Como saber o tamanho do capacete de moto? Além de conforto, é importante saber também por ser uma questão primordial de segurança. Afinal de contas, muitos motociclistas acabam comprando equipamentos em medidas inadequadas, e isso compromete a proteção em caso de quedas ou acidentes.
Por outro lado, um capacete bem ajustado protege o cérebro, a face e o queixo, o que evita, ou minimiza, a ocorrência de lesões graves.
Neste guia, você vai aprender, passo a passo, como medir a cabeça corretamente, interpretar os tamanhos, ajustar e identificar o modelo para o seu estilo de pilotagem.
Também vamos mostrar dicas para escolher capacetes infantis e como garantir que cada detalhe do equipamento esteja correto, desde o fechamento da viseira até o conforto do forro interno. Confira!
Como saber o tamanho do capacete?
Escolher o capacete de moto começa pela medição precisa da cabeça, pois um número errado pode significar desconforto, distração durante a pilotagem e até riscos graves em caso de impacto.
Para ter a segurançae o conforto que esse acessório traz, siga o passo a passo abaixo:
Prepare a fita métrica: use uma fita flexível ou um barbante que possa ser medido depois com régua;
Posicione corretamente: coloque a fita cerca de 2 cm acima das sobrancelhas e das orelhas, contornando a parte mais larga da cabeça;
Registre a medida: o valor em centímetros será sua referência para escolher o tamanho do capacete;
Verifique o ajuste inicial: o capacete deve ficar firme, mas sem apertar, e dar conforto imediato além de proteção em qualquer movimento da cabeça.
Essa medida serve como base para escolher entre os tamanhos P, M, G, GG ou XG, mas vale lembrar que cada marca pode ter pequenas variações. Por isso, sempre experimente o modelo antes da compra.
Depois de medir a cabeça e escolher o tamanho adequado, é hora de testar o ajuste do capacete. O encaixe perfeito é aquele que garante firmeza, conforto e segurança.
Para confirmar se o modelo escolhido é o ideal, siga os testes simples a seguir:
Coloque o capacete e mova a cabeça levemente para os lados. Ele não deve se mover, nem balançar sozinho. Se estiver folgado, há risco de sair da cabeça em uma queda;
Verifique se o capacete pressiona levemente as bochechas e têmporas, sem causar dor. Se apertar demais, isso causará desconforto durante a pilotagem;
Feche a trava da cinta e tente puxar o capacete para cima. Ele não deve sair facilmente. A jugular deve estar firme, mas sem sufocar.
Atenção: capacetes folgados reduzem drasticamente a segurança do motociclista, pois podem se deslocar no impacto. Já os muito apertados causam dor e distração, afetando o foco na direção. O ideal é encontrar o equilíbrio entre firmeza e conforto, garantindo total proteção e estabilidade em qualquer percurso.
Tamanhos de capacete e medidas da cabeça
Interpretar as medidas ajuda, e muito, a saber o tamanho do capacete para o seu perfil. Os modelos seguem uma tabela de tamanhos baseada na circunferência da cabeça em centímetros, medida geralmente com uma fita métrica.
Acompanhe a tabela de referência e fique mais perto de encontrar o acessório com o melhor encaixe:
Medida da cabeça (cm)
Tamanho do capacete
52–54 cm
P
55–56 cm
M
57–58 cm
G
59–60 cm
GG
61 cm ou mais
XG
Lembre-se de que cada fabricante pode ter variações. Por isso, experimente o modelo antes da compra, principalmente se o formato da cabeça for mais oval ou arredondado. Aproveite, e use-o por alguns minutos e perceba se há pressão excessiva ou folgas. Isso ajuda a identificar o tamanho de capacete adulto ideal.
Dicas para escolher o tamanho certo de capacete
Escolher o melhor capacete para moto impacta a sua segurança e o conforto. Por isso, antes de comprar, siga as dicas abaixo:
Sempre prove o capacete antes da compra;
Considere o tipo de forro, que afeta tanto a sua segurança quanto o conforto ao pilotar;
Avalie o formato da cabeça, pois há capacetes para perfis ovais, redondos ou alongados;
Cheque o selo do Inmetro, que garante que o equipamento passou por testes de qualidade e segue as normas de segurança brasileiras;
Priorize segurança e conforto em vez de aparência.
Como escolher capacete para crianças?
O capacete infantil deve ser escolhido com o mesmo cuidado: meça a circunferência da cabeça, seguindo o método dos adultos, e opte por tamanhos menores, como os capacetes tamanho 50 a 54, indicado para cabeças menores ou jovens iniciando na pilotagem.
E sempre confirme o encaixe e a firmeza antes de sair para a estrada.
Saber como escolher o tamanho do capacete é proteger a si mesmo, e contar com a Suhai Seguradora é proteger o seu veículo. Assim como o modelo certo garante sua integridade física, o seguro da Suhai assegura a sua tranquilidade em qualquer trajeto.
A Suhai é referência em seguro para motos, aceitando veículos de todos os tipos, inclusive motos de leilão, modificadas ou antigas.
Com assistência 24h, cobertura personalizável e planos acessíveis, a empresa é sinônimo de confiança e proteção para quem vive sobre duas rodas.
Ou seja, com a Suhai, sua moto tem o cuidado que você merece.Faça uma cotação rápida e descubra que proteger seu veículo é mais simples do que parece!
Perguntas frequentes sobre como saber o tamanho do capacete
Aprenda mais sobre como saber o tamanho do capacete a partir das perguntas e respostas abaixo.
Qual o tamanho do capacete 58?
O tamanho 58 costuma corresponder ao G, indicado para cabeças com circunferência entre 57 e 58 cm.
Qual o tamanho 56 de capacete?
O tamanho 56 geralmente equivale ao M, ideal para quem tem circunferência de 55 a 56 cm.
Capacete 54 serve para qual idade?
O capacete 54 é o tamanho P e pode servir para adolescentes ou adultos com cabeça menor, além de ser o mais comum entre os capacetes infantis. O ideal é sempre medir antes de comprar para garantir o encaixe perfeito.
Se você trabalha como entregador e já se perguntou “qual a melhor bag para entregas?”, saiba que está no lugar certo.
Entender como escolher o melhor modelo de bag garante que seus pedidos cheguem na temperatura adequada, sem vazamentos, com segurança e dentro do prazo. Isso faz diferença na avaliação dos clientes e na sua rotina de trabalho.
Afinal, na hora da entrega é preciso conforto, praticidade e resistência, além, claro, de proteção contra imprevistos.
Muitos não sabem, mas há mochila térmica para delivery desenvolvida para diferentes tipos de pedido, como pizza, marmita ou bebida. E os materiais, o peso, o tamanho e até a maneira de limpar variam bastante.
Por isso, neste conteúdo, vamos te mostrar os tipos mais comuns, preços médios, onde comprar e como escolher o modelo ideal para você. Continue a leitura para encontrar a opção certa para o seu dia a dia.
O que é uma bag de entregas
A bag de entregas é uma mochila térmica usada por quem trabalha com delivery para transportar alimentos, bebidas ou produtos com segurança e conservação. O objetivo é manter a temperatura correta, seja ela quente ou fria, evitar vazamentos e oferecer estabilidade durante o trajeto.
Geralmente, ela é feita com material resistente, possui compartimentos internos, fechos reforçados e, muitas vezes, estrutura rígida para evitar amassos. Algumas versões são impermeáveis, com revestimento interno fácil de limpar.
Isso facilita o transporte mesmo em dias de chuva ou com trânsito intenso.
Precisa da bag para ser entregador?
Sim, ter uma bag para motoboy ou mochila térmica para delivery é indispensável para esse profissional, mesmo que os aplicativos não exijam isso obrigatoriamente. Ela protege os alimentos durante o transporte, conserva a temperatura, evita vazamentos e dá uma imagem profissional ao entregador.
Além disso, o conforto de uma bolsa para entregador bem ajustada faz diferença, principalmente em turnos longos.
As bags iFood e de outros apps costumam seguir padrões mínimos para segurança e eficiência no transporte, e alguns aplicativos até oferecem as mochilas gratuitamente ou com desconto, principalmente após a conclusão de treinamentos ou número mínimo de entregas.
Tipos de bags disponíveis e qual a melhor opção para cada entrega
Não existe uma única resposta sobre qual a melhor bag para entregas, porque tudo depende do tipo de produto que você transporta e da sua rotina. Abaixo, listamos os principais tipos:
Mochilas térmicas rígidas
Esse tipo de mochila tem uma estrutura sólida, que garante estabilidade durante o trajeto. São indicadas para quem busca segurança no transporte de alimentos sensíveis e precisa manter o formato e a temperatura por mais tempo.
Confira em detalhes:
Feitas com estrutura firme, geralmente em PVC, isopor ou material plástico reforçado;
Oferecem maior proteção contra impacto e mantém a forma mesmo com a moto em movimento;
Ideais para quem transporta comida quente ou sensível.
Mochilas térmicas flexíveis
As versões flexíveis são voltadas para quem valoriza leveza e praticidade. São fáceis de carregar e costumam ter preços mais acessíveis, sendo boas aliadas de entregadores iniciantes ou que fazem poucas entregas por dia.
Alguns detalhes sobre elas são:
Mais leves e fáceis de guardar;
Feitas com tecido impermeável e camada térmica interna;
São opções econômicas para quem está começando ou faz poucas entregas por dia.
Bags personalizadas para tipos de produto
Existem modelos de bags desenvolvidas para entregas específicas. Essas opções são ideais para quem trabalha focado em um tipo de pedido, como pizzas ou bebidas, e precisa de compartimentos adaptados para garantir a integridade do item até o cliente.
Algumas opções são:
Bag para pizza: mais larga e rasa, preserva o formato sem amassar;
Bolsa para marmita: costuma ter divisórias ou suportes internos;
Bag para bebidas: compartimentos reforçados ou isotérmicos que seguram garrafas e evitam vazamento.
Quem faz entregas variadas pode optar por uma bag impermeávelcom divisórias removíveis, que permite adaptar o espaço conforme o tipo de produto.
Quanto custa uma bag de entregador e onde comprar
O preço de umabag para motoboy varia de acordo com o tamanho, material, estrutura interna e marca. Em média, você vai encontrar opções entre R$80 e R$400.
As mais baratas, em torno de R$80 a R$150, são feitas de material flexível, sem muito reforço. Já modelos mais completos, com base rígida, zíperes reforçados, forro isotérmico e divisórias, custam entre R$200 e R$400.
Você pode comprar mochila delivery em:
Marketplaces como Mercado Livre e Shopee;
Lojas especializadas em equipamento para entregador;
Aplicativos como iFood e Rappi, que oferecem modelos próprios e muitas vezes dão ou emprestam para o entregador trabalhar.
Ao escolher, avalie o custo-benefício, considerando a durabilidade e o conforto no uso diário. Uma bag reforçada, mesmo que mais cara, pode evitar trocas frequentes e prejuízos com pedidos danificados.
Dicas para escolher a melhor bag para entregas
Antes de comprar, observe alguns pontos que fazem diferença no uso diário, como material, capacidade, conforto, manutenção e adequação ao uso. Uma bag adequada evita dores nas costas, facilita o transporte e ainda melhora a organização dos pedidos.
Por isso, considere os seguintes critérios:
Material resistente e impermeável: proteja as entregas mesmo em dias de chuva;
Capacidade e compartimentos internos: quanto maior a variedade dos pedidos, mais útil será uma bag com divisórias;
Conforto das alças e ajuste nas costas: prefira mochilas com acolchoamento e fitas de fixação lateral;
Fácil limpeza e ventilação: o dia a dia de entregas exige higiene e rapidez para higienizar;
Compatibilidade com o tipo de entrega: avalie o que você transporta com mais frequência, como marmitas, bebidas, pizzas ou lanches, por exemplo.
Além disso, não se esqueça de comparar modelos, evitar compras por impulso e ver avaliações de outros entregadores. Isso ajuda a encontrar uma bag profissional que se adapte bem à sua rotina.
Como cuidar da sua bag e prolongar a vida útil
A limpeza de bag deve ser feita todos os dias ou sempre que houver vazamentos. Isso evita odores, contaminação e mantém sua imagem profissional.
Também é importante manter a conservação da mochila para delivery com alguns cuidados simples, como:
Limpe com pano úmido e sabão neutro;
Deixe a bag aberta para secar completamente;
Evite dobrar modelos rígidos para não danificar a estrutura;
Guarde em local seco e protegido da luz solar direta;
Segurança e tranquilidade para quem faz entregas com a Suhai
Quem trabalha com delivery sabe que imprevistos podem acontecer. E assim como escolher qual a melhor bag para entregas garante qualidade no serviço, proteger a moto é o que mantém seu trabalho em movimento, mesmo em caso de roubos, furtos ou acidentes.
A Suhai entende essa realidade e oferece proteção veicular para motos de entregadores, algo que muitos planos tradicionais de seguro não aceitam. Com planos acessíveis e coberturas sob medida, você trabalha com mais tranquilidade, sabendo que seu veículo está protegido.
Perguntas frequentes sobre qual a melhor bag para entregas
Abaixo, reunimos respostas rápidas para as dúvidas mais comuns sobre bags de entrega. Confira!
Quanto custa uma bag de entregador?
O preço varia entre R$80 e R$400, dependendo do tamanho, material e reforços internos.
Precisa da bag para ser entregador?
Sim. Apesar de não ser obrigatória, a bag é importante para conservar os pedidos e manter a qualidade nas entregas.
O que fazer se não tiver a bag?
Se você ainda não tem a bag, o ideal é providenciar o quanto antes. Enquanto isso, use uma mochila comum limpa, com proteção interna improvisada, como caixas ou tecidos térmicos, e avise os clientes sobre possíveis limitações na entrega.
Escolher a roupa para andar de moto faz toda a diferença nos seus trajetos. E mesmo que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não exija um vestuário específico, o uso de jaquetas, calças, luvas e botas ajuda a reduzir lesões em caso de queda, protege do sol e da chuva e torna a pilotagem muito mais segura e agradável.
Além disso, cada vestuário tem sua função. Há opções para uso diário, para motoboys e mototáxis e outras voltadas ao lazer e viagens de longa distância.
Entenda, a seguir, o que a legislação recomenda e como escolher os equipamentos certos para pilotar com segurança e estilo.
O que devo usar para andar de moto?
Ao pilotar, o motociclista precisa unir conforto e proteção, mas isso não tem nada a ver com a lei ou determinações para uso de uma roupa obrigatória para andar de moto, e sim com uma recomendação de uso de equipamentos de proteção pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
O capacete com viseira é o único item realmente obrigatório, mas os órgãos de trânsito orientam que o piloto utilize vestuário de proteção adequado para reduzir riscos em acidentes e intempéries, como:
Capacete: para proteger a cabeça contra impactos e deve estar devidamente afivelado e com a viseira abaixada durante a pilotagem;
Jaqueta para moto de couro, cordura ou materiais sintéticos resistentes, que protege o tronco contra abrasões e reduz os danos em caso de queda;
Calça de proteção, que evita queimaduras e arranhões, além de proteger os joelhos e quadris;
Luvas para motociclista para dar firmeza no guidão, evitar calos e proteger as mãos contra o frio, o sol e o atrito com o asfalto;
Botas e calçados apropriados para proteger tornozelos e pés, além de oferecer aderência ao solo e aos pedais.
Vale dizer que mesmo em trajetos curtos, investir em roupas de motoqueiro de boa qualidade é um cuidado que pode evitar ferimentos graves em situações imprevistas.
O que devo calçar para pilotar moto?
Para pilotar com segurança, o ideal é usar botas de motociclista ou calçados específicos para pilotagem, que têm solado antiderrapante, biqueira reforçada e proteção para o tornozelo para absorver impactos e evitar torções.
Além disso, evite:
Chinelos;
Tênis folgados;
Sapatos sociais;
Calçados com cadarços soltos.
Além de serem inadequados para proteção, podem enroscar nos pedais e comprometer o controle da moto. Por outro lado, as botas de proteção para moto podem ser encontradas em versões impermeáveis e ventiladas, ideais tanto para quem enfrenta chuva quanto para quem roda sob o sol forte.
Se o foco for conforto e estilo, há também opções casuais e esportivas.
Escolher o vestuário para pilotagem vai além do visual, já que cada peça cumpre uma função. Veja os tipos de roupa para andar de moto e entenda suas vantagens:
Tipo de roupa
Função principal
Destaques e recomendações
Jaquetas de couro ou cordura
Proteção contra abrasão, frio e impacto.
Ideais para todas as estações. As versões com ventilação são perfeitas para o verão. Há modelos unissex e roupas de moto esportivas femininas com ajustes no corpo.
Calças reforçadas ou com proteções
Protegem joelhos, quadris e pernas em caso de queda.
Feitas com tecidos grossos e painéis elásticos. A calça para moto pode ter reforços de kevlar e zíper para integração com a jaqueta.
Luvas e botas de proteção
Garantem firmeza e aderência, evitando queimaduras e impactos.
Asluvas para motociclista devem cobrir todo o punho; as botas precisam proteger tornozelos e ter solado antiderrapante.
Conjuntos impermeáveis
Protegem contra chuva e vento, mantendo o corpo seco.
Ideais para uso urbano eviagens. Aposte em roupa de chuva para moto com faixas refletivas para visibilidade.
Roupas ventiladas de verão
Reduzem o calor e mantêm a proteção básica.
Usam tecidos respiráveis e painéis de ventilação. São opções leves e seguras para altas temperaturas.
Além da função protetora, o conforto faz parte da sua escolha: as roupas de proteção para moto devem permitir mobilidade, sem apertar ou limitar os movimentos.
O mesmo vale para as roupas femininas. É importante buscar modelos ajustáveis, com design que equilibre estética e segurança.
Essa é uma dúvida muito comum entre motociclistas, e a resposta depende do tipo de uso e da interpretação das regras. O CTB determina que o capacete com viseira é o único item de uso obrigatório.
No entanto, o Contran recomenda fortemente o uso de vestuário de proteção, como jaquetas, calças, luvas e botas, para reduzir lesões em caso de acidentes.
Ou seja, andar de calça na moto não é obrigatório por lei, mas é uma questão de bom senso e segurança na pilotagem. Roupas curtas, como bermudas e regatas, deixam a pele exposta ao atrito, ao calor do motor e a possíveis quedas.
Há, porém, situações em que o uso de uniformes é exigido por regulamentação. Entregadores de aplicativo e mototáxis, por exemplo, devem usar colete retrorrefletivo, com informações visíveis e faixas refletivas, conforme determina a Resolução nº 356/2010 do Contran, que aumenta a visibilidade noturna, reduz riscos e é parte dos equipamentos obrigatórios para quem trabalha sobre duas rodas.
Dicas para escolher a melhor roupa para andar de moto
A melhor roupa para andar de moto combina proteção, conforto e praticidade. Antes de comprar o seu conjunto de pilotagem, é importante observar alguns detalhes:
Prefira roupas com reforço nas articulações (joelhos, cotovelos e ombros) e confeccionadas em materiais resistentes como cordura, couro ou poliéster balístico. Essas opções funcionam como uma camada extra de segurança;
Escolha roupas ajustáveis e respiráveis, principalmente se você usa a moto com frequência. Modelos com painéis elásticos e forro interno removível ajudam a adaptar o uso em diferentes temperaturas;
Se você mora em região quente, invista em roupa ventilada para moto, com entradas de ar e tecidos leves. Já quem enfrenta dias friosou chuvosos deve optar por roupa de proteção térmica e versões impermeáveis;
Priorize cores vivas ou detalhes refletivos, que aumentam sua segurança durante a pilotagem noturna e em dias de baixa visibilidade.
Hoje, o mercado oferece opções para todos os orçamentos, incluindo roupas de motociclista profissional, conjuntos esportivos e versões femininas com design anatômico. Marcas como Alpinestars, X11, Texx, LS2 e Tutto Moto são populares.
Dica: verifique se as peças possuem certificação de segurança e garantia de origem.
Segurança sobre duas rodas com a Suhai Seguradora
Assim como o corpo precisa estar protegido com a roupa certa para andar de moto, o veículo deve ter uma proteção completa e confiável. E é aí que entra a Suhai Seguradora, referência nacional quando o assunto é seguro para moto.
Oferecemos proteção veicular personalizada, atendendo desde motos novas e esportivas até modelos antigos, de leilão ou de trabalho, que muitas seguradoras tradicionais não aceitam.
Além disso, o processo de contratação é simples, rápido e sem burocracia, com planos acessíveis e assistência 24h em todo o Brasil.
Perguntas frequentes sobre roupa para andar de moto
Confira as perguntas e respostas mais comuns para aprender a escolher sua roupa para andar de moto.
Como se chama a roupa da moto?
O conjunto de roupa de motoqueiro é conhecido como equipamento de proteção individual (EPI) ou vestuário de pilotagem. Ele inclui jaqueta, calça, luvas, botas e, claro, o capacete.
É permitido usar balaclava na moto?
Sim. A balaclava é permitida e até recomendada, pois evita o contato direto do rosto com o capacete e melhora a higiene. Além disso, ajuda a proteger contra o frio e o sol.
É proibido pilotar moto de regata?
Não existe proibição direta no CTB, mas é fortemente desaconselhado. Roupas como regatas, bermudas e chinelos aumentam os riscos de queimaduras, arranhões e ferimentos em caso de queda.
Seja para quem utiliza o veículo para lazer ou para trabalhar, a manutenção de moto precisa estar nos seus planos para garantir a segurança e o desempenho do veículo, seja ele novo ou usado.
Um veículo que não recebe os cuidados adequados pode trazer riscos à segurança do motociclista, diminuir a produtividade e gerar gastos inesperados. Por isso, a manutenção é tão importante, seja ela preventiva, corretiva ou periódica.
Se você tem interesse pelo assunto, continue a leitura.
O que é manutenção de moto e por que ela é tão importante
A manutenção de uma moto é o conjunto de cuidados e revisões feitos para garantir bom funcionamento, segurança e durabilidade do veículo, podendo ser preventivaou corretiva. Veja e detalhes:
Manutenção preventiva é feita de forma planejada para evitar falhas e manter a moto em bom estado, como trocar o óleo, revisar freios e calibrar os pneus;
Manutenção corretiva ocorre quando o problema já aconteceu e é preciso consertar, como trocar uma peça que quebrou ou reparar o motor.
Mais do que apenas cumprir o manual do fabricante, a manutenção é uma questão de segurança na pilotagem e economia. Por mais simples que pareçam ser, as revisões evitam falhas graves que poderiam colocar em risco a vida do piloto ou gerar altos custos com reparos.
Quais são as manutenções de uma moto?
As manutenções de uma moto envolvem uma série de verificações importantes que garantem o bom funcionamento do veículo. Confira o passo a passo dos principais itens que devem ser revisados:
Alguns cuidados de manutenção podem ser feitos pelo próprio motociclista em casa, como calibrar os pneus e verificar o estado de desgaste, checar o nível do óleo e completar se necessário, limpar e fazer a lubrificação da corrente regularmente, testar as luzes do farol, lanterna e setas, e verificar o nível da bateria.
Outros exigem ferramentas e conhecimento técnico de uma oficina de moto, como troca de óleo e filtro, revisão do sistema de freios, incluindo troca de pastilhas e fluido, ajuste/substituição de cabos e componentes elétricos, verificação do sistema de injeção e do filtro de ar, diagnóstico de falhas no motor ou na parte eletrônica.
De quanto em quanto tempo fazer manutenção na moto?
A frequência de revisão ideal é a cada 6 meses ou 5.000 km rodados. No entanto, esse intervalo pode variar de acordo com o tipo de uso da motocicleta:
Urbano: com trânsito intenso, o motor tende a trabalhar mais sob esforço. Por isso, é preciso fazer revisões com mais frequência, principalmente a troca de óleo e a checagem dos freios;
Estrada: o desgaste é menor, pois o motor mantém rotações constantes. Ainda assim, é importante verificar pneus, corrente e sistema elétrico antes de viagens longas;
Entrega: o uso diário e contínuo exige revisões mais curtas, a cada 3.000 km ou 3 meses, já que a moto roda muito e sob diversas condições;
Alta cilindrada: têm motores mais potentes e exigem manutenção com produtos e ajustes específicos. Seguir rigorosamente o manual do fabricante é o mais recomendado, para garantir desempenho e segurança.
Mesmo fazendo a revisão periódica, alguns cuidados com a moto devem ser tomados com mais frequência. Calibragem de pneus e lubrificação da corrente devem ser feitos semanalmente, enquanto verificação do óleo do motor e checagem dos freios são manutenções que devem ser feitas mensalmente.
Além disso, o modelo da motocicleta e o tempo de uso influenciam na periodicidade da manutenção. Motos novas precisam apenas das revisões indicadas no manual e de checagens básicas, enquanto motos usadas exigem inspeções maisfrequentes, já que o desgaste natural pode gerar falhas mais rapidamente.
Quando falamos sobre custo de manutenção, alguns itens pesam mais no bolso, como pneus, kit de transmissão e revisões maiores. Por isso, é importante reservar um orçamento para imprevistos, já que problemas inesperados podem surgir, garantindo que a moto esteja em dia sem comprometer as finanças e a segurança.
Como economizar sem descuidar da manutenção
Para economizar sem comprometer a segurança e o desempenho da moto, algumas práticas simples fazem grande diferença. São elas:
Seguir o manual do fabricante: ele indica os intervalos corretos de troca de óleo, revisão de freios e outros cuidados para evitar problemas futuros;
Usar peças originais: peças de segunda linha podem desgastar mais rápido ou causar falhas, gerando gastos maiores;
Manter rotina de checagem: verifique pneus, óleo, freios e corrente regularmente;
Evitar rodar com corrente frouxa ou pneus carecas: isso reduz o risco de acidentes e desgaste prematuro das peças.
Manter a moto em dia não só reduz os riscos de falhas e acidentes, mas também valoriza o veículo, pois uma moto bem cuidada mantém seu desempenho e aparência, evitando depreciação precoce.
Manutenção de moto e proteção completa com a Suhai
A manutenção de moto é um cuidado necessário pensando em segurança do motociclista e desempenho do veículo. Mas além das revisões, ter um seguro para moto de confiança faz parte de rodar tranquilo.
A Suhai Seguradora aceita motos novas eusadas, com assistência 24h e planos acessíveis. Quer rodar tranquilo sabendo que sua moto está protegida? Faça uma cotação com a Suhai e descubra como é fácil garantir essa segurança.
Na revisão geral, o mecânico verifica e ajusta itens como freios, suspensão, motor, óleo, pneus, corrente, bateria e sistema elétrico. O objetivo é garantir segurança, desempenho e durabilidade da moto.
Como se chama a manutenção da moto?
A manutenção da moto pode ser preventiva, quando acontece para evitar problemas, ou corretiva, quando acontece para consertar falhas já ocorridas.
Qual parte da moto não pode molhar?
Não pode molhar a bateria e os componentes elétricos expostos, pois a água pode causar curto-circuito e falhas no funcionamento. Além disso, evita corrosão em conexões e fios.
Muito mais do que uma medida para aumento do desempenho do veículo e redução do consumo de combustível, entender como apertar corrente de moto é indispensável para a segurança do condutor.
Isso porque uma corrente solta ou desgastada pode fazer com que o piloto perca o controleenquanto está pilotando, aumentando as chances de se envolver em situações de risco.
Mas fique tranquilo, você pode aprender como apertar a corrente da moto com segurança, em poucos minutos, mesmo sem experiência mecânica.Continue a leitura para saber mais sobre o assunto.
Pode apertar corrente de moto?
A corrente pode, e deve, ser apertada. Essa é uma medida de manutenção preventiva, realizada para evitar falhas e aumentar a vida útil de equipamentos, sendo recomendada para manter a segurança do condutor.
O momento certo de fazer o ajuste pode ser identificado pela quilometragem e por sinais de folga da corrente da moto.
Geralmente, o ideal é ajustar a corrente, em média, a cada 250 a 350 km, conforme o uso e as condições da estrada. Além disso, é importante ficar atento aos sinais visuais, como desgaste da corrente da moto, ou corrente frouxa), e aos sinais sonoros de folga, como sons metálicos ou estalosdurante a pilotagem.
Realizar o ajuste com frequência evita acidentes, trancos na transmissão e o desgaste prematuro dos equipamentos, garantindo uma pilotagem mais segura e suave.
Qual chave para apertar corrente moto?
As ferramentas necessárias para apertar a corrente da moto são: chave de boca (10 mm, 12 mm, 17 mm, 22 mm), chave allen, torquímetro e trena.
É muito importante consultar o manual do proprietário, pois o tamanho das chaves e o torque podem variar conforme o modelo da moto, além de usar sempre a ferramenta adequada para evitar danificar a porca e o eixo traseiro.
Uma dica que algumas pessoas não sabem é que muitas motos vêm com um kit de ferramentas original, que inclui as chaves básicas para esse tipo de ajuste. Ele pode ser muito útil em situações de emergência.
Para fazer o ajuste da corrente, siga o passo a passo:
Coloque a moto em ponto morto: use o cavalete central para manter a moto estável e a roda traseira erguida;
Solte a porca do eixo traseiro da moto: use a chave de boca para moto e solte no sentido anti-horário;
Ajuste os esticadores da corrente de forma nivelada: com a chave allen, aperte os parafusos de regulagem da corrente que ficam nas laterais;
Meça a folga ideal: avalie se o ajuste fez com que a corrente esteja com a folga recomendada no manual;
Reaperte tudo: com a folga correta e oalinhamento da roda da moto conferido, reaperte a porca do eixo conforme recomendado no manual.
É possível apertar a corrente sozinho, com cuidado e atenção, sem precisar de um mecânico. Para isso, siga atentamente o passo a passo acima e coloque todas as instruções em prática!
Cuidados durante o ajuste
Durante o ajuste da corrente da moto, alguns cuidados são necessários para garantir segurança e durabilidade do conjunto, como:
Alinhar o esticador da roda traseira;
Evitar tensionar corrente de moto em excesso;
Checar o movimento livre da corrente.
Uma corrente muito esticada pode causar travamentos na roda traseira e sobrecarregar os rolamentos e o eixo. Essa tensão excessiva provoca desgaste precoce do kit transmissão da moto e pode até gerar quebras. Assim, manter a folga correta garante segurança e durabilidade.
O que fazer quando a corrente da moto fica folgada?
A corrente muito folgada na moto pode ser um indício de que o kit relação (corrente, coroa, pinhão) está desgastado. Nesse caso, é necessário verificar se o ajuste da tensão dos esticadores é possível. Se a folga continuar excessiva mesmo após o ajuste, é sinal de que é preciso fazer a substituição do conjunto.
Além disso, manter a lubrificação da corrente da moto em dia com produtos adequados ajuda a reduzir o atrito e prolonga sua vida útil.
Dicas rápidas para manter a corrente da moto em dia
Para garantir a durabilidade da corrente e a segurança na pilotagem, aqui estão algumas recomendações práticas:
Lubrificar a corrente a cada 500 km;
Evitar rodar com ela suja;
Verificar folga com frequência;
Usar produtos apropriados.
Com medidas simples de manutenção da moto, o motociclista consegue evitar danos ao motor por corrente solta, gastos com reparos maiores, quebras inesperadas e riscos de acidentes, garantindo uma pilotagem mais segura, econômica e confiável.
Na estrada e com a corrente em dia: a Suhai tá com você
Um cuidado simples comoapertar corrente de moto é, na verdade, indispensável para a segurança do motociclista e para o bom desempenho da moto. Manter a corrente ajustada, a lubrificação em dia e o kit transmissão em bom estado reduz riscos de acidentes e desgaste prematuro.
Aliando isso a um seguro confiável, você pode rodar sabendo que está protegido em qualquer situação, até naquelas em que o imprevisto pega de surpresa.
A Suhai está sempre pronta para cuidar da sua moto, oferecendo cobertura rápida e prática, para que cada viagem seja segura. Faça sua cotação e siga na estrada com proteção e tranquilidade.
Perguntas frequentes sobre como apertar corrente de moto
Ficou alguma dúvida sobrecomo apertar corrente de moto? Confira as respostas para as perguntas mais comuns.
Como ajustar a corrente frouxa da minha moto?
Para ajustar a corrente frouxa, coloque a moto em ponto morto, solte a porca do eixo, ajuste os esticadores de forma nivelada, meça a folga ideal e reaperte tudo ao final.
Tem perigo andar com a corrente da moto frouxa?
Sim. Pilotar com a corrente frouxa pode causar trancos na transmissão e desgaste prematuro do kit transmissão, comprometendo a estabilidade e segurança do motociclista.
Quantos km para apertar a corrente da moto?
O ideal é ajustar a corrente, em média, a cada 250 a 350 km, conforme o uso e as condições da estrada.
O alarme para moto é uma das soluções para quem deseja proteger seu veículo contra roubo e furto, principalmente em um cenário onde estes veículos são cada vez mais visados por criminosos.
Por serem leves, fáceis de transportar e muitas vezes estacionados em locais abertos, eles se tornam alvos mais fáceis do que carros, que possuem travamento interno e vidros como proteção adicional.
Muitos motociclistas optam por alternativas como correntes, bloqueadores, cadeados, travas e alarmes para tentar dificultar ações criminosas. No entanto, essas opções, apesar de úteis, nem sempre são suficientes por si só.
Neste conteúdo, você entenderá por que vale a pena instalar um alarme, como ele se compara a outras formas de segurança, qual o melhor modelo, quanto custa e qual é, de fato, a melhor maneira de proteger sua moto. Vamos lá?
É bom colocar alarme na moto?
Sim, instalar um alarme para moto é uma boa medida para prevenir furtos e roubos, principalmente quando combinado com outros dispositivos de segurança. O alarme age como um sistema de dissuasão. Ao detectar movimentações não autorizadas, emite sinais sonoros que chamam atenção e podem impedir que o furto aconteça.
Entretanto, é importante observar que o alarme sonoro comum pode ser afetado pelas condições climáticas, como chuva ou umidade, prejudicando sua funcionalidade.
Por isso, é recomendado investir em um alarme para moto com bloqueador, que além do aviso sonoro, também corta a ignição do motor, dificultando a ação dos criminosos.
Além disso, sistemas mais modernos contam com modo presença, assalto passivo e função manobrista, ampliando a proteção em diferentes cenários.
Caso você esteja se perguntando qual é o melhor alarme para moto, a resposta dependerá do modelo da sua motocicleta, do seu orçamento e das funcionalidades desejadas.
O que colocar na moto para não roubar?
Para evitar o roubo de uma moto, não basta confiar em um único dispositivo de segurança. O ideal é apostar na combinação de diferentes recursos, como travas, bloqueadores e cadeados, criando várias camadas de proteção, além do alarme, que dificultam a ação de criminosos.
Veja, em detalhes, as principais opções disponíveis no mercado e como elas funcionam na prática:
1. Trava para moto
As travas para moto são dispositivos mecânicos projetados para impedir o movimento das rodas ou do guidão. Elas são fáceis de instalar, acessíveis e funcionam bem comoprimeira linha de defesa. Os tipos mais comuns são:
Trava de disco para moto: muito prática, bloqueia o movimento da roda dianteira. No entanto, modelos simples podem ser rompidos com algumas ferramentas;
Trava de guidão: impede o giro do guidão e é mais fácil de ser ignorada por ladrões experientes;
Trava corrente: envolve rodas ou quadro, mas pode ser cortada com alicates hidráulicos.
Apesar da variedade, é indispensável escolher qual a melhor trava para moto com base no modelo da motocicleta e nas condições em que ela é estacionada. Em locais públicos ou pouco vigiados, é recomendado optar pela trava antifurto para moto mais robusta possível.
2. Cadeado para moto
O cadeado para moto é outro aliado importante na proteção. Alguns modelos oferecem apenas segurança física, enquanto outros trazem funções adicionais, como alarme ou controle remoto. Veja as principais opções:
O cadeado com alarme para moto une a proteção física com aviso sonoro. Ele dispara ao detectar vibração ou tentativa de remoção;
O cadeado eletrônico para moto, com controle remoto, oferece comodidade, mas exige cuidados com bateria;
O tradicional cadeado de disco para moto é leve e fácil de instalar, mas precisa de atenção para não ser esquecido na roda ao sair com o veículo.
Ao escolher qual o melhor cadeado para moto, prefira os modelos com certificação, alerta sonoro e resistência a cortes. E lembre-se, a combinação de cadeado e alarme físico aumenta bastante a segurança do seu veículo.
3. Bloqueador para moto
O bloqueador para moto é um dispositivo eletrônico que impede o funcionamento do motor, atuando diretamente na ignição ou na alimentação elétrica. Ele protege muito bem em casos de tentativa de furto ou roubo.
Entre os principais modelos, estão os que funcionam por controle remoto e os que ativam automaticamente quando o proprietário se afasta da motocicleta. Ambos aumentam a dificuldade de uso indevido por terceiros.
Se você quer saber qual é o melhor bloqueador para moto, o ideal é optar por um que combine bloqueio automático, compatibilidade com rastreadores e função antifurto passiva, que entra em ação mesmo que o motociclista se esqueça de ativá-lo.
Qual o melhor: alarme ou rastreador para moto?
A resposta ideal para essa pergunta é: os dois, já que alarmes e rastreadores se complementam. O alarmeatua na prevenção, emitindo sinais sonoros e cortando o sistema da moto, já o rastreador atua na recuperação, permitindo localizar a moto após o furto.
Confira abaixo os benefícios de combiná-los:
Alarme + bloqueador: impede o funcionamento da moto e emite alerta imediato;
Rastreador GPS: permite localização em tempo real, auxiliando a polícia na recuperação;
App integrado: alguns sistemas permitem ativação e controle via smartphone.
Portanto, a solução que traz mais segurança é o alarme para moto com bloqueadore rastreador GPS. Em regiões com alta taxa de furtos, essa combinação aumenta consideravelmente a chance de reaver o veículo.
Qual o valor para colocar um alarme?
O valor para instalação de um bom alarme para moto pode variar conforme a tecnologia e o modelo do dispositivo. Então, se você está se perguntando quanto custa instalar alarme para moto, saiba que o preço médio vai de R$ 700 a R$ 1.000, incluindo produto e instalação.
Esse investimento pode parecer alto comparado a uma trava para moto ou um cadeado com alarme para moto, mas é importante lembrar que ele oferece muito mais funcionalidade e proteção.
Ao escolher um alarme, observe:
Se o modelo é dedicado, ou seja, feito para sua moto, ou universal;
Se o produto tem garantia de fábrica e assistência técnica;
Se a instalação interfere ou não na garantia da moto;
Qual o nível de proteção real oferecido pelo dispositivo.
Lembre-se de que o barato pode sair caro se o equipamento falhar em um momento crítico. Por isso, invista em qualidade e instale o sistema em oficinas especializadas ou com profissionais certificados.
Por que o seguro Suhai é a melhor solução?
A melhor maneira de proteger sua moto é unir acessórios de segurança com um seguro especializado, como o da Suhai Seguradora. Isso porque, por mais que alarmes e rastreadores aumentem a segurança, nenhum deles impede completamente a ação de criminosos experientes.
Com o Seguro Suhai, você não corre o risco de perder o veículo, ou seja, se a moto não for localizada, após o sinistro, haverá indenização conforme a Fipe contratada. Além disso:
Sua moto tem 24 horas deassistênciaem todo o Brasil;
A assistência pode ser integrada no auxílio para panes, acidentes e troca de pneus;
O baixo custo de aquisição é outro atrativo, o valor do seguro chega a custar até 60% mais barato que o oferecido por outras seguradoras;
Sem burocracia para o motociclista contratar a proteção merecida;
Não tem franquia. E o melhor: aceitam todos os modelos de motos, de qualquer ano, marca e modelo, seja para lazer, trabalho ou prestação de serviços;
A cobertura se estende a todo território nacional. Portanto, se você curte viajar de moto, pode ficar tranquilo!
Alarme para moto é importante, mas o seguro é indispensável
Instalar um alarme para moto é uma medida inteligente, mas é importante combinar medidas com bloqueadores, cadeados e travas para aumentar a segurança, inibir furtos e impedir que a moto funcione em tentativas de roubo.
No entanto, para uma estratégia que realmente funciona, é preciso somar essas estratégias a um seguro contra roubo e furto. Essa é a única forma de garantir tranquilidade total e evitar prejuízos irreversíveis.
A Suhai Seguradora oferece uma solução completa, sem burocracia, com preço acessível e cobertura nacional. Se você quer pilotar com mais segurança e tranquilidade, faça agora sua cotação sem compromisso e conheça os planos sob medida para sua moto.
Perguntas frequentes sobre alarme para moto
A seguir, confira as respostas para as principais dúvidas sobre este assunto.
Todo modelo de moto pode receber alarme?
Sim. Existem alarmes universais, compatíveis com diversos modelos, e alarmes dedicados, feitos especificamente para algumas marcas e versões. O ideal é confirmar a compatibilidade com um profissional especializado.
Qual a melhor trava antifurto para moto?
As mais usadas são as travas de disco com alarme integrado ou travas articuladas de aço temperado, que resistem melhor a ferramentas de corte.
Qual o melhor cadeado para moto?
Os cadeados com alarme e sensor de movimento são os mais recomendados. Modelos com certificado antifurto, resistentes à água e ao tempo também são preferíveis.
O capacete de moto é o principal item de segurança para quem pilota e também um dos mais fiscalizados pela lei brasileira. Seu uso é obrigatório desde 1997, e a falta do equipamento é considerada infração gravíssima, sujeita a multa e suspensão da CNH.
Só que, mais do que cumprir a legislação, o capacete tem a missão de proteger a vida do motociclista. E, ao longo deste guia, você vai descobrir como escolher o modelo ideal, como usar corretamente e quais cuidados de manutenção prolongam a durabilidade do seu capacete.
Breve história do capacete de moto
O que poucos sabem é que o capacete para moto evoluiu muito desde a criação até chegar nos modelos que conhecemos hoje. O primeiro produzido que se tem registro é de 1885 e atribuído a Gottlieb Daimler, que também patenteou a primeira motocicleta do mundo, e serviu de base para a proteção pessoal.
No início, era apenas um adereço para manter o penteado dos motoristas, já que as motos não eram pilotadas em altas velocidades. Como o gosto por motos velozese potentes aumentou a partir da década de 30, e os acidentes também, foi preciso pensar em soluções para aumentar a segurança dos motociclistas.
Foi em 1953 que um professor da Califórnia, EUA, inventou um tipo de espuma, na parte interna do capacete, capaz de suportar as colisões. Na parte externa, o acessório tinha camadas de plástico/fibra para minimizar a força da batida.
Por aqui, o capacete passou a ser de uso obrigatório por lei em 1997, quando o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) foi editado. A partir daí, condutor epassageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo ou quadriciclo motorizados passaram a usar obrigatoriamente o item ao circular pelas vias públicas brasileiras.
Paralelamente, o item de segurança deve vir acompanhado de adesivos refletivos na parte traseira, frontal e laterais. E se a finalidade for profissional, como no caso de motoboys, também precisa de uma faixa refletiva branca e vermelha ao redor de todo o capacete.
O melhor capacete de moto é o modelo que garante máxima segurança, bom nível de conforto e custo-benefício. Entre os mais recomendados estão marcas como LS2, Norisk, ASX, Pro Tork e Axxis, que oferecem diferentes opções de materiais, ventilação e preços para cada estilo de motociclista.
Veja o que avaliar antes da escolha:
Segurança: verifique o selo do Inmetro e certificações internacionais;
Materiais: plásticos ABS, fibra de vidro ou carbono oferecem maior resistência;
Conforto: forro removível, antialérgico e bem ajustado à circunferência da cabeça;
Ventilação: canais de ar que evitam o embaçamento da viseira;
Custo-benefício: equilíbrio entre preço acessível e qualidade.
Veja, agora, um comparativo de alguns dos melhores capacetes de moto:
Marca / Modelo
Segurança (Certificação)
Ventilação
Materiais
Preço médio (R$)
Indicação de uso
LS2 Stream
Inmetro + ECE (Europa)
Boa
ABS + EPS
450 – 650
Uso diário e viagens curtas
Norisk FF391
Inmetro
Excelente
ABS
400 – 600
Uso urbano, custo-benefício
ASX Solid
Inmetro
Regular
ABS
250 – 400
Iniciantes e uso urbano
Pro Tork Liberty
Inmetro
Básica
ABS
150 – 250
Alternativa econômica
Axxis Draken
Inmetro + ECE
Boa
Fibra de vidro / ABS
500 – 800
Estrada e uso frequente
Para quem busca o capacete mais seguro, o modelo integral fechado, com casco de fibra de vidro ou carbono e certificação internacional, é a escolha ideal.
Já quem procura bom custo-benefício pode apostar em modelos da Norisk e ASX, que equilibram preço e qualidade.
AXXIS e ASX são a mesma marca?
AXXIS e ASX não são a mesma marca de capacete. Embora sejam populares no Brasil, elas têm origens diferentes e produções distintas. A confusão acontece porque ambas oferecem capacetes com bom custo benefício.
Veja algumas diferenças técnicas entre os modelos da AXXIS e da ASX:
Capacete AXXIS: modelos geralmente fabricados em ABS injetado, com melhor acabamento, variedade de grafismos e homologações internacionais;
Capacete ASX: desenvolvido para oferecer acessibilidade ao motociclista, priorizando modelos urbanos com certificação do Inmetro.
Como descobrir o tamanho do seu capacete de moto?
O tamanho ideal docapacete de moto é aquele que fica justo, confortável e não se move durante a pilotagem. Para escolher corretamente, basta medir a circunferência da cabeça na altura da testa e comparar com a tabela de medidas dos fabricantes.
Em média, as dimensões e tamanhos são:
PP – 52-54 cm;
P – 55-56 cm;
M – 57-58 cm;
G – 59-60 cm;
GG – 61-62 cm;
XG/XXL – 63-64 cm.
Vale ressaltar queo forro interno pode se ajustar ao longo do tempo, então o capacete novo deve ficar ligeiramente apertado no início. Se a sua medida ficar entre dois tamanhos, como 56 ou 57 cm, prefira o modelo menor.
E aproveite para usar o checklist abaixo na hora de escolher o tamanho do capacete:
Meça a circunferência da cabeça com fita métrica;
Confira a tabela de tamanhos do fabricante;
Veja se o capacete não gira ou sai facilmente da cabeça;
Teste o conforto pressionando as bochechas e veja se há excesso de folga;
Verifique se a viseira fecha bem e não encosta no nariz.
O Brasil permite por lei diversos tipos de capacete, desde que atendam às normas do CONTRAN e possuam certificação do Inmetro.
Veja quais são os modelos permitidos e suas respectivas características:
Tipo de capacete
O que é / Como funciona
Vantagens
Desvantagens
Uso recomendado
Integral (fechado / full-face)
Casco fechado cobrindo toda a cabeça, inclusive queixo e mandíbula. Viseira para os olhos; geralmente bem ventilado internamente.
Proteção em impactos frontais e laterais; protege contra vento, chuva e insetos.
Pode ser mais quente; maior peso; visibilidade lateral um pouco reduzida.
Ideal para estrada, viagens longas, alta velocidade, uso constante.
Modular / articulado (misto, com queixeira removível / escamoteável)
Tem a parte frontal móvel (“queixeira”) que pode ser levantada ou removida parcialmente; às vezes chamada de “modular” ou “escamoteável”.
Versatilidade entre proteção e conforto; pode levantar em paradas; combinação de benefícios do integral e do aberto.
Pode pesar mais; pontos móveis são potenciais pontos fracos; preço mais alto; manutenção da articulação.
Bom para quem anda tanto na cidade quanto em estrada; quem quer praticidade; uso urbano-interurbano.
Aberto (open face / jet)
Cobre topo, laterais e parte de trás da cabeça, deixando o rosto exposto; com ou sem viseira ou pala; em alguns casos exige óculos de proteção.
Mais leve; ótima ventilação; visão ampla; mais conforto em climas quentes; geralmente menor custo.
Menor proteção para o queixo; mais exposto a detritos, chuva, vento; exige olhar atento à viseira ou uso de óculos de proteção.
Ideal para uso urbano, scooters, trajetos curtos, dias quentes; como opção de conforto, mas sabendo dos riscos.
A Resolução 940/22 do CONTRAN define que capacetes devem possuir certificação válida do Inmetro, dispositivo retrorrefletor nas partes laterais e na parte traseira.
Mas todos os capacetes, independentemente do tipo, exigem viseira ou, se não houver, uso de óculos de proteção adequados.
E lembre-se, capacetes coquinho, aqueles minúsculos, sem proteção de queixo e muitas vezes sem certificação, não são permitidos.
Recomendações por tipo de moto/uso
Analise o melhor capacete de moto de acordo com os seus principais hábitos cotidianos ao pilotá-la:
Coberturas de estrada, motos de alta cilindrada ou motos esportivas: capacete integral ou modular, preferencialmente com queixeira fixa ou bem vedada, e com boa ventilação;
Uso urbano frequente, pequenas cilindradas, scooters: capacete aberto, desde que atenda à norma e seja usado com viseira ou óculos de proteção;
Para quem roda tanto na cidade quanto emviagens: modular/articulado pode dar o melhor equilíbrio.
Preço de capacete de moto
O preço de umcapacete de moto novo e certificado no Brasil costuma variar bastante conforme material, tecnologia e posicionamento da marca. Modelos de entrada, com ABS, forro simples e viseira básica, ficam, em média, entre R$ 100 a R$ 400.
Opções intermediárias, com melhor ventilação, forro removível e acabamento superior, aparecem entre R$ 400 e R$ 1.000, enquanto capacetes premium e de alto desempenho, com casco em fibra de vidro ou carbono, viseiras com recursos e homologações internacionais, ultrapassam R$ 1.000 e podem chegar a R$ 3.000 ou mais.
O que justifica essas diferenças são os materiais e os recursos:
Capacetes em ABS tendem a reduzir o custo e servem bem ao uso urbano;
Fibra de vidro e fibra de carbono elevam resistência, abaixam peso e melhoram o desempenho em impacto e aerodinâmica, características que explicam o salto de preço em modelos premium;
Itens como forro removível/antialérgico, múltiplos canais de ventilação, viseira com tratamento antirrisco e sistemas de trava mais sofisticados agregam valor e conforto, fatores que devem ser ponderados junto ao preço.
Na prática, a melhor relação custo-benefício vem de priorizar certificação e ajuste: todo capacete comercializado legalmente deve possuir avaliação técnica, como selo do Inmetro e vendedor confiável, depois, avalie peso, conformação do casco ao seu formato de cabeça e presença de características que você usará com frequência.
Capacete mais caro do mundo
Se pra você o preço de capacete para moto é apenas um detalhe, o que acha de desembolsar mais de US$ 800 por um? Esse é o valor do modelo Schuberth C3 Pro, fabricado com casco em fibra de vidro e tecidos adequados para variação de temperatura, além de oferecer acústica perfeita ao piloto.
Outro capacete para poucos é Corsa Misano. Com grafismos do piloto Valentino Rossi, é feito com casco de fibra de carbono, pesa apenas 1.350 g e custa mais ou menos R$ 6 mil.
Já o japonês Arai Corsair pode ser considerado facilmente o capacete de moto mais caro do mundo: o produto conta com 11 camadas de fibra de carbono e custa na faixa dos R$ 15 mil!
Embora um capacete de moto não tenha validade oficial, como um alimento ou medicamento, a troca a cada 3 a 5 anos deve ser considerada se o uso do equipamento ocorre com regularidade.
Isso acontece porque os materiais, como o casco em ABS, o forro interno e o sistema de absorção de impacto, sofrem desgaste natural com o tempo, e perdem eficiência na proteção.
Outro ponto importante é que o capacete pode sofrerdanos invisíveis após uma queda ou impacto, mesmo que a estrutura externa pareça intacta.
Nessas situações, o ideal é substituir o equipamento imediatamente, já que a integridade da proteção pode estar comprometida.
Além disso, capacetes homologados no Brasil trazem o selo do Inmetro, que confirma que o modelo foi testado e aprovado em requisitos mínimos de segurança. Marcas importadas também costumam apresentar certificações internacionais como a ECE (Europa) ou DOT (Estados Unidos), reforçando sua confiabilidade.
Portanto, mesmo sem prazo de validade estampado, acompanhe sinais de desgaste no forro, no fecho e na viseira, e respeite o ciclo de troca recomendado.
Capacete de moto personalizado
Quem gosta de estilo e quer adicionar mais personalidade ao capacete, existem diversos serviços de personalização. Mas fica o alerta, não compre capacete usado! O item pode ter sido danificado em acidentes e não ter marcas perceptíveis.
Você que gosta de personalização, fique também por dentro do mercado de tunagem de moto.
A escolha entre capacete aberto e capacete fechado depende do tipo de uso e da prioridade entre conforto e segurança. Para trajetos urbanos curtos, o modelo aberto é melhor pela praticidade, enquanto em rodovias ou uso profissional o capacete fechado é mais seguro, por oferecer maior proteção contra impactos e intempéries.
Em termos de segurança na pilotagem, os capacetes fechados sempre levam vantagem, pois reduzem o risco de lesões faciais em acidentes. Já os modelos abertos cumprem bem o papel no uso diário urbano, desde que o motociclista esteja ciente das limitações de proteção.
Capacete de moto e sua importância para a segurança
O capacete de moto é o item mais importante de segurança para quem pilota, pois reduz o risco de lesões graves em caso de acidente e garante conforto e proteção contra vento, sol e chuva no dia a dia.
E mais, usar sempre um capacete com selo do Inmetro ou homologação internacional é mais do que cumprir a lei, é preservar a própria vida.
Na Suhai, acreditamos que proteger motociclistas vai além do uso dos melhores equipamentos. Por isso, oferecemos seguros acessíveis e sob medida, garantindo tranquilidade financeira em situações imprevistas.
Assim como o capacete protege fisicamente, o seguro de moto protege você contra perdas que poderiam comprometer sua rotina.
Tire as suas dúvidas sobre o capacete de moto a partir das perguntas abaixo.
Qual é o capacete de moto mais seguro?
O modelo fechado/integral é o mais seguro, pois protege todo o rosto e queixo. Quando feito em materiais como fibra de vidro ou carbono, apresenta melhor desempenho em testes de impacto.
Qual a diferença do capacete 56 ou 58?
O número indica a circunferência da cabeça em centímetros: 56 cm corresponde ao tamanho M e 58 cm ao G. Um capacete ajustado evita folgas, garantindo mais conforto e segurança.
AXXIS e ASX são a mesma marca?
Não. A AXXIS é espanhola e atua no Brasil com modelos importados, enquanto a ASX é nacional, criada pela Sportsco para oferecer capacetes acessíveis ao mercado local.
Personalizar a moto é o sonho de muitos que desejam transformar sua máquina em algo único e cheio de estilo. Afinal, a customização é uma expressão de personalidade a partir da escolha de cores, acessórios ou mesmo de adesivos para motos.
Mas, como você deve saber, existem regras e o respeito a elas é obrigatório para evitar problemas futuros. Por isso, ainda que criar uma moto personalizada seja um prazer, também exige responsabilidade.
E vamos falar sobre isso nos tópicos abaixo, indo desde as alterações estruturais até o uso de peças para garantir segurança e evitar multas.
É permitido customizar uma moto?
Antes de começar qualquer projeto, é preciso entender o que a lei permite. Nem toda personalização de motos pode ser aplicada sem restrições. Algumas alterações estruturais, escapamentos acima do limite de ruído e mudanças que comprometam a segurança podem gerar penalidades legais.
Para deixar sua motocheia de estilo, mas dentro da legislação, é preciso conhecer oartigo 98 do CTB, que estabelece que qualquer alteração nas características do veículo, como cor, estrutura ou equipamentos, deve ser autorizada pelo Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN).
O que você precisa saber antes de personalizar a moto
Nem tudo que é esteticamente atraente é permitido por lei. Alterações não autorizadas, como modificar o chassi, instalar acessórios que comprometam a estabilidade ou trocar componentes fora das especificações podem gerar penalidades.
Outro ponto: os escapamentos. O uso de escapamento esportivo que ultrapasse o limite de ruído permitido por lei, geralmente 80 dB para motos, configura infração e pode resultar emmulta, pontos na CNH e até retenção do veículo.
Além disso, mudanças na iluminação, como faróis e piscas, precisam seguir os padrões do CONTRAN para garantir visibilidade e segurança no trânsito.
Placas decorativas, adesivos ou cores fora do padrão também devem ser comunicados ao DETRAN, caso alterem as características do veículo.
Para realizar qualquer modificação legalmente é necessário levar o projeto de personalização ao DETRAN e obter o Certificado de Segurança Veicular (CSV). Isso garante que as alterações sejam autorizadas, evitando multas e problemas futuros. E, entre as consequências do descumprimento das normas, podemos citar:
Multas e pontos na CNH;
Retenção do veículo até regularização;
Perda de cobertura em caso de sinistro se o seguro não estiver ciente das modificações;
Problemas legais em caso de acidentes relacionados à alteração não autorizada.
Como personalizar moto com segurança, estilo e economia
Para personalizar sua moto com segurança, estilo e economia, planeje cada etapa, defina um limite de gastos e priorize peças de qualidade. Além disso, pesquise bem, escolha fornecedores confiáveis e saiba quando fazer por conta própria ou contratar um profissional.
A seguir, veja algumas dicas para customizar moto de forma estratégica e, assim, alcançar uma customização econômica sem abrir mão da qualidade e da legalidade.
Troca das manoplas
São inúmeras opções e materiais disponíveis. Os modelos ergonômicos possuem muitas cores para suas escolhas. Existem também as manoplas em gel, de metal ou esportivas para quem quer mudar a cara da moto.
A adesivação de moto é uma ótima opção para quem busca uma customização mais econômica. Ela pode ser feita em uma loja especializada ou por conta própria, se for algo simples.
Passe um pano com álcool para limpar a área de aplicação e cole o adesivo do centro para as extremidades. Use uma espátula para tirar as bolhas e um secador de cabelo para ajudar a amolecer o adesivo. O acabamento é feito com estilete.
Atenção, também, à durabilidade do acessório. Vinil, resina e adesivo termocolante estão entre os materiais mais usados, e vale identificar a opção ideal para as suas necessidades.
Personalização com mudança de retrovisores
Com a grande variedade de retrovisores disponíveis, a nossa dica é a de prestar muita atenção ao tamanho do modelo escolhido, já que peças pequenas te deixarão com a visão muito limitada.
Vale, também, encontrar retrovisores com melhor campo de visão e legalidade conforme o CONTRAN.
É permitido modificar o escapamento da moto?
Sim, é permitido modificar o escapamento da moto, mas apenas dentro dos limites estabelecidos pela legislação.
A legislação sobre escapamento no Brasil, como destacamos, diz que o escapamento esportivo ou escapamento de moto customizada não deve ultrapassar 80 decibéis (dB).
Então, para evitar problemas, o ideal é optar por um escapamento legalizado, certificado pelo INMETRO e dentro das normas ambientais e de trânsito.
Alteração dos piscas
Fuja dos modelos muito pequenos que podem passar despercebidos por motoristas no trânsito e assim causar acidentes. Pense sempre na compatibilidade ao personalizar a moto.
Quanto custa para customizar uma moto?
O custo de customização de moto pode variar conforme o tipo de alteração desejada. Mudanças simples, como aplicar adesivos personalizados ou envelopamento parcial, podem custar a partir de R$ 200, dependendo da qualidade do material. Já itens como manoplas e retrovisores podem ultrapassar os R$ 500.
Um escapamento esportivo costuma ter preços superiores a R$ 800, enquanto um projeto completo em oficina de customização de motos, com pintura, peças cromadas e modificações mais complexas, pode ultrapassar R$ 10 mil.
Só que essa estimativa pode variar de acordo com a região onde vive e também da disponibilidade de peças compatíveis com cada modelo. Por isso, para evitar surpresas no orçamento de personalização da moto, aqui vão algumas dicas:
Pesquise o preço de peças customizadas em diferentes fornecedores;
Compare a reputação de oficinas especializadas;
Sempre peça orçamentos detalhados antes de iniciar qualquer modificação.
Como legalizar uma moto customizada
Para rodar tranquilamente com sua moto modificada, é preciso seguir os passos de legalização de moto modificada junto ao DETRAN. São eles:
Levar o projeto ao DETRAN antes de iniciar a alteração e solicitar autorização prévia;
Obter a liberação formal para as modificações pretendidas;
Realizar as alteraçõesem oficina de confiança, sempre utilizando peças dentro das normas;
Agendar a vistoria de moto modificada para verificar se o veículo atende às exigências;
Emitir o Certificado de Segurança Veicular, documento que comprova que a customização foi feita dentro da lei.
Modificações em escapamento, rodas, sistema de iluminação, cor e até pintura completa exigem atualização na documentação da moto customizada. O não cumprimento das regras do DETRAN para moto customizada pode gerar multas, pontos na CNH e a retenção do veículo.
Proteja sua moto customizada com um bom seguro
Depois de investir tanto tempo e dinheiro, garanta também a proteção da moto personalizada.
Com a Suhai, você pode contratar um seguro para moto customizada que oferece muito mais do que cobertura contra roubo e furto. A seguradora disponibiliza planos que incluem diferentes tipos de proteção, com valores até 60% mais acessíveis do que os praticados pelas seguradoras tradicionais.
Além disso, o seguro Suhai tem cobertura em todo o território nacional, processo de contratação simplificado e condições flexíveis para diferentes perfis de motociclistas.
Dessa forma, você cuida do visual exclusivo da sua moto e também protege seu patrimônio contra imprevistos.
Tem dúvidas sobre o que pode e o que não pode para personalizar a moto? Tire suas dúvidas aqui.
O que posso customizar na minha moto?
Você pode trocar acessórios como manoplas, retrovisores, piscas, adesivos e até o escapamento, desde que respeite os limites legais. Alterações estéticas que não afetam a estrutura ou a segurança, em geral, são permitidas.
Pode usar placa decorativa na moto?
Não. A placa oficial é obrigatória e não pode ser substituída por modelos decorativos. Usar placa diferente da original é infração gravíssima, com multa, 7 pontos na CNH e apreensão do veículo.
É crime modificar o motor da moto?
Sim, alterar a potência ou características originais do motor sem autorização do DETRAN é ilegal. Essa prática pode ser enquadrada como adulteração e gerar sanções administrativas, multa e até processo criminal.
Você sabia que a troca de óleo da moto é um dos cuidados mais importantes para manter o motor saudável e evitar problemas graves?
Manter o óleo em dia garante lubrificação adequada, reduz o atrito entre as peças e aumenta a vida útil do motor. E, por outro lado, negligenciar essa manutenção pode causar perda de potência, desgaste prematuro e até custos altos com reparos.
Siga com a leitura deste guia e aprenda quando e como fazer a troca de óleo da sua moto de forma segura.
Quando deve ser feita a troca de óleo da moto?
Saber quando trocar o óleo da moto evita problemas no motor e mantém a performance ideal do seu veículo. Só que o intervalo depende do tipo de óleo:
Óleo mineral: geralmente precisa ser trocado a cada 2.000 km a 3.000 km;
Óleo semissintético: ideal realizar a troca entre 3.000 km e 5.000 km;
Óleo sintético: pode durar de 5.000 km a 8.000 km, dependendo do modelo da moto e do uso.
Além da quilometragem, atenção à validade do óleo de moto: mesmo sem rodar, ele perde eficácia cerca de 6 meses após aberto. E outros fatores podem antecipar a troca, como o uso urbano intenso, o excesso de poeira, calor ou trajetos curtos frequentes.
Por isso, fique de olho em sinais de que o motor precisa de óleo imediatamente, como cheiro forte ou de queimado, ruídos incomuns do motor ou mesmo dificuldade para engatar o ponto neutro.
Consulte o manual da sua moto para seguir as recomendações
O manual do veículo serve como um guia para o motociclista, pois possui as informações necessárias para garantir a manutenção adequada da sua moto. Entre essas informações está qual óleo usar e o momento ideal para realizar a troca.
Como marcas e modelos diferentes precisam de indicações específicas de quando trocar o óleo da moto, lembre-se de consultar o manual para saber qual é a hora certa de procurar uma oficina.
Tipos de óleo para moto: qual usar e por quê?
Escolher o óleo certo para a sua moto vai ajudar, e muito, na manutenção do motor e também evitar problemas mecânicos. Os principais tipos são:
Óleo mineral: indicado para motos mais antigas ou com uso leve. Tem preço acessível, mas precisa de trocas mais frequentes;
Óleo semissintético: mistura de mineral e sintético, oferece boa proteção e durabilidade intermediária. Ideal para motos urbanas que enfrentam trânsito intenso;
Óleo sintético: o melhor óleo para moto em termos de desempenho e durabilidade. Resiste melhor ao calor e à pressão, sendo recomendado para motos modernas e uso contínuo em cidade ou estrada.
Lembre-se de que usar o óleo de carro em moto pode comprometer o motor, pois não possui aditivos para motocicletas. Sem falar que conhecer a diferença entre óleos para motos ajuda a evitar desgaste precoce e perda de potência.
Aqui vai um exemplo de especificação comum: óleo 10w40 moto. Ótimo para uso urbano e temperaturas variadas. Também vale a pena comparar óleo sintético vs. mineral moto para decidir o produto certo em cada situação.
Fazer a troca de óleo da moto exige atenção e alguns cuidados para não prejudicar o motor. Veja um passo a passo simples e seguro:
Aqueça o motor: ligue a moto por alguns minutos para o óleo ficar fluido;
Esvazie o óleo antigo: abra o bujão e deixe o óleo escorrer completamente;
Troque o filtro de óleo: verifique e substitua o filtro de óleo moto, se necessário;
Coloque o novo óleo: utilize o mesmo tipo e especificação recomendados pelo fabricante.
Embora seja possível fazer em casa, a troca óleo moto caseira sem preparo aumenta o risco de sujeira, excesso ou falta de óleo. A dica, então, é contar com uma oficina especializada para ter maissegurançae precisão no serviço.
Quantos km posso andar com o óleo da moto?
Muitos motociclistas se perguntam “quantos km posso andar com o óleo da moto antes de precisar trocar?” A resposta depende do tipo de óleo, do modelo da moto e do uso diário. Veja:
Motos pequenas e tradicionais: geralmente precisam de troca a cada 2.000 km a 3.000 km. Por exemplo, uma Honda CG 150 recomenda cerca de 4.000 km, enquanto uma Yamaha YBR 125 troca a cada 3.000 km;
Motos modernas ou de maior desempenho: com óleo sintético, o intervalo pode chegar a 5.000 km a 8.000 km.
Não ultrapasse o limite recomendado, mesmo que o óleo pareça “bom” visualmente. E mitos como trocar óleo a cada 1.000 km não se aplicam à maioria das motos atuais, mas ignorar o prazo certo aumenta o risco de desgaste do motor.
Além da quilometragem, considere o tempo de uso parado, já que mesmo sem rodar, o óleo perde propriedades após cerca de 6 meses. Seguindo essas orientações, você mantém o motor protegido e evita gastos inesperados com manutenção.
O que acontece se não trocar o óleo da moto no prazo?
Deixar de trocar o óleo no prazo correto pode causar problemas sérios ao motor. O lubrificante perde suas propriedades e deixa de proteger as peças internas, aumentando o atrito e acelerando o desgaste do motor da moto.
Com o tempo, o óleo sujo ou vencido pode até levar à fundição do motor, situação em que ele literalmente trava e exige reparos extremamente caros.
Além disso, o óleo escurecido e cheio de resíduos reduz a eficiência da máquina, diminui a potência e pode comprometer o consumo de combustível.
Mesmo pequenas negligências, como rodar com óleo preto na moto além do recomendado, podem resultar em manutenção inesperada e gastos elevados que poderiam ser evitados com uma troca no tempo certo.
Checklist de manutenção da moto além da troca de óleo
Manter sua moto em bom estado vai além de trocar o óleo. Por isso, confira este checklist de manutenção preventiva que ajuda a identificar problemas antes que se tornem graves:
Tipo de manutenção
Frequência ideal
Importância
Sinais de alerta
Consequência de ignorar
Filtro de ar
A cada 5.000 km ou 6 meses
Mantém a entrada de ar limpa e o motor respirando bem
Queda de potência, fumaça escura
Desgaste prematuro do motor, maior consumo
Fluido de freio
12 meses
Garante frenagem eficiente
Pedal esponjoso
Falha no freio, risco de acidente
Corrente
Lubrificar a cada 500 km, ajustar conforme necessidade
Esse tipo de manutenção preventiva mantém sua moto segura, confiável e evita custos altos com reparos inesperados.
Dicas para aumentar a vida útil do motor da moto
Para prolongar a vida útil do motor da moto, alguns cuidados simples fazem grande diferença. Troque o óleo no tempo certo e use lubrificante adequado para o modelo da sua moto, e evite acelerações bruscas com o motor frio. Também vale verificar o nível de óleo semanalmente para que o motor esteja sempre protegido.
Além disso, faça revisões periódicas na oficina, mantendo em dia:
Filtro de ar;
Correia ou corrente;
Freios;
Bateria.
Esses hábitos simples evitam desgastes prematuros, aumentam a durabilidade do motor e ajudam a manter o desempenho da moto como novo.
Troca de óleo da moto com segurança e economia
Manter a troca de óleo da moto em dia é mais do que uma questão de cuidado com o motor, é economia e segurança. Seguindo os intervalos corretos, usando o óleo adequado e fazendo revisões periódicas, você evita desgaste, falhas mecânicas e gastos inesperados.
Mesmo com toda manutenção preventiva, imprevistos podem acontecer, como furtos ou roubos. Por isso, contar com o seguro de moto Suhai garante proteção completa para sua moto, com preços acessíveis e assistência 24h em todo o Brasil.
Antes de mais nada, é normal ter dúvidas sobre troca de óleo da moto. Abaixo, respondemos as perguntas mais comuns.
Quando deve ser feita a troca de óleo da moto?
Depende do tipo de óleo e do modelo da moto. Em média, motos pequenas trocam a cada 2.000 km a 3.000 km, enquanto motos com óleo sintético podem chegar a 5.000 km a 8.000 km.
Tem problema passar 1000 km da troca de óleo?
Em motos modernas e com óleo sintético, pequenos atrasos raramente causam danos imediatos. Mas ultrapassar muito o intervalo recomendado aumenta o risco de desgaste do motor e perda de desempenho.
Qual a validade do óleo de motor de uma moto?
Mesmo sem rodar, o óleo perde propriedades aproximadamente 6 meses após aberto. Depois desse período, ele deve ser substituído para garantir a lubrificação correta do motor.
A luva para moto é um dos acessórios de proteção mais importantes para quem pilota, seja em percursos curtos no dia a dia ou em longas viagens.
E se você está em busca do acessório ideal para as suas necessidades, este guia completo foi feito para você, pois vamos mostrar por que esse item faz tanta diferença na segurança e no conforto do motociclista, além de apontar os principais modelos e materiais disponíveis no mercado.
Também apresentaremos opções muito usadas por iniciantes e experientes, para que você acerte na escolha e pilote sempre protegido. Acompanhe!
A importância da luva para andar de moto
Embora a luva para motociclistas não seja obrigatória por lei, o seu uso é recomendado porque oferecesegurançae conforto simultaneamente.
Sem falar que pilotar sem esse acessório pode trazer diversos riscos, tanto em caso de acidentes quanto no contato diário com o clima e a moto.
Então, aproveite para conhecer os principais motivos para nunca abrir mão de uma luva para pilotar moto:
Proteção em acidentes: evita escoriações, cortes e queimaduras em quedas ou impactos;
Proteção climática: ajuda contra frio, vento, sol e chuva, reduzindo desconfortos e até problemas de pele;
Conforto na pilotagem: melhora a aderência ao guidão, reduz o suor nas mãos e diminui a fadiga em percursos longos.
Viu só como usar luvas para andar de moto é um cuidado simples que pode fazer toda a diferença na sua experiência e na sua segurança?
Como escolher a luva de moto ideal?
Quer descobrir qual é a melhor luva para motociclista ou entender como escolher a luva certa para o frio e a chuva? Para isso, os principais critérios que você deve observar antes da compra são: tamanho, modelo e material. Seguindo essas dicas, fica muito mais fácil acertar na escolha.
A seguir, veja em detalhes cada um deles.
Qual o tamanho certo de luva para moto?
Uma luva para moto apertada nas mãos pode limitar os movimentos, enquanto uma muito larga pode escorregar do guidão e comprometer a pilotagem. Então, para acertar, basta conferir as medidas da sua mão e comparar com a tabela padrão de tamanhos:
Tamanho
Dedo (cm)
Palma (cm)
Pulso (cm)
P (Pequeno)
8,0
8,5
6,0
M (Médio)
8,5
9,0
6,5
G (Grande)
9,0
9,5
7,0
GG (Extra Grande)
10,5
11,0
9,0
Lembre-se sempre de verificar a tabela do fabricante, pois pode haver pequenas variações.
Tipos de luva para andar de moto
Existem diferentes tipos de luvas para motociclistas, e cada modelo é indicado para uma situação específica. Confira os principais nos tópicos abaixo.
Luvas abertas (meio dedo)
São as famosas luvas meio dedo para moto, que deixam os dedos livres e protegem apenas a palma e o dorso da mão. Garantem boa ventilação e reduzem o suor, sendo ideais para dias quentes e trajetos curtos dentro da cidade. No entanto, oferecem menos proteção em caso de quedas.
Quando usar: em passeios urbanos curtos, no verão ou quando a prioridade é leveza e ventilação.
Luvas fechadas de moto
As luvas fechadas são as mais comuns e geralmente têm punho curto. Proporcionam proteção para a mão e os dedos, além de boa aderência ao guidão.
Muitos modelos também contam com versões impermeáveis, ideais para dias chuvosos.
Quando usar: no dia a dia, em percursos médios ou longos, principalmente quando há risco de chuva.
Luvas de cano longo para viagem
As luvas de cano longo são indicadas para quem passa maistempo na estrada ou enfrenta condições adversas. Elas protegem mãos, dedos e punhos, e podem ser usadas sobre a manga da jaqueta para evitar a entrada de vento, frio ou água.
Quando usar: em viagens, trajetos de longa duração e situações de frio, vento forte ou chuva intensa.
Qual o melhor material para luva de moto?
Hoje, os motociclistas encontram desde os modelos clássicos de luva de couropara moto até opções modernas feitas com tecidos tecnológicos. Veja os principais:
Luva de couro para moto: tradicional, resistente e com boa proteção contra atrito. Porém, pode esquentar no calor e não é a melhor escolha para quem busca leveza;
Luva de clarino: material sintético parecido com o couro, mas mais leve e resistente, mesmo quando molhado. Molda-se bem às mãos, é fácil de limpar e já aparece em vários modelos esportivos;
Tecidos respiráveis: ideais para quem pilota em climas quentes, pois permitem ventilação e evitam excesso de suor nas mãos;
Luvas com Kevlar: oferecem reforço contra abrasão e impacto, sendo indicadas para quem busca alta proteção, principalmente em viagens ou pilotagem esportiva;
Luvas touch screen: permitem o uso do celular ou GPS sem precisar retirar a luva, trazendo praticidade para o dia a dia.
Mas atenção, porque cada material carrega as suas particularidades. Entenda melhor no comparativo a seguir:
Material
Vantagens
Desvantagens
Couro
Alta durabilidade e proteção contra atrito
Pode ser quente, menos flexível
Clarino
Leve, resistente à água e fácil de lavar
Menos nobre que o couro
Tecidos respiráveis
Conforto em dias quentes e permite ventilação
Menor proteção em quedas
Kevlar
Excelente proteção contra impacto/abrasão
Geralmente é mais caro
Touch screen
Conveniência para usar celular/GPS
Funcionalidade pode reduzir durabilidade
Ou seja, basicamente, a escolha vai depender do seu uso. Se é para viagens longas e mais segurança, por exemplo, invista em couro ou Kevlar. Já para o dia a dia urbano, as opções em clarino e tecidos respiráveis são mais práticas.
Quais são as melhores luvas para andar de moto?
Existem diversas opções de luvas para motociclistas, que variam em preço, material e nível de proteção. Veja algumas sugestões:
Para o dia a dia na cidade: modelos leves e respiráveis, que garantem conforto em trajetos curtos. Exemplos: X11 Iron e Texx Strike;
Para estrada e viagens longas: luvas de cano longo com reforços extras em áreas de impacto. Exemplos: Alpinestars SP-2 V3 e Dainese Carbon 4 Long;
Para pilotar na chuva: modelos impermeáveis, geralmente com membranas como Gore-Tex, que mantêm a mão seca. Exemplos: X11 Rain Pro e Alpinestars Andes Drystar;
Para o frio intenso: luvas térmicas ou com forração interna, que ajudam a manter o aquecimento das mãos. Exemplos: Riffel Winter e Revit Stratos 2 GTX.
Mas vale reforçar: independentemente do modelo escolhido, o mais importante é pilotar protegido e nunca abrir mão da segurança.
Pode usar qualquer luva na moto?
Embora algumas pessoas usem luvas casuais ou esportivas ao pilotar, o ideal é optar sempre por luvas para moto, especificamente. Afinal, elas são projetadas para suportar impactos e abrasões, além de oferecerem mais aderência ao guidão.
E você até pode achar que as luvas casuais trazem conforto, mas elas não têm resistência em caso de queda. Diferentemente das luvas de motociclista, que têm reforços em áreas estratégicas, costuras reforçadas, proteção contra vento, chuva e frio, além de materiais que evitam o desgaste precoce.
Portanto, apenas as luvas para moto oferecem o nível de segurança necessário para quem está sobre duas rodas. Escolher a opção certa não é luxo, é uma medida importante de proteção.
Sua segurança vai além da luva para moto
Assim como a luva para moto, o seguronão é obrigatório por lei, mas é indispensável para quem deseja pilotar com tranquilidade. Afinal, acidentes, furtos e imprevistos podem acontecer a qualquer momento, e ter a devida proteção faz toda a diferença.
Por isso, além de pensar em uma boa luva para moto, conte com a Suhai Seguradora para sua proteção. Temos um seguro feito sob medida para motociclistas com:
Aceitação ampla, para motos de qualquer marca, modelo ou ano;
O que as pessoas também perguntam sobre luva para moto
Tire as suas dúvidas com base nas perguntas mais comuns sobre este assunto.
Pode usar luvas na moto?
Sim! Embora não sejam obrigatórias por lei, as luvas de motociclista protegem contra impactos em acidentes, além de aumentar o conforto e reduzir os efeitos do vento, frio e calor durante a pilotagem.
Como posso usar luvas de motoqueiro para mexer no celular?
Alguns modelos modernos contam com tecnologia touch screen, permitindo usar o celular ou GPS sem precisar retirar a luva. Se esse recurso for importante para você, verifique na descrição do fabricante antes de comprar.
Como posso saber o tamanho da luva para moto?
O ideal é medir palma, dedo médio e pulso para comparar com a tabela de tamanhos fornecida pelos fabricantes. E sempre confira as medidas antes da compra para garantir o ajuste correto.