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Onde encontrar vagas para motoboy e como se preparar para o processo seletivo

Se você está em busca de vagas para motoboy, está no lugar certo! A boa notícia é que a demanda por entregas e serviços rápidos nunca foi tão alta, principalmente devido à  expansão de apps e logística urbana. 

Por isso, seja para trabalhar por aplicativos, em empresas de logística ou de forma autônoma, quem busca essas oportunidades precisa saber onde procurar e como se preparar.

Nesse conteúdo, mostramos onde você pode achar essas vagas, o que as empresas pedem, quanto dá para ganhar, como se preparar, e como proteger sua moto para trabalhar com mais segurança. Continue a leitura para entender tudo!

Onde encontrar vagas para motoboy

As principais vagas para motoboy pode ser encontradas principalmente nas plataformas tradicionais de emprego e nos famosos “motoboy apps”, que aceleram o acesso a oportunidades, como: 

  • Catho;
  • BNE;
  • Glassdoor;
  •  InfoJobs;
  • OLX,
  • O Amarelinho 

Mas as principais oportunidades estão nos apps de entrega como o iFood, 99 e Rappi, que absorvem boa parte dos novos motoboys entregadores, impulsionados pelo crescimento do setor.

Para se ter uma ideia, o número de entregadores por aplicativo cresceu 18% nos últimos anos, mostrando que o trabalho sobre duas rodas continua ganhando força e atraindo quem busca autonomia e rapidez para entrar no mercado. 

Além dos portais tradicionais, vale monitorar grupos locais no Facebook como nomes como “vagas de motoboy SP” ou “vaga de motoboy RJ”, listas de WhatsApp, anúncios de empresas de logística e mercados regionais, que costumam divulgar oportunidades atualizadas e processos seletivos simples. 

Quanto dá para tirar trabalhando de motoboy?

A verdade é que o salário de motoboy varia muito conforme o tipo de contratação, mas, em média, o profissional pode ganhar de R$ 2.600 a R$ 3.500 por mês. 

No regime CLT, por exemplo, o pagamento segue o piso regional e benefícios da empresa, ficando geralmente entre R$ 1.800 e R$ 2.500, além de adicionais. 

Já no trabalho por aplicativo, o cenário muda, os entregadores do iFood ou motoboys da 99 tem ganhos que oscilam conforme:

  • Corrida;
  • Horário;
  • Distância;
  • Taxa dinâmica;
  • Demanda;
  • E até clima. 

Para ter uma noção prática, o ganho diário de motoboy autônomo pode ir de R$ 120 a R$ 250 trabalhando em horários de pico, enquanto entregadores mais experientes que conhecem rotas, evitam deslocamentos vazios e aproveitam incentivos, conseguem elevar a média. 

Requisitos para trabalhar como motoboy

Para atuar como motoboy, é indispensável ter CNH válida, ser maior de 18 anos e manter a motocicleta regularizada. Empresas e aplicativos costumam exigir ainda documentação atualizada e, em muitos casos, comprovante de experiência.

Sendo assim, entre os principais requisitos para motoboy estão:

  • Documentação pessoal, 
  • CRLV em dia, 
  • Moto em boas condições
  • E, para quem atua como motoboy com moto própria, todos os itens obrigatórios de segurança

Outro ponto importante é o curso obrigatório para motoboy, o Curso de Especialização para Condutores de Motocicleta, previsto pela Resolução 410/2012 do Contran

Ele é solicitado porque comprova que o profissional está apto a atuar em atividades de entrega, seguindo normas de segurança e direção defensiva, reduzindo riscos para empresas e para o próprio condutor.

Como se preparar para conquistar vagas para motoboy

Para trabalhar como motoboy, a preparação começa com um currículo transparente e objetivo, relatando sua experiência, cursos e tipo de moto utilizada. Isso ajuda empresas a entenderem rapidamente se você atende aos requisitos básicos.

Além disso, quem atua como motoboy com moto própria precisa manter a motocicleta em perfeito estado, com: 

  • Revisão em dia;
  • Bons pneus;
  • Documentação regular,
  • Itens recomendados para trabalho como baú, colete refletivo, capacete adequado e demais EPIs. 

Esses cuidados reduzem imprevistos e demonstram profissionalismo. Outro ponto importante e, muitas vezes, decisivo para a contratação é complementar a preparação com um seguro de moto, como o da Suhai. Isso também pesa positivamente, já que mostra responsabilidade e reduz riscos para quem contrata.

Como escolher a vaga ideal para sua rotina

A escolha da vaga de motoboy entregador ideal para você começa por uma análise da região em que você quer atuar, das rotas, horários, tipo de entrega e forma de remuneração. Esses são os pontos iniciais para considerar e definir se a proposta encaixa na sua rotina e objetivos.

Depois, vale aprofundar. Afinal, no trabalho de motoboy, cada modelo, seja ele CLT, diária, apps ou contrato fixo, gera responsabilidades e ganhos diferentes. 

Além disso, para realmente escolher a vaga de motoboy que realmente faça sentido para você é importante:

  • Ignore anúncios vagos demais;
  • Promessas de ganhos irreais;
  • Falta de informações sobre carga horária e tipo de entrega.

Isso porque as oportunidades para motoboy mais confiáveis costumam detalhar rotinas, região atendida, valores e exigências. E, ao analisar todos esses itens você reduz frustração e evita cair em propostas enganosas.

Segurança no dia a dia para motoboy é com a Suhai

Se você está em busca de vagas para motoboy, com certeza depende da moto para trabalhar e, isso quer dizer que ficar sem o veículo, significa perder renda. Por isso, manter a moto protegida é tão importante quanto escolher uma boa vaga de emprego. 

É nesse momento que a Suhai te ajuda! Oferecemos proteção focada no que você precisa, como roubo e furto, além da opção de incluir colisão e assistência 24h.

Além disso, possuímos aceitação ampla, inclusive motos de alta sinistralidade ou recusadas por outras seguradoras, e um custo que pode ser até 60% mais barato que a média do mercado. 

Então, se o seu objetivo é trabalhar com tranquilidade e manter a rotina sem interrupções, faça uma cotação rápida e gratuita e veja quanto a nossa proteção pode impactar positivamente no seu dia a dia.

Perguntas frequentes sobre vagas para motoboy

Confira abaixo as principais dúvidas sobre este assunto:

Qual o salário do motoboy hoje?

Depende do modelo de trabalho. Em geral, os ganhos médios podem ser entre R$ 2.600 e R$ 3.500, sofrendo variações conforme horas trabalhadas, região e tipo de contratação.

Quantas entregas um motoboy faz por dia?

O número varia conforme demanda e rota, mas é comum que entregadores façam entre 15 e 30 entregas diárias, especialmente nos apps. 

Quanto o iFood paga uma moto?

No iFood, o valor depende de distância, horário, categoria e dinâmica. Em média, o entregador recebe R$ 7,50 que é o mínimo por rota, se o cálculo ficar abaixo disso, o app complementa até atingir o valor mínimo.

O que é consórcio na prática? Tire suas dúvidas

Você sabe o que é consórcio? Trata-se de uma compra planejada feita em grupo, com parcelas que formam um fundo para aquisição futura de bens ou serviços.

Todos os meses, um participante tem sua contemplação por sorteio ou lance no consórcio, e pode usar o valor do consórcio para comprar um bem. O contemplado recebe uma carta de crédito, que é o valor liberado para comprar o que foi proposto. Ficou interessado pelo assunto? 

Neste artigo, vamos explicar o que é consórcio em detalhes e trazer todas as informações que você precisa se quiser participar de um. Acompanhe!

O que é consórcio?

Um consórcio é uma modalidade de compra colaborativa e programada em que um grupo de pessoas se reúne, por meio de uma administradora autorizada pelo Banco Central, para formar uma poupança coletiva destinada à aquisição de bens ou serviços.

Cada participante do consórcio contribui mensalmente com uma parcela, e o montante arrecadado é utilizado para contemplar membros do grupo ao longo do prazo.

Essa modalidade de compra funciona como uma forma de planejamento financeiro: o participante não recebe o bem imediatamente, mas tem garantia de acesso à carta de crédito até o fim do consórcio. 

Como funciona um consórcio?

Um consórcio funciona como um fundo comum formado por participantes reunidos em grupos organizados pela administradora, que pagam mensalmente suas parcelas, numa modalidade de autofinanciamento.

Na assembleia, a administradora utiliza o valor arrecadado para contemplar membros do grupo de consórcio, seja por sorteio ou por lance. Quando contemplado, o consorciado recebe a carta de crédito para comprar o bem ou serviço desejado, enquanto continua pagando até o fim do prazo.

O que influencia o valor da parcela

Alguns dos principais fatores que influenciam o valor da parcela em um consórcio são a taxa de administração, o prazo escolhido, o valor da carta de crédito, o fundo de reserva e reajustes anuais. Veja em detalhes:

  • Taxa de administração: é o valor pago à administradora pelo serviço de gestão do grupo. Ela é diluída ao longo do prazo, de modo que, quanto maior a taxa, mais cara será a parcela. Se a taxa é mais alta, a parcela mensal sobe mesmo que o crédito seja o mesmo;
  • Prazo: quanto maior o prazo, menor tende a ser a parcela, pois divide-se o valor total em mais meses. Em prazos curtos, a parcela aumenta porque o mesmo montante precisa ser pago em menos tempo;
  • Valor da carta de crédito: quanto maior o valor pretendido para comprar o bem, maior será o valor da parcela mensal. Um consórcio para um bem mais caro sempre gera parcelas mais elevadas;
  • Fundo de reserva: um percentual adicional destinado a cobrir imprevistos do grupo, como, por exemplo, inadimplência. Se o plano prevê um fundo de reserva mais alto, a parcela aumenta;
  • Reajustes anuais: o valor da carta de crédito pode mudar anualmente por índices do setor, e esse reajuste altera o valor das parcelas. Quando o crédito sobe para acompanhar o mercado, as parcelas também sobem proporcionalmente.

Qual é a diferença entre financiamento e consórcio?

Embora alguns confundam consórcio com financiamento, trata-se de modalidades distintas. Ao contrário do que ocorre em um financiamento, o consórcio é sem juros. Em vez dos juros, é preciso pagar uma taxa de administração que remunera a empresa gestora.

Além da presença de juros no financiamento, que não ocorre no consórcio, há outras diferenças consideráveis. Veja quais são elas:

  • No financiamento, o bem é liberado imediatamente, enquanto no consórcio é necessário esperar ser contemplado; 
  • No  financiamento é preciso dar uma entrada e o comprador está sujeito a análise de crédito;
  • No consórcio, o bem é recebido após contemplação e as parcelas tendem a ser mais estáveis.

Tipos de consórcio disponíveis hoje

Existem vários tipos de consórcios disponíveis no mercado. Alguns dos mais populares são o consórcio de veículos, como motos, carros e caminhões, o de imóveis e o de serviços.

Veja em detalhes cada um deles:

  • Consórcio de veículos: serve para a compra de veículos novos ou usados. É o tipo mais comum e oferece uma grande variedade de crédito. Nesse tipo, é possível adquirir desde motos e carros de passeio até caminhões para uso profissional;
  • Consórcio imobiliário: vale para a aquisição de casas, apartamentos ou terrenos, ou mesmo para construção ou reforma de imóveis. Ele é bastante usado por quem quer planejar a compra de um imóvel sem pagar juros, podendo usar o FGTS conforme as regras estabelecidas pela administradora;
  • Consórcio de serviços: permite contratar serviços diversos, como viagens, cirurgias estéticas, estudos, festas ou reformas. Ele é mais flexível do que os demais, pois permite aplicar a carta de crédito em praticamente qualquer serviço autorizado pela administradora.

Qual é a vantagem de fazer um consórcio?

Talvez você esteja se perguntando se o consórcio vale a pena. Entre as principais vantagens do consórcio estão a ausência de juros, a possibilidade de parcelar o valor total, a previsibilidade financeira, a segurança e o uso da carta de crédito como pagamento à vista após contemplação.

Confira:

  • O consórcio não cobra juros dos participantes, e isso é um dos principais motivos para ele ser tão popular. O custo se limita à taxa de administração, o que o torna uma opção mais econômica para quem está disposto a esperar pela contemplação;
  • A possibilidade de parcelar o valor total é outro grande atrativo. O participante divide o valor integral do bem ou serviço em parcelas mensais acessíveis, de modo que possa adquirir algo de maior valor sem precisar de entrada ou pagamento imediato;
  •  Há que se considerar também a questão da previsibilidade financeira. Como as parcelas seguem regras e têm reajustes previamente definidos, o consorciado consegue planejar o orçamento no longo prazo, sem surpresas ou cobranças inesperadas;
  • A questão da segurança é outro fator de destaque. O Banco Central regulamenta os consórcios, o que garante a fiscalização das administradoras, bem como regras padronizadas e proteção ao consumidor durante todo o processo;
  • Existe também a possibilidade de usar a carta de crédito como pagamento à vista. Isso permite negociar melhores condições de compra, ter mais poder de escolha e adquirir o bem sem depender de financiamento.

Quais são os riscos de um consórcio?

Se o consórcio tem vantagens, também precisamos considerar os riscos envolvidos. Os principais riscos de um consórcio são: demora para contemplação, reajustes que podem aumentar a parcela, inadimplência do grupo, restrições no uso da carta de crédito e perda da vaga em caso de não pagamento.

Como avançar após a contemplação em um consórcio

Ficou mais claro o que é consórcio? Como vimos, esse modelo pode apresentar várias vantagens, apesar de também ter alguns riscos. De um modo geral, ele ajuda quem busca organizar a compra de um bem de forma facilitada e sem juros.

Mas o processo não acaba após a carta contemplada. Após receber a carta de crédito e adquirir o tão sonhado veículo, é preciso garantir a proteção do novo bem. O próximo passo, portanto, é contratar um bom seguro para o carro ou a moto!

Foi contemplado em um consórcio e quer proteger o veículo novo? Então faça uma cotação de seguro personalizada com a Suhai

Perguntas frequentes sobre o que é consórcio

Ficou com alguma dúvida a respeito de consórcios e seu funcionamento? Veja então se ela está respondida a seguir. 

Quais são os riscos de um consórcio?

Os maiores riscos de um consórcio são: demora para contemplação reajustes que podem aumentar o valor da parcela, inadimplência, restrições no uso da carta de crédito e perda da vaga por falta de pagamento.

Quanto fica um consórcio de 50 mil?

O valor do consórcio depende de vários fatores, como a taxa de administração, o valor da carta de crédito, o prazo escolhido, o fundo de reserva e os reajustes anuais. 

O consórcio é bom ou ruim?

Pode ser bom para quem quer planejar uma compra sem pagar juros, não tem pressa para receber o bem e busca disciplina financeira. Porém, pode não ser uma boa opção para quem precisa do bem imediatamente ou não consegue manter as parcelas em dia.

Quais são os documentos necessários para fazer seguro residencial?

Os documentos necessários para fazer seguro residencial costumam gerar dúvidas para quem quer proteger a casa ou apartamento. Mas, ao longo deste artigo, você vai ver que são temores infundados: o processo costuma ser mais simples do que parece.

E, na maioria dos casos, só envolve informações básicas do morador e do imóvel, embora cada seguradora solicite algum item adicional.

Saber disso ajuda a evitar surpresas e deixa tudo mais fácil quando chega o momento de contratar ou acionar o seguro. Confira, a seguir, tudo a respeito!

Quais documentos precisa para fazer seguro residencial?

Para contratar um seguro residencial, normalmente é necessário apresentar os documentos básicos do responsável pela contratação e do endereço que receberá a proteção. Em geral, você precisará apresentar:

  • RG ou CNH;
  • CPF;
  • Um comprovante de residência atualizado.

Esses dados servem para o cadastro do segurado e para a emissão da apólice residencial, que formaliza a proteção contratada.

Em algumas situações, a seguradora pode pedir um documento que comprove a relação entre o segurado e o imóvel, como um contrato de locação (quando o imóvel não está no nome de quem contrata), para validar quem mora no local e garantir que as informações estejam corretas.

O que preciso para acionar o seguro residencial?

Ao acionar o seguro, os documentos são diferentes dos usados na contratação e variam conforme o tipo de sinistro.

Na comunicação de sinistro, por exemplo, a seguradora pode solicitar registros que comprovem o ocorrido e ajudem a analisar os prejuízos.

Em situações de roubo ou furto, o boletim de ocorrência costuma ser necessário. Em casos de incêndio, pode ser necessário apresentar um laudo técnico.

Já quando há danos em móveis ou eletrodomésticos, pode ser solicitada uma relação de bens afetados e documentos que comprovem a propriedade.

Em muitos casos, também acontecem vistorias de danos para confirmar a extensão do problema e orientar a indenização.

O que pode ser solicitado dependendo do tipo de sinistro?

Cada tipo de sinistro exige documentos diferentes porque a forma de comprovação muda conforme o que aconteceu. Confira os casos específicos na tabela a seguir:

Tipo de sinistroO que normalmente é solicitadoPara que serve
Roubo ou furtoBoletim de ocorrência e relação dos bensConfirma o fato e identifica o que foi levado
IncêndioRegistro do Corpo de Bombeiros e relatório técnicoApura a origem e a dimensão dos danos
Danos elétricosLaudo técnico e orçamento de reparoComprova falha elétrica e extensão do prejuízo
Vendaval / queda de árvoreFotos do local e relatos do ocorridoDemonstra o impacto direto no imóvel
Impacto de veículosBoletim de ocorrência e imagens do danoRegistra o acidente e seus efeitos
Alagamento / infiltraçãoLaudo técnico e registros visuaisIndica a causa e os prejuízos
Responsabilidade civilComunicação formal e registros da ocorrênciaAvalia danos causados a terceiros

Além dos documentos, a seguradora pode solicitar um relatório de prejuízos, imagens, dados dos bens segurados e outras informações ligadas à cobertura contratada.

O objetivo não é burocratizar o processo, mas reunir dados suficientes para realizar a correta análise de sinistro e orientar a indenização conforme o ocorrido.

Preciso ter escritura para fazer seguro residencial?

Não. Na maioria das situações, a escritura não é necessária para contratar um seguro residencial. O que geralmente é preciso apresentar são documentos que comprovem a relação da pessoa com o imóvel, como um comprovante de posse ou contrato de locação.

Em alguns casos, durante um sinistro, pode ser solicitado algum documento do imóvel para validar quem ocupa o local e confirmar que a proteção está sendo usada corretamente. Mas isso não significa que a regularização do imóvel seja uma regra para contratar o seguro.

Como organizar os documentos para facilitar contratação e acionamento

Tenha os documentos digitalizados, salvos em um local seguro e atualizados para evitar correr atrás do prejuízo quando algo acontece. Também vale manter fotos do imóvel e dos principais bens, além de relatórios e comprovantes importantes em uma pasta de fácil acesso.

Isso tudo ajuda na organização pessoal e torna o aviso de sinistro mais rápido, além de facilitar a comprovação de danos.

Quando tudo está organizado, a contratação tende a ser mais ágil e o atendimento em caso de sinistro flui melhor. É uma forma de ganhar tranquilidade no presente e evitar preocupações no futuro.

Leia também | Quanto custa o seguro residencial? Veja preços médios e dicas para economizar

Com a Suhai, sua segurança está em primeiro lugar

Falar quais são os documentos necessários para fazer seguro residencial é, na prática, falar de cuidado: cuidado com o que é seu, com o lugar onde você vive e com tudo que construiu ao longo do tempo. 

E a Suhai trabalha para que esse cuidado seja simplificado, direto e sem complicações desde o primeiro contato até o momento em que você mais precisa usar o seguro.

Aqui, o foco não está em criar obstáculos, mas em construir soluções. 

E se você quer descobrir  como funciona a proteção para seu imóvel e entender sobre documentos, coberturas e o funcionamento do seguro, converse com quem entende. Fale agora com um consultor da Suhai no WhatsApp e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto.

Perguntas frequentes sobre documentos necessários para fazer seguro residencial

Aprenda mais sobre os documentos necessários para fazer seguro residencial a partir das dúvidas abaixo.

Quais documentos precisa para fazer seguro residencial?

RG ou CNH, CPF e comprovante de residência. Algumas seguradoras podem pedir um documento que comprove a relação com o imóvel.

Seguro residencial precisa de vistoria?

Nem sempre. Em muitos casos, a contratação acontece sem vistoria prévia, dependendo do tipo de imóvel e da cobertura escolhida.

Seguro residencial precisa de nota fiscal?

Pode ser que se peça a nota fiscal em casos de sinistro para comprovar a propriedade de bens, mas nem sempre é uma exigência para todos os itens.

Como o preço do seguro é calculado e por que ele varia de acordo com o cliente?

Você já se perguntou como o preço do seguro é calculado? A resposta passa por algo simples, a análise de risco. Ou seja, o valor nasce da combinação entre perfil do motorista, características do veículo, forma de uso e tipo de cobertura. 

Inclusive, são esses dados que ajudam a seguradora a estimar cenários e definir um preço que faça sentido para proteger o cliente em qualquer situação. Dessa forma, a precificação fica mais justa e alinhada ao que realmente acontece no dia a dia.

Quer entender mais sobre o assunto? Continue a leitura!

Como o valor do seguro é calculado?

Na verdade, o cálculo do seguro parte de uma análise de risco baseada em alguns dados que sejam realistas. Isso significa que a seguradora avalia o que aumenta ou reduz a probabilidade de um sinistro e estima quanto custaria indenizar aquele veículo em diferentes cenários.

Abaixo, detalhamos para você os critérios para se chegar ao valor do seguro, combinando perfil, uso, modelo do carro e características do bem. Confira!

Perfil do segurado e do condutor

Um dos critérios para definir o preço do seguro são as informações que ajudam a entender o risco estatístico daquele perfil, como:

  • Idade;
  • Gênero;
  • Tempo de CNH;
  • Local onde o veículo costuma pernoitar 
  • Quem dirige o veículo no dia a dia. 

Sim, as seguradoras costumam analisar dois perfis diferentes, o de quem contrata (segurado) e quem realmente conduz (condutor).

Um dos motivos para isso, é que os condutores jovens costumam ter menos experiências, e quando acontece um sinistro, o impacto é maior. Já os motoristas mais experientes geralmente são mais cuidadosos e se envolvem em pequenos incidentes, de menor custo para o seguro

Na Suhai, por exemplo, quando há mais de um condutor, a orientação técnica é informar o mais jovem para garantir que o cálculo do seguro já considere o cenário mais crítico, o que evita dor de cabeça futura e protege o cliente em qualquer situação.

Finalidade de uso do veículo

Sim, o uso do veículo também altera o risco e, portanto, a forma como o seguro é calculado. Carros e motos usados apenas para deslocamentos pessoais têm um risco diferente dos utilizados para trabalho, viagens longas, entregas ou motoristas de aplicativo.

Ou seja, mesmo que alguém trabalhe como Uber só aos finais de semana, esse cenário precisa entrar na cotação. Isso porque a seguradora calcula com base no pior cenário possível, justamente para que o cliente esteja protegido, e não fique descoberto no único dia em que usou o carro de forma diferente.

Características do veículo

Por fim, as características do veículo também influenciam como o preço do seguro é calculado. Por exemplo, modelos com peças mais caras, maior risco de roubo e furto ou alto custo de reparo tendem a ter um prêmio maior. 

Já veículos mais simples, baratos de manter e menos visados costumam ter valor do seguro mais acessível. Entre outras características consideradas estão: 

  • Ano e modelo;
  • Valor de mercado segundo a Tabela FIPE, que funciona como referência nacional para compra, venda e indenização;
  • Custo de peças, 
  • Índice histórico de roubo e furto daquele modelo.

Para veículos com pouco volume de dados, antigos, importados ou que nem têm FIPE, a Suhai faz um trabalho de investigação manual de mercado para definir um valor justo. Em casos assim, pode haver depreciação calculada (20% a 30%, dependendo do modelo) para projetar quanto valerá no fim da apólice.

É um processo que outras seguradoras nem se dão ao trabalho de fazer, por isso, muitos veículos acabam ficando sem aceitação no mercado tradicional e, impedidos de serem segurados. 

Afinal, por que o valor do seguro muda entre clientes com o mesmo perfil?

Mesmo quando dois motoristas têm exatamente o mesmo perfil, o cálculo do seguro pode chegar a valores bem diferentes. Isso acontece porque o risco do seguro não depende só de quem dirige, mas também do ambiente onde o veículo circula. 

O CEP de pernoite, regiões por onde o carro transita e o histórico de ocorrências da área são fatores de risco que influenciam a variação do prêmio

Além disso, áreas com maior índice de roubo, furto ou alagamentos, por exemplo, elevam o preço do seguro auto, enquanto regiões mais estáveis tendem a reduzir o custo. 

O mesmo vale para o cotidiano do veículo. Quem circula em grandes centros lida com um nível de exposição diferente de quem vive em cidades menores, e isso altera a precificação. E o seguro sempre acompanha o risco, não o comportamento individual.

O valor do seguro pode variar de uma seguradora para outra?

Sim. Cada seguradora auto trabalha com sua própria metodologia de precificação, baseada no perfil do motorista, histórico de sinistros e estatísticas de risco. Isso gera diferenças consideráveis no preço do seguro por empresa, às vezes passando de mil reais para o mesmo carro e na mesma região.

Essa diferença acontece porque cada empresa enxerga o risco de forma diferente. Algumas apostam em modelos complexos de precificação de seguro, outras, em interpretações dos dados da região. 

Por esses motivos, a indicação é que os motoristas façam a cotação do seguro em diferentes seguradoras, já que o valor pode variar. Desta maneira, é possível encontrar um preço mais acessível para segurar o seu veículo. 

Além disso, é importante refazer as cotações sempre que possível, pois as seguradoras podem avaliar melhor um determinado local e mudar sua opinião sobre os riscos oferecidos. 

Com isso, o motorista não fica preso a opções que nem sempre são transparentes.

A Suhai, por exemplo, trabalha com um modelo de precificação simplificado, focado no essencial da proteção e com uma abordagem mais direta e acolhedora.

Isso permite preços mais acessíveis, que podem chegar a 60% mais barato que outras empresas, sem os acréscimos típicos das seguradoras tradicionais e sem comprometer a cobertura proposta.

Quando o seguro fica mais barato?

O preço do seguro mais baixo costuma aparecer quando o perfil do motorista apresenta pouco risco. Ou seja, quando o histórico está livre de sinistros, uso moderado do veículo e endereço em regiões com menor índice de roubo.

Outra variável é o próprio produto. Quanto mais objetiva a cobertura simples, menor a tendência de inflar custos, o que ajuda a chegar a um seguro mais acessível sem abrir mão do essencial.

A Suhai segue exatamente esse caminho. Ao trabalhar com proteção focada no que realmente importa e processos de análise mais diretos, conseguimos oferecer um seguro econômico, em alguns casos, até 60% mais barato, com regulamentação da SUSEP e a segurança do motorista.

Além de aceitar veículos e perfis que são tradicionalmente recusados pela maioria das outras seguradoras. 

Diferenciais do seguro da Suhai

A nossa proposta aqui na Suhai foge dos pacotes padrões das seguradoras tradicionais. Em vez de indicar coberturas que o motorista raramente usa, nos concentramos no que realmente interessa, entregando uma proteção nacional, simples e direta, com valores abaixo do mercado. 

Entre os principais diferenciais do seguro da Suhai, temos:

  • Cobertura de roubo e furto até 60% mais acessível;
  • Aceite de veículos recusados por outras seguradoras, como antigos, modificados, tunados, de leilão, coleção, placa preta e uso profissional;
  • Produto sem franquia e com assistência 24h;
  • Modelo de perfil simplificado, sem burocracia excessiva;
  • Regulamentada pela SUSEP, com respaldo legal completo.

Dessa forma, você encontra exatamente o que muitos motoristas procuram: proteção, preço honesto e flexibilidade para quem tem um veículo que o mercado costuma tratar como problema. É uma alternativa econômica sem abrir mão da seriedade e da regulamentação oficial.

Seu veículo protegido com a Suhai

Agora que você entendeu como o preço do seguro é calculado, é hora de dar o próximo passo. Se você busca por um seguro de carro ou moto, com uma análise justa, então conte com a Suhai

Aqui, acolhemos os perfis de motoristas que o mercado tradicional costuma ignorar e entrega coberturas essenciais com preços que podem ser até 60% mais acessíveis, mantendo proteção real para as situações que mais acontecem no dia a dia.

Então, se você quer saber, de forma transparente, quanto custaria proteger seu veículo, faça uma cotação rápida e sem compromisso agora mesmo!

Perguntas frequentes sobre como o preço do seguro é calculado

Confira, a seguir, as respostas para as perguntas mais comuns sobre este assunto.

Como é feito o cálculo do seguro?

O cálculo acontece com base na análise de risco que considera o perfil do motorista, modelo do veículo, forma de uso e tipo de cobertura. A seguradora estima a probabilidade de sinistro e o custo de indenizar o bem nesses cenários.

O que influencia no valor do seguro?

Os principais fatores de influência do valor do seguro são a região de circulação, índice de roubo, histórico do modelo, modo de uso e dados do condutor. Cada fator altera o risco e o preço acompanha exatamente esse nível de exposição.

Quanto custa o seguro de um carro de R$ 100 mil?

O preço varia conforme risco, cobertura e seguradora. Em média, no mercado tradicional, pode ir de 4% a 10% do valor do veículo. Já opções focadas no essencial, como a Suhai, tendem a ser significativamente mais acessíveis.

Carros tunados: tudo o que você precisa saber

Os carros tunados vêm ganhando cada vez mais adeptos e conquistando espaço no mercado brasileiro. Algumas pessoas gostam tanto da ideia que assim que compram um carro já começam a fazer mudanças. Mas afinal de contas, do que se trata e qual é o objetivo dessa customização?

Tuning é a personalização automotiva com objetivo de deixar o veículo mais estiloso, rápido ou moderno. Os adeptos da ideia fazem isso para expressar identidade, deixá-lo com a “cara do dono”. 

Mas, antes de qualquer coisa, é importante saber que a legislação define limites para garantir que o carro continue seguro e adequado para circular.

Se você já tunou o seu carro ou está nos seus planos, continue a leitura para entender tudo sobre o assunto.

O que é um carro tunado?

Um carro tunado é um veículo modificado para ficar diferente do original, seja no visual, no som ou na performance. As alterações podem ser estéticas, como rodas maiores, suspensão rebaixada e envelopamento, ou mecânicas, como upgrades no motor, filtro esportivo, escapamento modificado e freios melhores.

A título de curiosidade, o tuning surgiu como uma expressão cultural, influenciado por movimentos de rua, competições automobilísticas e, mais tarde, por filmes, games e comunidades apaixonadas por personalização.

Mas é importante lembrar que existem carros tunados legais vs. irregulares: muitos upgrades são permitidos desde que sigam as normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Quando a personalização ultrapassa esses limites, afetando a segurança, o limite de ruído ou documentação, o carro se torna irregular e pode gerar multa, retenção e até necessidade de inspeção.

Regras para tunagem de carros

O Artigo 98 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) exige autorização prévia para qualquer modificação nas características originais do veículo. E a Resolução 292 do Contran detalha quais são as alterações permitidas e proibidas, e quais exigem autorização prévia. Juntos, garantem segurança e legalidade dos carros tunados.

Aqui estão alguns exemplos práticos das regras para o tuning legalizado:

  • Altura mínima: a suspensão deve garantir que nenhuma parte do veículo toque o solo, mesmo com carga;
  • Suspensão fixa: é permitida desde que instalada corretamente e mantida com altura dentro dos limites de segurança definidos pela inspeção;
  • Suspensão regulável: é proibida para uso em carros de passeio, já que permite alterar a altura enquanto o veículo está em movimento, o que fere as regras de segurança definidas pelo Contran.

Você também se interessa por motos tunadas? Então não deixe de conferir o artigo de customização de motos em nosso blog!

Acessórios para carros tuning

As primeiras mudanças podem começar nos acessórios automotivos, tanto no interior quanto no exterior do veículo.

No mercado há uma infinidade deles, como:

  • Pedaleiras;
  • Bancos esportivos;
  • Revestimentos de banco;
  • Manoplas de câmbio;
  • Volantes diferenciados;
  • Rodas maiores;
  • Spoilers frontais;
  • Saias laterais;
  • Aerofólios traseiros;
  • Ponteiras cromadas de escape.

Porém, é indispensável priorizar a segurança. Para isso, os acessórios não podem comprometer a visão, a dirigibilidade, o acionamento dos pedais ou a estrutura do veículo.

Muitos itens são permitidos livremente, como pedaleiras, manoplas e revestimentos, enquanto outros exigem inspeção e autorização, principalmente quando alteram características originais, como rodas maiores, bancos esportivos ou a instalação de aerofólios com impacto aerodinâmico.

E, sempre que houver mudança de cor, é obrigatório atualizar o documento do veículo para manter tudo dentro da lei.

Iluminação

Lâmpadas especiais para lanternas, faróis automotivos e luzes de neblina são outros objetos de desejo dos tunadores. Mas aqui é preciso cuidado. 

A Resolução 384 do Contran proíbe a instalação de lâmpadas de xênon, que emitem três vezes mais luz que as comuns, e considera a infração grave quando houver autuação.

A permissão de uso é válida somente para os veículos que já saíram com o item de fábrica, uma vez que recebem tratamento especial que impede o ofuscamento de outros motoristas.

Para quem quer personalizar com segurança, há opções permitidas, como lâmpadas halógenas homologadas, LEDs autorizados para uso automotivo e lâmpadas de maior eficiência dentro do padrão original do farol.

O importante é sempre usar modelos certificados e respeitar os limites de cor e intensidade previstos pelas normas, garantindo tanto estilo quanto circulação legal.

Pintura e adesivamento

A personalização da pintura, o adesivamento e o envelopamento são outros serviços bastante procurados por quem deseja tunar o veículo.

O wrap, processo de aplicar vinil, pode ser feito como envelopamento total, que cobre toda a carroceria, ou parcial, aplicado apenas em áreas como capô, teto ou retrovisores. 

Porém atenção, se cobrir mais da metade do veículo, é necessário alterar a documentação pela mudança da cor original. No caso do envelopamento, se for feito na mesma cor do veículo, não é necessária a mudança no documento.

Além do visual, é importante considerar o impacto no valor de revenda. Enquanto um envelopamento bem feito pode proteger a pintura original, cores muito chamativas ou aplicações mal executadas podem desvalorizar o carro.

Som e imagem

A turma multimídia pode investir em som automotivo e diversos equipamentos, mas sempre dentro dos limites da lei. Para quem gosta de sistemas potentes, o volume máximo permitido pelo Contran é de 104 decibéis, evitando risco à segurança e autuações.

Itens como televisão, DVD e videogame podem ser instalados, mas apenas para os passageiros. Qualquer tela no campo de visão do motorista é proibida, inclusive monitores no painel que exibem vídeos, pois podem causar distração e infração.

Carros tunados e rebaixados

Carros rebaixados também chamam a atenção dos entusiastas. Como o rebaixamento é permitido por lei, muitas pessoas acabam por alterar a altura de suas máquinas. Mas há regras e limites para isso.

De acordo com a Resolução nº 479/2014 do Contran, o veículo deve manter altura mínima de 10 cm (100 mm) entre o solo e o ponto mais baixo da carroceria ou chassi. Além disso, o conjunto de rodas e pneus não poderá tocar em parte alguma do veículo quando submetido ao teste de esterçamento. 

Já o uso de suspensão com regulagem de altura e alteração nos freios originais são estritamente proibidos.

Potência extra

A mudança mais desejada da maioria dos amantes de tuning tem a ver com o desempenho do carro. Alterações na mecânica do veículo, como a adição de turbo no motor, remapeamento da central eletrônica (ECU) e upgrades no sistema de admissão e escapamento, são cada vez mais procuradas nas oficinas. 

Mais uma vez, atenção à legislação! A lei permite aumentar em até 10% a potência do motor. Acima disso, o veículo precisa passar por inspeção, correndo risco de reprovação caso a alteração comprometa a segurança ou emissões. 

Carros antigos tunados

Os carros tunados antigos não ficam para trás, eles estão na lista dos preferidos dos colecionadores.

Modelos como Opala, Maverick, Chevette, Gol GTI, Fusca, Renault Gordini, Rural Willys e outros clássicos são muito procurados porque permitem unir tuning e restauração: mantém-se a essência histórica do veículo enquanto se adicionam melhorias estéticas, tecnológicas ou de desempenho.

O resultado é um carro que preserva sua identidade, mas ganha nova vida nas mãos dos entusiastas.

Carros tunados brasileiros

Carros brasileiros também têm forte presença no universo do tuning, com os modelos clássicos que unem nostalgia, simplicidade mecânica e grande potencial de personalização. Entre os 5 mais tunados no Brasil, estão:

  • Chevrolet Chevette: fácil de modificar, manutenção acessível e muito procurado para projetos com motor turbo;
  • Volkswagen Gol GTS/GTSI: ícone dos anos 80/90, amado por quem busca performance e visual esportivo;
  • Fiat 147: tem grande variedade de adaptações possíveis, principalmente no motor;
  • Ford Maverick: clássico que combina perfeitamente restauração com upgrades modernos;
  • Fusca: o queridinho dos customizadores, com infinita variedade de peças e estilos (rat, clean, turbo, off-road).

Carros populares tunados

Também é possível transformar carros populares em carros tunados cheios de personalidade, afinal, tuning é dar um toque especial ao veículo, seja no visual ou no desempenho.

Entre as peças mais procuradas estão rodas destacadas, sistema de som de qualidade, adesivos e troca do volante, ótimos para quem está começando.

Para iniciantes, existem kits baratos de tuning, como jogos de pedaleiras esportivas, manopla de câmbio personalizada, envelopamento parcial, calotas esportivas, tapetes automotivos e lâmpadas homologadas de melhor eficiência.

Qual é o melhor carro para tunar

É comum que apareça a dúvida: qualquer modelo de veículo pode ser tunado, rebaixado e equipado? E a resposta é sim. Porém alguns modelos são os preferidos. Confira quais são eles:

  • Honda Civic (todas as gerações);
  • Volkswagen Golf GTI;
  • Toyota GT86 / GR86;
  • Subaru WRX;
  • Mazda MX-5 Miata;
  • Nissan 350Z / 370Z;
  • BMW Série 3 (M3);
  • Hyundai Genesis Coupé.

Estilos de carro tuning

Existem classificações de tunagem para o carro, você sabia? Confira abaixo algumas das mais conhecidas pelo mundo:

  • Estilo Euro de tunagem: é um dos tipos de tuning mais discretos. Os automóveis são pintados com cores escuras e possuem corpo e rodas pequenas;
  • South London Look: são carros fabricados entre os anos de 50 e 70 da Ford. As rodas são clássicas, cores pastéis e são rebaixados;
  • Zokusha/ Bosozoku: cores brilhantes e sua composição conta com grandes asas, escapamentos enormes e fuselagem larga;
  • Race: carros de corrida, que vão desde a modalidade NASCAR à Fórmula 1;
  • Rat Style: provavelmente uma das mais populares. A ideia do Rat Style é manter o carro na estrada mesmo que esteja muito usado ou até mesmo inacabado.

Como legalizar carros tunados no Brasil

Legalizar um carro tunado é obrigatório sempre que a modificação altera características originais definidas pelo fabricante. O processo é simples, porém exige atenção às etapas para evitar multas e retenção do veículo. Confira:

1. Autorização prévia no DETRAN

Antes de fazer qualquer modificação relevante, o proprietário deve solicitar a Autorização Prévia para Modificação de Veículo no DETRAN. Isso se estende a:

  • Troca ou modificação de suspensão;
  • Mudança de cor total;
  • Instalação de kit aerodinâmico que altera dimensões;
  • Troca de motor;
  • Alterações estruturais.

Após a aprovação, você pode realizar a modificação na oficina.

2. Vistoria obrigatória

Depois da modificação feita, o carro deve passar por vistoria no INMETRO. A vistoria confirma que:

  • A alteração respeita normas técnicas, como altura mínima, dispositivos obrigatórios e dimensões, por exemplo;
  • O serviço foi bem executado;
  • O veículo continua seguro para circular.

Com o relatório aprovado, você é liberado para alterar o documento.

3. Alteração no documento (CRLV/CRV)

Com o laudo do INMETRO, você volta ao DETRAN para emitir o novo documento com a mudança registrada.

Exemplos de alterações que aparecem no documento: “Cor modificada”; “Suspensão modificada”; “Motor substituído”; “Potência alterada”.

Só após a emissão do novo CRLV o carro está 100% regularizado.

Situações que exigem registro de alteração

É preciso legalizar em modificações como:

  • Alterações na suspensão: inclui troca de suspensão original por fixa, suspensão a ar com regulamentação e vistoria,rebaixamento com altura mínima de 10 cm;
  • Mudança de cor: envelopamento total ou pintura que muda a cor;
  • Alterações de motor: quando há aumento significativo de potência ou troca por motor de outra cilindrada;
  • Carroceria e estrutura: quando há instalação de body kits que alterem dimensões, remoção de bancos, transformação para veículos de carga;
  • Faróis e iluminação: alterações no tipo de iluminação (ex.: colocar xenon sem homologação). O mesmo vale para mudança da tonalidade da luz.

O que acontece se não legalizar?

Circular com modificações não registradas é infração grave. As consequências são:

  • Multa de R$ 195,23;
  • 5 pontos na CNH;
  • Retenção do veículo até regularização;
  • Em casos mais sérios, o carro pode ser apreendido.

Se a alteração for proibida, como casos com suspensão regulável, além da multa, o veículo deve ser retornado ao estado original.

Quanto custa tunar um carro?

Tunar um carro pode custar de algumas centenas a milhares de reais, variando conforme o tipo de peça, a marca e a mão de obra. Peças premium e oficinas especializadas elevam o preço, enquanto modificações simples são mais acessíveis.

Modificações estéticas costumam ser mais acessíveis, com alterações visuais de envelopamento, rodas, LED, kits externos, que podem ficar na média de R$ 300,00 a R$ 6.000,00.

Já as modificações mecânicas são mais caras, com upgrades de desempenho que podem ficar entre R$ 800,00 a R$ 20.000,00 e exigem mais cuidado técnico e vistoria.

A maioria das seguradoras aumenta o valor para seguros para carros tunados. A Suhai não encarece o seguro em função de modificações estéticas ou acessórios.

Por que a Suhai é a parceira ideal para quem tem carros tunados

Carros tunados expressam identidade, história e estilo. Cada modificação, seja estética ou mecânica, transforma o veículo em uma peça única, capaz de refletir o gosto, a trajetória e o propósito do proprietário.

E, para quem personaliza o veículo com carinho, ter proteção adequada faz toda a diferença. 

A Suhai entende esse universo: aceita veículos modificados, oferece cobertura nacional, assistência 24h, indenização conforme a tabela FIPE e um processo simples, pensado para quem quer segurança sem complicação.

Ficou com dúvidas ou quer fazer uma cotação sem compromisso? Faça uma simulação agora mesmo e mantenha a segurança do seu carro tunado.

Perguntas frequentes sobre carros tunados

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? A seguir, confira as respostas para as principais questões.

O que significa tunado?

Tunado significa modificado além do padrão original, seja no visual, no som ou no desempenho.

O que é veículo tunado?

Um veículo tunado é aquele que passou por modificações estéticas ou mecânicas para ficar diferente do modelo original. Essas alterações personalizam o visual, o som ou o desempenho, deixando o carro com a cara do dono.

Carros tunados nomes?

Alguns nomes populares de carros tunados incluem modelos como Honda Civic, Volkswagen Gol, Mitsubishi Lancer, Subaru WRX, Nissan 350Z e Chevrolet Chevette.

Motos esportivas: conheça as mais lembradas e saiba como escolher a sua

As motos esportivas são o sonho de muitos apaixonados por motocicletas. É fácil de entender o porquê. Elas proporcionam aquela dose de adrenalina que os motociclistas adoram e dão uma sensação de liberdade incrível!

Além disso, elas atraem motociclistas que buscam um desempenho excelente e uma experiência dinâmica, principalmente em estradas sinuosas, graças ao seu motor potente, ao design aerodinâmico e à tecnologia avançada.

Uma motocicleta esportiva é diferente de uma moto urbana, que é concebida para o uso cotidiano, com foco em conforto, economia, praticidade e facilidade de pilotagem no trânsito, não na velocidade ou na performance esportiva.  

Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber antes de comprar uma moto esportiva e dar dicas para escolher o modelo ideal para o seu caso. Acompanhe!

Motos esportivas: o que saber antes de comprar

Quem tem interesse em adquirir uma moto esportiva precisa considerar o custo mais elevado do veículo e os gastos extras. Além disso, deve saber que os modelos esportivos exigem habilidades avançadas e que a pilotagem mais inclinada para a frente pode causar desconforto em quem não está habituado.

Outro ponto muito importante é que também é necessário ter um bom seguro para moto.

Confira, em detalhes, o que considerar:

  • Custo do veículo: por se tratar de motos de alta performance, seu preço tende a ser mais elevado. Embora seja possível encontrar motos esportivas baratas, não dá para negar que o preço de motos esportivas é uma barreira para muitas pessoas;
  • Gastos extras: são mais altos do que com motos convencionais. Por exemplo, no caso do combustível, modelos esportivos costumam rodar apenas 12 quilômetros por litro;
  • Segurança e manutenção: equipamentos de segurança, como luvas, capacete e botas precisam entrar no cálculo. Peças e manutenção também têm valores mais altos do que as de motos convencionais;
  • Curso de pilotagem esportiva: para quem deseja tirar proveito máximo da máquina.

As habilidades avançadas de pilotagem também podem ser um desafio. Devido à alta potência, ao controle preciso e à posição de pilotagem agressiva, motos esportivas são indicadas para motociclistas experientes.

A pilotagem inclinada para frente também pode causar algum desconforto para quem não tem o costume de conduzir dessa maneira, principalmente em trajetos longos. Isso exige do motociclista um bom condicionamento físico.

E, é claro, não adianta ter a melhor moto esportiva do mundo e não ter seguro! Vale lembrar que o seguro para motos esportivas costuma ser um pouco mais caro, já que elas estão sujeitas a mais riscos.

Moto esportiva para iniciantes: como escolher sem erro

Para escolher a primeira moto esportiva, é preciso levar em conta aspectos como cilindradas, ergonomia, peso e facilidade de pilotagem. Veja cada uma delas:

  • Cilindradas: para iniciantes, motos esportivas entre 250cc e 400cc são as melhores opções. Afinal, elas equilibram potência e facilidade de controle, e permitem um aprendizado seguro, sem comprometer a experiência esportiva;
  • Ergonomia: é importante escolher uma moto com postura que o motociclista consiga manter confortavelmente. Vale priorizar os modelos com assento não muito alto e posição que não prejudique as costas e os punhos;
  • Peso: uma moto mais leve facilita manobrabilidade e ajuda no controle, principalmente para pilotos iniciantes;
  • Facilidade de pilotagem: motos com sistemas como controle de tração, embreagem assistida e eletrônica de apoio tornam a pilotagem mais suave e segura, e são boas opções para quem está começando.​

Mas, com tantas opções no mercado, como escolher o ideal? Confira quais são os principais modelos de entrada na atualidade:

  • Yamaha YZF-R3;
  • Kawasaki Ninja 400;
  • Honda CBR 500R;
  • KTM RC 390;
  • Suzuki GSX250R.

Todas essas são motos de entrada interessantes, de marcas renomadas e confiáveis.

Já se a ideia for comprar uma moto esportiva seminova, é preciso tomar alguns cuidados, como:

  • Verifique o histórico de manutenção e a procedência;
  • Cheque o estado da suspensão, dos freios e dos pneus;
  • Avalie as condições do motor, da embreagem e do sistema elétrico;
  • Consulte o chassi para garantir que não tenha havido sinistros graves;
  • Prefira motos de pequenos proprietários e evite aquelas com muitos donos.

Esporte com moto: modalidades e diferenças para motos de rua

Os esportes com moto envolvem diferentes modalidades que exploram o desempenho das motos de competição em pistas especialmente preparadas.

As motos de rua são feitas para o uso cotidiano, enquanto as motos de competição são preparadas para alcançar máxima performance, com ajustes em motor, suspensão, freios e aerodinâmica, visando velocidade, controle e resistência em ambientes de pista.

A principal diferença é que as motos de corrida para competição precisam ser adaptadas visando ao menor peso e à melhor aerodinâmica. Assim, são retirados retrovisores e carenagens, por exemplo.

Elas são projetadas para o uso exclusivo em pista, com pneus, suspensão, motor e freios otimizados para alto desempenho, com menor preocupação com conforto ou durabilidade em ruas e estradas.

Já as motos de rua priorizam conforto, segurança e conformidade legal para o dia a dia, sem o mesmo nível extremo de ajuste ou potência.

E se a sua intenção em comprar uma moto esportiva é se aventurar no mundo dos esportes, existem várias modalidades radicais, como:

  • Motovelocidade: esporte que consiste em corridas de motos de alta performance em circuitos de pista fechados, com motos específicas e pilotos altamente treinados;
  • Superbike: competição de motos esportivas baseadas em modelos de rua, mas modificadas para alta performance e segurança em pista;
  • Track Day: evento em que motociclistas amadores ou profissionais levam suas motos de rua ou de competição para pilotar em pistas, buscando desfrutar do desempenho máximo da máquina em segurança, sem caráter oficial de corrida. 

Marcas mais lembradas de moto esportiva

As marcas de motos esportivas mais aclamadas e lembradas pelo público são:

  1. Harley Davidson;
  2. BMW;
  3. Honda;
  4. Yamaha;
  5. Ducati;
  6. Suzuki;
  7. Kawasaki;
  8. KTM;
  9. Shineray;
  10. Moto Triumph.

Elas são referências por sua tradição, inovação tecnológica, qualidade, desempenho e ligação emocional com os motociclistas. Confira:

Moto Harley Davidson esportiva

Conhecida pelos veículos luxuosos, a Harley Davidson é uma icônica marca norte-americana, e tem motos para todos os gostos, desde o clássico até o despojado.

A marca é conhecida pelo estilo cruiser e por motos customizadas. Apesar de não focar exclusivamente em motos esportivas, é referência em robustez, som característico e cultura biker. O público valoriza tradição, design clássico e experiência única na pilotagem.

A Harley esportiva modelo V-Rod foi concebida em parceria com a Porsche e é sucesso absoluto!

Moto esportiva BMW

Fabricante com mais de um século de história, começou a fabricar motos em 1923 e se tornou famosa por motos premium que combinam tecnologia de ponta, conforto e performance.

A BMW é referência em motos esportivas de alta cilindrada, como a linha S 1000 RR, que alia potência a eletrônica avançada (ABS, controle de tração). O público busca na marca qualidade alemã, inovação e versatilidade.

A esportiva BMW R 17 foi considerada uma das motos mais rápidas antes da Segunda Guerra Mundial. Lançada em 1935, apresentava o primeiro garfo telescópico hidráulico na suspensão dianteira.

Motos esportivas Yamaha

A Yamaha é uma marca japonesa famosa por motos esportivas dinâmicas e tecnologicamente avançadas como a Yamaha YZF-R3 e R1. Seus consumidores valorizam a performance, o design agressivo e os bons resultados em competições, além da durabilidade e da inovação.

A moto esportiva Yamaha RD 350 foi a primeira da categoria a ser fabricada no Brasil, em 1986. Atingia a marca de 200 quilômetros por hora, produzindo 55 cv de potência, e ficou em linha até o início da década de 90.

Um dos modelos que deixou saudade é a XJ6 esportiva, que foi descontinuada no início de 2019.

Moto Ducati esportiva

A tradicional marca italiana nasceu fabricando componentes para rádio e hoje tem as motos mais amadas do mundo. É um símbolo de motos esportivas de alta performance, design arrojado e inovação em engenharia.

A Ducati é desejada por sua exclusividade, motores potentes (desmodrômicos) e uma estética incomparável.

No Brasil, a marca lançou em 2014 uma esportiva em homenagem ao piloto Ayrton Senna: as 161 unidades da Ducati 1199 Panigale S Senna chegaram ao mercado com o valor de R$ 100 mil cada.

Motos esportivas Honda

A Honda é uma das maiores fabricantes de motos esportivas do mundo, reconhecida pela confiabilidade e desempenho equilibrado. Suas séries esportivas (CBR500R, CBR1000RR) são populares pela facilidade de pilotagem, manutenção acessível, boa potência e ampla rede de suporte.

A primeira motocicleta com motor de quatro cilindros e série com freio a disco e partida elétrica foi apresentada em 1969, no Salão de Tóquio.

A moto Honda esportiva CB 750 Four foi a pioneira e inspirou uma geração de motocicletas, inclusive de outras marcas. Em 1983, a empresa lançou a moto esportiva Honda CB 450 Esporte, com carenagem de farol pequena e traseiro com um disco simples grande.

A moto Titan Sport foi apresentada em 2013, restrita apenas para competições em circuitos, e a linha da CB 500 esportiva foi apresentada em 2019, no Salão Duas Rodas.

Suzuki esportiva

A Suzuki é uma empresa japonesa conhecida por motos esportivas rápidas e acessíveis, como a GSX-R series. Os usuários apreciam a combinação de preço competitivo, desempenho sólido e durabilidade comprovada.

Em 1981, ao lançar a moto esportiva Suzuki Katana, a marca definiu o design das motos esportivas. O modelo tinha 650 cilindradas e semi-guidões e pedaleiras recuados.

Kawasaki esportiva

A Kawasaki é uma marca que oferece motos esportivas com altíssima performance, como a Ninja ZX-10R, além de tecnologia de ponta. Seu público valoriza a velocidade, a robustez, a esportividade extrema e boas performances em competições.

As primeiras motos foram fabricadas em 1955 e a Kawasaki Ninja é considerada uma das melhores famílias de motos já produzidas. 

KTM esportiva

A KTM é uma marca austríaca focada em motos esportivas e off-road, reconhecida por inovação e alta performance em categorias como motocross e superbike. Os motociclistas encontram nela motos ágeis, leves e potentes, com design moderno e componentes premium.

O ano de 1980 foi muito importante para a marca: além de mudar o nome para “KTM Motor-Fahrzeugbau KG”, começou um intenso desenvolvimento de modelos esportivos.

Shineray esportiva

Shineray é uma marca chinesa que tem crescido no mercado. Ela se destaca por oferecer motos acessíveis, com um bom custo-benefício, e atrai um público que busca motos esportivas para iniciantes, com preços competitivos e manutenção simples.

A empresa apresentou em 2011 a esportiva Racing, com carenagem integral de 200cc e motor monocilíndrico de 197,8 cm³.

Moto Triumph esportiva

Trata-se de uma marca britânica que une tradição e modernidade, com motos de estilo esportivo clássico e moderno. Ao comprar uma moto da marca, o motociclista espera encontrar exclusividade, engenharia refinada e uma estética icônica.

A primeira moto da Triumph foi lançada em 1902 e não parou de fabricar modelos que se tornaram verdadeiros clássicos. A Daytona 675 SE é uma superesportiva, considerada por muitos a mais bem concebida pela fabricante britânica.

Quais são as melhores motos esportivas?

Já comentamos sobre as melhores motos esportivas para iniciantes. Mas e para o público geral? A escolha deve levar em conta a cilindrada, o custo-benefício da moto, entre outros fatores.

Confira a seguir quais são os modelos mais indicados para quem quer adquirir uma moto esportiva de qualidade:

  • BMW S 1000 RR;
  • Honda CBR 650F;
  • Suzuki GSX-S 1000F;
  • Honda CBR 1000RR.

Qual o valor de uma moto esportiva?

O valor médio de uma moto esportiva no Brasil varia bastante conforme a cilindrada, a marca e a tecnologia utilizada, indo de cerca de R$ 20.000 para modelos de entrada até acima de R$ 100.000 para motos topo de linha.

Alguns modelos em alta são a Yamaha YZF-R3, a Ducati Monster 797, a Honda CBR 650R e a BMW S 1000 RR.

Confira a seguir um quadro com os valores dos principais modelos do mercado:

MarcaModeloCilindrada (cc)A partir de (R$)
YamahaYZF-R332135.668
HondaCBR 650R64958.270
DucatiPanigale V4 S1.103200.000
BMWS 1000 RR999139.900
KTMRC 39037336.990
TriumphStreet Triple76574.190
SuzukiGSX-R 1000 R999109.700
Harley DavidsonSportster S1250125.900
ShineraySBM 250 Sport25023.490

Quanto custa manter uma moto esportiva

Entre os principais gastos que se tem com uma moto esportiva estão o consumo elevado de combustível, a necessidade de investir em peças esportivas como pneus e pastilhas, bem como o custo de manutenção e a revisão da moto. Além disso, há que se considerar o valor do seguro, que costuma ser mais caro.

Para motociclistas que buscam proteção simples e acessível, a melhor opção é escolher um seguro para motos esportivas da Suhai Seguradora, pois o valor chega a ser até 60% menor do que o praticado em outras empresas tradicionais.

Proteção completa para sua moto esportiva é com a Suhai Seguradora

Não dá para negar que as motos esportivas chamam bastante atenção, e isso aumenta a preocupação com furtos e roubos. Por isso, é imprescindível fazer um bom seguro de moto. Mas qual é o seguro para moto esportiva mais barato? E quais seguradoras aceitam essa modalidade?

A Suhai é uma seguradora que aceita motos de todos os tipos, inclusive as esportivas e oferece proteção contra roubo acessível e simples para quem quer rodar por aí com toda a tranquilidade. 

Entre os diferenciais da empresa estão a aceitação ampla, a contratação 100% digital, o custo-benefício e a assistência 24h.

Quer ver na prática tudo o que a Suhai Seguradora pode fazer por você? Então faça uma cotação de seguro de moto gratuita e sem compromisso.

Perguntas frequentes sobre motos esportivas

Ficou com alguma dúvida a respeito de motos esportivas ainda? Então verifique se ela está respondida abaixo.

Quais são as melhores motos esportivas?

As melhores motos esportivas são aquelas que equilibram desempenho, tecnologia, conforto e custo-benefício, como a Yamaha YZF-R3, a Kawasaki Ninja 400, a Honda CBR 650R, a Ducati Panigale V4 S e a BMW S 1000 RR.

Quais são as melhores motos esportivas de 600cc para iniciantes?

As melhores motos esportivas de 600cc para iniciantes são Honda CBR 650R, Kawasaki Ninja 650 e Yamaha YZF-R6.

Quais são as melhores motos esportivas até R$ 30 mil?

As melhores motos esportivas até R$ 30 mil são Yamaha YZF-R3, Kawasaki Ninja 400, KTM RC 390 e Shineray 250 Sport.

Trava de disco: como funciona, quando usar e por que não substitui um seguro de moto

O termo “trava de disco” vem ganhando cada vez mais adeptos frente à crescente ameaça de furtos e roubos a motocicletas pelo país. 

Se por um lado a motocicleta é um veículo que atrai cada vez mais pessoas por conta de suas vantagens, por outro a falta de segurança já virou virou dor de cabeça constante dos motociclistas.

Continue a leitura para entender como funciona a trava de disco e como esse acessório ganhou espaço no mercado. 

O que é uma trava de disco

A trava de disco de moto é um acessório antifurto feito para imobilizar o disco de freio das motocicletas. Ela impede que a moto entre em movimento, dificultando a ação de criminosos oportunistas e chamando atenção em tentativas de força.

Funciona como um cadeado, por isso também é conhecida como “cadeado para disco de moto”: você posiciona a trava no disco de freio e ela impede o giro da roda.

A trava de freio é um recurso mecânico complementar a outras formas de proteção, muito útil no dia a dia em situações simples como estacionar na rua ou fazer pequenas paradas. 

Mas atenção: a trava ajuda, mas não resolve todos os problemas!

Para que serve uma trava de disco?

Na prática, a trava de disco impede que a moto seja empurrada ou ligada rapidamente, dificultando a movimentação da moto em situações de perigo, como  tentativas de furto em paradas rápidas, áreas com maior circulação ou estacionamento na rua.

Ela é uma camada a mais de proteção, proporcionando mais segurança ao estacionar, mas não substitui o seguro de moto, que, como os da Suhai, oferece proteção contra furto, roubo, perda total, terceiros, além de assistência 24h. 

Trava de disco com alarme

Existe no mercado a trava disco com alarme integrado no cadeado, que emite som ao detectar movimentação, como em furtos rápidos. Ela vale a pena se usada como complemento à segurança da moto.

Embora algumas pessoas usem um objeto de proteção, é importante saber que a trava de disco nunca deve ser enxergada como a solução principal, pois não impede o furto e não garante proteção financeira ao proprietário no caso desse incidente.

A forma mais completa de cuidado ao seu veículo é o seguro de moto, que oferece uma cobertura pensada para o taxista/motociclista/entregador, garantindo a proteção real da moto e do piloto.

Trava de disco x cadeado comum: diferenças na prática

Se você está pesquisando por trava de disco para moto, é possível que tenha escutado relatos de pessoas que improvisaram usando um cadeado comum, com ou sem corrente, para exercer a mesma função.

Cuidado! Um cadeado no disco de freio que não é específico para essa finalidade não deve ser utilizado pelo simples fato de ser fabricado com um material de qualidade inferior, menos reforçado, podendo, assim, ser quebrado com mais facilidade.

Fato é que nenhuma das opções consegue deter assaltantes ou até mesmo o furto do veículo.

Conheça mais sobre alarme para moto, cadeado e trava para moto em nosso blog.

Trava de disco vale a pena? 

Independentemente do acessório escolhido, seja a trava de disco com ou sem alarme, ou mesmo um cadeado comum, as ações criminosas continuam aumentando. Alguns, inclusive, já conhecem técnicas para destravar qualquer tipo de mecanismo.

Isso significa que dispositivos como estes reduzem as chances de movimentação da roda, mas não impedem que furtos aconteçam, e não são efetivos em caso de assaltos, por exemplo.

As travas podem sim retardar a situação ou até mesmo inibir alguns furtadores, mas é preciso lembrar que elas mesmo assim não são garantia de segurança da moto

A melhor saída sempre é contratar um seguro, pois ele garante o pagamento do valor do veículo em caso de perda definitiva por roubo ou furto.

Entenda como funciona uma franquia de seguro e quando é vantajoso utilizá-la.

Seguro de furto e roubo: o aliado que falta

Com um seguro de furto e roubo como o da Suhai Seguradora, você paga um valor mais acessível e ainda tem assistência 24h em qualquer lugar do Brasil. Este seguro também aceita qualquer tipo de moto, independente do ano, marca ou modelo, facilitando ainda mais a adesão.

Em situações de sinistro, você terá toda a assistência de uma central para localizar o seu veículo e caso não haja sucesso poderá acionar a cobertura. 

Lembrando que, com seguro ou não, é muito importante não reagir a nenhum assalto. Lembre-se que sua vida está sempre em primeiro lugar!

Limitações da trava de disco que ninguém conta

Embora seja útil no dia a dia, existem situações em que a trava de disco não funciona bem. Em furtos planejados, por exemplo, criminosos podem levantar a moto e colocá-la em uma caminhonete ou carregá-la manualmente, já que o bloqueio da roda não impede esse tipo de transporte.

Além disso, existem ferramentas que conseguem cortar o disco, remover a peça ou até romper travas mais simples. 

Por isso, a trava de disco deve ser usada como parte de um conjunto de proteções, nunca como única defesa.

Trava de disco e segurança da moto: o que realmente vale a pena

A trava de disco é uma aliada importante na prevenção de furtos, reduzindo a chance de ataques oportunistas, porém, ela atua apenas como uma camada de proteção limitada.

Por isso, é indispensável complementar esse cuidado com algo que realmente garanta tranquilidade em qualquer situação: um seguro personalizado.

Com a Suhai, você pode ter um seguro acessível, que cobre até 100% da tabela FIPE, aceita qualquer moto e ainda oferece assistência 24h, trazendo segurança e a certeza de que você nunca estará sozinho na estrada. 

Então não perca tempo. Fale com os nossos especialistas e faça uma cotação gratuita hoje mesmo! 

Perguntas frequentes sobre trava de disco

Ainda ficou com dúvidas sobre o assunto? Então, confira as respostas para as perguntas mais comuns.

Qual a trava mais eficiente para moto?

As travas mais eficientes são as travas de disco com alarme, mas, por si só, não garantem a segurança da moto e do piloto.

Qual a melhor trava, carneiro ou multilock?

A trava “carneiro” costuma ser mais resistente a cortes e deslocamentos do que uma trava “multilock” simples. O ideal é avaliar a qualidade, material e se combina com alarme ou trava de disco.

O que é freio a disco?

O freio a disco é um sistema que usa um disco metálico preso à roda e uma pinça com pastilhas que pressionam esse disco para gerar frenagem. Ele oferece mais eficiência, especialmente em altas velocidades e em situações de emergência.

Seguro para táxi: como funciona e como contratar?

Mesmo que não seja tão comum, o seguro para táxi é uma proteção indispensável para quem transforma o carro em instrumento de trabalho. No dia a dia do taxista, colisões, roubos, furtos e panes podem tirar o veículo de circulação e cada hora fora das ruas significa dinheiro perdido. 

Por isso, a necessidade de contar com um bom seguro. Além de proteger contra sinistros, o seguro para táxi ajuda o motorista a planejar a manutenção, controlar custos e manter a confiança do passageiro.

Neste conteúdo você vai entender quando o seguro é indicado, por que o preço pode variar para táxis, quais diferenças existem em relação aos carros de passeio e muito mais. Boa leitura!

Táxi é obrigado a ter seguro?

Ao contrário do que parece, o táxi não é obrigado a ter seguro. A legislação não exige um seguro obrigatório para táxi, além do Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP), que é obrigatório para os taxistas. 

Mesmo assim, a maioria dos taxistas opta por contratar algum nível de proteção do veículo, justamente porque o risco diário é bem mais alto que o de um carro particular.

Como o táxi circula o dia inteiro, em diferentes regiões e horários, muitas vezes transportando passageiros desconhecidos, acaba aumentando a exposição a colisões, roubos e furtos, situações que podem deixar o motorista sem trabalhar por dias ou semanas.

É aí que o seguro contra roubo para táxi e outras coberturas fazem diferença: reduzem o impacto financeiro, garantem continuidade da atividade e reforçam a proteção do taxista.

Seguro para taxista é mais caro?

Não necessariamente, mas é comum que em muitas seguradoras, o preço do seguro para táxi seja maior do que para carros de passeio. Isso acontece porque o uso comercial aumenta a circulação diária, a quilometragem e a exposição do veículo a riscos como colisões, furtos e roubo. 

Ou seja, quanto mais o carro roda, maior a probabilidade de sinistro e o valor da apólice reflete esse risco. 

No entanto, a Suhai oferece um modelo mais simples e acessível, pensado para o que o seguro do taxista seja até 60% mais barato do que em outras seguradoras, e sem burocracia. Aqui, o cálculo não penaliza o profissional pelo uso intenso do táxi, mantendo o valor do seguro auto táxi justo e competitivo. 

Além disso, a contratação é direta e rápida, permitindo que o taxista garanta proteção diária sem complicações e com a confiança de receber cobertura completa em caso de sinistro.

Dessa forma, o profissional consegue equilibrar proteção veicular para táxi e custo, mantendo o veículo sempre ativo na rotina de trabalho.

Diferença no seguro para táxi

É comum os proprietários de táxi se depararem com algumas diferenças entre segurar um táxi e um carro de passeio. A principal diferença do seguro para taxista diz respeito ao valor pago em caso de sinistro.

Na maioria das seguradoras, o reembolso chega a até 75% da Tabela FIPE. Essa variação acontece porque alguns veículos são adquiridos por preço menor que o de mercado devido à isenção fiscal, e muitas seguradoras entendem que o reembolso também não precisa ser integral.

Além disso, o uso profissional do veículo impacta o cálculo do seguro: a quilometragem diária, o tempo de circulação nas ruas, o perfil do motorista e a exposição maior a riscos influenciam o preço do seguro auto comercial.

Mas, diferente de outras seguradoras, a Suhai oferece cobertura que pode chegar a 100% da Tabela FIPE, mantendo a proteção completa do veículo mesmo com uso intenso. 

Tabela FIPE e sua importância no seguro para táxi

Para determinar o valor do automóvel segurado, assim como o que vai ser pago em caso de sinistro, as corretoras de seguro recorrem à tabela FIPE, que é um índice de referência do preço médio dos carros no Brasil

O valor é baseado em pesquisas de mercado realizadas pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Esta tabela é tão importante que até o cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores é baseado nela.

Vale destacar também que a variação da cobertura FIPE nos seguros de veículos acontece por diversos fatores, como:

  • Modelo e marca do veículo;
  • Estado de conservação;
  • Região de circulação;
  • Procedência;
  • Histórico;
  • Instalação de dispositivos de segurança, entre outros.

A Suhai cobre até 100% do valor da tabela FIPE

Na Suhai, o nosso seguro para táxi garante cobertura de até 100% da Tabela FIPE, sem burocracia e com aceitação ampla para todos os veículos, independentemente de marca, ano ou tipo de uso. 

Isso significa que você pode trabalhar protegido contra roubo, furto e colisões, mantendo a rotina ativa sem preocupação com prejuízos financeiros.

Além da cobertura completa, o seguro Suhai táxi inclui assistência 24h em todo o país, com serviços como:

  • Guincho;
  • Chaveiro;
  • Transporte domiciliar;
  • Auxílio mecânico. 

O processo de contratação é simples, direto e transparente, pensado para que o você possa escolher a proteção que faz sentido para sua rotina, sem taxas escondidas ou exigências complexas.

Além disso, oferecemos um seguro acessível para táxi, combinando preço justo com proteção ampla, e garantindo que todos os veículos usados profissionalmente sejam aceitos, bastando informar corretamente a finalidade na ficha de cadastro. 

É a forma de unir proteção para taxistas com confiança e praticidade, permitindo que você siga com seu trabalho sem interrupções.

Seu táxi mais seguro com a Suhai

Agora que você já sabe que ter um seguro para táxi é uma forma de manter seu trabalho ativo, mesmo diante de colisões, furtos ou panes, que tal conhecer o seguro da Suhai?

Com ele você garante que seu veículo continue circulando e sua rotina de trabalho não seja interrompida, mantendo renda e tranquilidade. Aqui, você encontra coberturas até 60% mais baratas do que outras empresas, sem burocracia e com atendimento humanizado. 

É só informar corretamente a finalidade do veículo na ficha de cadastro para acessar todas as vantagens de um seguro auto Suhai, pensado especialmente para quem depende do táxi para trabalhar.

Quer proteger seu táxi com segurança e preço justo? Faça uma cotação rápida e gratuita e descubra como a Suhai oferece proteção veicular para táxi completa, prática e acessível!

Perguntas frequentes sobre seguro para táxi

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.

Quais seguros são obrigatórios para taxistas?

O seguro obrigatório para taxistas é o Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (APP). Outros seguros, como proteção contra roubo ou colisão, são recomendados, mas não exigidos por lei.

O seguro cobre o seguro de táxi?

Sim, o seguro para táxi da Suhai cobre roubo, furto e colisões, garantindo proteção completa do veículo usado profissionalmente.

Quanto a seguradora paga para o táxi?

Depende. Na Suhai, a cobertura chega a 100% do valor da Tabela FIPE, garantindo indenização integral mesmo com uso comercial intenso, diferente de outras seguradoras.

Como economizar no seguro de carro: 10 dicas práticas

Saber como economizar no seguro de carro é uma preocupação da maioria dos proprietários de veículos. Afinal, não dá para ignorar os riscos de ser furtado ou roubado, ou de sofrer um acidente e ficar sem respaldo.

Felizmente, tem como conseguir um seguro com valor de apólice reduzido, mas sem negligenciar a proteção de seu patrimônio. Existem maneiras simples de pagar menos ajustando a cobertura contratada, avaliando hábitos de uso, comparando opções disponíveis no mercado e entendendo os fatores que formam o preço.

Neste artigo, vamos analisar quais são os principais fatores que influenciam no valor da apólice e trazer dicas para reduzir o valor do seguro. Acompanhe!

Por que o valor do seguro varia tanto?

O valor do seguro de carro varia bastante porque é calculado com base em múltiplos fatores que influenciam o risco e o custo de proteção, como o perfil do motorista, o histórico de direção, a região, o modelo do carro e o perfil de uso. Entender esses aspectos ajuda a identificar onde há chance real de economizar.

Veja em detalhes cada um deles:

  • Perfil do motorista: em geral, motoristas mais velhos, com mais experiência com a direção e mais tempo de CNH representam menos risco para as seguradoras. Portanto, pagam menos. Já os motoristas mais jovens, representam um risco maior, e, assim, pagam mais;
  • Histórico de direção: se o motorista já tiver se envolvido em acidentes ou outros tipos de sinistros, tende a pagar mais caro porque as seguradoras entendem que o risco de isso tornar a acontecer é maior;
  • Região: moradores de regiões com um alto índice de roubo, por exemplo, provavelmente pagarão mais caro no seguro, já que as chances de roubo ou furto do veículo são potencialmente maiores;
  • Modelo do carro: carros mais visados por criminosos, com peças caras ou difíceis de encontrar, têm seguros mais altos. Veículos mais novos também tendem a ter custo maior de seguro por conta da reposição mais cara de peças;
  • Perfil de uso do veículo: carros usados diariamente, para trabalho ou transporte comercial, apresentam maior risco. Consequentemente, o seguro é mais caro.

Por fim, a cobertura escolhida é decisiva para o cálculo do valor do seguro. Seguros básicos, com cobertura essencial, custam menos. Em contrapartida, coberturas completas, com assistência 24h e outros adicionais elevam o valor da apólice.

O que deixa o seguro mais caro?

Existem vários fatores capazes de encarecer o valor do seguro. Alguns dos principais são coberturas amplas sem necessidade, carro muito visado, ausência de garagem, quilometragem alta, itens não declarados e falta de rastreador.

Confira:

  • Coberturas extras: como carro reserva, assistência 24h, proteção para terceiros e danos materiais extensivos, fazem o prêmio do seguro ficar mais caro. Afinal, a seguradora assume mais riscos e tem mais despesas em potencial;
  • Carros mais visados: alguns modelos de veículos são mais frequentemente roubados ou furtados, o que eleva o risco para a seguradora. Carros populares, esportivos e de alto valor, com alto índice de roubo registrado, sempre têm seguros mais caros, pois há maior probabilidade de sinistro;
  • Ausência de garagem: guardar o carro na rua, em estacionamento aberto ou em locais sem controle aumenta o risco de furto, roubo ou danos;
  • Quilometragem anual alta: veículos que rodam muito estão mais expostos a acidentes e ao desgaste, o que aumenta o risco para a seguradora;
  • Uso diário do automóvel: válido principalmente para carros  usados para trabalho ou viagens recorrentes;
  • Itens não declarados: a instalação de acessórios como som automotivo, rodas especiais, ou alterações não informadas à seguradora podem encarecer o seguro ou até inviabilizar a cobertura. Afinal, isso é considerado um risco adicional e pode influenciar o valor de reposição do veículo;
  • Veículos sem rastreador ou dispositivos de segurança: são mais difíceis de recuperar em caso de roubo. 

Como diminuir o valor do seguro do automóvel?

Existem várias maneiras de reduzir o valor do seguro automotivo. Algumas delas são ajustar a franquia do seguro, escolher bem a cobertura contratada, fazer uma simulação de seguro em várias seguradoras, solicitar cotação para diversos cenários, comprar um carro menos visado, dirigir com cuidado, entre outros.

A seguir, confira 10 dicas de como conseguir um seguro auto barato e economizar muito!

1. Escolha apenas coberturas alinhadas ao seu dia a dia

Fique de olho para não pagar mais que o necessário ao procurar um seguro bom e barato para carros

Priorize analisar o que realmente você usa, como carro reserva, assistência 24h, guincho e serviços extras, e retirar o que não se aplica para reduzir consideravelmente o preço da apólice.

2. Ajuste a franquia conforme o seu perfil de uso

Uma franquia desalinhada com seu perfil de uso pode estar deixando o seguro do carro mais caro do que deveria. Em algumas situações, aumentar a franquia pode deixar o custo da apólice mais barato. 

É esse o caso, por exemplo, de quem dirige pouco ou tem um histórico de baixa sinistralidade.

3. Simule o seguro em diferentes seguradoras

Planejar bem antes de escolher o seu seguro é indispensável para fazer o melhor negócio. Por isso, é importante pesquisar várias seguradoras, fazer cotações com cada uma delas, pedir cenários diferentes de franquia e coberturas e comparar os valores antes de contratar.

Assim, você conhece melhor quais coberturas cada seguradora oferece e qual o valor cobrado por elas. 

Você vai se surpreender ao ver que, para o mesmo modelo de veículo, os valores variam bastante entre diferentes seguradoras, e que a Suhai oferece seguros até 60% mais baratos do que outras empresas do mercado.

4. Escolha um modelo de carro com menor índice de roubo

A marca e o modelo do carro influenciam no preço da seguradora. Isso acontece porque alguns modelos apresentam um maior risco de roubo por serem mais cobiçados no mercado.

Os modelos com menor índice de roubo costumam ter seguro mais barato. Por isso, vale a dica de pesquisar o índice antes de comprar seu próximo veículo.

Carros mais antigos também costumam ter um seguro mais caro devido ao maior custo de manutenção, principalmente pela dificuldade de encontrar peças novas. 

5. Preencha o formulário com atenção e sinceridade

Preencher os formulários das seguradoras pode não ser a tarefa mais divertida do seu dia, mas fazer essa etapa com cuidado pode ser decisivo para conseguir um seguro de carro mais em conta.

Detalhes como a quilometragem média de rodagem e quem faz uso do veículo no dia a dia fazem toda a diferença na hora de conseguir um melhor preço na apólice.

O mesmo vale para a hora da renovação do seguro. Por exemplo, se você passou a estacionar o carro em uma garagem e não mais na rua durante o trabalho, essa informação pode ajudar a diminuir o preço do seu seguro

Por isso, na hora de preencher as informações, fique de olho nos detalhes que podem fazer a diferença para você economizar.

Cabe ressaltar que prestar informações incorretas pode encarecer o seguro ou até impedir o pagamento de indenização. Por isso, vale a pena revisar o endereço, o perfil do motorista e a quilometragem média para garantir que esteja tudo certinho.

6. Mantenha o bônus e evite acionar o seguro sem necessidade

O bônus da seguradora reduz o valor do seguro e traz desconto a cada renovação sem sinistro. O ideal, portanto, é evitar acionar o seguro em casos insignificantes que prejudicariam a classe de bônus.

7. Mantenha o carro guardado na garagem sempre que possível

A região onde o carro fica estacionado por longos períodos influencia no valor do seguro. Carros guardados em garagem têm menor risco de roubo e, portanto, uma apólice de valor reduzido. Então, sempre que puder, mantenha seu carro protegido na garagem.

8. Dirija com cuidado para manter um bom histórico

Multas, acidentes e acionamentos frequentes do seguro aumentam o risco percebido pela seguradora e, consequentemente, o valor da apólice. Nesse sentido, manter um histórico limpo reduz o valor da apólice ao longo dos anos.

9. Pague à vista quando possível

As seguradoras costumam oferecer desconto no pagamento à vista. A dica aqui é comparar o valor total parcelado x o valor à vista antes de decidir a melhor opção para o seu caso. Muitas vezes, o parcelamento acaba não compensando se você dispuser do dinheiro para pagar à vista.

10. Atualize informações sempre que houver mudança no uso

Por fim, fique atento a eventuais alterações na rotina de uso do carro, uma vez que mudança de endereço, tipo de uso ou novos condutores são fatores que impactam o cálculo do seguro. Fazer a atualização e manter o cadastro correto evita cobranças maiores no futuro.

Como economizar no seguro do carro na prática

Como vimos, tem como economizar no seguro do carro adotando algumas medidas simples, como dirigir cuidadosamente, simular o valor do seguro em várias seguradoras, manter o cadastro atualizado, preencher o formulário atentamente e escolher a cobertura ideal para o seu perfil.  

Se você busca proteção para seu veículo, mas não quer estourar o orçamento, faça uma simulação na Suhai e obtenha uma cotação gratuita e personalizada!

Perguntas frequentes sobre como economizar no seguro do carro

E aí, ficou com alguma dúvida ainda? Então confira se ela está respondida abaixo!

O que deixa o seguro do carro mais barato?

Diversos fatores podem deixar o seguro do carro mais barato, entre eles uma cobertura adequada ao perfil do condutor, um bom histórico de direção, a comparação de várias cotações e o pagamento do seguro à vista.

Como ter desconto no seguro do carro?

Para obter desconto no seguro do carro, algumas estratégias comuns são: manter um bom histórico de condução, instalar dispositivos de segurança, guardar o carro na garagem, comparar diversas seguradoras e optar por franquias maiores.

Como baixar o valor do seguro?

Para baixar o valor do seguro do carro, as principais práticas são: escolher uma cobertura essencial, manter um bom histórico de direção, fazer uma cotação em várias seguradoras para comparar, entre outras.

Dia do Motociclista: como surgiu, quando e por que é comemorado?

Comemorado no dia 27 de julho, o dia do motociclista, como é popularmente conhecido, homenageia todos que vivem a rotina sobre duas rodas, seja por trabalho, lazer ou mobilidade. 

Reconhecida por lei, a data nasce da mesma paixão que sustenta a cultura no Brasil, marcada por diferentes histórias, estilos de pilotagem e formas de se relacionar com a moto.

Além disso, essa diversidade também traz debates antigos, como as diferenças entre motoqueiro e motociclista, porque essa data foi escolhida, qual a lei que determina ela e muito mais. Neste conteúdo você irá encontrar todas essas respostas! 

De onde vieram os termos motoqueiro e motociclista

Os termos motoqueiro e motociclista surgiram junto com a evolução da cultura da motocicleta no Brasil, ganhando significados diferentes conforme o uso do veículo se popularizou pela mobilidade urbana e pelo lazer. 

Nesse sentido, o termo “motoqueiro” começou a aparecer com força em campanhas e ações de comunicação que retratavam condutas de trânsito, o que acabou influenciando a percepção social do termo.

Já o termo “motociclista” passou a ser associado ao praticante que vive o motociclismo como estilo de vida, participando de grupos como motoclubes, eventos e rotinas sobre duas rodas. 

Com o tempo, as duas palavras seguiram caminhos distintos, mas ambas fazem parte da identidade de quem convive diariamente com a motocicleta.

Qual a diferença entre o motociclista e o motoqueiro?

De forma simples, o motoqueiro é aquele que utiliza a moto principalmente como ferramenta de trabalho no dia a dia, enquanto o motociclista é o piloto que usa a moto como um hobby para lazer ou estilo de vida. 

Mas, vale destacar que hoje esses limites são mais fluidos e é comum encontrar motoristas que se encaixam nos dois papéis.

Porque o dia 27 de julho é o dia do motociclista?

A escolha da data 27 de julho como do dia do motociclista é uma homenagem a Marcus Bernardi, motociclista e mecânico da Honda que faleceu em 1974. Dessa forma, a escolha do dia conecta a história do motociclismo brasileiro à memória de quem viveu intensamente sobre duas rodas.

Com o tempo, 27 de julho se tornou um símbolo para diferentes perfis de pilotos. Mas, foi só em 2024 que essa data ganhou reconhecimento nacional com a Lei 15.006/2024, que oficializou a celebração em todo o país, fazendo dela uma referência para valorizar quem usa o veículo em seu dia a dia. 

O que mudou com a Lei 15.006/2024

Com essa regulamentação, o dia do motociclista passou a ser oficialmente reconhecido em todo o Brasil. Com isso, a data ganhou mais visibilidade e abriu espaço para ações públicas voltadas à segurança, valorização da categoria e fortalecimento da história do dia do motociclista

Na prática, isso permite que órgãos públicos e entidades possam organizar campanhas de segurança no trânsito, ações educativas sobre pilotagem defensiva, eventos culturais ligados à cultura da motocicleta e programas de conscientização voltados à mobilidade urbana.

A oficialização também facilita que municípios e estados criem eventos oficiais, debates e atividades de valorização da categoria, fortalecendo a história do dia do motociclista e destacando o papel social e econômico dos motoristas

Como é celebrada a Semana Nacional do Motociclista

Antes de entender como é celebrada a Semana Nacional do Motociclista é importante saber que ela foi criada pela ABRAM em 2000 como uma extensão das comemorações do dia do motociclista. 

A proposta sempre foi dar mais visibilidade à cultura das duas rodas e promover encontros de motociclistas que fortalecem a união entre pilotos de diferentes perfis. 

Dessa forma, ao longo da semana, é comum em vários estados brasileiros que motoclubes, entidades e órgãos públicos organizem:

  • Eventos motociclísticos;
  • Confraternizações;
  • Passeios;
  • Ações educativas;
  • Campanhas de conscientização sobre segurança,
  • Atividades culturais ligadas ao motociclismo. 

Além disso, a semana acaba criando um grande ponto de encontro já que celebra a cultura da motocicleta, reforça práticas de segurança e aproxima motociclistas de diferentes regiões e estilos de vida.

Vale destacar que a ABRAM também instituiu o Prêmio ABRAM de Motociclismo, criado para reconhecer iniciativas, projetos e pessoas que contribuem para a comunidade motociclista. 

Cultura da motocicleta no Brasil

Como é de se imaginar, a cultura da motocicleta no Brasil mistura liberdade, mobilidade e, claro, a comunidade. Afinal, como já citamos, o motociclismo brasileiro é marcado por diferentes estilos de vida: quem pilota por necessidade, quem usa a moto como ferramenta de trabalho e quem a enxerga como parte da identidade. 

É por isso, que em cada região do país, a relação com as duas rodas muda. Do uso intenso nas cidades grandes, onde a mobilidade exige agilidade, às rotas de estrada que atraem grupos e viajantes.

E, no centro disso tudo, está a comunidade motociclista, que compartilha valores como solidariedade, companheirismo e respeito. Ou seja, é um mundo próprio, com eventos frequentes e uma dinâmica que vai muito além do deslocamento.

Motociclismo para lazer

No lazer, a moto representa liberdade e experiência conquistadas em viagens, passeios em grupo, trilhas, encontros e rotas clássicas. Aqui, o foco aqui está no prazer de pilotar e a sensação de pertencimento à cultura das duas rodas.

Motociclismo como profissão

O motociclismo como profissão é o mais comum que temos. Isso porque para muitos, a moto é parte central da rotina profissional e permite viabilizar entregas, fazer deslocamentos rápidos e atividades que dependem da mobilidade ágil. 

É importante ter em mente que esse uso exige técnica, cuidado e atenção constante ao trânsito, e muitas vezes regulamentação, reforçando o papel econômico do motociclismo no país.

Motoclubes e confraternizações

Por fim, temos os motoclubes que são parte histórica da comunidade motociclista. Esses grupos organizam confraternizações, ações sociais, eventos culturais e viagens que fortalecem vínculos entre pilotos. 

Dessa forma, se tornam espaços onde o motociclismo ganha forma coletiva e onde tradição e estilo de vida se encontram.

Como é o seguro para motos na Suhai

Na Suhai, oferecemos um seguro especial para proteger quem anda de moto a trabalho ou simplesmente por diversão no dia do motociclista e em todos os outros dias do ano. 

Disponibilizamos um pacote que viabiliza a contratação de uma apólice de acordo com o seu perfil, sem burocracia. 

Além da ampla aceitação, o seguro oferece: 

  • Indenização de até 100% da Tabela FIPE;
  • Zero franquia;
  • Atendimento humanizado 24h;
  • Serviços como guincho, chaveiro, troca de pneus, auxílio mecânico e transporte domiciliar.

Você também escolhe o nível de proteção que faz sentido para sua rotina, com valores especiais do seguro de moto. E, independentemente da cobertura, você pode escolher entre os planos de assistência para reforçar sua segurança na estrada.

Então, seja qual for o seu estilo, a Suhai facilita o acesso a um seguro completo e acessível! Quer rodar com mais segurança? Faça sua cotação agora!

Perguntas frequentes sobre dia do motociclista

Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto:

Qual é o Dia Nacional do Motociclista?

O Dia Nacional do Motociclista é comemorado em 27 de julho, data oficializada pela Lei 15.006/2024 e dedicada a todos que vivem a rotina sobre duas rodas.

Quando foi criado o Dia do Motociclista?

A data foi criada oficialmente em oficial em 2024 com a Lei 15.006/2024, mas antes disso, já era celebrada em homenagem a Marcus Bernardi, falecido em 1974. 

Quem é o padroeiro dos motoqueiros?

Apesar de São Cristóvão ser o santo associado aos motoqueiros, é São Rafael Arcanjo que foi adotado por muitos grupos de motociclistas como padroeiro, por representar proteção e cuidado nos caminhos.