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Personalizar moto: tudo o que você precisa saber para customizar com segurança e economia

Personalizar a moto é o sonho de muitos que desejam transformar sua máquina em algo único e cheio de estilo. Afinal, a customização é uma expressão de personalidade a partir da escolha de cores, acessórios ou mesmo de adesivos para motos.

Mas, como você deve saber, existem regras e o respeito a elas é obrigatório para evitar problemas futuros. Por isso, ainda que criar uma moto personalizada seja um prazer, também exige responsabilidade.

E vamos falar sobre isso nos tópicos abaixo, indo desde as alterações estruturais até o uso de peças para garantir segurança e evitar multas.

É permitido customizar uma moto?

Antes de começar qualquer projeto, é preciso entender o que a lei permite. Nem toda personalização de motos pode ser aplicada sem restrições. Algumas alterações estruturais, escapamentos acima do limite de ruído e mudanças que comprometam a segurança podem gerar penalidades legais. 

Para deixar sua  moto cheia de estilo, mas dentro da legislação, é preciso conhecer o artigo 98 do CTB, que estabelece que qualquer alteração nas características do veículo, como cor, estrutura ou equipamentos, deve ser autorizada pelo Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN).

O que você precisa saber antes de personalizar a moto

Nem tudo que é esteticamente atraente é permitido por lei. Alterações não autorizadas, como modificar o chassi, instalar acessórios que comprometam a estabilidade ou trocar componentes fora das especificações podem gerar penalidades.

Outro ponto: os escapamentos. O uso de escapamento esportivo que ultrapasse o limite de ruído permitido por lei, geralmente 80 dB para motos, configura infração e pode resultar em multa, pontos na CNH e até retenção do veículo.

Além disso, mudanças na iluminação, como faróis e piscas, precisam seguir os padrões do CONTRAN para garantir visibilidade e segurança no trânsito.

Placas decorativas, adesivos ou cores fora do padrão também devem ser comunicados ao DETRAN, caso alterem as características do veículo.

Para realizar qualquer modificação legalmente é necessário levar o projeto de personalização ao DETRAN e obter o Certificado de Segurança Veicular (CSV). Isso garante que as alterações sejam autorizadas, evitando multas e problemas futuros. E, entre as consequências do descumprimento das normas, podemos citar:

  • Multas e pontos na CNH;
  • Retenção do veículo até regularização;
  • Perda de cobertura em caso de sinistro se o seguro não estiver ciente das modificações;
  • Problemas legais em caso de acidentes relacionados à alteração não autorizada.

Quer ficar por dentro da legislação? Aproveite para conhecer duas muito importantes: a Resolução CONTRAN nº 916/2022 e a Resolução CONTRAN nº 970/2022.

Como personalizar moto com segurança, estilo e economia

Para personalizar sua moto com segurança, estilo e economia, planeje cada etapa, defina um limite de gastos e priorize peças de qualidade. Além disso, pesquise bem, escolha fornecedores confiáveis e saiba quando fazer por conta própria ou contratar um profissional.

A seguir, veja algumas dicas para customizar moto de forma estratégica e, assim, alcançar uma customização econômica sem abrir mão da qualidade e da legalidade.

Troca das manoplas

São inúmeras opções e materiais disponíveis. Os modelos ergonômicos possuem muitas cores para suas escolhas. Existem também as manoplas em gel, de metal ou esportivas para quem quer mudar a cara da moto.

Leia também | Luva para moto: guia para escolher a ideal

Adesivos para personalizar moto

A adesivação de moto é uma ótima opção para quem busca uma customização mais econômica. Ela pode ser feita em uma loja especializada ou por conta própria, se for algo simples. 

Passe um pano com álcool para limpar a área de aplicação e cole o adesivo do centro para as extremidades. Use uma espátula para tirar as bolhas e um secador de cabelo para ajudar a amolecer o adesivo. O acabamento é feito com estilete.

Atenção, também, à durabilidade do acessório. Vinil, resina e adesivo termocolante estão entre os materiais mais usados, e vale identificar a opção ideal para as suas necessidades.

Personalização com mudança de retrovisores

Com a grande variedade de retrovisores disponíveis, a nossa dica é a de prestar muita atenção ao tamanho do modelo escolhido, já que peças pequenas te deixarão com a visão muito limitada.

Vale, também, encontrar retrovisores com melhor campo de visão e legalidade conforme o CONTRAN.

É permitido modificar o escapamento da moto?

Sim, é permitido modificar o escapamento da moto, mas apenas dentro dos limites estabelecidos pela legislação. 

A legislação sobre escapamento no Brasil, como destacamos, diz que o escapamento esportivo ou escapamento de moto customizada não deve ultrapassar 80 decibéis (dB).

Então, para evitar problemas, o ideal é optar por um escapamento legalizado, certificado pelo INMETRO e dentro das normas ambientais e de trânsito.

Alteração dos piscas

Fuja dos modelos muito pequenos que podem passar despercebidos por motoristas no trânsito e assim causar acidentes. Pense sempre na compatibilidade ao personalizar a moto.

Quanto custa para customizar uma moto?

O custo de customização de moto pode variar conforme o tipo de alteração desejada. Mudanças simples, como aplicar adesivos personalizados ou envelopamento parcial, podem custar a partir de R$ 200, dependendo da qualidade do material. Já itens como manoplas e retrovisores podem ultrapassar os R$ 500.

Um escapamento esportivo costuma ter preços superiores a R$ 800, enquanto um projeto completo em oficina de customização de motos, com pintura, peças cromadas e modificações mais complexas, pode ultrapassar R$ 10 mil.

Só que essa estimativa pode variar de acordo com a região onde vive e também da disponibilidade de peças compatíveis com cada modelo. Por isso, para evitar surpresas no orçamento de personalização da moto, aqui vão algumas dicas:

  • Pesquise o preço de peças customizadas em diferentes fornecedores;
  • Compare a reputação de oficinas especializadas;
  • Sempre peça orçamentos detalhados antes de iniciar qualquer modificação.

Como legalizar uma moto customizada

Para rodar tranquilamente com sua moto modificada, é preciso seguir os passos de legalização de moto modificada junto ao DETRAN. São eles:

  1. Levar o projeto ao DETRAN antes de iniciar a alteração e solicitar autorização prévia;
  2. Obter a liberação formal para as modificações pretendidas;
  3. Realizar as alterações em oficina de confiança, sempre utilizando peças dentro das normas;
  4. Agendar a vistoria de moto modificada para verificar se o veículo atende às exigências;
  5. Emitir o Certificado de Segurança Veicular, documento que comprova que a customização foi feita dentro da lei.

Modificações em escapamento, rodas, sistema de iluminação, cor e até pintura completa exigem atualização na documentação da moto customizada. O não cumprimento das regras do DETRAN para moto customizada pode gerar multas, pontos na CNH e a retenção do veículo.

Proteja sua moto customizada com um bom seguro

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Além disso, o seguro Suhai tem cobertura em todo o território nacional, processo de contratação simplificado e condições flexíveis para diferentes perfis de motociclistas. 

Dessa forma, você cuida do visual exclusivo da sua moto e também protege seu patrimônio contra imprevistos.

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Perguntas frequentes sobre personalizar moto

Tem dúvidas sobre o que pode e o que não pode para personalizar a moto? Tire suas dúvidas aqui.

O que posso customizar na minha moto?

Você pode trocar acessórios como manoplas, retrovisores, piscas, adesivos e até o escapamento, desde que respeite os limites legais. Alterações estéticas que não afetam a estrutura ou a segurança, em geral, são permitidas.

Pode usar placa decorativa na moto?

Não. A placa oficial é obrigatória e não pode ser substituída por modelos decorativos. Usar placa diferente da original é infração gravíssima, com multa, 7 pontos na CNH e apreensão do veículo.

É crime modificar o motor da moto?

Sim, alterar a potência ou características originais do motor sem autorização do DETRAN é ilegal. Essa prática pode ser enquadrada como adulteração e gerar sanções administrativas, multa e até processo criminal.

Troca de óleo da moto: entenda qual é o período ideal para fazer

Você sabia que a troca de óleo da moto é um dos cuidados mais importantes para manter o motor saudável e evitar problemas graves?

Manter o óleo em dia garante lubrificação adequada, reduz o atrito entre as peças e aumenta a vida útil do motor. E, por outro lado, negligenciar essa manutenção pode causar perda de potência, desgaste prematuro e até custos altos com reparos. 

Siga com a leitura deste guia e aprenda quando e como fazer a troca de óleo da sua moto de forma segura.

Quando deve ser feita a troca de óleo da moto?

Saber quando trocar o óleo da moto evita problemas no motor e mantém a performance ideal do seu veículo. Só que o intervalo depende do tipo de óleo:

  • Óleo mineral: geralmente precisa ser trocado a cada 2.000 km a 3.000 km;
  • Óleo semissintético: ideal realizar a troca entre 3.000 km e 5.000 km;
  • Óleo sintético: pode durar de 5.000 km a 8.000 km, dependendo do modelo da moto e do uso.

Além da quilometragem, atenção à validade do óleo de moto: mesmo sem rodar, ele perde eficácia cerca de 6 meses após aberto. E outros fatores podem antecipar a troca, como o uso urbano intenso, o excesso de poeira, calor ou trajetos curtos frequentes.

Por isso, fique de olho em sinais de que o motor precisa de óleo imediatamente, como cheiro forte ou de queimado, ruídos incomuns do motor ou mesmo dificuldade para engatar o ponto neutro.

Consulte o manual da sua moto para seguir as recomendações

O manual do veículo serve como um guia para o motociclista, pois possui as informações necessárias para garantir a manutenção adequada da sua moto. Entre essas informações está qual óleo usar e o momento ideal para realizar a troca.

Como marcas e modelos diferentes precisam de indicações específicas de quando trocar o óleo da moto, lembre-se de consultar o manual para saber qual é a hora certa de procurar uma oficina.

Tipos de óleo para moto: qual usar e por quê?

Escolher o óleo certo para a sua moto vai ajudar, e muito, na manutenção do motor e também evitar problemas mecânicos. Os principais tipos são:

  • Óleo mineral: indicado para motos mais antigas ou com uso leve. Tem preço acessível, mas precisa de trocas mais frequentes;
  • Óleo semissintético: mistura de mineral e sintético, oferece boa proteção e durabilidade intermediária. Ideal para motos urbanas que enfrentam trânsito intenso;
  • Óleo sintético: o melhor óleo para moto em termos de desempenho e durabilidade. Resiste melhor ao calor e à pressão, sendo recomendado para motos modernas e uso contínuo em cidade ou estrada.

Lembre-se de que usar o óleo de carro em moto pode comprometer o motor, pois não possui aditivos para motocicletas. Sem falar que conhecer a diferença entre óleos para motos ajuda a evitar desgaste precoce e perda de potência.

Aqui vai um exemplo de especificação comum: óleo 10w40 moto. Ótimo para uso urbano e temperaturas variadas. Também vale a pena comparar óleo sintético vs. mineral moto para decidir o produto certo em cada situação.

Veja também | 8 melhores motos para iniciantes em 2025: guia completo para escolher bem

Como fazer a troca de óleo da moto corretamente?

Fazer a troca de óleo da moto exige atenção e alguns cuidados para não prejudicar o motor. Veja um passo a passo simples e seguro:

  1. Aqueça o motor: ligue a moto por alguns minutos para o óleo ficar fluido;
  2. Esvazie o óleo antigo: abra o bujão e deixe o óleo escorrer completamente;
  3. Troque o filtro de óleo: verifique e substitua o filtro de óleo moto, se necessário;
  4. Coloque o novo óleo: utilize o mesmo tipo e especificação recomendados pelo fabricante.

Embora seja possível fazer em casa, a troca óleo moto caseira sem preparo aumenta o risco de sujeira, excesso ou falta de óleo. A dica, então, é contar com uma oficina especializada para ter mais segurança e precisão no serviço.

Quantos km posso andar com o óleo da moto?

Muitos motociclistas se perguntam “quantos km posso andar com o óleo da moto antes de precisar trocar?” A resposta depende do tipo de óleo, do modelo da moto e do uso diário. Veja:

  • Motos pequenas e tradicionais: geralmente precisam de troca a cada 2.000 km a 3.000 km. Por exemplo, uma Honda CG 150 recomenda cerca de 4.000 km, enquanto uma Yamaha YBR 125 troca a cada 3.000 km;
  • Motos modernas ou de maior desempenho: com óleo sintético, o intervalo pode chegar a 5.000 km a 8.000 km.

Não ultrapasse o limite recomendado, mesmo que o óleo pareça “bom” visualmente. E mitos como trocar óleo a cada 1.000 km não se aplicam à maioria das motos atuais, mas ignorar o prazo certo aumenta o risco de desgaste do motor.

Além da quilometragem, considere o tempo de uso parado, já que mesmo sem rodar, o óleo perde propriedades após cerca de 6 meses. Seguindo essas orientações, você mantém o motor protegido e evita gastos inesperados com manutenção.

O que acontece se não trocar o óleo da moto no prazo?

Deixar de trocar o óleo no prazo correto pode causar problemas sérios ao motor. O lubrificante perde suas propriedades e deixa de proteger as peças internas, aumentando o atrito e acelerando o desgaste do motor da moto.

Com o tempo, o óleo sujo ou vencido pode até levar à fundição do motor, situação em que ele literalmente trava e exige reparos extremamente caros.

Além disso, o óleo escurecido e cheio de resíduos reduz a eficiência da máquina, diminui a potência e pode comprometer o consumo de combustível.

Mesmo pequenas negligências, como rodar com óleo preto na moto além do recomendado, podem resultar em manutenção inesperada e gastos elevados que poderiam ser evitados com uma troca no tempo certo.

Checklist de manutenção da moto além da troca de óleo

Manter sua moto em bom estado vai além de trocar o óleo. Por isso, confira este checklist de manutenção preventiva que ajuda a identificar problemas antes que se tornem graves:

Tipo de manutençãoFrequência idealImportânciaSinais de alertaConsequência de ignorar
Filtro de arA cada 5.000 km ou 6 mesesMantém a entrada de ar limpa e o motor respirando bemQueda de potência, fumaça escuraDesgaste prematuro do motor, maior consumo
Fluido de freio12 mesesGarante frenagem eficientePedal esponjosoFalha no freio, risco de acidente
CorrenteLubrificar a cada 500 km, ajustar conforme necessidadeTransmite força do motorEstalos, folga excessivaDesgaste da coroa/pinhão, risco de quebra
PneusVerificar pressão semanalmente, rodízio se aplicávelSegurança e estabilidadeDesgaste irregular, pressão baixaPerda de aderência, acidentes
BateriaConferir carga mensalmentePartida confiávelDificuldade para ligarFalha de partida, impossibilidade de uso

Esse tipo de manutenção preventiva mantém sua moto segura, confiável e evita custos altos com reparos inesperados.

Dicas para aumentar a vida útil do motor da moto

Para prolongar a vida útil do motor da moto, alguns cuidados simples fazem grande diferença. Troque o óleo no tempo certo e use lubrificante adequado para o modelo da sua moto, e evite acelerações bruscas com o motor frio. Também vale verificar o nível de óleo semanalmente para que o motor esteja sempre protegido.

Além disso, faça revisões periódicas na oficina, mantendo em dia:

  • Filtro de ar;
  • Correia ou corrente;
  • Freios;
  • Bateria.

Esses hábitos simples evitam desgastes prematuros, aumentam a durabilidade do motor e ajudam a manter o desempenho da moto como novo.

Troca de óleo da moto com segurança e economia

Manter a troca de óleo da moto em dia é mais do que uma questão de cuidado com o motor, é economia e segurança. Seguindo os intervalos corretos, usando o óleo adequado e fazendo revisões periódicas, você evita desgaste, falhas mecânicas e gastos inesperados.

Mesmo com toda manutenção preventiva, imprevistos podem acontecer, como furtos ou roubos. Por isso, contar com o seguro de moto Suhai garante proteção completa para sua moto, com preços acessíveis e assistência 24h em todo o Brasil.

Mantenha sua moto protegida e curta cada viagem com tranquilidade. Faça uma cotação gratuita e rápida conosco!

Perguntas frequentes sobre troca de óleo da moto

Antes de mais nada, é normal ter dúvidas sobre troca de óleo da moto. Abaixo, respondemos as perguntas mais comuns.

Quando deve ser feita a troca de óleo da moto?

Depende do tipo de óleo e do modelo da moto. Em média, motos pequenas trocam a cada 2.000 km a 3.000 km, enquanto motos com óleo sintético podem chegar a 5.000 km a 8.000 km.

Tem problema passar 1000 km da troca de óleo?

Em motos modernas e com óleo sintético, pequenos atrasos raramente causam danos imediatos. Mas ultrapassar muito o intervalo recomendado aumenta o risco de desgaste do motor e perda de desempenho.

Qual a validade do óleo de motor de uma moto?

Mesmo sem rodar, o óleo perde propriedades aproximadamente 6 meses após aberto. Depois desse período, ele deve ser substituído para garantir a lubrificação correta do motor.

Carros clássicos: 10 opções para ter na sua garagem

Os carros clássicos conquistam cada vez mais admiradores, seja pela nostalgia, pelo design atemporal ou pelo prazer em restaurá-los e dirigi-los. Afinal, são verdadeiras peças de história sobre rodas.

Só que o interesse popular por modelos de coleção também influenciou seu valor de mercado. Por isso, o preço dos carros clássicos pode variar de acordo com o estado de conservação, originalidade das peças e raridade.

Vamos ver, ao longo deste artigo, uma coleção de carros clássicos acessíveis e, também, a importância de contratar um seguro para carro antigo para proteger seu investimento. Afinal, todo colecionador sabe que seu possante merece cuidados especiais.

Boa leitura!

Quais são os carros clássicos?

Carros clássicos são veículos que carregam valor histórico, cultural ou estético, e que se tornaram símbolos de uma época. Geralmente, entram nessa categoria automóveis com mais de 20 ou 30 anos, que marcaram gerações por seu design icônico, desempenho diferenciado e destaque no mercado. 

Muitos ganham a tão desejada placa preta, que certifica originalidade e preservação.

No Brasil, modelos como o Volkswagen Fusca, o Chevrolet Opala e o Ford Maverick se tornaram ícones populares e seguem despertando paixão entre colecionadores. 

Já país afora, carros como o Ford Mustang, o Chevrolet Camaro e o Porsche 911 clássico são exemplos de veículos de época que conquistaram status de lendas. 

Para os entusiastas, ter um desses carros de colecionador na garagem é unir nostalgia, estilo e investimento.

Leia também | Carro de leilão faz seguro? Entenda como funciona e onde contratar

Quais são os 10 melhores carros antigos para colecionadores?

Se você pensa em começar ou ampliar sua coleção, existem diversos carros clássicos que oferecem ótimo custo-benefício e ainda carregam um enorme apelo afetivo.

Selecionamos 10 modelos de carros antigos colecionáveis, entre nacionais e importados, que se destacam pelo valor histórico, manutenção acessível ou potencial de valorização. 

Conheça, primeiro, os nossos candidatos em uma rápida tabela comparativa:

ModeloPreço (R$)MotorizaçãoDestaque principal
Chevrolet Chevettea partir de 11.500,001.4 a 1.6, 4 cilindrosVersátil e barato de manter, ótimo para iniciar coleção
Citroën Xsara VTSa partir de 9.500,002.0, 167 cvEsportivo acessível dos anos 2000, ótimo custo-benefício
Ford Fiesta (Mk4/Mk5)a partir de 15 mil 1.0 a 1.6Espaço interno e suspensão equilibrada, clássico acessível
Fiat Tempra Turboa partir de 9.332,002.0 turbo, 4 cilindrosSedã turbinado com bom desempenho e preço competitivo
Volkswagen Fuscaa partir de 29.523,001.3 a 1.6, boxerÍcone nacional, fácil manutenção e alto apelo afetivo
Volkswagen Gol GTSa partir de 8.772,00 1.8Esportivo dos anos 80/90, design marcante e manutenção acessível
Ford Maverick GT V8a partir de 150 mil302 V8, +190 cvMuscle car brasileiro, potência e prestígio colecionável
Chevrolet Opala SS 4.1a partir de 9.279,006 cilindros, 4.1Rival do Maverick, robusto e valorizado entre colecionadores
Puma GTA partir de 100 milVW refrigerado a arExclusivo, artesanal e autêntico, ícone esportivo nacional
Chrysler Dodge Charger RTa partir de 135 milV8, 215 cvMuscle car de luxo, raro e altamente valorizado

Agora, confira nossa lista detalhada de carros populares antigos e esportivos clássicos!

1. Chevrolet Chevette

O Chevrolet Chevette é um dos carros clássicos brasileiros mais populares. Fabricado no país entre 1973 e 1993, tornou-se um verdadeiro ícone da indústria nacional.

Econômico, versátil e de mecânica robusta, ele conquistou uma legião de fãs e hoje está entre as opções mais desejadas pelos colecionadores

Disponível em diferentes versões de carroceria, como hatch, esportivo GP, pick-up Chevy 500 e perua Marajó, é um modelo que permite restauração ou até personalização para projetos de corrida, drift e arrancada.

Graças ao baixo custo de manutenção e à boa oferta de peças, o Chevette é considerado uma ótima porta de entrada para quem quer começar sua coleção. 

Atualmente, o preço de venda pode ser em torno de R$ 11.487,00 (Fonte: tabela FIPE/setembro de 2025), dependendo do estado de conservação e originalidade.

Mas vale lembrar que este valor é apenas uma referência, já que carros com placa preta costumam ter uma avaliação especial pelas seguradoras, e seu valor pode ultrapassar, e muito, o indicado na Tabela FIPE, principalmente quando mantêm a originalidade nas peças e componentes.

2. Citroën Xsara VTS

O Citroën Xsara VTS é um dos carros antigos colecionáveis que mais surpreendem pelo custo-benefício. Com motor 2.0 de 167 cavalos, acelera de 0 a 100 km/h em menos de sete segundos e pode chegar a até 225 km/h. 

É um clássico esportivo dos anos 2000 e ainda chama atenção pelo desempenho.

Outro atrativo está no pacote de equipamentos, já que até mesmo as versões básicas contavam com ar-condicionado, direção assistida, vidros e travas elétricos, além de airbag duplo.

No mercado atual, é possível encontrar bons exemplares por valores a partir de R$ 9.531,00 (Fonte: tabela FIPE/setembro de 2025), o que o torna uma opção interessante entre os carros clássicos esportivos acessíveis.

3. Ford Fiesta (Mk4 e Mk5)

A plataforma do Ford Fiesta de quarta geração é muito parecida com a do Ford Ka, o que significa que ele tem praticamente a mesma agilidade somada ao bom acerto de suspensão.

No entanto, a principal vantagem do Fiesta em relação ao Ka é o espaço para cinco pessoas em vez de quatro, além do porta-malas maior, isso o torna para algumas pessoas um dos melhores carros clássicos acessíveis. 

Seu preço médio varia entre R$ 15 mil e R$ 18 mil.

4. Fiat Tempra Turbo

Um turbinado bem acessível hoje em dia. Enquanto fica cada vez mais difícil encontrar carros clássicos à venda, como um Uno Turbo ou Marea Turbo em bom estado, por valores a partir de R$ 9.332,00 (Fonte: tabela FIPE/setembro de 2025), ainda dá para achar um Tempra Turbo bem conservado por um preço menor.

5. Volkswagen Fusca clássico

O Fusca ainda é um dos carros clássicos baratos e seu preço depende muito mais do estado de conservação do que do ano de fabricação.

Por manter o status de carro mais vendido do Brasil por muitos anos, há muitos exemplares à venda no mercado. Mas é preciso olhar bem!

Por um valor a partir de R$ 29.523,00 (Fonte: tabela FIPE/setembro de 2025), você consegue achar um fusca 1986 em bom estado e com poucos reparos de funilaria, mecânica e tapeçaria por fazer.

Mas se você prefere um carro pronto para pegar e andar, prepare-se para desembolsar valores mais elevados.

6. Volkswagen Gol GTS

O Volkswagen Gol GTS é um dos carros esportivos antigos mais lembrados dos anos 80 e 90 no Brasil. Conhecido como “Gol quadrado”, ele marcou época com seu visual esportivo, motor 1.8 de bom desempenho e acabamento diferenciado.

Era a versão topo de linha da família Gol até a chegada do lendário GTi, mas mesmo assim conquistou fãs pelo equilíbrio entre potência e custo de manutenção.

Ainda hoje é considerado um clássico nacional acessível, com valores em torno de R$ 8.772,00 (Fonte: tabela FIPE/setembro de 2025).

Sua mecânica simples garante facilidade de manutenção e abundância de peças no mercado, tornando-o uma das melhores opções para quem busca um esportivo clássico sem abrir mão da praticidade.

7. Ford Maverick GT V8

O Ford Maverick GT V8 é um dos grandes símbolos da força e da robustez entre os carros clássicos dos anos 70.

Lançado no Brasil em 1973, trazia o motor 302 V8, que entregava mais de 190 cavalos de potência, oferecendo desempenho digno dos muscle cars americanos, mas em uma versão adaptada ao mercado nacional.

Seu design agressivo, interior sofisticado e o ronco inconfundível do V8 fizeram do Maverick GT um sonho de consumo na época. E até hoje é um dos modelos mais valorizados entre os colecionadores.

Atualmente, seu preço médio ultrapassa R$ 150 mil, principalmente em versões bem preservadas e com placa preta.

Mas vale dizer, um verdadeiro carro V8 colecionável nunca sai de moda.

8. Chevrolet Opala SS 4.1

O Chevrolet Opala SS 4.1 é um dos modelos mais lendários da General Motors no país e ocupa lugar de destaque entre os esportivos clássicos brasileiros

Equipado com motor 6 cilindros 4.1, era conhecido pela potência e pela robustez, chegando a entregar mais de 170 cavalos, o que o tornou um rival direto do Ford Maverick nos anos 70.

Hoje, está entre os carros clássicos GM mais procurados, ideal tanto para restauração quanto para personalização. No mercado, os preços variam bastante dependendo da versão e do estado de conservação, mas na tabela FIPE, ele aparece com média de R$ 9.279,00 (setembro de 2025).

9. Puma GT

O Puma GT é um dos maiores ícones entre os carros esportivos brasileiros

Produzido de forma quase artesanal a partir dos anos 70, o modelo chamava atenção pelo design arrojado, inspirado em esportivos europeus, e pela carroceria em fibra de vidro, que o tornava mais leve e diferenciado.

Apesar de utilizar motores Volkswagen refrigerados a ar, o Puma GT entregava boa performance pelo baixo peso e conquistava admiradores pelo estilo exclusivo.

Hoje, é considerado um automóvel raro, com preços capazes de ultrapassar os R$ 100 mil. Mas, para muitos colecionadores, vale a pena. Um Puma na garagem é sinônimo de exclusividade e irreverência.

10. Chrysler Dodge Charger RT

O Dodge Charger RT é um dos carros de colecionador mais cobiçados do Brasil. Produzido pela Chrysler nos anos 70, ele se destacava pelo motor V8 de 215 cavalos, tração traseira e acabamento de luxo, que o colocavam no patamar dos grandes muscle cars da época.

Com visual imponente, bancos esportivos e desempenho arrebatador, o Charger RT conquistou uma legião de fãs e permanece como um dos modelos mais raros e valorizados no mercado nacional. 

Atualmente, exemplares bem conservados ultrapassam R$ 135 mil, tornando-se um clássico indicado para colecionadores experientes que buscam exclusividade e potência em um carro clássico de luxo.

Quais são os critérios que fazem o preço dos carros clássicos variar?

O preço de um carro clássico varia principalmente com base na sua conservação, originalidade, raridade e demanda entre colecionadores. 

Diferentemente dos veículos comuns, cujo valor levado em conta é o da tabela FIPE, para os clássicos ela é apenas um parâmetro, pois o preço é negociado em um mercado mais restrito, onde detalhes fazem toda a diferença no valor final.

Os principais critérios que influenciam essa variação, em detalhes, são:

  • Estado de conservação: carros restaurados ou bem preservados costumam ter valor maior;
  • Originalidade das peças: veículos com motor, câmbio, estofados e acessórios de fábrica preservados são mais valorizados;
  • Raridade: quanto mais difícil encontrar determinado modelo, maior tende a ser seu preço de colecionador;
  • Demanda: modelos com apelo histórico, afetivo ou esportivo podem disparar de valor;
  • Documentação: histórico em dia e sem restrições é mais valorizado;
  • Placa preta: concedida a veículos com mais de 80% de originalidade e reconhecimento de entidade credenciada, essa placa aumenta o status e a cotação do automóvel.

Como cuidar e proteger carros clássicos?

Ter um carro clássico é um privilégio, mas também uma responsabilidade. Para garantir sua preservação e valor, alguns cuidados são indispensáveis, como:

  • Realizar revisões periódicas para evitar problemas mecânicos e aumentar a vida útil do veículo;
  • Manter a carroceria limpa, encerar regularmente e evitar longos períodos exposto ao sol ou à umidade;
  • Utilizar componentes originais ou de época, pois isso mantém a autenticidade e valoriza o carro;
  • Guardar o automóvel em local coberto, ventilado e protegido contra variações extremas de temperatura;
  • Proteger o veículo com seguro para carro antigo, ou seja, um seguro especializado. A Suhai, por exemplo, oferece cobertura para veículos com mais de 20 anos, colecionáveis e até mesmo com placa preta, garantindo tranquilidade contra roubo, furto e outras ocorrências.

Por que ter e proteger carros clássicos?

Um carro clássico vai muito além de ser apenas um meio de transporte, e representa história, estilo de vida e paixão automobilística.

Restaurar ou dirigir um veículo de época é reviver momentos marcantes, além de ter em mãos um bem que pode se valorizar com o tempo.

Além disso, muitos modelos oferecem um excelente custo-benefício para quem deseja começar no mundo dos carros de coleção.

No entanto, junto com a satisfação de ter um clássico, vem também a responsabilidade de protegê-lo. Por se tratarem de veículos únicos, sua perda ou dano pode ser irreparável.

Por isso, conte com um seguro especializado para carros antigos. A Suhai Seguradora oferece soluções com cobertura contra roubo e furto para carros com mais de 20 anos, inclusive esportivos, rebaixados e de coleção. 

A contratação é simples, com valores acessíveis e a opção de assistência 24h para trazer ainda mais tranquilidade. Se você deseja garantir a segurança e preservar a sua paixão, faça uma cotação do seguro para carros clássicos com a Suhai!

Perguntas frequentes sobre carros clássicos

Aprenda ainda mais sobre carros clássicos com as perguntas e respostas abaixo.

Quais são os carros clássicos?

São veículos antigos que marcaram época por sua relevância histórica, design icônico, esportividade ou apelo cultural. Modelos nacionais como o Fusca, Chevette e Opala, e internacionais como Mustang e Charger, são exemplos populares.

Quais são os 10 melhores carros antigos?

Na nossa lista, destacamos desde os mais acessíveis, como o Chevette e o Ford Fiesta, até ícones consagrados, como o Maverick GT e o Dodge Charger RT. A escolha depende do perfil do colecionador e do orçamento disponível.

Como funciona o seguro para carros antigos?

A maioria das seguradoras tem restrições para carros com mais de 20 anos. A Suhai é especializada em seguro contra furto e roubo, sem limite de idade, modelo ou personalização do veículo, ideal para carros clássicos.

Maio Amarelo: o que é, importância e objetivos da campanha

Perder alguém em um acidente de trânsito é uma dor que poderia ser evitada. No Brasil, milhares de vidas são interrompidas todos os anos por imprudência, falta de atenção ou ausência de responsabilidade nas vias. Para conter esse cenário, surgiu o movimento Maio Amarelo

Essa mobilização internacional busca chamar atenção para a segurança no trânsito e para a importância da prevenção de acidentes. E, em 2025, o tema escolhido foi “Mobilidade Humana, Responsabilidade Humana”.

A Suhai Seguradora apoia essa causa porque acredita que cuidar da vida é prioridade absoluta e reafirma seu compromisso com o respeito no trânsito e a promoção de um comportamento seguro. Confira tudo a respeito, a seguir.

O que é a campanha Maio Amarelo?

O Maio Amarelo é uma campanha internacional criada para chamar atenção da sociedade para o alto número de mortes e feridos em acidentes de trânsito em qualquer tipo de veículo

Promovido pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), o movimento quer gerar conscientização no trânsito e estimular a reflexão sobre atitudes mais responsáveis entre motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

Quer ver qual é a relevância disso? No Brasil, só em 2024, houve mais de 6 mil vítimas fatais e outras 84 mil feridas em acidentes de trânsito nas estradas.

Agora, como reduzir essa estatística tão horrível? Assim como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, o Maio Amarelo, cujo símbolo é um laço amarelo, visa a conscientização sobre o problema, lembrando que é preciso redobrar a atenção e adotar um comportamento seguro para reduzir tragédias nas ruas e estradas.

A campanha acontece todos os anos com ações de comunicação, palestras, treinamentos e mobilizações sociais que envolvem órgãos públicos, empresas, escolas e a população em geral.

Mas entenda, mais do que um mês de reflexão, o Maio Amarelo cria uma cultura de prevenção de acidentes e estímulo à segurança viária como prioridade por meio da promoção de mudanças de comportamento que salvam vidas.

Confira o vídeo da campanha do movimento de 2025:

Qual é o objetivo da campanha Maio Amarelo?

O movimento Maio Amarelo quer promover uma mudança de comportamento no trânsito e incentivar uma cultura de prevenção.

Para isso, atua em diferentes frentes que envolvem desde a educação no trânsito até a mobilização social. Entre seus propósitos, destacam-se:

  • Chamar a atenção para o alto número de vítimas em acidentes de trânsito e suas consequências para famílias e para a sociedade;
  • Conscientizar motoristas e pedestres sobre a importância do respeito às leis de trânsito e da responsabilidade individual;
  • Fomentar a união entre sociedade civil, empresas privadas, escolas, órgãos públicos e entidades do terceiro setor em prol de um trânsito mais seguro;
  • Criar estratégias de segurança no trânsito, como campanhas educativas, ações em escolas e programas corporativos voltados à redução de acidentes.

Considerando que apenas no ano de 2022 tivemos um registro de mais de um milhão de acidentes de trânsito, o Maio Amarelo tem a importante missão de transformar ruas e estradas em ambientes mais seguros para todos.

Como surgiu a campanha?

Para entender quando começou o Maio Amarelo é preciso voltar a 2011, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito”.

O objetivo era reduzir drasticamente os números de mortes e feridos em acidentes ao redor do mundo. Inspirado por essa iniciativa, o ONSV criou, dois anos depois, o movimento Maio Amarelo no Brasil.

Atualmente, a campanha já é reconhecida e apoiada em diversos países, e fortalece a ideia de que a segurança viária é uma causa global e que a mudança depende da responsabilidade no trânsito de cada pessoa.

Qual é a importância do Maio Amarelo?

Campanhas assim servem como catalisadores de mudanças de comportamento. Com mais conscientização no trânsito e o incentivo a práticas de prevenção de acidentes.

Quer ver como o impacto no trânsito vai muito além das tragédias pessoais, gerando consequências na saúde pública e na economia também?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os acidentes de trânsito estão entre as dez principais causas de morte, com cerca de 1,19 milhão de óbitos anuais.

Além das perdas humanas, as estatísticas de acidentes revelam custos elevados. Apenas no Brasil, o ONSV estima que a violência no trânsito gera um prejuízo superior a R$ 50 bilhões por ano, somando despesas hospitalares, gastos com atendimentos emergenciais, reabilitação e impactos econômicos indiretos.

Dessa forma, a campanha contribui para salvar vidas, aliviar os custos do sistema de saúde e transformar a mobilidade em algo mais seguro.

Qual é o tema do Maio Amarelo em 2025?

O tema do Maio Amarelo 2025 foi “Mobilidade Humana, Responsabilidade Humana”. A proposta destaca que cada indivíduo tem um papel importante na construção de um trânsito mais seguro, empático e sustentável.

Seja dirigindo um carro, pilotando uma moto, pedalando ou caminhando, todos compartilham o mesmo espaço e precisam adotar atitudes responsáveis.

Maio Amarelo 2026

O tema do Maio Amarelo 2026 ainda não foi divulgado, mas podemos esperar um lema capaz de orientar as ações de conscientização no trânsito e inspirar a sociedade a adotar práticas de prevenção de acidentes.

Para não perder nenhuma novidade, acompanhe os canais oficiais do Maio Amarelo, como o site oficial, Instagram, Facebook e YouTube, que divulgam o tema e as atividades programadas para o próximo ano.

Mas, independentemente do lema, a essência permanece a mesma: salvar vidas e promover a segurança no trânsito como prioridade.

E vale destacar que a Suhai Seguradora segue apoiando essa causa em todas as edições, reforçando seu compromisso contínuo com a responsabilidade no trânsito e com a construção de uma mobilidade mais segura para todos.

O que é o projeto Maio Amarelo nas escolas?

O projeto Maio Amarelo nas escolas leva conteúdos de educação no trânsito infantil para crianças e adolescentes para criar uma consciência de respeito e cuidado nas ruas. As atividades incluem:

  • Palestras;
  • Peças teatrais;
  • Jogos educativos;
  • Oficinas que abordam temas como o uso correto das cadeirinhas e outros equipamentos de segurança, a importância da travessia segura nas faixas de pedestres e o respeito às sinalizações.

Ao envolver professores, famílias e comunidades, o projeto transforma as escolas em centros de conscientização no trânsito, formando cidadãos mais atentos e responsáveis.

O que é o DDS Maio Amarelo?

O Diálogo Diário de Segurança (DDS) é uma prática adotada em muitas empresas para conscientizar trabalhadores sobre a importância da segurança no trânsito.

É um encontro para compartilhar orientações sobre prevenção de riscos, boas práticas e cuidados necessários para evitar acidentes.

Ações como palestras, vídeos, dinâmicas e materiais educativos também são utilizados para mostrar como a atenção no trânsito faz parte da cultura de prevenção dentro e fora do ambiente corporativo.

Maio Amarelo e a segurança que todos merecem

A Suhai Seguradora apoia a causa e o movimento Maio Amarelo como forma de reforçar o compromisso de promover um trânsito mais humano e responsável.

Mais do que proteger veículos, a Suhai acredita em uma cultura de cuidado e prevenção. Apoiar o Maio Amarelo é a contribuição para um futuro com menos acidentes e mais vidas preservadas.

Quer proteger sua moto ou carro e ter mais tranquilidade no trânsito? A Suhai diz SIM pra você! 

Faça agora uma cotação rápida e descubra como cabe no seu bolso proteger o que é seu.

O que as pessoas também perguntam sobre Maio Amarelo

Tire suas dúvidas sobre o movimento de conscientização no trânsito:

O que representa o Maio Amarelo?

O Maio Amarelo representa um movimento global de conscientização sobre segurança viária, e busca estimular a mudança de comportamento de motoristas, pedestres, ciclistas e motociclistas.

O que se comemora no Maio Amarelo?

O Maio Amarelo não se trata de uma comemoração, mas de um período de mobilização social. O mês é marcado por campanhas, palestras e ações educativas que visam reduzir acidentes de trânsito e valorizar a vida.

Quando começou o Maio Amarelo?

O movimento surgiu em 2014, inspirado pela Década de Ação pela Segurança no Trânsito, proclamada pela ONU em 2011. Desde então, o Observatório Nacional de Segurança Viária coordena as campanhas anuais, com reconhecimento internacional.

Seguro roubo e furto: como funciona, vantagens e como contratar

O seguro roubo e furto é uma forma prática e acessível de proteger seu veículo em situações de risco porque a cobertura contra roubo te dá tranquilidade financeira em caso de perda do bem, sem precisar arcar sozinho com o prejuízo.

Imagine ter a indenização do veículo em casos assim? Um seguro auto com esse tipo de proteção é mais econômico do que a versão completa e, ao longo deste artigo, vamos te mostrar o quanto esse tipo de apólice acessível pode te beneficiar.

Além disso, você vai conhecer o seguro da Suhai Seguradora, que ainda oferece aceitação para veículos que muitas seguradoras tradicionais recusam. Confira!

Como funciona o seguro roubo e furto?

O seguro só para roubo e furto, de fato, é mais barato, e é indicado para pessoas que dirigem com prudência e que estão mais preocupadas em não serem vítimas das estatísticas e perderem um bem de alto valor.

Nada mais natural, considerando o elevado índice de roubos e furtos de veículos, torna-se cada vez maior o número de pessoas que buscam proteger seus veículos contra esses delitos.

Inclusive, como mostrado em reportagens recentes, esse tipo de crime tem ocorrido com frequência, com um carro roubado a cada 5 minutos em 2025, em locais comuns do dia a dia. Isso reforça ainda mais a necessidade de se precaver com uma proteção mínima. Só que tem mais: a cobertura pode se restringir a roubo e furto, mas também conta com assistência 24 horas, incluindo:

Esse tipo de seguro dá a certeza de ter seu veículo de volta, ou a indenização da seguradora pela tabela Fipe, caso o carro não seja localizado ou localizado com avarias superiores a 75% do valor do veículo.

Portanto, essa é uma excelente alternativa também para quem evita contratar o seguro completo devido ao seu custo mais elevado. Afinal, além de proteger contra roubo de veículo, o serviço tem coberturas complementares, como incêndio, colisões e danos a terceiros, por exemplo.

Vantagens de contratar seguro roubo e furto para seu veículo

Optar por um serviço desses é uma maneira inteligente de garantir mais tranquilidade no dia a dia porque trata-se de um seguro acessível que oferece proteção financeira em situações de risco.

Além disso, ter uma seguradora com autorização e registro junto à SUSEP, como a Suhai, é garantia de que você estará coberto dentro da lei e poderá exigir seus direitos em caso de problemas. 

Dessa forma, o condutor conta com mais segurança no seu automóvel e pode encontrar a proteção a veículos diversos, como os de leilão ou antigos, com toda a credibilidade oferecida pela Suhai.

Entenda melhor esses pontos, a seguir.

Proteção contra delitos

Você tem a garantia de indenização caso seu veículo seja levado em um assalto ou desapareça em um furto simples. Essa cobertura contra roubo e furto reduz os riscos de prejuízo financeiro e aumenta a sensação de segurança para o motorista. 

Parcelas mais acessíveis

O seguro parcial roubo e furto é considerado uma alternativa mais econômica em comparação ao seguro completo, já que foca apenas na proteção contra os delitos mais comuns. 

Isso torna o serviço um ideal para quem tem veículo usado ou carro antigo e busca custo benefício, por exemplo.

Aceitação ampla de veículos

Uma das vantagens do seguro de veículos roubo e furto da Suhai é a sua ampla aceitação. Enquanto muitas seguradoras têm restrições a veículos recusados, como carro antigo, moto modificada, caminhão usado ou modelos provenientes de seguro auto leilão, a Suhai oferece cobertura para todos esses perfis.

Isso significa que você protege seu veículo mesmo que ele tenha sido rejeitado por outras seguradoras.

Seguro apenas contra roubo vale a pena?

Para quem busca um seguro básico, simples e direto, essa modalidade pode ser uma boa solução, pois o custo benefício desse seguro é um dos principais atrativos, já que as parcelas tendem a ser menores.

Trata-se de uma proteção parcial, afinal, que cobre apenas os riscos mais recorrentes e preocupantes para os motoristas, o roubo e o furto do veículo.

Outra vantagem é a praticidade. A contratação é descomplicada e, em caso de sinistro, o cliente recebe uma indenização rápida, sem burocracias.

Isso faz com que seja uma alternativa mais interessante para quem possui veículo usado, carro antigo, moto ou até caminhão, mas não quer arcar com os altos custos de uma apólice completa.

No entanto, vale lembrar que o seguro contra roubo e furto é ainda mais vantajoso, já que amplia a proteção e pode custar até 60% menos que a média de mercado quando contratado com a Suhai.

Assim, o motorista garante tranquilidade e economia ao mesmo tempo.

O que não está coberto pelo seguro?

O seguro para roubo e furto não cobre danos por colisão, incêndio ou prejuízos parciais. Esses eventos são considerados sinistros não cobertos, a menos que sejam contratadas coberturas adicionais específicas.

Então, apesar da proteção contra os delitos mais comuns, é importante compreender as exclusões do seguro para evitar surpresas. O preço desse tipo de seguro é mais acessível justamente porque sua apólice restrita cobre apenas dois tipos de ocorrência: roubo e furto.

Veja em detalhes o que fica fora da cobertura:

  • Danos resultantes de colisão, quando não há contratação de cobertura adicional;
  • Incêndio do veículo, salvo se houver extensão de apólice específica;

Perdas parciais em casos em que o automóvel é recuperado, mas com avarias inferiores a 75% do valor da Tabela Fipe. Ainda assim, o seguro contra roubo e furto é uma opção bastante estratégica para quem deseja manter o patrimônio protegido de forma prática e com excelente custo-benefício.

Conte com a Suhai para proteger seu veículo contra roubo e furto

O seguro contra roubo e furto da Suhai Seguradora é a escolha ideal para quem deseja unir economia, praticidade e confiança.

Além de ser um seguro online de fácil contratação, ele oferece ampla aceitação de veículos. Inclusive, aqueles que muitas seguradoras recusam, como carros de leilão, motos modificadas, veículos antigos e caminhões usados.

Com parcelas acessíveis, você tem proteção para o veículo em situações de alto risco, mais a tranquilidade de contar com indenização rápida em caso de roubo ou furto não recuperado.

Faça agora mesmo a cotação do seguro no site da Suhai e descubra como é simples proteger seu veículo com quem entende do assunto!

Perguntas frequentes sobre seguro roubo e furto

Tem dúvidas sobre o seguro roubo e furto? Encontre as respostas para as suas perguntas aqui.

Como funciona o seguro de roubo e furto? 

Ele garante indenização caso o veículo seja roubado ou furtado e não seja recuperado, ou quando os danos ultrapassam 75% do valor da Tabela Fipe. Basta registrar o Boletim de Ocorrência, acionar a seguradora e aguardar a análise da apólice para receber.

O seguro cobre veículos de leilão ou antigos?

 Sim. A Suhai se destaca justamente por aceitar veículos normalmente recusados em outras seguradoras. Isso inclui carros antigos, motos modificadas, caminhões usados e até veículos provenientes de seguro auto leilão.

Quando o seguro não paga indenização? 

Em situações que configuram sinistro não coberto, como danos de colisão ou incêndio sem contratação de cobertura adicional, ou quando o veículo é recuperado com perdas parciais inferiores a 75% do valor da Tabela Fipe.

Como calcular desgaste de veículo por km rodado: 4 pontos que você deve avaliar

Como calcular o desgaste de veículo por km é uma dúvida comum entre motoristas que querem entender de forma realista quanto custa manter um carro no dia a dia

Só que esse cálculo vai além do gasto com combustível: também inclui manutenção, depreciação e seguro. Isso, somado, compõe um valor mais fiel do chamado desgaste de veículo por km.

E por que isso é importante? Para controlar melhor os gastos, planejar melhor o uso do automóvel e até negociar de forma justa o reembolso por km rodado em situações de trabalho. Quem inclui todos os fatores no cálculo percebe o verdadeiro custo operacional do veículo e consegue tomar decisões mais inteligentes.

Aprenda tudo a respeito a seguir!

O que significa calcular desgaste de veículo por km

Calcular o desgaste de veículo por quilômetro significa somar todos os custos envolvidos no uso do carro e dividir esse valor pela quilometragem rodada. Assim, o motorista descobre o quanto realmente gasta a cada km percorrido, considerando tanto custos fixos e variáveis de veículo.

Um cálculo simplificado leva em conta apenas o custo de combustível por km, mas não mostra a realidade, porque todo carro sofre depreciação de veículo ao longo do tempo e precisa de revisões, troca de pneus e peças, além de estar sujeito a imprevistos que tornam o seguro de veículo indispensável.

Como calcular desgaste de veículo por km passo a passo

Calcular o desgaste de veículo por km pode parecer complicado à primeira vista, mas é mais simples do que parece. Basta considerar os custos que o carro gera e dividir pelo número de quilômetros rodados. 

A fórmula do cálculo é:

(Combustível + Manutenção + Depreciação do veículo + Seguro) ÷ km rodado

Vamos ver como isso funciona na prática: imagine que, em um ano, você gasta R$ 4.000 com combustível, R$ 2.000 em manutenção, R$ 3.000 de depreciação e R$ 1.000 de seguro, e percorre 20.000 km. O cálculo seria:

(4.000 + 2.000 + 3.000 + 1.000) ÷ 20.000 = R$ 0,50 por km

Ou seja, cada quilômetro percorrido custa, em média, R$ 0,50, os fatores que afetam o custo por quilômetro rodado. Esse é o cálculo completo que mostra o gasto real do carro e ajuda a organizar melhor as despesas do veículo.

No entanto, existem outras formas de avaliar os custos com o veículo, como veremos a seguir.

1. Como calcular quanto o carro gasta por km?

Esta é uma fórmula bastante simples, mas que mostra algo importante: o quanto de combustível é gasto por km rodado.

Geralmente, essa é uma informação fornecida pela fabricante. Mas, caso você queira aplicar a fórmula para descobrir qual é a média de gasto, basta calcular:

Custo do combustível (R$ por Km) = Preço do litro (R$/litro)/ Consumo médio (Km por litro)

2. Custos de manutenção por km

Agora é hora de incluir os custos de manutenção por km. Aqui entram todas as despesas relacionadas, como:

  • Revisões obrigatórias;
  • Troca de óleo;
  • Pneus;
  • Correias;
  • Peças;
  • Reparos imprevistos.

Para calcular, some o gasto anual com manutenção e divida pela quilometragem percorrida. Por exemplo, se você gastou R$ 1.200 em um ano com manutenção e percorreu 20.000 km no mesmo período, o cálculo é:

1.200 ÷ 20.000 = R$ 0,06 por km

Esse valor mostra como a manutenção preventiva de veículos ajuda a reduzir imprevistos e a controlar o custo anual do carro. Afinal, mesmo pequenas revisões, quando ignoradas, podem aumentar consideravelmente o gasto médio por km.

3. Como calcular a depreciação do carro por km?

A depreciação do veículo por km representa a perda de valor do carro ao longo do tempo e é calculada dividindo a desvalorização anual pela quilometragem percorrida. 

Exemplo: se o carro desvaloriza R$ 4.000 em um ano e você rodou 20.000 km, cada km representa:

4.000 ÷ 20.000 = R$ 0,20 por km

Essa informação é útil para entender o impacto da quilometragem alta de veículo na valorização do veículo.

Para mais detalhes sobre como consultar a desvalorização, você pode conferir a Tabela FIPE, que traz referências confiáveis sobre o valor de revenda.

4. Seguro por km rodado

Para o seu cálculo se tornar completo, o seguro por km rodado deve ser considerado. Para isso, divida o custo anual do seguro pela quilometragem percorrida. 

Simples, né? Por exemplo, se o seguro custa R$ 1.200 ao ano e você roda 20.000 km, terá: 

1.200 ÷ 20.000 = R$ 0,06 por km

E por que incluir o seguro no cálculo? Porque protege o seu bem contra imprevistos que poderiam gerar gastos muito maiores.

Com um bom seguro, você tem proteção contra roubo, assistência 24h e mais tranquilidade no dia a dia. Aqui, na Suhai, seu histórico não te define.

Faça uma simulação de seguro acessível e veja como é possível se proteger sem pesar no bolso.

Como reduzir o desgaste por km e economizar no dia a dia

Reduzir o desgaste de veículo por km tem a ver com economia, mas também tem tudo a ver com a preservação e conservação do carro por mais tempo. E algumas ações simples podem fazer diferença no custo operacional de veículo, como:

  • Direção econômica: evitar acelerações bruscas e manter velocidades constantes ajuda a economizar combustível e reduzir o desgaste de freios e pneus;
  • Calibrar os pneus regularmente: pneus mal calibrados aumentam o consumo de combustível e o desgaste do veículo. Uma calibragem correta melhora a eficiência e a segurança;
  • Revisões periódicas: fazer a manutenção preventiva de veículos de forma recorrente evita problemas maiores, prolonga a vida útil do carro e reduz reparos inesperados;
  • Evitar sobrecarga: levar excesso de peso aumenta o consumo de combustível e acelera o desgaste de componentes como suspensão e freios;
  • Pesquisar combustíveis: comparar preços e escolher o tipo de combustível mais eficiente para o seu carro ajuda a reduzir o custo de combustível por km.

Planejamento e proteção é com a Suhai

Saber como calcular o desgaste de veículo por km vai além de números: é uma forma de planejamento financeiro e preservação do seu patrimônio.

Com esse conhecimento, você consegue tomar decisões mais inteligentes. Além disso, o cálculo do desgaste contribui para a valorização do veículo, evitando surpresas na hora da revenda.

E quando o assunto é proteção, a Suhai Seguradora garante segurança veicular completa

Aqui, você conta com um seguro pensado para suas necessidades, flexível e confiável. Faça uma simulação de seguro na Suhai!

Perguntas frequentes sobre como calcular desgaste de veículo por km

Tire suas dúvidas a seguir e aprenda como calcular desgaste de veículo por km rodado.

Como calcular a depreciação do veículo por km rodado?

A depreciação é a perda de valor do carro ao longo do tempo. Para calcular, divida a desvalorização anual pela quilometragem percorrida. A Tabela FIPE é a referência para esse cálculo, indicando o valor médio de mercado de cada modelo.

Como saber quanto custa manter um carro por km?

Some todos os gastos com manutenção, incluindo revisões obrigatórias, troca de pneus, óleo, correias e reparos inesperados, e divida pela quilometragem total percorrida.

Quanto um carro desvaloriza por km rodado?

A desvalorização depende de vários fatores: modelo do carro, quilometragem alta de veículo, estado de conservação e histórico de manutenção. Quanto mais cuidados você tiver, menor será a perda de valor ao longo do tempo.

Luva para moto: guia para escolher a ideal

A luva para moto é um dos acessórios de proteção mais importantes para quem pilota, seja em percursos curtos no dia a dia ou em longas viagens.

E se você está em busca do acessório ideal para as suas necessidades, este guia completo foi feito para você, pois vamos mostrar por que esse item faz tanta diferença na segurança e no conforto do motociclista, além de apontar os principais modelos e materiais disponíveis no mercado. 

Também apresentaremos opções muito usadas por iniciantes e experientes, para que você acerte na escolha e pilote sempre protegido. Acompanhe!

A importância da luva para andar de moto

Embora a luva para motociclistas não seja obrigatória por lei, o seu uso é recomendado porque oferece segurança e conforto simultaneamente.

Sem falar que pilotar sem esse acessório pode trazer diversos riscos, tanto em caso de acidentes quanto no contato diário com o clima e a moto. 

Então, aproveite para conhecer os principais motivos para nunca abrir mão de uma luva para pilotar moto:

  • Proteção em acidentes: evita escoriações, cortes e queimaduras em quedas ou impactos;
  • Proteção climática: ajuda contra frio, vento, sol e chuva, reduzindo desconfortos e até problemas de pele;
  • Conforto na pilotagem: melhora a aderência ao guidão, reduz o suor nas mãos e diminui a fadiga em percursos longos.

Viu só como usar luvas para andar de moto é um cuidado simples que pode fazer toda a diferença na sua experiência e na sua segurança?

Como escolher a luva de moto ideal?

Quer descobrir qual é a melhor luva para motociclista ou entender como escolher a luva certa para o frio e a chuva? Para isso, os principais critérios que você deve observar antes da compra são: tamanho, modelo e material. Seguindo essas dicas, fica muito mais fácil acertar na escolha.

A seguir, veja em detalhes cada um deles.

Qual o tamanho certo de luva para moto?

Uma luva para moto apertada nas mãos pode limitar os movimentos, enquanto uma muito larga pode escorregar do guidão e comprometer a pilotagem. Então, para acertar, basta conferir as medidas da sua mão e comparar com a tabela padrão de tamanhos:

TamanhoDedo (cm)Palma (cm)Pulso (cm)
P (Pequeno)8,08,56,0
M (Médio)8,59,06,5
G (Grande)9,09,57,0
GG (Extra Grande)10,511,09,0

Lembre-se sempre de verificar a tabela do fabricante, pois pode haver pequenas variações. 

Tipos de luva para andar de moto

Existem diferentes tipos de luvas para motociclistas, e cada modelo é indicado para uma situação específica. Confira os principais nos tópicos abaixo.

Luvas abertas (meio dedo)

São as famosas luvas meio dedo para moto, que deixam os dedos livres e protegem apenas a palma e o dorso da mão. Garantem boa ventilação e reduzem o suor, sendo ideais para dias quentes e trajetos curtos dentro da cidade. No entanto, oferecem menos proteção em caso de quedas.

Quando usar: em passeios urbanos curtos, no verão ou quando a prioridade é leveza e ventilação.

Luvas fechadas de moto

As luvas fechadas são as mais comuns e geralmente têm punho curto. Proporcionam proteção para a mão e os dedos, além de boa aderência ao guidão.

Muitos modelos também contam com versões impermeáveis, ideais para dias chuvosos.

Quando usar: no dia a dia, em percursos médios ou longos, principalmente quando há risco de chuva.

Luvas de cano longo para viagem

As luvas de cano longo são indicadas para quem passa mais tempo na estrada ou enfrenta condições adversas. Elas protegem mãos, dedos e punhos, e podem ser usadas sobre a manga da jaqueta para evitar a entrada de vento, frio ou água.

Quando usar: em viagens, trajetos de longa duração e situações de frio, vento forte ou chuva intensa.

Qual o melhor material para luva de moto?

Hoje, os motociclistas encontram desde os modelos clássicos de luva de couro para moto até opções modernas feitas com tecidos tecnológicos. Veja os principais:

  • Luva de couro para moto: tradicional, resistente e com boa proteção contra atrito. Porém, pode esquentar no calor e não é a melhor escolha para quem busca leveza;
  • Luva de clarino: material sintético parecido com o couro, mas mais leve e resistente, mesmo quando molhado. Molda-se bem às mãos, é fácil de limpar e já aparece em vários modelos esportivos;
  • Tecidos respiráveis: ideais para quem pilota em climas quentes, pois permitem ventilação e evitam excesso de suor nas mãos;
  • Luvas com Kevlar: oferecem reforço contra abrasão e impacto, sendo indicadas para quem busca alta proteção, principalmente em viagens ou pilotagem esportiva;
  • Luvas touch screen: permitem o uso do celular ou GPS sem precisar retirar a luva, trazendo praticidade para o dia a dia.

Mas atenção, porque cada material carrega as suas particularidades. Entenda melhor no comparativo a seguir:

MaterialVantagensDesvantagens
CouroAlta durabilidade e proteção contra atritoPode ser quente, menos flexível
ClarinoLeve, resistente à água e fácil de lavarMenos nobre que o couro
Tecidos respiráveisConforto em dias quentes e permite ventilaçãoMenor proteção em quedas
KevlarExcelente proteção contra impacto/abrasãoGeralmente é mais caro
Touch screenConveniência para usar celular/GPSFuncionalidade pode reduzir durabilidade

Ou seja, basicamente, a escolha vai depender do seu uso. Se é para viagens longas e mais segurança, por exemplo, invista em couro ou Kevlar. Já para o dia a dia urbano, as opções em clarino e tecidos respiráveis são mais práticas.

Quais são as melhores luvas para andar de moto?

Existem diversas opções de luvas para motociclistas, que variam em preço, material e nível de proteção. Veja algumas sugestões:

  • Para o dia a dia na cidade: modelos leves e respiráveis, que garantem conforto em trajetos curtos. Exemplos: X11 Iron e Texx Strike;
  • Para estrada e viagens longas: luvas de cano longo com reforços extras em áreas de impacto. Exemplos: Alpinestars SP-2 V3 e Dainese Carbon 4 Long;
  • Para pilotar na chuva: modelos impermeáveis, geralmente com membranas como Gore-Tex, que mantêm a mão seca. Exemplos: X11 Rain Pro e Alpinestars Andes Drystar;
  • Para o frio intenso: luvas térmicas ou com forração interna, que ajudam a manter o aquecimento das mãos. Exemplos: Riffel Winter e Revit Stratos 2 GTX.

Mas vale reforçar: independentemente do modelo escolhido, o mais importante é pilotar protegido e nunca abrir mão da segurança.

Pode usar qualquer luva na moto?

Embora algumas pessoas usem luvas casuais ou esportivas ao pilotar, o ideal é optar sempre por luvas para moto, especificamente. Afinal, elas são projetadas para suportar impactos e abrasões, além de oferecerem mais aderência ao guidão.

E você até pode achar que as luvas casuais trazem conforto, mas elas não têm resistência em caso de queda. Diferentemente das luvas de motociclista, que têm reforços em áreas estratégicas, costuras reforçadas, proteção contra vento, chuva e frio, além de materiais que evitam o desgaste precoce.

Portanto, apenas as luvas para moto oferecem o nível de segurança necessário para quem está sobre duas rodas. Escolher a opção certa não é luxo, é uma medida importante de proteção.

Sua segurança vai além da luva para moto

Assim como a luva para moto, o seguro não é obrigatório por lei, mas é indispensável para quem deseja pilotar com tranquilidade. Afinal, acidentes, furtos e imprevistos podem acontecer a qualquer momento, e ter a devida proteção faz toda a diferença.

Só um exemplo, no estado de São Paulo há um registro médio de um roubo ou furto de moto a cada 13 minutos. Em acidentes fatais na região, a média chega a 7,3 vítimas por dia.

Por isso, além de pensar em uma boa luva para moto, conte com a Suhai Seguradora para sua proteção. Temos um seguro feito sob medida para motociclistas com:

  • Aceitação ampla, para motos de qualquer marca, modelo ou ano;
  • Até 80% mais barato que um seguro tradicional;
  • Assistência 24h em todo o Brasil;
  • Contratação rápida e sem burocracia.

Não espere um imprevisto acontecer para pensar em proteção. Faça sua cotação online e gratuita com a Suhai, e pilote com a segurança que você merece!

O que as pessoas também perguntam sobre luva para moto

Tire as suas dúvidas com base nas perguntas mais comuns sobre este assunto.

Pode usar luvas na moto?

Sim! Embora não sejam obrigatórias por lei, as luvas de motociclista protegem contra impactos em acidentes, além de aumentar o conforto e reduzir os efeitos do vento, frio e calor durante a pilotagem.

Como posso usar luvas de motoqueiro para mexer no celular?

Alguns modelos modernos contam com tecnologia touch screen, permitindo usar o celular ou GPS sem precisar retirar a luva. Se esse recurso for importante para você, verifique na descrição do fabricante antes de comprar.

Como posso saber o tamanho da luva para moto?

O ideal é medir palma, dedo médio e pulso para comparar com a tabela de tamanhos fornecida pelos fabricantes. E sempre confira as medidas antes da compra para garantir o ajuste correto.

Passeio de moto no Brasil: 10 destinos imperdíveis para conhecer

O passeio de moto é uma experiência que oferece muitos benefícios que quem viaja de carro geralmente não tem. 

Poder entrar em lugares bem estreitos, ter mais liberdade e se sentir mais próximo do cenário pelo qual está passando, além de economizar na gasolina, já que esse tipo de veículo gasta menos combustível, são alguns deles.

Neste conteúdo, trouxemos uma lista de lugares para turismo de moto, organizada por diferentes perfis de viajantes e regiões do país. 

Além disso, no final, você encontrará um checklist de segurança e planejamento para garantir que sua viagem seja inesquecível.

Se você é apaixonado por viagem e quer se aventurar pelas estradas do Brasil, continue com a gente para descobrir os melhores lugares para passeio de moto!

Passeios de moto no Sudeste

O Sudeste é uma das regiões mais completas para quem gosta de viajar de moto

Entre paisagens de serras, cachoeiras e cidades históricas, cada estrada oferece experiências e cenários diferentes.

Seja para relaxar em meio à natureza ou para viver um pouco da história do Brasil, não faltam opções para passeio de moto. Veja algumas delas:

1. Furnas (MG)

Esse local não é muito conhecido, mas abriga algumas das cachoeiras mais lindas de Minas Gerais. O seu acesso é bem simples e, dependendo de onde sair, é só seguir pela Fernão Dias ou Anhanguera. 

A maior vantagem é poder parar em diversas cachoeiras de tirar o fôlego e que ficam bem na beira da estrada. 

Se você busca por lazer completo, também encontrará lugares pagos como o Paraíso Perdido e a Lagoa Azul, onde, além de cachoeira, você pode desfrutar de passeios de barco e restaurantes com comida local.

Veja algumas dicas sobre este lugar:

  • Destaques: cachoeiras da Lagoa Azul, Véu de Noiva e Paraíso Perdido, com áreas de banho seguras e mirantes próximos à estrada;
  • Melhor época: entre maio e setembro, quando as estradas estão mais tranquilas e a água das cachoeiras fica mais clara;
  • Cuidados: em época de chuva, as estradas podem ficar escorregadias. Por isso, use sempre equipamentos de proteção e leve dinheiro em espécie, já que alguns locais não aceitam cartão.

2. Estrada Real (MG, RJ, SP)

Considerada a maior rota turística do País, a Estrada Real tem 1.630 quilômetros de extensão e passa pelos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. 

Em meados do século XVII, a Coroa Portuguesa oficializou os caminhos usados para o trânsito de ouro e diamantes de Minas Gerais até os portos do Rio de Janeiro. Essas trilhas foram batizadas de Estrada Real. 

A Estrada tem alguns trechos, como:

  •  O Caminho Velho, ou Caminho do Ouro, que liga Ouro Preto (MG) a Paraty (RJ) e foi a primeira trilha delegada pela Realeza;
  • O Caminho dos Diamantes, que liga Ouro Preto à cidade de Diamantina; 
  • O Caminho Sabarabuçu, que liga Cocais à Glaura (Ouro Preto) e percorre Serras de Minas Gerais, próximo ao Rio das Velhas.

Mas é preciso reservar alguns dias para fazer o trajeto, já que ele é bem extenso e conta com muitas montanhas pelo caminho.

Confira algumas dicas:

  • Destaques: cidades históricas como Ouro Preto, Tiradentes e Diamantina; paisagens de serra como Serra de Ouro Branco e Rio das Velhas;
  • Melhor época: de abril a setembro, que tem menos possibilidade de chuvas e é quando as estradas estão em melhores condições, com clima agradável para pilotar;
  • Cuidados: planeje paradas para descanso, mantenha combustível sempre cheio em trechos mais longos e fique atento a curvas acentuadas em regiões de serra.

Para saber mais e preparar o seu itinerário, visite o site do Instituto Estrada Real, repleto de informações para turistas. 

3. Serra Fina

Localizada entre os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, a Serra Fina é uma das mais bonitas de todo o país. 

Aliás, não só bonita como também desafiadora, já que a sua travessia é considerada a mais difícil do Brasil, mas não de moto.

Quem sai de São Paulo ou do Rio em direção à cidade de Passa Quatro, em Minas, pode aproveitar uma das estradas tidas como das melhores da região: a Presidente Dutra. 

E aí, se quiser enfrentar depois a aventura da Serra, a pé, é só deixar a moto na pousada e seguir caminhando. Se decidir fazer isso, não deixe de conhecer:

  • Travessia da Serra Fina: liga Passa Quatro a Itamonte e passa por picos famosos como Capim Amarelo, Pedra da Mina e Pico dos Três Estados, ideal para os mais aventureiros;
  • Trilhas curtas próximas à cidade: caminhos até miradouros e cachoeiras, ideais para quem quer apenas apreciar a vista e curtir a natureza sem esforço extremo.

4. Estrada das Hortênsias (RJ) 

Ligando Sana, na Serra de Macaé, até Petrópolis, essa estrada é ideal para quem quer conhecer diversos pontos do Rio de Janeiro

Nesse caminho, você passará por lugares como Nova Friburgo, Teresópolis e Itaipava, conhecidas como cidades ótimas para quem busca por baladas agitadas.

Veja algumas dicas sobre o lugar:

  • Destaques: miradouros em Teresópolis, parque Nacional da Serra dos Órgãos, centro histórico de Petrópolis e hortênsias ao longo do caminho;
  • Melhor época: maio a agosto, com clima ameno e estradas mais seguras;
  • Cuidados: atenção às curvas, neblina frequente e necessidade de paradas para descanso.

Passeios de moto no Sul

O Sul do Brasil oferece estradas que combinam aventura e beleza natural em cada trecho. Entre vales, cachoeiras e cidades acolhedoras, os motociclistas encontram roteiros perfeitos para explorar a região no ritmo da estrada e aproveitar paisagens. Confira alguns lugares imperdíveis pelo Sul:

5. Serra do Rio do Rastro

Crava bem no meio da serra catarinense, entre as cidades de Bom Jardim da Serra e Lauro Müller.

A Serra do Rio Rastro, com seus 1.467 metros de altura, conta com todo aquele visual que lembra as cidades europeias, bastante presente no sul do país e com o tradicional frio da região, que no inverno costuma marcar até zero grau.

De olho nisso, quem anima passar por essa área precisa se preparar para enfrentar temperaturas bastante baixas e até mesmo um pouco de neblina e gelo na pista em determinados meses. 

Mas quanto a isso não tem problema, basta dar uma olhada no post que já fizemos com dicas e cuidados para pilotar sua moto no frio.

Algumas dicas são:

  • Destaques: mirantes da Serra do Rio do Rastro e do Cânion Laranjeiras, áreas de observação da vegetação de araucárias e vistas para vales e planaltos da região;
  • Melhor época: de março a maio e setembro a novembro, meses em que o frio é moderado e estradas estão mais seguras;
  • Cuidados: atenção ao gelo no inverno, neblina densa e pistas escorregadias.

Passeios de moto no Nordeste 

O Nordeste é perfeito para quem quer unir estrada, sol e paisagens paradisíacas. Com praias de águas cristalinas, falésias, lagoas e vilas charmosas, cada trajeto oferece cenários para quem busca aventura, lazer e contato direto com a natureza.

Alguns lugares para conhecer são:

6. Maragogi (AL)

Se você busca por praias e paisagens de tirar o fôlego, Maragogi é o destino mais adequado para você.

Além de dissoi, ao percorrer o litoral alagoano você irá se deparar com dezenas de praias como Barra Grande, Dourado e Bugalhau. 

Com ventos fortes e águas cristalinas, a região é ótima para passeios de moto românticos ou aquelas merecidas férias com sombra e água fresca.

Veja as principais dicas:

  • Destaques: piscinas naturais de Taocas e Barra Grande, Praia do Dourado, Praia de Bugalhau e passeios de barco para as galés;
  • Melhor época: setembro a março, quando o mar está mais cristalino;
  • Cuidados: atenção às estradas estreitas e reserve combustível em trechos longos.

7. Rota do Sol (RN)

Conhecida também como RN-063, essa popular rodovia do Rio Grande do Norte é excelente para motociclistas que querem conhecer o litoral do estado, já que ela liga Natal até a Praia da Pipa. 

Para chegar ao local, basta pegar o acesso pela zona sul de Natal. Os viajantes só precisam ter cuidado na estrada, pois o local abriga muitos animais nativos que atravessam a rodovia com certa frequência.

Fique atento a estes pontos:

  • Destaques: falésias da Praia de Pipa, Chapadão de Pirangi, Praia do Amor e vilas charmosas ao longo do litoral;
  • Melhor época: setembro a fevereiro, com menos chuvas e dias ensolarados;
  • Cuidados: animais na pista e movimento intenso em alta temporada.

8. Parque da Serra – Itacaré (BA)

Até os anos 80, a cidade de Itacaré era um verdadeiro refúgio de surfistas que partiam em direção ao município para aproveitar as ondas e a exuberante natureza daquela região. 

No entanto, hoje, quem prefere a moto à prancha também pode curtir bastante as belezas dessa cidade baiana, principalmente se animar dar uma esticada até Ilhéus, através da Estrada Parque.

Nossas dicas são:

  • Destaques: praias como Prainha e Engenhoca, mirantes naturais, rios como o Rio de Contas e trechos preservados da Mata Atlântica;
  • Melhor época: novembro a março, quando a região fica mais seca e acessível;
  • Cuidados: curvas fechadas e pista escorregadia em dias de chuva.

9. Estrada do Parque – Ilhéus a Itacaré (BA)

A Rodovia de 65 km que liga Ilhéus a Itacaré atravessa regiões com lagoas, belas praias e trechos da Mata Atlântica. 

É considerada a primeira estrada ecológica do Brasil, pois sua construção foi feita com controle ambiental em cada etapa da execução. 

Além das praias e outras opções para amantes da natureza, o percurso oferece atrações como a casa onde o escritor baiano Jorge Amado cresceu em Ilhéus, hoje transformada em Casa da Cultura.

Anote aí:

  • Destaques: lagoa de Serra Grande, Praia da Concha, Casa da Cultura Jorge Amado em Ilhéus e trechos de Mata Atlântica preservada;
  • Melhor época: de dezembro a março, com clima quente e seco;
  • Cuidados: movimento intenso na alta temporada e atenção a trechos com sombra e umidade.

10. Chapada Diamantina (BA) 

Um dos destinos mais famosos do Brasil, a Chapada Diamantina é perfeita para quem gosta de aventura

Para os amantes de passeios de moto, estradas como a BR-242, que passa por Lençóis, e a BA-142, que conecta Mucugê a Andaraí, oferecem cenários incríveis com serras, vales e cachoeiras no caminho. 

É a pedida certa para quem gosta de rodar entre natureza exuberante e cidades históricas.

Fique de olho nessas dicas:

  • Destaques: cachoeiras da Fumaça e do Buracão, cânion do Pati, cidades históricas como Lençóis e Mucugê, e mirantes do Vale do Capão;
  • Melhor época: abril a outubro, período seco que facilita passeios e trilhas;
  • Cuidados: estradas sinuosas, pouca iluminação à noite e necessidade de planejamento para abastecimento.

Passeios de moto para casais

Se a ideia é curtir a dois, alguns destinos são ideais para romance, natureza e tranquilidade. A moto, além de trazer a sensação de liberdade, torna a viagem ainda mais especial.

Abaixo, separamos os melhores lugares para viajar de moto em casal e suas vantagens:

  • Estrada Real (MG, RJ e SP): charme das cidades históricas, gastronomia e hospedagens românticas;
  • Maragogi (AL): praias cristalinas, piscinas naturais e clima perfeito para férias a dois;
  • Serra do Rio do Rastro (SC): miradouros impressionantes, vegetação exuberante e clima europeu.

Checklist de segurança para viajar de moto

Viajar de moto é uma das melhores experiências para quem curte pilotar, mas é necessário atenção redobrada à segurança

Antes de cair na estrada, certifique-se que tomou todos os cuidados necessários para garantir uma viagem tranquila:

  • Equipamentos obrigatórios: capacete com viseira ou óculos, jaqueta com proteção, luvas, botas e roupas refletivas para maior visibilidade;
  • Revisão da moto: cheque freios, pneus, óleo, luzes e corrente antes de sair;
  • Planejamento de rotas: defina os trechos com antecedência, identifique paradas estratégicas para descanso e abastecimento, e evite rodar à noite em locais pouco iluminados;
  • Seguro: além de estar em dia com os documentos, contar com um seguro voltado para motos é importante para ter suporte em caso de imprevistos.

Para rodar com ainda mais tranquilidade, a Suhai oferece seguro com assistência 24h, ideal para quem quer viajar protegido e aproveitar cada quilômetro da estrada sem preocupação.

Conte com a parceria da Suhai no seu próximo passeio de moto 

Para curtir todos os momentos do seu passeio de moto comdiversão, é importante se precaver para aproveitar a viagem com segurança!

Para isso, faça uma cotação de seguro de moto e conte com a Suhai! Planeje sua rota, viva a liberdade sobre duas rodas e viaje com mais tranquilidade ao contar com proteção no caminho.

O que as pessoas também perguntam sobre passeio de moto

Separamos abaixo as principais dúvidas sobre passeio de moto. Confira!

Onde ir de moto no interior de SP?

Você pode explorar cidades como Campos do Jordão, Serra da Mantiqueira, Socorro e Holambra, que oferecem estradas bonitas, natureza e paradas charmosas.

Como se chama passeio de moto?

O passeio de moto também é chamado de mototurismo, turismo de moto ou simplesmente tour de moto, quando feito em estrada para lazer.

Onde ir de moto em MG?

Minas oferece rotas históricas e naturais, como Estrada Real, Furnas, Serra da Canastra e cidades coloniais como Ouro Preto e Tiradentes.

O que levar em um passeio de moto?

Leve capacete, jaqueta, luvas, botas, kit de ferramentas básico, documentos, celular, água e dinheiro, além de manter a moto revisada.

Fim do DPVAT: tudo o que você precisa saber sobre a extinção do seguro obrigatório

É o fim do DPVAT, o seguro obrigatório que garantia indenizações por acidentes de trânsito. Bom, sua cobrança foi suspensa em 2021, mas agora ele foi oficialmente extinto.

Com isso, a realidade é que vítimas de acidentes não podem depender mais do DPVAT. E o resultado disso é que a cobertura por alternativas privadas para lidar com despesas médicas, indenizações e a proteção contra terceiros nunca se fez tão relevante.

Neste artigo, explicamos o que mudou com o fim do DPVAT, o que você precisa saber sobre o novo cenário de seguro obrigatório e como manter a proteção com soluções acessíveis e confiáveis.

Continue a leitura para saber tudo.

O que é o DPVAT?

O DPVAT era a sigla para Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre. Ele foi criado pela Lei nº 6.194/74 e tinha como principal objetivo indenizar vítimas de acidentes de trânsito, motoristas, passageiros ou pedestres, independentemente de quem fosse o culpado pelo ocorrido.

As coberturas incluíam:

  • Indenização por morte;
  • Invalidez permanente;
  • Reembolso de despesas médicas.

O seguro era obrigatório e pago anualmente junto ao licenciamento do veículo. Porém, não cobria danos materiais, como consertos de veículos ou prejuízos causados a terceiros. 

Essa limitação sempre deixou muitas pessoas parcialmente desprotegidas, o que se torna ainda mais evidente agora com a sua extinção definitiva.

É verdade que acabou o seguro DPVAT?

Em 2021, os proprietários de veículos ficaram isentos do pagamento do DPVAT, mas isso não significou a extinção imediata do seguro obrigatório.

Na época, a suspensão da cobrança foi possível porque a Superintendência de Seguros Privados (Susep) relatou que havia recursos suficientes para pagar as indenizações daquele ano.

Hoje, em 2025, o cenário mudou: o DPVAT como seguro obrigatório foi oficialmente extinto. Ou seja, não existe mais a cobertura automática de indenizações por acidente de trânsito oferecida pelo antigo seguro.

Para motoristas e vítimas de acidentes, cabe a compreensão do que isso significa para que os imprevistos não se transformem em problemas ainda maiores.

Afinal, o fim do DPVAT não elimina a necessidade de proteção. Para isso, existem alternativas privadas, como seguros auto e de responsabilidade civil ou a proteção veicular, que são formas de garantir indenizações em caso de morte, invalidez ou despesas médicas.

Vai ter seguro DPVAT em 2025?

Como vimos, o DPVAT não existe mais. No entanto, desde 2024, está em discussão a implementação do Seguro Privado de Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT).

O SPVAT é uma alternativa privada que oferece indenização por acidente de trânsito, e funciona como um seguro às vítimas. Ele cobre situações como:

  • Morte;
  • Invalidez permanente;
  • Despesas médicas decorrentes de acidentes com veículos automotores.

Porém, diferentemente do antigo DPVAT, o SPVAT não é universalmente obrigatório. Para usá-lo, o motorista precisa contratar a apólice, garantindo que ele e terceiros envolvidos estejam protegidos.

O que foi a extinção do DPVAT?

O DPVAT, antigamente chamado de Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, foi instituído pela Lei nº 6.194/74 e passou por atualizações ao longo dos anos para oferecer indenização a vítimas de acidentes de trânsito, independentemente de quem fosse a culpa.

Em 2021, o pagamento do DPVAT foi suspenso, mas o seguro ainda existia.

O processo de extinção oficial do DPVAT só ocorreu posteriormente, motivado por questões administrativas, excesso de caixa e a necessidade de modernização da proteção às vítimas.

Com isso, surgiu a discussão do SPVAT, que mantém a lógica de indenizar vítimas de acidentes de trânsito, mas como um seguro privado, exigindo a contratação pelos proprietários de veículos.

Por que o DPVAT foi extinto?

O DPVAT foi extinto principalmente por questões financeiras e de gestão. Com o tempo, o seguro acumulou um excesso de recursos em caixa sem que fossem plenamente utilizados para indenizações.

Além disso, o modelo anterior enfrentava problemas administrativos, como burocracia, pagamentos lentos e dificuldades no acompanhamento de sinistros.

Como consequência, o governo decidiu pelo fim do DPVAT, substituindo-o pelo SPVAT, que funcionou como um seguro privado obrigatório, com gestão mais ágil, clareza financeira e manutenção das coberturas indispensáveis.

E qual é o foco principal disso: equilibrar proteção das vítimas, sustentabilidade do seguro e transparência na gestão dos recursos.

Mas então, se eu já pagava o DPVAT, não preciso de nenhum outro seguro? 

Mesmo antes da extinção do DPVAT, vale lembrar que o seguro obrigatório não cobria danos materiais, como roubo e furto, colisão ou incêndio do veículo.

Ou seja, o fim do seguro obrigatório apenas tornou essa lacuna mais evidente. Quem dependia apenas do DPVAT agora ficaria desprotegido contra outros riscos.

Por isso, contratar um seguro privado é uma das formas mais confiáveis de garantir proteção completa ao veículo e segurança financeira em caso de imprevistos.

A Suhai oferece soluções acessíveis, práticas e acolhedoras, com planos que cobrem danos materiais, roubo, furto e responsabilidade civil. Tudo de forma simplificada e adaptada às suas necessidades.

Quer proteção mesmo após o fim do DPVAT? A Suhai tem opções que cabem no seu bolso.

O que muda com o fim do DPVAT?

Com o fim do DPVAT, a proteção contra acidentes de trânsito passou a depender de seguros privados. Ou seja, quem não possui cobertura deve agir para garantir segurança financeira e tranquilidade em caso de imprevistos.

Sem o seguro obrigatório, vítimas de acidentes podem ficar totalmente desassistidas, já que não existe mais um fundo público que indenize automaticamente por morte, invalidez ou despesas médicas.

A boa notícia é que o seguro automotivo pode preencher essa lacuna. A cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa (RCF), também conhecida como cobertura para terceiros, é uma das mais importantes nesse novo cenário. 

Com ela, você pode garantir proteção para cobrir prejuízos causados a outras pessoas, seja em danos materiais, como conserto de veículos, ou corporais, em casos de lesões e indenizações a vítimas.

Nesse contexto, o seguro automotivo se torna mais do que uma opção, é uma necessidade.

E a Suhai Seguradora te ajuda com isso: oferecemos coberturas acessíveis, incluindo a RCF, para quem deseja dirigir com mais tranquilidade, mesmo após o fim do DPVAT.

Além disso, aceitamos perfis que muitas seguradoras tradicionais recusam. Tudo sem burocracia, com preços que cabem no seu bolso.

Como se proteger no novo cenário sem o DPVAT

O fim do DPVAT marca uma grande mudança na forma como as vítimas de acidentes de trânsito são indenizadas no Brasil. Se antes havia uma cobertura automática garantida por lei, agora é preciso agir por conta própria para garantir proteção.

Nesse novo cenário, contar com um seguro automotivo completo é a melhor forma de se prevenir contra imprevistos e garantir a tranquilidade de todos os envolvidos.

Coberturas como RCF são excelentes aliados para proteger não apenas o seu veículo, mas também outras pessoas envolvidas em eventuais acidentes.

A Suhai está ao seu lado nesse momento de transição. Faça sua cotação e dirija com a tranquilidade de quem protege o que mais importa: você e sua família.

O que as pessoas também perguntam sobre fim do DPVAT

É o fim do DPVAT? Então, tire aqui todas as suas dúvidas sobre o assunto.

Vai ter seguro DPVAT em 2025?

Não, em 2025 não haverá cobrança do DPVAT. A Lei Complementar 211/24 revogou a proposta de retomada do seguro obrigatório. Acidentes de trânsito não contarão com essa cobertura pública.

Quem paga as indenizações após o fim do DPVAT?

Com o fim do DPVAT, não há mais um fundo público para indenizações de trânsito. Atualmente, quem se envolve em acidentes precisa contar com seguros privados ou buscar reparação por meios judiciais, caso não tenha cobertura contratada.

O DPVAT foi revogado?

Sim. O DPVAT foi oficialmente extinto, encerrando a cobrança anual e abrindo espaço para novas soluções de seguro de vítimas de acidentes.

Qual a previsão de voltar o seguro DPVAT?

Atualmente, não há previsão para a volta do seguro DPVAT. A lei que previa sua retomada em 2025 foi revogada. O governo ainda não anunciou uma nova data ou proposta de retorno.

Já levou uma multa de moto? Conheça as 7 infrações mais comuns

Receber multas de moto nunca é agradável, mas acontece com mais frequência do que se imagina. Algumas situações do dia a dia, que podem parecer simples, acabam gerando penalidades sérias, tanto no bolso quanto na CNH.

Além disso, você sabia que, dependendo da gravidade, há risco de suspensão do direito de dirigir e até complicações legais? Por isso, entender quais são as infrações mais frequentes ajuda a evitar surpresas desagradáveis.

A boa notícia é que, com mais atenção e cuidado na pilotagem, muita coisa pode ser evitada, inclusive os temidos prejuízos financeiros.

Então, se você quer evitar dor de cabeça e dirigir com mais segurança, continue a leitura e veja como atitudes simples podem evitar problemas maiores no cotidiano com a moto. 

Vamos lá?

Quais são as multas para moto? 

Conhecer as multas de moto mais comuns aplicadas, como pilotar sem capacete, manobra arriscada, ultrapassagem irregular, avançar o sinal vermelho, entre outras,  é o primeiro passo para pilotar com mais consciência e evitar perder pontos na carteira.

A seguir, você confere uma lista com as 7 infrações mais recorrentes entre condutores de moto. Acompanhe.

1. Multa por pilotar sem capacete

Pilotar sem capacete é uma das infrações mais graves entre os motociclistas. E para isso, a lei é clara: tanto o condutor quanto o garupa precisam usar o equipamento, com a viseira fechada ou com óculos de proteção, sempre.

Além de ser uma medida básica de segurança do motociclista, essa exigência está prevista no Código de Trânsito e tem penalidade severa.

Veja o que acontece:

  • Infração gravíssima;
  • 7 pontos na carteira;
  • CNH suspensa, além de multa;
  • Retenção do veículo até que o item seja regularizado.

Se você ainda vê alguém circulando sem capacete, vale lembrar que além de colocar a própria vida em risco, essa atitude pode gerar custos altos e comprometer a habilitação.

Leia também | Dicas para andar de moto com segurança: guia completo para iniciantes

2. Multa por manobra perigosa ou empinar moto

Empinar moto ou fazer malabarismos é uma das infrações de trânsito perigosas mais recorrentes nas vias, principalmente entre condutores mais jovens.

O problema é que essas práticas aumentam o risco de acidentes e colocam outras pessoas em perigo.

De acordo com o Artigo 175 do CTB, usar o veículo para “exibir manobra perigosa” é uma multa gravíssima, com punições severas:

  • Suspensão da CNH;
  • Remoção do veículo e aplicação da multa (dez vezes).

Além disso, é aplicado o dobro da multa prevista no caput em caso de reincidência no período de 12 meses da infração anterior.

Então, fique ligado! Mesmo em vias vazias, empinar ou frear bruscamente de propósito pode te deixar fora do trânsito por um bom tempo. E o custo, tanto financeiro quanto legal, é alto.

3. Multa por ultrapassagem irregular

Ultrapassar pela contramão ou em faixas de pedestres é muito comum, principalmente em cidades com trânsito urbano mais intenso. O problema é que esse tipo de conduta coloca em risco a vida de pedestres e de quem trafega no sentido oposto.

Essa é uma infração gravíssima, e por isso a penalidade é pesada. Veja os riscos que envolvem esse tipo de atitude:

  • Colisões frontais, por trafegar na contramão;
  • Atropelamentos, em faixas de pedestres;
  • Risco de acidentes em cruzamentos e esquinas.

Ou seja, mesmo que a pressa pareça justificar, esse tipo de ultrapassagem não compensa e pode trazer consequências irreversíveis.

Leia também | Afinal, moto pode andar no corredor? Tire suas dúvidas aqui

4. Multa por avançar sinal vermelho

Avançar o sinal vermelho continua sendo uma das infrações mais vistas nas ruas. À noite, então, ela se torna ainda mais frequente, já que muitos condutores tentam evitar paradas em locais de pouca iluminação ou com movimento suspeito.

Ainda assim, essa é uma das infrações noturnas mais perigosas. A prática, que é considerada uma infração gravíssima, implica:

  • 7 pontos na carteira;
  • Multa com valor de R$243,97;
  • Risco de colisões laterais e atropelamentos.

Veja também | Onde fazer seguro para moto? Conheça opções

5. Multa por excesso de velocidade

O controle de velocidade é um ponto crítico nas grandes cidades e rodovias. No entanto, andar acima do permitido coloca em risco o condutor e quem circula ao redor. E os radares não perdoam.

A pontuação e o valor da multa mudam de acordo com o quanto o limite foi excedido. Veja alguns exemplos:

  • Até 20% acima do limite: é uma infração média, com multa;
  • De 20% a 50% acima do limite: é uma infração grave, com multa;
  • Acima de 50%: é uma infração gravíssima, com multa (três vezes) e suspensão do direito de dirigir.

6. Multa por estacionamento irregular

Estacionar fora das regras também gera multas de moto e não é raro ver esse tipo de situação em áreas urbanizadas.

Onde o espaço é apertado, cresce o número de motociclistas que acabam deixando a moto em locais impróprios, e isso se transforma em uma infração média, grave ou até gravíssima, dependendo do caso.

Além de dificultar a fluidez do trânsito e o convívio nas cidades, o ato pode levar à remoção do veículo e à aplicação de multa com registro de pontos na carteira.

Veja abaixo exemplos de situações comuns que geram penalidades:

  • Sobre calçadas, faixas de pedestre ou ciclovias: infração grave;
  • Junto ou sobre hidrantes, tampas de esgoto ou poços de visita: infração média;
  • Em vagas exclusivas para idosos ou pessoas com deficiência, sem credencial: infração gravíssima;
  • Na esquina, a menos de 5 metros da via transversal: infração média;
  • Afastado da guia da calçada entre 50 cm e 1 m: infração leve;
  • A mais de 1 metro do meio-fio: infração grave;
  • Em frente a garagens ou locais com guia rebaixada: infração média;
  • Na contramão, cruzamentos, viadutos, túneis ou pontes: infração grave;
  • Ao lado de outro veículo, em fila dupla: infração grave;
  • Em pontos de ônibus ou áreas sinalizadas para embarque e desembarque: infração média;
  • Onde houver placas de proibição (estacionar ou parar): de média a grave, conforme o caso.

Leia também | Como funciona seguro de moto? 8 perguntas e respostas mais comuns

7. Multa por falta de atenção

Se você dirige moto, sabe muito bem que é preciso ter muito foco, já que um segundo de distração pode causar acidentes e resultar em multa. A falta de atenção no trânsito é considerada uma infração leve, mas os riscos são altos.

Esse tipo de infração costuma ocorrer em situações como:

  • Uso do celular ao pilotar;
  • Não sinalizar mudanças de faixa ou conversões;
  • Ignorar o que está acontecendo ao redor no trânsito.

Como ver as multas de uma moto?

Para saber se sua moto tem alguma infração registrada, você pode fazer a consulta de multas online diretamente no site ou aplicativo do Detran do seu estado.

Também é possível usar plataformas integradas, como o aplicativo Carteira Digital de Trânsito ou os apps de pagamento digital, que facilitam a visualização e até a quitação das multas com desconto.

Além disso, o sistema do Registro Nacional de Infrações (RENAINF) permite verificar penalidades aplicadas por órgãos de trânsito de outros estados. Basta ter em mãos o número da placa e o Renavam da sua moto para fazer a consulta completa.

Esse tipo de verificação é rápida, gratuita e evita surpresas, como o impedimento de licenciamento.

Vale incluir no seu check-up de rotina, junto com as manutenções e revisão dos equipamentos de segurança.

Como evitar multas de moto no dia a dia

Viu só como evitar multas de moto depende de atenção constante, respeito à sinalização e cuidado? A direção preventiva, o uso correto de equipamentos como o capacete e o simples hábito de respeitar os limites de velocidade já evitam grande parte das infrações.

Além disso, manter a documentação da moto em dia e estacionar em locais permitidos são atitudes que ajudam a manter a tranquilidade no trânsito.

Prevenir multas é uma forma de proteger sua liberdade de ir e vir, sem comprometer sua CNH ou seu orçamento.

E quando falamos em segurança, ter uma proteção para imprevistos também faz parte do cuidado diário.

Se você quer mais tranquilidade para rodar todos os dias, conheça a Suhai Seguradora. Fale com os nossos especialistas e descubra como proteger sua moto contra roubos e furtos e deixar sua rotina sobre duas rodas muito mais segura.

O que as pessoas também perguntam sobre multas de moto

Ficou com alguma dúvida? A seguir, trouxemos as respostas para as principais perguntas sobre este assunto. Confira!

Qual a multa mais cara de moto?

Interromper ou perturbar deliberadamente o trânsito sem autorização, com penalidade gravíssima, multa de até 60 vezes o valor base, suspensão da CNH por 12 meses e remoção do veículo. A punição pode dobrar em caso de reincidência

Como pegar os 40% de desconto na multa?

Você precisa estar inscrito no Sistema de Notificação Eletrônica (SNE) e pagar a multa antes do vencimento.

Quantos pontos perde em multa por excesso de velocidade?

Depende da porcentagem ultrapassada: de 4 a 7 pontos na CNH, com risco de suspensão se for mais de 50% acima do limite.