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Qual a diferença de seguro de carro para proteção veicular?

Contratar uma proteção para o carro é necessário para quem busca tranquilidade diante de imprevistos como roubos, colisões ou desastres naturais. Mas, na hora de contratar, fica a dúvida: qual a diferença de seguro de carro para proteção veicular?

Embora os dois modelos tenham o mesmo objetivo (proteger seu veículo), eles funcionam de maneiras bem diferentes. 

Neste artigo vamos explicar o que muda entre eles e quais pontos você deve considerar para escolher a melhor opção.

Vamos lá?

Qual a diferença entre proteção veicular e seguro de carro?

Embora ambas tenham assistência e cobertura em casos de sinistro, o seguro auto e a proteção veicular são modalidades diferentes do ponto de vista contratual e operacional:

AspectoSeguro (SUSEP)Proteção veicular (associação/cooperativa)
RegulamentaçãoTotalmente regulamentado e fiscalizado pela SUSEP;Regulamentado desde a Lei Complementar 213/2025, mas fiscalização ainda em fase de implementação;
ContratoApólice formal e com obrigações definidas;Termo de responsabilidade mútua; sem apólice formal padrão;
Cálculo de valorBaseado em análise de risco personalizada (perfil do motorista, histórico, região etc.);Mensalidade + rateio entre associados, sem análise detalhada de risco;
CoberturasCobertura personalizável (roubo/furto, colisão, terceiros, assistência 24h, etc.);Cobertura variável (muitas associações não cobrem terceiros, fenômenos naturais ou acessórios);
IndenizaçãoPrazo máximo: 30 dias após entrega de documentos, conforme regra da SUSEP;Depende da disponibilidade financeira da associação; pode demorar mais;
Previsibilidade e garantiaAlto nível de previsibilidade e respaldo jurídico.Menor previsibilidade; pagamento condicionado ao caixa coletivo.

Apesar de a proteção veicular estar regulamentada por lei desde 2025, ela ainda não é fiscalizada pela SUSEP da mesma forma que os seguros tradicionais. Isso significa que, embora seja legal, a proteção veicular ainda oferece menos garantias.

O que vale mais a pena: seguro ou proteção veicular?

A resposta depende do perfil do motorista, do valor e uso do veículo e do grau de risco envolvido:

  • Se você busca segurança, atendimento estruturado, garantias, previsibilidade e suporte em caso de sinistro, o seguro tradicional é mais confiável. As seguradoras seguem normas específicas da SUSEP, oferecendo previsibilidade de custos e cobertura padronizada;
  • Por outro lado, a proteção veicular pode parecer mais acessível à primeira vista. No entanto, essa economia inicial pode não compensar em situações de sinistro, quando os valores e prazos dependem dos recursos e da governança da cooperativa.

Leia também | Qual a diferença entre seguro e cooperativa? Entenda

Ou seja, se você valoriza ter respaldo legal, cumprimento de prazos e proteção completa, o seguro auto é o que mais compensa no longo prazo, veja:

  • Seguradoras registradas oferecem apólices padronizadas, garantias, coberturas amplas e prazos definidos por lei;
  • A SUSEP garante indenização em até 30 dias, suporte regulatório e estrutura de atendimento consolidada;
  • Para quem busca risco controlado e respaldo total, especialmente em eventos como colisão, danos a terceiros, enchentes, a apólice do seguro é mais confiável.

É seguro fazer uma proteção veicular?

Proteção veicular não é ilegal, mas também não tem as mesmas garantias que um seguro regulamentado. Em caso de desacordo, por exemplo, a resolução de conflitos tende a ser mais difícil. 

Com a Lei Complementar nº 213/2025, a proteção veicular (também chamada de proteção patrimonial mutualista) foi oficialmente regulamentada pela SUSEP. Esse marco legal trouxe avanços importantes, mas a avaliação de segurança ainda exige cautela:

  • Antes de 2025, associações de proteção veicular operavam sem supervisão oficial, mas agora devem se cadastrar na SUSEP, contratar administradoras autorizadas e manter reservas financeiras adequadas;
  • Estão sujeitas à fiscalização, envio de reservas e prestação de contas periódicas, com penalidades previstas para gestão irregular;
  • Como se trata de um contrato de responsabilidade mútua entre associados, a relação é mais frágil do ponto de vista jurídico, mesmo com a regulamentação recente

Portanto, mesmo sendo uma opção válida, a proteção veicular exige uma dose maior de confiança na associação escolhida.

Antes de contratar, é sempre importante ler com atenção o contrato e verificar se a entidade segue as boas práticas previstas na nova regulamentação das cooperativas.

Quais são as desvantagens da proteção veicular?

As principais desvantagens dessa modalidade, são:

  • Coberturas e garantias podem variar de acordo com cada associação; não há padronização como no seguro tradicional;
  • A indenização fica condicionada ao fluxo financeiro da entidade, mesmo com reservas obrigatórias, diferente da apólice fixa do seguro SUSEP;
  • Embora agora regulamentadas, essas entidades ainda precisam estabelecer sua reputação e comprovar capacidade de atendimento eficaz.

O que a proteção veicular não cobre?

Algumas associações de proteção veicular não incluem:

  • Danos a terceiros;
  • Pagamento de multas;
  • Fenômenos naturais (como enchentes ou granizo);
  • Roubo ou furto parcial;
  • Indenização emergencial;
  • Veículo reserva;
  • Itens como som, rodas ou equipamentos;
  • Veículo em região de alto risco.

Esses pontos variam de acordo com o contrato, e a ausência de padronização dificulta a comparação.

O que o seguro auto cobre?

Um seguro geralmente tem a cobertura personalizável. As mais comuns são:

A Suhai Seguradora, por exemplo, é um ótimo exemplo! Se você deseja proteger seu carro contra roubo e furto, danos a terceiros e mais, sem pesar no bolso e sem burocracia, conheça nossas coberturas.

Como escolher entre seguro e proteção veicular?

Até aqui, você já sabe qual a diferença entre seguro e proteção veicular, certo? Agora, veja o que levar em conta antes de decidir entre os modelos:

  • Compare cobertura e custo: leia atentamente e entenda o que está incluído. Ter carro reserva, assistências extras, indenização por perda total, entre outros, podem fazer a diferença;
  • Verifique a regulamentação: sempre busque pelas entidades registradas na SUSEP, isso garante fiscalização, solvência e direitos previstos por lei;
  • Pesquise a reputação e atendimento: busque referências em plataformas como Reclame Aqui, avalie o histórico de pagamento de sinistros e suporte ao cliente;
  • Modelo de governança: proteções mutualistas exigem administradoras e reservas financeiras; pesquise se a cooperativa já está em conformidade.

No caso da Suhai, como seguradora SUSEP, você terá cobertura contratual completa, prazos bem definidos e sinistros analisados com transparência. Tudo isso de forma digital, acessível e responsável.

Na dúvida, conte com o apoio de um corretor ou empresa especializada.

A melhor escolha é a mais transparente!

Agora, você já sabe qual a diferença de seguro de carro para proteção veicular. Os dois têm pontos positivos e negativos. A diferença está no grau de segurança e previsibilidade. 

Enquanto o seguro tradicional oferece garantias amparadas por lei, a proteção veicular ainda carece de padronização, mesmo após a nova regulamentação.

Quer um seguro acessível, confiável e com proteção real? Faça uma simulação com a Suhai e descubra a melhor opção para o seu perfil.

Perguntas frequentes sobre seguro ou proteção veicular

Confira mais dúvidas sobre esse tema:

Qual a melhor opção: seguro ou proteção veicular?

Depende do seu perfil e da sua necessidade de garantias. O seguro oferece mais respaldo legal.

Quais os riscos da proteção veicular?

Indenização condicionada ao caixa, falta de padronização, limitação de cobertura.

Qual a melhor forma de proteger o carro?

Contratar um seguro regulamentado, com apólice clara e proteção ampla.

O que compensa mais, seguro ou proteção veicular?

Seguro compensa mais pela previsibilidade, mas pode ser mais caro.

O que significa contrato de responsabilidade mútua?

Documento que define que todos os associados dividem os custos dos sinistros de forma coletiva.

Carros mais roubados em São Paulo: 10 modelos mais visados e como consultar

Um ranking com os carros mais roubados em São Paulo serve de alerta para quem circula pela capital e pela região metropolitana. Com milhares de ocorrências de furto e roubo no local, o cenário para o cidadão é de urgência de atenção e prevenção.

Por isso, preparamos este artigo, que vai te mostrar o ranking atualizado dos modelos mais visados pelos criminosos em 2025, quais bairros concentram os maiores índices de roubos e um guia para consultar o ranking oficial da SUSEP por meio do Índice de Veículos Roubados (IVR).

Também vamos mostrar como escolher um seguro que faz a diferença, e como a Suhai Seguradora oferece proteção mesmo para veículos considerados de risco.

Boa leitura!

Qual é o carro mais roubado em São Paulo?

O carro mais roubado em São Paulo, e que lidera o ranking de 2025, é o Hyundai HB20. Segundo levantamento recente divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, houve 1.295 ocorrências de roubo ou furto desse modelo na Grande São Paulo só durante o primeiro semestre.

Nesse mesmo período, um total de 40.830 ocorrências foi registrado, e a preferência pelo modelo da Hyundai não é por acaso, pois existem fatores que explicam por que o HB20 se tornou o carro mais visado em São Paulo. Confira:

  • É um dos veículos mais vendidos e populares no Brasil, o que naturalmente aumenta sua exposição ao risco criminal;
  • Peças de reposição costumam ter boa aceitação no mercado paralelo, e isso facilita os serviços de desmontagem e revenda;
  • Porte, valor de revenda e manutenção relativamente acessível fazem com que o carro seja atraente para criminosos que buscam lucro rápido.

Quais são os carros mais roubados em São Paulo?

Aqui está o top 10 de modelos mais visados por ladrões para roubo e furto de veículos na Grande São Paulo em outubro de 2025:

1. Hyundai HB20

Este é um dos carros mais populares em circulação e isso torna as suas peças fáceis de vender, fatos que deixam o modelo ainda mais atraente para criminosos.

2. Ford Ka

Com 1.182 casos de furto e roubo em São Paulo no primeiro semestre de 2025, o modelo da Ford ainda roda em abundância na região metropolitana. Seu perfil compacto e demanda por peças o tornam alvo frequente.

3. Chevrolet Onix

Por ter sido líder de vendas e ter grande presença urbana, o Onix é bastante vulnerável ao furto e roubo.

4. Volkswagen Gol

Já tradicional em rankings antigos. E mesmo com modelos novos saindo de linha, há uma grande quantidade em circulação, o que sustenta a demanda por peças do modelo.

5. Chevrolet Corsa

O Corsa é um veículo ainda bastante comum nas ruas, e suas peças são compatíveis com outros modelos, o que o coloca na lista dos carros mais roubados em São Paulo.

6. Fiat Uno

A simplicidade mecânica, a quantidade de unidades rodando e as peças utilizadas em diversos veículos mantêm o Fiat Uno na lista.

7. Jeep Renegade

Embora seja um modelo mais “premium”, aparece nas listas como consequência do crescimento no mercado de SUVs.

8. Fiat Argo

O modelo é moderno e tem bom volume de vendas. Isso aumenta a sua exposição a atividades criminosas, como o furto e o roubo.

9. Volkswagen Fox

É um modelo compacto que aparece no ranking de carros mais roubados em São Paulo em 2025. Entre os motivos para isso, destaca-se a sua compatibilidade de peças com outros veículos da Volkswagen.

10. Jeep Compass

Em algumas versões do ranking, o Jeep Compass aparece entre os SUVs mais visados para roubo, uma vez que este tipo de veículo ganhou mais espaço nas ruas nos últimos anos.

Qual bairro mais rouba carros em SP?

O destaque fica para o bairro Tatuapé, na zona leste, que liderou o ranking com 1.333 ocorrências nos sete primeiros meses de 2024.

Em segundo lugar aparece o Ipiranga, na zona sul, com 1.301 registros. A lista segue com outros bairros bastante populosos e movimentados, como:

  • São Mateus;
  • Sapopemba;
  • Itaquera;
  • Santo Amaro;
  • Sacomã;
  • Parque São Lucas;
  • Vila Prudente;
  • Cidade Tiradentes.

Um dado importante é que, entre os dez bairros mais afetados, sete estão localizados na zona leste e três na zona sul da capital. Evidência de que os roubos giram em torno de áreas com grande circulação de veículos, muitas vezes próximas a saídas para rodovias e regiões com alto fluxo comercial e residencial.

Como consultar os carros mais e menos roubados no site da SUSEP?

A Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) mantém um levantamento oficial chamado Índice de Veículos Roubados (IVR), usado pelas seguradoras para calcular o risco e o preço do seguro de cada modelo.

Esse índice é público e pode ser consultado por qualquer pessoa interessada em saber quais carros são mais ou menos visados pelos criminosos. Veja como consultar:

  1. Acesse o site da SUSEP;
  2. Selecione os filtros de acordo com os seus interesses, como categorias tarifárias, regiões do país e critérios de ordenação.
  3. Atenção à nota técnica: veículos com menos de 100 unidades seguradas não entram no ranking, pois não há base estatística suficiente para o cálculo;
  4. Escolha a forma de ordenação entre: índice decrescente, que mostra os veículos mais roubados, ou índice crescente, que mostra os veículos menos roubados.

Como o seguro ajuda na proteção contra roubo de carros?

O modelo do veículo e o índice de roubo influenciam no valor do seguro. Ou seja, quanto mais visado for o carro, maior tende a ser o risco calculado pela seguradora.

Ainda assim, isso não significa que seja impossível contratar proteção. Na verdade, é justamente nesses casos que o seguro de carro se torna mais necessário, e a Suhai Seguradora se destaca porque:

  • Aceita veículos recusados por outras seguradoras, incluindo carros de leilão, mais antigos ou modelos com alto índice de roubo;
  • Oferece coberturas personalizáveis, que se adaptam ao perfil e ao orçamento de cada motorista;
  • Garante assistência 24 horas, indispensável para situações de emergência em qualquer lugar do país.

Contratar um seguro é a solução para proteger o seu patrimônio contra prejuízos financeiros decorrentes de roubo ou furto. Mesmo que o carro seja um dos mais visados em São Paulo, é possível encontrar soluções sob medida.

Quer saber quanto custa proteger o seu carro? Faça uma cotação online rápida, sem compromisso e gratuita com a Suhai!

Atenção aos carros mais roubados em São Paulo: proteja seu veículo!

Em São Paulo, milhares de veículos são furtados ou roubados todos os anos, e alguns modelos e bairros aparecem como os mais visados pelas quadrilhas.

Conhecer a lista oficial da SUSEP, que traz os índices de roubo e furto de cada modelo, e atentar-se às regiões com mais ocorrências, são soluções de prevenção.

A informação é sua aliada para reduzir riscos. No entanto, contar com um seguro confiável continua sendo a melhor maneira de proteger o seu carro e garantir tranquilidade.

Faça uma cotação com a Suhai. É rápido, sem compromisso e do seu jeito!

Perguntas frequentes sobre carros mais roubados em São Paulo

Confira abaixo as dúvidas mais comuns sobre os veículos mais visados em SP e como se prevenir.

Qual é o carro mais roubado em São Paulo?

O Hyundai HB20 lidera a lista de veículos mais roubados e furtados na capital paulista. O modelo é bastante popular e tem grande circulação, o que aumenta o risco de ocorrências.

Qual é o carro menos roubado em São Paulo?

Carros como Toyota Yaris, Honda Fit e Toyota Etios costumam aparecer entre os menos visados. Isso se deve ao menor interesse no mercado paralelo de peças e à procura reduzida por esses veículos em esquemas ilegais.

Qual é o carro mais roubado do Brasil?

O ranking varia por estado, mas o Hyundai HB20 e o Volkswagen Gol costumam ocupar as primeiras posições entre os mais roubados. Os dados podem ser consultados no IVR da SUSEP, utilizado pelas seguradoras em seus cálculos de risco.

Carros mais roubados no Rio de Janeiro: 10 modelos mais visados e como consultar

Seja você um morador do Rio de Janeiro ou um turista, é inevitável se preocupar com a segurança que a cidade oferece. Hoje vamos falar sobre os carros mais roubados no Rio de Janeiro.

Frente aos índices relevantes de roubo de veículos na cidade, conhecer os modelos mais visados pode te ajudar tanto na prevenção, quanto na escolha do seguro veicular. 

Continuando a leitura desse conteúdo você terá acesso ao ranking atualizado dos carros mais roubados no Rio de Janeiro, os motivos, as formas de consulta, além de dicas de segurança para o dia a dia. Vamos lá?

Quais são os carros mais roubados no Rio de Janeiro?

Segundo o ranking atualizado, com dados de outubro de 2025, os carros mais roubados no Rio de Janeiro são:

  1. Hyundai HB20;
  2. Jeep Renegade;
  3. Jeep Compass;
  4. Fiat Argo;
  5. Chevrolet Onix;
  6. Ford Ecosport;
  7. VW Virtus;
  8. Fiat Uno;
  9. VW Voyage;
  10. VW T-Cross.

A explicação por trás dessa lista envolve três grandes fatores: popularidade, facilidade de revenda de peças e demanda por SUVs. 

Por que esses modelos são os preferidos dos ladrões?

Alguns dos principais fatores a serem considerados para que certos veículos se tornem mais atrativos aos ladrões são:

  • Facilidade de revenda de peças: carros populares com manutenção simples alimentam o mercado clandestino de autopeças. Faróis, retrovisores, rodas, por exemplo, são fáceis de desmontar e revender sem rastreabilidade;
  • Popularidade: muitos veículos da lista estão entre os mais vendidos no país. Quanto mais carros circulando, maior é a procura por peças de reposição, o que aumenta o interesse de quadrilhas;
  • Características de SUVs que facilitam transporte: espaço interno maior, porta-malas volumoso, altura elevada do chão, potência do motor e tração;
  • Demanda por veículos SUVs no mercado paralelo: esses veículos têm valor de revenda elevado e peças mais caras, ou seja, mais lucrativas para os ladrões.

Além disso, existem, ainda, cores mais roubadas de veículos, como prata, preto e branco.

Como consultar o índice de veículos roubados (IVR) no site da Susep

O Índice de Veículos Roubados (IVR) é um indicador usado por seguradoras e órgãos de segurança para avaliar riscos e medir a probabilidade de um veículo ser roubado ou furtado.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulga o IVR  que é obtido pela divisão entre o número de ocorrências de roubo e furto e o total de unidades seguradas daquele modelo. 

Para consultar o IVR, siga o passo a passo:

  1. Acesse a página do IVR no site da Susep;
  2. Selecione os filtros:
    1. Categorias tarifárias: todas;
    2. Regiões: selecione Rio de Janeiro ou a região desejada;
    3. Ano modelo: não preencher;
    4. Sexo do condutor: todos;
    5. Faixa etária do condutor: todas;
    6. Tipo de ordenação: por índice decrescente, para consultar os mais roubados, ou por índice crescente, para consultar os menos roubados;
  3. Observe que o site da Susep traz esta mensagem: “(*) Ao observar o índice de Roubos/Furtos leve em consideração a quantidade de veículos expostos, uma quantidade pequena não garante credibilidade no índice.”

Portanto, considere apenas os modelos com mais de 100 veículos expostos. 

Antes de contratar um seguro ou comprar um veículo, é importante verificar os dados oficiais atualizados em fontes seguras e confiáveis como a Susep

Dicas práticas para aumentar a segurança do veículo

Pode ser clichê, mas é sempre bom relembrar orientações muito úteis para o dia a dia de quem roda pelo Rio de Janeiro ou qualquer outra cidade que apresenta um IVR elevado. Aqui estão algumas dicas de segurança veicular:

  • Evitar rotas de risco;
  • Instalar rastreadores;
  • Usar travas físicas;
  • Estacionar em locais seguros;
  • Não deixar objetos à mostra;
  • Atenção redobrada em sinais. 

Carros mais roubados no Rio de Janeiro e a importância de um seguro confiável

Conhecer os modelos de carros mais roubados no Rio de Janeiro e quais são os fatores de risco significa ter mais previsibilidade, segurança e tranquilidade ao fazer a escolha do seu veículo.

E não se esqueça, sempre consulte a lista dos carros mais visados em dados oficiais para obter informações verídicas e confiáveis. 

Quando o assunto é proteção, conte com a Suhai Seguradora. Nós aceitamos veículos que outras seguradoras recusam, com coberturas personalizáveis para que você contrate apenas o que precisa. Faça uma cotação de graça e sem compromisso.

Perguntas frequentes sobre carros mais roubados no Rio de Janeiro

Ainda ficou com dúvidas sobre os carros mais visados no Rio de Janeiro? Então, confira, a seguir, as respostas para as perguntas mais comuns sobre este assunto.

Qual o carro mais roubado do Brasil?

De acordo com o artigo publicado pela Exame no primeiro semestre de 2025, o 1º lugar no ranking nacional de carros mais roubados é o Hyundai HB20. Mas esse índice pode variar conforme o período. Para informações atualizadas, consulte a Susep.

Qual a cor do carro mais roubado no Rio de Janeiro?

Segundo o estudo nacional, as cores de carro mais roubadas no Rio de Janeiro são prata, preto e branco. O vermelho é menos visado.

Qual o carro menos roubado no Rio de Janeiro?

Não existe um único modelo menos roubado, mas alguns exemplos são: Yaris, Spin, Logan e Peugeot 2008/3008. O índice varia com o tempo e o número de veículos segurados.

Quem tem nome sujo pode fazer seguro de carro? Veja como contratar mesmo com restrições

Você sabia que, ao contrário do que muitos pensam, quem tem nome sujo pode fazer seguro de carro? Mas embora a legislação não proíba a obtenção do seguro, algumas seguradoras podem dificultar o processo.

No entanto, existe uma seguradora que não impõe essa barreira e oferece soluções viáveis para quem está nessa situação.

Ficou interessado e quer saber mais sobre o assunto? Então, continue a leitura para descobrir tudo.

Quem tem nome sujo pode contratar seguro de carro?

A resposta é sim! Quem tem nome sujo pode fazer seguro de carro, desmistificando a ideia de que ter nome negativado impede a contratação. Essa resposta vem baseada na Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), a qual certifica que o CPF restrito não impede a contratação de seguro.

Entretanto, é preciso compreender que cada seguradora possui seus critérios, podendo impor, ou não, condições para a contratação do seguro com o nome negativado.

Em alguns casos, o pagamento à vista pode ser solicitado. Já em outros, como na Suhai Seguradora, a inadimplência não é um impeditivo para a contratação do seguro. 

Quando a seguradora pode negar o seguro?

Conforme orientação da SUSEP, não é permitida a recusa de apólice somente pelo nome sujo do condutor. Porém, existem algumas situações em que, legalmente, isso é possível. São elas:

  • Informações falsas no momento da contratação: quando o condutor omite ou insere dados incorretos de forma intencional, como endereço, histórico de sinistros ou uso do veículo; 
  • Perfil de risco elevado: algumas características do condutor ou do uso do veículo podem representar um risco maior para a seguradora, como alta frequência de sinistros, uso para atividades de risco, histórico de direção perigosa, entre outros; 
  • Veículo com pendências: irregularidades, como documentação irregular, dívidas em aberto, restrição judicial, ou até mesmo problemas mecânicos graves que comprometem a segurança; 
  • Problemas na documentação: documentos vencidos, inconsistentes ou ausentes, tanto do condutor quanto do veículo, também podem impedir a contratação do seguro. 

Na Suhai, consideramos outros aspectos mais relevantes na avaliação dos nossos condutores, de forma que o nome sujo não é um motivo para recusa do seguro. Nós somos a seguradora que diz SIM para você, aceitamos veículos recusados pelas seguradoras tradicionais, seja ele um carro, uma moto ou um caminhão.

Como funciona o processo de contratação com nome sujo?

O processo de contratação de seguro com nome sujo acontece da seguinte forma: solicitação de cotação, envio de dados, análise do perfil, emissão da apólice. Veja, a seguir, o passo a passo em detalhes:

  • Solicitação de cotação de seguro: peça uma cotação para avaliar a política de aceitação e tabelas de preço;
  • Envio de dados: documentos como CPF, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) e comprovante de residência. Em caso de nome sujo, documentos extras, como comprovante de renda, extrato bancário e declaração de pagamento;
  • Análise do perfil: avaliação das características do veículo, como modelo, ano, índice de furto, localização, uso, idade do condutor, histórico de sinistros, e, em alguns casos, informações de crédito e score;
  • Emissão da apólice: após aceitação, o condutor recebe a proposta aprovada para assinar e realizar o pagamento à vista ou parcela inicial e, então, a apólice é emitida e enviada.

Quando o condutor está negativado, é comum que algumas seguradoras exijam pagamento à vista ou cobrem um prêmio mais alto, porém na Suhai não existe esse tipo de exigência discriminatória. 

Por que a Suhai aceita clientes com nome sujo?

Na Suhai Seguradora, o propósito é democratizar o acesso ao seguro. E isso se aplica mesmo para quem tem histórico de inadimplência.

Nós entendemos o momento financeiro dos nossos clientes e, por isso, oferecemos seguro acessível, com cobertura contra roubo e furto e contratação sem burocracia, inclusive para o cliente negativado.

E por aqui, não só clientes com nome sujo são aceitos, mas também carros antigos, motorista de aplicativo, carros de leilão, carros de colecionadores, motoristas jovens, entre outros casos que são recusados pelas seguradoras tradicionais.

Como encontrar o melhor seguro de carro mesmo com nome sujo?

Como em qualquer contratação, seja com nome negativado ou não, é importante pesquisar bastante as opções disponíveis e comparar seguradoras e coberturas, preços e condições oferecidas. O melhor seguro sempre será aquele que melhor atende às suas necessidades.

Aqui na Suhai oferecemos cotação sem compromisso com tudo  que você  precisa. O mais importante é: não deixe de proteger o seu veículo somente por estar com restrição no nome. Nós temos a solução e podemos te ajudar!

Quem tem nome sujo pode fazer seguro de carro com a Suhai

Apesar das dificuldades impostas por algumas seguradoras, quem tem nome sujo pode fazer seguro de carro

Na Suhai a inadimplência não é fator de exclusão. Nós oferecemos soluções acessíveis, que cabem no bolso, sempre com foco na proteção do seu bem!

Solicite agora uma cotação com a Suhai e proteja seu veículo sem burocracia.

Perguntas frequentes sobre quem tem nome sujo pode fazer seguro de carro

Caso ainda tenha ficado alguma dúvida, confira as respostas para as perguntas mais comuns sobre o assunto:

Para fazer seguro de carro tem que ter nome limpo?

Ter o nome limpo não é uma exigência legal para contratar seguro, mas algumas seguradoras podem recusar ou exigir pagamento à vista se houver restrição. Outras, como a Suhai, são inclusivas, e aceitam clientes negativados.

O que impede de fazer seguro de carro?

O seguro pode ser impedido por situações como informações falsas, perfil de risco elevado, veículo com pendências e problemas na documentação. 

Pode assinar carro com nome sujo?

É possível assinar um carro com o nome sujo a depender da empresa.  Algumas locadoras e assinaturas exigem bom histórico de crédito, enquanto outras aceitam clientes negativados com análise diferenciada ou pagamento antecipado.

Seguro de carro com GNV: como funciona e qual seguradora aceita?

Os veículos movidos a Gás Natural Veicular (GNV) têm experimentado um aumento considerável no Brasil, e boa parte desse crescimento se deve à economia e aos benefícios fiscais que esse combustível proporciona. Porém, é preciso uma atenção especial na hora de contratar um seguro de carro com GNV.

O que acontece é que muitas seguradoras rejeitam carros com GNV ou não cobrem o kit gás, que protege contra danos ao equipamento em caso de sinistro, como colisões, incêndios e roubos. 

Entretanto, existe uma seguradora que se destaca por aceitar esse tipo de veículo sem restrições.

Continue a leitura para descobrir qual é essa empresa e também para entender mais sobre documentação, tipos de cobertura e vantagens na contratação do seguro de carro com GNV.

O que é e como funciona o seguro de carro com GNV?

De forma geral, o seguro de carro com GNV funciona como qualquer outro seguro auto, com a diferença de que é preciso declarar o equipamento (kit GNV) e apresentar a documentação exigida, sendo ela a nota fiscal GNV, o Certificado de Segurança Veicular (CSV) e o certificado do cilindro.

A contratação do seguro para carros modificados também acontece de forma distinta. A cobertura para kit GNV é adicional, geralmente não está incluída no seguro, e cobre danos, roubo ou perda total. Portanto, o procedimento é:

  • A seguradora solicitará uma inspeção para se certificar que a instalação do kit gás foi feita corretamente;
  • O valor do prêmio será recalculado;
  • O kit de gás aparecerá na apólice como item de cobertura adicional.

Carro com GNV é seguro?

Sim, carro com GNV é seguro desde que o sistema seja instalado e certificado corretamente.

A segurança depende da qualidade da instalação, da manutenção periódica e do uso de componentes homologados pelo Inmetro. Quando tudo está em conformidade, o risco de acidentes é baixo comparado ao de carros movidos apenas a gasolina ou etanol.

Documentos necessários para contratar o seguro

Os documentos exigidos na contratação do seguro para declarar o kit gás são:

  • Nota fiscal da instalação: comprova que uma empresa credenciada instalou o kit gás com componentes certificados pelo Inmetro;
  • Certificado de Segurança Veicular (CSV): emitido após vistoria em uma instituição credenciada pelo Detran, atesta que o sistema GNV atende aos requisitos técnicos e de segurança exigidos;
  • Certificado de validade do cilindro: garante que o cilindro está dentro do prazo de validade e passou pelas inspeções obrigatórias;
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) atualizado: a informação do GNV deve estar incluída oficialmente.

Fique atento: a instalação do kit gás deve ser feita em empresa credenciada pelo Inmetro para que a contratação do seguro possa ser efetivada. Além disso, a vistoria de segurança anual é obrigatória.

O que a cobertura do kit GNV inclui

A contratação da cobertura do kit GNV não é obrigatória, mas quando realizada, garante proteção financeira em situações que envolvem o sistema de gás. Geralmente a cobertura do kit GNV inclui:

  • Proteção contra danos ao kit GNV em caso de colisão, incêndio, roubo ou furto do veículo ou do kit;
  • Indenização em perda total, com valor adicional para novo kit;
  • Cobertura específica para o equipamento, caso apenas ele sofra danos ou furto.

Embora não seja obrigatória, a contratação da cobertura é altamente recomendada, já que o kit representa um investimento considerável e pode ser afetado por diversos tipos de sinistros. 

É importante destacar que quando o cliente opta por não incluir o kit na apólice, não há indenização sobre ele.

Seguro de carro com GNV é mais caro?

Em geral, o seguro de carro com GNV pode ter o custo ligeiramente maior comparado a um veículo sem o kit instalado. 

Isso acontece por dois motivos principais. Primeiro, em função do valor adicional do kit. O sistema de gás representa um equipamento adicional, aumentando o valor total do veículo e, consequentemente, o custo de indenização em caso de sinistro.

A outra questão a ser considerada é com relação aos riscos associados ao sistema, como possíveis falhas de instalação ou manutenção inadequada.

No final das contas, o valor do seguro kit gás varia de seguradora para seguradora. Fato é que na Suhai, o GNV não interfere na aceitação e nem complica a contratação. Somos a seguradora do SIM, aceitamos veículos que normalmente empresas tradicionais recusam, e trabalhamos com simplicidade e sem burocracias.

Por que contratar seguro de carro com GNV na Suhai?

Na Suhai, o GNV é considerado um equipamento acessório e não influencia em nada a aceitação do veículo ou o funcionamento das coberturas e do seguro. 

A aceitação de veículos com GNV é um diferencial importante frente ao mercado, já que muitas seguradoras recusam esse tipo de modificação. Além disso, a Suhai ainda oferece preços acessíveis, cotação online, cobertura personalizada e abrangência nacional. Aqui, o seguro é possível para todos!

Seguro de carro com GNV: proteção completa com a Suhai

Quando o assunto é seguro de carro com GNV, é importante estar atento às diferenças na contratação, principalmente relacionadas ao kit gás adicional, a documentação exigida e também as seguradoras que aceitam essa modificação.

No caso da Suhai, o GNV não influencia a aceitação do veículo. Quer proteger seu carro com GNV com quem entende do assunto? Faça uma cotação com a Suhai. É rápido, digital e do seu jeito.

Perguntas frequentes sobre seguro de carro com GNV

Ficou alguma dúvida sobre seguro de carro com GNV? Então, confira as respostas para as perguntas mais comuns sobre o assunto.

Seguro de carro com GNV é mais caro?

O seguro pode ter custo ligeiramente maior por conta dos riscos associados ao sistema e do valor adicional do kit

Quanto o IPVA cai com GNV?

O desconto no IPVA para carros com GNV varia conforme o estado.

Qual a desvantagem de usar GNV?

As principais desvantagens do GNV são a redução da potência do motor e a perda de espaço no porta-malas por causa do cilindro. Além disso, há custos de instalação e manutenção periódica.

Motos mais seguras: modelos e dicas para escolher a ideal

Você sabe o que seriam as “motos mais seguras”? São modelos que combinam tecnologia, design e pilotagem para reduzir riscos e oferecer experiências tranquilas nas ruas.

E por mais que nenhuma moto seja à prova de acidentes, algumas se destacam porque têm sistemas que ampliam o controle e a estabilidade, como freios ABS, controle de tração e boa ergonomia.

Além disso, escolher o modelo adequado ao seu perfil e ao tipo de uso ajuda na hora de pilotar com mais confiança.

Vamos aprender mais sobre o assunto, ao longo deste post, e também entender que segurança não termina na mecânica. Um seguro confiável e acessível, como o da Suhai Seguradora, é indispensável para a proteção completa.

Afinal, imprevistos acontecem até com os pilotos mais experientes.

Boa leitura!

Para começar, existe moto segura?

Não existe uma moto 100% segura, mas há fatores que fazem a diferença para minimizar riscos e aumentar a estabilidade na pilotagem. Por exemplo, as motos mais seguras combinam recursos tecnológicos, ergonomia adequada e manutenção em dia.

E a posição de pilotagem é outro fator. Quando o motociclista adota uma postura confortável e equilibrada, o corpo responde melhor às curvas e frenagens. Já uma suspensão ajustável ajuda a absorver impactos e manter a aderência ao solo, melhorando a sensação de controle.

Além disso, revisões periódicas e hábitos de pilotagem defensiva são pequenas atitudes, mas que reduzem o risco de acidentes, algo que se mostra necessário em um país que registra mais de 16 mortes no trânsito a cada 100 mil habitantes.

Tecnologias que aumentam a segurança nas motos

A tecnologia transformou as motocicletas em veículos mais confiáveis. Hoje, muitos modelos contam com sistemas eletrônicos inteligentes que auxiliam o piloto em situações de emergência e tornam a pilotagem mais previsível e segura.

O destaque vai para os freios ABS em motos, que evitam o travamento das rodas em frenagens repentinas, mantendo a trajetória segura mesmo em pisos escorregadios. 

Já o controle de tração ajusta automaticamente a potência do motor, e isso reduz a chance de derrapagens em curvas, além de dar mais estabilidade à moto.

Em motos de categoria premium, o airbag vem ganhando espaço como um importante recurso de proteção, pois reduz o impacto de colisões frontais. Outros itens, como a iluminação full LED e os sensores de presença e de frenagem, também valem a menção, porque ampliam a visibilidade noturna e ajudam a antecipar riscos.

Por fim, a ergonomia de pilotagem e o ajuste de suspensão completam o pacote de segurança, oferecendo conforto e melhor controle da moto.

Quais são as motos mais confiáveis?

Quando o assunto é segurança sobre duas rodas, a confiabilidade da moto é um dos primeiros critérios a se considerar. Marcas com engenharia sólida, manutenção simples e peças acessíveis tendem a oferecer não apenas menor custo ao longo do tempo, mas menor risco de falhas mecânicas durante a pilotagem.

Entre as marcas de motos confiáveis, quatro se destacam:

  1. Yamaha: reconhecida pela engenharia robusta, baixo custo de manutenção e excelente durabilidade, ideal para quem busca economia e resistência;
  2. Honda: referência mundial em confiabilidade e segurança, com ampla rede de assistência técnica e constante inovação nos sistemas de freios e suspensão;
  3. Suzuki: oferece modelos clássicos e confortáveis, como a Intruder 125, que combina estilo retrô e estabilidade, perfeita para quem valoriza conforto e simplicidade;
  4. Kawasaki: conhecida pela linha Ninja, que equilibra potência, leveza e economia de combustível, sendo uma boa opção até para pilotos iniciantes que buscam desempenho com segurança.

Para viagens e estrada

As motos desenvolvidas para longas distâncias priorizam conforto, estabilidade e recursos que reduzem o cansaço do piloto. Confira alguns modelos de destaque:

  • BMW R 1250 GS: equipada com controle de tração dinâmico, freios ABS Pro e modos de pilotagem ajustáveis, é uma das motos mais seguras para estrada. Seu chassi reforçado e a suspensão eletrônica adaptativa proporcionam estabilidade até em curvas acentuadas;
  • Honda Gold Wing: vem com airbag integrado, sistema de som e navegação, além de freios combinados que distribuem a força entre as rodas para maior controle em frenagens longas;
  • Suzuki V-Strom 650XT: oferece ótima ergonomia, ABS de série e controle de tração em dois níveis, o que garante segurança tanto no asfalto quanto em trechos de terra.

Para uso urbano e iniciantes

Quem está começando ou utiliza a moto principalmente para deslocamentos urbanos precisa de modelos leves, estáveis e econômicos, que transmitam segurança em meio ao trânsito intenso. Entre algumas das motos mais seguras nesse sentido, estão:

  • Honda Biz 125: com câmbio semiautomático, é perfeita para iniciantes que buscam praticidade. O freio ABS e a posição de pilotagem confortável garantem controle e confiança mesmo em paradas bruscas;
  • Yamaha Neo 125: uma scooter segura e ágil, ideal para trajetos urbanos. O sistema de freios combinados distribui melhor a frenagem entre as rodas, enquanto o assento baixo facilita o apoio dos pés no chão;
  • Honda CB300F Twister: une estabilidade e potência na medida certa, com freios ABS e excelente equilíbrio de peso, sendo uma das motos mais seguras para iniciantes que desejam evoluir na pilotagem.

Como escolher uma moto segura para o seu perfil?

A moto ideal para um iniciante não é a mesma que atende quem faz longas viagens ou usa o veículo diariamente na cidade. Por isso, antes da compra, vale observar alguns fatores como:

  • Altura;
  • Peso;
  • Tipo de uso;
  • Custo de manutenção;
  • Disponibilidade de peças na sua região.

Para quem busca uma moto para uso urbano, os modelos leves e automáticos, como scooters, oferecem praticidade, economia e facilidade nas manobras.

Já para quem gosta de estrada e viagens longas, as motos com suspensão mais firme, tanques maiores e boa estabilidade trazem mais conforto.

Outro ponto a se considerar é o test ride. Fazer um teste antes da compra ajuda a avaliar a ergonomia, o nível de conforto e o controle da moto em diferentes situações. Afinal, cada piloto tem um biotipo e uma postura diferentes, por isso, sentir-se bem ajustado à moto é tão importante quanto analisar os dados técnicos.

E lembre-se, a moto mais segura não é necessariamente a mais cara ou a mais potente. A verdadeira segurança está em escolher um modelo que se adapte ao seu jeito de pilotar, que tenha manutenção acessível e que ofereça equilíbrio entre conforto, estabilidade e controle.

Por que o seguro é indispensável, mesmo em motos mais seguras?

O seguro é indispensável porque ter uma moto com tecnologia avançada reduz riscos, mas não elimina imprevistos

Acidentes, roubos e furtos de motos continuam entre as principais causas de prejuízo para os motociclistas no Brasil, e com níveis preocupantes, conforme o exemplo que o programa Fantástico apresentou sobre os roubos e furtos de moto em São Paulo em 2025:

Por isso, mesmo as motos mais seguras precisam de uma proteção completa, e o seguro para motos é a solução que dá mais tranquilidade em situações inesperadas, cobrindo desde danos e colisões até a proteção contra roubo e furto

E é aí que entra a Suhai Seguradora, referência nacional em cobertura personalizada para motociclistas de todos os perfis.

A Suhai tem como propósito democratizar o acesso ao seguro, com planos acessíveis, cotações online e aceitação de motos antigas, de leilão ou modificadas. Inclusive, de modelos que muitas seguradoras tradicionais não aceitam.

Motos mais seguras com a proteção certa: conte com a Suhai

Na hora de escolher uma moto segura é preciso considerar tecnologia, estabilidade, conforto e adequação ao perfil do piloto. Modelos como a Honda Biz 125, Yamaha Neo 125 e BMW R 1250 GS mostram que há opções confiáveis para todos os tipos de uso.

Mas mesmo com os recursos e sistemas mais avançados, nenhum veículo está totalmente livre de imprevistos. Por isso, o seguro de moto é parte de uma proteção completa. 

A Suhai oferece cobertura contra roubo, furto e acidentes, com preços acessíveis e aceitação ampla para motos de todos os perfis e cilindradas.

Quer proteger sua moto com quem entende do assunto? Faça uma cotação com a Suhai. É rápido, digital e do seu jeito.

Perguntas frequentes sobre motos mais seguras

Confira as dúvidas mais comuns de quem busca segurança sobre duas rodas, e veja como fazer a melhor escolha para pilotar com tranquilidade.

Qual é a moto mais segura para iniciantes?

A Honda Biz 125 é uma das mais indicadas, pois tem câmbio semiautomático, freios ABS e fácil dirigibilidade.

Quais motos têm mais estabilidade?

Modelos de maior porte e centro de gravidade baixo, como a BMW R 1250 GS e a Honda CB300F Twister, oferecem excelente equilíbrio e firmeza nas curvas.

Qual a moto mais visada pelos ladrões?

As motos de uso urbano e alto volume de circulação, como a Honda CG 160 e a Honda Biz, costumam ser mais visadas.

Como saber se a seguradora é confiável: veja como consultar, verificar avaliações e evitar riscos

Você já se perguntou como saber se a seguradora é confiável? Essa é uma questão importante, pois pode evitar fraudes, promessas não cumpridas e falta de suporte quando mais precisar do serviço.

Para isso, basta confirmar se a empresa atua de forma autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e se tem boa reputação entre os clientes.

Existem formas simples e seguras, inclusive, de verificar essas informações. Você pode, por exemplo, consultar o registro da seguradora, analisar avaliações em sites como o Reclame Aqui e observar o nível de transparência e atendimento oferecido.

Mas não se preocupe, porque, neste guia, vamos te mostrar como fazer essas verificações e identificar uma seguradora confiável. Boa leitura!

Como saber se uma seguradora tem registro na Susep?

O primeiro passo para descobrir se uma seguradora é confiável é verificar se ela possui registro ativo na Susep, que é o órgão responsável por fiscalizar e autorizar a operação de seguradoras, corretoras e planos de previdência no Brasil.

Para fazer essa verificação, basta acessar o site oficial da Susep, na área de consulta de empresas autorizadas. Lá, você pode pesquisar pelo nome da empresa, CNPJ ou número de registro no órgão.

Após preencher os campos e clicar em “Pesquisar”, o sistema exibirá se a empresa está autorizada a operar, em processo de autorização ou não autorizada, o que é um alerta importante para o consumidor.

Quer um exemplo prático? A Suhai Seguradora é devidamente registrada e autorizada pela Susep, o que é um conforto para o consumidor. Ao ter um registro válido e ativo, o risco de cair em golpes é menor, e você ganha tranquilidade para contratar um serviço seguro e regulamentado.

Confira a reputação da empresa no Reclame Aqui e outras plataformas

Para que entenda como saber se a seguradora é confiável, recomendamos verificar a reputação no Reclame Aqui dessa empresa, e em outras plataformas de avaliação.

O Reclame Aqui é um dos principais sites brasileiros de defesa do consumidor e reúne experiências reais de clientes sobre empresas de diversos setores, incluindo seguradoras. Em seguida, essas organizações recebem uma nota de reputação baseada em critérios como:

  • Número de reclamações;
  • Tempo de resposta;
  • Taxa de solução;
  • Índice de clientes que voltariam a fazer negócio com a empresa.

Boas reputações podem render recompensas a esses negócios, como o selo RA1000, que é concedido às empresas com os melhores desempenhos, ou seja, aquelas que demonstram excelência no atendimento ao cliente e alto índice de satisfação.

A Suhai tem essa conquista devidamente estampada no site do Reclame Aqui, que é um orgulho e um atestado de que oferecemos um seguro confiável e um atendimento de qualidade.

Além do Reclame Aqui, vale a pena verificar a avaliação da seguradora nas redes sociais, como Facebook, Instagram, LinkedIn, e YouTube, entre outras, bem como em sites internacionais como o Trustpilot, que também oferece notas e comentários de clientes sobre empresas de seguros.

Analise a transparência, canais de atendimento e suporte

Uma boa seguradora deve demonstrar transparência em todas as etapas do relacionamento com o cliente, desde a contratação até o pós-venda. Para isso, deve informar tudo sobre as coberturas, franquias, prazos e exclusões de cada produto, além de disponibilizar canais de atendimento acessíveis e confiáveis.

E mais, empresas sérias mantêm políticas de privacidade visíveis, oferecem chat online, telefone, e-mail e atendimento por aplicativos para que o cliente tenha suporte facilitado.

Nesse sentido, a Suhai Seguradora é um ótimo exemplo, pois disponibiliza atendimento humanizado em diversos canais, com profissionais prontos para esclarecer dúvidas e auxiliar em todas as etapas do processo de contratação e sinistro.

Além disso, dispõe de canais digitais como chat online e central telefônica, que garantem agilidade no atendimento e uma experiência positiva para o segurado.

Leia também | Como contratar o seguro Suhai? Confira o passo a passo

Desconfie de ofertas muito abaixo do mercado

Ao procurar um seguro auto, para moto ou outros veículos, é comum encontrar anúncios com preços muito baixos. Mas tenha cuidado, seguro barato demais pode ser sinal de golpe ou de cobertura limitada

E não pense que isso é algo impossível de acontecer, pois, em média, quatro em cada dez brasileiros são alvos de fraudes. Para isso, uma seguradora confiável deve apresentar total transparência sobre o valor do seguro, deixando claro o que está incluso, as franquias aplicáveis e os limites de indenização.

Da sua parte, vale desconfiar de propostas que não detalham as condições do contrato ou prometem coberturas amplas por valores baixos demais. Por isso, uma boa dica é comparar os preços com os serviços de outras seguradoras.

Muitas vezes, essas ofertas escondem restrições que só aparecem em caso de sinistro, o que pode deixar o consumidor sem amparo quando mais precisa.

Antes de fechar negócio, compare seguros e entenda o custo-benefício de cada. Avalie o histórico da empresa, o atendimento oferecido e as garantias apresentadas.

Pesquise o histórico da empresa e busque por notícias confiáveis

Outro passo para entender se a seguradora é confiável, é consultar o histórico da empresa e sua atuação no mercado. Antes de contratar qualquer serviço, pesquise sobre a trajetória da empresa, sua reputação na imprensa, eventuais processos públicos, fusões, aquisições e parcerias.

Esses dados, que podem ser encontrados em buscas rápidas em portais de notícias, sites especializados em economia e órgãos de proteção ao consumidor, ajudam a descobrir se a empresa tem credibilidade e estabilidade financeira.

Veja o nosso caso, a Suhai Seguradora possui mais de 10 anos de experiência no mercado, com presença nacional e reconhecimento pela qualidade dos serviços. Uma trajetória sólida, resultado de uma atuação ética, transparente e focada em oferecer seguros confiáveis, que realmente atendem às necessidades dos clientes.

A Suhai Seguradora é confiável e regulamentada pela Susep

Após ver os principais critérios para avaliar se uma seguradora é confiável, deu para entender que a Suhai Seguradora cumpre todos esses requisitos, certo?

Somos uma empresa autorizada e regulamentada pela Susep, temos o selo RA1000 no Reclame Aqui e disponibilizamos atendimento humanizado e com total transparência em todas as etapas da contratação

E somos conhecidos por ser a seguradora que diz “sim” para você:

Por isso, agora que você já sabe como identificar uma seguradora confiável, conheça os diferenciais da Suhai e veja por que milhares de brasileiros confiam na nossa proteção:

  • Total aceitação: qualquer marca, ano, modelo e tipo de utilização do veículo é aceito;
  • Atendimento humanizado: suporte disponível em momentos inesperados ou sempre que precisar;
  • Sem franquia: atendimento 24h por dia, 7 dias por semana, com serviços de guincho, reboque, chaveiro e transporte domiciliar;
  • Pagamento facilitado: parcelamento em até 12 vezes via boleto bancário ou cartão de crédito, sem comprometer o limite;
  • Indenização de até 100%: cobertura baseada no valor integral do bem conforme a tabela FIPE;
  • Especialistas no cuidado com o seu bem: profissionais dedicados a proteger o que é seu.

Perguntas frequentes sobre como saber se a seguradora é confiável

Ainda não sabe como descobrir se a seguradora é confiável? Tire suas dúvidas abaixo.

Como fazer consulta à Susep?

Acesse o site oficial da Susep e preencha o nome da empresa ou CNPJ no campo de busca. O sistema mostrará se a seguradora está autorizada a operar no Brasil.

Quais são as seguradoras autorizadas pela Susep?

A lista completa das seguradoras autorizadas pode ser consultada diretamente no portal da Susep. Lá, você encontra todas as empresas regularizadas, incluindo a Suhai Seguradora, que atua dentro das normas legais e é fiscalizada pelo órgão.

Como posso verificar se um seguro de viagem é confiável?

Verifique se a empresa responsável pelo seguro está registrada na Susep, pesquise sua reputação em plataformas como o Reclame Aqui e Trustpilot, e leia atentamente as condições do contrato, como coberturas, exclusões e limites de indenização.

Seguro de casa: como funciona, o que cobre e quando contratar?

Mais do que ter um lar que ofereça paz, conforto e tranquilidade, é indispensável sentir-se realmente seguro. Afinal, imprevisto acontecem, e proteger o seu patrimônio é uma forma de cuidar do que você construiu com tanto esforço. É por isso que o seguro de casa precisa estar nos seus planos.

Esse modelo é, basicamente, uma proteção à casa própria, casa de condomínio ou de temporada, contra eventos como incêndio, roubo, danos elétricos e outros acidentes.

Continue a leitura para entender sobre coberturas, valores médios, diferenças entre os tipos, dicas para escolher e como contratar um seguro de casa

O que é seguro de casa e como funciona?

O seguro de casa é uma proteção financeira para o imóvel e seus bens, que cobre danos causados por imprevistos como incêndio, roubo, vendaval e danos elétricos.

Funciona mediante o pagamento de um valor (prêmio) à seguradora, que, em caso de sinistro, paga uma indenização para reparar ou substituir a propriedade ou os bens segurados, de acordo com os termos da apólice

Para ficar mais claro, veja algumas situações comuns:

  • Um problema na fiação causa um incêndio e danifica parte dos móveis. O seguro cobre os reparos e a reposição do que foi perdido;
  • Uma queda de energia danifica a TV e a geladeira. Com a cobertura de danos elétricos, você recebe o valor para o reparo ou compra de novos equipamentos;
  • Ladrões arrombam a casa e levam objetos de valor. O seguro indeniza o prejuízo de acordo com o que foi contratado.

O que cobre um seguro de casa?

As principais coberturas do seguro de casa são: incêndio, explosão, vendaval, danos elétricos, roubo e furto com vestígios. Entenda cada uma:

  • Incêndio: cobre prejuízos causados por fogo acidental no imóvel, na estrutura ou nos bens dentro de casa. Também cobre incêndios provocados por curto-circuito, vela esquecida ou panela no fogão, por exemplo;
  • Explosão: protege contra danos causados por explosões acidentais dentro da casa, como vazamento de gás de cozinha ou explosão de equipamentos que utilizam gás ou combustível;
  • Vendaval: garante indenização quando ventos fortes, tempestades, granizo ou queda de árvores provocam danos à casa, como destelhamento, quebra de janelas ou infiltrações;
  • Danos elétricos: cobre estragos provocados por oscilações de energia, curtos-circuitos, raios ou sobrecarga elétrica que queimam aparelhos como TV, geladeira, computador e outros eletrônicos;
  • Roubo e furto com vestígios: oferece indenização em caso de roubo de bens, com uso de força ou ameaça, ou furto com vestígios, quando há sinais de arrombamento, como janelas forçadas.

Além das coberturas, geralmente o seguro oferece ainda os serviços de assistência 24 horas, como eletricista, chaveiro e encanador, que podem ser acionadas a qualquer hora do dia ou da noite, sem custo adicional. Esses serviços emergenciais servem para resolver pequenos imprevistos domésticos de forma prática.

Quanto custa um seguro de casa?

O valor médio do seguro casa no mercado gira entre R$200,00 e R$600,00 por ano. Imóveis de maior valor ou com coberturas completas podem ultrapassar R$1.000,00 anuais. Para saber o preço exato, o ideal é que se faça uma simulação.

Veja como a análise é feita:

  • Perfil do cliente: uso do imóvel, se é moradia principal ou casa de veraneio, tempo de permanência no imóvel e histórico de sinistros registrados pelo cliente;
  • Localização do imóvel: áreas com maior índice de furtos, alagamentos e vendavais podem elevar o valor do seguro, já que o risco é maior;
  • Valor do imovel: quanto maior o patrimônio a proteger, contando imóvel e os bens dentro da casa, maior tende a ser o prêmio do seguro;
  • Coberturas: um seguro básico que cobre apenas incêndio e explosão é mais acessível, enquanto um plano mais completo, com coberturas contra roubo, danos elétricos, vendaval e assistência 24h, por exemplo, tem um valor mais alto.

Qual é o melhor seguro para casa?

Para escolher a apólice ideal para a rua casa, considere: 

  • Tipo de casa: que pode ser casa de condomínio, casa de temporada ou casa principal;
  • Coberturas desejadas: que pode ser básicas, que cobrem contra incêndio e explosão ou completas, contra roubo, danos elétricos, vendaval e assistência 24h;
  • Reputação da seguradora: para isso, verifique o histórico de pagamentos de sinistros, confira as avaliações de clientes no site da empresa e no ReclameAqui e confirme a autorização da SUSEP e qualidade do atendimento;
  • Custo-benefício: compare cotações de várias seguradoras e avalie franquia x valor do prêmio.

O seguro de casa pode ser personalizado de acordo com a realidade do imóvel e as necessidades do cliente. Essa personalização varia entre seguradoras. Algumas oferecem planos mais flexíveis, enquanto outras trabalham com pacotes pré-definidos. Avalie, com calma, qual é a melhor escolha para o seu caso.

Como contratar um seguro de casa: passo a passo

Confira o passo a passo para contratar um seguro de casa: 

  1. Levantamento das necessidades: liste os bens que deseja proteger e identifique os riscos mais prováveis para seu imóvel (incêndio, vendaval, enchentes, roubo, danos elétricos);
  2. Comparação de opções: pesquise diferentes seguradoras e planos disponíveis e observe coberturas, franquias e serviços adicionais;
  3. Simulação de seguro: faça cotações para entender como seria a contratação na prática;
  4. Análise da apólice: leia atentamente todas as cláusulas, confirme se o valor segurado cobre o imóvel e os bens de forma adequada e tire dúvidas com a seguradora ou com o corretor antes de fechar;
  5. Assinatura: após aprovar a apólice, faça a contratação formal.

Fique atento: antes de fechar o contrato, verifique coberturas, exclusões e valores segurados para garantir que protejam adequadamente seu imóvel e bens. Além disso, é importante confirmar a confiabilidade da seguradora, avaliando histórico de pagamentos, atendimento e avaliações de clientes para evitar surpresas negativas.

Seguro de casa: proteja seu imóvel com quem diz SIM pra você

Proteger o seu lar é sinônimo de tranquilidade e qualidade de vida. Por isso, conte com um seguro de casa, com cobertura básica ou completa, mas alinhada às suas reais necessidades para proteger o que é seu.

Compare seguradoras, simule opções, analise as possibilidades para que a escolha seja, se fato, assertiva. 

E se você quer saber quanto custa e como proteger outros bens com a Suhai, faça uma simulação online agora mesmo! É rápido e sem compromisso.

Perguntas frequentes sobre seguro de casa

Ficou com alguma dúvida sobre seguro de casa? Confira, a seguir, as respostas para as principais perguntas sobre este assunto.

Qual é o melhor seguro para casa?

O melhor seguro de casa é aquele personalizado para seu imóvel e suas necessidades. Escolha uma seguradora confiável e bem avaliada.

O que cobre um seguro de casa?

Um seguro de casa cobre danos ao imóvel e aos bens dentro dele, como incêndio, explosão, vendaval, roubo/furto e danos elétricos. Pode incluir também assistências 24h, como chaveiro, encanador e eletricista.

O seguro de casa cobre roubo?

Sim, o seguro de casa cobre roubo ou furto com vestígios, desde que haja sinais de arrombamento ou invasão.

Carros mais roubados em Minas Gerais: 10 modelos mais visados e como consultar

Saber quais são os carros mais roubados em Minas Gerais pode, a princípio, despertar preocupação entre motoristas, seja pela sua segurança ou mesmo pelo impacto que isso costuma causar no valor do seguro automotivo.

Por outro lado, é um momento interessante de reflexão para tomar decisões, e isso é muito importante pelo atual contexto: o Estado registrou aumento nos casos de furtos e receptações de veículos em 2025.

Além disso, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) disponibiliza o Índice de Veículos Roubados (IVR) para que todos possam acompanhar os modelos mais e menos visados pelos criminosos. 

Nossa consulta, para este artigo, foi realizada em 02 de outubro de 2025, e ao longo deste post você vai entender o quão importante é esse ranking na hora de adquirir um carro, avaliar riscos ou contratar um seguro adequado. Confira!

Quais são os carros mais roubados em Minas Gerais?

O ranking dos carros mais roubados em Minas Gerais em 2025 mostra a preferência dos criminosos por veículos populares, de grande circulação e com alta demanda de peças no mercado paralelo. Modelos como o Onix e o Fiat Uno lideram a lista.

E sabe por quê? Justamente, pela facilidade de desmontagem e revenda.

Confira abaixo os 10 carros mais visados em Minas Gerais:

  1. Chevrolet Onix: o carro mais vendido do Brasil também é o mais roubado em MG;
  2. Fiat Uno: clássico entre os furtos, principalmente modelos mais antigos;
  3. Volkswagen Gol: popular, com peças fáceis de revenda;
  4. Chevrolet Corsa: muito visado em regiões urbanas;
  5. Fiat Palio: presença expressiva em várias cidades mineiras;
  6. Ford Ka: alvo frequente devido ao alto número em circulação;
  7. Hyundai HB20: modelo moderno, mas com procura elevada no mercado paralelo;
  8. Volkswagen Fox: popular em diversas regiões do estado;
  9. Fiat Siena: sedã compacto, também visado em furtos e receptações;
  10. Honda Civic: embora mais caro, figura entre os mais roubados pela valorização de peças.

Qual o carro mais visado por ladrões?

Você sabia que “mais roubados” e “mais visados” nem sempre são a mesma coisa? O primeiro tem a ver com o número de ocorrências registradas para um modelo, enquanto o segundo descreve os veículos que por determinadas características atraem criminosos, seja em números ou em risco relativo, quando ajustado pela quantidade de veículos expostos.

O Índice de Veículos Roubados da Susep é a métrica usada pelas seguradoras para medir esse risco relativo.

Modelos populares, como Onix, Uno, Gol e HB20, aparecem com frequência nas listas de mais roubados em Minas Gerais e no Brasil e, muitas vezes, porque há muitos exemplares em circulação, o que eleva o total de ocorrências.

Por outro lado, veículos com baixa frota podem apresentar IVR alto mesmo com poucas ocorrências absolutas. Para Minas Gerais, um dado que demanda atenção é que entre janeiro e julho de 2025 o número de ocorrências aumentou em 27,70%.

O mesmo vale para furtos nesse período, com 13.890 registros entre jan-jul/2025 vs 13.748 em igual período de 2024. E, aí, fica a pergunta, por que certos modelos são tão visados? Alguns pontos que explicam a preferência dos criminosos são:

  • Alta circulação, já que mais exemplares = maior chance absoluta de ocorrência;
  • Peças fáceis de revender, mantendo o mercado paralelo aquecido;
  • Facilidade de adulteração/adaptação do chassi e documentos;
  • Menor índice de dispositivos de segurança instalados, como alarme e rastreador ativo;
  • Maior demanda local por peças de determinados modelos.

Como consultar a lista de carros mais e menos roubados no site da Susep?

A consulta pode ser feita no site da Susep, que disponibiliza gratuitamente o Índice de Veículos Roubados, uma ferramenta que mostra quais modelos são mais ou menos roubados e visados pelos criminosos em cada região do Brasil.

Essa é uma maneira prática de entender como anda a segurança veicular em Minas Gerais e também de comparar o risco entre diferentes modelos de carro antes de contratar um seguro. Veja como fazer a consulta:

  1. Acesse o site da SUSEP: entre na área “IVR – Índice de Veículos Roubados”;
  2. Escolha os filtros, entre:
    • Categorias tarifárias: selecione todas ou apenas automóveis, se preferir;
    • Região: selecione Minas Gerais ou outra localidade de interesse;
    • Ano-modelo: pode deixar em branco para resultados mais amplos;
    • Sexo e faixa etária do condutor: selecione todos;
  3. Defina a ordenação, entre: índice decrescente, para ver os carros mais roubados ou índice crescente, para os menos roubados;
  4. Clique em “Processar”: a tabela vai mostrar o modelo, o número de veículos segurados, ocorrências registradas e o IVR correspondente;
  5. Atenção à confiabilidade: a SUSEP orienta que índices com menos de 100 veículos expostos não devem ser considerados, pois não refletem a realidade;
  6. Salve os resultados: é possível copiar a tabela ou gerar um relatório. Quem quiser pode ainda cruzar essas informações com os dados da Secretaria de Segurança de Minas, que detalham ocorrências por cidade e evolução mensal.

Dica: não olhe apenas o número de ocorrências. Compare também a quantidade de veículos segurados e o IVR. Assim, você consegue diferenciar se um modelo aparece no ranking porque tem muitos exemplares em circulação ou porque apresenta risco proporcionalmente maior.

Como o índice de roubo influencia o seguro do carro?

O índice de roubo e furto é um dos principais fatores considerados pelas seguradoras para calcular o preço do seguro automotivo, e que é medido pelo IVR da SUSEP. Ele mostra a probabilidade de um veículo ser alvo de criminosos, e a lógica é simples, quanto maior o risco a determinado modelo, maior tende a ser o valor do seguro.

Por exemplo, modelos populares como o Chevrolet Onix e o Fiat Uno, frequentemente listados entre os mais roubados em Minas Gerais, podem ter cotações de seguro mais altas justamente pelo histórico de ocorrências.

Já veículos menos visados apresentam prêmios menores, refletindo o menor risco para a seguradora.

No entanto, isso não significa que motoristas de carros populares devam abrir mão da proteção. Pelo contrário, quanto maior o índice de roubo, maior a necessidade de contar com uma cobertura confiável

Afinal de contas, o seguro é a forma mais prática de garantir proteção veicular em Minas Gerais e em todo o Brasil.

Proteja seu veículo com uma seguradora de confiança

Os rankings e estatísticas que mostram os carros mais roubados em Minas Gerais ajudam a compreender os riscos regionais e mostram como cada estado enfrenta esse desafio. 

Em Minas Gerais, assim como no restante do Brasil, vale a pena acompanhar os dados da Susep e de fontes oficiais para entender o cenário da criminalidade e tomar decisões conscientes.

Independentemente da região ou do modelo do carro, ter um seguro confiável faz toda a diferença no dia a dia, uma vez que o serviço garante tranquilidade ao motorista, protege contra imprevistos e evita prejuízos em casos de roubo, furto ou acidentes.

Quer proteger seu carro de forma prática e acessível? Faça uma cotação com a Suhai Seguradora e veja como é possível ter segurança sem complicação.

Perguntas frequentes sobre carros mais roubados em Minas Gerais

Tire as suas dúvidas sobre os carros mais roubados em Minas Gerais abaixo.

Quais são os carros mais roubados em Minas Gerais?

Modelos populares como Chevrolet Onix, Fiat Uno, Fiat Palio e Volkswagen Gol estão entre os mais visados no estado, segundo dados recentes de segurança.

Qual o estado que mais rouba carros no Brasil?

O Rio de Janeiro se mantém entre os estados com maiores índices de roubo de veículos, seguido por São Paulo. Já Minas Gerais apresenta números menores em comparação, mas ainda exige atenção do motorista.

Quais são os carros menos visados pelos ladrões?

Modelos com menor circulação no mercado, veículos de luxo com sistemas de segurança mais avançados e carros híbridos ou elétricos tendem a ter índices menores de roubo, segundo estatísticas da Susep e estudos de seguradoras.

Seguro prestamista: entenda como funciona e quando contratar

Você sabe o que é seguro prestamista? É um tipo de proteção financeira em que as pessoas contratam o serviço junto a operações de crédito, financiamento ou empréstimo, com o objetivo de garantir o pagamento das parcelas em situações inesperadas, como morte, invalidez ou desemprego involuntário.

Esse tipo de seguro é bastante comum e, muitas vezes, aparece embutido nos contratos de crédito, o que leva muitas pessoas a não compreenderem totalmente sua função, nem seus direitos como consumidores.

Neste conteúdo, você vai entender como funciona o seguro prestamista, quais são suas coberturas, quais direitos o consumidor possui e por que ele pode ser uma boa alternativa de segurança financeira em momentos de imprevisto.

O que é e como funciona o seguro prestamista?

O que é e para que serve o seguro prestamista é uma pergunta bastante comum. Ele é uma modalidade de seguro de vida vinculada a uma dívida, e que tem como finalidade quitar total ou parcialmente um financiamento ou empréstimo caso o segurado seja impedido de manter os pagamentos, por motivos como:

  • Falecimento;
  • Invalidez permanente;
  • Perda involuntária do emprego.

Funciona assim: ao contratar um crédito, o consumidor pode optar por incluir o prêmio do seguro prestamista, valor pago pelo serviço de proteção, no valor do contrato. É preciso identificar esse custo no documento. Além disso, o seguro não pode ser uma imposição obrigatória, conforme as regras da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Assim, se ocorrer algum imprevisto coberto pela apólice, a seguradora efetua o pagamento da dívida diretamente à instituição credora, evitando que o contratante ou seus familiares fiquem com o débito pendente.

Principais coberturas oferecidas

As principais são morte, invalidez, desemprego involuntário e incapacidade temporária. Entenda, em detalhes, o que o seguro prestamista cobre:

  • Cobertura por morte: neste caso, a seguradora realiza a quitação total ou parcial da dívida. Assim, familiares ou herdeiros não ficam responsáveis pelo pagamento do contrato, o que evita endividamento ou perda de patrimônio;
  • Cobertura por invalidez permanente: se o segurado sofrer um acidente ou doença que o torne permanentemente incapaz de trabalhar, a cobertura garante a indenização necessária para quitar o saldo devedor;
  • Cobertura por desemprego involuntário: para trabalhadores com carteira assinada, a cobertura garante o pagamento das parcelas do empréstimo por um período determinado, caso haja demissão sem justa causa;
  • Cobertura por incapacidade temporária: voltada para autônomos e profissionais liberais, cobre períodos em que o segurado não consegue exercer sua atividade profissional por doença ou acidente. Dessa forma, ele mantém as parcelas do contrato em dia mesmo sem renda naquele período.

Por que contratar um seguro prestamista?

Contratar um seguro prestamista permite que determinada dívida seja quitada, total ou parcialmente, em situações inesperadas. Assim, imprevistos não têm riscos de transformar uma situação financeira em um problema de grande proporção.

Um benefício complementar é a tranquilidade. Ao saber que existe uma cobertura para momentos difíceis, como desemprego involuntário ou invalidez, o contratante tem mais segurança ao assumir um financiamento.

Além disso, o seguro evita que herdeiros tenham de arcar com o saldo devedor em caso de falecimento. Ou, em outro exemplo, imagine alguém que financie um veículo e, meses depois, perde o emprego. Com a cobertura ativa, as parcelas continuam sendo pagas pela seguradora por um período determinado, evitando a inadimplência. 

Direitos do consumidor e regras importantes

O consumidor que contrata um seguro prestamista possui direitos garantidos por lei e supervisionados por órgãos como a Susep e o Procon. E por que isso importa? Você evita cobranças indevidas e garante que o contrato seja transparente e justo. E já vale dizer, a contratação do seguro prestamista é opcional.

Ou seja, se você já se questionou se o seguro prestamista é obrigatório, saiba que nenhuma instituição financeira pode obrigar o cliente a contratar esse produto como condição para conceder crédito. Essa prática é, inclusive, conhecida como venda casada, que é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

O cliente tem o direito de escolher livremente se deseja ou não incluir o seguro em seu contrato.

Outro ponto importante é a transparência nos custos. O valor do prêmio do seguro deve estar discriminado no contrato e no Custo Efetivo Total (CET) da operação. Com isso,  o consumidor sabe exatamente quanto está pagando e pode comparar as condições entre diferentes ofertas.

Além disso, o segurado tem direito ao cancelamento do seguro a qualquer momento, desde que o contrato permita e que a solicitação seja formalizada junto à instituição responsável. 

Caso o banco insista na cobrança ou dificulte o cancelamento, o consumidor pode registrar uma reclamação no Procon ou diretamente na Susep, apresentando cópia do contrato e comprovantes da cobrança.

Quando o seguro prestamista é devolvido?

A devolução do seguro prestamista pode ocorrer em algumas situações, como quando há quitação antecipada do contrato de crédito.

Nesses casos, o consumidor tem direito a receber de volta o valor proporcional ao período não utilizado, ou seja, o tempo em que o seguro não será mais necessário.

Outra possibilidade é quando o segurado cancela o contrato antes do término da vigência, desde que respeite as condições previstas na apólice. Nesse caso, também pode haver reembolso parcial do prêmio pago.

Para solicitar a devolução, o consumidor deve:

  1. Entrar em contato com a instituição onde contratou o seguro;
  2. Apresentar os documentos do contrato e pedir o cálculo proporcional da restituição.

Caso a devolução não ocorra de forma adequada, é possível recorrer à Susep ou ao Procon para garantir o cumprimento do direito.

Diferenças entre seguro prestamista e seguro de vida tradicional

Embora ambos ofereçam proteção financeira em momentos delicados, o seguro prestamista e o seguro de vida tradicional têm objetivos e destinatários diferentes, entenda quais são:

AspectoSeguro de vida tradicionalSeguro prestamista
Finalidade principalGarantir amparo financeiro aos beneficiários ou herdeiros em caso de morte ou invalidez do seguradoQuitar total ou parcialmente dívidas de empréstimos, financiamentos ou cartões de crédito
BeneficiárioFamiliares, herdeiros ou pessoas indicadas na apóliceInstituição credora (banco ou financeira)
Cobertura principalMorte natural ou acidental, e, em alguns casos, invalidez permanenteMorte, invalidez, desemprego involuntário e incapacidade temporária
Forma de indenizaçãoPagamento do capital segurado aos beneficiáriosPagamento do saldo devedor diretamente à instituição credora
ObjetivoProteção financeira da família e manutenção do padrão de vidaEvitar que o segurado ou familiares fiquem com dívidas em momentos de imprevisto
IndicaçãoPessoas que desejam proteger seus entes queridos e garantir estabilidade familiarQuem realiza empréstimos ou financiamentos e quer manter as parcelas em dia mesmo diante de adversidades
ComplementaridadePode ser combinado com o seguro prestamista para uma proteção mais completa.Pode ser usado junto ao seguro de vida, cobrindo tanto as dívidas quanto o amparo familiar.

Seguro prestamista: proteção financeira que faz diferença

Neste conteúdo, você viu que o seguro prestamista é uma ferramenta importante de planejamento e proteção financeira, que garante que, em situações inesperadas, o segurado não fique sobrecarregado com dívidas e sua família mantenha a estabilidade.

Também explicamos seus principais benefícios e os direitos do consumidor, que asseguram transparência, liberdade de escolha e possibilidade de devolução proporcional em alguns casos.

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Perguntas frequentes sobre seguro prestamista

Ainda tem dúvidas sobre o seguro prestamista? Aprenda mais sobre o assunto nas perguntas e respostas abaixo.

O que é o seguro prestamista e como funciona?

É um seguro vinculado a um empréstimo ou financiamento, que quita a dívida em caso de morte, invalidez ou desemprego involuntário do segurado.

É obrigatória a contratação do seguro prestamista?

Não, é opcional e o consumidor pode recusar, pois a venda casada é proibida por lei.

É correto o banco cobrar seguro prestamista?

Sim, desde que a adesão seja voluntária e transparente, com o custo informado no contrato e no CET da operação.