Skip to main content

Qual é o valor de um seguro de moto? Entenda e simule

Saber o valor de um seguro de moto é uma preocupação de grande parte dos proprietários de motocicletas. Afinal, trata-se de um patrimônio valioso, conquistado com muito esforço, e é preciso se blindar contra riscos.

Proprietários de motos são mais visados e correm mais riscos no trânsito, seja no caso de roubo, furto ou acidente. É por isso que a moto precisa ter um seguro de uma seguradora regulamentada pela Susep, assim o proprietário fica mais tranquilo caso ocorra algum imprevisto.

Neste artigo, vamos explicar  qual é o valor de um seguro de moto e mostrar como você pode fazer uma cotação sem compromisso, em uma seguradora confiável e sem burocracias. Vamos lá?

Qual o valor médio de um seguro de moto?

O valor médio de um seguro de moto depende de alguns fatores, como o perfil do condutor, o modelo do veículo e a região. Porém, para facilitar sua pesquisa, vamos apresentar algumas faixas de preço do seguro de moto por tipo na Suhai Seguradora.

Com base nas informações abaixo, você poderá fazer uma simulação do seguro de moto e ter uma ideia do preço médio a ser pago. Confira:

  • Modelos de 160 cilindradas, como Honda POP, Yamaha Neo, Honda Biz 125 e Yamaha YBR 125 apresentam valores médios de seguro anual entre R$ 650,00 e R$ 880,00. Os seguros dessas motos são mais acessíveis pois elas são consideradas de menor risco e valor de mercado;
  • Modelos de scooters, como Honda Elite e Turuna, Yamaha X-Max e Honda PCX 160 têm valores médios de seguro anual entre R$ 820,00 e R$ 890,00. Scooters costumam ter prêmios um pouco mais altos que as motos de baixa cilindrada, devido ao maior valor de reposição e ao perfil de uso urbano;
  • Já as motos esportivas (acima de 600 cilindradas) geralmente têm seguros anuais que podem variar de R$ 1.500,00 a R$ 3.000,00 ou mais, dependendo do modelo, da potência e do perfil do condutor.

Fatores que influenciam no valor do seguro de moto

Entre os fatores que influenciam no preço do seguro de moto estão:

  • Modelo da moto;
  • Perfil do condutor;
  • Região e índice de roubos;
  • Tipo de uso;
  • Tipo de cobertura contratada.

O modelo influencia no cálculo do seguro de moto, à medida que motos com cilindradas têm um valor de mercado mais elevado e são mais visadas.

Além disso, quanto mais antiga a moto, menor tende a ser o valor do seguro. Isso acontece porque motos mais velhas têm valor de mercado menor, o que reduz o risco financeiro para a seguradora em caso de sinistro.

O perfil do condutor, como a idade, o tempo de CNH e o histórico de sinistro também tem influência. 

Em geral, motoristas mais velhos e com mais tempo de CNH são considerados mais experientes e responsáveis, enquanto os mais jovens tendem a se envolver mais em acidentes. Por isso, os mais velhos pagam menos no seguro.

A região também influencia no seguro da moto, uma vez que locais com maior índice de roubo e furto representam mais riscos para as seguradoras. Portanto, motos que circulam nessas áreas arriscadas têm seguro mais caro.

O tipo de uso da moto é outro fator que influencia no seguro. Motos usadas somente para lazer costumam ter seguro mais barato do que aquelas usadas para trabalho, sobretudo se forem utilizadas para fazer entregas de delivery.

Por fim, o tipo de cobertura contratada impacta no valor do seguro a ser pago. Isso porque a cobertura essencial, que abrange apenas roubo ou furto, sai mais em conta do que a cobertura do seguro completo, que abrange também acidentes e outros riscos.

Por que o valor do seguro de moto na Suhai é mais acessível?

O preço do seguro da moto na Suhai Seguradora é bem mais acessível porque, por ser especialista em seguro para motos, a empresa conhece todas as necessidades dos pilotos e consegue entregar os principais serviços com os menores preços. 

Além disso, a seguradora oferece: 

  • Modelo simplificado, prático e sem burocracias na contratação;
  • Cobertura essencial para roubo e furto;
  • Assistência 24h.

E tudo isso resulta em economia real.

Quando a gente fala que o valor de um seguro de moto na Suhai faz você ter uma economia de até 60%, não é papo de vendedor. É a pura verdade: seguro de moto econômico é com a Suhai! 

Faça uma simulação e veja como os valores que a gente pratica são muito mais baixos do que a concorrência.

Faça uma cotação e descubra o valor ideal para você

 A cotação online Suhai personalizada é a melhor forma de saber o valor exato do valor do seguro de moto, já que o preço depende de fatores individuais.

Além dos melhores valores do mercado, a Suhai ainda oferece como diferenciais:

  • Assistência 24 horas em todo o território nacional, que inclui serviços de chaveiro, guincho, troca de pneus e transporte domiciliar;
  • Contratação digital e sem burocracia;
  • Cobertura essencial para roubo e furto;
  • Aceitação ampla, que inclui veículos recusados por outras seguradoras.  

Quer ver na prática de quanto seria a economia ao contratar um seguro de moto online? Então faça uma simulação gratuita no site!

Vale destacar também que a Suhai Seguradora é uma empresa regulamentada pela Susep, o que garante cobertura legal e assistência correta em caso de sinistro. Ou seja, mesmo com preço acessível, a Suhai oferece proteção real para os clientes!

Seguro de moto valor: conte com a Suhai para proteger o que é seu

O valor do seguro de moto varia muito, mas uma coisa é certa: a Suhai oferece o melhor custo-benefício do mercado, com planos até 60% mais baratos, cobertura essencial para moto e atendimento humanizado. Essa é a melhor maneira de conseguir um seguro confiável e barato.

Quer descobrir quanto custa proteger sua moto com quem mais entende do assunto? Faça uma cotação gratuita de seguro de moto agora mesmo com a Suhai.

Perguntas frequentes sobre seguro de moto valor

Confira, a seguir, as respostas para as dúvidas mais comuns sobre o assunto:

Qual moto tem seguro mais barato?

Em geral, as motos de até 160 cilindradas têm o seguro mais barato.

Quanto custa o seguro de uma moto 160 por mês?

O seguro para uma moto 160 cilindradas pode ficar entre R$ 650,00 e R$ 880,00.

Qual é o melhor seguro para moto?

O seguro para moto mais barato, confiável e acessível é o da Suhai Seguradora.

Como andar de moto com segurança: dicas e cuidados indispensáveis para proteção

Quando o assunto é pilotar uma motocicleta, a proteção é um fator de preocupação para muitas pessoas e, de fato, merece a devida atenção. Então fica a pergunta: como andar de moto com segurança?

Embora não exista apenas um fator, e vamos falar exatamente sobre isso nesse conteúdo, alguns cuidados com a segurança são indispensáveis, desde uma preparação adequada com os pneus e equipamentos de proteção, até a manutenção da moto e a bagagem transportada.

Continue a leitura para entender como andar de moto com segurança.

Como posso andar de moto em segurança?

O primeiro passo para garantir a segurança no trânsito no dia a dia começa antes mesmo da primeira aceleração. Estamos falando da preparação para motociclistas, isto é, capacete, equipamento de proteção para moto e roupas adequadas para motoqueiros.

Com tudo isso organizado, é hora de realizar as revisões da moto. Confira o que deve ser considerado:

1. Verificação dos pneus

Mesmo as motos de alta cilindrada, contam com uma pequena área de contato com o piso. Se há falta de aderência à pista, o veículo pode se desestabilizar e gerar uma queda. Por isso, é de extrema importância inspecionar o estado de conservação dos pneus para rodar no dia a dia, e claro, antes de uma viagem.

Cheque o nível de desgaste do composto de borracha por meio do indicador TWI, que é um símbolo saliente no pneu. Além disso, faça a calibragem correta, conforme a recomendação do manual do proprietário.

Lembre-se de que a pressão muda conforme a carga transportada. Alguns pilotos ainda chegam a levar kits de conserto para pneus sem câmera e cápsulas de ar comprimido, para se prevenir de furos.

2. Manutenção preventiva 

Para garantir que esteja em boas condições de uso, é preciso tomar uma série de cuidados com a moto, como é o caso da manutenção preventiva, com a verificação dos pneus, freios, luzes e outros sistemas do veículo.

Ao contrário da manutenção corretiva que é feita com objetivo de reparar danos, a manutenção preventiva é uma forma de, justamente, prevenir o problema, antes que ele se torne mais grave e comprometa a segurança do motorista ou a eficiência operacional do veículo. 

3. Para andar de moto é preciso equipamentos de segurança

Para garantir a sua segurança no trajeto, além de cuidar da motocicleta, piloto e ocupante devem zelar pela segurança pessoal. Nesse sentido, o uso de equipamentos de proteção é indispensável para prevenir ou reduzir lesões em caso de acidentes. Veja quais são eles:

  • Capacete: é o item de segurança mais importante. Protege a cabeça contra impactos em caso de queda ou colisão e reduz drasticamente o risco de traumatismos cranianos. Também protege o rosto e olhos do vento, poeira e insetos;
  • Luvas: garantem melhor aderência ao guidão e protegem as mãos de escoriações em quedas. Além disso, reduzem o impacto do frio e das vibrações, aumentando o conforto e o controle da moto;
  • Jaquetas: são feitas com materiais resistentes e, muitas vezes, com proteções internas nos ombros, cotovelos e costas. Servem para minimizar ferimentos e abrasões, além de ajudar na visibilidade e conforto térmico;
  • Calças: assim como as jaquetas, são confeccionadas em tecidos reforçados e podem ter proteções nos joelhos e quadris. Ajudam a evitar cortes e queimaduras em caso de queda, oferecendo segurança e conforto;
  • Botas: protegem os pés, tornozelos e canelas contra torções, impactos e queimaduras do motor. Oferecem firmeza nas trocas de marcha e aderência ao solo, principalmente em pisos escorregadios.

4. Bagagem em caso de viagem de moto

A moto para andar na estrada é muito sensível ao peso e ao volume transportados. Por isso, antes de sair de casa, confira as orientações do manual do proprietário quanto aos limites de carga e à maneira de organização dos itens levados.

Em uma viagem de moto, o bagageiro traseiro ou os alforges laterais podem ser úteis, já que com eles é dispensável levar muitas mochilas.

Pilotagem no trânsito: estratégias para manter a segurança no dia a dia

Pilotar no trânsito do dia a dia exige atenção constante e atitudes que garantam a própria segurança. É preciso adotar hábitos de pilotagem defensiva, com pequenas cuidados que fazem grande diferença para evitar acidentes e tornar o trajeto mais seguro e tranquilo.

Aqui estão algumas dicas para pilotar moto com segurança:

Atenção com vias danificadas

Buracos, desníveis e pavimentos irregulares são armadilhas comuns para quem pilota no dia a dia. Em estradas danificadas, a estabilidade da moto é facilmente comprometida, aumentando o risco de quedas e danos ao veículo.

Para garantir a segurança no trânsito, é importante seguir algumas dicas de pilotagem, como: 

  • Reduzir a velocidade ao perceber trechos com má conservação;
  • Manter uma distância segura de outros veículos;
  • Redobrar a atenção principalmente em dias de chuva.

Saiba como fazer uma curva com segurança

Ao contrário dos carros em que, durante as curvas, o motorista mantém-se praticamente imóvel, nas motos o piloto precisa reduzir a velocidade e deitar levemente o seu corpo (e a motocicleta) para realizar a curva, caso contrário, ele perde o equilíbrio e o controle da trajetória.

Funciona da seguinte forma: quanto menos a moto inclinar, maior será o contato dos pneus com o solo e, portanto, melhor será a aderência e maior será a segurança do piloto.

Condições climáticas interferem na pilotagem

Chuva, neblina, sol e calor. Por mais simples que pareçam ser, essas condições interferem desde a visibilidade do piloto até o controle da motocicleta. Confira algumas dicas:

  • Chuva: a visibilidade dos motoristas e a estabilidade do veículo diminuem. Use roupas impermeáveis, reduza a velocidade, redobre a atenção e, se necessário, estacione em algum lugar seguro e espere a chuva passar;
  • Neblina: redobre a atenção, não use farol alto, não faça ultrapassagens e pare em acostamentos somente em casos de emergência;
  • Sol e calor: o uso de roupas inadequadas pode gerar queimaduras nos motociclistas. Utilize roupas e equipamentos para proteção, como capacetes com ventilação forçada, luvas impermeáveis e roupas para motociclistas com proteção solar

Equipamentos que fazem diferença

Um item que está ganhando cada dia mais destaque entre os pilotos é a jaqueta especial que vira airbag e protege os motoqueiros. No momento do acidente, uma chave presa à moto aciona um dispositivo para inflar a jaqueta e, assim, diminuir o impacto da queda do piloto.

Outro equipamento é a luva de couro, já bem conhecida. Além de proporcionar maior firmeza ao segurar o guidão, também impedem fraturas em caso de queda. O punho alongado das luvas evita que o vento entre pela manga da jaqueta, o que diminui o desconforto térmico.

Moto não é lugar de criança

Segundo o Código Brasileiro de Trânsito é proibido o transporte de crianças menores de 10 anos em motocicletas, motonetas e ciclomotores. Quem desobedece está cometendo uma infração gravíssima, com multa de R$293,47 e suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Respeito ao limite de velocidade

Outro fator importante para manter a segurança nas estradas é o respeito ao limite de velocidade das vias.

Programe-se com antecedência para chegar ao destino, planejando as paradas para descanso, necessidades fisiológicas e alimentação. Tenha uma boa noite de sono no dia anterior e não comece a viagem se estiver cansado ou com sono. Jamais tenha pressa para chegar ao seu destino.

Como frear a moto com segurança?

A frenagem correta é feita usando os dois freios ao mesmo tempo, aplicando pressão gradual no dianteiro e traseiro para reduzir a velocidade de forma equilibrada e segura.

O freio dianteiro é responsável pela maior parte da desaceleração, enquanto o traseiro garante estabilidade e evita que a roda de trás deslize.

Utilizar técnicas de frenagem como o freio progressivo (começar com leve pressão e aumentar conforme a moto desacelera), é a melhor forma de evitar travamentos e manter o controle, principalmente em curvas ou piso molhado.

Já em casos de frenagem de emergência, o ideal é acionar ambos os freios com firmeza, mantendo o corpo firme, os braços flexionados e o olhar à frente. 

Se a moto tiver freios ABS, o sistema evita o travamento das rodas, aumentando a segurança na frenagem e garantindo uma parada segura.

O que fazer para não ter medo de andar de moto?

Se mesmo com todas as estratégias apresentadas você ainda tiver receio em andar de moto, aqui vão algumas dicas para perder o medo ou superar o medo de pilotar:

  • Treinamento em ambientes controlados: antes de encarar o trânsito, pratique em locais seguros e com pouco movimento. Pistas fechadas ou treinamento para novatos ajudam a desenvolver equilíbrio e coordenação;
  • Escolha da moto adequada: opte por uma moto que combine com sua altura, força e experiência. Motos para iniciantes, leves e de menor cilindrada são ideais pois facilitam o controle e a adaptação;
  • Uso de equipamentos de proteção: não só para iniciantes em motocicletas, é obrigatório utilizar capacete, e indispensável luvas, jaqueta e botas para garantir a segurança do piloto.

Para andar de moto com segurança, esteja em dia com o seguro da moto

Agora que você já sabe como andar de moto com segurança, uma medida preventiva importante que vai garantir a sua tranquilidade em qualquer situação é a contratação de seguro de moto

Em casos de acidente, roubo ou furto, o seguro oferece proteção financeira, evitando prejuízos que poderiam comprometer seu orçamento. Mais do que uma obrigação, é uma atitude preventiva que reforça a segurança e o cuidado com o seu patrimônio.

A Suhai Seguradora é especialista em proteção para motos de todas as cilindradas e perfis de uso. Oferece planos personalizados, preços acessíveis e cobertura contra roubo e furto, além de assistência 24h com serviços como guincho, chaveiro, auxílio mecânico e transporte domiciliar.

Só a Suhai te proporciona rapidez na contratação e agilidade na indenização, com um processo sem burocracia e feito para facilitar a vida do motociclista. 

Faça agora mesmo sua cotação com a Suhai Seguradora e descubra como é simples pilotar com segurança, confiança e proteção no dia a dia e em todas as suas viagens.

Perguntas Frequentes sobre como andar de moto com segurança

Ficou com dúvida sobre o assunto? Confira, a seguir, as respostas para as principais perguntas.

Como posso andar de moto em segurança?

Para andar de moto com segurança, use sempre os equipamentos de proteção, mantenha atenção total no trânsito, respeite os limites de velocidade e faça revisões periódicas na motocicleta, com verificação dos pneus e manutenção preventiva.

Quais são 5 dicas para iniciantes em motocicletas?

Atenção com vias danificadas, saiba como fazer uma curva em segurança, atenção a condições climáticas desfavoráveis, sempre utilize equipamentos de proteção, respeite o limite de velocidade da via. 

Precisa apertar a embreagem para frear a moto?

Sim, mas apenas depois de reduzir a velocidade. Primeiro acione os freios e, quando o motor começar a perder força, aperte a embreagem para evitar que a moto morra.

Motos mais seguras: modelos e dicas para escolher a ideal

Você sabe o que seriam as “motos mais seguras”? São modelos que combinam tecnologia, design e pilotagem para reduzir riscos e oferecer experiências tranquilas nas ruas.

E por mais que nenhuma moto seja à prova de acidentes, algumas se destacam porque têm sistemas que ampliam o controle e a estabilidade, como freios ABS, controle de tração e boa ergonomia.

Além disso, escolher o modelo adequado ao seu perfil e ao tipo de uso ajuda na hora de pilotar com mais confiança.

Vamos aprender mais sobre o assunto, ao longo deste post, e também entender que segurança não termina na mecânica. Um seguro confiável e acessível, como o da Suhai Seguradora, é indispensável para a proteção completa.

Afinal, imprevistos acontecem até com os pilotos mais experientes.

Boa leitura!

Para começar, existe moto segura?

Não existe uma moto 100% segura, mas há fatores que fazem a diferença para minimizar riscos e aumentar a estabilidade na pilotagem. Por exemplo, as motos mais seguras combinam recursos tecnológicos, ergonomia adequada e manutenção em dia.

E a posição de pilotagem é outro fator. Quando o motociclista adota uma postura confortável e equilibrada, o corpo responde melhor às curvas e frenagens. Já uma suspensão ajustável ajuda a absorver impactos e manter a aderência ao solo, melhorando a sensação de controle.

Além disso, revisões periódicas e hábitos de pilotagem defensiva são pequenas atitudes, mas que reduzem o risco de acidentes, algo que se mostra necessário em um país que registra mais de 16 mortes no trânsito a cada 100 mil habitantes.

Tecnologias que aumentam a segurança nas motos

A tecnologia transformou as motocicletas em veículos mais confiáveis. Hoje, muitos modelos contam com sistemas eletrônicos inteligentes que auxiliam o piloto em situações de emergência e tornam a pilotagem mais previsível e segura.

O destaque vai para os freios ABS em motos, que evitam o travamento das rodas em frenagens repentinas, mantendo a trajetória segura mesmo em pisos escorregadios. 

Já o controle de tração ajusta automaticamente a potência do motor, e isso reduz a chance de derrapagens em curvas, além de dar mais estabilidade à moto.

Em motos de categoria premium, o airbag vem ganhando espaço como um importante recurso de proteção, pois reduz o impacto de colisões frontais. Outros itens, como a iluminação full LED e os sensores de presença e de frenagem, também valem a menção, porque ampliam a visibilidade noturna e ajudam a antecipar riscos.

Por fim, a ergonomia de pilotagem e o ajuste de suspensão completam o pacote de segurança, oferecendo conforto e melhor controle da moto.

Quais são as motos mais confiáveis?

Quando o assunto é segurança sobre duas rodas, a confiabilidade da moto é um dos primeiros critérios a se considerar. Marcas com engenharia sólida, manutenção simples e peças acessíveis tendem a oferecer não apenas menor custo ao longo do tempo, mas menor risco de falhas mecânicas durante a pilotagem.

Entre as marcas de motos confiáveis, quatro se destacam:

  1. Yamaha: reconhecida pela engenharia robusta, baixo custo de manutenção e excelente durabilidade, ideal para quem busca economia e resistência;
  2. Honda: referência mundial em confiabilidade e segurança, com ampla rede de assistência técnica e constante inovação nos sistemas de freios e suspensão;
  3. Suzuki: oferece modelos clássicos e confortáveis, como a Intruder 125, que combina estilo retrô e estabilidade, perfeita para quem valoriza conforto e simplicidade;
  4. Kawasaki: conhecida pela linha Ninja, que equilibra potência, leveza e economia de combustível, sendo uma boa opção até para pilotos iniciantes que buscam desempenho com segurança.

Para viagens e estrada

As motos desenvolvidas para longas distâncias priorizam conforto, estabilidade e recursos que reduzem o cansaço do piloto. Confira alguns modelos de destaque:

  • BMW R 1250 GS: equipada com controle de tração dinâmico, freios ABS Pro e modos de pilotagem ajustáveis, é uma das motos mais seguras para estrada. Seu chassi reforçado e a suspensão eletrônica adaptativa proporcionam estabilidade até em curvas acentuadas;
  • Honda Gold Wing: vem com airbag integrado, sistema de som e navegação, além de freios combinados que distribuem a força entre as rodas para maior controle em frenagens longas;
  • Suzuki V-Strom 650XT: oferece ótima ergonomia, ABS de série e controle de tração em dois níveis, o que garante segurança tanto no asfalto quanto em trechos de terra.

Para uso urbano e iniciantes

Quem está começando ou utiliza a moto principalmente para deslocamentos urbanos precisa de modelos leves, estáveis e econômicos, que transmitam segurança em meio ao trânsito intenso. Entre algumas das motos mais seguras nesse sentido, estão:

  • Honda Biz 125: com câmbio semiautomático, é perfeita para iniciantes que buscam praticidade. O freio ABS e a posição de pilotagem confortável garantem controle e confiança mesmo em paradas bruscas;
  • Yamaha Neo 125: uma scooter segura e ágil, ideal para trajetos urbanos. O sistema de freios combinados distribui melhor a frenagem entre as rodas, enquanto o assento baixo facilita o apoio dos pés no chão;
  • Honda CB300F Twister: une estabilidade e potência na medida certa, com freios ABS e excelente equilíbrio de peso, sendo uma das motos mais seguras para iniciantes que desejam evoluir na pilotagem.

Como escolher uma moto segura para o seu perfil?

A moto ideal para um iniciante não é a mesma que atende quem faz longas viagens ou usa o veículo diariamente na cidade. Por isso, antes da compra, vale observar alguns fatores como:

  • Altura;
  • Peso;
  • Tipo de uso;
  • Custo de manutenção;
  • Disponibilidade de peças na sua região.

Para quem busca uma moto para uso urbano, os modelos leves e automáticos, como scooters, oferecem praticidade, economia e facilidade nas manobras.

Já para quem gosta de estrada e viagens longas, as motos com suspensão mais firme, tanques maiores e boa estabilidade trazem mais conforto.

Outro ponto a se considerar é o test ride. Fazer um teste antes da compra ajuda a avaliar a ergonomia, o nível de conforto e o controle da moto em diferentes situações. Afinal, cada piloto tem um biotipo e uma postura diferentes, por isso, sentir-se bem ajustado à moto é tão importante quanto analisar os dados técnicos.

E lembre-se, a moto mais segura não é necessariamente a mais cara ou a mais potente. A verdadeira segurança está em escolher um modelo que se adapte ao seu jeito de pilotar, que tenha manutenção acessível e que ofereça equilíbrio entre conforto, estabilidade e controle.

Por que o seguro é indispensável, mesmo em motos mais seguras?

O seguro é indispensável porque ter uma moto com tecnologia avançada reduz riscos, mas não elimina imprevistos

Acidentes, roubos e furtos de motos continuam entre as principais causas de prejuízo para os motociclistas no Brasil, e com níveis preocupantes, conforme o exemplo que o programa Fantástico apresentou sobre os roubos e furtos de moto em São Paulo em 2025:

Por isso, mesmo as motos mais seguras precisam de uma proteção completa, e o seguro para motos é a solução que dá mais tranquilidade em situações inesperadas, cobrindo desde danos e colisões até a proteção contra roubo e furto

E é aí que entra a Suhai Seguradora, referência nacional em cobertura personalizada para motociclistas de todos os perfis.

A Suhai tem como propósito democratizar o acesso ao seguro, com planos acessíveis, cotações online e aceitação de motos antigas, de leilão ou modificadas. Inclusive, de modelos que muitas seguradoras tradicionais não aceitam.

Motos mais seguras com a proteção certa: conte com a Suhai

Na hora de escolher uma moto segura é preciso considerar tecnologia, estabilidade, conforto e adequação ao perfil do piloto. Modelos como a Honda Biz 125, Yamaha Neo 125 e BMW R 1250 GS mostram que há opções confiáveis para todos os tipos de uso.

Mas mesmo com os recursos e sistemas mais avançados, nenhum veículo está totalmente livre de imprevistos. Por isso, o seguro de moto é parte de uma proteção completa. 

A Suhai oferece cobertura contra roubo, furto e acidentes, com preços acessíveis e aceitação ampla para motos de todos os perfis e cilindradas.

Quer proteger sua moto com quem entende do assunto? Faça uma cotação com a Suhai. É rápido, digital e do seu jeito.

Perguntas frequentes sobre motos mais seguras

Confira as dúvidas mais comuns de quem busca segurança sobre duas rodas, e veja como fazer a melhor escolha para pilotar com tranquilidade.

Qual é a moto mais segura para iniciantes?

A Honda Biz 125 é uma das mais indicadas, pois tem câmbio semiautomático, freios ABS e fácil dirigibilidade.

Quais motos têm mais estabilidade?

Modelos de maior porte e centro de gravidade baixo, como a BMW R 1250 GS e a Honda CB300F Twister, oferecem excelente equilíbrio e firmeza nas curvas.

Qual a moto mais visada pelos ladrões?

As motos de uso urbano e alto volume de circulação, como a Honda CG 160 e a Honda Biz, costumam ser mais visadas.

Pilotar moto descalço é permitido? Entenda o que diz a lei e os riscos dessa prática

Por mais que não seja expressamente proibido pelo Artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pilotar moto descalço não é aconselhado pela própria legislação. O motivo é a falta de segurança, já que pilotar sem calçado é altamente perigoso, seja pelo menor controle da moto ou pela falta de proteção em caso de acidentes.

E quando o assunto é segurança, a Suhai se destaca. Por aqui, o nosso foco é o bem-estar do motociclista, dentro e fora das ruas.

Continue a leitura para entender mais sobre pilotar moto descalço, calçado adequado para moto e direção segura.

É permitido andar de moto descalço?

A resposta é sim, é permitido pilotar moto descalço, porém não é nada aconselhável. 

Apesar de não ser considerado uma infração de trânsito, estar descalço reduz o controle sobre os pedais, aumenta o risco de escorregões e deixa os pés totalmente vulneráveis a queimaduras, cortes e impactos em caso de queda.

Por isso, o ideal é sempre utilizar um calçado apropriado, firme e fechado, que ofereça conforto, aderência e proteção para uma condução segura

O que diz o Código de Trânsito Brasileiro sobre pilotar moto descalço

De acordo com o que está previsto no Art. 252, inciso IV do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), considera-se infração de trânsito “dirigir o veículo usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais”.

Isso quer dizer que a infração ocorre quando o condutor usa calçados que saem com facilidade dos pés, como chinelos ou sandálias frouxas, mas não há proibição direta para dirigir descalço

Ainda assim, essa é uma prática extremamente arriscada e não recomendada pela própria legislação.

Por que pilotar moto descalço é perigoso

Os riscos de pilotar descalço se estendem desde a falta de controle da moto até a exposição física do corpo. 

Aqui estão os principais riscos:

  • Queimaduras no motor: sem o calçado, o piloto pode se queimar instantaneamente ao encostar no motor, que esquenta muito durante o uso do veículo;
  • Falta de controle dos pedais: pilotar exige firmeza nos pedais de freio e câmbio. Estar descalço reduz a aderência e a sensibilidade, dificultando trocas de marcha e frenagens seguras;
  • Exposição a detritos: ao parar ou apoiar o pé no chão, há risco de pisar em vidro, pedras, pregos ou óleo, o que pode causar ferimentos e comprometer o controle da moto;
  • Maior chance de ferimentos em acidentes de moto: em uma queda, os pés são uma das partes mais vulneráveis. Estar descalço pode causar cortes, queimaduras, fraturas e ferimentos graves no asfalto.

Embora a legislação não proiba, é de responsabilidade do motociclista prezar pela sua própria segurança. E é com esse pensamento que a Suhai trabalha. Somos parceiros de cada motociclista que escolhe andar com responsabilidade.

Pode andar de moto de chinelo? 

Não é permitido andar de moto de chinelo. “Mas como assim? Pode dirigir descalço mas de chinelo não pode?” você pode estar se perguntando. A questão é que o chinelo se enquadra no Artigo 252, que proíbe dirigir com calçados que não se firmam nos pés.

Voltamos à reflexão da segurança ao pilotar, segundo as regras de trânsito, dirigir moto descalço é permitido, mas altamente inseguro. Já dirigir usando chinelo é proibido e passível de multa

Quais são os calçados adequados para pilotar moto com segurança

O melhor calçado para motociclista é aquele que fica firme nos pés e não compromete a utilização dos pedais, como tênis, bota de moto, calçados com sola resistente e que cubram o calcanhar.

A firmeza e a aderência nos pedais garantem que o motociclista tenha controle ao frear e trocar marchas, e permitem respostas rápidas e seguras em situações de emergência. Caso contrário, há maior risco de perda de equilíbrio, deslizes e acidentes.

Vale a pena investir em calçados próprios para moto?

Pensando na segurança pessoal, vale a pena sim investir em um calçado reforçado e próprio para moto.

Esses modelos contam com materiais reforçados, solado antiderrapante e proteção nas regiões mais vulneráveis do pé e tornozelo. Além de aumentar o conforto do piloto, eles ajudam a absorver impactos e reduzem o risco de acidentes, como ferimentos em caso de quedas ou contato com partes quentes da moto.

Segurança para seu veículo e tranquilidade para sua rotina com a Suhai

Pilotar moto descalço é permitido, mas, de forma alguma, é recomendável. Respeitar e zelar pela sua segurança deve começar com atitudes simples, como o uso do calçado certo e equipamento de proteção individual como capacete, luvas, roupas apropriadas e protetores corporais.

E mesmo tomando todos os cuidados, a verdade é que imprevistos acontecem a todo momento. É por isso que ter um seguro de moto confiável faz toda diferença para a sua segurança no dia a dia.

A Suhai Seguradora é parceira do motociclista. Nosso foco é proteger quem escolhe andar com responsabilidade de forma acessível, com seguro que cabe no bolso. 

Quer proteger sua moto e rodar com mais segurança? Faça uma cotação de forma rápida com a Suhai e descubra como é simples garantir sua proteção.

Perguntas frequentes sobre pilotar moto descalço

Ficou com dúvidas sobre pilotar moto descalço? Veja as respostas para as perguntas mais comuns.

É infração de trânsito dirigir descalço?

O Código de Trânsito Brasileiro não considera dirigir descalço como infração. No entanto, desaconselha por questões de segurança e controle do veículo.

Posso andar de moto de pé no chão?

Não é seguro andar de moto com os pés no chão enquanto ela está em movimento. Isso pode desequilibrar o piloto e aumentar o risco de quedas e atropelamentos.

É permitido pilotar moto sem camisa?

Sim, o Código de Trânsito Brasileiro não proíbe pilotar moto sem camisa.

Porém, é altamente perigoso, pois deixa o corpo exposto a sol, queimaduras, sujeira e ferimentos em caso de quedas.

Quantas libras colocar no pneu de moto e como calibrar da forma certa

Muitos condutores não sabem, mas calibrar os pneus da moto corretamente é uma das manutenções mais simples e importantes pensando em segurança no dia a dia. E aí vem uma dúvida muito comum: quantas libras colocar no pneu de moto?

A resposta depende de vários fatores, como modelo, carga transportada, tipo de uso, que vamos tratar com detalhes em breve. 

Mas de antemão, saiba que calibrar sua moto errado pode causar riscos para a sua segurança, além de gastos desnecessários. Por isso, continue a leitura para entender sobre o assunto.

Como saber quantas libras colocar no pneu da moto

Não existe uma calibragem correta para todas as motos. Essa medida varia de acordo com modelo, uso e peso.

Para encontrar essa informação específica para a sua moto, consulte o manual do proprietário ou a etiqueta do chassi ou da balança traseira, ou ainda no site do fabricante do seu veículo.

O importante é sempre seguir a recomendação adequada para que a motocicleta circule com a pressão ideal nos pneus. 

Qual é a calibragem correta dos pneus de moto?

Em motos de uso urbano, a pressão dos pneus costuma variar entre 22 a 36 psi, conforme o modelo e as orientações do fabricante.

Para a sua segurança na pilotagem, fique atento a algumas dicas para garantir a calibragem correta dos pneus da sua moto:

  • Calibrar sempre com o pneu frio: o ar quente se expande e pode alterar a medição da pressão;
  • Usar medidor adequado: utilize um manômetro confiável para garantir precisão na leitura;
  • Verificar com frequência: a pressão pode cair naturalmente, então o ideal é checar ao menos uma vez por semana;
  • Ajustar quando houver garupa: com peso extra, aumenta ligeiramente a pressão conforme indicação do fabricante.

É importante evitar rodar com o pneu murcho, pois a pressão baixa pode causar instabilidade, desgaste irregular do pneu, superaquecimento e até o desencaixe do aro, o que representa um risco grave de acidente.

Leia também | Personalizar moto: tudo o que você precisa saber para customizar com segurança e economia

Quantas libras colocar no pneu dianteiro e traseiro

Abaixo estão as médias recomendadas para diferentes cilindradas, com exemplos de modelos populares:

Em motos pequenas, com 125cc, como a Honda CG 125 FAN:

  • Calibragem pneu dianteiro: 25 psi;
  • Calibragem pneu traseiro: 29 psi (sozinho) / 33 psi (com garupa).

Já em motos médias, com 250cc, como uma Honda NXR160 Bros ESD:

  • Calibragem pneu dianteiro: 22 psi;
  • Calibragem pneu traseiro: 22 psi (sozinho) / 29 psi (com garupa).

Em motos maiores, acima de 250 cc, como uma Yamaha Fazer 250:

  • Calibragem pneu dianteiro: 29 psi;
  • Calibragem pneu traseiro: 33 psi (sozinho) / 33 psi (com garupa).

A calibragem dos pneus pode mudar conforme o peso transportado. Quando a moto é usada com garupa ou carga extra, o peso sobre os pneus aumenta, exigindo uma pressão maior para manter a estabilidade, evitar o superaquecimento e reduzir o desgaste irregular.

Fatores que influenciam a pressão dos pneus

Os fatores que influenciam a pressão dos pneus são o peso, o tipo de terreno e o clima. Veja em detalhes cada um deles: 

  • Peso: quanto maior o peso da carga transportada (piloto, garupa ou bagagem), maior deve ser a pressão dos pneus, principalmente no traseiro, para evitar deformação e desgaste irregular;
  • Tipo de terreno: no asfalto, siga a calibragem padrão. Em estradas de terra ou irregulares, é indicado reduzir a pressão para aumentar a aderência e o conforto, sempre dentro dos limites recomendados pelo fabricante;
  • Clima: o calor faz o ar expandir, elevando a pressão, enquanto o frio a reduz. Por isso, é importante calibrar com pneu frio e revisar a pressão com mais frequência em dias muito quentes.

Pneus com pressão incorreta desgastam mais rápido e de forma irregular, reduzindo sua vida útil. A calibragem errada também afeta a estabilidade e o controle da moto, tornando a pilotagem menos segura. Além disso, com pressão baixa, o motor faz mais esforço, aumentando o consumo de combustível.

Por que manter a calibragem correta é importante

Manter a pressão correta garante mais segurança, economia de combustível e durabilidade dos pneus. Isso porque a calibragem correta:

  • Influência a estabilidade: pneus bem calibrados mantêm o contato adequado com o solo, garantindo equilíbrio e controle nas curvas e em altas velocidades;
  • Favorece a frenagem: a pressão ideal permite que o pneu absorva e transfira a força de frenagem corretamente; 
  • Diminui o consumo de combustível: pneus calibrados corretamente diminuem o esforço do motor, tornando a moto mais econômica;
  • Promove a durabilidade do pneu: a pressão adequada evita desgaste irregular e excessivo, prolongando a vida útil dos pneus e mantendo a segurança.

Para quem usa moto todos os dias, manter a calibragem correta é indispensável para a própria segurança do motorista. 

Nesse sentido, a Suhai Seguradora é parceira de quem preza por segurança no dia a dia. Acreditamos que segurança e prevenção fazem parte da vida de quem se cuida na estrada.

Segurança sobre duas rodas começa com cuidado — e com a Suhai

Calibrar os pneus corretamente é um gesto de responsabilidade pensando na proteção tanto do motociclista quanto do veículo. E saber quantas libras colocar no pneu de moto garante segurança, economia e durabilidade dos pneus. 

Na Suhai Seguradora, quem cuida da moto também pode contar com um seguro acessível e descomplicado, ideal para quem deseja rodar com tranquilidade todos os dias. Por aqui, nós acreditamos que proteger o veículo também é parte de uma rotina de cuidado.

Quer saber quanto custa proteger sua moto com a Suhai? Faça uma cotação rápida e sem compromisso.

Perguntas frequentes sobre quantas libras colocar no pneu de moto

Ficou com alguma dúvida? Confira, a seguir, as respostas para as perguntas mais comuns sobre o assunto.

Como saber quanto calibrar o pneu?

A pressão ideal está indicada no manual do proprietário ou em etiquetas fixadas no chassi ou na balança, ou ainda em sites de fabricantes.

Qual a calibragem do pneu da cg 125?

A calibragem recomendada para a Honda CG 125 FAN é 25 psi no pneu dianteiro  e 29 psi (sozinho) / 33 psi (com garupa) no pneu traseiro.

O que significa PSI?

PSI é a unidade que mede a pressão do ar nos pneus, indicando quantas libras de força atuam sobre cada polegada quadrada.

Aluguel de moto: como funciona, quanto custa e o que saber antes de escolher

O aluguel de moto ganhou força no Brasil por uma série de elementos, como o crescimento do delivery e dos aplicativos de transporte, e também pela busca por soluções mais econômicas e práticas de mobilidade.

Hoje, alugar uma motocicleta, em vez de comprá-la, pode agregar benefícios, como a manutenção inclusa, planos flexíveis e ausência de burocracia.

E se você está pensando em aderir a esse modelo, este guia explica como funciona o aluguel de moto, quanto custa e o que você precisa saber antes de escolher a melhor opção.

O que é aluguel de moto?

O aluguel de moto é um serviço que permite utilizar uma motocicleta por um período determinado, mediante pagamento de uma taxa, sem precisar comprá-la. Funciona de forma semelhante ao aluguel de carros, mas com planos e condições adaptados às necessidades dos motociclistas.

Como o país vive um momento de altíssima demanda por entregadores e outros tipos de profissionais autônomos, como motoristas de aplicativo, o modelo se mostra  útil para eles e também para pessoas que querem evitar os custos de manutenção, IPVA e seguro de um veículo próprio.

Como funciona o aluguel de moto?

O aluguel de moto costuma ser simples e é um serviço oferecido por meio de diferentes planos de locação, que podem ser:

  • Diária: ideal para quem precisa da moto por poucos dias ou viagens rápidas;
  • Semanal: atende a períodos intermediários, com mais economia do que a diária;
  • Mensal: pensado para quem utiliza a moto no dia a dia ou para trabalho, como entregadores e motoristas de aplicativo;
  • Moto por assinatura: modelo inovador em que o condutor paga uma mensalidade fixa e tem acesso a manutenção, seguro e trocas de veículo conforme o contrato.

Após definir o plano ideal para você, confirme que os requisitos básicos serão cumpridos, como a apresentação de uma CNH válida, idade mínima exigida pela locadora, documentação pessoal e, na maioria dos casos, uma caução de aluguel de moto, que funciona como garantia para a locadora.

Quanto custa alugar uma moto no Brasil

O custo de aluguel de moto varia conforme a cidade, o tipo de motocicleta e o plano contratado, mas é possível ter uma noção geral. O aluguel diário de uma moto econômica, como a Honda CG 160, gira em torno de R$ 80 por dia, enquanto um plano mensal pode custar mais de R$ 1.000.

Pesquise bem o mercado de aluguel porque, ao considerar o valor a ser pago, você tem que considerar também:

  • Manutenção da moto: revisões preventivas e trocas de peças sem custo adicional;
  • Quilometragem livre: permite percorrer a cidade ou o estado sem cobrança extra por distância;
  • Seguro da locadora: proteção contra roubo, colisão e danos a terceiros, garantindo mais segurança para o locatário.

Outra dica é avaliar bem o que está incluído no contrato para não ter surpresas com custos extras, e lembrar-se de comparar diferentes locadoras para encontrar o plano de locação mais adequado ao seu perfil.

Em muitos casos, as próprias locadoras oferecem um seguro adicional, ou até mesmo já incluído no valor da diária, que cobre situações como roubo, colisões ou danos a terceiros. 

Esse é um ponto importante a ser observado no contrato, mesmo quando a contratação for opcional. Ter esse tipo de cobertura pode evitar prejuízos inesperados e garantir mais tranquilidade no dia a dia, principalmente para quem utiliza a moto para trabalhar.

Aluguel de moto para delivery e aplicativos: vale a pena?

O aluguel de moto para delivery e motoristas de aplicativo é uma opção prática para quem depende do veículo para trabalhar, sem precisar arcar com a compra e manutenção de uma motocicleta própria.

Nos últimos anos, esse modelo cresceu de forma expressiva. Hoje, no Brasil, calcula-se que existem mais de 2,2 milhões de pessoas que praticam essa atividade. E o aluguel pode ser uma ótima ideia para quem busca:

  • Economia: não há necessidade de investimento inicial em uma moto própria;
  • Flexibilidade: possibilidade de escolher planos diários, semanais ou mensais, ou até mesmo aderir a uma moto por assinatura;
  • Manutenção: a locadora se responsabiliza por revisões, consertos e peças, evitando custos inesperados.

No geral, o modelo é adequado para entregadores que precisam de um veículo seguro para percorrer a cidade diariamente, motoristas de aplicativo que buscam flexibilidade para aumentar ou reduzir a frota conforme a demanda ou mesmo para profissionais que desejam economizar e evitar custos de manutenção.

Dicas para escolher a melhor opção de aluguel de moto

Para aproveitar ao máximo o aluguel de motocicleta, avalie alguns pontos:

  1. Reputação da locadora: busque referências, avaliações online e recomendações de outros clientes;
  2. Planos de locação: analise valores, duração do aluguel e benefícios incluídos, como manutenção e quilometragem livre;
  3. O que está incluso: seguro, manutenção preventiva, documentação e assistência em caso de imprevistos;
  4. Cláusulas do contrato: atenção às regras sobre uso, devolução, multas e responsabilidade por danos;
  5. Condição da moto: cheque freios, pneus, luzes e outros itens de segurança antes de aceitar o veículo.

Segurança para seu veículo e suporte para seu negócio com a Suhai

Mesmo para quem opta pelo aluguel de moto, proteger o veículo e o condutor é uma prioridade geral. E a Suhai oferece seguro para moto acessível, sem burocracia, garantindo proteção veicular, segurança no transporte e prevenção de prejuízos em caso de acidentes, roubo ou danos.

Seja para quem utiliza a moto para delivery, motoristas de aplicativo ou uso pessoal, a Suhai é uma aliada confiável, oferecendo cobertura completa e tranquilidade para que você possa se concentrar no trabalho e no dia a dia sobre duas rodas.

Então, não perca tempo. Faça a sua cotação gratuitamente com a gente!

Perguntas frequentes sobre aluguel de moto

Confira respostas rápidas para as dúvidas mais comuns sobre a locação de motos.

Quanto é um aluguel de uma Fan 160?

O aluguel diário de uma Honda Fan 160 pode variar entre R$ 50 e R$ 80, enquanto planos mensais podem ficar entre R$ 800 e R$ 1.000, dependendo da locadora e da cidade.

Quanto custa um aluguel de moto em São Paulo?

Em São Paulo, o valor médio de aluguel diário de motos econômicas gira em torno de R$ 60 a R$ 90, com planos mensais podendo chegar a R$ 1.200, incluindo manutenção e seguro em muitas locadoras.

O que é preciso para alugar uma moto?

É necessário ter CNH válida, idade mínima exigida pela locadora, apresentar documentação pessoal, e na maioria dos casos, fornecer um caução de aluguel de moto como garantia.

Qual a melhor capa de chuva para motoqueiro: como escolher o modelo ideal

Sabe por que muita gente busca saber qual a melhor capa de chuva para motoqueiro? Porque se tem uma coisa que todo motociclista sabe, é que a chuva não espera.

E quando o tempo fecha, só quem já encarou uma tempestade no meio do caminho entende a importância de escolher bem o equipamento certo. 

Por isso, vamos mostrar como escolher a capa de chuva ideal de acordo com o tipo de uso, o clima da sua região e o seu estilo de pilotagem. Você vai entender as diferenças entre materiais, o que faz uma capa ser impermeável e quais marcas se destacam. Vamos lá?

Como escolher a melhor capa de chuva para motoqueiro

A melhor capa de chuva é aquela que combina proteção, conforto e praticidade. Por isso, antes de comprar, vale olhar alguns detalhes na hora de pilotar debaixo d’água:

  1. Material: as capas de PVC costumam ser as mais impermeáveis, ideais para chuvas fortes e viagens longas. Já as de nylon são mais leves e confortáveis, indicadas para quem roda com frequência na cidade;
  2. Costuras e vedação: não adianta o tecido ser bom se a costura deixar a água entrar. Por isso, prefira modelos com costuras seladas e zíper com proteção interna, que evitam infiltrações nas partes mais vulneráveis;
  3. Conforto térmico: algumas capas esquentam demais, principalmente as de PVC. Se você roda em regiões quentes, vale procurar modelos com forro leve ou áreas ventiladas para evitar o superaquecimento;
  4. Tamanho e ajuste: o ideal é que a capa fique folgada o suficiente para vestir sobre a jaqueta, mas sem sobrar tecido que atrapalhe a pilotagem. Verifique se o modelo tem elásticos ou velcros nos punhos e tornozelos, para evitar a entrada de vento e água;
  5. Facilidade para vestir: prefira capas com abertura frontal ampla, zíper e botões de pressão, pois facilitam vestir e tirar mesmo com botas e luvas;
  6. Visibilidade noturna: as faixas refletivas são indispensáveis para quem roda à noite ou sob neblina. Elas aumentam a visibilidade e garantem sua segurança no trânsito.

Leia também |  Maio Amarelo: o que é, importância e objetivos da campanha

Qual a melhor marca de capa de chuva para motoqueiro?

Quer saber qual é a melhor capa de chuva para motoqueiro? Já podemos adiantar: a melhor marca é aquela que atende ao seu perfil de uso, e você poderá gostar de saber que existem várias opções no mercado, com preços variados.

Como a melhor escolha depende do tipo de uso, do clima da sua região e do quanto você está disposto a investir, vale a pena saber quais são as marcas mais conhecidas e bem avaliadas entre os motociclistas, com foco em qualidade, durabilidade e custo-benefício. Confira na tabela abaixo:

MarcaDiferenciaisIndicação de uso
PantaneiroMaterial robusto, costuras reforçadas e excelente vedação. Linha ampla de conjuntos e macacões impermeáveisIdeal para quem transita em chuvas intensas ou faz longos trajetos
AlbaCapas leves, com boa ventilação e zíper frontal protegido. Preço acessívelBoa opção para uso urbano e entregadores que precisam de praticidade
Delta (Delta Flex)Alta resistência à água, fechamento duplo e elástico nos punhos e tornozelosBoa escolha para viagens médias e longas, com ótimo equilíbrio entre conforto e proteção
BrascampModelos simples e econômicos, com foco em impermeabilidade básicaIndicado para uso ocasional e trajetos curtos
MacnaMarca premium com design europeu, alto conforto térmico e materiais tecnológicosIndicada para quem busca durabilidade máxima e pilotagem em qualquer clima

Qual capa de chuva é a mais resistente?

Resistência não depende só do tecido, mas da qualidade das costuras, da vedação e do cuidado no uso. No geral, as capas de PVC costumam ser mais resistentes à água e duráveis, enquanto as de nylon se destacam pelo conforto e leveza.

Por isso, o “melhor” modelo depende do tipo de rotina de cada motociclista.

Qual a melhor capa de chuva, PVC ou nylon?

A dúvida entre PVC e nylon é uma das mais comuns, e a resposta varia conforme a necessidade. Veja a comparação abaixo para entender melhor as diferenças:

MaterialVantagensDesvantagensIdeal para
PVCTotalmente impermeável, alta durabilidade e excelente vedaçãoPode esquentar e ser mais pesado; menos ventiladoViagens longas, rodovias e regiões de chuva forte
NylonLeve, fácil de dobrar e mais confortável para o calorMenor resistência à chuva intensa; requer manutenção cuidadosaUso urbano e entregadores que rodam várias horas por dia

Sendo assim, se você roda em climas quentes ou faz entregas diárias, o nylon pode ser mais confortável. Mas se enfrenta chuvas fortes ou viagens longas, o PVC é o que oferece proteção máxima e durabilidade.

Dicas para aumentar a durabilidade da capa de chuva

Mesmo as melhores capas de chuva precisam de cuidado. Com a manutenção certa, elas duram muito mais e continuam protegendo bem em dias de temporal.

Veja algumas dicas simples que fazem a diferença:

  • Use apenas água fria e sabão neutro para lavá-la, passando um pano úmido para tirar a sujeira. Produtos fortes ou escovas podem danificar o material impermeável;
  • Evite sol direto ou fontes de calor, como secadores e estufas. O calor excessivo pode ressecar o PVC ou o nylon, deixando a capa quebradiça e menos resistente;
  • Certifique-se de que a capa está completamente seca antes de guardá-la, pois a umidade pode causar mofo e odor. Dobre com cuidado e mantenha em local arejado;
  • Faça inspeções rápidas em costuras e fechos, que podem soltar ou perder a vedação com o tempo, e se notar desgaste, considere a troca;
  • Se a capa começar a passar água ou apresentar rasgos, é sinal de que chegou a hora de comprar outra.

Segurança além da chuva: proteja sua moto com a Suhai

É desafiador decidir qual a melhor capa de chuva para motoqueiro, mas é possível compreender que um bom acessório pode proteger dos imprevistos do tempo.

Entretanto, quando o assunto é segurança na estrada, a proteção precisa ir além.

Assim como a capa de chuva protege o motociclista, o seguro de moto da Suhai protege o seu veículo contra os imprevistos do dia a dia, seja roubo, furto ou até acidentes.

Quer rodar tranquilo, sabendo que você e sua moto estão sempre amparados, faça chuva ou sol? Faça uma cotação com a Suhai Seguradora e descubra quanto custa proteger sua moto do seu jeito!

Perguntas frequentes sobre qual a melhor capa de chuva para motoqueiro

Quem se pergunta qual a melhor capa de chuva para motoqueiro costuma ter uma das dúvidas abaixo. Confira-as, e aprenda mais sobre o assunto.

Como escolher capa de chuva para moto?

Prefira capas específicas para moto, que ofereçam impermeabilidade, conforto, refletivos para visibilidade e ajuste adequado ao seu corpo e jaqueta.

O que é melhor, nylon ou polipropileno?

O nylon é mais leve e confortável, ideal para clima quente ou uso urbano. O polipropileno é resistente à água, mas menos flexível e ventilado.

O que é mais resistente, nylon ou PVC?

O PVC é mais resistente e totalmente impermeável, indicado para chuvas fortes ou viagens longas. O nylon é confortável, mas menos durável em condições extremas.

Multa sem capacete: qual é o valor e quantos pontos perde na carteira?

Receber uma multa sem capacete vai muito além de um simples prejuízo financeiro, trata-se de uma grave violação das normas de segurança no trânsito, além de envolver um grande risco pensando na segurança do próprio piloto.

Conforme o Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pilotar moto sem capacete é uma infração gravíssima, resultando em multa e até suspensão do direito de dirigir.

Porém, mais do que uma exigência legal, o uso do capacete é uma proteção indispensável para a vida do motociclista e dos passageiros. 

Neste conteúdo, vamos te orientar sobre as penalidades, a fiscalização, o processo de recurso e, principalmente, reforçar a importância da segurança no trânsito. Boa leitura!

O que acontece se levar multa sem capacete?

Dirigir sem capacete, segundo o Art. 244, inciso I, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é uma penalidade gravíssima e autossuspensiva, ou seja, o condutor tem a CNH suspensa automaticamente, além da multa por andar sem o equipamento de segurança.

E mais do que as consequências legais, pilotar sem capacete coloca em risco a integridade física e a vida do motociclista e do passageiro, já que o acessório é o principal responsável por reduzir a gravidade de lesões em caso de acidentes.

Leia também | Capacete de moto: tudo sobre como escolher, usar e cuidar do seu capacete de moto

Qual o valor da multa sem capacete e quantos pontos gera

De acordo com artigo 244 CTB, o valor da multa sem capacete é R$293,47, sem computar pontos na CNH pelas infrações que prevêem a penalidade de suspensão do direito de dirigir com retenção do veículo.

Ou seja, ao receber uma multa por pilotar sem capacete:

  • Haverá multa de R$293,47;
  • Suspensão da CNH por um período de 2 a 8 meses;
  • Não serão adicionados pontos na carteira por ser uma infração autossuspensiva.

É importante lembrar que, quando aplicável, a multa vale para o condutor e para o passageiro, que também tem obrigação de utilizar o capacete. Ou seja, se um motociclista transportar um passageiro sem capacete, recebe duas punições, uma pela própria infração e outra pelo passageiro sem capacete.

E atenção, a penalidade pode acontecer sem abordagem, por meio de videomonitoramento ou câmeras de trânsito. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) autoriza o registro de infrações mesmo à distância.

Por que o capacete é obrigatório?

Por trás da lei, existem motivos de segurança que tornam o uso do capacete indispensável ao motorista e ao passageiro: o capacete atua como uma barreira de proteção, absorvendo parte da força do impacto e reduzindo drasticamente o risco de morte e de traumatismos cranianos graves.

Para o controle da qualidade do equipamento, é necessário que tenha selo do Inmetro, além de viseira e estar afixado. Caso contrário, o motorista poderá ser autuado.

Quais modelos de capacete são aceitos?

Para ser aceito, o capacete deve obrigatoriamente:

  • Ter o selo do INMETRO, que atesta que o equipamento passou por testes de resistência a impactos;
  • Estar bem fixado à cabeça;
  • Ter com faixas refletivas nas laterais e na parte traseira, facilitando a visibilidade do motociclista;
  • Não apresentar rachaduras, danos estruturais, viseira quebrada ou forro desgastado que comprometam a proteção oferecida pelo capacete.

Além disso, rodar com a viseira levantada ou sem óculos de proteção apropriados também pode resultar em multa. Veja as orientações para segurança no trânsito:

  • Capacetes fechados precisam estar com a viseira abaixada enquanto a moto estiver em movimento;
  • Capacetes abertos exigem o uso de óculos de proteção específicos para motociclistas;
  • Capacetes modulares (articulados) precisam estar com a queixeira abaixada e travada enquanto a moto estiver em movimento e ter viseira transparente ou ser usado com óculos de proteção.

Como faço para recorrer de multa por falta de capacete?

Para recorrer de uma multa aplicada de forma equivocada por dirigir sem capacete, siga o passo a passo:

  • Apresente defesa prévia: é possível questionar erros formais na autuação, como placa errada ou local incorreto, antes da multa virar penalidade;
  • Apresente o recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI): caso a defesa prévia seja negada, o motociclista pode recorrer à JARI, apresentando argumentos técnicos ou jurídicos;
  • Apresente recurso ao Conselho Estadual de Trânsito (CETRAN): se o recurso na JARI for indeferido, ainda há a possibilidade de recorrer ao CETRAN.

Para a defesa, o condutor pode apresentar provas de uso de capacete, como fotos, vídeos e testemunhas. E fique atento, sempre verifique se houve erro de autuação ou falha de identificação do condutor.

Segurança que vai além do capacete: proteja também sua moto com a Suhai

Mais do que o transtorno pela multa sem capacete, pilotar uma motocicleta sem o equipamento adequado é uma falta de cuidado com a própria vida e com a vida do outro.

Zelar pela sua segurança é também proteger o seu veículo. Por isso, além de usar o capacete, garanta a sua tranquilidade com o seguro da Suhai, seguradora referência em proteção para motos de todos os tipos, inclusive de leilão, antigas e modificadas. 

Faça uma cotação com a Suhai Seguradora e descubra como proteger o seu veículo pode ser simples, acessível, rápido e sem burocracias.

Leia também | Qual é o melhor seguro para moto? Dicas para fazer a escolha certa

Perguntas frequentes sobre multa sem capacete

Confira as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.

O artigo 244 é considerado crime?

Não. O Art. 244 do CTB trata de infração de trânsito gravíssima, não de crime. Ele gera multa, pontos na CNH e suspensão do direito de dirigir, mas não configura crime de trânsito.

Qual o valor da multa sem uso de capacete?

De acordo com o Art. 244, inciso I, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o valor da multa sem uso de capacete é R$293,47.

Quais multas gravíssimas perde a carteira?

As infrações gravíssimas e autossuspensivas do CTB são: dirigir sem capacete, dirigir sob efeito de álcool ou drogas, e disputar racha. Nesses casos, além da multa, o condutor perde temporariamente o direito de dirigir.

MEI para entregador: guia completo para formalizar sua profissão e trabalhar com segurança

O MEI para entregador é uma forma simples, gratuita e rápida de formalizar seu trabalho com entregas, e que te dá o direito de ter um CNPJ próprio, a emissão de notas fiscais e o acesso a benefícios previdenciários.

Seja você entregador de aplicativos como iFood, Mercado Livre ou Shopee, o MEI ajuda a atuar de maneira legalizada e com mais estabilidade. 

E, neste guia completo, você vai entender como abrir o MEI passo a passo, quanto custa manter o registro, qual CNAE escolher, como pagar o DAS e quais são as vantagens reais de trabalhar regularizado.

Vamos lá?

O que é MEI e como funciona?

O Microempreendedor Individual (MEI) é um formato simplificado de empresa criado pelo governo para formalizar autônomos, como entregadores, motoboys e prestadores de serviço, e que foi criado em 2008 por meio da Lei Complementar nº 128.

Ao se registrar como MEI, o trabalhador passa a ter um CNPJ ativo, o que permite emitir nota fiscal, abrir conta para pessoa jurídica (PJ) e até fechar contratos com empresas que exigem formalização.

A abertura do MEI é gratuita e pode ser feita totalmente online pelo Portal do Empreendedor. No entanto, o profissional precisa cumprir algumas obrigações mensais e anuais, como:

  • Pagar o DAS-MEI, uma contribuição fixa que inclui INSS e impostos municipais/estaduais (valor de R$ 75,90 + R$ 5,00 de ISS em outubro/2025);
  • Entregar a Declaração Anual de Faturamento (DASN-SIMEI), informando o quanto faturou no ano.

Essas obrigações são simples, mas necessárias para manter o CNPJ ativo e garantir direitos como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.

Além disso, estar formalizado traz credibilidade profissional e segurança jurídica, já que o entregador passa a atuar de forma regular perante a lei.

Leia também | Quando motorista de app precisa declarar Imposto de Renda e como fazer?

Entregador de aplicativo pode ser MEI?

Sim, o entregador de aplicativo pode, e deve, ser MEI. Quem trabalha com entregas para plataformas como iFood, Shopee, Mercado Livre, Rappi ou Amazon, por exemplo, pode se formalizar como Microempreendedor Individual.

Ao se tornar MEI entregador, o profissional passa a ter um CNPJ ativo, o que permite emitir notas fiscais, receber pagamentos diretamente pelo CNPJ e comprovar renda de forma oficial. Isso é necessário, por exemplo, para quem trabalha com aplicativos que exigem formalização para firmar contratos ou liberar cadastros.

E não se engane, esse movimento está mais e mais popular. Atualmente, cerca de 11 milhões de profissionais se enquadram na categoria, e cerca de 90% segue em atividade. E só em 2025, mais de 3 milhões de MEIs foram abertas.

Afinal, além dos pontos que citamos, o MEI oferece benefícios previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte.

Ou seja, você deixa de atuar como informal e tem direitos garantidos por lei, além de acesso facilitado a crédito e financiamentos voltados para pequenos empreendedores.

Qual é o tipo de MEI para entregador?

O tipo de MEI ideal para entregador depende das entregas que ele realiza e do veículo utilizado. Existem dois modelos de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) mais comuns para quem trabalha no setor:

  • 5320-2/02 – Serviços de entrega rápida: indicado para motoboys, ciclistas e entregadores locais, que atuam com transporte leve e dentro da mesma cidade;
  • 4930-2/01 e 4930-2/02 – Transporte rodoviário de carga: recomendado para entregadores que fazem trajetos mais longos, como entregas intermunicipais, transporte com veículos utilitários, vans ou caminhonetes.

Escolher o CNAE correto evita problemas com a fiscalização ou restrições de atividade. E se você registrar o CNAE errado, pode enfrentar dificuldades para emitir notas fiscais, problemas em contratos com plataformas e até riscos de cancelamento do MEI.

Por isso, vale revisar com atenção o tipo de serviço prestado antes de finalizar o cadastro no Portal do Empreendedor. Caso tenha dúvidas, consulte um contador parceiro para confirmar qual código de atividade se encaixa na sua rotina.

Como abrir MEI para entregador: passo a passo completo

Abrir o MEI para entregador é simples, rápido e pode ser feito totalmente online pelo Portal do Empreendedor. Seguindo o passo a passo abaixo, você formaliza a sua atividade e pode ter acesso à emissão de notas fiscais e a benefícios previdenciários.

1. Acesse o Portal do Empreendedor

Entre no site oficial do Portal do Empreendedor. É nele que você vai iniciar todo o processo de cadastro e formalização.

2. Clique em “Quero ser MEI” e depois em “Formalize-se”

O Portal direciona para a página de registro do MEI. Basta seguir os links indicados para iniciar o seu cadastro.

3. Faça login com sua conta Gov.br

Para formalizar o MEI, é necessário estar cadastrado na plataforma Gov.br. Caso ainda não tenha uma conta, é possível criar rapidamente pelo próprio portal.

4. Escolha o CNAE adequado

Aqui, você deve selecionar o CNAE correto para entregador, de acordo com o tipo de serviço prestado. Lembrando que, um MEI para entregador pode se enquadrar nas seguintes categorias:

  • 5320-2/02 – Serviços de entrega rápida, para entregadores locais, motoboys e ciclistas;
  • 4930-2/01 e 4930-2/02 – Transporte rodoviário de carga, para entregas maiores e intermunicipais.

5. Preencha os dados e aceite os termos

Informe seus dados pessoais, endereço e informações de contato. Em seguida, revise as informações e aceite os termos de formalização.

6. Gere o CCMEI

Ao finalizar o cadastro, você recebe o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI), que funciona como prova de que você é um MEI ativo, com informações sobre o seu CNPJ e a atividade registrada.

É, basicamente, o comprovante que permite emitir notas fiscais, abrir conta PJ e firmar contratos com plataformas de entrega.

Quanto custa ser MEI entregador e o que é o DAS?

Ser MEI entregador exige o pagamento de uma contribuição mensal, que é o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Em 2025, os valores atualizados são:

  • R$ 76,90 para quem atua no comércio ou indústria (R$ 75,90 de INSS + R$ 1 de ICMS);
  • R$ 80,90 para prestadores de serviços, como entregadores (R$ 75,90 de INSS + R$ 5 de ISS);
  • R$ 81,90 para comércio e serviços combinados (R$ 75,90 de INSS + R$ 1 de ICMS + R$ 5 de ISS).

E sabe por que existe esse custo? O DAS é cobrado para manter o MEI regularizado e garantir o acesso a benefícios previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. Para realizar o pagamento, é possível fazê-lo de três maneiras:

  1. Pix: rápido e prático diretamente pelo aplicativo do banco;
  2. Débito automático: programando o pagamento mensal em conta;
  3. Boleto online: gerado no Portal do Empreendedor ou no app da Receita Federal.

Mas fique de olho, não quitar o DAS pode trazer problemas como a perda dos benefícios, a inclusão do débito na Dívida Ativa da União, o cancelamento do CNPJ e a impossibilidade de emitir notas fiscais. Se houver atrasos, é possível regularizar os pagamentos pelo portal por meio de boletos atualizados com juros e multa.

O MEI também deve entregar anualmente a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), informando o faturamento do ano anterior, mesmo que seja zero.

Benefícios de ser MEI para entregador

Formalizar-se como MEI traz vantagens reais para quem atua como entregador, como:

  • Emissão de CNPJ e notas fiscais: possibilita firmar contratos com empresas e receber pagamentos de forma oficial;
  • Aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade: proteção previdenciária, antes inacessível para autônomos informais;
  • Acesso a crédito e financiamentos: bancos e fintechs oferecem condições especiais para quem possui CNPJ;
  • Parcerias com plataformas de entrega: Shopee, Mercado Livre, iFood e outros exigem MEI para formalizar pagamentos;
  • Mais segurança jurídica: evita problemas legais, facilita negociações e fortalece a imagem profissional.

Hoje, o Brasil tem 475 mil profissionais que têm as entregas como atividade principal. E ser MEI ajuda o entregador a crescer no mercado, conquistar estabilidade financeira e profissional, e atuar de forma organizada e segura mesmo em um mercado com tanta demanda e em expansão.

Cuidados importantes para quem é MEI entregador

Ser entregador MEI tem as suas vantagens, mas é uma atividade que também exige atenção a algumas obrigações para manter a regularização e aproveitar todos os benefícios. Alguns exemplos:

  • Guardar comprovantes de pagamento do DAS: cada boleto pago é um comprovante que protege você em caso de fiscalização ou necessidade de prova de regularidade;
  • Fazer a declaração anual (DASN-SIMEI): mesmo que o faturamento tenha sido baixo ou zero, a entrega da declaração é obrigatória e evita multas;
  • Manter o cadastro atualizado no portal: endereço, telefone e dados pessoais corretos garantem que notificações e documentos cheguem sem problemas;
  • Avaliar o apoio de um contador: ter um contador de referência facilita esclarecimentos sobre obrigações e planejamento financeiro;
  • Evitar ultrapassar o limite de R$ 81 mil/ano: caso o faturamento ultrapasse esse teto, o MEI precisará migrar para outra categoria empresarial, com tributação diferente.

Qual tipo de entregador não precisa de MEI?

Nem todo entregador precisa abrir MEI. Quem atua com carteira assinada (CLT) em empresas de entrega ou logística não é obrigado a se formalizar, pois já possui registro legal e benefícios garantidos.

No entanto, se o entregador deseja atuar de maneira independente, formalizar-se como MEI continua sendo a melhor opção porque oferece:

  • Possibilidade de emissão de notas fiscais;
  • Acesso a crédito e financiamentos;
  • Benefícios previdenciários;
  • Credibilidade e segurança jurídica no mercado de entregas.

Ou seja, mesmo que não seja obrigatório, o MEI para entregador autônomo é recomendado para quem quer profissionalizar a atividade e crescer de forma segura.

É bom abrir conta PJ como entregador MEI?

Abrir uma conta PJ não é obrigatório para o MEI entregador, mas pode trazer muitos benefícios relacionados à gestão financeira. Afinal, uma conta separada para o negócio ajuda a organizar entradas e saídas, facilita o recebimento de pagamentos e mantém o controle do faturamento.

A diferença principal entre conta pessoal e conta PJ é a separação do dinheiro do negócio e das finanças pessoais. Com a conta PJ, é mais fácil emitir comprovantes de recebimento e gerenciar despesas do trabalho, evitando confusão e riscos contábeis.

Além disso, muitos bancos digitais oferecem contas PJ sem tarifas, com cartão empresarial, transferências gratuitas e ferramentas de gestão financeira.

MEI para entregador: segurança e formalização andam juntas

Ter um MEI para entregador é um grande passo para quem quer crescer de forma profissional, pois a formalização garante direitos, benefícios previdenciários e credibilidade no mercado, abrindo portas para parcerias com empresas de delivery e acesso a crédito.

Ao mesmo tempo, a segurança do dia a dia depende de proteger o veículo utilizado nas entregas. É aí que entra a Suhai Seguradora

A Suhai oferece seguro para motos e veículos de entrega, incluindo leilão, veículos modificados e antigos, com assistência 24h e cobertura personalizável.

Com a combinação de MEI regularizado e seguro confiável, o entregador trabalha com tranquilidade, garantindo renda e estabilidade.

Quer trabalhar com segurança total? Faça uma cotação com a Suhai e proteja o veículo que te ajuda a garantir sua renda!

Leia também | Qual é o melhor seguro para moto? Dicas para fazer a escolha certa

Perguntas frequentes sobre MEI para entregador

Veja, a seguir, as respostas para as principais perguntas sobre a abertura do MEI para entregador.

Qual é o tipo de MEI para entregador?

Existem dois CNAEs principais: 5320-2/02 (Serviços de entrega rápida, para motoboys, ciclistas e entregas locais) e 4930-2/01 ou 4930-2/02 (Transporte rodoviário de carga, para entregas maiores).

Qual é o valor do MEI para entregador?

O custo mensal em 2025 varia conforme a atividade: para serviços de entrega, é de R$ 80,90, incluindo INSS e tributos. O pagamento é feito via DAS, que pode ser gerado por Pix, boleto ou débito automático.

Entregador de aplicativo pode ser MEI?

Sim. Quem faz entregas para apps como iFood, Shopee, Mercado Livre, Rappi, entre outros, pode e deve se formalizar como MEI para receber pagamentos por CNPJ e garantir benefícios previdenciários.

Quanto tempo dura uma bateria de moto: tudo sobre durabilidade, sinais e cuidados

Se você é motociclista, com certeza já se perguntou: quanto tempo dura uma bateria de moto?

A resposta para essa pergunta varia de acordo com tipo, qualidade, frequência de uso e manutenção do veículo, mas, em média, a durabilidade é de 2 a 4 anos, se utilizadas e conservadas de forma adequada.

Neste conteúdo você vai entender os fatores que influenciam a duração da bateria, os sinais de desgaste e as melhores práticas para cuidar do equipamento. Continue a leitura para descobrir tudo.

Quanto tempo leva para descarregar uma bateria de moto?

A vida útil da bateria de moto é, em média, de 2 a 4 anos, podendo variar conforme o tipo de bateria, se é convencional, selada, gel ou lítio, por exemplo, e a rotina do motociclista.

Fatores como uso diário, temperatura, qualidade da peça e frequência de recargas influenciam na durabilidade média.

Fatores que influenciam a durabilidade da bateria

Os principais fatores que afetam o tempo de vida da bateria estão detalhados abaixo:

  • Tipo de bateria: a bateria convencional exige manutenção periódica e tem vida útil menor, a bateria selada é mais resistente a vibrações e variações de temperatura, além de não precisar de manutenção e a bateria de lítio é mais leve, recarrega mais rápido e dura até três vezes mais, mas tem custo mais alto e exige um sistema de carga compatível;
  • Temperatura extremas: o calor excessivo acelera a evaporação do eletrólito e a deterioração das placas, enquanto o frio intenso reduz a capacidade de carga e dificulta a partida da moto;
  • Frequência de uso: motos utilizadas com frequência mantém a bateria sempre carregada, enquanto motos que ficam paradas por longos períodos, sofrem descarga natural e perde a capacidade de armazenar energia;
  • Manutenção e limpeza dos terminais: terminais oxidados ou soltos prejudicam o fluxo de corrente elétrica e podem causar falhas na partida. A limpeza adequada ajuda a prevenir corrosão e garantir bom contato elétrico;
  • Qualidade da bateria e da instalação elétrica: baterias de marca confiável e instalação elétrica em bom estado aumentam a durabilidade. Um sistema mal instalado pode sobrecarregar ou descarregar a bateria antes do tempo.

Como saber se está na hora de trocar a bateria da moto?

Mesmo antes de parar totalmente, a bateria pode perder desempenho e comprometer a segurança na pilotagem. Por isso, é importante ficar atento aos sinais de desgaste, como:

  • Dificuldade para dar partida: quando o motor demora a girar ou o som da partida fica mais “pesado”, é sinal de que a bateria não está fornecendo energia suficiente;
  • Faróis e painel com luzes fracas: se os faróis ficarem fracos, principalmente com o motor desligado, ou o painel apresentar falhas de iluminação, a carga da bateria pode estar baixa;
  • Buzina e piscas falhando: buzina com som fraco e piscas funcionando mais lentamente ou de forma irregular também indicam queda de tensão na bateria;
  • Necessidade de recarregar com frequência: se a bateria descarrega mesmo após curtos períodos de inatividade ou precisa de recarga constante, é sinal de que não está mais segurando carga adequadamente;
  • Sinais visuais como inchaço ou vazamento: baterias que apresentam inchaço, rachaduras ou vazamento de líquido estão danificadas internamente e devem ser trocadas imediatamente.

Quanto tempo dura a bateria de uma moto elétrica

A bateria de moto elétrica (bateria de lítio), dura de 3 a 4 anos ou de 2 a 3 mil ciclos de carga.

Os fatores que influenciam nessa durabilidade também são o modelo da motocicleta, frequência de uso e hábitos de recarga.

Para aumentar a autonomia da bateria, algumas dicas são:

  • Evite deixá-la descarregar totalmente, pois isso causa desgaste interno e reduz sua capacidade; 
  • Não deixe a moto parada por longos períodos sem ligá-la, para evitar a descarga natural; 
  • Sempre use a fonte original para garantir uma recarga correta, segura e duradoura.

Dicas para prolongar a vida útil da bateria da moto

Entender como cuidar da bateria é indispensável para aumentar a durabilidade do equipamento. A seguir, veja algumas práticas simples para o cuidado no uso diário da moto:

  • Ligar o veículo regularmente, mesmo se não estiver usando;
  • Evitar trajetos muito curtos e ligar faróis após dar partida;
  • Fazer revisões elétricas periódicas;
  • Utilizar carregadores de manutenção se a moto ficar parada;
  • Investir em baterias de boa qualidade.

Fazer a manutenção preventiva, isto é, revisões antes que ocorram falhas para evitar problemas e prolongar a vida útil dos componentes.

Proteja sua moto e sua rotina com a Suhai

Mais do que saber quanto tempo dura uma bateria de moto, é importante zelar pelo seu veículo, seja nos cuidados diários ou na própria manutenção preventiva. Os cuidados do dono somados ao tipo de bateria são fatores decisivos para evitar trocas prematuras, problemas elétricos e aumentar sua durabilidade.

E assim como cuidar da bateria é importante, proteger sua moto também é. 

A Suhai Seguradora é especialista em seguro para motociclistas, com assistência 24 horas e aceitação até para veículos recusados pelas seguradoras tradicionais. Faça uma cotação, garanta segurança no dia a dia e siga tranquilo na estrada.

Leia também | Qual é o melhor seguro para moto? Dicas para fazer a escolha certa

Perguntas frequentes sobre quanto tempo dura uma bateria de moto

Ainda ficou dúvidas sobre quanto tempo dura uma bateria de moto? Veja as respostas para as perguntas mais comuns sobre o assunto.

Como eu sei que a bateria da moto está ruim?

Fique atento aos sinais de bateria ruim, como faróis e painel com luzes fracas, buzina e piscas falhando, necessidade de recarregar com frequência e inchaço/vazamento.

O que estraga a bateria da moto?

A bateria da moto precisa de substituição em situações como: descarga completa, calor/frio excessivo, limpeza inadequada, falta de manutenção, instalação elétrica errada ou carregadores incompatíveis.

Quanto tempo dura a bateria da Titan 160?

A bateria da Honda CG 160 Titan tem vida útil de, em média, três anos, dependendo do uso e da manutenção. Em condições ideais de uso e cuidados, ela pode durar até seis anos ou mais.