Skip to main content

Passeio de moto no Brasil: 10 destinos imperdíveis para conhecer

O passeio de moto é uma experiência que oferece muitos benefícios que quem viaja de carro geralmente não tem. 

Poder entrar em lugares bem estreitos, ter mais liberdade e se sentir mais próximo do cenário pelo qual está passando, além de economizar na gasolina, já que esse tipo de veículo gasta menos combustível, são alguns deles.

Neste conteúdo, trouxemos uma lista de lugares para turismo de moto, organizada por diferentes perfis de viajantes e regiões do país. 

Além disso, no final, você encontrará um checklist de segurança e planejamento para garantir que sua viagem seja inesquecível.

Se você é apaixonado por viagem e quer se aventurar pelas estradas do Brasil, continue com a gente para descobrir os melhores lugares para passeio de moto!

Passeios de moto no Sudeste

O Sudeste é uma das regiões mais completas para quem gosta de viajar de moto

Entre paisagens de serras, cachoeiras e cidades históricas, cada estrada oferece experiências e cenários diferentes.

Seja para relaxar em meio à natureza ou para viver um pouco da história do Brasil, não faltam opções para passeio de moto. Veja algumas delas:

1. Furnas (MG)

Esse local não é muito conhecido, mas abriga algumas das cachoeiras mais lindas de Minas Gerais. O seu acesso é bem simples e, dependendo de onde sair, é só seguir pela Fernão Dias ou Anhanguera. 

A maior vantagem é poder parar em diversas cachoeiras de tirar o fôlego e que ficam bem na beira da estrada. 

Se você busca por lazer completo, também encontrará lugares pagos como o Paraíso Perdido e a Lagoa Azul, onde, além de cachoeira, você pode desfrutar de passeios de barco e restaurantes com comida local.

Veja algumas dicas sobre este lugar:

  • Destaques: cachoeiras da Lagoa Azul, Véu de Noiva e Paraíso Perdido, com áreas de banho seguras e mirantes próximos à estrada;
  • Melhor época: entre maio e setembro, quando as estradas estão mais tranquilas e a água das cachoeiras fica mais clara;
  • Cuidados: em época de chuva, as estradas podem ficar escorregadias. Por isso, use sempre equipamentos de proteção e leve dinheiro em espécie, já que alguns locais não aceitam cartão.

2. Estrada Real (MG, RJ, SP)

Considerada a maior rota turística do País, a Estrada Real tem 1.630 quilômetros de extensão e passa pelos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. 

Em meados do século XVII, a Coroa Portuguesa oficializou os caminhos usados para o trânsito de ouro e diamantes de Minas Gerais até os portos do Rio de Janeiro. Essas trilhas foram batizadas de Estrada Real. 

A Estrada tem alguns trechos, como:

  •  O Caminho Velho, ou Caminho do Ouro, que liga Ouro Preto (MG) a Paraty (RJ) e foi a primeira trilha delegada pela Realeza;
  • O Caminho dos Diamantes, que liga Ouro Preto à cidade de Diamantina; 
  • O Caminho Sabarabuçu, que liga Cocais à Glaura (Ouro Preto) e percorre Serras de Minas Gerais, próximo ao Rio das Velhas.

Mas é preciso reservar alguns dias para fazer o trajeto, já que ele é bem extenso e conta com muitas montanhas pelo caminho.

Confira algumas dicas:

  • Destaques: cidades históricas como Ouro Preto, Tiradentes e Diamantina; paisagens de serra como Serra de Ouro Branco e Rio das Velhas;
  • Melhor época: de abril a setembro, que tem menos possibilidade de chuvas e é quando as estradas estão em melhores condições, com clima agradável para pilotar;
  • Cuidados: planeje paradas para descanso, mantenha combustível sempre cheio em trechos mais longos e fique atento a curvas acentuadas em regiões de serra.

Para saber mais e preparar o seu itinerário, visite o site do Instituto Estrada Real, repleto de informações para turistas. 

3. Serra Fina

Localizada entre os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, a Serra Fina é uma das mais bonitas de todo o país. 

Aliás, não só bonita como também desafiadora, já que a sua travessia é considerada a mais difícil do Brasil, mas não de moto.

Quem sai de São Paulo ou do Rio em direção à cidade de Passa Quatro, em Minas, pode aproveitar uma das estradas tidas como das melhores da região: a Presidente Dutra. 

E aí, se quiser enfrentar depois a aventura da Serra, a pé, é só deixar a moto na pousada e seguir caminhando. Se decidir fazer isso, não deixe de conhecer:

  • Travessia da Serra Fina: liga Passa Quatro a Itamonte e passa por picos famosos como Capim Amarelo, Pedra da Mina e Pico dos Três Estados, ideal para os mais aventureiros;
  • Trilhas curtas próximas à cidade: caminhos até miradouros e cachoeiras, ideais para quem quer apenas apreciar a vista e curtir a natureza sem esforço extremo.

4. Estrada das Hortênsias (RJ) 

Ligando Sana, na Serra de Macaé, até Petrópolis, essa estrada é ideal para quem quer conhecer diversos pontos do Rio de Janeiro

Nesse caminho, você passará por lugares como Nova Friburgo, Teresópolis e Itaipava, conhecidas como cidades ótimas para quem busca por baladas agitadas.

Veja algumas dicas sobre o lugar:

  • Destaques: miradouros em Teresópolis, parque Nacional da Serra dos Órgãos, centro histórico de Petrópolis e hortênsias ao longo do caminho;
  • Melhor época: maio a agosto, com clima ameno e estradas mais seguras;
  • Cuidados: atenção às curvas, neblina frequente e necessidade de paradas para descanso.

Passeios de moto no Sul

O Sul do Brasil oferece estradas que combinam aventura e beleza natural em cada trecho. Entre vales, cachoeiras e cidades acolhedoras, os motociclistas encontram roteiros perfeitos para explorar a região no ritmo da estrada e aproveitar paisagens. Confira alguns lugares imperdíveis pelo Sul:

5. Serra do Rio do Rastro

Crava bem no meio da serra catarinense, entre as cidades de Bom Jardim da Serra e Lauro Müller.

A Serra do Rio Rastro, com seus 1.467 metros de altura, conta com todo aquele visual que lembra as cidades europeias, bastante presente no sul do país e com o tradicional frio da região, que no inverno costuma marcar até zero grau.

De olho nisso, quem anima passar por essa área precisa se preparar para enfrentar temperaturas bastante baixas e até mesmo um pouco de neblina e gelo na pista em determinados meses. 

Mas quanto a isso não tem problema, basta dar uma olhada no post que já fizemos com dicas e cuidados para pilotar sua moto no frio.

Algumas dicas são:

  • Destaques: mirantes da Serra do Rio do Rastro e do Cânion Laranjeiras, áreas de observação da vegetação de araucárias e vistas para vales e planaltos da região;
  • Melhor época: de março a maio e setembro a novembro, meses em que o frio é moderado e estradas estão mais seguras;
  • Cuidados: atenção ao gelo no inverno, neblina densa e pistas escorregadias.

Passeios de moto no Nordeste 

O Nordeste é perfeito para quem quer unir estrada, sol e paisagens paradisíacas. Com praias de águas cristalinas, falésias, lagoas e vilas charmosas, cada trajeto oferece cenários para quem busca aventura, lazer e contato direto com a natureza.

Alguns lugares para conhecer são:

6. Maragogi (AL)

Se você busca por praias e paisagens de tirar o fôlego, Maragogi é o destino mais adequado para você.

Além de dissoi, ao percorrer o litoral alagoano você irá se deparar com dezenas de praias como Barra Grande, Dourado e Bugalhau. 

Com ventos fortes e águas cristalinas, a região é ótima para passeios de moto românticos ou aquelas merecidas férias com sombra e água fresca.

Veja as principais dicas:

  • Destaques: piscinas naturais de Taocas e Barra Grande, Praia do Dourado, Praia de Bugalhau e passeios de barco para as galés;
  • Melhor época: setembro a março, quando o mar está mais cristalino;
  • Cuidados: atenção às estradas estreitas e reserve combustível em trechos longos.

7. Rota do Sol (RN)

Conhecida também como RN-063, essa popular rodovia do Rio Grande do Norte é excelente para motociclistas que querem conhecer o litoral do estado, já que ela liga Natal até a Praia da Pipa. 

Para chegar ao local, basta pegar o acesso pela zona sul de Natal. Os viajantes só precisam ter cuidado na estrada, pois o local abriga muitos animais nativos que atravessam a rodovia com certa frequência.

Fique atento a estes pontos:

  • Destaques: falésias da Praia de Pipa, Chapadão de Pirangi, Praia do Amor e vilas charmosas ao longo do litoral;
  • Melhor época: setembro a fevereiro, com menos chuvas e dias ensolarados;
  • Cuidados: animais na pista e movimento intenso em alta temporada.

8. Parque da Serra – Itacaré (BA)

Até os anos 80, a cidade de Itacaré era um verdadeiro refúgio de surfistas que partiam em direção ao município para aproveitar as ondas e a exuberante natureza daquela região. 

No entanto, hoje, quem prefere a moto à prancha também pode curtir bastante as belezas dessa cidade baiana, principalmente se animar dar uma esticada até Ilhéus, através da Estrada Parque.

Nossas dicas são:

  • Destaques: praias como Prainha e Engenhoca, mirantes naturais, rios como o Rio de Contas e trechos preservados da Mata Atlântica;
  • Melhor época: novembro a março, quando a região fica mais seca e acessível;
  • Cuidados: curvas fechadas e pista escorregadia em dias de chuva.

9. Estrada do Parque – Ilhéus a Itacaré (BA)

A Rodovia de 65 km que liga Ilhéus a Itacaré atravessa regiões com lagoas, belas praias e trechos da Mata Atlântica. 

É considerada a primeira estrada ecológica do Brasil, pois sua construção foi feita com controle ambiental em cada etapa da execução. 

Além das praias e outras opções para amantes da natureza, o percurso oferece atrações como a casa onde o escritor baiano Jorge Amado cresceu em Ilhéus, hoje transformada em Casa da Cultura.

Anote aí:

  • Destaques: lagoa de Serra Grande, Praia da Concha, Casa da Cultura Jorge Amado em Ilhéus e trechos de Mata Atlântica preservada;
  • Melhor época: de dezembro a março, com clima quente e seco;
  • Cuidados: movimento intenso na alta temporada e atenção a trechos com sombra e umidade.

10. Chapada Diamantina (BA) 

Um dos destinos mais famosos do Brasil, a Chapada Diamantina é perfeita para quem gosta de aventura

Para os amantes de passeios de moto, estradas como a BR-242, que passa por Lençóis, e a BA-142, que conecta Mucugê a Andaraí, oferecem cenários incríveis com serras, vales e cachoeiras no caminho. 

É a pedida certa para quem gosta de rodar entre natureza exuberante e cidades históricas.

Fique de olho nessas dicas:

  • Destaques: cachoeiras da Fumaça e do Buracão, cânion do Pati, cidades históricas como Lençóis e Mucugê, e mirantes do Vale do Capão;
  • Melhor época: abril a outubro, período seco que facilita passeios e trilhas;
  • Cuidados: estradas sinuosas, pouca iluminação à noite e necessidade de planejamento para abastecimento.

Passeios de moto para casais

Se a ideia é curtir a dois, alguns destinos são ideais para romance, natureza e tranquilidade. A moto, além de trazer a sensação de liberdade, torna a viagem ainda mais especial.

Abaixo, separamos os melhores lugares para viajar de moto em casal e suas vantagens:

  • Estrada Real (MG, RJ e SP): charme das cidades históricas, gastronomia e hospedagens românticas;
  • Maragogi (AL): praias cristalinas, piscinas naturais e clima perfeito para férias a dois;
  • Serra do Rio do Rastro (SC): miradouros impressionantes, vegetação exuberante e clima europeu.

Checklist de segurança para viajar de moto

Viajar de moto é uma das melhores experiências para quem curte pilotar, mas é necessário atenção redobrada à segurança

Antes de cair na estrada, certifique-se que tomou todos os cuidados necessários para garantir uma viagem tranquila:

  • Equipamentos obrigatórios: capacete com viseira ou óculos, jaqueta com proteção, luvas, botas e roupas refletivas para maior visibilidade;
  • Revisão da moto: cheque freios, pneus, óleo, luzes e corrente antes de sair;
  • Planejamento de rotas: defina os trechos com antecedência, identifique paradas estratégicas para descanso e abastecimento, e evite rodar à noite em locais pouco iluminados;
  • Seguro: além de estar em dia com os documentos, contar com um seguro voltado para motos é importante para ter suporte em caso de imprevistos.

Para rodar com ainda mais tranquilidade, a Suhai oferece seguro com assistência 24h, ideal para quem quer viajar protegido e aproveitar cada quilômetro da estrada sem preocupação.

Conte com a parceria da Suhai no seu próximo passeio de moto 

Para curtir todos os momentos do seu passeio de moto comdiversão, é importante se precaver para aproveitar a viagem com segurança!

Para isso, faça uma cotação de seguro de moto e conte com a Suhai! Planeje sua rota, viva a liberdade sobre duas rodas e viaje com mais tranquilidade ao contar com proteção no caminho.

O que as pessoas também perguntam sobre passeio de moto

Separamos abaixo as principais dúvidas sobre passeio de moto. Confira!

Onde ir de moto no interior de SP?

Você pode explorar cidades como Campos do Jordão, Serra da Mantiqueira, Socorro e Holambra, que oferecem estradas bonitas, natureza e paradas charmosas.

Como se chama passeio de moto?

O passeio de moto também é chamado de mototurismo, turismo de moto ou simplesmente tour de moto, quando feito em estrada para lazer.

Onde ir de moto em MG?

Minas oferece rotas históricas e naturais, como Estrada Real, Furnas, Serra da Canastra e cidades coloniais como Ouro Preto e Tiradentes.

O que levar em um passeio de moto?

Leve capacete, jaqueta, luvas, botas, kit de ferramentas básico, documentos, celular, água e dinheiro, além de manter a moto revisada.

Já levou uma multa de moto? Conheça as 7 infrações mais comuns

Receber multas de moto nunca é agradável, mas acontece com mais frequência do que se imagina. Algumas situações do dia a dia, que podem parecer simples, acabam gerando penalidades sérias, tanto no bolso quanto na CNH.

Além disso, você sabia que, dependendo da gravidade, há risco de suspensão do direito de dirigir e até complicações legais? Por isso, entender quais são as infrações mais frequentes ajuda a evitar surpresas desagradáveis.

A boa notícia é que, com mais atenção e cuidado na pilotagem, muita coisa pode ser evitada, inclusive os temidos prejuízos financeiros.

Então, se você quer evitar dor de cabeça e dirigir com mais segurança, continue a leitura e veja como atitudes simples podem evitar problemas maiores no cotidiano com a moto. 

Vamos lá?

Quais são as multas para moto? 

Conhecer as multas de moto mais comuns aplicadas, como pilotar sem capacete, manobra arriscada, ultrapassagem irregular, avançar o sinal vermelho, entre outras,  é o primeiro passo para pilotar com mais consciência e evitar perder pontos na carteira.

A seguir, você confere uma lista com as 7 infrações mais recorrentes entre condutores de moto. Acompanhe.

1. Multa por pilotar sem capacete

Pilotar sem capacete é uma das infrações mais graves entre os motociclistas. E para isso, a lei é clara: tanto o condutor quanto o garupa precisam usar o equipamento, com a viseira fechada ou com óculos de proteção, sempre.

Além de ser uma medida básica de segurança do motociclista, essa exigência está prevista no Código de Trânsito e tem penalidade severa.

Veja o que acontece:

  • Infração gravíssima;
  • 7 pontos na carteira;
  • CNH suspensa, além de multa;
  • Retenção do veículo até que o item seja regularizado.

Se você ainda vê alguém circulando sem capacete, vale lembrar que além de colocar a própria vida em risco, essa atitude pode gerar custos altos e comprometer a habilitação.

Leia também | Dicas para andar de moto com segurança: guia completo para iniciantes

2. Multa por manobra perigosa ou empinar moto

Empinar moto ou fazer malabarismos é uma das infrações de trânsito perigosas mais recorrentes nas vias, principalmente entre condutores mais jovens.

O problema é que essas práticas aumentam o risco de acidentes e colocam outras pessoas em perigo.

De acordo com o Artigo 175 do CTB, usar o veículo para “exibir manobra perigosa” é uma multa gravíssima, com punições severas:

  • Suspensão da CNH;
  • Remoção do veículo e aplicação da multa (dez vezes).

Além disso, é aplicado o dobro da multa prevista no caput em caso de reincidência no período de 12 meses da infração anterior.

Então, fique ligado! Mesmo em vias vazias, empinar ou frear bruscamente de propósito pode te deixar fora do trânsito por um bom tempo. E o custo, tanto financeiro quanto legal, é alto.

3. Multa por ultrapassagem irregular

Ultrapassar pela contramão ou em faixas de pedestres é muito comum, principalmente em cidades com trânsito urbano mais intenso. O problema é que esse tipo de conduta coloca em risco a vida de pedestres e de quem trafega no sentido oposto.

Essa é uma infração gravíssima, e por isso a penalidade é pesada. Veja os riscos que envolvem esse tipo de atitude:

  • Colisões frontais, por trafegar na contramão;
  • Atropelamentos, em faixas de pedestres;
  • Risco de acidentes em cruzamentos e esquinas.

Ou seja, mesmo que a pressa pareça justificar, esse tipo de ultrapassagem não compensa e pode trazer consequências irreversíveis.

Leia também | Afinal, moto pode andar no corredor? Tire suas dúvidas aqui

4. Multa por avançar sinal vermelho

Avançar o sinal vermelho continua sendo uma das infrações mais vistas nas ruas. À noite, então, ela se torna ainda mais frequente, já que muitos condutores tentam evitar paradas em locais de pouca iluminação ou com movimento suspeito.

Ainda assim, essa é uma das infrações noturnas mais perigosas. A prática, que é considerada uma infração gravíssima, implica:

  • 7 pontos na carteira;
  • Multa com valor de R$243,97;
  • Risco de colisões laterais e atropelamentos.

Veja também | Onde fazer seguro para moto? Conheça opções

5. Multa por excesso de velocidade

O controle de velocidade é um ponto crítico nas grandes cidades e rodovias. No entanto, andar acima do permitido coloca em risco o condutor e quem circula ao redor. E os radares não perdoam.

A pontuação e o valor da multa mudam de acordo com o quanto o limite foi excedido. Veja alguns exemplos:

  • Até 20% acima do limite: é uma infração média, com multa;
  • De 20% a 50% acima do limite: é uma infração grave, com multa;
  • Acima de 50%: é uma infração gravíssima, com multa (três vezes) e suspensão do direito de dirigir.

6. Multa por estacionamento irregular

Estacionar fora das regras também gera multas de moto e não é raro ver esse tipo de situação em áreas urbanizadas.

Onde o espaço é apertado, cresce o número de motociclistas que acabam deixando a moto em locais impróprios, e isso se transforma em uma infração média, grave ou até gravíssima, dependendo do caso.

Além de dificultar a fluidez do trânsito e o convívio nas cidades, o ato pode levar à remoção do veículo e à aplicação de multa com registro de pontos na carteira.

Veja abaixo exemplos de situações comuns que geram penalidades:

  • Sobre calçadas, faixas de pedestre ou ciclovias: infração grave;
  • Junto ou sobre hidrantes, tampas de esgoto ou poços de visita: infração média;
  • Em vagas exclusivas para idosos ou pessoas com deficiência, sem credencial: infração gravíssima;
  • Na esquina, a menos de 5 metros da via transversal: infração média;
  • Afastado da guia da calçada entre 50 cm e 1 m: infração leve;
  • A mais de 1 metro do meio-fio: infração grave;
  • Em frente a garagens ou locais com guia rebaixada: infração média;
  • Na contramão, cruzamentos, viadutos, túneis ou pontes: infração grave;
  • Ao lado de outro veículo, em fila dupla: infração grave;
  • Em pontos de ônibus ou áreas sinalizadas para embarque e desembarque: infração média;
  • Onde houver placas de proibição (estacionar ou parar): de média a grave, conforme o caso.

Leia também | Como funciona seguro de moto? 8 perguntas e respostas mais comuns

7. Multa por falta de atenção

Se você dirige moto, sabe muito bem que é preciso ter muito foco, já que um segundo de distração pode causar acidentes e resultar em multa. A falta de atenção no trânsito é considerada uma infração leve, mas os riscos são altos.

Esse tipo de infração costuma ocorrer em situações como:

  • Uso do celular ao pilotar;
  • Não sinalizar mudanças de faixa ou conversões;
  • Ignorar o que está acontecendo ao redor no trânsito.

Como ver as multas de uma moto?

Para saber se sua moto tem alguma infração registrada, você pode fazer a consulta de multas online diretamente no site ou aplicativo do Detran do seu estado.

Também é possível usar plataformas integradas, como o aplicativo Carteira Digital de Trânsito ou os apps de pagamento digital, que facilitam a visualização e até a quitação das multas com desconto.

Além disso, o sistema do Registro Nacional de Infrações (RENAINF) permite verificar penalidades aplicadas por órgãos de trânsito de outros estados. Basta ter em mãos o número da placa e o Renavam da sua moto para fazer a consulta completa.

Esse tipo de verificação é rápida, gratuita e evita surpresas, como o impedimento de licenciamento.

Vale incluir no seu check-up de rotina, junto com as manutenções e revisão dos equipamentos de segurança.

Como evitar multas de moto no dia a dia

Viu só como evitar multas de moto depende de atenção constante, respeito à sinalização e cuidado? A direção preventiva, o uso correto de equipamentos como o capacete e o simples hábito de respeitar os limites de velocidade já evitam grande parte das infrações.

Além disso, manter a documentação da moto em dia e estacionar em locais permitidos são atitudes que ajudam a manter a tranquilidade no trânsito.

Prevenir multas é uma forma de proteger sua liberdade de ir e vir, sem comprometer sua CNH ou seu orçamento.

E quando falamos em segurança, ter uma proteção para imprevistos também faz parte do cuidado diário.

Se você quer mais tranquilidade para rodar todos os dias, conheça a Suhai Seguradora. Fale com os nossos especialistas e descubra como proteger sua moto contra roubos e furtos e deixar sua rotina sobre duas rodas muito mais segura.

O que as pessoas também perguntam sobre multas de moto

Ficou com alguma dúvida? A seguir, trouxemos as respostas para as principais perguntas sobre este assunto. Confira!

Qual a multa mais cara de moto?

Interromper ou perturbar deliberadamente o trânsito sem autorização, com penalidade gravíssima, multa de até 60 vezes o valor base, suspensão da CNH por 12 meses e remoção do veículo. A punição pode dobrar em caso de reincidência

Como pegar os 40% de desconto na multa?

Você precisa estar inscrito no Sistema de Notificação Eletrônica (SNE) e pagar a multa antes do vencimento.

Quantos pontos perde em multa por excesso de velocidade?

Depende da porcentagem ultrapassada: de 4 a 7 pontos na CNH, com risco de suspensão se for mais de 50% acima do limite.

8 melhores motos para iniciantes em 2025: guia completo para escolher bem

Você sabia que as motos para iniciantes não são todas iguais? Quem está começando nesse universo, deve ter conhecimento que a escolha do primeiro modelo precisa considerar muito mais do que o visual ou a vontade de sair acelerando por aí.

Em 2025, o mercado brasileiro apresenta novas opções que equilibram consumo, desempenho e segurança, e consegue atender muito bem diferentes estilos de uso, seja na cidade, na estrada ou nos dois.

Além disso, vale lembrar que pilotar uma moto exige preparo e consciência. Por isso, não dá para deixar de lado fatores como custo-benefício de uma moto iniciante, valor de revenda e até mesmo o seguro para moto de iniciante.

Tudo isso influencia na experiência de quem está aprendendo a lidar com o trânsito e com o veículo ao mesmo tempo.

Se você está em busca de um modelo prático, confiável e dentro do seu orçamento, continue a leitura. Aqui, você vai encontrar opções atualizadas, sugestões de uso e dicas para comprar a primeira moto com mais segurança.

Vamos lá?

Quais são as melhores motos para iniciantes em 2025?

Na hora de escolher entre as melhores motos para iniciantes, é preciso analisar mais do que o motor. Por exemplo, o estilo de pilotagem, o perfil de uso e qual o seu orçamento são pontos decisivos para encontrar uma boa moto de entrada ou uma moto para aprender a pilotar com tranquilidade e confiança.

Leia também | Dicas para andar de moto com segurança: guia completo para iniciantes

Opções econômicas e fáceis de pilotar

Está procurando um modelo mais acessível, econômico e fácil de conduzir no dia a dia? Então dá uma olhada nessas sugestões a seguir. Elas são ideais para quem quer aprender com conforto e baixo custo.

Honda Pop 110i

A Honda Pop 110i é uma das motos mais simples e confiáveis para quem está começando. Leve, ágil e com manutenção barata, ela é a moto barata para iniciantes perfeita. 

Além disso, a posição de pilotagem é confortável, e o motor responde bem para os deslocamentos urbanos. É uma excelente porta de entrada para o mundo das duas rodas, além de ser uma das motos mais econômicas da categoria. 

Veja as principais informações:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 11.769,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 109,5 cc;
  • Capacidade do Tanque: 4,2 litros;
  • Consumo Médio: 49,1 km/l.

Honda Biz 125

A Honda Biz 125 é um clássico entre os iniciantes. Sua condução é leve, o câmbio semiautomático facilita muito para quem ainda está se acostumando com o ritmo da cidade, e a ciclística é bastante amigável. 

Ela se destaca como a moto para aprender a pilotar e também como uma das motos econômicas para iniciantes mais queridas do Brasil.  

Suas informações mais relevantes são:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 15.244,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 123,9 cc;
  • Capacidade do Tanque: 5,1 litros;
  • Consumo Médio: 53,3 km/l na cidade com gasolina.

Honda CG 160

Você já deve saber que a linha CG sempre foi referência no mercado, e a versão CG 160 segue firme como uma das opções mais estáveis e duráveis. 

Indicada para quem procura um pouco mais de robustez sem abrir mão da praticidade, essa moto é excelente, tanto para uso urbano, quanto para pequenos trechos em estrada. 

Seu tanque tem boa autonomia e o consumo é muito equilibrado, o que reforça seu bom custo-benefício para moto iniciante. Confira:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 18.959,00 (valor médio em setembro/2025, depende da versão);
  • Cilindradas: média de 162,7 cc;
  • Capacidade do Tanque: entre 14 e 16,1 litros, com variações conforme o modelo;
  • Consumo Médio: de 35 a 41 km/l, dependendo da versão e do uso.

Yamaha Factor 150

A Yamaha Factor 150 se destaca pela estabilidade, conforto e consumo equilibrado. É uma moto confiável, com boa entrega de torque para uso urbano e manutenção simples. 

Para quem quer uma moto excelente para o dia a dia e que não pese no orçamento, essa é uma escolha acertada entre as motos para iniciantes em 2025. Veja:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 18.035,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: entre 149 e 149,7 cc;
  • Capacidade do Tanque: 15,7 litros;
  • Consumo Médio: entre 40 e 45 km/l.

Scooters indicadas para o dia a dia

Para quem busca conforto e praticidade, os scooters ainda são os queridinhos de quem está começando. 

A seguir, veja dois modelos ideais para quem quer agilidade no trânsito sem complicações.

Honda PCX 160

A nova geração do PCX traz um visual moderno e tecnologia embarcada, como sistema Start&Stop e painel digital completo. 

Com posição de pilotagem confortável e facilidade no uso, é ideal para quem quer uma moto prática para a rotina acelerada. 

O desempenho também agrada e o consumo continua sendo um dos atrativos. Sendo assim, para quem busca um modelo confortável e tecnológico, ela é uma das melhores opções para iniciantes hoje no mercado. 

Veja suas informações:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 21.015,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 156,9 cc;
  • Capacidade do Tanque: 8 litros;
  • Consumo Médio: entre 42 km/l e 44,5 km/l.

Yamaha NMAX 160

A NMAX 160 combina conforto, desempenho e um ótimo custo-benefício para uso urbano. Seu motor tem resposta rápida e o freio ABS nas duas rodas é um ponto extra de segurança. 

Além disso, o design é moderno, e o espaço sob o banco acomoda bem objetos do dia a dia. É perfeita para quem quer mobilidade e segurança em uma moto de entrada com pegada mais sofisticada. Confira seus dados principais:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 18.303,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 155 cc;
  • Capacidade do Tanque: 7,1 litros;
  • Consumo Médio: entre 35 km/l e 41 km/l.

Alternativas para quem busca mais potência

Agora, se você está iniciando, mas já quer algo com mais motor e versatilidade para encarar rodovias ou viagens curtas, vale considerar esses dois modelos. Eles entregam desempenho, sem exigir experiência avançada.

Yamaha Fazer 250

A Fazer 250 agrada quem busca uma moto com desempenho maior, mas ainda fácil de controlar. Seu motor entrega potência de forma progressiva e o conjunto ciclístico dá bastante segurança em curvas e frenagens. 

É uma moto para iniciantes em 2025 que pode ser usada tanto no trajeto urbano, quanto em viagens curtas, com ótimo rendimento. Veja:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 22.256,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 250 cc;
  • Capacidade do Tanque: 14 litros, sendo 3,2 litros de reserva;
  • Consumo Médio: entre 21 km/l (etanol) e 35 km/l (gasolina); pode chegar a 36 km/l na estrada.

Honda CB 300F Twister

Visual esportivo, estrutura leve e boa entrega de potência definem bem a nova Twister. A condução é firme, e o conjunto como um todo passa bastante segurança, mesmo para quem está iniciando. 

A Honda CB 300F é uma ótima opção para quem pretende evoluir com uma única moto por mais tempo, sem a necessidade de trocar logo de modelo. Vale a pena avaliar se ela se encaixa no seu perfil e no seu bolso. Veja suas principais informações:

  • Preço na tabela FIPE: R$ 26.640,00 (setembro/2025);
  • Cilindradas: 293,5 cc;
  • Capacidade do Tanque: 14,1 litros;
  • Consumo Médio: até 39,75 km/l com gasolina e 25,58 km/l com etanol.

Dicas para escolher sua primeira moto

Ao buscar entre as motos para iniciantes, é comum focar só no valor de compra. Mas saiba que a escolha ideal deve ir além disso. Ou seja, você precisa entender seu estilo de pilotagem, como será o uso diário e todos os custos adicionais que podem vir pelo caminho. 

Então, antes de tomar uma decisão, vale considerar:

  • Orçamento total disponível, incluindo documentação, equipamentos de segurança e emplacamento;
  • Custo-benefício a longo prazo, como consumo, valor de revenda e seguro da moto;
  • Estilo de uso: vai rodar mais na cidade, na estrada ou nos dois?
  • Facilidade de pilotagem, leveza e altura do assento para facilitar o controle;
  • Disponibilidade de peças e oficinas, para manter a manutenção de moto para iniciante simples e sem surpresas;
  • Custo do seguro, principalmente para quem mora em grandes centros ou regiões com maior risco.

Essas são as principais dicas para comprar a primeira moto de forma consciente. Com essas informações em mãos, fica bem mais fácil evitar arrependimentos e garantir que a experiência com a sua moto seja segura, prática e proveitosa.

Veja também | Moto esportiva é paixão nacional – conheça as mais lembradas e descubra o que precisa saber antes de comprar a sua

Não adianta ter só a moto para iniciantes, não esqueça o seguro que cabe no seu bolso!

O seguro para moto de iniciante é um ponto que muita gente deixa para depois, mas a verdade é que ele deveria entrar na conta desde o início. Afinal, ninguém quer passar pela frustração de perder a primeira moto e ficar sem suporte, não é mesmo? 

E para quem está começando, ter proteção desde o início é tão importante quanto escolher o modelo certo.

É aí que a Suhai Seguradora chega para ser sua grande aliada. Por ser especializada em seguro contra furto e roubo, a empresa consegue oferecer uma cobertura que realmente faz sentido para o bolso de quem acabou de comprar a primeira moto. 

E com assistência 24h, você tem mais tranquilidade para resolver qualquer contratempo, seja um pneu furado ou uma pane no meio do caminho.

A cobertura da Suhai se adapta ao seu perfil e ao modelo da moto, sem burocracia e sem restrições exageradas. Isso faz toda a diferença na rotina de quem está aprendendo a lidar com o trânsito e quer andar protegido.

Está pronto para escolher sua primeira moto? Então não esqueça, segurança vem em primeiro lugar. 

Faça sua cotação de seguro gratuita com a Suhai e pilote tranquilo.

O que as pessoas também perguntam sobre motos para iniciantes

Separamos abaixo algumas das dúvidas que mais aparecem quando o assunto é motos para iniciantes. Veja se alguma delas também é sua.

Qual a moto mais fácil de aprender?

Os modelos como a Honda Biz 125 e a Pop 110i estão entre as mais indicadas. São leves, com comandos simples e ótima ergonomia para quem está começando.

Qual a moto mais visada pelos ladrões?

As motocicletas populares, como a Honda CG e a Fan, costumam ser mais visadas por conta da ampla circulação e facilidade de revenda de peças. Um bom seguro faz toda a diferença nesse cenário.

Qual moto é boa e barata para comprar?

Entre as opções de moto barata para iniciantes, a Honda Pop 110i e a Yamaha Factor 150 se destacam. Ambas entregam confiabilidade, baixo consumo e fácil manutenção sem pesar no bolso.

 

 

 

Seguro de moto cobre roubo? Entenda como funciona a proteção contra furtos e assaltos

Quando falamos em motocicleta, uma das primeiras dúvidas que surgem é: seguro de moto cobre roubo? Afinal, o risco de subtração de motos no Brasil ainda é alto, principalmente em grandes centros urbanos. Por isso, proteger esse patrimônio se torna uma prioridade.

A resposta é sim, mas com um importante detalhe: a cobertura contra roubo e furto precisa estar contratada na apólice

Neste conteúdo, vamos explicar exatamente como funciona esse tipo de cobertura, o que ela inclui, o que fazer em caso de sinistro e como a Suhai Seguradora pode te ajudar a proteger sua moto com responsabilidade, preço justo e cobertura real.

Vamos lá?

O seguro de moto cobre roubo?

Sim, o seguro de moto pode cobrir roubo e furto, desde que essa cobertura esteja prevista na apólice. E esse é um ponto importante: nem todo seguro cobre roubo automaticamente, e é comum que os planos mais acessíveis ofereçam apenas proteção contra roubo/furto, excluindo colisão, por exemplo.

Na prática, roubo e furto são coberturas diferentes, embora apareçam juntas em muitas apólices:

  • Roubo é caracterizado pela subtração do veículo com ameaça ou uso de violência;
  • Furto ocorre quando o veículo é levado sem o uso de força ou violência.

A maioria das seguradoras oferece planos com essas duas proteções combinadas. No caso da Suhai, por exemplo, há planos exclusivos com cobertura contra roubo e furto, ideais para quem quer proteger sua moto de forma objetiva e com ótimo custo-benefício.

O que fazer se sua moto for roubada?

Se sua moto for roubada, o primeiro passo é manter a calma e seguir os seguintes passos:

  1. Registre um boletim de ocorrência (B.O.) imediatamente, com o máximo de informações possíveis;
  2. Comunique à seguradora assim que possível. Na Suhai, isso pode ser feito por telefone, e-mail ou site;
  3. Separe os documentos exigidos, conforme orientação da seguradora (falaremos disso mais abaixo);
  4. A seguradora inicia a busca pela recuperação do veículo: se a moto não for localizada ou estiver danificada a ponto de configurar perda total, o segurado será indenizado.

Esse processo pode parecer burocrático, mas é essencial para garantir segurança jurídica para ambas as partes.

Quanto tempo a seguradora tem para pagar a indenização?

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), a seguradora tem até 30 dias corridos para efetuar o pagamento da indenização, contados a partir do momento em que toda a documentação for entregue corretamente.

Caso haja algum documento pendente ou erro nas informações, esse prazo é interrompido e só começa a contar novamente quando a situação for regularizada.

Como funciona a indenização em caso de roubo de moto?

A maioria das seguradoras utiliza como base a tabela FIPE, aplicando o percentual acordado no contrato (por exemplo, 100%, 90% etc.).

No caso da Suhai, conforme descrito nas Condições Gerais vigentes (p. 36, item 6.1):

“O Segurado terá direito ao recebimento da indenização integral prevista em cobertura contratada, em caso de não localização do veículo segurado ou quando os prejuízos, resultantes de um mesmo Sinistro e decorrentes da cobertura contratada atingirem ou ultrapassarem a quantia apurada a partir da aplicação do percentual de 75% (setenta e cinco por cento) do Limite Máximo de Indenização do veículo segurado. 

Ou seja, se sua moto não for recuperada ou retornar com danos muito graves, você receberá o valor indenizado conforme o percentual contratado. 

E as condições continuam (p. 39, item 6.2.6):

Para veículos novos (zero quilômetro), a Indenização Integral corresponderá ao Valor de Novo, desde que o seguro tenha sido contratado como veículo novo, de acordo com tabela de Valor de Mercado Referenciado de cotação para o veículo e desde que sejam satisfeitas as seguintes exigências:

a) Que a cobertura do seguro tenha se iniciado no prazo máximo de 72 (setenta e duas) horas, contadas a partir da data de entrega do veículo ao Segurado pela revendedora autorizada;

b) Trata-se do primeiro Sinistro do veículo segurado;

c) Que a ocorrência do sinistro se dê dentro do prazo de 90 (noventa) dias, contados da data da entrega do veículo ao Segurado.

Ou seja, caso sua moto seja nova e tenha tido seguro contratado como nova, você receberá o valor referente a motocicleta 0km, seguindo as exigências acima. Caso não atenda, a indenização terá base no valor da tabela de referência para veículo usado.

Já o item 6.8.1, na página 40 do documento, prevê o caso em que o veículo é localizado e não possui danos superiores a 75%:

“Quando contratada cobertura Exclusiva de Indenização Integral por Roubo/Furto Total do veículo, caso o veículo seja localizado sem danos ou com danos inferiores a 75% (setenta e cinco por cento) do Limite de Máximo de Indenização do veículo, antes do pagamento da indenização, o processo de sinistro será encerrado sem indenização com devolução de toda documentação para o Segurado.”

Que documentos são exigidos em caso de roubo?

A documentação pode variar de acordo com o caso e o perfil do veículo, mas geralmente inclui:

  • Boletim de ocorrência original ou cópia autenticada;
  • Cópia do RG e CPF;
  • CNH do condutor e CRLV do veículo;
  • Comprovante de residência;
  • Aviso de Sinistro devidamente preenchido, assinado ou fonado;
  • Comprovante de quitação do IPVA;
  • Certificado de Propriedade do Veículo DUT com firma reconhecida;
  • Chaves do veículo (quando não tiverem sido roubadas no evento);
  • Certidão de não localização do veículo emitido por órgão policial, quando aplicável.

Nas Condições Gerais da Suhai (p. 36, item 5.2), consta:

“Nos casos de Indenização Integral, o veículo deverá estar totalmente livre de restrições e débitos. Com isso, as multas de trânsito, quaisquer custos ou taxas referentes a licenciamento do veículo e demais encargos para a regularização da documentação do veículo sinistrado serão de responsabilidade do Segurado.”

Por isso, é fundamental seguir a orientação do time de atendimento no momento da abertura do sinistro.

Quais são os tipos de cobertura da Suhai para motos?

A Suhai oferece planos flexíveis que focam na proteção essencial contra os principais riscos enfrentados pelos motociclistas, com excelente custo-benefício e aceitação ampla:

  • Cobertura contra roubo e furto;
  • Roubo e furto com perda total;
  • Roubo e furto com cobertura para terceiros;
  • Plano completo: roubo, furto, perda total e terceiros.

Além disso, todos os planos incluem assistência 24h, com serviços como guincho, chaveiro, socorro elétrico e mecânico. A cobertura está disponível para qualquer modelo, ano ou marca, inclusive para motos com mais de 20 anos.

Como saber se meu seguro cobre roubo?

A melhor forma de saber se sua apólice cobre roubo é verificar diretamente na proposta e na apólice:

  • Procure os termos “roubo”, “furto” ou “perda total por roubo”;
  • Confirme o percentual da tabela FIPE acordado;
  • Veja se há exclusões ou cláusulas específicas.

Caso tenha dúvidas, entre em contato com o corretor ou com o atendimento da seguradora. Na Suhai, você também pode acessar as Condições Gerais atualizadas no site.

Seguro de moto com cobertura contra roubo vale a pena?

Sim! Em um país onde o índice de roubos de motocicletas ainda é alto, ter esse tipo de proteção é uma tranquilidade financeira.

Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, nos últimos cinco anos, o roubo de motos no Brasil teve um aumento do número de ocorrências de 22% entre 2019 e 2023.

Mesmo que sua moto seja usada, antiga ou de perfil considerado “de alto risco” por outras seguradoras, a Suhai oferece alternativas acessíveis. Isso é parte do nosso compromisso com a democratização do acesso ao seguro.

Seguro contra roubo: essencial para quem anda de moto

Como você viu, o seguro de moto cobre roubo, desde que a cobertura tenha sido contratada. Esse é um dos principais pilares de proteção no dia a dia do motociclista e pode evitar um grande prejuízo financeiro.

Na Suhai, você encontra planos feitos sob medida para o seu perfil e sua moto, com cobertura contra roubo e furto, assistência 24h e aceitação para qualquer modelo, idade ou uso do veículo.

Quer proteger sua moto contra roubo e furto com economia e segurança? Faça agora mesmo uma simulação gratuita com a Suhai.

O que as pessoas também perguntam sobre seguro contra roubo de moto

Veja mais dúvidas sobre o tema:

O seguro cobre quando a moto é roubada?

Sim, desde que a cobertura esteja contratada e conste na apólice.

O que acontece se roubarem minha moto com seguro?

Você deve registrar um B.O., comunicar a seguradora e seguir as orientações para receber a indenização.

Como saber se o meu seguro cobre roubo?

Para saber se o seguro cobre roubo, verifique sua apólice ou consulte seu corretor dentro da seguradora.

O seguro cobre peças roubadas?

Depende da cobertura contratada. A Suhai trabalha com cobertura integral contra roubo e furto, não parcial.

Quanto tempo demora para receber a indenização?

Caso todo o processo esteja certo, o prazo é de até 30 dias após o envio de todos os documentos.

Seguro de moto cobre queda? Entenda em quais situações você está protegido

Se você tem uma moto ou está pensando em contratar um seguro, talvez já tenha feito esta pergunta: “seguro de moto cobre queda?” 

A dúvida é comum e importante. Afinal, a queda é um dos acidentes mais frequentes no dia a dia de quem pilota, seja por desatenção, pista molhada ou algum imprevisto no trânsito.

A resposta curta para essa questão é: depende da cobertura contratada.

Neste conteúdo, vamos explicar em quais situações a queda é coberta pelo seguro de moto, como isso funciona na Suhai e por que é fundamental conhecer bem sua apólice para evitar surpresas. 

Boa leitura!

Afinal, o seguro cobre a queda de moto?

Nem todo seguro cobre queda. Para entender se esse tipo de evento está incluído no seu contrato, é preciso olhar a modalidade de cobertura contratada e as condições gerais da seguradora.

De forma geral:

  • Seguros básicos, que cobrem apenas roubo e furto, não cobrem queda;
  • Seguros compreensivos ou com cobertura contra colisão e danos totais podem cobrir queda, dependendo da gravidade.

No caso da Suhai Seguradora, os produtos disponíveis têm foco em proteger o patrimônio do motociclista com opções acessíveis. Por isso, a cobertura para queda existe, mas segue regras específicas (vamos explicar em detalhes nos próximos tópicos).

Quais coberturas da Suhai podem envolver queda?

Nas Condições Gerais da Suhai, encontramos duas coberturas que têm relação direta ou indireta com quedas: cobertura contra roubo e furto do veículo e cobertura roubo/furto + colisão/danos totais

Cobertura 2 – Roubo e furto total do veículo

Essa é uma das opções mais contratadas na Suhai. Ela protege a moto em caso de roubo ou furto total, com indenização integral.

  • Cobertura direta para queda? Não;
  • Exceção: se a moto for roubada e, durante ou após o crime, sofrer queda e tiver perda total, a indenização será paga. Mas atenção: a queda precisa estar vinculada ao roubo/furto.

Exemplo prático: sua moto é furtada e, ao ser abandonada, é encontrada com danos irreversíveis. Nesse caso, você pode receber a indenização, pois houve perda total causada por um sinistro coberto.

Cobertura 4 – Roubo/furto total + colisão/danos totais

Essa é a cobertura mais completa do portfólio da Suhai e sim, pode incluir queda, desde que ocorra perda total.

De acordo com o item 1.3.1 das Condições Especiais, essa cobertura inclui:

“Colisões, Incêndio, explosões acidentais, quedas ou outros acidentes de causa externa, incluindo alagamento, inundação, queda de raio, granizo, furacão e terremoto , que ocasionem danos ao veículo segurado cujo valor para reparação seja superior a 75% (setenta e cinco por cento ) do Limite Máximo de Indenização contratado na apólice.”

Ou seja, a queda precisa causar danos acima de 75% do valor do veículo para que seja considerada perda total e, assim, o seguro possa ser acionado.

Exemplo prático: você cai de moto ao desviar de um buraco, e os danos ultrapassam 75% do valor de mercado do veículo. Se você tiver a Cobertura 4 contratada, poderá receber a indenização integral, desde que todos os critérios sejam cumpridos.

Leia mais | O que a Suhai não cobre? Entenda

E se a queda causar apenas danos parciais?

Nesses casos, o seguro da Suhai não cobre. Mesmo com a Cobertura 4, somente quedas com perda total são indenizadas.

Portanto, esses riscos não estão cobertos:

  • Arranhões;
  • Quebra de retrovisores ou carenagens;
  • Torção de guidão;
  • Queda sem dano grave.

Esse é um ponto importante para quem busca um seguro mais completo e que deve ser avaliado com o corretor no momento da contratação.

Como saber se meu seguro cobre queda?

Para saber se o seguro cobre queda, a melhor forma é:

  1. Ler a apólice com atenção e consultar as Condições Gerais da seguradora. Esses documentos detalham todos os riscos cobertos, os riscos excluídos, os limites de indenização e as condições para acionamento do seguro;
  2. Conversar com um corretor de seguros, para entender todas as opções disponíveis e escolher a que melhor se adapta à sua realidade e ao uso da sua moto.

No caso da Suhai, você pode acessar o documento completo aqui: Condições Gerais do Seguro Suhai.

O que fazer quando você cai de moto?

Se você sofreu uma queda e possui seguro com cobertura para danos totais, siga estes passos:

  1. Registre um boletim de ocorrência, se houver terceiros ou danos relevantes;
  2. Tire fotos da moto e do local do acidente;
  3. Comunique a seguradora o mais rápido possível, pelos canais oficiais;
  4. Separe a documentação necessária: na Suhai, a lista de documentos pode ser encontrada no item 5 das Condições Gerais do seguro.

Importante: a Suhai tem até 30 dias para efetuar o pagamento da indenização, contados a partir da entrega de toda a documentação exigida, caso o processo atenda todos os pré-requisitos.

O que o mercado costuma oferecer em relação à queda?

Além da Suhai, o mercado de seguros de moto costuma operar com três modelos principais:

  • Cobertura compreensiva: inclui colisão, queda, incêndio, roubo, danos a terceiros etc. É a mais completa e, geralmente, mais cara;
  • Cobertura de roubo/furto: foca na proteção contra subtração do veículo. Não inclui queda;
  • Cobertura parcial com adicionais: algumas seguradoras permitem contratar cobertura para danos parciais como um complemento.

A vantagem da Suhai é oferecer opções mais acessíveis e objetivas, que atendem principalmente quem quer proteger a moto contra perdas mais graves, como roubo, furto e queda com perda total. Tudo isso com valores 60% mais acessíveis que o mercado!

Queda de moto: quando o seguro cobre?

Você viu que seguro de moto cobre queda em algumas situações. Na Suhai, ela está presente na cobertura mais completa, e só é acionada se a queda causar perda total.

Por isso, antes de contratar ou renovar seu seguro, vale a pena conversar com um corretor, entender seu perfil e escolher a cobertura que faz sentido para sua realidade.

A Suhai acredita que o seguro deve ser transparente, acessível e adaptável, inclusive para quem tem motos usadas, antigas ou com histórico fora dos padrões tradicionais de mercado.

Quer proteger sua moto com quem entende do seu dia a dia? A Suhai tem planos sob medida para você, inclusive se sua moto for usada, financiada ou de alto risco.

Faça uma simulação gratuita agora mesmo.

Dúvidas frequentes sobre seguro de moto cobre queda

Confira mais dúvidas sobre o tema:

O seguro da Suhai cobre queda de moto?

Sim, mas apenas com perda total, e se você tiver contratado a cobertura que inclui colisão/danos totais.

Se eu cair e a moto tiver apenas arranhões, o seguro cobre?

Não. Danos parciais não são cobertos nas modalidades atuais da Suhai.

Queda por imprudência é coberta?

Depende da análise do sinistro. Em geral, acidentes causados por uso indevido ou desrespeito às leis de trânsito não são cobertos.

Posso contratar essa cobertura agora?

Sim! Fale com um corretor autorizado da Suhai e avalie a opção de incluir a cobertura 4 na sua apólice.

Dicas para andar de moto com segurança: guia completo para iniciantes

Para quem acabou de tirar a habilitação ou comprou a primeira motocicleta, o momento é de entusiasmo, mas também de atenção redobrada. Por isso, reunimos aqui as melhores dicas para andar de moto, indicando a forma correta de pilotar em diferentes condições.

Neste guia completo, veja tudo sobre equipamentos de proteção, postura, manutenção básica, pilotagem urbana e rodoviária, comportamento no trânsito e muito mais. 

Tudo com uma linguagem acessível para quem quer pilotar com confiança desde o primeiro dia. Vamos lá?

O que saber antes de andar de moto?

Antes de sair acelerando por aí, é importante garantir que você está pronto, em todos os sentidos. Além da empolgação de pegar a estrada, confira este checklist para quem vai andar de moto pela primeira vez:

  • Habilitação em dia (CNH A): para pilotar legalmente, você precisa estar com a Carteira Nacional de Habilitação para moto ativa;
  • Moto regularizada: documento do veículo (CRLV), IPVA e licenciamento precisam estar atualizados. Pilotar com documentação vencida pode gerar multa e apreensão da moto;
  • Equipamentos de segurança obrigatórios: o capacete com viseira ou óculos de proteção é item indispensável por lei;
  • Conhecimento básico do funcionamento da moto: saber como usar as marchas, os freios, faróis e setas é indispensável. Se você ainda se sente inseguro, pratique em áreas controladas antes de ir para as ruas;
  • Preparo emocional: começar com calma é o segredo. Enfrentar o trânsito exige concentração e equilíbrio emocional;
  • Previsão de custos mensais: gasolina, manutenção e seguro devem entrar no seu planejamento. Assim, você aproveita a liberdade da moto com muito mais tranquilidade.

Leia também | Afinal, moto pode andar no corredor? Tire suas dúvidas aqui

10 dicas para andar de moto com mais tranquilidade

Agora que você já sabe o básico antes de subir na moto, separamos 10 dicas para andar com mais segurança no seu dia a dia. Confira:

1. Equipamentos obrigatórios para andar de moto: quais são?

Quando se fala em dicas para aprender a andar de moto, a primeira lição é: segurança vem antes de tudo. E isso começa com os equipamentos de proteção, que evitam lesões graves e são exigência legal para qualquer motociclista no Brasil.

Veja quais são os principais equipamentos de proteção:

  • Capacete com viseira ou óculos de proteção: item indispensável e fiscalizado pelas autoridades de trânsito. Deve ter selo do Inmetro e estar bem ajustado;
  • Calçados fechados: pilotar de chinelo, sandália ou descalço é proibido. O ideal é usar botas ou tênis com solado antiderrapante;
  • Jaqueta com proteção nos ombros e cotovelos: reduz o impacto em quedas;
  • Luvas de motoqueiro: protegem as mãos do vento, do frio e de possíveis escoriações;
  • Calça reforçada: modelos com tecido resistente e proteções nos joelhos são ótimos para iniciantes;
  • Botas específicas para moto: mais seguras que calçados convencionais, oferecem melhor fixação e proteção do tornozelo.

Dica extra: os equipamentos de segurança devem ser confortáveis, bem ajustados ao corpo e adequados para o clima. Em dias quentes, prefira peças ventiladas, mas sem abrir mão da proteção.

2. Como ter equilíbrio na moto?

Se você está começando agora no mundo das duas rodas, saiba que manter a postura correta ao pilotar não é questão de conforto, mas de equilíbrio e segurança. O segredo está na harmonia entre o seu corpo e a moto. Veja como fazer:

  1. Sente-se no centro do banco: evite se posicionar muito à frente ou muito atrás. Isso distribui melhor o peso;
  2. Segure o guidão com leveza: os braços devem estar flexionados, sem tensão. Cotovelos ligeiramente para fora ajudam no controle;
  3. Pernas firmes, mas relaxadas: envolva o tanque com os joelhos, sem apertar. Isso ajuda a “sentir” melhor os movimentos da moto;
  4. Olhe para onde quer ir: não fixe o olhar no chão. Mantenha a visão direcionada para o caminho à frente, isso ajuda no equilíbrio e na direção.

Além disso, sempre que possível, treine em espaços abertos e planos. A prática regular vai fortalecer sua memória corporal e melhorar seu domínio do veículo com naturalidade.

3. Como usar os freios da moto corretamente?

Dominar a frenagem é uma das habilidades mais importantes para quem está começando a pilotar. Antes de tudo, pratique em locais seguros: um estacionamento vazio, ruas tranquilas ou pistas de treino são ideais para você se acostumar com os comandos.

Veja o passo a passo para aprender a frear da forma certa:

  1. Comece em baixa velocidade: ande devagar e teste os freios em trajetos curtos. Isso ajuda a entender o tempo de resposta da moto e o comportamento dela ao desacelerar;
  2. Alterne entre os freios dianteiro e traseiro: treine usando apenas o traseiro, depois apenas o dianteiro e, por fim, combine os dois. A frenagem ideal costuma distribuir 70% da força no freio dianteiro e 30% no traseiro, mas esse equilíbrio pode variar conforme o modelo da moto e a situação;
  3. Evite travar as rodas: aperte os manetes de forma progressiva e nunca de uma vez só. Frenagens bruscas são perigosas, principalmente em pistas molhadas ou com areia;
  4. Faça simulações em diferentes cenários: treine paradas rápidas, frenagem em curva e em descidas. O importante é desenvolver reflexo e controle.

4. Qual é o jeito certo de andar de moto?

O jeito certo de parar a moto envolve coordenação suave entre os freios e a redução de marcha:

  • Comece desacelerando com o freio dianteiro e, em seguida, acione o traseiro para manter o equilíbrio;
  • Reduza as marchas gradualmente, acompanhando a diminuição de velocidade;
  • Quando estiver quase parado, apóie um dos pés no chão (geralmente o esquerdo) e mantenha o outro no freio traseiro;
  • Após a parada completa, coloque a moto em ponto morto.

Lembre-se: cada moto tem seu comportamento, então pratique até ganhar segurança com o modelo que você pilota.

5. O que fazer para perder o medo de pilotar moto?

Sentir medo ao pilotar moto no início é absolutamente normal. A ansiedade diante de algo novo, que envolve equilíbrio e atenção constante, é comum. Esse medo pode ser trabalhado com prática, paciência e estratégias simples. Veja como ganhar confiança aos poucos:

  • Aceite o medo como parte do processo: o medo só é um problema quando paralisa. Se ele for visto como um alerta para você pilotar com mais atenção, ele se torna um aliado. O importante é não deixar que isso impeça você de evoluir;
  • Repita trajetos curtos e simples: comece com rotas conhecidas, em horários de pouco movimento, como ruas residenciais. Fazer o mesmo caminho várias vezes ajuda a criar familiaridade com a moto, com o trânsito e com as próprias reações emocionais;
  • Treine com um motociclista mais experiente: ter alguém ao lado, mesmo em outra moto, aumenta a sensação de segurança. Essa pessoa pode orientar, observar e até corrigir pequenas falhas de postura ou manuseio,
  • Não se compare com outros motociclistas: cada pessoa tem seu ritmo. O vizinho que pilota há 10 anos também já cometeu erros no começo;
  • Normalize os erros e aprenda com eles: esquecer de desligar a seta, parar de forma brusca, deixar a moto morrer no semáforo… tudo isso acontece com quem está aprendendo. O importante é entender o que aconteceu, respirar fundo e seguir com calma;
  • Faça pausas e respire fundo: se perceber que está muito tenso ou nervoso, pare em um local seguro, respire, tome água e volte quando se sentir mais tranquilo. Dirigir em estado de ansiedade pode ser perigoso.

Com o tempo, você vai perceber que o medo dá lugar à segurança. Vá no seu ritmo e lembre-se: a tranquilidade vem com a prática.

6. Como sinalizar corretamente e manter a atenção no trânsito?

Sinalizar e manter atenção constante são hábitos importantes para a segurança de quem pilota moto. Além de prever os movimentos dos outros veículos, o motociclista precisa ser visto e compreendido no trânsito e isso depende de comunicação.

Confira boas práticas para sinalizar corretamente e pilotar com consciência:

  • Use as setas sempre nos momentos certos: acione o pisca em qualquer mudança de direção: troca de faixa, entrada em rua, saída de estacionamento. E atenção: nas motos, a seta raramente desliga sozinha, então lembre-se de desligá-la após a manobra;
  • Olhe para todos os lados antes de agir: ao mudar de faixa ou fazer uma conversão, cheque os dois retrovisores e faça o movimento com calma. Confirme que você foi visto e que há espaço seguro antes de executar a manobra;
  • Evite andar no ponto cego dos carros: ficar oblíquo à lateral traseira de veículos grandes (como caminhões e ônibus) ou carros com vidros escuros compromete sua visibilidade. Uma boa dica é: se você não vê o rosto do motorista no retrovisor, ele também não vê você;
  • Escolha posições de visibilidade no fluxo: em engarrafamentos, evite ficar espremido entre veículos. Prefira estar ao lado ou à frente de carros, onde sua presença é mais notada. Mantenha uma distância segura para poder reagir a qualquer freada brusca;
  • Fique atento às condições do caminho: buracos, óleo, faixas pintadas, lombadas e piso molhado podem causar acidentes. Sempre observe o terreno à frente com antecedência. Evite colar na traseira de carros que bloqueiam sua visão da pista;
  • Esteja presente, evite distrações: nada de mexer no celular ou se distrair com o ambiente ao redor. Pilotar exige 100% de atenção, principalmente nos centros urbanos. Ouvir música com fone, por exemplo, pode reduzir sua percepção de riscos;
  • Adapte a atenção às condições do clima: na chuva, por exemplo, a atenção deve ser redobrada. Use roupas impermeáveis, reduza a velocidade e mantenha distância extra do veículo à frente.

7. Quais as roupas e acessórios ideais para ser visto e protegido?

Estar visível é um dos fatores mais importantes para garantir sua segurança ao pilotar uma moto, principalmente em áreas urbanas movimentadas ou sob baixa luminosidade. Além disso, escolher as roupas certas também traz proteção térmica e resistência em caso de quedas.

Veja como montar um visual estratégico e seguro:

  • Use roupas de cores vivas ou com faixas refletivas, como jaquetas amarelas, vermelhas, laranja fluorescente, etc;
  • Invista em coletes e faixas refletivas, principalmente se você costuma pilotar com roupas escuras ou à noite;
  • Escolha o capacete com viseira e faixas reflexivas;
  • Mesmo durante o dia, mantenha o farol aceso, confira se lanternas, piscas e farol estão funcionando corretamente antes de sair;
  • Atenção redobrada em dias de chuva, use capas de chuva claras ou com partes fluorescentes;
  • Use botas antiderrapantes, calças com reforço no joelho e grip;
  • Evite mochilas muito grandes ou soltas, elas podem desestabilizar sua postura e atrapalhar o equilíbrio.

8. Como pilotar na cidade e na rodovia?

Pilotar no trânsito urbano é totalmente diferente de conduzir em rodovias, onde a velocidade, o fluxo e os riscos mudam. Abaixo, veja como ter segurança em cada situação.

Como pilotar na cidade?

A cidade exige reflexos rápidos e máxima atenção a detalhes do ambiente. Veja algumas recomendações:

  • Evite o ponto cego dos carros: sempre posicione a moto onde você possa ver os retrovisores dos motoristas;
  • Mantenha distância de carros grandes ou com vidros escuros: eles reduzem sua visão da via à frente. Prefira ficar em posição onde você consiga ver os obstáculos e mudanças no trânsito;
  • Fique atento a pedestres e cruzamentos: redobre a atenção em faixas de pedestres, saídas de garagem e cruzamentos sem semáforo, locais comuns de acidentes;
  • Evite corredores muito estreitos entre carros: em horários de pico, o risco de ser fechado por motoristas distraídos aumenta. Tenha cautela e reduza a velocidade nesses momentos;
  • Use o retrovisor com frequência e sinalize sempre: pequenas decisões precisam ser comunicadas com antecedência.

Como pilotar em rodovia?

Na estrada, os riscos mudam, e a regra é: seja previsível e mantenha espaço. Veja como adaptar sua pilotagem:

  • Respeite o limite de velocidade da pista e da sua moto: motos menores, como 125cc, têm potência reduzida e precisam de cautela extra em ultrapassagens;
  • Mantenha distância de segurança maior que na cidade: diferente da cidade, o tempo de reação na estrada precisa ser maior. Dê margem para frear com tranquilidade e evite ficar colado em outros veículos;
  • Fuja de ficar na faixa da direita em excesso: muitos veículos pesados circulam ali, e o vento causado por eles pode desestabilizar sua moto. Prefira a faixa central sempre que possível;
  • Evite ultrapassagens arriscadas: só ultrapasse quando tiver plena visão da pista e espaço suficiente. Nunca acelere em curvas ou acostamentos;
  • Atenção ao clima: em caso de chuva ou vento forte, reduza a velocidade e mantenha o farol ligado. A aderência da pista muda, e seu tempo de reação também precisa mudar;
  • Pare apenas em locais seguros: se precisar encostar, pare em posto de gasolina, acostamentos largos e bem sinalizados. Jamais pare em curvas ou áreas de pouca visibilidade.

9. Manutenção básica para evitar imprevistos

Cuidar da sua moto é uma das atitudes mais importantes para garantir segurança na hora de andar de moto. A manutenção preventiva não é complexa e pode ser feita por você mesmo com frequência. Veja o que não pode faltar na sua rotina:

  • Cheque os pneus, observe o desgaste da borracha e mantenha a calibragem indicada pelo fabricante;
  • Teste os freios apertando levemente as manetes para sentir a resposta. Se estiverem moles ou fazendo barulho, é sinal de que precisam de atenção imediata;
  • Cheque o nível e a cor do óleo com o motor desligado e a moto reta. Troque dentro do prazo recomendado;
  • Confira se as luzes estão funcionando, como farol, lanterna, pisca e luz de freio;
  • Vibrações incomuns, barulhos estranhos e dificuldades para ligar são sinais de que algo está errado. Não ignore, leve ao mecânico;
  • Mesmo com todos os cuidados, a revisão completa em oficinas especializadas é indispensável.

Leia também | Cheiro de gasolina na moto: entenda as possíveis causas e o que fazer

10. Pilotando com garupa: o que muda na prática?

Andar com um passageiro muda completamente a dinâmica da pilotagem. O peso extra e o equilíbrio precisam de atenção especial. Veja como levar o garupa com segurança:

  • Peça para segurar firme (sem exageros): o ideal é que o garupa apoie as mãos na sua cintura ou use as alças laterais, se a moto tiver, para evitar movimentos bruscos em freadas e acelerações;
  • Diga para acompanhar seus movimentos: o garupa não deve fazer força contrária nas curvas. Fale para ele para inclinar levemente com a moto, como se fosse um “corpo único” com você;
  • Adapte sua pilotagem: acelerações, frenagens e curvas devem ser mais suaves. Com mais peso, a moto responde de forma diferente e requer mais antecipação nas manobras;
  • Reduza a velocidade em curvas e lombadas: evite solavancos desconfortáveis ou riscos de perda de controle. O ideal é pilotar de forma ainda mais defensiva;
  • Atenção ao uso de capacete e vestuário adequado para o passageiro: o garupa também precisa estar protegido com capacete obrigatório, roupas fechadas e, se possível, acessórios refletivos.

Leia também | Com quantos anos criança pode andar de moto? Entenda

BÔNUS: calcule seus custos e proteja seu patrimônio

Pilotar moto pode ser mais econômico que outros meios de transporte, mas precisa de organização para entender quanto você gasta e como se proteger sem sustos no fim do mês. 

Veja o que considerar para começar com o pé direito:

  • Calcule seus custos mensais com combustível: leve em conta sua rotina e os trajetos que costuma fazer. Com base no consumo médio da moto e no preço do litro da gasolina, você consegue estimar o valor mensal;
  • Inclua os gastos com manutenção: óleo, pneus, freios e revisões periódicas fazem parte da vida do motociclista. Manter a moto em boas condições pode evitar despesas maiores com consertos;
  • Não esqueça dos custos fixos e imprevistos: IPVA, licenciamento e eventuais multas devem estar no radar. Ter uma reserva para emergências também é uma boa ideia;
  • Faça um seguro com cobertura essencial: investir em segurança é proteger seu patrimônio. A Suhai Seguradora é especialista em seguros de moto, com preços até 60% mais baratos que o mercado.

É isso mesmo! A Suhai aceita motos de qualquer marca, modelo ou ano e oferece assistência 24h, cobertura nacional e contratação descomplicada. A escolha ideal para quem está começando a pilotar e quer andar com tranquilidade.

Segurança vem com prática e preparo

Neste guia, você conheceu as principais dicas para andar de moto e descobriu que pilotar com segurança vai além de ter habilitação. Precisa de atenção constante, uso correto dos equipamentos, domínio da moto e respeito às regras de trânsito.

E, claro, proteger seu patrimônio desde o primeiro dia. Com o seguro da Suhai, você conta com cobertura contra furto e roubo, assistência 24 horas e aceitação para qualquer marca, modelo ou ano. Tudo isso com um dos menores preços do mercado.

Quer pilotar com tranquilidade? Faça agora mesmo uma simulação com a Suhai.

O que as pessoas também perguntam sobre dicas para andar de moto

Aqui estão algumas das principais dúvidas de quem está começando:

Qual é o jeito certo de andar de moto?

Comece com calma, mantenha a postura correta, olhe para onde quer ir e pilote com atenção redobrada. Equipamentos adequados e prática em locais tranquilos também fazem diferença.

Qual a ordem das marchas da moto?

Na maioria das motos, a ordem das marchas é: 1ª para baixo, ponto morto entre a 1ª e a 2ª, e as demais (2ª, 3ª, 4ª, 5ª) para cima. Mas isso pode variar — leia o manual da sua moto.

Quanto tempo leva para aprender a andar de moto?

Depende da prática e da confiança do piloto. Algumas pessoas se adaptam em poucas semanas, outras precisam de meses. O importante é respeitar seu tempo e não pular etapas.

Afinal, moto pode andar no corredor? Tire suas dúvidas aqui

Você já deve ter se perguntado: afinal, moto pode andar no corredor?

Sabemos que uma das várias soluções que poderiam ser aplicadas para ajudar no descongestionamento das grandes cidades é encorajar o uso dos veículos de duas rodas. 

E quando falamos de longas distâncias, as motos costumam ser a escolha ideal, por ocuparem menos espaço e ainda conseguirem escapar do trânsito por entre os carros. Mas será que isso é correto? 

Vamos entender tudo aqui. 

É permitido a moto andar no corredor?

A resposta amparada pela lei é: sim, o motoqueiro pode andar no corredor. E a justificativa é até um pouco óbvia. O grande trunfo da motocicleta é a agilidade, a capacidade de, em um trecho parado, dar adeus ao congestionamento e ir para o começo da faixa.

Essa é a teoria. Andar no corredor é permitido, mas a prática desse deslocamento não é tão simples e pode facilmente se tornar uma manobra arriscada se não for executada da maneira correta.

Antes de mais nada, é importante esclarecer o que se entende por “corredor”. Trata-se basicamente daquela faixa entre um rolamento e outro. É o espaço intermediário entre os carros, conveniente para o tráfego das motos. 

Para as motocicletas, esse corredor representa tanto uma oportunidade quanto um desafio. De um lado, há a chance de reduzir o tempo de deslocamento e, do outro, os riscos de dividir a rua com veículos de diferentes dimensões e velocidades.

Mas o que diz a lei sobre moto no corredor?

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) permite, desde 1997, a passagem das motos por entre os carros. Até então, o artigo 56 restringia o uso destes veículos no corredor.

As exceções ficam apenas para a circulação em estradas, o que pode configurar ultrapassagem, e para os ciclomotores (até 50 cilindradas), que estão proibidos de andar entre os carros em vias de trânsito rápido, em função de suas limitações de velocidade e de estrutura.

O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), por sua vez, não tem nenhuma resolução específica sobre o assunto. A lei, entretanto, destaca que o uso do corredor não é proibido “desde que se respeite a distância de segurança lateral”

Portanto, a moto pode passar no corredor, o problema é que não há uma medida específica que defina a distância correta entre carros e motos neste local. 

Além disso, não está na lei, mas já é senso comum: andar no corredor em alta velocidade é praticamente pedir para se envolver em acidente.

Qual o valor da multa por andar no corredor de moto?

Como vimos, a moto pode andar no corredor, mas não em estradas. Nesse caso, o condutor pode incorrer em infração gravíssima, de ultrapassagem indevida. O valor da multa é de R$ 1.467,35 além de 7 pontos na carteira

Caso você receba uma multa injustamente, é possível recorrer a partir de uma Defesa Prévia. Para isso, basta acessar o site do Detran e anexar os documentos necessários.

O corredor é liberado para motos?

A legislação de trânsito permite que as motos transitem pelo corredor. Entretanto, o que acontece nas ruas é resultado de uma combinação entre regras escritas e a realidade da má fiscalização.

Em qual faixa o motociclista deve andar?

Em geral, recomenda-se que o piloto escolha faixas que tenham maior visibilidade e uma distância segura dos veículos maiores. Já nas rodovias, onde a velocidade tende a ser maior, a escolha da faixa deve levar em conta não só a visibilidade, mas também a estabilidade do veículo. 

Estados e cidades com faixa exclusiva para motos

Algumas cidades têm buscado alternativas inovadoras para organizar o trânsito. E, nesse cenário, as faixas exclusivas para motos vêm ganhando destaque

São iniciativas que se espalham gradativamente e demonstram o potencial de melhorar a mobilidade urbana, com benefícios tanto para motociclistas, quanto para os demais usuários das vias.

Um exemplo é a cidade de São Paulo, que criou faixas exclusivas no corredor para motos — as faixas azuis. 

Essa experiência tem servido de modelo para outras capitais (como Rio de Janeiro, Santa Catarina e Salvador), que analisam a possibilidade de adotar medidas semelhantes. 

Qual a velocidade segura para andar de moto em um corredor?

A questão da velocidade segura dentro do corredor é importante para a segurança dos motociclistas. Especialistas recomendam que a velocidade seja compatível com as condições da via e o fluxo do trânsito

Além disso, o uso de equipamentos de segurança é indispensável para minimizar os riscos. Capacetes, luvas, jaquetas e botas são seus aliados em caso de imprevistos. 

Outro ponto que merece destaque é a importância de uma condução consciente, pensando nos carros e nos pedestres. 

Dicas de segurança ao pilotar no corredor

Por estar dentro da lei e por saber que, mais cedo ou mais tarde, o motociclista irá circular por entre os carros, confira 10 dicas de como realizar essa manobra da maneira mais segura possível.

1. Ao entrar no corredor de moto, lembre-se: não é uma faixa

A moto pode transitar no corredor, mas circule por ele apenas quando os carros estão parados ou andando muito devagar

Quando o tráfego está normal, mantenha-se na faixa. E se uma pista começou a andar em uma velocidade razoável, volte para a fila de automóveis, pois há enormes chances de que os carros queiram passar para a faixa que está se movimentando.

2. Ponto cego existe e, no corredor, é bem comum

Evite rodar bem ao lado dos carros para não cair no ponto cego do veículo (áreas em que a visão do motorista é bloqueada pelas colunas do carro).

Essa prática evita acidentes graves, como quedas ou atropelamento.

3. Corredor de moto é permitido, entretanto não é pista de corrida

O trânsito parou, mas o limite da via é de 80km/h. Será que é uma boa ideia andar de moto no corredor a esta velocidade? 

A resposta é um pouco óbvia: não! Pense assim: você já está deixando os carros para trás, conseguindo circular enquanto todos estão parados. Então não precisa se arriscar, correto?

4. Olha a água!

Em grandes avenidas congestionadas, é comum encontrar ambulantes e artistas de rua tentando ganhar a vida. Se você circular devagar e com cuidado, terá tempo para reagir caso alguém surja na sua frente.

5. Esqueça a direita

Moto não pode ultrapassar pela direita, então dá para andar no corredor, mas sempre atento a isso. Se o trânsito parou ou está lento, a lei segue em vigor!

6. Ao andar no corredor, o “inimigo” não é só o carro

O trânsito parou e você pensa logo em escapar pelo corredor, certo? Você e todos os outros motociclistas! Antes de passar por entre os carros, tenha a certeza de que não vem nenhuma outra moto atrás

“E se eu não tiver certeza?”. Então não passe!

7. Uso correto dos retrovisores

Quem circula nos corredores entre os carros precisa ter os retrovisores como aliados. Pense neles como os “olhos extras” que ajudam sua visão a detectar riscos antes que eles se tornem problemas.

Aqui vão três dicas:

  • Veja se os retrovisores estão configurados para facilitar a visualização completa dos lados do veículo;
  • Faça ajustes sempre que necessário, pois mesmo uma pequena mudança pode ampliar o campo de visão e reduzir pontos cegos;
  • Não deixe de olhar para os retrovisores com frequência. Mesmo que a concentração esteja voltada para a via à frente, esse hábito pode alertar algum veículo se aproximando ou mudanças bruscas no trânsito.

8. Não vai colar, hein! Deixe uma distância segura dos carros

Manter a distância ideal dos demais veículos é segurança básica. Afinal, como você já sabe, a distância correta oferece tempo para reagir, seja para frear ou para desviar de um imprevisto.

9. Apareça para outros motoristas

Ser visto é tão importante quanto ver. Em meio ao fluxo de carros, ser notado pelos demais motoristas pode evitar situações de risco e garantir que você tenha espaço para manobrar quando necessário.

Pense bem no posicionamento, na iluminação e na sinalização e até no seu vestuário, principalmente à noite.

10. Use sempre os equipamentos de segurança 

A segurança não se resume apenas à postura no trânsito; ela também depende dos equipamentos que você utiliza. 

Sendo assim, o motociclista deve investir em equipamentos que protejam sua integridade física, como:

  • Capacete;
  • Luvas;
  • Jaquetas;
  • Botas;
  • Calças.

Conte com a Suhai para pilotar com segurança!

Sim, moto pode andar no corredor, mas é importante estar sempre seguro. Como vimos, é preciso seguir boas práticas, ter sensibilidade com relação à velocidade dos outros veículos e ter cuidado com os retrovisores. 

Isso porque acidentes com motos infelizmente são muito frequentes. Até pequenas batidas podem ser uma dor de cabeça terrível, principalmente para quem não tem um bom seguro.

A Suhai Seguradora é especialista em seguro de furto e roubo. Oferecemos preços até 80% mais barato que o seguro completo. Aceitamos motos de todos os modelos, marcas e anos, e ainda proporcionamos assistência 24h em todo o Brasil.

Com a Suhai, você passa menos tempo preocupado e mais tempo vivendo feliz para fazer coisas que te dão prazer.

Peça uma cotação personalizada ainda hoje com seu corretor de confiança ou solicite um em nosso site.

Outras dúvidas sobre corredor de moto

A seguir, apresentamos respostas resumidas para algumas dúvidas frequentes sobre o uso do corredor por motos:

O que diz a lei sobre moto no corredor? 

A legislação autoriza a circulação de motos no corredor, observando normas de segurança e sinalização.

É permitido circular no corredor? 

Sim, a lei autoriza que motos circulem no corredor, mas com cuidados específicos.

O que diz o artigo 192 do CTB? 

O artigo 192 do CTB estabelece as regras para ultrapassagem, priorizando a manobra pelo lado esquerdo.

Qual lado o motoqueiro pode ultrapassar? 

O motoqueiro não pode ultrapassar pela direita, deve realizar ultrapassagens pelo lado esquerdo, salvo sinalização em contrário.

Com quantos anos criança pode andar de moto? Entenda

Se você é do time dos papais ou mamães motociclistas, certamente já passou pela sua cabeça perguntas como: com quantos anos a criança pode andar de moto? Tem uma idade mínima para andar de moto?

E sim, existe uma idade mínima para andar de moto na garupa. E é extremamente importante que você, enquanto condutor e responsável pela criança, esteja por dentro do assunto. Tanto para garantir a sua segurança e a do passageiro, quanto para evitar multas.

Continue a leitura para entender tudo sobre o que a legislação determina sobre o assunto! 

Qual a idade mínima para andar de moto?

Em abril de 2021, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no artigo 244 da Lei n° 14.07, definiu que a idade mínima para andar de moto na garupa é a partir dos 10 anos.

Anteriormente, a idade mínima para o transporte infantil em motos era 7 anos. A mudança na legislação de trânsito veio para aumentar a segurança nas ruas e proteger a integridade de crianças pequenas, sob a penalidade de multa em caso de descumprimento.

Além disso, segundo a legislação vigente, crianças maiores de 10 anos que não tenham condições de cuidar da própria segurança também ficam proibidas de andar de moto. Ou seja, caso a criança apresente alguma das seguintes condições, ela não poderá ser transportada:

  • Não possuir altura para alcançar a pedaleira;
  • Não usar roupas apropriadas para moto;
  • Estar com um braço engessado.

É proibido transportar crianças com menos de 7 anos?

Sim! Crianças que possuem menos de 7 anos são proibidas de serem transportadas segundo as mais recentes leis de trânsito. É comum que muitas pessoas tenham essa dúvida porque antes da alteração em 2021, o CTB determinava que crianças de 7 anos poderiam ser transportadas em motocicletas. 

Porém, com a nova Lei nº 14.071, o artigo 244 foi modificado, ampliando a idade mínima que uma criança pode andar de moto para 10 anos. O objetivo é garantir um transporte que aumente a segurança infantil.

Caso a legislação seja descumprida, poderão ser aplicadas multas para motociclistas e outras penalidades de trânsito, como: infração gravíssima para quem conduz a moto, multa de R$ 293,47 e suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além disso, a moto fica retida até a regularização da situação.

Qual a altura da criança para andar de moto?

Além da restrição em relação a idade mínima, os requisitos físicos devem ser respeitados. Caso a criança não possua altura para alcançar a pedaleira da moto, ela não poderá ser transportada.

Isso precisa ser considerado, pois para que a criança possa se manter equilibrada durante o trajeto, ela precisa alcançar os pedais e manter uma postura correta, o que demanda certa altura (a altura exata dependo do modelo da moto).

Além disso, assim como os adultos, os pequenos também devem utilizar equipamentos obrigatórios. O capacete infantil é indispensável e precisa ser compatível com o diâmetro da cabeça da criança. Caso o passageiro não o utilize, o piloto recebe multa (infração gravíssima).

Outro ponto importante que precisa ser considerado é: a motocicleta deve ter um assento seguro para o transporte da criança. Caso contrário, ela pode ficar instável, ter dificuldade para segurar o corpo, além de não ter proteção em caso de frenagem brusca, podendo resultar em um acidente.

De acordo com o Artigo 244 do CTB, transportar uma criança em um assento inadequado é uma infração gravíssima, o que resulta em multa de R$ 293,47 e a moto pode ser apreendida pelas autoridades de trânsito.

Por que “de menor” não pode andar de moto?

Não é atoa que existem restrições para o transporte de crianças em motocicletas. O aumento da idade mínima de 7 para 10 anos e a exigência de equipamentos adequados previsto na Lei nº 14.071, vieram para aumentar a segurança dos pequenos passageiros.

É importante destacar que o transporte da criança na garupa, por si só, já representa um grande risco, principalmente pela:

  • Dificuldade de manter o equilíbrio;
  • Alta possibilidade de distração no percurso (podendo perder a postura correta ou se mover repentinamente);
  • Risco de queda em caso de frenagem brusca.

A imaturidade do condutor ao não se atentar aos pilares de uma pilotagem segura e uma direção responsável, vai muito além de trazer prejuízos legais, pode colocar a criança em risco de vida. 

Além disso, a ausência de assento adequado, capacete, altura inadequada e a postura incorreta podem resultar em sérias lesões ou até morte em caso de acidente.

E, indo um pouco mais a fundo, quando essa imaturidade está no próprio condutor que não tem idade para ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), a situação fica ainda pior, principalmente pela falta de experiência, falta de habilidade na condução, pouca capacidade de decisão e baixa percepção de risco.

Ao contrário de dirigir um carro, por exemplo, que tem mais estabilidade, tecnologias de segurança (airbags e cinto de segurança), o que oferece uma maior proteção ao condutor, pilotar uma motocicleta significa estar exposto a um risco de lesões graves muito maior, principalmente devido à falta de proteção e estabilidade.

Qual é a multa por andar com uma criança na moto?

Conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o descumprimento do artigo 244 da Lei n° 14.07 (que definiu como 10 anos a idade mínima que uma criança pode andar de moto), é uma infração de trânsito gravíssima, resulta em 7 pontos na CNH e uma multa de R$ 293,47.

E não é só isso: a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do condutor será suspensa e a moto ficará retida até a regularização da situação.

Quem realiza a fiscalização de motociclistas é o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), de forma direta (blitz, operações de fiscalização e abordagens por agentes de trânsito) ou indireta (câmeras de segurança, fiscalização eletrônica e denúncias feitas pelos cidadãos).

5 Dicas para levar criança em moto com segurança

Embora muitas pessoas se sintam mais seguras em levar crianças sentadas no tanque da moto, essa é uma péssima opção. Afinal, além de dificultar a pilotagem, a criança pode ser projetada para frente em uma frenagem ocasionando um sério acidente.

Confira 5 dicas para transportar uma criança em segurança na moto:

1. O condutor deve se organizar na moto antes da criança subir 

Apenas quando tudo estiver pronto, a criança pode subir. Abra as pedaleiras, pare perto da calçada, abrace o tanque com as pernas e use o freio dianteiro para estabilizar a moto. Atenção: a criança nunca deve tirar os pés da pedaleira, mesmo com a moto parada.

2. Oriente a criança a manter uma posição reta e firme na garupa 

O peso extra muda o equilíbrio da pilotagem e o comportamento da moto, o que pode interferir na segurança da pilotagem.

Lembre-se: o condutor deve acelerar e frear de maneira suave. É possível sentir se a pilotagem está muito brusca pela força da criança ao se segurar também pelo contato do capacete com o seu corpo. Uma boa dica para frenagem é dar um toque no freio traseiro primeiro, seguido pelo dianteiro.

3. Pilote em velocidade reduzida e faça curvas menos inclinadas 

É importante ensinar a criança a “seguir o mestre” nas curvas, isto é, olhar para o lado que o condutor está virando e acompanhar os movimentos do seu corpo.

4. Utilize equipamentos de segurança

Criança e moto exigem atenção redobrada! É preciso usar um capacete infantil que não fique folgado na cabeça, além de vestimenta adequada, como jaqueta, calça, botas (ou sapatos fechados) e luvas. 

Lembre-se: para uma direção segura, além de respeitar a idade mínima para andar de moto, certifique-se de que a criança esteja usando todos os equipamentos necessários.

5. Faça o planejamento da viagem considerando a criança

Em viagens mais longas, por exemplo, é preciso se atentar a certas questões para a proteção infantil. Algumas delas: 

  • O capacete precisa ser confortável para suportar o longo período de viagem;
  • É importante que a criança esteja bem vestida com roupas que protegem a pele e calçados fechados;
  • Mantenha uma velocidade constante e moderada e evite acelerações bruscas e mudanças repentinas de direção;
  • Faça paradas frequentes para descansar, hidratar e garantir o conforto da criança;
  • Escolha rotas mais seguras, prefira estradas e vias bem pavimentadas e, sempre que possível, evite rodovias de grande movimento.

Alternativas seguras para transporte de crianças em motos 

Existem alternativas seguras para o transporte infantil em motocicletas, como sidecar, triciclos e motos adaptadas para esse objetivo.

O sidecar (ou “carro lateral”) é um dispositivo com uma roda que, acoplado a uma motocicleta, forma um veículo de três rodas. Essa é uma boa alternativa para transportar uma criança com mais segurança.

Algumas vantagens do sidecar:

  • Maior estabilidade ao fazer curvas e em terrenos irregulares;
  • Maior proteção e menor exposição ao vento, poeira, ruídos, por exemplo, já que a criança fica em um compartimento protegido ao lado do piloto;
  • Maior conforto e menor cansaço, pois a criança fica sentada de maneira mais estável e relaxada;
  • Facilidade para conversar e interagir com a criança, o que pode traz mais segurança emocional, além de facilitar a comunicação para garantir que ela esteja confortável.

Porém, é preciso considerar também algumas desvantagens do sidecar:

  • Equilíbrio afetado e aumento da complexidade no controle da moto, podendo ficar mais difícil de manobrar, especialmente em curvas e durante acelerações ou frenagens bruscas;
  • Aumento do peso e da resistência ao vento, o que pode reduzir o desempenho da motocicleta, especialmente em subidas ou altas velocidades, e causar mais vibrações, que podem ser desconfortáveis para a criança;
  • Risco de desestabilização se o o sidecar estiver mal ajustado ou em condições ruins, principalmente em curvas muito fechadas ou em situações de ventos fortes. 

Existem, ainda, soluções alternativas para deixar mais seguro o trajeto com criança. O cinto de segurança para a criança, por exemplo, bastante popular em países asiáticos, é uma opção. Trata-se de um colete ajustável para prender o menor ao corpo do adulto que está conduzindo o veículo.

Além disso, algumas marcas oferecem motos elétricas ou scooters projetadas para crianças ou até motocicletas de pequeno porte.

Tenha proteção para você pilotar com segurança

Agora que você já sabe com quantos anos criança pode andar de moto, não nos restam dúvidas sobre a importância de seguir a legislação, não só para evitar penalidades, mas também para garantir a segurança de todos.

Tão importante quanto ter segurança ao levar uma criança é também ter um seguro para moto confiável!

Na Suhai Seguradora, você encontra um dos melhores atendimentos do Brasil e sua moto tem assistência 24 horas em todo o território nacional.

Além disso, você também pode ampliar sua proteção com nossa cobertura opcional de perda total por colisão/danos.

Contrate o nosso seguro essencial de roubo e furto por um ótimo custo-benefício ou acesse nosso site e faça sua cotação gratuita.

Não fique com nenhuma dúvida sobre levar criança na moto

Aqui estão mais algumas dúvidas relacionadas ao assunto: a partir de que idade criança pode andar de moto.

Pode levar uma criança de 4 anos na moto?

Não, a idade mínima para transportar uma criança em uma moto é de 10 anos.

Qual a idade mínima para levar crianças em uma motocicleta?

Segundo definiu o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em abril de 2021, no artigo 244 da Lei n° 14.07, a idade mínima para andar de moto na garupa é de 10 anos.

Pode andar três pessoas na moto?

A lei não permite transportar mais do que uma pessoa na garupa (no total, duas pessoas), exceto em algumas situações específicas, como: motos projetadas para transportar mais de uma pessoa; motos com sidecar.

Quanto custa uma mini moto de trilha?

O preço de uma mini moto de trilha pode variar bastante, indo de R$ 1.500,00 em modelos de entrada (com motor de até 50cc) a R$12.000,00, ou mais, em modelos avançados (com motor de até 150cc ou mais).

Como transferir moto: passo a passo detalhado

Entender como transferir uma moto é muito importante para se manter regularizado e evitar problemas com o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) e com o vendedor. Tenha atenção a todos os passos: essa é uma etapa imprescindível na compra de uma moto usada. 

É muito comum que compradores ou vendedores negligenciem essa questão, a fim de tornar o processo de compra mais prático, mas é um erro muito grave. 

Até porque a transferência de propriedade não é um processo excessivamente caro ou difícil. Com apenas alguns passos, você já consegue transferir a moto para seu nome, até mesmo online.

O que é preciso para fazer transferência de moto?

Para começar, vale a pena conhecer a documentação necessária para transferência de moto usada. Vejamos:

  • Documento pessoal com foto (original e cópia);
  • CPF (original e cópia);
  • Comprovante de residência atualizada (original e cópia);
  • Certificado de Registro de Veículo (CRV) original, assinado e com reconhecimento de firma das assinaturas de comprador e vendedor;
  • Formulário do Renavam;
  • Comprovante de pagamento das taxas referentes à transferência.

Nesse caso, o processo mais burocrático é ir a um cartório reconhecer firma das assinaturas, pois precisa envolver disponibilidade de ambas as partes. No mais, é simples. 

Leia também | Confira 5 cuidados essenciais ao procurar motos usadas à venda

Quanto custa para fazer uma transferência de uma moto?

o valor da transferência em si, que varia de estado para estado. Não existe um padrão para todos os estados brasileiros, uma vez que cada DETRAN é independente e tem suas próprias regras

A seguir, confira os valores em alguns estados em 2024:

EstadoValor
BahiaR$ 276,97
São PauloR$ 272,27
Minas GeraisR$ 258,71
Rio de JaneiroR$ 183,24
PernambucoR$ 129,40
ParáR$ 247,78
GoiásR$ 303,38
Rio Grande do SulR$ 182,87

Além disso, outro custo envolvido é o da vistoria. Como cada DETRAN organiza a sua vistoria, é preciso entender como as coisas são feitas em cada estado e os valores. 

Vale também mencionar que não é possível transferir uma moto (ou um carro) sem quitar os débitos pendentes. Então, multas ou dívidas precisarão ser pagas. 

Leia também | Vai comprar uma moto nova? Não faça isso antes de conferir as nossas dicas

Tem como transferir uma moto pela internet?

Sim, transferir uma moto pela internet é possível em diversos estados do Brasil, graças à digitalização dos serviços do DETRAN. Para isso, é essencial atender a alguns requisitos e seguir um processo específico. 

Requisitos para transferência online

Antes de começar, você precisa ter uma conta no portal Gov.br com nível prata ou ouro. 

Essa conta oferece a segurança necessária para acessar serviços como a emissão da Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e). Além disso:

  • A moto deve estar registrada em um estado que ofereça a opção de transferência de propriedade de veículo online;
  • A moto precisa ter sido transferida ou fabricada depois de janeiro de 2021;
  • Não pode haver débitos pendentes, como multas, taxa de transferência veicular ou IPVA.

Nos estados que disponibilizam o serviço, como São Paulo e Paraná, o processo digital facilita bastante. Consiste em:

  • Faça login no app Carteira Digital de Trânsito com sua conta Gov.br;
  • No app, clique em “veículos”;
  • Depois, clique em “iniciar venda digital”;
  • Faça as assinaturas de vendedor e comprador, de acordo com o sistema eletrônico do Gov.

Após iniciar a solicitação no site ou aplicativo do DETRAN, você deve agendar a vistoria veicular, necessária para confirmar as condições do veículo.

Esse avanço traz agilidade, reduzindo a necessidade de visitas presenciais e eliminando burocracias. Afinal, transferir um veículo nunca foi tão acessível, seja para transferir a moto para o seu nome online ou para outro proprietário, caso você seja o vendedor.

Leia também | Capacete de moto: tudo o que você precisa saber

O que é exigido na vistoria de uma moto?

A vistoria veicular é um dos passos mais importantes para a transferência de propriedade de veículo, pois visa assegurar que a moto está em conformidade com as normas de trânsito e segura para circular.

Durante a vistoria, são analisados aspectos técnicos e legais, como:

  • Numeração do chassi e do motor: deve estar legível e sem sinais de adulteração;
  • Equipamentos obrigatórios: é verificado se itens como retrovisores, faróis, setas, buzina e pneus estão em boas condições;
  • Alterações e personalizações não autorizadas: modificações como escapamento esportivo ou rebaixamento sem registro podem levar à reprovação;
  • Conformidade com o CRV: o estado da moto deve condizer com os dados no Certificado de Registro de Veículo.

Esse processo é fundamental para garantir a segurança de quem adquire a moto e evitar problemas futuros, como multas por irregularidades. Uma moto aprovada na vistoria está apta para ser transferida com tranquilidade.

O que reprova na vistoria de transferência?

Alguns problemas podem impedir a aprovação na vistoria e, consequentemente, atrasar a transferência de documento de moto. Veja os principais motivos:

  • Numeração do chassi ilegível ou adulterada;
  • Alterações não registradas, como escapamentos ou pintura fora do padrão original;
  • Equipamentos obrigatórios fora de condições, como pneus carecas, setas quebradas ou faróis não funcionais;
  • Débitos pendentes, incluindo a taxa de transferência veicular.

Antes de agendar a vistoria, é recomendável realizar uma prévia análise para evitar surpresas e agilizar o processo.

Conclusão

Realizar a transferência de propriedade de veículo é essencial para garantir a legalidade e segurança do novo proprietário. Com a opção de fazer isso online em alguns estados, o processo ficou mais rápido e menos burocrático

Ainda assim, a vistoria continua sendo presencial, como uma etapa fundamental para verificar a conformidade da moto com as normas.

Seguir todos os procedimentos corretamente evita problemas, como a multa por atraso na transferência

E para proteger ainda mais o seu investimento, é hora de pensar em segurança. Solicite uma cotação de seguro com a Suhai e garanta a tranquilidade de rodar na sua moto sem preocupações.

Perguntas frequentes

Neste tópico, vamos fornecer respostas rápidas para algumas das dúvidas principais sobre o tema. Confira. 

Qual é o prazo para transferir a moto após a compra?

O prazo para realizar a transferência de veículo é de 30 dias após a assinatura da ATPV-e. Ultrapassar esse período pode gerar multa e pontos na CNH.

É necessário reconhecer firma no cartório?

Sim, o reconhecimento de firma das assinaturas no documento de venda é obrigatório para validar a transação. Só é dispensável no caso de transferência online.

Posso circular com a moto antes de completar a transferência?

Sim, desde que esteja dentro do prazo de 30 dias. Após isso, circular sem a transferência pode resultar em multa de R$ 130,16.

Cheiro de gasolina na moto: entenda as possíveis causas e o que fazer

Cheiro de gasolina na moto é uma reclamação recorrente em oficinas mecânicas especializadas neste tipo de veículo. 

E corrigir o problema é importante para garantir a segurança do condutor e o bom funcionamento da moto, evitando riscos de incêndio, por exemplo, e mantendo a eficiência do motor. 

Entenda as principais causas do cheiro de gasolina na moto e saiba o que fazer para solucionar a questão.

Cheiro de gasolina na moto: quando é normal e quando é um problema? 

O cheiro de gasolina na moto é normal, de forma geral, em apenas duas situações: 

  • Abastecimento: ao acabar de abastecer a moto, pode haver um leve cheiro de gasolina por um curto período, especialmente se algum respingo ou transbordamento ocorrer.
  • Partida fria: em algumas motos, ao ligar o motor após um período de inatividade, um cheiro leve de gasolina pode ser normal devido à mistura inicial mais rica de combustível.

No entanto, o cheiro de gasolina nessas duas situações é temporário, passa em alguns minutos. 

Já quando o odor forte do combustível não some com o tempo, é preciso ficar alerta e buscar descobrir rapidamente o que pode estar acontecendo com a moto. 

Afinal, sabendo a causa do problema fica fácil resolvê-lo e voltar a pilotar com segurança e sem o cheiro forte de gasolina. 

5 possíveis causas para o cheiro de gasolina na moto

Sentir cheiro de gasolina na moto pode ser um sinal de problema que requer atenção. As cinco principais causas para isso são: 

1. Fissuras no tanque e vazamento de combustível

Vazamento no sistema de combustível é uma das causas mais comuns para o cheiro de gasolina persistente na moto. 

Ele pode ocorrer nas mangueiras, no tanque ou em conexões no caso de existir qualquer fissura em um dos componentes. 

Até mesmo um pequeno vazamento pode produzir um cheiro forte e incômodo de combustível na moto. 

2. Mangueiras ressecadas ou danificadas

Mangueiras de combustível ressecadas ou danificadas podem permitir que o combustível escape e produza um cheiro perceptível.

Essas peças são responsáveis pela circulação da gasolina, por isso qualquer ponto de ressecamento pode causar o vazamento que gera o cheiro de gasolina na moto. 

Se sua moto for carburada (não contar com sistemas de injeção eletrônica), fique de olho na mangueira do suspiro do carburador. Muitas vezes é nela que está o vazamento. 

3. Tampa do tanque mal vedada ou com vedação corrompida

A tampa do tanque de combustível deve funcionar como um pote hermético, daqueles utilizados na cozinha da sua casa. 

Se a borracha responsável por travar o tanque estiver ressecada e rachada ou se a tampa não estiver bem encaixada, o tanque pode apresentar problema na vedação e, por isso, o cheiro de gasolina irá acompanhar constantemente o piloto. 

Certifique-se de que a tampa está bem fechada e em bom estado e que a borracha de vedação da tampa não está corrompida. 

4. Agulha do carburador 

Além de rachaduras na mangueira do respiro do carburador, o próprio carburador também pode ser a causa do cheiro de gasolina na moto. 

Isso porque, dentro dele, existe uma agulha que verifica o nível de combustível. E, se ela der problema, ele pode encher demais e a gasolina sair pelo ladrão, ocasionando o odor. 

Além disso, as juntas do carburador também podem ressecar e assim deixar a moto cheirando à gasolina. 

5. Bicos injetores

Motos mais modernas, com injeção eletrônica, também não estão ilesas em relação ao cheiro de gasolina. 

Se os bicos injetores estiverem sujos ou danificados, eles podem injetar uma quantidade errada de combustível e ocasionar o problema. 

Sente cheiro de gasolina na sua moto? O que fazer? 

Ao perceber um cheiro persistente de gasolina na sua moto, é fundamental verificar o veículo imediatamente para evitar vazamentos de combustível, que geram risco de incêndio, e danos ao motor. 

Além disso, corrigir o problema preserva a saúde do condutor, já que inalar gasolina constantemente pode causar sintomas como dores de cabeça, tontura e até mesmo infecções pulmonares ou danos neurológicos.  

Portanto, se essa situação está acontecendo com sua moto é recomendável levar o veículo a um profissional mecânico de sua confiança para que uma inspeção detalhada e correção dos problemas seja feita. 

Fazer a manutenção periódica da moto é também fundamental para evitar que este tipo de situação aconteça. 

Agora que você já sabe os principais motivos que causam cheiro de gasolina na moto, confira outros conteúdos sobre o universo dos motores no blog da Suhai