Skip to main content

Passeio de moto no Brasil: 10 destinos imperdíveis para conhecer

O passeio de moto é uma experiência que oferece muitos benefícios que quem viaja de carro geralmente não tem. 

Poder entrar em lugares bem estreitos, ter mais liberdade e se sentir mais próximo do cenário pelo qual está passando, além de economizar na gasolina, já que esse tipo de veículo gasta menos combustível, são alguns deles.

Neste conteúdo, trouxemos uma lista de lugares para turismo de moto, organizada por diferentes perfis de viajantes e regiões do país. 

Além disso, no final, você encontrará um checklist de segurança e planejamento para garantir que sua viagem seja inesquecível.

Se você é apaixonado por viagem e quer se aventurar pelas estradas do Brasil, continue com a gente para descobrir os melhores lugares para passeio de moto!

Passeios de moto no Sudeste

O Sudeste é uma das regiões mais completas para quem gosta de viajar de moto

Entre paisagens de serras, cachoeiras e cidades históricas, cada estrada oferece experiências e cenários diferentes.

Seja para relaxar em meio à natureza ou para viver um pouco da história do Brasil, não faltam opções para passeio de moto. Veja algumas delas:

1. Furnas (MG)

Esse local não é muito conhecido, mas abriga algumas das cachoeiras mais lindas de Minas Gerais. O seu acesso é bem simples e, dependendo de onde sair, é só seguir pela Fernão Dias ou Anhanguera. 

A maior vantagem é poder parar em diversas cachoeiras de tirar o fôlego e que ficam bem na beira da estrada. 

Se você busca por lazer completo, também encontrará lugares pagos como o Paraíso Perdido e a Lagoa Azul, onde, além de cachoeira, você pode desfrutar de passeios de barco e restaurantes com comida local.

Veja algumas dicas sobre este lugar:

  • Destaques: cachoeiras da Lagoa Azul, Véu de Noiva e Paraíso Perdido, com áreas de banho seguras e mirantes próximos à estrada;
  • Melhor época: entre maio e setembro, quando as estradas estão mais tranquilas e a água das cachoeiras fica mais clara;
  • Cuidados: em época de chuva, as estradas podem ficar escorregadias. Por isso, use sempre equipamentos de proteção e leve dinheiro em espécie, já que alguns locais não aceitam cartão.

2. Estrada Real (MG, RJ, SP)

Considerada a maior rota turística do País, a Estrada Real tem 1.630 quilômetros de extensão e passa pelos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. 

Em meados do século XVII, a Coroa Portuguesa oficializou os caminhos usados para o trânsito de ouro e diamantes de Minas Gerais até os portos do Rio de Janeiro. Essas trilhas foram batizadas de Estrada Real. 

A Estrada tem alguns trechos, como:

  •  O Caminho Velho, ou Caminho do Ouro, que liga Ouro Preto (MG) a Paraty (RJ) e foi a primeira trilha delegada pela Realeza;
  • O Caminho dos Diamantes, que liga Ouro Preto à cidade de Diamantina; 
  • O Caminho Sabarabuçu, que liga Cocais à Glaura (Ouro Preto) e percorre Serras de Minas Gerais, próximo ao Rio das Velhas.

Mas é preciso reservar alguns dias para fazer o trajeto, já que ele é bem extenso e conta com muitas montanhas pelo caminho.

Confira algumas dicas:

  • Destaques: cidades históricas como Ouro Preto, Tiradentes e Diamantina; paisagens de serra como Serra de Ouro Branco e Rio das Velhas;
  • Melhor época: de abril a setembro, que tem menos possibilidade de chuvas e é quando as estradas estão em melhores condições, com clima agradável para pilotar;
  • Cuidados: planeje paradas para descanso, mantenha combustível sempre cheio em trechos mais longos e fique atento a curvas acentuadas em regiões de serra.

Para saber mais e preparar o seu itinerário, visite o site do Instituto Estrada Real, repleto de informações para turistas. 

3. Serra Fina

Localizada entre os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, a Serra Fina é uma das mais bonitas de todo o país. 

Aliás, não só bonita como também desafiadora, já que a sua travessia é considerada a mais difícil do Brasil, mas não de moto.

Quem sai de São Paulo ou do Rio em direção à cidade de Passa Quatro, em Minas, pode aproveitar uma das estradas tidas como das melhores da região: a Presidente Dutra. 

E aí, se quiser enfrentar depois a aventura da Serra, a pé, é só deixar a moto na pousada e seguir caminhando. Se decidir fazer isso, não deixe de conhecer:

  • Travessia da Serra Fina: liga Passa Quatro a Itamonte e passa por picos famosos como Capim Amarelo, Pedra da Mina e Pico dos Três Estados, ideal para os mais aventureiros;
  • Trilhas curtas próximas à cidade: caminhos até miradouros e cachoeiras, ideais para quem quer apenas apreciar a vista e curtir a natureza sem esforço extremo.

4. Estrada das Hortênsias (RJ) 

Ligando Sana, na Serra de Macaé, até Petrópolis, essa estrada é ideal para quem quer conhecer diversos pontos do Rio de Janeiro

Nesse caminho, você passará por lugares como Nova Friburgo, Teresópolis e Itaipava, conhecidas como cidades ótimas para quem busca por baladas agitadas.

Veja algumas dicas sobre o lugar:

  • Destaques: miradouros em Teresópolis, parque Nacional da Serra dos Órgãos, centro histórico de Petrópolis e hortênsias ao longo do caminho;
  • Melhor época: maio a agosto, com clima ameno e estradas mais seguras;
  • Cuidados: atenção às curvas, neblina frequente e necessidade de paradas para descanso.

Passeios de moto no Sul

O Sul do Brasil oferece estradas que combinam aventura e beleza natural em cada trecho. Entre vales, cachoeiras e cidades acolhedoras, os motociclistas encontram roteiros perfeitos para explorar a região no ritmo da estrada e aproveitar paisagens. Confira alguns lugares imperdíveis pelo Sul:

5. Serra do Rio do Rastro

Crava bem no meio da serra catarinense, entre as cidades de Bom Jardim da Serra e Lauro Müller.

A Serra do Rio Rastro, com seus 1.467 metros de altura, conta com todo aquele visual que lembra as cidades europeias, bastante presente no sul do país e com o tradicional frio da região, que no inverno costuma marcar até zero grau.

De olho nisso, quem anima passar por essa área precisa se preparar para enfrentar temperaturas bastante baixas e até mesmo um pouco de neblina e gelo na pista em determinados meses. 

Mas quanto a isso não tem problema, basta dar uma olhada no post que já fizemos com dicas e cuidados para pilotar sua moto no frio.

Algumas dicas são:

  • Destaques: mirantes da Serra do Rio do Rastro e do Cânion Laranjeiras, áreas de observação da vegetação de araucárias e vistas para vales e planaltos da região;
  • Melhor época: de março a maio e setembro a novembro, meses em que o frio é moderado e estradas estão mais seguras;
  • Cuidados: atenção ao gelo no inverno, neblina densa e pistas escorregadias.

Passeios de moto no Nordeste 

O Nordeste é perfeito para quem quer unir estrada, sol e paisagens paradisíacas. Com praias de águas cristalinas, falésias, lagoas e vilas charmosas, cada trajeto oferece cenários para quem busca aventura, lazer e contato direto com a natureza.

Alguns lugares para conhecer são:

6. Maragogi (AL)

Se você busca por praias e paisagens de tirar o fôlego, Maragogi é o destino mais adequado para você.

Além de dissoi, ao percorrer o litoral alagoano você irá se deparar com dezenas de praias como Barra Grande, Dourado e Bugalhau. 

Com ventos fortes e águas cristalinas, a região é ótima para passeios de moto românticos ou aquelas merecidas férias com sombra e água fresca.

Veja as principais dicas:

  • Destaques: piscinas naturais de Taocas e Barra Grande, Praia do Dourado, Praia de Bugalhau e passeios de barco para as galés;
  • Melhor época: setembro a março, quando o mar está mais cristalino;
  • Cuidados: atenção às estradas estreitas e reserve combustível em trechos longos.

7. Rota do Sol (RN)

Conhecida também como RN-063, essa popular rodovia do Rio Grande do Norte é excelente para motociclistas que querem conhecer o litoral do estado, já que ela liga Natal até a Praia da Pipa. 

Para chegar ao local, basta pegar o acesso pela zona sul de Natal. Os viajantes só precisam ter cuidado na estrada, pois o local abriga muitos animais nativos que atravessam a rodovia com certa frequência.

Fique atento a estes pontos:

  • Destaques: falésias da Praia de Pipa, Chapadão de Pirangi, Praia do Amor e vilas charmosas ao longo do litoral;
  • Melhor época: setembro a fevereiro, com menos chuvas e dias ensolarados;
  • Cuidados: animais na pista e movimento intenso em alta temporada.

8. Parque da Serra – Itacaré (BA)

Até os anos 80, a cidade de Itacaré era um verdadeiro refúgio de surfistas que partiam em direção ao município para aproveitar as ondas e a exuberante natureza daquela região. 

No entanto, hoje, quem prefere a moto à prancha também pode curtir bastante as belezas dessa cidade baiana, principalmente se animar dar uma esticada até Ilhéus, através da Estrada Parque.

Nossas dicas são:

  • Destaques: praias como Prainha e Engenhoca, mirantes naturais, rios como o Rio de Contas e trechos preservados da Mata Atlântica;
  • Melhor época: novembro a março, quando a região fica mais seca e acessível;
  • Cuidados: curvas fechadas e pista escorregadia em dias de chuva.

9. Estrada do Parque – Ilhéus a Itacaré (BA)

A Rodovia de 65 km que liga Ilhéus a Itacaré atravessa regiões com lagoas, belas praias e trechos da Mata Atlântica. 

É considerada a primeira estrada ecológica do Brasil, pois sua construção foi feita com controle ambiental em cada etapa da execução. 

Além das praias e outras opções para amantes da natureza, o percurso oferece atrações como a casa onde o escritor baiano Jorge Amado cresceu em Ilhéus, hoje transformada em Casa da Cultura.

Anote aí:

  • Destaques: lagoa de Serra Grande, Praia da Concha, Casa da Cultura Jorge Amado em Ilhéus e trechos de Mata Atlântica preservada;
  • Melhor época: de dezembro a março, com clima quente e seco;
  • Cuidados: movimento intenso na alta temporada e atenção a trechos com sombra e umidade.

10. Chapada Diamantina (BA) 

Um dos destinos mais famosos do Brasil, a Chapada Diamantina é perfeita para quem gosta de aventura

Para os amantes de passeios de moto, estradas como a BR-242, que passa por Lençóis, e a BA-142, que conecta Mucugê a Andaraí, oferecem cenários incríveis com serras, vales e cachoeiras no caminho. 

É a pedida certa para quem gosta de rodar entre natureza exuberante e cidades históricas.

Fique de olho nessas dicas:

  • Destaques: cachoeiras da Fumaça e do Buracão, cânion do Pati, cidades históricas como Lençóis e Mucugê, e mirantes do Vale do Capão;
  • Melhor época: abril a outubro, período seco que facilita passeios e trilhas;
  • Cuidados: estradas sinuosas, pouca iluminação à noite e necessidade de planejamento para abastecimento.

Passeios de moto para casais

Se a ideia é curtir a dois, alguns destinos são ideais para romance, natureza e tranquilidade. A moto, além de trazer a sensação de liberdade, torna a viagem ainda mais especial.

Abaixo, separamos os melhores lugares para viajar de moto em casal e suas vantagens:

  • Estrada Real (MG, RJ e SP): charme das cidades históricas, gastronomia e hospedagens românticas;
  • Maragogi (AL): praias cristalinas, piscinas naturais e clima perfeito para férias a dois;
  • Serra do Rio do Rastro (SC): miradouros impressionantes, vegetação exuberante e clima europeu.

Checklist de segurança para viajar de moto

Viajar de moto é uma das melhores experiências para quem curte pilotar, mas é necessário atenção redobrada à segurança

Antes de cair na estrada, certifique-se que tomou todos os cuidados necessários para garantir uma viagem tranquila:

  • Equipamentos obrigatórios: capacete com viseira ou óculos, jaqueta com proteção, luvas, botas e roupas refletivas para maior visibilidade;
  • Revisão da moto: cheque freios, pneus, óleo, luzes e corrente antes de sair;
  • Planejamento de rotas: defina os trechos com antecedência, identifique paradas estratégicas para descanso e abastecimento, e evite rodar à noite em locais pouco iluminados;
  • Seguro: além de estar em dia com os documentos, contar com um seguro voltado para motos é importante para ter suporte em caso de imprevistos.

Para rodar com ainda mais tranquilidade, a Suhai oferece seguro com assistência 24h, ideal para quem quer viajar protegido e aproveitar cada quilômetro da estrada sem preocupação.

Conte com a parceria da Suhai no seu próximo passeio de moto 

Para curtir todos os momentos do seu passeio de moto comdiversão, é importante se precaver para aproveitar a viagem com segurança!

Para isso, faça uma cotação de seguro de moto e conte com a Suhai! Planeje sua rota, viva a liberdade sobre duas rodas e viaje com mais tranquilidade ao contar com proteção no caminho.

O que as pessoas também perguntam sobre passeio de moto

Separamos abaixo as principais dúvidas sobre passeio de moto. Confira!

Onde ir de moto no interior de SP?

Você pode explorar cidades como Campos do Jordão, Serra da Mantiqueira, Socorro e Holambra, que oferecem estradas bonitas, natureza e paradas charmosas.

Como se chama passeio de moto?

O passeio de moto também é chamado de mototurismo, turismo de moto ou simplesmente tour de moto, quando feito em estrada para lazer.

Onde ir de moto em MG?

Minas oferece rotas históricas e naturais, como Estrada Real, Furnas, Serra da Canastra e cidades coloniais como Ouro Preto e Tiradentes.

O que levar em um passeio de moto?

Leve capacete, jaqueta, luvas, botas, kit de ferramentas básico, documentos, celular, água e dinheiro, além de manter a moto revisada.

Fim do DPVAT: tudo o que você precisa saber sobre a extinção do seguro obrigatório

É o fim do DPVAT, o seguro obrigatório que garantia indenizações por acidentes de trânsito. Bom, sua cobrança foi suspensa em 2021, mas agora ele foi oficialmente extinto.

Com isso, a realidade é que vítimas de acidentes não podem depender mais do DPVAT. E o resultado disso é que a cobertura por alternativas privadas para lidar com despesas médicas, indenizações e a proteção contra terceiros nunca se fez tão relevante.

Neste artigo, explicamos o que mudou com o fim do DPVAT, o que você precisa saber sobre o novo cenário de seguro obrigatório e como manter a proteção com soluções acessíveis e confiáveis.

Continue a leitura para saber tudo.

O que é o DPVAT?

O DPVAT era a sigla para Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre. Ele foi criado pela Lei nº 6.194/74 e tinha como principal objetivo indenizar vítimas de acidentes de trânsito, motoristas, passageiros ou pedestres, independentemente de quem fosse o culpado pelo ocorrido.

As coberturas incluíam:

  • Indenização por morte;
  • Invalidez permanente;
  • Reembolso de despesas médicas.

O seguro era obrigatório e pago anualmente junto ao licenciamento do veículo. Porém, não cobria danos materiais, como consertos de veículos ou prejuízos causados a terceiros. 

Essa limitação sempre deixou muitas pessoas parcialmente desprotegidas, o que se torna ainda mais evidente agora com a sua extinção definitiva.

É verdade que acabou o seguro DPVAT?

Em 2021, os proprietários de veículos ficaram isentos do pagamento do DPVAT, mas isso não significou a extinção imediata do seguro obrigatório.

Na época, a suspensão da cobrança foi possível porque a Superintendência de Seguros Privados (Susep) relatou que havia recursos suficientes para pagar as indenizações daquele ano.

Hoje, em 2025, o cenário mudou: o DPVAT como seguro obrigatório foi oficialmente extinto. Ou seja, não existe mais a cobertura automática de indenizações por acidente de trânsito oferecida pelo antigo seguro.

Para motoristas e vítimas de acidentes, cabe a compreensão do que isso significa para que os imprevistos não se transformem em problemas ainda maiores.

Afinal, o fim do DPVAT não elimina a necessidade de proteção. Para isso, existem alternativas privadas, como seguros auto e de responsabilidade civil ou a proteção veicular, que são formas de garantir indenizações em caso de morte, invalidez ou despesas médicas.

Vai ter seguro DPVAT em 2025?

Como vimos, o DPVAT não existe mais. No entanto, desde 2024, está em discussão a implementação do Seguro Privado de Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT).

O SPVAT é uma alternativa privada que oferece indenização por acidente de trânsito, e funciona como um seguro às vítimas. Ele cobre situações como:

  • Morte;
  • Invalidez permanente;
  • Despesas médicas decorrentes de acidentes com veículos automotores.

Porém, diferentemente do antigo DPVAT, o SPVAT não é universalmente obrigatório. Para usá-lo, o motorista precisa contratar a apólice, garantindo que ele e terceiros envolvidos estejam protegidos.

O que foi a extinção do DPVAT?

O DPVAT, antigamente chamado de Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, foi instituído pela Lei nº 6.194/74 e passou por atualizações ao longo dos anos para oferecer indenização a vítimas de acidentes de trânsito, independentemente de quem fosse a culpa.

Em 2021, o pagamento do DPVAT foi suspenso, mas o seguro ainda existia.

O processo de extinção oficial do DPVAT só ocorreu posteriormente, motivado por questões administrativas, excesso de caixa e a necessidade de modernização da proteção às vítimas.

Com isso, surgiu a discussão do SPVAT, que mantém a lógica de indenizar vítimas de acidentes de trânsito, mas como um seguro privado, exigindo a contratação pelos proprietários de veículos.

Por que o DPVAT foi extinto?

O DPVAT foi extinto principalmente por questões financeiras e de gestão. Com o tempo, o seguro acumulou um excesso de recursos em caixa sem que fossem plenamente utilizados para indenizações.

Além disso, o modelo anterior enfrentava problemas administrativos, como burocracia, pagamentos lentos e dificuldades no acompanhamento de sinistros.

Como consequência, o governo decidiu pelo fim do DPVAT, substituindo-o pelo SPVAT, que funcionou como um seguro privado obrigatório, com gestão mais ágil, clareza financeira e manutenção das coberturas indispensáveis.

E qual é o foco principal disso: equilibrar proteção das vítimas, sustentabilidade do seguro e transparência na gestão dos recursos.

Mas então, se eu já pagava o DPVAT, não preciso de nenhum outro seguro? 

Mesmo antes da extinção do DPVAT, vale lembrar que o seguro obrigatório não cobria danos materiais, como roubo e furto, colisão ou incêndio do veículo.

Ou seja, o fim do seguro obrigatório apenas tornou essa lacuna mais evidente. Quem dependia apenas do DPVAT agora ficaria desprotegido contra outros riscos.

Por isso, contratar um seguro privado é uma das formas mais confiáveis de garantir proteção completa ao veículo e segurança financeira em caso de imprevistos.

A Suhai oferece soluções acessíveis, práticas e acolhedoras, com planos que cobrem danos materiais, roubo, furto e responsabilidade civil. Tudo de forma simplificada e adaptada às suas necessidades.

Quer proteção mesmo após o fim do DPVAT? A Suhai tem opções que cabem no seu bolso.

O que muda com o fim do DPVAT?

Com o fim do DPVAT, a proteção contra acidentes de trânsito passou a depender de seguros privados. Ou seja, quem não possui cobertura deve agir para garantir segurança financeira e tranquilidade em caso de imprevistos.

Sem o seguro obrigatório, vítimas de acidentes podem ficar totalmente desassistidas, já que não existe mais um fundo público que indenize automaticamente por morte, invalidez ou despesas médicas.

A boa notícia é que o seguro automotivo pode preencher essa lacuna. A cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa (RCF), também conhecida como cobertura para terceiros, é uma das mais importantes nesse novo cenário. 

Com ela, você pode garantir proteção para cobrir prejuízos causados a outras pessoas, seja em danos materiais, como conserto de veículos, ou corporais, em casos de lesões e indenizações a vítimas.

Nesse contexto, o seguro automotivo se torna mais do que uma opção, é uma necessidade.

E a Suhai Seguradora te ajuda com isso: oferecemos coberturas acessíveis, incluindo a RCF, para quem deseja dirigir com mais tranquilidade, mesmo após o fim do DPVAT.

Além disso, aceitamos perfis que muitas seguradoras tradicionais recusam. Tudo sem burocracia, com preços que cabem no seu bolso.

Como se proteger no novo cenário sem o DPVAT

O fim do DPVAT marca uma grande mudança na forma como as vítimas de acidentes de trânsito são indenizadas no Brasil. Se antes havia uma cobertura automática garantida por lei, agora é preciso agir por conta própria para garantir proteção.

Nesse novo cenário, contar com um seguro automotivo completo é a melhor forma de se prevenir contra imprevistos e garantir a tranquilidade de todos os envolvidos.

Coberturas como RCF são excelentes aliados para proteger não apenas o seu veículo, mas também outras pessoas envolvidas em eventuais acidentes.

A Suhai está ao seu lado nesse momento de transição. Faça sua cotação e dirija com a tranquilidade de quem protege o que mais importa: você e sua família.

O que as pessoas também perguntam sobre fim do DPVAT

É o fim do DPVAT? Então, tire aqui todas as suas dúvidas sobre o assunto.

Vai ter seguro DPVAT em 2025?

Não, em 2025 não haverá cobrança do DPVAT. A Lei Complementar 211/24 revogou a proposta de retomada do seguro obrigatório. Acidentes de trânsito não contarão com essa cobertura pública.

Quem paga as indenizações após o fim do DPVAT?

Com o fim do DPVAT, não há mais um fundo público para indenizações de trânsito. Atualmente, quem se envolve em acidentes precisa contar com seguros privados ou buscar reparação por meios judiciais, caso não tenha cobertura contratada.

O DPVAT foi revogado?

Sim. O DPVAT foi oficialmente extinto, encerrando a cobrança anual e abrindo espaço para novas soluções de seguro de vítimas de acidentes.

Qual a previsão de voltar o seguro DPVAT?

Atualmente, não há previsão para a volta do seguro DPVAT. A lei que previa sua retomada em 2025 foi revogada. O governo ainda não anunciou uma nova data ou proposta de retorno.

Já levou uma multa de moto? Conheça as 7 infrações mais comuns

Receber multas de moto nunca é agradável, mas acontece com mais frequência do que se imagina. Algumas situações do dia a dia, que podem parecer simples, acabam gerando penalidades sérias, tanto no bolso quanto na CNH.

Além disso, você sabia que, dependendo da gravidade, há risco de suspensão do direito de dirigir e até complicações legais? Por isso, entender quais são as infrações mais frequentes ajuda a evitar surpresas desagradáveis.

A boa notícia é que, com mais atenção e cuidado na pilotagem, muita coisa pode ser evitada, inclusive os temidos prejuízos financeiros.

Então, se você quer evitar dor de cabeça e dirigir com mais segurança, continue a leitura e veja como atitudes simples podem evitar problemas maiores no cotidiano com a moto. 

Vamos lá?

Quais são as multas para moto? 

Conhecer as multas de moto mais comuns aplicadas, como pilotar sem capacete, manobra arriscada, ultrapassagem irregular, avançar o sinal vermelho, entre outras,  é o primeiro passo para pilotar com mais consciência e evitar perder pontos na carteira.

A seguir, você confere uma lista com as 7 infrações mais recorrentes entre condutores de moto. Acompanhe.

1. Multa por pilotar sem capacete

Pilotar sem capacete é uma das infrações mais graves entre os motociclistas. E para isso, a lei é clara: tanto o condutor quanto o garupa precisam usar o equipamento, com a viseira fechada ou com óculos de proteção, sempre.

Além de ser uma medida básica de segurança do motociclista, essa exigência está prevista no Código de Trânsito e tem penalidade severa.

Veja o que acontece:

  • Infração gravíssima;
  • 7 pontos na carteira;
  • CNH suspensa, além de multa;
  • Retenção do veículo até que o item seja regularizado.

Se você ainda vê alguém circulando sem capacete, vale lembrar que além de colocar a própria vida em risco, essa atitude pode gerar custos altos e comprometer a habilitação.

Leia também | Dicas para andar de moto com segurança: guia completo para iniciantes

2. Multa por manobra perigosa ou empinar moto

Empinar moto ou fazer malabarismos é uma das infrações de trânsito perigosas mais recorrentes nas vias, principalmente entre condutores mais jovens.

O problema é que essas práticas aumentam o risco de acidentes e colocam outras pessoas em perigo.

De acordo com o Artigo 175 do CTB, usar o veículo para “exibir manobra perigosa” é uma multa gravíssima, com punições severas:

  • Suspensão da CNH;
  • Remoção do veículo e aplicação da multa (dez vezes).

Além disso, é aplicado o dobro da multa prevista no caput em caso de reincidência no período de 12 meses da infração anterior.

Então, fique ligado! Mesmo em vias vazias, empinar ou frear bruscamente de propósito pode te deixar fora do trânsito por um bom tempo. E o custo, tanto financeiro quanto legal, é alto.

3. Multa por ultrapassagem irregular

Ultrapassar pela contramão ou em faixas de pedestres é muito comum, principalmente em cidades com trânsito urbano mais intenso. O problema é que esse tipo de conduta coloca em risco a vida de pedestres e de quem trafega no sentido oposto.

Essa é uma infração gravíssima, e por isso a penalidade é pesada. Veja os riscos que envolvem esse tipo de atitude:

  • Colisões frontais, por trafegar na contramão;
  • Atropelamentos, em faixas de pedestres;
  • Risco de acidentes em cruzamentos e esquinas.

Ou seja, mesmo que a pressa pareça justificar, esse tipo de ultrapassagem não compensa e pode trazer consequências irreversíveis.

Leia também | Afinal, moto pode andar no corredor? Tire suas dúvidas aqui

4. Multa por avançar sinal vermelho

Avançar o sinal vermelho continua sendo uma das infrações mais vistas nas ruas. À noite, então, ela se torna ainda mais frequente, já que muitos condutores tentam evitar paradas em locais de pouca iluminação ou com movimento suspeito.

Ainda assim, essa é uma das infrações noturnas mais perigosas. A prática, que é considerada uma infração gravíssima, implica:

  • 7 pontos na carteira;
  • Multa com valor de R$243,97;
  • Risco de colisões laterais e atropelamentos.

Veja também | Onde fazer seguro para moto? Conheça opções

5. Multa por excesso de velocidade

O controle de velocidade é um ponto crítico nas grandes cidades e rodovias. No entanto, andar acima do permitido coloca em risco o condutor e quem circula ao redor. E os radares não perdoam.

A pontuação e o valor da multa mudam de acordo com o quanto o limite foi excedido. Veja alguns exemplos:

  • Até 20% acima do limite: é uma infração média, com multa;
  • De 20% a 50% acima do limite: é uma infração grave, com multa;
  • Acima de 50%: é uma infração gravíssima, com multa (três vezes) e suspensão do direito de dirigir.

6. Multa por estacionamento irregular

Estacionar fora das regras também gera multas de moto e não é raro ver esse tipo de situação em áreas urbanizadas.

Onde o espaço é apertado, cresce o número de motociclistas que acabam deixando a moto em locais impróprios, e isso se transforma em uma infração média, grave ou até gravíssima, dependendo do caso.

Além de dificultar a fluidez do trânsito e o convívio nas cidades, o ato pode levar à remoção do veículo e à aplicação de multa com registro de pontos na carteira.

Veja abaixo exemplos de situações comuns que geram penalidades:

  • Sobre calçadas, faixas de pedestre ou ciclovias: infração grave;
  • Junto ou sobre hidrantes, tampas de esgoto ou poços de visita: infração média;
  • Em vagas exclusivas para idosos ou pessoas com deficiência, sem credencial: infração gravíssima;
  • Na esquina, a menos de 5 metros da via transversal: infração média;
  • Afastado da guia da calçada entre 50 cm e 1 m: infração leve;
  • A mais de 1 metro do meio-fio: infração grave;
  • Em frente a garagens ou locais com guia rebaixada: infração média;
  • Na contramão, cruzamentos, viadutos, túneis ou pontes: infração grave;
  • Ao lado de outro veículo, em fila dupla: infração grave;
  • Em pontos de ônibus ou áreas sinalizadas para embarque e desembarque: infração média;
  • Onde houver placas de proibição (estacionar ou parar): de média a grave, conforme o caso.

Leia também | Como funciona seguro de moto? 8 perguntas e respostas mais comuns

7. Multa por falta de atenção

Se você dirige moto, sabe muito bem que é preciso ter muito foco, já que um segundo de distração pode causar acidentes e resultar em multa. A falta de atenção no trânsito é considerada uma infração leve, mas os riscos são altos.

Esse tipo de infração costuma ocorrer em situações como:

  • Uso do celular ao pilotar;
  • Não sinalizar mudanças de faixa ou conversões;
  • Ignorar o que está acontecendo ao redor no trânsito.

Como ver as multas de uma moto?

Para saber se sua moto tem alguma infração registrada, você pode fazer a consulta de multas online diretamente no site ou aplicativo do Detran do seu estado.

Também é possível usar plataformas integradas, como o aplicativo Carteira Digital de Trânsito ou os apps de pagamento digital, que facilitam a visualização e até a quitação das multas com desconto.

Além disso, o sistema do Registro Nacional de Infrações (RENAINF) permite verificar penalidades aplicadas por órgãos de trânsito de outros estados. Basta ter em mãos o número da placa e o Renavam da sua moto para fazer a consulta completa.

Esse tipo de verificação é rápida, gratuita e evita surpresas, como o impedimento de licenciamento.

Vale incluir no seu check-up de rotina, junto com as manutenções e revisão dos equipamentos de segurança.

Como evitar multas de moto no dia a dia

Viu só como evitar multas de moto depende de atenção constante, respeito à sinalização e cuidado? A direção preventiva, o uso correto de equipamentos como o capacete e o simples hábito de respeitar os limites de velocidade já evitam grande parte das infrações.

Além disso, manter a documentação da moto em dia e estacionar em locais permitidos são atitudes que ajudam a manter a tranquilidade no trânsito.

Prevenir multas é uma forma de proteger sua liberdade de ir e vir, sem comprometer sua CNH ou seu orçamento.

E quando falamos em segurança, ter uma proteção para imprevistos também faz parte do cuidado diário.

Se você quer mais tranquilidade para rodar todos os dias, conheça a Suhai Seguradora. Fale com os nossos especialistas e descubra como proteger sua moto contra roubos e furtos e deixar sua rotina sobre duas rodas muito mais segura.

O que as pessoas também perguntam sobre multas de moto

Ficou com alguma dúvida? A seguir, trouxemos as respostas para as principais perguntas sobre este assunto. Confira!

Qual a multa mais cara de moto?

Interromper ou perturbar deliberadamente o trânsito sem autorização, com penalidade gravíssima, multa de até 60 vezes o valor base, suspensão da CNH por 12 meses e remoção do veículo. A punição pode dobrar em caso de reincidência

Como pegar os 40% de desconto na multa?

Você precisa estar inscrito no Sistema de Notificação Eletrônica (SNE) e pagar a multa antes do vencimento.

Quantos pontos perde em multa por excesso de velocidade?

Depende da porcentagem ultrapassada: de 4 a 7 pontos na CNH, com risco de suspensão se for mais de 50% acima do limite.

8 melhores motos para iniciantes em 2025: guia completo para escolher bem

Você sabia que as motos para iniciantes não são todas iguais? Quem está começando nesse universo, deve ter conhecimento que a escolha do primeiro modelo precisa considerar muito mais do que o visual ou a vontade de sair acelerando por aí.

Em 2025, o mercado brasileiro apresenta novas opções que equilibram consumo, desempenho e segurança, e consegue atender muito bem diferentes estilos de uso, seja na cidade, na estrada ou nos dois.

Além disso, vale lembrar que pilotar uma moto exige preparo e consciência. Por isso, não dá para deixar de lado fatores como custo-benefício de uma moto iniciante, valor de revenda e até mesmo o seguro para moto de iniciante.

Tudo isso influencia na experiência de quem está aprendendo a lidar com o trânsito e com o veículo ao mesmo tempo.

Se você está em busca de um modelo prático, confiável e dentro do seu orçamento, continue a leitura. Aqui, você vai encontrar opções atualizadas, sugestões de uso e dicas para comprar a primeira moto com mais segurança.

Vamos lá?

Quais são as melhores motos para iniciantes em 2025?

Na hora de escolher entre as melhores motos para iniciantes, é preciso analisar mais do que o motor. Por exemplo, o estilo de pilotagem, o perfil de uso e qual o seu orçamento são pontos decisivos para encontrar uma boa moto de entrada ou uma moto para aprender a pilotar com tranquilidade e confiança.

Leia também | Dicas para andar de moto com segurança: guia completo para iniciantes

Opções econômicas e fáceis de pilotar

Está procurando um modelo mais acessível, econômico e fácil de conduzir no dia a dia? Então dá uma olhada nessas sugestões a seguir. Elas são ideais para quem quer aprender com conforto e baixo custo.

Honda Pop 110i

A Honda Pop 110i é uma das motos mais simples e confiáveis para quem está começando. Leve, ágil e com manutenção barata, ela é a moto barata para iniciantes perfeita. 

Além disso, a posição de pilotagem é confortável, e o motor responde bem para os deslocamentos urbanos. É uma excelente porta de entrada para o mundo das duas rodas, além de ser uma das motos mais econômicas da categoria. 

Veja as principais informações:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 11.769,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 109,5 cc;
  • Capacidade do Tanque: 4,2 litros;
  • Consumo Médio: 49,1 km/l.

Honda Biz 125

A Honda Biz 125 é um clássico entre os iniciantes. Sua condução é leve, o câmbio semiautomático facilita muito para quem ainda está se acostumando com o ritmo da cidade, e a ciclística é bastante amigável. 

Ela se destaca como a moto para aprender a pilotar e também como uma das motos econômicas para iniciantes mais queridas do Brasil.  

Suas informações mais relevantes são:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 15.244,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 123,9 cc;
  • Capacidade do Tanque: 5,1 litros;
  • Consumo Médio: 53,3 km/l na cidade com gasolina.

Honda CG 160

Você já deve saber que a linha CG sempre foi referência no mercado, e a versão CG 160 segue firme como uma das opções mais estáveis e duráveis. 

Indicada para quem procura um pouco mais de robustez sem abrir mão da praticidade, essa moto é excelente, tanto para uso urbano, quanto para pequenos trechos em estrada. 

Seu tanque tem boa autonomia e o consumo é muito equilibrado, o que reforça seu bom custo-benefício para moto iniciante. Confira:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 18.959,00 (valor médio em setembro/2025, depende da versão);
  • Cilindradas: média de 162,7 cc;
  • Capacidade do Tanque: entre 14 e 16,1 litros, com variações conforme o modelo;
  • Consumo Médio: de 35 a 41 km/l, dependendo da versão e do uso.

Yamaha Factor 150

A Yamaha Factor 150 se destaca pela estabilidade, conforto e consumo equilibrado. É uma moto confiável, com boa entrega de torque para uso urbano e manutenção simples. 

Para quem quer uma moto excelente para o dia a dia e que não pese no orçamento, essa é uma escolha acertada entre as motos para iniciantes em 2025. Veja:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 18.035,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: entre 149 e 149,7 cc;
  • Capacidade do Tanque: 15,7 litros;
  • Consumo Médio: entre 40 e 45 km/l.

Scooters indicadas para o dia a dia

Para quem busca conforto e praticidade, os scooters ainda são os queridinhos de quem está começando. 

A seguir, veja dois modelos ideais para quem quer agilidade no trânsito sem complicações.

Honda PCX 160

A nova geração do PCX traz um visual moderno e tecnologia embarcada, como sistema Start&Stop e painel digital completo. 

Com posição de pilotagem confortável e facilidade no uso, é ideal para quem quer uma moto prática para a rotina acelerada. 

O desempenho também agrada e o consumo continua sendo um dos atrativos. Sendo assim, para quem busca um modelo confortável e tecnológico, ela é uma das melhores opções para iniciantes hoje no mercado. 

Veja suas informações:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 21.015,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 156,9 cc;
  • Capacidade do Tanque: 8 litros;
  • Consumo Médio: entre 42 km/l e 44,5 km/l.

Yamaha NMAX 160

A NMAX 160 combina conforto, desempenho e um ótimo custo-benefício para uso urbano. Seu motor tem resposta rápida e o freio ABS nas duas rodas é um ponto extra de segurança. 

Além disso, o design é moderno, e o espaço sob o banco acomoda bem objetos do dia a dia. É perfeita para quem quer mobilidade e segurança em uma moto de entrada com pegada mais sofisticada. Confira seus dados principais:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 18.303,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 155 cc;
  • Capacidade do Tanque: 7,1 litros;
  • Consumo Médio: entre 35 km/l e 41 km/l.

Alternativas para quem busca mais potência

Agora, se você está iniciando, mas já quer algo com mais motor e versatilidade para encarar rodovias ou viagens curtas, vale considerar esses dois modelos. Eles entregam desempenho, sem exigir experiência avançada.

Yamaha Fazer 250

A Fazer 250 agrada quem busca uma moto com desempenho maior, mas ainda fácil de controlar. Seu motor entrega potência de forma progressiva e o conjunto ciclístico dá bastante segurança em curvas e frenagens. 

É uma moto para iniciantes em 2025 que pode ser usada tanto no trajeto urbano, quanto em viagens curtas, com ótimo rendimento. Veja:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 22.256,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 250 cc;
  • Capacidade do Tanque: 14 litros, sendo 3,2 litros de reserva;
  • Consumo Médio: entre 21 km/l (etanol) e 35 km/l (gasolina); pode chegar a 36 km/l na estrada.

Honda CB 300F Twister

Visual esportivo, estrutura leve e boa entrega de potência definem bem a nova Twister. A condução é firme, e o conjunto como um todo passa bastante segurança, mesmo para quem está iniciando. 

A Honda CB 300F é uma ótima opção para quem pretende evoluir com uma única moto por mais tempo, sem a necessidade de trocar logo de modelo. Vale a pena avaliar se ela se encaixa no seu perfil e no seu bolso. Veja suas principais informações:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 26.640,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 293,5 cc;
  • Capacidade do Tanque: 14,1 litros;
  • Consumo Médio: até 39,75 km/l com gasolina e 25,58 km/l com etanol.

Dicas para escolher sua primeira moto

Ao buscar entre as motos para iniciantes, é comum focar só no valor de compra. Mas saiba que a escolha ideal deve ir além disso. Ou seja, você precisa entender seu estilo de pilotagem, como será o uso diário e todos os custos adicionais que podem vir pelo caminho. 

Então, antes de tomar uma decisão, vale considerar:

  • Orçamento total disponível, incluindo documentação, equipamentos de segurança e emplacamento;
  • Custo-benefício a longo prazo, como consumo, valor de revenda e seguro da moto;
  • Estilo de uso: vai rodar mais na cidade, na estrada ou nos dois?
  • Facilidade de pilotagem, leveza e altura do assento para facilitar o controle;
  • Disponibilidade de peças e oficinas, para manter a manutenção de moto para iniciante simples e sem surpresas;
  • Custo do seguro, principalmente para quem mora em grandes centros ou regiões com maior risco.

Essas são as principais dicas para comprar a primeira moto de forma consciente. Com essas informações em mãos, fica bem mais fácil evitar arrependimentos e garantir que a experiência com a sua moto seja segura, prática e proveitosa.

Veja também | Moto esportiva é paixão nacional – conheça as mais lembradas e descubra o que precisa saber antes de comprar a sua

Não adianta ter só a moto para iniciantes, não esqueça o seguro que cabe no seu bolso!

O seguro para moto de iniciante é um ponto que muita gente deixa para depois, mas a verdade é que ele deveria entrar na conta desde o início. Afinal, ninguém quer passar pela frustração de perder a primeira moto e ficar sem suporte, não é mesmo? 

E para quem está começando, ter proteção desde o início é tão importante quanto escolher o modelo certo.

É aí que a Suhai Seguradora chega para ser sua grande aliada. Por ser especializada em seguro contra furto e roubo, a empresa consegue oferecer uma cobertura que realmente faz sentido para o bolso de quem acabou de comprar a primeira moto. 

E com assistência 24h, você tem mais tranquilidade para resolver qualquer contratempo, seja um pneu furado ou uma pane no meio do caminho.

A cobertura da Suhai se adapta ao seu perfil e ao modelo da moto, sem burocracia e sem restrições exageradas. Isso faz toda a diferença na rotina de quem está aprendendo a lidar com o trânsito e quer andar protegido.

Está pronto para escolher sua primeira moto? Então não esqueça, segurança vem em primeiro lugar. 

Faça sua cotação de seguro gratuita com a Suhai e pilote tranquilo.

O que as pessoas também perguntam sobre motos para iniciantes

Separamos abaixo algumas das dúvidas que mais aparecem quando o assunto é motos para iniciantes. Veja se alguma delas também é sua.

Qual a moto mais fácil de aprender?

Os modelos como a Honda Biz 125 e a Pop 110i estão entre as mais indicadas. São leves, com comandos simples e ótima ergonomia para quem está começando.

Qual a moto mais visada pelos ladrões?

As motocicletas populares, como a Honda CG e a Fan, costumam ser mais visadas por conta da ampla circulação e facilidade de revenda de peças. Um bom seguro faz toda a diferença nesse cenário.

Qual moto é boa e barata para comprar?

Entre as opções de moto barata para iniciantes, a Honda Pop 110i e a Yamaha Factor 150 se destacam. Ambas entregam confiabilidade, baixo consumo e fácil manutenção sem pesar no bolso.

 

 

 

O que o seguro residencial cobre? Entenda as principais proteções oferecidas

Ao adquirir um imóvel, é normal que o proprietário busque o máximo de proteção para o seu lar e seus bens. É aí que entra o seguro residencial, alternativa para quem deseja viver com tranquilidade, sabendo que despesas inesperadas poderão ser ressarcidas pela seguradora, a depender do que o seguro residencial cobre.

As coberturas variam conforme o plano escolhido pelo cliente e a seguradora contratada, por isso é essencial entender sobre as coberturas disponibilizadas para adquirir aquela que realmente atenda às suas necessidades.

Mas afinal, o que o seguro residencial cobre? Continue a leitura para saber!

O que um seguro residencial cobre?

O seguro residencial oferece diferentes coberturas, mas as principais e mais comuns são:

CoberturaNa práticaExemplo
Incêndio, explosão e queda de raioDanos ao imóvel causados por fogo, explosão ou raio, seja na estrutura ou nos bens dentro da casa.Um curto-circuito provoca um incêndio que destrói parte da cozinha. O seguro cobre os custos da reforma e a reposição de móveis danificados.
Danos causados por vendaval, granizo ou fumaçaDanos estruturais e internos causados por ventos fortes, chuvas de granizo ou fumaça vinda de incêndios próximos.Uma tempestade com granizo quebra telhas e danifica o teto do quarto. O seguro cobre a troca das telhas e os reparos no forro danificado.
Danos elétricos Danos a equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos causados por oscilações ou descargas elétricas.Uma sobrecarga de energia queima a geladeira e a TV. O seguro cobre o conserto ou reposição dos aparelhos.
Roubo ou furto qualificadoPerda de bens em caso de arrombamento (furto qualificado) ou roubo com ameaça ou uso de força.A casa é arrombada e levam notebook e TV. O seguro indeniza o valor dos itens roubados, conforme os limites da apólice.
Responsabilidade civil familiar (danos a terceiros)Prejuízos que você ou sua família causem involuntariamente a terceiros (danos materiais ou corporais).Seu filho quebra a janela do vizinho jogando bola. O seguro cobre o conserto da janela.
Vazamento de água (quando previsto na apólice)Danos causados por vazamentos acidentais, como rompimento de canos e tubulações.Um cano estoura e alaga o piso de madeira da sala. O seguro cobre os custos do reparo hidráulico e da troca do piso.
Quebra de vidros, espelhos ou cooktopsQuebra acidental de vidros, espelhos, boxes de banheiro ou cooktops.Você deixa cair algo pesado no cooktop e ele trinca. O seguro cobre a substituição do cooktop.
Cobertura de bens dentro do imóvel (eletrodomésticos, eletrônicos etc.)Protege os bens móveis do imóvel contra eventos cobertos (incêndio, roubo, danos elétricos etc.).Em um incêndio, você perde computador, geladeira e máquina de lavar. O seguro cobre os bens danificados, de acordo com o valor estipulado na apólice.

É fundamental comunicar à seguradora todas as informações com clareza e transparência, pois, se forem apresentados dados que não correspondem à realidade dos fatos, há risco de a indenização ser negada.

Seguro residencial cobre serviços emergenciais?

A assistência 24h é mais uma vantagem oferecida pelo seguro residencial para os momentos de urgência. Os principais serviços de assistência 24h são:

  • Chaveiro: se você deixou a chave de casa trancada do lado de dentro, a seguradora enviará um chaveiro 24h para abrir a porta;
  • Eletricista: se à noite, uma parte da casa fica sem energia por falha na rede elétrica interna, a seguradora envia um eletricista de plantão;
  • Encanador: se você percebe um vazamento forte na cozinha, a seguradora envia um encanador para conter o vazamento e fazer os reparos;
  • Vidraceiro: se durante uma ventania, o vidro da janela da sala quebra, a seguradora aciona um vidraceiro para fazer a troca emergencial;
  • Reparo de eletrodomésticos: se a geladeira para de funcionar repentinamente, a seguradora envia um técnico especializado para avaliar o problema e, se possível, fazer o conserto;
  • Limpeza de caixa d’água, caixa de gordura, etc: se você agenda a limpeza preventiva da caixa d’água ou da caixa de gordura da casa, a seguradora envia uma equipe especializada para realizar a higienização.

Os serviços de assistência 24h são muito úteis em situações emergências e podem ser acionados rapidamente pela central da seguradora, geralmente sem custo no atendimento. Porém a inclusão desses serviços depende do plano contratado na seguradora.

O que o seguro residencial não cobre?

Além de saber o que o seguro residencial cobre, também é importante entender sobre as exclusões comuns para não ter frustrações. Veja alguns casos que o seguro residencial não cobre:

  • Danos causados de forma intencional pelo morador:
    • Exemplo: você coloca fogo propositalmente em um cômodo para simular um acidente. O seguro não cobre, pois foi intencional;
  • Falta de manutenção ou negligência:
    • Exemplo: um vazamento antigo no telhado, ignorado, causa infiltração. O seguro pode negar cobertura, pois era algo previsível e evitável;
  • Bens de alto valor não declarados:
    • Exemplo: você tem jóias que não foram informadas na apólice. Em caso de roubo, o seguro pode não indenizar esses itens;
  • Ações de guerra ou terrorismo:
    • Exemplo: explosões causadas por atos de terrorismo danificam o imóvel. Esse tipo de evento geralmente não está coberto;
  • Danos durante construção ou se o imóvel estiver desocupado:
    • Exemplo: sua casa está vazia há meses e ocorre um incêndio. O seguro pode recusar o pagamento se não estiver previsto na apólice.

Sempre leia a apólice do seguro antes da contratação, incluindo as exclusões, para saber exatamente o que está e o que não está coberto.

Leia também | Qual é o melhor seguro residencial? Veja o que considerar antes de contratar

Posso personalizar as coberturas do meu seguro?

As coberturas do seguro residencial são personalizáveis, de acordo com as suas necessidades. Escolher as proteções que fazem sentido para a sua rotina garante que a proteção realmente funcione para você e sua família.

Por exemplo, em regiões com alta incidência de vendaval, é importante que o seguro cubra danos estruturais e internos causados por ventos fortes e chuvas de granizo.

Por outro lado, caso o seu imóvel tenha muitos eletrônicos, é interessante contratar uma cobertura que cubra danos elétricos causados por oscilações/descargas elétricas, roubo ou furto qualificado e cobertura de bens dentro do imóvel contra eventos cobertos.

Leia também | Como escolher o melhor seguro residencial: guia para contratar com segurança

Conheça as coberturas antes de contratar

Na hora de contratar um seguro residencial, procure entender o que o seguro residencial cobre para evitar surpresas no momento do sinistro, quando você mais precisará de auxílio.

Além disso, o ideal é sempre alinhar a apólice às reais necessidades da sua rotina e sua residência. Assim, você vai desembolsar apenas o valor referente ao que realmente precisa proteger.

E falando em proteção, conte com a Suhai Seguradora para garantir a segurança dos seus bens. Faça uma cotação com a Suhai e entenda como podemos proteger o seu bem de forma simplificada e com preço justo.

Perguntas frequentes sobre o que o seguro residencial cobre

Ainda ficou com dúvidas sobre o que é o seguro residencial e o que ele cobre? Veja as principais respostas abaixo.

Quais são as coberturas do seguro residencial?

As principais coberturas do seguro residencial são: incêndio/explosão/raio; danos causados por vendaval/granizo/fumaça; danos elétricos; roubo/furto qualificado.

O que o seguro residencial cobre em caso de chuva?

Em caso de chuva, o seguro residencial pode cobrir danos causados por vendaval, granizo, alagamento ou infiltração, desde que as coberturas estejam contratadas.

O seguro residencial cobre a troca de chuveiro?

O seguro residencial pode cobrir a troca do chuveiro se ela estiver relacionada a um dano elétrico ou for realizada por meio da assistência 24h

O seguro residencial cobre o conserto de TV?

O seguro residencial pode cobrir o conserto da TV se ela for danificada por dano elétrico, raio ou roubo, desde que essas coberturas estejam incluídas na apólice.

O seguro residencial cobre rachaduras?

Não cobre se as rachaduras forem causadas por problemas estruturais, má construção ou desgaste natural. Somente se forem advindas de evento coberto.

O seguro residencial cobre a pintura?

O seguro residencial não cobre pintura por manutenção ou estética, mas pode cobrir os custos com pintura se for necessário após um evento coberto.

O seguro residencial cobre mudança de móveis?

O seguro residencial não cobre a mudança de móveis por decisão do morador. Ele só pode cobrir a substituição de móveis danificados por eventos cobertos. 

O seguro cobre pintura queimada?

Sim, o seguro residencial pode cobrir a pintura queimada se o dano for causado por um evento coberto, como incêndio ou queda de raio.

O seguro residencial cobre o telhado?

O seguro residencial pode cobrir danos ao telhado causados por eventos como vendaval, granizo ou incêndio, se as coberturas estiverem incluídas na apólice.

O seguro residencial cobre portão eletrônico?

Sim, o seguro residencial pode cobrir o portão eletrônico em casos de dano elétrico, raio, vendaval ou roubo, desde que a cobertura esteja contratada.

Seguro de van: conheça a proteção ideal para o seu veículo

Muito enganado está quem acha que apenas carros, motos e caminhões são seguráveis. O seguro de van é uma realidade no mercado e, assim como os demais, oferece segurança e tranquilidade para o motorista e os passageiros.

A Suhai Seguradora é uma das seguradoras que oferece esse tipo de proteção no seu escopo e, ao contrário da concorrência, costuma aceitar qualquer veículo, independentemente do ano de fabricação ou da finalidade de uso.

Para quem depende da van no dia a dia, seja para trabalho ou transporte familiar/coletivo, contar com um seguro significa economia para o bolso, pensando em prejuízos financeiros e imprevistos que, naturalmente, podem acontecer.

Continue a leitura para entender mais sobre o assunto!

Existe seguro de van?

Sim, existem, no mercado, opções de seguro de van que atendem tanto quem usa o veículo para fins particulares quanto para transporte remunerado ou carga.

Esta é uma alternativa importante para proteger o patrimônio e evitar prejuízos inesperados, como colisão, roubo, incêndio e danos por fenômenos da natureza. 

Como funciona o seguro de van da Suhai

Na Suhai, além de carros e motos, também aceitamos caminhões, vans e Veículos Urbanos de Carga (VUCs). As regras e coberturas disponíveis para vans são as mesmas aplicadas aos caminhões, sendo elas:

  • Aceitamos vans de todos os tamanhos, tanto para quem transporta mercadorias quanto para quem atua com transporte de pessoas;
  • Aceitamos vans antigas, de qualquer idade, sem limite de ano-modelo;
  • Aceitamos vans que rodam somente na cidade, de uso particular, comercial, escolar ou turismo;
  • Oferecemos assistência 24 horas com serviço de guincho, reboque, chaveiro, troca de pneus e transporte domiciliar.

Qual é o perfil de van que pode contratar o seguro da Suhai?

O seguro de van da Suhai é válido para diversos tipos de uso e modelos, oferecendo proteção flexível para diferentes necessidades:

  • Vans escolares (usadas no transporte de alunos, com ou sem fins comerciais); 
  • Vans para transporte de carga (usadas para entregas, fretes e serviços logísticos);
  • Vans de turismo ou uso misto (veículos voltados ao transporte de passageiros ou que combinam carga e passageiros);
  • Utilitários (modelos adaptados para diferentes finalidades, inclusive uso particular).

Quais são as coberturas oferecidas?

As coberturas oferecidas pela Suhai para a proteção de vans são:

  • Roubo e furto: garante a indenização do seguro caso a van seja roubada ou furtada e não seja recuperada.
    • Exemplo: se a sua van é furtada durante a madrugada, estacionada na rua, e não é encontrada, a Suhai paga o valor contratado.
  • Perda total por colisão: o seguro cobre casos em que a van sofre um acidente grave e o reparo ultrapassa 75% do valor do veículo.
    • Exemplo: você se envolve em uma batida frontal, e o conserto da van ficaria muito caro. O seguro indeniza o valor total da van conforme apólice.

Além disso, também oferecemos coberturas adicionais, como é o caso dos planos de assistência 24 horas, com guincho para até 500 km, troca de pneus, chaveiro 24h, transporte domiciliar e auxílio mecânico.

E não pense que somente veículos mais novos precisam de proteção. Vans usadas ou mais antigas continuam sendo um patrimônio valioso, principalmente quando utilizadas para trabalho ou transporte de pessoas e, por isso, também merecem proteção.

Quais documentos são necessários para contratar o seguro?

Na hora da contratação do seguro, tenha em mãos:

  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com categoria adequada, como B ou D;
  • Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) ou CRV do veículo;
  • Dados de uso e local de circulação.

O processo de contratação é simples e pode ser feito com apoio de um corretor. Aqui na Suhai, prezamos pela simplicidade dos nossos processos e acessibilidade dos nossos produtos. 

Qual o valor de um seguro de uma van?

O valor do seguro para uma van pode variar bastante, pois depende de diversos fatores relacionados ao veículo e ao perfil do motorista. Veja os principais aspectos que influenciam no preço do seguro:

  • Perfil do motorista: histórico de direção, idade e tempo de habilitação impactam diretamente no valor do seguro. Motoristas mais jovens ou com histórico de acidentes tendem a pagar mais;
  • Finalidade de uso: o uso da van, seja particular, comercial, escolar ou transporte de passageiros, altera o preço do seguro. Vans usadas para transporte comercial ou escolar geralmente têm valores maiores devido ao maior risco envolvido;
  • Modelo e ano do veículo: vans mais novas e modelos mais caros costumam ter seguro com valores maiores, já que o custo para reparos ou reposição é maior;
  • Local de circulação: o lugar onde a van circula influencia o valor do seguro. Regiões com maior índice de roubos ou acidentes encarecem a apólice.

Mas na Suhai, o nosso foco está nas coberturas essenciais, como roubo, furto e perda total por colisão, por isso somos a opção ideal para quem quer economizar e ainda assim proteger o seu veículo.

Por que contratar o seguro de van com a Suhai?

Além de oferecer seguro acessível, a Suhai também:

  • Aceita vans de qualquer ano;
  • Aceita vans de uso comercial, particular, escolar ou para turismo;
  • Permite personalizar com assistência 24 horas (é possível incluir serviços opcionais, como guincho para até 500 km, troca de pneus, chaveiro 24h, transporte domiciliar e auxílio mecânico);
  • Tem processo de cotação e contratação simples (tudo é feito de forma rápida, com atendimento online e sem burocracia);
  • É registrada na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP): garante que ela atua dentro das normas legais do setor.

Contrate o seu seguro de van agora mesmo!

Não restam dúvidas: seguro de van é com a Suhai! Para fazer a contratação, é simples:

  1. Solicite uma cotação online ou com um corretor credenciado;
  2. Informe os dados do veículo e uso;
  3. Escolha se deseja incluir assistência 24h;
  4. Receba a proposta e finalize a contratação.

Faça uma cotação com a Suhai e proteja sua van hoje mesmo de forma acessível e com quem você pode confiar.

Perguntas frequentes sobre seguro de van

Aqui estão algumas dúvidas mais comuns sobre seguro para van:

Seguro de van cobre carga?

O seguro de van não cobre a carga transportada, apenas o veículo em si. Para proteger a carga, é necessário contratar um seguro específico.

Seguro de van escolar cobre os passageiros?

O seguro de van escolar não cobre os passageiros transportados. Para isso, é necessário contratar um seguro de responsabilidade civil para passageiros.

A Suhai aceita vans com mais de 20 anos?

Sim, a Suhai aceita vans de qualquer ano, marca, modelo e utilização.

Seguro residencial: coberturas, preços, como funciona e como contratar

Proteger a própria casa é uma das principais preocupações de qualquer família. Afinal, imprevistos como incêndios, furtos, alagamentos ou danos elétricos podem causar muitos prejuízos em poucos minutos. E é nessas horas que o seguro residencial pode ser a solução ideal.

Mas se você ainda não entende como funciona o seguro residencial, a gente te explica tudo a respeito nos tópicos abaixo. Além disso, você vai ver dicas extras para contratar o plano perfeito para as suas necessidades. Confira!

O que é seguro residencial?

O seguro residencial é um contrato firmado entre o proprietário ou inquilino de um imóvel e uma seguradora, com o objetivo de proteger a residência contra diferentes tipos de riscos.

Assim, ao pagar o valor do seguro, chamado de prêmio, você tem direito a uma indenização caso ocorra danos previstos na apólice, como incêndios, explosões, quedas de raio ou roubos.

E mais pessoas têm compreendido a importância em ter uma cobertura contra problemas desse tipo. O mercado cresceu 25% entre 2019 e 2023, mas mesmo assim há espaço para mais conscientização e atenção à relevância do serviço.

Por exemplo: as trágicas enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, representaram o maior sinistro da história do Brasil, mas mesmo assim um dado alarmante se destaca: apenas 38% das residências afetadas tinham um seguro.

Leia também | O que é seguro residencial, como funciona e quando vale a pena contratar

É bom ter seguro residencial?

Quem se pergunta “por que fazer seguro residencial”, pode observar que os benefícios financeiros e a tranquilidade que o serviço proporciona são argumentos convincentes. Veja mais vantagens do seguro residencial:

  • Proteção contra grandes prejuízos: o custo anual de um seguro é, na maioria dos casos, muito menor do que o valor de reparos em situações como um incêndio ou um alagamento;
  • Assistência 24h: muitas seguradoras oferecem serviços emergenciais, como chaveiro, encanador e eletricista, sem custo adicional;
  • Tranquilidade emocional: saber que sua casa está protegida reduz preocupações e permite viver com mais segurança.

Além disso, ele é ainda mais relevante em situações específicas, como em residências localizadas em áreas sujeitas a eventos naturais (alagamentos, vendavais, etc), casas ou apartamentos que ficam longos períodos vazios e para famílias que possuem bens de alto valor dentro do imóvel, como eletrônicos, móveis planejados e obras de arte.

Ou seja: diferentemente do seguro de vida, que protege pessoas, e do seguro automóvel, que cobre veículos, o seguro residencial é voltado inteiramente para imóveis. 

Funciona como uma rede de segurança financeira: se algo acontecer ao imóvel segurado, a seguradora arca com os custos de reparo ou reposição, dentro das condições estabelecidas na apólice de seguro (o contrato).

O que o seguro residencial cobre?

A resposta sobre “o que o seguro residencial cobre” depende da seguradora e do plano contratado, mas de forma geral podemos dividir as coberturas em duas categorias: básicas e adicionais. Veja em detalhes:

Coberturas básicas

São aquelas presentes na maioria das apólices de seguro residencial. Elas têm como objetivo proteger o imóvel contra eventos de grande impacto, como:

  • Incêndio;
  • Explosão;
  • Queda de raio.

Esses são riscos considerados essenciais, pois podem causar danos graves e até perda total da residência.

Leia também | Danos materiais: o que são, como funcionam e quando o seguro cobre

Coberturas adicionais ou opcionais

O consumidor pode contratar proteções extras que ampliam a segurança do imóvel. Alguns exemplos:

  • Danos elétricos: cobre problemas como curto-circuitos que possam danificar aparelhos, inclusive situações em que o seguro residencial cobre TV quebrada por uma oscilação de energia;
  • Roubo ou furto qualificado: indenização em casos de invasão da casa e subtração de bens, incluindo situações como furto de fios elétricos;
  • Responsabilidade civil: protege contra danos causados a terceiros, como quando um vazamento no seu apartamento atinge o vizinho;
  • Vendaval e granizo: cobre danos estruturais, como quando o seguro residencial cobre telhado danificado por tempestades;
  • Alagamento e enchente: essencial para imóveis em áreas de risco de inundações;
  • Assistência 24h: serviços emergenciais como chaveiro, encanador, eletricista e vidraceiro;
  • Infiltração e outros danos hidráulicos: algumas apólices incluem reparos para evitar prejuízos maiores na estrutura do imóvel.

É importante lembrar que cada seguradora tem regras próprias. Assim, a lista de coberturas pode variar bastante entre o seguro residencial Caixa, do Santander, Bradesco, da Porto Seguro ou mesmo os seguros da Suhai Seguradora.

Leia também | O que o seguro residencial não cobre? Descubra as principais exclusões

O que o seguro residencial não cobre?

Assim como em qualquer contrato, existem limitações, e entender o que o seguro residencial não cobre evita surpresas desagradáveis no momento de acionar a apólice. Essas limitações são conhecidas como riscos excluídos. Por exemplo:

  • Desgaste natural do imóvel ou dos bens segurados, como pintura descascando ou eletrodomésticos que param de funcionar por tempo de uso;
  • Má conservação da residência, como telhado sem manutenção que cede durante uma chuva;
  • Danos intencionais causados pelo próprio segurado ou moradores;
  • Eventos não contratados na apólice, como alagamentos em seguros que não incluíram essa cobertura;
  • Atos de guerra, terrorismo ou radioatividade, que geralmente estão fora da cobertura.

Cada seguro contém um documento chamado “Condições Gerais”, que detalha todos os riscos cobertos e não cobertos. Por isso, leia com atenção tanto a apólice, quanto este documento antes de contratar para entender exatamente o que está incluso e o que não está.

Leia também | Qual é o melhor seguro residencial? Veja o que considerar antes de contratar

Quanto custa um seguro residencial?

O valor do seguro residencial pode variar, mas é mais acessível do que muitos imaginam. De acordo com dados do mercado de 2024, o custo médio no Brasil é de aproximadamente R$ 397 por ano (em torno de 0,1% a 0,2% do valor do imóvel).

Esse preço muda conforme a região, mas o preço final também depende de diferentes fatores, como:

  • Localização do imóvel e riscos associados (enchentes, furtos, desastres naturais);
  • Tamanho e valor do imóvel, incluindo os bens de alto valor que fazem parte da cobertura;
  • Coberturas contratadas, já que adicionais como alagamento, danos elétricos, vendavais ou assistência 24h aumentam o custo;
  • Perfil do segurado e histórico de sinistros, que podem encarecer ou baratear a apólice;
  • Medidas de segurança já existentes, como alarmes, câmeras e portarias, que ajudam a reduzir o prêmio.

O seguro residencial é uma proteção acessível. Por isso, muitas vezes, o valor pago equivale a uma assinatura de streaming ou a uma refeição fora de casa. A diferença é que você tem a tranquilidade para evitar prejuízos que poderiam custar milhares de reais em caso de um imprevisto.

Leia também | Quanto custa o seguro residencial? Veja preços médios e dicas para economizar

Quais são as principais seguradoras de seguro residencial no Brasil?

O mercado brasileiro conta com diversas empresas confiáveis com planos de seguro residencial para diferentes perfis. Entre as mais conhecidas estão:

  1. Seguro residencial Caixa;
  2. Seguro residencial Santander;
  3. Seguro residencial Bradesco;
  4. Seguro residencial Porto Seguro;
  5. Seguro residencial BB (Banco do Brasil);
  6. Seguro residencial Nubank;
  7. Seguro residencial Itaú.

Essas instituições oferecem coberturas variadas, com opções básicas até planos mais completos, que incluem assistência 24h, cobertura contra danos elétricos, vendavais e responsabilidade civil.

Qual é o melhor seguro de casa?

Mas afinal, qual é o melhor seguro residencial? Não existe uma resposta só para a pergunta. A escolha ideal depende do perfil do cliente, do valor do imóvel, da localização e das coberturas necessárias para cada pessoa. 

Por isso, o mais recomendado é comparar planos, avaliar os benefícios e considerar o custo benefício de cada opção.

Leia também | Como escolher o melhor seguro residencial: guia para contratar com segurança

Seguro residencial tem franquia?

A franquia do seguro residencial funciona de forma semelhante ao que acontece em seguros de carro: é um valor a ser pago ao acionar determinadas coberturas. No caso do seguro para imóveis, nem todas as situações exigem franquia.

Por exemplo, em coberturas como danos elétricos, quebra de vidros ou danos causados por vendavais, é comum a aplicação da franquia. Isso significa que, caso aconteça um prejuízo, o segurado arca com uma parte do valor e a seguradora cobre o restante.

Já em situações como incêndio ou explosão, geralmente não há cobrança de franquia, e a seguradora assume integralmente os custos previstos na apólice.

Para facilitar, veja o exemplo: 

  • Imagine que um curto-circuito danificou aparelhos eletrônicos em sua casa e a cobertura de danos elétricos prevê uma franquia de R$ 500;
  • Se o conserto custar R$ 2.000, você paga os R$ 500 e a seguradora cobre os R$ 1.500 restantes;
  • Ou seja: nesse caso, com o seguro, você arca somente com R$500 e não com a totalidade do conserto.

Como escolher um seguro residencial?

Escolher o melhor seguro residencial vai te exigir atenção a alguns critérios que vão além do preço. Veja os cinco pontos mais importantes a considerar antes de contratar:

  1. Tipo de cobertura necessária para você: avalie quais riscos fazem mais sentido para sua residência, como incêndios, danos elétricos, vendavais ou roubo;
  2. Valor do imóvel e dos bens: é importante sempre calcular o patrimônio a ser protegido para evitar sub ou superseguro, ou seja, um valor muito maior ou muito menor que a realidade;
  3. Assistência 24h: os serviços como chaveiro, encanador e eletricista emergencial podem fazer muita diferença no dia a dia;
  4. Preço e forma de pagamento: compare os planos e veja qual se encaixa no seu orçamento, sem abrir mão de proteções importantes;
  5. Reputação da seguradora: priorize sempre as empresas reconhecidas pela confiabilidade e bom atendimento em caso de sinistro. Consulte sites de avaliação, como o Reclame Aqui, e também de regulamentação, como a SUSEP.

Vale lembrar que o seguro mais barato nem sempre é o mais vantajoso. Às vezes, você vai ter mais dor de cabeça do que se contratar um com valor maior. Nesse caso, encontre o equilíbrio entre custo, coberturas oferecidas e qualidade da seguradora.

Não perca tempo: proteja seus bens agora mesmo!

Ter um seguro residencial é uma decisão que traz tranquilidade para o dia a dia. Além de ser acessível, esse tipo de proteção garante amparo em situações inesperadas, como incêndios, furtos ou danos elétricos. Então, mais do que um custo, é um investimento na segurança e no bem-estar da sua família.

Mas atenção: antes de contratar, é importante comparar opções, analisar o perfil do seu imóvel e entender quais coberturas atendem melhor às suas necessidades. Assim, você encontra a solução ideal para o seu orçamento e estilo de vida.

Quer dar o próximo passo? Faça já uma cotação de seguros com a Suhai e descubra como é simples proteger os seus bens.

Dúvidas frequentes sobre seguro residencial

Encontre respostas para as dúvidas mais frequentes sobre o seguro residencial.

O seguro residencial cobre o telhado?

Sim, desde que o problema tenha sido causado por eventos cobertos pela apólice, como tempestades ou vendavais. Danos por desgaste natural geralmente não estão incluídos.

O seguro residencial cobre o conserto de TV?

Pode cobrir, sim. Em casos de danos elétricos, por exemplo, muitas seguradoras oferecem cobertura para reparo ou substituição de aparelhos eletrônicos, incluindo a TV.

O seguro residencial cobre alagamento?

Sim, mas é necessário verificar se essa cobertura está contratada. Muitos planos incluem proteção contra enchentes e danos causados por água.

Qual é o órgão que regulamenta o seguro residencial?

No Brasil, o setor de seguros é regulamentado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), que garante transparência e proteção ao consumidor.

O que o seguro residencial não cobre? Descubra as principais exclusões

A essa altura do campeonato, provavelmente, você já sabe da importância de contratar um seguro residencial para garantir a segurança e tranquilidade da sua família. Mas muitas pessoas acabam não entendendo as limitações do seguro, isto é, o que o seguro residencial não cobre.

Como em qualquer contrato, o seguro residencial também possui limites e exclusões que devem ser considerados no momento da contratação para evitar futuras frustrações.  

Neste conteúdo, você encontrará uma explicação detalhada sobre o que, geralmente, não está coberto no seguro residencial. Continue a leitura e confira!

Leia também | O que é seguro residencial, como funciona e quando vale a pena contratar

Em quais situações o seguro não cobre?

Ao contratar um seguro residencial, é primordial entender que nem todos os tipos de danos ou situações estão cobertos pela apólice. As exclusões podem variar de acordo com a seguradora e o plano contratado, mas existem certos padrões de mercado que são mais adotados, como:

  1. Desgaste natural ou falta de manutenção;
  2. Danos intencionais causados pelo próprio segurado;
  3. Eventos não contratados como cobertura adicional;
  4. Bens de alto valor não declarados;
  5. Atos de guerra, terrorismo ou radiação nuclear;
  6. Danos causados por animais domésticos.

Veja os detalhes sobre cada um deles a seguir:

1. Desgaste natural ou falta de manutenção

O seguro não cobre problemas que surgem com o tempo ou por negligência com o imóvel.

Os casos mais comuns são: infiltração causada por telhado velho ou vazamento por falta de manutenção hidráulica.

Essas situações são consideradas de responsabilidade do proprietário e não de um evento inesperado que o seguro irá cobrir.

Danos intencionais causados pelo próprio segurado

Outro ponto importante que a seguradora não cobre: danos provocados de forma proposital.

Por exemplo: quebrar um vidro deliberadamente ou provocar incêndio intencionalmente.

O seguro residencial cobre apenas eventos acidentais e imprevisíveis, nunca ações com dolo (intenção de causar o dano a algo).

Eventos não contratados como cobertura adicional

Algumas situações específicas, como alagamento, vendaval e danos elétricos, exigem cobertura adicional, ou seja, precisam ser contratadas separadamente. Esse é o caso dos danos causados por enchentes que não são cobertos se essa proteção não estiver na apólice.

É importante verificar com atenção quais coberturas adicionais foram incluídas no momento da contratação.

Bens de alto valor não declarados

Itens de alto valor precisam ser especificados na apólice para que tenham cobertura em caso de sinistro.

Na prática, são itens como joias, obras de arte, coleções raras ou eletrônicos de alto custo, Se não foram especificados, não serão reembolsados caso sejam danificados ou roubados.

Por isso, a declaração desses bens é indispensável para garantir sua proteção.

Atos de guerra, terrorismo ou radiação nuclear

Essas são exclusões extremas, mas comuns em contratos de seguros, embora raramente acionadas. São cláusulas preventivas adotadas pelo mercado segurador por se tratarem de eventos extremos e imprevisíveis.

Exemplo: danos causados por conflitos armados, atentados terroristas ou exposição à radiação nuclear não são cobertos.

Danos causados por animais domésticos

Danos provocados por pets geralmente não são cobertos, a menos que a apólice inclua uma cláusula específica para isso.

Um exemplo clássico é o pet que mastiga um fio e causa curto-circuito. Esse é um dano não coberto e que terá custos extras para o segurado.

Leia também | Qual é o melhor seguro residencial? Veja o que considerar antes de contratar

Como saber exatamente o que está excluído da cobertura?

Até aqui, você já viu que entender tudo o que está sendo, ou não, contratado é muito importante para evitar grandes frustrações e problemas futuros, certo? Para não se esquecer de nada, veja o checklist abaixo:

  • Leia atentamente as Condições Gerais da apólice, documento que vai garantir os direitos do segurado;
  • Tire todas as suas dúvidas com um corretor ou diretamente com a seguradora antes de contratar;
  • Liste quais são suas necessidades;
  • Compare com outras exclusões padrões do mercado para ter uma ideia do que frequentemente não tem cobertura.

Leia também | Como escolher o melhor seguro residencial: guia para contratar com segurança

Saber o que o seguro residencial NÃO cobre é tão importante quanto conhecer as coberturas

Na hora de contratar um seguro residencial, fique atento ao que está sendo acordado, o que o seguro residencial não cobre e o que estará protegido.

A sua segurança e da sua família depende de uma boa análise da seguradora escolhida e do seguro contratado. Por isso, leia a apólice, tire todas as suas dúvidas com especialistas e entenda as cláusulas para fazer uma escolha consciente e confiável. 

E de confiabilidade, a Suhai Seguradora entende! Somos a seguradora do SIM e surgimos para atender clientes que não querem ter problemas ao proteger seus bens.

Faça uma cotação de seguros gratuita com a Suhai agora mesmo! 

Leia também | Quanto custa o seguro residencial? Veja preços médios e dicas para economizar

Mais dúvidas sobre o que o seguro residencial NÃO cobre

Aqui estão algumas dúvidas mais comuns quando o assunto é seguro residencial:

Quais são os bens não incluídos em um seguro residencial?

Geralmente não estão incluídos bens de alto valor, como joias, obras de arte, coleções raras ou eletrônicos de alto custo. Esses itens precisam ser especificados na apólice para que tenham cobertura em caso de sinistro.

O seguro residencial cobre pintura?

O seguro residencial não cobre pintura por manutenção ou estética. No entanto, pode cobrir a pintura danificada em caso de sinistros como incêndio, alagamento ou vendaval, se esses eventos estiverem na apólice.

O seguro residencial cobre a troca de chuveiro?

O seguro residencial normalmente não cobre a troca de chuveiro por desgaste natural ou uso. No entanto, se houver serviços de assistência 24h incluídos, um novo chuveiro pode ser instalado sem custo de mão de obra.

O seguro residencial cobre o conserto de TV?

O seguro residencial só cobre o conserto de TV se o dano ocorrer por eventos cobertos, como queda de raio (dano elétrico), e se essa cobertura estiver contratada. Danos por mau uso ou falhas técnicas não contam com cobertura.

O seguro cobre pintura queimada?

O seguro residencial pode cobrir pintura queimada se o dano for consequência de um evento previsto na apólice, como incêndio. Queima causada por curto-circuito ou pane elétrica só será coberta se houver essa cobertura contratada. 

Quanto custa o seguro residencial? Veja preços médios e dicas para economizar

Muitas pessoas se pegam com a dúvida de quanto custa o seguro residencial por motivos geralmente ligados à falta de informação/conhecimento sobre o produto. 

Afinal, o que o seguro residencial cobre? É caro? Vale a pena o investimento? Na verdade, não existe uma resposta exata para essas perguntas. Isso porque o preço varia conforme o tipo de imóvel e o perfil do contratante.

Mas fique tranquilo que o objetivo deste conteúdo é te mostrar os preços médios praticados no mercado e como você pode economizar ao contratar essa proteção. Continue a leitura!

Leia também | O que é seguro residencial, como funciona e quando vale a pena contratar

Qual é o valor médio de um seguro residencial?

O valor médio anual de um seguro residencial pode variar de acordo com muitos fatores, mas gira em torno de R$397,00 ao ano. Esse valor representa cerca de 0,4% do valor do imóvel

Mas, dependendo das coberturas do plano, alguns podem ter valores mais altos, chegando a R$400,00 a R$500,00 por ano.

A título de exemplificação: uma Kitnet de 26 m² em São Paulo tem o seguro de R$33,70 por mês, incluindo coberturas contra incêndio, queda de raio, explosão, queda de aeronaves, roubo ou furto qualificado, danos elétricos e responsabilidade civil.

Para facilitar, veja os preços praticados pelas principais empresas do mercado:

EmpresaPreço médio do seguro residencial
Porto SeguroA partir de R$19,90 por mês.
AllianzA partir de R$20,00 por mês.
BB SegurosEntre R$19,90 e R$62,23 por mês.
SantanderA partir de R$47,80 por mês.
Tokio MarineA partir de R$0,50 ao dia.

É importante destacar que o valor do seguro residencial pode variar ao ano, de acordo com tipo de imóvel, localização, coberturas contratadas, conforme trataremos a seguir.

Leia também | Qual é o melhor seguro residencial? Veja o que considerar antes de contratar

Quais fatores influenciam o preço do seguro residencial?

O custo do seguro residencial varia conforme uma série de fatores específicos do imóvel e do perfil do segurado. Os principais são:

  • Localização do imóvel: áreas com maior risco de sinistros (como furtos e alagamentos) tendem a ter prêmios mais altos;
    • Exemplo: um apartamento em um bairro nobre e seguro de Curitiba pode ter seguro mais barato que uma casa em uma área com alta taxa de furtos no Rio de Janeiro;
  • Tipo de imóvel e finalidade: casas estão mais expostas a riscos como arrombamentos e danos estruturais, então o seguro tende a ser mais caro. Já imóveis alugados ou de temporada podem ter menos controle e manutenção constante, elevando o risco e, por consequência, o valor do seguro;
    • Exemplo: um apartamento usado como moradia principal costuma ter seguro mais barato do que uma casa de veraneio;
  • Valor da cobertura contratada: quanto maior o valor segurado, maior o risco para a seguradora, e, portanto, maior o valor do prêmio;
    • Exemplo: um seguro de R$ 500 mil custa mais do que um de R$ 200 mil, mesmo com coberturas iguais;
  • Coberturas adicionais: cada item adicional (proteção contra roubo, danos elétricos, responsabilidade civil) aumenta o custo total, mas também a proteção;
    • Exemplo: incluir cobertura para roubo pode elevar o custo, mas evita grandes prejuízos em caso de invasão;
  • Franquia: quanto maior a franquia, menor tende a ser o valor do seguro, pois a seguradora assume menos risco;
    • Exemplo: um seguro com franquia de R$ 2.000,00 é mais barato que outro com franquia de R$ 500,00;
  • Perfil do segurado e histórico de sinistros: quem já acionou o seguro várias vezes ou possui comportamentos de risco pode pagar mais caro;
    • Exemplo: uma pessoa que sofreu dois roubos nos últimos três anos pode ter o seguro reajustado ou limitado;
  • Seguradora escolhida: cada empresa adota metodologias diferentes de precificação. Algumas seguradoras focam em custo-benefício, outras em coberturas amplas, e os preços variam bastante:
    • Exemplo: um mesmo imóvel pode ter cotações de R$ 25,00 a R$ 50,00 por mês dependendo da seguradora e plano.

Como economizar na contratação do seguro residencial?

Se você quer uma dica para economizar na hora de contratar o seguro residencial,  é importante ir além do preço e entender exatamente o que está sendo contratado. Então anote aí:

  1. Compare cotações entre diferentes seguradoras: cada seguradora utiliza critérios próprios para calcular o preço do seguro, e os valores podem variar bastante para o mesmo imóvel. Fazer cotações em diferentes empresas permite encontrar a melhor relação custo-benefício;
  2. Avalie se todas as coberturas oferecidas são realmente necessárias: evite contratar coberturas que não fazem sentido para seu tipo de imóvel ou rotina. Cortar o excesso reduz o valor final;
  3. Contrate um corretor para entender melhor as cláusulas e evitar coberturas duplicadas: ele vai esclarecer o que está coberto, principalmente se você tem outro seguro, o que evita pagar duas vezes por proteções semelhantes;
  4. Considere planos coletivos ou seguros vinculados a bancos: bancos como Itaú, Bradesco e Caixa oferecem seguros residenciais com valores acessíveis para seus correntistas. Planos coletivos (em condomínios, por exemplo) também tendem a ter preço reduzido;
  5. Revise o valor do imóvel e dos bens: para não pagar por uma cobertura maior que o necessário e superestimar o valor da casa ou dos móveis. A cobertura deve refletir o valor de reconstrução e dos bens reais, não o valor de mercado ou emocional;
  6. Fique atento a promoções e descontos para pagamento à vista: algumas seguradoras oferecem descontos significativos para quem paga à vista. Também vale a pena perguntar sobre promoções sazonais ou descontos por fidelidade. 

Leia também | Como escolher o melhor seguro residencial: guia para contratar com segurança

Preço importa, mas proteção vem em primeiro lugar

Mais do que saber quanto custa o seguro residencial, é preciso entender que se trata de uma proteção acessível frente aos prejuízos que se pode evitar em casos como incêndios, furtos ou danos elétricos.

Por isso, os principais passos são: pesquisar com atenção, entender o que cada cobertura oferece e contar com a orientação de um corretor de confiança. Assim, você garante segurança para seu lar sem comprometer o seu bolso.

E falando de proteção, conte com a Suhai para garantir a segurança dos seus bens. Faça uma cotação de seguro SUHAI e não conte com a sorte.

Perguntas frequentes sobre quanto custa o seguro residencial

Para que não restem dúvidas sobre o seguro residencial:

Qual o valor mensal de um seguro residencial?

O valor de um seguro residencial varia conforme diversos fatores, como localização do imóvel, finalidade, perfil do contratante, valor da cobertura, tipo de cobertura e seguradora. Geralmente, a média de preços fica em R$33 por mês, considerando a média de R$397 por ano. 

Qual o valor mínimo do seguro residencial?

Em geral, os valores do seguro residencial são considerados mais acessíveis do que outros seguros, como o de automóveis, por exemplo. É possível encontrar opções a partir de R$9,90 por mês.

O que inclui um seguro residencial?

O seguro residencial geralmente inclui cobertura contra incêndio, explosão e queda de raio. Pode também cobrir roubo, danos elétricos, vendaval, alagamento e responsabilidade civil. Muitos planos oferecem também assistência 24h.

O seguro residencial cobre o conserto de TV?

Sim, o seguro residencial pode cobrir o conserto da TV em caso de danos elétricos (curto-circuito ou oscilações de energia), desde que essa cobertura esteja contratada. Danos causados por mau uso ou desgaste natural não são cobertos.

Como escolher o melhor seguro residencial: guia para contratar com segurança

Escolher o seguro residencial que vai proteger a sua casa e os seus bens pode não ser uma tarefa tão simples quanto parece. Nesse sentido, saber como escolher o melhor seguro residencial é importante para que a decisão seja, de fato, a melhor possível para a sua realidade.

E antes que você pense que o seguro X ou Y seja o melhor do mercado, ou queira descobrir qual o melhor seguro residencial do Brasil, entenda: a escolha do seguro ideal sempre dependerá do perfil e das necessidades do consumidor.

Continue a leitura para saber como avaliar e contratar esse tipo de serviço no Brasil.

Leia também | O que é seguro residencial, como funciona e quando vale a pena contratar

O que devo saber antes de contratar um seguro residencial?

Antes de saber como escolher o melhor seguro residencial é importante entender, com clareza, do que se trata e em quais situações ele é indicado, veja:

  • O objetivo de um seguro residencial é proteger, financeiramente, o imóvel e os bens do segurado contra eventos inesperados, como incêndios, roubos, danos elétricos, alagamentos, dentre outros;
  • Caso algo aconteça, a seguradora paga uma indenização de acordo com a cobertura contratada.

E não, um seguro residencial não é feito apenas para quem possui imóveis de alto padrão, como muitas pessoas acreditam.

Você mora em casa ou apartamento? O imóvel é próprio, alugado ou de temporada? Há muitos bens de valor no interior da residência? Em todos esses casos, o seguro residencial garante a segurança da sua casa e da sua família.

Leia também | Qual é o melhor seguro residencial? Veja o que considerar antes de contratar

Como escolher um bom seguro residencial?

Escolher um bom seguro residencial requer atenção aos critérios que atendem, ou não, às suas necessidades. É importante lembrar que não existe o melhor seguro residencial, a escolha depende sempre do perfil e das necessidades do consumidor.

Dito isso, os principais critérios que devem ser analisados ao comparar opções são:

  1. Coberturas oferecidas: confira com atenção o que está incluído no seguro e se está alinhado ao que você precisa. As coberturas mais comuns são: incêndio, roubo, vendaval, danos elétricos e responsabilidade civil;
  2. Assistências 24h: um diferencial importante é o pacote de serviços emergenciais que acompanham o seguro, como encanador, chaveiro, eletricista e conserto de eletrodomésticos;
  3. Riscos excluídos: é indispensável ler a apólice para entender todas as exclusões. Normalmente não estão cobertos: danos por má conservação/falta de manutenção, atos intencionais, bens de alto valor não especificados;
  4. Franquia: valor pago pelo segurado em alguns tipos de sinistro (principalmente danos elétricos ou roubo). Verifique o valor e avalie se é viável, mas é importante saber que nem todas as coberturas têm franquia;
  5. Limite de indenização: valor máximo que a seguradora paga em caso de sinistro. Cada cobertura tem seu limite específico. Verifique se os valores são suficientes para repor seus bens ou consertar o imóvel;
  6. Tempo de carência: alguns seguros podem ter um período de carência, tempo que o segurado não pode usar certas coberturas/assistências. Verifique se há carência e para quais serviços é aplicada;
  7. Agilidade no atendimento e reputação da empresa: na hora do sufoco, o atendimento faz toda a diferença. Por isso, considere tempo de resposta, facilidade de contato, reputação da seguradora e sua regulamentação.

Onde pesquisar e comparar seguros residenciais?

Na hora de analisar qual seguro residencial é o melhor para a sua realidade, não deixe de buscar informações em canais confiáveis, como:

Além disso, é indispensável olhar além do preço! Um seguro completo, com boas coberturas e serviços, garante mais segurança e menos dor de cabeça. Economizar na contratação pode custar muito mais no momento em que você mais precisar.

5 Dicas para contratar com mais segurança!

Agora, vamos para a prática! Veja abaixo cinco dicas que você precisa aplicar para evitar surpresas e garantir uma contratação tranquila:

  1. Leia atentamente a proposta e a apólice para entender exatamente o que está (e o que não está) coberto. A apólice é o documento que define as regras do contrato, então vale a pena dedicar um tempo à leitura antes de assinar;
  2. Confirme se a seguradora é registrada na SUSEP. Ela é o órgão que regula o setor de seguros no Brasil e somente seguradoras registradas podem operar legalmente. No site oficial, você consegue confirmar se a empresa está regular;
  3. Não fique com dúvidas, pergunte tudo para o corretor ou atendimento da seguradora antes de fechar o contrato;
  4. Guarde todos os documentos da contratação (proposta, apólice, comprovantes de pagamento, conversas com o corretor). Este material pode ser útil no futuro, principalmente em caso de sinistro;
  5. Avalie o suporte da seguradora em caso de sinistro, para ver como ela atende os segurados em momentos de necessidade.

A melhor escolha é a que atende às suas necessidades

Aqui, você viu na prática que, antes de saber como escolher o melhor seguro residencial, é necessário entender que não existe aquele “ideal” para todos os consumidores. O que existe é o mais adequado para o seu perfil.

Portanto, avaliar com atenção quais são as suas necessidades, os riscos que deseja cobrir e o que cada seguradora oferece é o melhor caminho para tomar uma decisão segura.

E aqui vai mais um conselho: entender os detalhes do contrato e buscar uma seguradora confiável são as etapas mais importantes nesse processo. 

Nisso a Suhai Seguradora é especialista! Te explicamos tudo sobre o que você está contratando e somos uma das seguradoras com a melhor reputação do mercado.

Quer experimentar um atendimento e suporte de qualidade? Faça uma cotação gratuita de seguros com a Suhai.

Perguntas frequentes sobre como escolher o melhor seguro residencial

Ficou com alguma dúvida sobre como escolher o melhor seguro residencial? Confira as questões mais recorrentes:

Como saber se o seguro é bom ou ruim?

Um seguro é bom quando tem coberturas que realmente atendem às suas necessidades, oferece assistências úteis e é oferecido por uma seguradora com boa reputação.

Qual o valor médio de um seguro residencial?

O valor médio de um seguro residencial no Brasil é R$397,00 por ano, ou cerca de R$33,00 por mês. Esse valor varia conforme o tipo de imóvel, localização e coberturas contratadas.

O que o seguro residencial não cobre?

O seguro residencial geralmente não cobre danos causados por má conservação do imóvel, desgaste natural, eventos intencionais, enchentes em áreas de risco não informadas ou bens de alto valor não declarados.