: não é possível adicionar a cobertura posteriormente sem nova análise;
  • Valor da cobertura definido pelo segurado: respeitando os limites estabelecidos pela seguradora;
  • Cobertura complementar ao DPVAT: só entra em ação para valores que excedam a indenização do seguro obrigatório, conforme Art. 2º da Lei 6.194/74;
  • Exclusão de dano estético: lesões que afetem a aparência, sem comprometer a função física, não estão incluídas.

Todos os detalhes podem ser consultados nas Condições Gerais da Suhai Seguradora, basta buscar por “danos corporais” para localizar o trecho específico.

Como acionar a cobertura por danos corporais?

Em caso de acidente envolvendo terceiros, o procedimento para acionar a cobertura de danos corporais na Suhai segue cinco etapas, veja:

  1. Registro do acidente, preferencialmente com boletim de ocorrência;
  2. Abertura de sinistro junto à Suhai via telefone, site ou aplicativo;
  3. Envio de documentos e laudos médicos para comprovar as lesões e os custos;
  4. Avaliação técnica e jurídica para analisar se o caso se enquadra na cobertura contratada;
  5. Pagamento da indenização mediante decisão judicial ou acordo formalmente aceito pela Suhai, conforme previsto nas Condições Gerais.

Proteção para você e para quem estiver por perto

Optar pela cobertura de danos corporais é assumir uma postura responsável no trânsito para dar suporte financeiro a quem possa ser afetado por um acidente.

Com a Suhai, você tem liberdade para montar o seguro do seu jeito, incluindo a proteção que vai além do veículo, pensando no bem-estar das pessoas envolvidas.

Faça uma simulação gratuita e descubra como incluir a cobertura na sua apólice!

Perguntas frequentes

Confira as principais questões sobre danos corporais no seguro.

Qual o valor dos danos corporais?

O valor é definido na apólice e representa o limite máximo que a seguradora pagará em caso de sinistro.

O que é RCF danos corporais?

É a cobertura de responsabilidade civil facultativa destinada a indenizar terceiros por lesões físicas causadas pelo veículo segurado.

Como funciona a indenização por danos físicos?

Ela cobre despesas médicas, hospitalares e indenizações por invalidez ou morte, respeitando o LMI contratado.

Qual é o valor da indenização por lesão corporal?

Varia conforme o limite definido na apólice e só é paga após acordo ou decisão judicial.

Cosseguro: o que é, como funciona e qual a diferença para o resseguro

Você já ouviu falar em cosseguro? Pode ser que não, porque esse é um termo que, muitas vezes, fica restrito aos bastidores do mercado de seguros. 

Porém, entender como ele funciona faz  toda a diferença para quem busca proteção para bens de alto valor ou para grandes projetos.

Neste post, vamos explicar como o cosseguro funciona, em que situações ele é usado e por que a Suhai não trabalha com esse modelo, mas sim com uma solução mais direta. 

Fique com a gente até o final deste conteúdo para entender mais!

O que é cosseguro?

Cosseguro é quando duas ou mais seguradoras dividem a responsabilidade por uma mesma apólice

Ou seja, ao invés de uma única empresa cobrir todo o risco de um contrato, duas ou mais companhias compartilham essa tarefa, cada uma com sua porcentagem de participação.

Isso não significa que o cliente tenha dois seguros diferentes, mas sim que a proteção dele está garantida por mais de uma seguradora ao mesmo tempo.

Para facilitar o entendimento, imagine uma empresa que precisa segurar uma carga valiosa, com equipamentos que somam milhões de reais:

  • A seguradora A topa segurar 60% do risco;
  • Já a seguradora B cobre os 40% restantes. 

No final, o cliente tem uma única apólice, mas com duas seguradoras por trás dela.

Além de cargas e caminhões, o cosseguro também pode aparecer em:

  • Projetos de construção de grande porte;
  • Seguros de aeronaves ou embarcações;
  • Contratos de multinacionais com frotas gigantes;
  • Obras de infraestrutura pública ou privada.

Nesses casos, dividir o risco faz sentido. É uma forma de tornar viável a contratação de uma proteção que, sozinha, uma seguradora talvez não assumisse.

Qual a diferença entre cosseguro e resseguro?

Essa é uma dúvida comum. Basicamente, no cosseguro, o cliente conhece as empresas que dividem a responsabilidade desde o início. No resseguro, ele só vê na apólice o nome de uma seguradora, a outra vai ser contratada posteriormente.

Tanto o cosseguro quanto o resseguro envolvem mais de uma empresa no contrato. Mas a lógica é bem diferente.

Por exemplo, você contrata um seguro com a seguradora X. Ela assume o compromisso com você, mas, para se proteger, faz um contrato com uma resseguradora Y. 

Se der problema, a seguradora X continua te atendendo, mas depois aciona a resseguradora para cobrir os custos internamente.

  • Cosseguro = divisão visível do risco;
  • Resseguro = divisão interna, entre empresas.

Cosseguro é comum em quais tipos de apólice?

O cosseguro não é o modelo padrão do mercado. Ele aparece, principalmente, em contratos que envolvem valores altos, riscos mais complexos ou exigências técnicas específicas. Entre os tipos de apólice em que o cosseguro é mais comum, podemos citar alguns:

  • Seguros corporativos de grande porte;
  • Projetos de engenharia de grande escala;
  • Seguros aeronáuticos e marítimos;
  • Frotas de grandes empresas, especialmente multinacionais.

Esses contratos exigem mais segurança financeira das seguradoras. Por isso, faz sentido que mais de uma empresa entre no jogo.

Já no varejo, que é onde estão os seguros mais acessíveis, como seguros de carro, moto, bicicleta e utilitários, o cosseguro quase nunca é usado.

A Suhai trabalha com cosseguro?

Não. A Suhai não utiliza o modelo de cosseguro. Todos os riscos que aceitamos estão dentro do nosso próprio portfólio

Isso significa que, ao contratar um seguro com a gente, você está lidando diretamente com uma única seguradora: a Suhai.

Ou seja, você não vai ter surpresas com contratos divididos ou responsabilidades compartilhadas entre empresas. A Suhai assume o compromisso com você do início ao fim. 

Mas por que isso é um diferencial?

  • Cobertura direta: você sabe exatamente quem está por trás do seu seguro;
  • Aceitação ampla: mesmo com um perfil diferente ou veículo fora do padrão, temos soluções personalizadas;
  • Mais simplicidade: todo o processo de contratação, renovação e atendimento acontece em um só lugar;
  • Sem burocracia: esqueça complicações na hora de acionar seu seguro.

Se você quiser contratar serviços complementares, pode fazer isso com outras empresas. Mas o seguro do seu veículo está 100% garantido com a Suhai.

Com a Suhai, você contrata direto e com confiança

Como vimos, o cosseguro é um modelo usado em situações bem específicas e de alto valor. Não é o que a maioria dos motoristas e motociclistas buscam no dia a dia.

Na Suhai, a proposta é diferente. Aqui, você encontra seguros descomplicados, diretos e com foco no que realmente importa: proteger você e o seu veículo.

Nada de contrato dividido. Nada de seguradora escondida. Você sabe com quem está lidando do início ao fim.

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Perguntas frequentes sobre cosseguro

Abaixo, você encontra as respostas para as principais dúvidas sobre o tema.

O cosseguro é aceito por todas as seguradoras? 

Não. Na verdade, a maioria das seguradoras do varejo nem trabalha com cosseguro. Esse modelo é mais comum em contratos corporativos e de alto valor. 

Quando é necessário fazer um cosseguro?

O cosseguro costuma ser necessário quando o valor do bem segurado é muito alto ou o risco é muito complexo, tornando difícil para uma única seguradora assumir tudo sozinha. Exemplo: grandes obras de engenharia ou frotas multinacionais.

Qual a função do resseguro?

O resseguro funciona como uma proteção da seguradora, e não do cliente. A empresa que te vende o seguro pode fazer um contrato à parte com uma resseguradora, que cobre parte dos riscos assumidos.

Carência do seguro: o que é, como funciona e quando se aplica

Na hora de contratar qualquer seguro, é comum esbarrar em um termo importante: carência do seguro. Mas o que isso significa? Tem a ver com o tempo que você precisa esperar para começar a usar o serviço?

A resposta é sim. Mas calma, isso não significa que todos os seguros funcionam do mesmo jeito. 

Neste conteúdo, você vai entender o que é carência, quais são os tipos de seguros que normalmente têm esse prazo e como isso funciona no seguro de automóvel, como no caso da Suhai. 

Fique até o final para entender tudo!

O que é a carência no seguro?

A carência no seguro é um período de tempo em que, mesmo com o contrato assinado e o pagamento em dia, a cobertura ainda não pode ser utilizada. 

Ou seja, o seguro está valendo oficialmente, mas você precisa esperar um pouco antes de contar com as proteções contratadas.

Esse período de carência serve como uma forma de proteção para a seguradora e também ajuda a manter o equilíbrio do contrato.

Veja alguns exemplos de seguros que costumam ter período de carência:

  • Seguro saúde: pode ter carência de até 180 dias para exames e cirurgias;
  • Seguro de vida: normalmente exige carência para morte natural, geralmente de 90 dias;
  • Seguro desemprego privado: exige um tempo mínimo de contribuição antes da liberação do benefício.

Apesar disso, nem todo seguro tem carência. Em alguns casos, como o seguro de carro, a cobertura pode começar a valer logo após a vigência da apólice.

Como funciona a carência no seguro auto da Suhai?

Se você está se perguntando se o seguro de carro tem carência, a resposta, na maioria dos casos, é não. No geral, os seguros de automóvel passam a valer a partir do início da vigência da apólice, ou seja, da data oficial em que o contrato começa. 

Algumas seguradoras podem pedir uma vistoria prévia, mas, fora isso, a cobertura já entra em ação após o pagamento.

E com o seguro da Suhai, funciona do mesmo jeito: assim que sua apólice é ativada e o pagamento é feito, seu carro, moto ou caminhão já está protegido. Não há carência no seguro da Suhai para a cobertura principal do veículo.

Porém, existe uma única exceção que precisa ser explicada. Ela aparece no documento de Condições Gerais da Suhai (página 50, cláusula 2.2.5) e se refere à cobertura da assistência 24h. Veja o que diz o trecho:

“Em caso de inclusão de cobertura (Plano 1 ou Plano 2) em apólice vigente ou nos casos de alteração de cobertura do Plano 1 – 200 KM – para Plano 2 – 500 KM –, a cobertura estará disponível após período de carência de 3 (três) dias úteis.”

Ou seja, se você já tem um seguro ativo e decide adicionar um plano de assistência 24h (ou mudar de plano), essa nova cobertura só estará disponível após 3 dias úteis.

O que considerar antes de contratar um seguro com carência?

Existem vários tipos de seguro com carência, e o ideal é sempre saber o que esperar desde o início. Veja algumas dicas para não cair em armadilhas:

  • Leia as Condições Gerais: verifique prazos, coberturas, exclusões e se há carência;
  • Confira o início da cobertura: nem sempre a proteção começa na hora, sendo assim, fique atento à vigência e à carência;
  • Desconfie de promessas milagrosas: cobertura imediata sem critério pode esconder armadilhas;
  • Avalie com calma: preço é importante, mas entenda tudo que está incluso e se há carência nas coberturas.

Ou seja, a carência do seguro não é um problema, desde que você saiba dela com antecedência

O segredo está na transparência das informações e na escolha de uma empresa que fala com você de forma simples e honesta, como é o caso da Suhai.

Transparência e confiança: com a Suhai, você sabe quando a proteção começa

Hoje em dia, o que todo mundo busca é um seguro que funcione sem enrolação. Você paga, a cobertura entra em vigor e pronto. E é exatamente assim que a Suhai trabalha.

Além da transparência, a Suhai oferece vantagens que você dificilmente encontra por aí:

  • Aceita veículos que outras seguradoras recusam, como motos ou carros antigos, motoristas de aplicativo, caminhões, etc;
  • Cobertura contra roubo e furto;
  • Contratação rápida, simples e 100% online;
  • Sem carência para a proteção principal do seguro automotivo.

Faça agora mesmo a sua cotação online e veja como é fácil garantir o seu seguro com a Suhai.

Perguntas frequentes sobre carência do seguro

Ainda com dúvidas? Veja abaixo as principais perguntas sobre carência de seguro.

Seguro de carro tem carência?

Na maioria das seguradoras, não. A cobertura entra em vigor com o início da vigência da apólice, após o pagamento e a vistoria (se necessário).

Quando o segurado perde a carência?

A carência não é perdida, mas sim cumprida. Ou seja, você precisa aguardar o prazo estabelecido no contrato antes de usar a cobertura. Se o prazo passar e a apólice estiver ativa, você já pode usar os serviços normalmente.

Qual é o tempo de carência para usar a assistência 24h da Suhai?

Se você contratou a assistência 24h junto com o seguro, ela já entra em vigor com a apólice. Mas se você adicionou ou alterou o plano depois, aí sim existe uma carência de 3 dias úteis até o serviço ficar disponível.

Qual é o tempo de carência no seguro de vida?

Depende da seguradora e do tipo de cobertura. Em geral, o seguro de vida tem carência de 90 dias para morte natural e pode ter outros prazos específicos.

Como saber se o meu seguro Suhai está ativo? Veja o passo a passo aqui

Você contratou um seguro com a Suhai mas ainda ficou com a dúvida: “Como saber se o meu seguro Suhai está ativo?” Saiba que é muito fácil verificar essa informação. 

Acompanhar a vigência do seu contrato é indispensável para garantir que seu veículo esteja protegido em qualquer situação e evitar circular sem cobertura.

Neste conteúdo, explicamos o que você precisa fazer para confirmar se o seu seguro está ativo conosco e damos dicas simples para não perder prazos importantes.

Vamos lá?

Como saber se o meu seguro Suhai está ativo?

Existem diferentes formas de verificar se o seu seguro Suhai está ativo. Veja as principais:

  • Verifique a apólice enviada por e-mail: ao contratar o seguro, você recebe a apólice no e-mail cadastrado. Ela contém todas as informações sobre o contrato, incluindo a data de início e término da vigência. Se a data de início já passou e o pagamento foi realizado, o seguro está ativo;
  • Fale com o seu corretor de seguros: o corretor parceiro que intermediou a contratação tem acesso direto ao sistema da Suhai e pode informar o status da apólice, além de esclarecer dúvidas ou auxiliar em processos como renovação;
  • Entre em contato com a Suhai: você também pode confirmar o status diretamente com a Suhai por meio dos canais oficiais de atendimento, como telefone, chat no site ou formulário online. Basta informar seus dados (nome completo e CPF) para que a equipe localize sua apólice;
  • Use o portal ou aplicativo (se disponível): em alguns casos, é possível acessar seu contrato por plataformas digitais da Suhai. Informe-se com seu corretor sobre essa possibilidade.

Quando o seguro fica ativo?

O seguro Suhai passa a valer a partir da data de início de vigência informada na apólice, desde que o pagamento tenha sido realizado e a proposta aprovada pela seguradora. Essa data é definida no momento da contratação e está claramente indicada no documento enviado por e-mail.

Dica: sempre confira essa informação na sua apólice para garantir que seu veículo já está protegido.

Por que é importante acompanhar a vigência do seguro?

Ter um seguro contratado não significa, automaticamente, estar protegido. A apólice só entra em vigor a partir da data de início definida no documento e sua validade depende do pagamento em dia das parcelas. Por isso, é importante:

  • Guardar a apólice em local de fácil acesso (como um e-mail fixado ou documento impresso);
  • Criar um lembrete de renovação com pelo menos 30 dias de antecedência do vencimento;
  • Entrar em contato com a seguradora ou corretor caso surja qualquer dúvida sobre a vigência.

Se sua apólice estiver próxima do vencimento, aproveite para conferir nosso conteúdo sobre como renovar seguro de carro.

Leia também | Renovar seguro de carro: como fazer e por que é importante planejar com antecedência

Como falar na Suhai?

Você pode confirmar se seu seguro Suhai está ativo entrando em contato pelos seguintes canais:

  • Atendimento telefone 08h às 19h: 3003-0335 (SP e RJ); 0800-784-2410 (Demais regiões)
  • Chat online: disponível no site oficial da Suhai;
  • Whatsapp: 011 3003-0335
  • Formulário de contato: também no site, com retorno por e-mail.

Importante: sempre utilize os canais oficiais da Suhai para evitar fraudes ou informações incorretas. Se tiver contratado por meio de um corretor, ele também poderá validar todos os dados com segurança.

A seguradora Suhai é boa?

Sim, a Suhai é uma seguradora regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), o que garante que sua operação segue as normas do mercado segurador brasileiro. 

A empresa é especializada em proteção essencial contra roubo e furto, com seguros acessíveis para veículos rejeitados por seguradoras tradicionais, como motos, carros usados, caminhões antigos e veículos de motoristas de app.

Além disso, a Suhai apresenta avaliações positivas no Reclame Aqui, com destaque para o selo RA1000 que reflete o ótimo atendimento e a transparência nas tratativas com os clientes.

Dica: Você pode verificar a regularização da Suhai diretamente no site da SUSEP: Consulte a regularidade das seguradoras.

Mantenha o controle da sua proteção e evite imprevistos

Saber se o seguro está ativo é um passo simples para garantir que você e seu veículo estejam protegidos. Além de verificar a apólice no e-mail ou consultar o corretor, lembre-se de acompanhar a data de vigência e manter seus documentos organizados.

Caso seu seguro esteja próximo do vencimento, aproveite para fazer a renovação com antecedência e evitar qualquer período sem cobertura.

Quer entender como renovar seu seguro com tranquilidade e economia? Converse com um de nossos especialistas.

Perguntas frequentes sobre seguro ativo da Suhai

Veja mais dúvidas sobre o tema:

Como saber se o seguro do meu carro está ativo?

A apólice indica a data de início e fim da cobertura. Se a vigência já começou e está em dia, o seguro está ativo.

Como consultar a apólice pelo CPF?

A Suhai pode localizar sua apólice a partir do CPF informado no atendimento.

Quanto tempo demora para ativar o seguro?

A ativação ocorre após a análise dos documentos e a confirmação do pagamento. A data de início será informada na apólice.

Quando o seguro fica ativo?

A cobertura passa a valer na data informada na apólice, desde que o pagamento esteja regularizado.