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Seguro fiança: o que é, como funciona e como contratar?

Você sabe o que é seguro fiança? Ele é uma alternativa prática e segura à tradicional exigência de um fiador no contrato de aluguel, ajudando tanto o inquilino quanto o proprietário a terem mais tranquilidade durante toda a vigência da locação.

Esse tipo de garantia locatícia foi criado para resolver um dos principais entraves do mercado de locação, que é a dificuldade de encontrar alguém disposto a se responsabilizar financeiramente em caso de inadimplência

Com o seguro fiança, o locatário contrata uma apólice de seguro que cobre possíveis débitos como aluguel de imóvel, encargos e até danos, de acordo com as coberturas contratadas.

Neste conteúdo, você vai entender como funciona o seguro fiança, quais são os custos, vantagens e cuidados ao contratar. Se você está pensando em alugar um imóvel ou quer mais segurança nesse processo, continue a leitura.

O que é seguro fiança e como funciona?

O seguro fiança é uma modalidade de garantia locatícia que substitui o fiador ou o depósito caução no contrato de aluguel. Nessa alternativa, o inquilino contrata uma apólice com uma seguradora, que assume o compromisso de cobrir os prejuízos do proprietário em caso de inadimplência.

Veja como funciona o seguro fiança para aluguel:

  • O locatário passa por uma análise de crédito feita pela seguradora;
  • Se aprovado, emite-se a apólice, que define as coberturas contratadas;
  • O valor do prêmio é pago à seguradora à vista ou parcelado;
  • Em caso de inadimplência, o proprietário aciona a seguradora, que cobre os valores previstos.

Essa modalidade oferece praticidade e mais segurança para ambas as partes, visto que o locador tem a garantia de recebimento, enquanto o locatário não precisa recorrer a terceiros como garantia.

Já para quem busca proteção para imóveis de uso próprio ou ocupados, o seguro residencial é uma opção voltada a coberturas contra sinistros que não envolvem inadimplência, como incêndios ou furtos.

Quais são as coberturas do seguro fiança?

As apólices de seguro variam conforme a seguradora, mas geralmente incluem diferentes itens que garantem maior proteção ao proprietário. Veja algumas coberturas que podem ser contratadas:

  • Aluguel em atraso;
  • Condomínio;
  • IPTU;
  • Danos ao imóvel causados pelo inquilino;
  • Multas por rescisão contratual;
  • Pintura e pequenas reformas ao final do contrato.

Algumas seguradoras também permitem a inclusão de coberturas adicionais, como honorários advocatícios e encargos judiciais. É importante que o locatário leia com atenção as condições gerais da apólice de seguro, pois os detalhes e limites de cobertura podem variar.

Para imóveis já ocupados ou propriedades próprias, o seguro residencial pode complementar a proteção, cobrindo riscos como incêndios, roubos e danos elétricos.

Qual é o valor do seguro fiança?

Se você já se perguntou quanto custa o seguro fiança, saiba que o valor varia conforme diversos fatores, que vão desde o valor do aluguel de imóvel até o perfil do inquilino e as coberturas escolhidas. Não existe um valor fixo, mas o preço costuma ficar entre 1 e 3 vezes o valor de um mês de aluguel por ano.

Entre os principais fatores que influenciam o valor, estão:

  • Valor do aluguel e encargos mensais, como IPTU e condomínio;
  • Localização do imóvel;
  • Renda e histórico de crédito do inquilino;
  • Itens adicionais incluídos na apólice do seguro.

O pagamento acontece de acordo com as condições da seguradora. Por isso, é importante realizar uma cotação de seguro com antecedência e avaliar o custo anual em relação às demais garantias disponíveis.

O que é necessário para ser aprovado no seguro fiança?

Para contratar o seguro fiança, o interessado precisa passar por uma análise de crédito realizada pela seguradora. Essa etapa avalia a capacidade de pagamento do futuro locatário e ajuda a evitar riscos de inadimplência.

Os critérios de aprovação geralmente incluem:

  • Comprovação de renda entre 3 e 4 vezes o valor do aluguel;
  • Histórico de bom pagador, sem restrições no CPF;
  • Documentação pessoal e comprovantes de renda atualizados.

Algumas práticas que aumentam as chances de aprovação são:

  • Manter o score de crédito alto;
  • Evitar dívidas em aberto;
  • Apresentar todos os documentos exigidos corretamente;
  • Ter estabilidade profissional.

Esse processo costuma ser rápido e pode ocorrer de forma totalmente online, dependendo da seguradora.

Quais são as desvantagens do seguro fiança?

Embora o seguro fiança ofereça praticidade e segurança, ele também apresenta alguns pontos que merecem atenção, como o custo anual ou mensal, sem devolução ao fim do contrato, a análise de crédito, que pode não ser aprovado e a necessidade de renovação anual da apólice.

Por outro lado, também existem vantagens, como:

  • Dispensa a necessidade de um fiador;
  • Facilita a aprovação do contrato de aluguel;
  • Garante cobertura ao proprietário em caso de inadimplência.

O seguro fiança costuma ser mais vantajoso quando o inquilino não tem um fiador disponível ou deseja mais autonomia no processo de locação. Também é uma alternativa interessante em mercados imobiliários mais exigentes.

Seguro fiança e segurança financeira com a Suhai

Contratar um seguro fiança é uma maneira de garantir estabilidade financeira e confiança nas relações de aluguel, tanto para quem aluga quanto para quem é dono do imóvel. 

Embora a Suhai não ofereça esse benefício atualmente, ou o seguro residencial, a empresa mantém seu compromisso com a proteção patrimonial e a segurança financeira dos seus clientes, atuando com foco em mobilidade.

A Suhai Seguradora é referência em seguros para carros, motos e caminhões, oferecendo soluções acessíveis para quem busca proteger seus veículos contra roubo, furto e acidentes.

Quer entender outras formas de proteger seu patrimônio? Conheça os seguros da Suhai e veja como é simples se sentir seguro.

Perguntas frequentes sobre seguro fiança

Não fique mais com dúvidas. A seguir, confira as respostas para as principais perguntas sobre esse assunto. 

O que é melhor, fiador ou seguro fiança?

Depende do perfil do inquilino. O seguro fiança é mais prático, pois não exige terceiros como garantia, enquanto o fiador pode ser mais econômico, mas nem sempre está disponível.

Precisa ter nome limpo para seguro fiança?

Sim, ter um bom score de crédito e não possuir restrições no CPF são critérios comuns de análise de crédito para aprovação do seguro.

O seguro fiança é devolvido ao inquilino?

Não, ao contrário do caução, o valor pago pelo seguro fiança é um serviço contratado e não é reembolsável ao final do contrato.

Seguro por assinatura: o que é e como funciona?

O seguro por assinatura vem ganhando cada vez mais espaço no mercado brasileiro principalmente por sua flexibilidade em se adaptar às necessidades individuais dos proprietários de veículos.

A ideia principal é o pagamento mensal, ao contrário do que acontece em seguradoras tradicionais, em que o contrato é, geralmente, anual e, portanto, mais engessado.

Se você está buscando uma alternativa de seguro flexível, digital e acessível, continue a leitura para entender como o seguro por assinatura funciona e se essa é uma opção interessante para você.

O que é seguro por assinatura?

O seguro por assinatura nada mais é do que uma modalidade de seguro flexível em que o segurado contrata uma assinatura mensal pela proteção do seu veículo, que é feita de forma adaptada às necessidades do segurado.

Para ficar mais claro, imagine um motociclista que usa o veículo apenas uma parte do ano, seja para viagens, entregas sazonais ou outro motivo.

Contratando um seguro tradicional, ele precisaria pagar em todos os 12 meses, mesmo deixando a moto parada em boa parte do ano. Ao contratar um seguro por demanda, ou assinatura, ele pagaria somente pelo tempo de uso, ativando a cobertura apenas no momento em que a moto fosse utilizada.

Como funciona o seguro por assinatura?

O seguro por assinatura funciona como um serviço de streaming: você paga a cada mês, com liberdade para cancelar quando quiser, sem a obrigação de manter um contrato anual como no seguro tradicional.

O processo ocorre da seguinte forma:

  • Escolha do plano: o cliente escolhe a cobertura que melhor atende sua necessidade, por exemplo, contra roubo/furto, assistência 24h, etc;
  • Contratação digital: a adesão é online, sem burocracia;
  • Renovação automática: a cobrança é recorrente, renovada mês a mês, sem precisar refazer o contrato;
  • Cancelamento simplificado: se o cliente não quiser continuar, pode encerrar a assinatura facilmente pelo aplicativo ou site, sem multas abusivas.

Confira alguns exemplos de cenários reais que o seguro por assinatura se mostra uma excelente alternativa:

  • Um motorista que precisa da cobertura por poucos meses para viagens mais longas;
  • Um motociclista que usa a moto apenas para passeio e não quer pagar seguro o ano inteiro;
  • Um motorista que está com um carro temporário alugado e precisa de proteção apenas por alguns meses.

Ou seja, o seguro por assinatura se adapta ao seu estilo de vida!

Tipos de planos e coberturas disponíveis

No seguro por assinatura, o plano é personalizado, podendo ser ajustado de acordo com as suas necessidades, adicionando ou removendo coberturas conforme desejado. Em geral, as principais opções de cobertura básica e cobertura completa são:

  • Roubo e furto: protege contra roubo ou furto com indenização parcial ou integral do veículo;
  • Danos materiais: protege contra danos causados ​​ao veículo por colisões, incêndios, explosões, entre outros;
  • Danos a terceiros: protege contra danos causados ​​a terceiros, incluindo danos materiais e lesões corporais;
  • Assistência 24 horas: oferece serviços de guincho, socorro mecânico, chaveiro, troca de pneus, entre outros.

Pagamento e renovação automática

Uma grande vantagem do seguro por assinatura é a sua praticidade, seja na assinatura digital ou no pagamento, que é feito mensalmente com renovação automática, além da flexibilidade, com a possibilidade de ser modificada ou cancelada a qualquer momento, sem multas ou complicações.

O pagamento mensal e o cancelamento simples permitem que os clientes consigam ter um melhor planejamento e controle financeiro, além de liberdade para contratarem um seguro realmente alinhado às suas necessidades. 

Quanto custa um seguro temporário?

Não existe um preço fixo de cobertura temporária de seguro. Os valores variam conforme tipo de veículo, uso, perfil do condutor e região, da seguinte forma:

  • Modelo e valor do veículo: carros mais caros ou visados têm custo maior;
  • Tempo de uso: no modelo por assinatura, você paga proporcionalmente ao tempo de uso do veículo;
  • Perfil do condutor: condutores mais jovens e recém habilitados, tendem a pagar mais caro. O mesmo acontece com motoristas com histórico de sinistros, acidentes e multas; 
  • Localização: regiões com altos índices de roubo e furtos têm seguros mais caros.

Fato é que esse modelo pode gerar economia no seguro, principalmente para quem usa o veículo de forma sazonal, já que o segurado paga apenas pelos meses em que realmente precisa da proteção, ao invés de arcar com um contrato anual fechado.

Isso acontece, por exemplo, com proprietários de carros secundários, veículos que ficam a maior parte do ano guardados e são usados só em ocasiões especiais, como carros antigos ou de leilão.

Vantagens e limitações do seguro por assinatura

Assim como em qualquer alternativa de proteção veicular, é preciso estar ciente das vantagens e limitações do modelo, sejam elas flexibilidade, praticidade, acessibilidade, facilidade de contratação, ou mesmo coberturas insuficientes.

Confira alguns dos principais benefícios do seguro por assinatura:

  • Flexibilidade: o segurado pode ativar ou cancelar o seguro a qualquer momento, sem ficar preso a contratos anuais;
  • Custo acessível: trata-se de um seguro mensal, sendo o pagamento proporcional ao uso, o que evita gastar por períodos em que o carro está parado;
  • Contratação rápida: todo o processo é digital pelo aplicativo ou site, desde a escolha do plano até a ativação da cobertura, e feito em poucos minutos.

Por outro lado, existem também algumas limitações, como:

  • Disponibilidade de perfis: esse modelo nem sempre está disponível para todos os perfis de clientes nas seguradoras tradicionais;
  • Profundidade de cobertura: as coberturas podem ser mais básicas comparadas ao seguro padrão.

Quando vale a pena contratar um seguro por assinatura

Antes de contratar um seguro por assinatura, é importante ter em mente que essa alternativa costuma ser mais vantajosa para determinados perfis de condutores, como donos de motos de uso sazonal, carros antigos, veículos de leilão, por exemplo.

Isso se deve, justamente, ao benefício de pagamento mensal proporcional ao uso que o seguro por assinatura confere.

Essa modalidade de seguro pode, inclusive, atender perfis que tradicionalmente enfrentam barreiras para contratar seguros, como motoristas jovens, recém habitados, proprietários de carros antigos, ou com histórico de sinistros.

A boa notícia é que a Suhai aceita todos esses perfis, ao contrário das seguradoras tradicionais do mercado.

Conte com a Suhai para proteger seu veículo do seu jeito

Se você entendeu que o seguro por assinatura é uma alternativa válida para a sua realidade, conte com a Suhai para proteger o seu veículo!

Aqui, aceitamos veículos recusados pelas seguradoras tradicionais e você pode personalizar o seu seguro de acordo com as suas necessidades. Oferecemos também assistência 24 horas para eventuais emergências e o processo é 100% digital e simplificado.

Faça uma simulação de seguro com a Suhai e pague apenas pelo que faz sentido para você e seu estilo de vida!

Perguntas frequentes sobre seguro por assinatura

Se você ainda tem dúvidas sobre o seguro por assinatura, aqui estão algumas perguntas frequentes sobre o tema:

Posso cancelar o seguro por assinatura quando quiser?

Sim, você pode cancelar o seguro por assinatura quando quiser, sendo uma alternativa ao seguro tradicional, em que você precisa esperar completar os doze meses.

O seguro por assinatura cobre roubo e furto?

Sim, na maioria das seguradoras, o seguro por assinatura já inclui a cobertura contra roubo e furto no plano básico.

Posso contratar esse tipo de seguro para carros antigos ou de leilão?

Sim, dependendo da seguradora, é possível contratar seguro por assinatura para carros antigos ou de leilão.

Carros mais roubados do Brasil: 10 modelos mais visados e como consultar

Se você reparar com atenção na lista dos carros mais roubados do Brasil, um padrão se revela: os modelos mais populares estão entre os principais alvos.

Essa preferência acontece porque veículos de grande circulação têm procura no mercado paralelo de peças e costumam ser mais fáceis de revender.

Quem pensa em comprar um modelo novo ou seminovo, precisa saber quais são os carros mais visados e por que eles aparecem nos rankings. Assim, fica como um critério importante de decisão.

Além disso, conhecer o Índice de Veículos Roubados (IVR) divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) permite entender o risco associado a cada modelo e tomar decisões mais seguras.

A seguir, veja quais são os carros mais visados para roubo em 2025 e descubra como consultar o ranking oficial.

Quais são os 10 carros mais roubados no Brasil?

O IVR da SUSEP calcula a relação entre a quantidade de carros segurados e os casos de roubo ou furto registrados. 

Esse ranking mostra quais são os modelos mais visados e serve como referência para motoristas que querem avaliar riscos e reforçar a proteção do veículo.

Nada mais natural, considerando que o Brasil tem uma média de 64 roubos e furtos de carro por hora. E, segundo dados recentes, o top 10 carros mais roubados do Brasil inclui principalmente modelos populares, como Gol, HB20, Onix e Uno. 

Veja, abaixo, a lista dos 10 carros mais roubados do Brasil em outubro de 2025:

  1. Volkswagen Gol;
  2. Hyundai HB20;
  3. Chevrolet Onix;
  4. Fiat Uno;
  5. Ford Ka;
  6. Fiat Palio;
  7. Fiat Siena;
  8. Volkswagen Voyage;
  9. Jeep Renegade;
  10. Toyota Corolla.

Esses modelos aparecem no topo do ranking IVR porque combinam três fatores: popularidade, grande presença nas ruas e facilidade de revenda ou desmontagem para peças.

Quais carros são mais visados para roubo em 2025?

Estatísticas recentes mostram que os carros visados em 2025 são os modelos populares, compactos ou com muitos exemplares nas ruas, fatores que facilitam tanto o furto quanto o roubo, principalmente para revenda de peças ou desmanche.

Tendências como idade do veículo, presença em regiões metropolitanas, e valor de mercado de componentes também influenciam.

E dados regionais reforçam a importância em saber quais são os carros mais roubados do Brasil. Só na Região Metropolitana de São Paulo, de janeiro a maio de 2025, foram registradas 28.524 ocorrências de furtos e roubos de automóveis.

Saiba um pouco mais sobre esses carros visados em 2025 nos tópicos abaixo.

Volkswagen Gol

O Volkswagen Gol continua sendo um dos carros mais roubados do Brasil, liderando rankings há vários anos. Sua alta circulação nas ruas, resultado de décadas como líder de vendas, o torna um alvo constante dos criminosos.

Além disso, o Gol possui peças acessíveis e de alta demanda no mercado paralelo, o que facilita a revenda após o desmanche. A soma de popularidade, simplicidade mecânica e liquidez das peças explica por que ele aparece no topo do índice.

Hyundai HB20

Entre os carros visados em 2025, o Hyundai HB20 se consolidou como destaque, principalmente no estado de São Paulo. Mesmo sendo um veículo moderno, com sistemas de segurança eletrônica, sua popularidade crescente e volume de circulação atraem a atenção dos criminosos.

O modelo é um dos preferidos para furtos, pois tem revenda ágil de peças, além de estar entre os mais buscados em aplicativos e frotas de locadoras.

Chevrolet Onix

O Chevrolet Onix, que já foi por anos o carro mais vendido do Brasil, ainda figura entre os veículos mais visados para roubo, mesmo que tenha caído algumas posições nos últimos levantamentos.

Sua grande presença no mercado e a procura por peças de reposição o mantém no radar dos criminosos. 

Apesar da leve queda em 2025, o Onix segue como alvo relevante e deve continuar no ranking enquanto mantiver alta circulação.

Fiat Uno

Clássico das ruas brasileiras, o Fiat Uno é outro destaque no ranking dos carros mais roubados. Trata-se de um modelo antigo, simples de sofrer arrombamentos e frutos, o que facilita a ação criminosa.

Além disso, ainda há milhares de unidades em circulação, principalmente como carro de uso diário em cidades médias e pequenas.

Outros modelos 

Além dos modelos acima, outros veículos aparecem no ranking, como:

  • Ford Ka;
  • Fiat Palio;
  • Fiat Siena;
  • Volkswagen Voyage;
  • Chevrolet Corsa;
  • Fiat Argo.

São carros populares, de fácil manutenção e com muitas unidades em circulação, o que garante demanda constante por peças. 

Embora não liderem isoladamente, juntos representam uma boa parcela das ocorrências de furto e roubo no Brasil em 2025.

Saiba mais | Meu veículo foi roubado, o que devo fazer?

Qual o SUV mais visado para roubo?

Entre os utilitários esportivos, o Jeep Renegade estava no topo da lista de 2024 entre os SUVs mais roubados na região metropolitana de São Paulo, com 1.213 ocorrências nesse período.

O destaque do Renegade se explica pela popularidade dos SUVs no Brasil, que se tornaram uma das categorias mais vendidas nos últimos anos, e do próprio modelo da Jeep, que tem uma frota numerosa em circulação nas ruas.

A lista é seguida por modelos como o Jeep Compass e o Ford EcoSport, além de modelos como Nissan Kicks (625) e Honda HR-V (543).

Como consultar a lista de carros mais roubados no site da SUSEP?

A Susep divulga regularmente o Índice de Veículos Roubados (IVR), que é o principal indicador oficial para acompanhar quais modelos de automóveis são mais visados por criminosos.

Esse índice é calculado a partir da divisão entre o número de ocorrências de roubo ou furto e o total de veículos segurados daquele mesmo modelo.

Ou seja, quanto maior o IVR, maior a chance estatística do roubo acontecer entre os que possuem seguro registrado.

Para fazer a consulta oficial, siga os passos abaixo:

  1. Acesse a página do IVR diretamente no portal da Susep;
  2. Selecione os filtros de consulta:
    • Categorias tarifárias: todas;
    • Regiões: selecione a região de interesse (ex.: Sudeste, Sul, etc.);
    • Ano modelo: deixe em branco para considerar todos os anos;
    • Sexo do condutor: todos;
    • Faixa etária do condutor: todas;
    • Tipo de ordenação: “índice decrescente” para ver os mais roubados ou “índice crescente” para os menos roubados.
  3. Confira os resultados.

Atenção, também, ao alerta que a SUSEP traz:

“Ao observar o índice de Roubos/Furtos leve em consideração a quantidade de veículos expostos, uma quantidade pequena, não garante credibilidade no índice”.

Portanto, analise apenas modelos com mais de 100 veículos segurados na amostra, para ter uma visão realmente confiável.

Proteja seu carro com a Suhai

Você possui ou tem interesse em um dos carros mais roubados do Brasil? Muita atenção, porque boa parte das seguradoras recusa proteger veículos antigos, de leilão ou modelos muito populares.

E a Suhai Seguradora se diferencia justamente por ser a seguradora que diz SIM pra você. Com aceitação ampla, garantimos proteção até para os modelos com maior índice de roubo no Brasil a partir de uma cobertura personalizada, assistência 24h e planos que cabem no seu bolso.

Seja qual for o seu carro, popular, premium, antigo ou adquirido em leilão, ao contratar um seguro da Suhai, você tem a tranquilidade de ter seu patrimônio protegido. 

Faça uma simulação de seguro com a Suhai gratuitamente, e descubra como é simples e acessível contar com quem entende de proteção.

Perguntas frequentes sobre carros mais roubados do Brasil

Confira abaixo respostas rápidas para as principais dúvidas sobre o tema.

Qual o carro menos roubado no Brasil?

Segundo o IVR da SUSEP, entre os modelos com grande frota segurada, o BMW Série 3 aparece frequentemente entre os menos roubados, graças ao alto custo de manutenção e baixa liquidez no mercado paralelo.

Qual o carro mais visado pelos ladrões?

Modelos como o Volkswagen Gol seguem no topo dos mais roubados, de acordo com o IVR/SUSEP 2025, pela alta circulação, peças acessíveis e fácil revenda.

Qual é o carro mais difícil de roubar?

Veículos com tecnologia avançada de segurança, como os Tesla, estão entre os mais difíceis de serem levados, devido a sistemas antifurto digitais, rastreamento integrado e atualizações remotas de software.

Seguro de carga: como funciona e como fazer?

O seguro de carga é uma solução prática que oferece proteção financeira às mercadorias transportadas em casos de perdas, roubos ou danos durante o trajeto.

Considerando os riscos em torno do transporte de mercadorias, essa modalidade de seguro é muito importante para empresas que desejam manter a logística segura e reduzir riscos nas suas operações.

Por isso, vamos te explicar como funciona o seguro de carga, quem deve contratá-lo, quais são os principais tipos disponíveis, como calcular o valor e quais responsabilidades envolvem essa apólice.

Também traremos dicas para escolher a cobertura ideal para cada tipo de transporte, seja rodoviário, aéreo ou marítimo. Confira!

Como funciona o seguro de carga?

O seguro de carga funciona como uma apólice de transporte que transfere o risco de danos, roubos, extravios ou avarias das mercadorias para a seguradora. Assim, caso ocorra algum sinistro durante o deslocamento rodoviário, aéreo ou marítimo, o segurado tem direito à indenização, conforme as condições previstas no contrato.

E por que isso é tão importante? Só em 2024, o país registrou uma perda superior a R$ 1 bilhão em roubos mercadorias. Isso, inclusive, levando em conta que houve uma redução de 11% nesse tipo de ação criminosa entre 2023 e 2024.

Ter o seguro é o primeiro passo, portanto, mas saber como acioná-lo é igualmente relevante. E, para isso, é necessário apresentar a documentação adequada, como:

  • Nota fiscal das mercadorias;
  • Conhecimento de transporte;
  • Relatórios de ocorrência para assegurar a comprovação dos fatos.

Quem deve contratar o seguro de carga?

O seguro de carga pode ser contratado tanto pelo embarcador, que é o dono da mercadoria, quanto pelo transportador, dependendo de quem tem o interesse  pela proteção do bem e do que foi definido no contrato de transporte.

Em operações comerciais, é comum que a responsabilidade pela contratação esteja alinhada a cláusulas contratuais para que exista total transparência entre as partes.

Para empresas de logística e transportadoras que lidam com produtos de alto valor ou cargas frágeis, essa proteção evita prejuízos e mantém a operação segura. Pois, além de reduzir riscos financeiros, reforça a confiança nas relações comerciais e contribui para uma gestão mais profissional.

Leia também | Seguro para caminhão: como funciona e onde contratar?

É obrigatório ter seguro de carga?

Em muitos casos, o seguro de carga é obrigatório. Principalmente para transportadores que atuam de forma profissional. Por lei, empresas devem possuir o seguro de responsabilidade civil do transportador rodoviário de carga (RCTR-C), que cobre danos causados à carga em situações específicas, como acidentes.

Já para embarcadores, a contratação não é sempre obrigatória, mas segue recomendada, pois amplia a responsabilidade de carga e protege o profissional contra imprevistos.

Quais são os tipos de seguros de carga?

Os principais tipos de seguro de carga são o Ad Valorem, o Carga Geral, o Conteinerizado e o Seguro para Transporte Internacional. Cada modalidade atende a diferentes necessidades de transporte de mercadorias, variando conforme o tipo de produto, rota e nível de risco da operação. 

Veja abaixo uma comparação entre os principais tipos e suas características:

Tipo de seguro de cargaO que cobreQuando é indicadoDiferenciais
Ad ValoremCobre o valor total da mercadoria, com base em um percentual do valor declaradoIdeal para cargas de alto valor ou sensíveis a danos e extraviosCálculo direto sobre o valor da carga; cobertura proporcional ao risco
Carga geralProtege cargas transportadas por via terrestre, aérea ou marítimaIndicado para transportadoras e embarcadores com operações frequentes e variadasFlexível e abrangente; pode incluir coberturas adicionais
ConteinerizadoCobre tanto o contêiner quanto a carga armazenada dentro deleRecomendado para transporte marítimo, ferroviário ou intermodalGarantia dupla (contêiner e conteúdo); ideal para exportações e importações
Transporte internacionalProtege mercadorias em trânsito entre países, da origem ao destino finalIndicado para operações de comércio exteriorCobertura ampla, incluindo riscos específicos de portos, alfândega e rotas marítimas

Vale destacar que essas modalidades oferecem diferentes níveis de cobertura total e podem ser combinadas de acordo com a natureza da carga e o trajeto percorrido.

Qual o valor de um seguro de carga?

O valor de um seguro de carga varia conforme fatores como o valor da mercadoria, o tipo de transporte, as rotas utilizadas, o grau de risco da operação, a abrangência da cobertura e o histórico de sinistros do contratante.

Cada um desses elementos influencia o cálculo do seguro e o custo final da apólice. Mas, na prática, o valor costuma ser determinado pela taxa Ad Valorem, que é um percentual aplicado sobre o valor da carga transportada.

Por exemplo, se a taxa for de 0,2% e a mercadoria valer R$ 100.000, o custo do seguro será de R$ 200, aproximadamente. Algumas seguradoras também estipulam uma apólice mínima para cobrir despesas administrativas e operacionais, principalmente em cargas de baixo valor.

Por isso, a cotação personalizada ajuda a definir uma taxa adequada à realidade de cada operação, equilibrando custo de transporte e nível de proteção desejado.

De quem é a responsabilidade do seguro da carga?

A responsabilidade pela contratação do seguro de carga depende da operação e do papel de cada um no contrato de transporte. O transportador é obrigado por lei a possuir o RCTR-C, que cobre danos ou perdas causados à mercadoria em decorrência de acidentes com o caminhão ou outro tipo de veículo durante o transporte.

Já o embarcador, que é o dono da mercadoria, pode contratar coberturas adicionais para ter uma proteção mais ampla contra riscos como:

  • Roubo;
  • Extravio;
  • Avarias não cobertas pelo seguro obrigatório.

E para todos os casos, a recomendação é ter um seguro adequado para reduzir prejuízos e assegurar a continuidade do negócio, principalmente em operações que envolvem grandes volumes ou produtos de alto valor.

Assim, além de cumprir exigências legais, o melhor seguro para as suas necessidades protege a cadeia logística e reforça a confiança entre embarcadores e transportadoras.

Segurança para seu veículo e suporte para seu negócio com a Suhai

A Suhai, atualmente, não oferece seguro de carga, mas tem a solução certa para a proteção dos veículos que transportam mercadorias. Afinal, manter o veículo protegido é o primeiro passo para garantir a continuidade das entregas e evitar prejuízos com o transporte.

Com planos descomplicados e com cobertura completa, temos soluções para transportadores e empresas que dependem do deslocamento de cargas no dia a dia.

Quer mais segurança e suporte no transporte? Faça uma cotação online com a Suhai Seguradora e descubra como é simples proteger seu veículo, fazer seguro caminhão e manter sua operação sempre em movimento!

Perguntas frequentes sobre seguro de carga

Tire suas dúvidas sobre o seguro de carga nas perguntas e respostas abaixo.

Como funciona o seguro de carga?

O seguro de carga funciona como uma apólice de transporte que transfere o risco de perdas, roubos ou danos da mercadoria para a seguradora. Em caso de sinistro, o segurado é indenizado conforme as condições previstas no contrato..

Qual o valor de um seguro de cargas?

O valor depende do tipo de mercadoria, rota, meio de transporte e nível de risco da operação. Normalmente, o cálculo é feito com base no Ad Valorem, um percentual sobre o valor da carga. 

Como um autônomo pode fazer seguro de carga?

O motorista autônomo pode contratar o seguro de carga por meio de uma corretora ou diretamente com uma seguradora, informando o tipo de carga, valor e destino. O processo é simples e garante mais segurança e credibilidade nas operações.

Pilotar moto descalço é permitido? Entenda o que diz a lei e os riscos dessa prática

Por mais que não seja expressamente proibido pelo Artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), pilotar moto descalço não é aconselhado pela própria legislação. O motivo é a falta de segurança, já que pilotar sem calçado é altamente perigoso, seja pelo menor controle da moto ou pela falta de proteção em caso de acidentes.

E quando o assunto é segurança, a Suhai se destaca. Por aqui, o nosso foco é o bem-estar do motociclista, dentro e fora das ruas.

Continue a leitura para entender mais sobre pilotar moto descalço, calçado adequado para moto e direção segura.

É permitido andar de moto descalço?

A resposta é sim, é permitido pilotar moto descalço, porém não é nada aconselhável. 

Apesar de não ser considerado uma infração de trânsito, estar descalço reduz o controle sobre os pedais, aumenta o risco de escorregões e deixa os pés totalmente vulneráveis a queimaduras, cortes e impactos em caso de queda.

Por isso, o ideal é sempre utilizar um calçado apropriado, firme e fechado, que ofereça conforto, aderência e proteção para uma condução segura

O que diz o Código de Trânsito Brasileiro sobre pilotar moto descalço

De acordo com o que está previsto no Art. 252, inciso IV do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), considera-se infração de trânsito “dirigir o veículo usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais”.

Isso quer dizer que a infração ocorre quando o condutor usa calçados que saem com facilidade dos pés, como chinelos ou sandálias frouxas, mas não há proibição direta para dirigir descalço

Ainda assim, essa é uma prática extremamente arriscada e não recomendada pela própria legislação.

Por que pilotar moto descalço é perigoso

Os riscos de pilotar descalço se estendem desde a falta de controle da moto até a exposição física do corpo. 

Aqui estão os principais riscos:

  • Queimaduras no motor: sem o calçado, o piloto pode se queimar instantaneamente ao encostar no motor, que esquenta muito durante o uso do veículo;
  • Falta de controle dos pedais: pilotar exige firmeza nos pedais de freio e câmbio. Estar descalço reduz a aderência e a sensibilidade, dificultando trocas de marcha e frenagens seguras;
  • Exposição a detritos: ao parar ou apoiar o pé no chão, há risco de pisar em vidro, pedras, pregos ou óleo, o que pode causar ferimentos e comprometer o controle da moto;
  • Maior chance de ferimentos em acidentes de moto: em uma queda, os pés são uma das partes mais vulneráveis. Estar descalço pode causar cortes, queimaduras, fraturas e ferimentos graves no asfalto.

Embora a legislação não proiba, é de responsabilidade do motociclista prezar pela sua própria segurança. E é com esse pensamento que a Suhai trabalha. Somos parceiros de cada motociclista que escolhe andar com responsabilidade.

Pode andar de moto de chinelo? 

Não é permitido andar de moto de chinelo. “Mas como assim? Pode dirigir descalço mas de chinelo não pode?” você pode estar se perguntando. A questão é que o chinelo se enquadra no Artigo 252, que proíbe dirigir com calçados que não se firmam nos pés.

Voltamos à reflexão da segurança ao pilotar, segundo as regras de trânsito, dirigir moto descalço é permitido, mas altamente inseguro. Já dirigir usando chinelo é proibido e passível de multa

Quais são os calçados adequados para pilotar moto com segurança

O melhor calçado para motociclista é aquele que fica firme nos pés e não compromete a utilização dos pedais, como tênis, bota de moto, calçados com sola resistente e que cubram o calcanhar.

A firmeza e a aderência nos pedais garantem que o motociclista tenha controle ao frear e trocar marchas, e permitem respostas rápidas e seguras em situações de emergência. Caso contrário, há maior risco de perda de equilíbrio, deslizes e acidentes.

Vale a pena investir em calçados próprios para moto?

Pensando na segurança pessoal, vale a pena sim investir em um calçado reforçado e próprio para moto.

Esses modelos contam com materiais reforçados, solado antiderrapante e proteção nas regiões mais vulneráveis do pé e tornozelo. Além de aumentar o conforto do piloto, eles ajudam a absorver impactos e reduzem o risco de acidentes, como ferimentos em caso de quedas ou contato com partes quentes da moto.

Segurança para seu veículo e tranquilidade para sua rotina com a Suhai

Pilotar moto descalço é permitido, mas, de forma alguma, é recomendável. Respeitar e zelar pela sua segurança deve começar com atitudes simples, como o uso do calçado certo e equipamento de proteção individual como capacete, luvas, roupas apropriadas e protetores corporais.

E mesmo tomando todos os cuidados, a verdade é que imprevistos acontecem a todo momento. É por isso que ter um seguro de moto confiável faz toda diferença para a sua segurança no dia a dia.

A Suhai Seguradora é parceira do motociclista. Nosso foco é proteger quem escolhe andar com responsabilidade de forma acessível, com seguro que cabe no bolso. 

Quer proteger sua moto e rodar com mais segurança? Faça uma cotação de forma rápida com a Suhai e descubra como é simples garantir sua proteção.

Perguntas frequentes sobre pilotar moto descalço

Ficou com dúvidas sobre pilotar moto descalço? Veja as respostas para as perguntas mais comuns.

É infração de trânsito dirigir descalço?

O Código de Trânsito Brasileiro não considera dirigir descalço como infração. No entanto, desaconselha por questões de segurança e controle do veículo.

Posso andar de moto de pé no chão?

Não é seguro andar de moto com os pés no chão enquanto ela está em movimento. Isso pode desequilibrar o piloto e aumentar o risco de quedas e atropelamentos.

É permitido pilotar moto sem camisa?

Sim, o Código de Trânsito Brasileiro não proíbe pilotar moto sem camisa.

Porém, é altamente perigoso, pois deixa o corpo exposto a sol, queimaduras, sujeira e ferimentos em caso de quedas.

Onde fica o código de segurança da CNH? Entenda como localizá-lo

Se você precisa ativar a CNH digital e ficou na dúvida sobre onde fica o código de segurança da CNH, saiba que isso é muito comum. Principalmente, porque o código serve para validar o documento no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT) e confirmar que a habilitação física e a versão digital são autênticas e pertencem ao mesmo condutor.

Por isso, vamos ensinar onde encontrar o código de segurança, para que ele serve, como usá-lo na CNH digital e o que fazer caso o número não esteja legível ou o documento tenha sido perdido. Vamos lá?

O que é o código de segurança da CNH e para que serve?

O código de segurança da CNH é uma sequência de 11 caracteres alfanuméricos, impressa na carteira de habilitação, que funciona como um identificador único do documento, usado para validar e ativar a CNH digital.

Na prática, esse código garante que o documento físico foi emitido por um órgão oficial e que o titular é realmente o motorista cadastrado. Ao informar o código no aplicativo CDT, o sistema cruza os dados com o banco da Senatran, confirmando a autenticidade do documento antes de liberar a versão digital.

Além de ser indispensável na primeira ativação da CNH digital, o código é usado em: 

  • Verificações de autenticidade;
  • Cadastros online;
  • Procedimentos de segurança que envolvem dados do motorista.

Funciona, portanto, como uma camada de proteção contra fraudes e falsificações, e que torna o processo de identificação muito mais confiável.

Onde está o código de segurança da CNH?

O código de segurança da CNH está localizado na parte de trás do documento, ao lado da assinatura do emissor, próximo ao campo Local. Nas CNHs emitidas a partir de junho de 2022, esse código aparece logo abaixo do QR Code, que também serve para leitura e validação eletrônica da habilitação.

No modelo novo da CNH, o código é formado por 11 caracteres e pode estar impresso de forma horizontal, junto à parte inferior do documento.

Já nas versões antigas, emitidas antes de 2017, ele geralmente aparece na frente da carteira, logo abaixo da data de emissão.

Para localizar o código, basta virar a CNH e observar a área inferior, onde estão a assinatura do emissor e o QR Code CNH. Ele costuma estar impresso em destaque para que você copie o número quando precisar validar ou cadastrar o documento.

Como validar CNH digital sem o código de segurança?

Normalmente, a validação da CNH digital exige o código de segurança impresso na carteira física. Esse número é obrigatório apenas na primeira ativação dentro do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), vinculado à sua conta gov.br.

Se você não tem o código de segurança, há algumas alternativas:

  • Solicitar uma 2ª via da CNH junto ao Detran do seu estado. A nova via será emitida com um código atualizado para que você ative a versão digital;
  • Verificar se sua CNH digital já foi ativada anteriormente. Nesse caso, não é necessário informar o código novamente, basta acessar o app CDT e fazer login com sua conta gov.br para recuperar o documento;
  • Consultar presencialmente o Detran, caso o código esteja ilegível ou o documento físico danificado.

Lembre-se que não existe forma online de descobrir o código sem a CNH física. Essa limitação é proposital e faz parte das medidas de segurança digital para proteger os dados do motorista e evitar fraudes.

Como consultar o código de segurança sem a CNH física

Se você não tem a CNH em mãos, pode consultar o código de segurança de forma indireta pelo aplicativo CDT ou pelo Portal de Serviços da Senatran, desde que a CNH digital já tenha sido ativada anteriormente.

Veja como fazer:

  1. Acesse o aplicativo CDT;
  2. Faça login com sua conta gov.br;
  3. Vá até a opção “Habilitação” e selecione sua CNH digital;
  4. O aplicativo exibirá as informações completas do documento, sem necessidade de digitar novamente o código de segurança.

Outra alternativa é entrar no Portal de Serviços da Senatran, fazer login com sua conta gov.br e consultar os dados da habilitação já cadastrada.

Mas atenção: se a CNH ainda não foi ativada digitalmente, o código impresso na carteira física será indispensável. Por isso, mantenha o documento guardado.

Cuidados e dicas para guardar o código com segurança

O código de segurança da CNH é um dado sensível e é preciso tratá-lo com o mesmo cuidado que outros dados pessoais. Por isso, anote-o em um local seguro, como um gerenciador de senhas ou arquivo protegido, e nunca compartilhe-o com terceiros.

Além disso, evite fotografar ou armazenar o código em locais de fácil acesso no celular, e proteja o documento físico contra umidade, dobras e danos. Afinal, cuidar da segurança digital e da privacidade é uma forma de garantir que você sempre possa validar seus documentos de forma rápida e segura.

Mantenha seus documentos em dia e seu veículo protegido com a Suhai

Assim como o código de segurança é indispensável para garantir a validade da CNH Digital, manter seu veículo protegido é essencial para dirigir com tranquilidade. A Suhai Seguradora é especialista em seguros para motos, carros e caminhões, com planos acessíveis e sem burocracia, inclusive para veículos que outras seguradoras costumam recusar.

A Suhai entende as necessidades de quem vive sobre duas ou quatro rodas, oferecendo proteção completa contra roubo, furto, colisão e muito mais.

Quer proteger o seu veículo de forma simples e acessível?  Faça uma cotação com a Suhai e dirija com tranquilidade.

Perguntas frequentes sobre onde fica o código de segurança da CNH

Tem dúvidas para entender onde fica o código de segurança da CNH? Confira as respostas para as principais perguntas sobre o tema.

Onde fica o número da CNH digital?

O número da CNH digital é o mesmo que consta no documento físico, localizado na parte superior do campo “Número da CNH”. Ele é diferente do código de segurança, que aparece no verso da carteira, ao lado da assinatura do emissor.

Por que não consigo validar minha CNH Digital?

A validação da CNH Digital requer o código de segurança informado corretamente. Caso o documento esteja danificado, ilegível ou desatualizado, é necessário solicitar uma 2ª via da CNH junto ao Detran para obter um novo código.

Como saber o meu código de segurança?

O código está impresso no verso da CNH nova, ao lado da assinatura do emissor, próximo ao campo “Local”, e junto ao QR Code. Se você não tem o documento físico em mãos, pode consultá-lo pelo app CDT ou pelo Portal de Serviços da Senatran (gov.br).

Horário de rodízio em SP: saiba quando e onde você pode circular

Se você dirige pela capital paulista, ou pretende visitá-la, é importante conhecer o horário de rodízio em SP e as regras que limitam a circulação de veículos na cidade.

Afinal, o rodízio é uma solução municipal, que surgiu para reduzir o trânsito e a poluição na cidade, além de ajudar a melhorar a mobilidade em horários de pico.

Por isso, os motoristas precisam se atentar às placas de sinalização, aos dias de restrição e às zonas do rodízio para evitar multas e transtornos no trajeto. 

Veja como funciona o rodízio de veículos em São Paulo, quais áreas estão incluídas e como se organizar para dirigir com tranquilidade.

O que é o rodízio de veículos em São Paulo e por que ele existe?

O rodízio de veículos em São Paulo, ou rodízio municipal, é uma medida criada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em 1997. Seu principal objetivo é reduzir o congestionamento e as emissões de poluentes, limitando a circulação de carros em dias e horários, de acordo com o final da placa do condutor.

A operação funciona nos horários de pico da manhã e da tarde, para equilibrar o fluxo de veículos nas vias mais movimentadas da cidade. A fiscalização acontece por câmeras e agentes da CET, e quem desrespeita a regra pode receber multa e pontos na CNH.

Qual é a regra do rodízio?

Durante os dias úteis, os carros com determinados finais de placa não podem circular dentro da zona de rodízio no período restrito. A cada dia da semana, dois finais de placa são bloqueados, sempre nos mesmos horários.

Apenas veículos autorizados e devidamente cadastrados junto à CET estão isentos da restrição. Quem desrespeitar o rodízio de veículos em São Paulo pode responder a uma infração média (4 pontos na CNH), de acordo com o art. 187 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), e o valor da multa é de R$ 130,16.

Além disso, é possível receber até duas multas no mesmo dia, se o veículo for flagrado nos dois períodos de rodízio, manhã e fim da tarde.

Qual é o horário do rodízio em São Paulo hoje?

O rodízio de veículos em São Paulo ocorre de segunda a sexta-feira, em dois períodos. Nesses intervalos, veículos com finais de placa específicas não podem circular na zona de rodízio, também conhecida como Centro Expandido.

A restrição é válida apenas em dias úteis e não se aplica a feriados ou finais de semana. Entenda melhor na tabela abaixo:

Dia da semanaFinal da placaHorário de restrição
Segunda-feira1 e 27h às 10h / 17h às 20h
Terça-feira3 e 47h às 10h / 17h às 20h
Quarta-feira5 e 67h às 10h / 17h às 20h
Quinta-feira7 e 87h às 10h / 17h às 20h
Sexta-feira9 e 07h às 10h / 17h às 20h

Leia também | Já levou uma multa de moto? Conheça as 7 infrações mais comuns

Quais são as áreas de rodízio em SP?

A zona de rodízio abrange o Centro Expandido de São Paulo, delimitado pelo chamado Minianel Viário, que inclui:

  • Marginal do Rio Tietê;
  • Marginal do Rio Pinheiros;
  • Avenida dos Bandeirantes;
  • Avenida Salim Farah Maluf;
  • Avenida Afonso d’Escragnolle Taunay;
  • Avenida Presidente Tancredo Neves;
  • Avenida Professor Luís Inácio de Anhaia Melo;
  • Complexo Viário Maria Maluf.

Essas vias formam um contorno ao redor do centro da cidade, onde a circulação de veículos é restrita durante os horários de rodízio. Veja na imagem a seguir:

Fonte: CETSP

Saiba mais | Quais são os carros menos roubados em São Paulo? Confira a lista

Como identificar as áreas de rodízio

As áreas de rodízio são identificadas por meio de:

  • Placas de sinalização: as vias dentro da zona de rodízio são sinalizadas com placas que indicam os dias e horários de restrição;
  • Aplicativos de navegação: ferramentas como Google Maps e Waze oferecem informações sobre as áreas de rodízio e podem alertar sobre rotas alternativas;
  • Mapa oficial da CET: a CET disponibiliza um mapa interativo que detalha as zonas de rodízio, o que facilita o planejamento de trajetos.

Exceções e suspensões do rodízio em SP

O rodízio de veículos em São Paulo possui situações em que é suspenso e também conta com veículos que estão isentos da regra. Conhecer essas informações ajuda a evitar multas e planejar melhor seus deslocamentos na cidade. Confira:

Tipo de exceção ou suspensãoDetalhes
Feriados e datas comemorativasO rodízio é suspenso em feriados, como Natal, Ano Novo e outros feriados municipais
Eventos que exigem flexibilização do trânsitoDurante férias escolares e outros eventos que exigem flexibilização do trânsito, a restrição não é aplicada
Obras e eventos especiaisA CET pode suspender temporariamente o rodízio em áreas afetadas por obras ou eventos públicos
Motocicletas e motonetasNão estão sujeitas à restrição de circulação
Caminhões e outros veículos de cargaPodem circular em horários autorizados previamente pela CET
Transporte escolarVeículos usados para transporte de alunos são isentos, mediante cadastro
Serviços essenciaisAmbulâncias, viaturas policiais e táxis credenciados podem circular normalmente
Veículos elétricos ou movidos a hidrogênioIsentos, desde que cadastrados na CET
Veículos conduzidos por pessoas com deficiênciaIsenção válida também para transportes de pessoas com deficiência

Dicas para evitar multas e organizar sua rotina

Seguir algumas estratégias simples ajuda a evitar multas e torna a rotina mais tranquila. Aqui vão algumas dicas:

  • Evite sair durante os horários de rodízio ou escolha rotas alternativas;
  • Ferramentas como Google Maps e Waze podem alertar sobre zonas de rodízio e sugerir caminhos livres de restrição;
  • Compartilhe caronas ou use transporte público para reduzir o risco de entrar na zona de rodízio sem necessidade;
  • Esteja com o seguro em dia para ter a devida proteção em imprevistos. A Suhai, por exemplo, oferece seguro auto completo, adequado para qualquer situação de trânsito.

Planeje seus trajetos e dirija com mais tranquilidade com a Suhai

Respeitar o horário de rodízio em SP não é apenas uma questão de evitar multas, mas de contribuir para um trânsito mais fluido e seguro na capital paulista.

Planejar os deslocamentos, usar aplicativos de navegação e conhecer as zonas de restrição ajuda a reduzir estresse e otimizar o tempo no trânsito. Além disso, contar com um seguro auto confiável garante proteção completa para o seu veículo.

A Suhai Seguradora oferece cotação online rápida, cobertura abrangente e tranquilidade para você dirigir sem preocupações, em qualquer dia e horário. Faça a sua cotação aqui, é gratuito!

Perguntas frequentes sobre horário de rodízio em SP

Para facilitar o dia a dia de quem circula pela capital paulista, reunimos as principais dúvidas sobre o horário de rodízio em SP e suas regras. Confira as respostas.

Tem tolerância no rodízio?

Não há tolerância oficial. Veículos flagrados circulando nos horários de restrição recebem multa e pontos na CNH, mesmo que seja por poucos minutos.

Como saber se estou na área de rodízio?

Use aplicativos de navegação, como Google Maps e Waze, ou consulte o mapa oficial da CET; placas de sinalização também indicam os limites da zona.

É permitido estacionar o carro na rua em dias de rodízio?

Sim, pode estacionar fora do período de circulação restrita. O rodízio proíbe apenas a circulação durante os horários de pico para finais de placa específicos.

Quantas libras colocar no pneu de moto e como calibrar da forma certa

Muitos condutores não sabem, mas calibrar os pneus da moto corretamente é uma das manutenções mais simples e importantes pensando em segurança no dia a dia. E aí vem uma dúvida muito comum: quantas libras colocar no pneu de moto?

A resposta depende de vários fatores, como modelo, carga transportada, tipo de uso, que vamos tratar com detalhes em breve. 

Mas de antemão, saiba que calibrar sua moto errado pode causar riscos para a sua segurança, além de gastos desnecessários. Por isso, continue a leitura para entender sobre o assunto.

Como saber quantas libras colocar no pneu da moto

Não existe uma calibragem correta para todas as motos. Essa medida varia de acordo com modelo, uso e peso.

Para encontrar essa informação específica para a sua moto, consulte o manual do proprietário ou a etiqueta do chassi ou da balança traseira, ou ainda no site do fabricante do seu veículo.

O importante é sempre seguir a recomendação adequada para que a motocicleta circule com a pressão ideal nos pneus. 

Qual é a calibragem correta dos pneus de moto?

Em motos de uso urbano, a pressão dos pneus costuma variar entre 22 a 36 psi, conforme o modelo e as orientações do fabricante.

Para a sua segurança na pilotagem, fique atento a algumas dicas para garantir a calibragem correta dos pneus da sua moto:

  • Calibrar sempre com o pneu frio: o ar quente se expande e pode alterar a medição da pressão;
  • Usar medidor adequado: utilize um manômetro confiável para garantir precisão na leitura;
  • Verificar com frequência: a pressão pode cair naturalmente, então o ideal é checar ao menos uma vez por semana;
  • Ajustar quando houver garupa: com peso extra, aumenta ligeiramente a pressão conforme indicação do fabricante.

É importante evitar rodar com o pneu murcho, pois a pressão baixa pode causar instabilidade, desgaste irregular do pneu, superaquecimento e até o desencaixe do aro, o que representa um risco grave de acidente.

Leia também | Personalizar moto: tudo o que você precisa saber para customizar com segurança e economia

Quantas libras colocar no pneu dianteiro e traseiro

Abaixo estão as médias recomendadas para diferentes cilindradas, com exemplos de modelos populares:

Em motos pequenas, com 125cc, como a Honda CG 125 FAN:

  • Calibragem pneu dianteiro: 25 psi;
  • Calibragem pneu traseiro: 29 psi (sozinho) / 33 psi (com garupa).

Já em motos médias, com 250cc, como uma Honda NXR160 Bros ESD:

  • Calibragem pneu dianteiro: 22 psi;
  • Calibragem pneu traseiro: 22 psi (sozinho) / 29 psi (com garupa).

Em motos maiores, acima de 250 cc, como uma Yamaha Fazer 250:

  • Calibragem pneu dianteiro: 29 psi;
  • Calibragem pneu traseiro: 33 psi (sozinho) / 33 psi (com garupa).

A calibragem dos pneus pode mudar conforme o peso transportado. Quando a moto é usada com garupa ou carga extra, o peso sobre os pneus aumenta, exigindo uma pressão maior para manter a estabilidade, evitar o superaquecimento e reduzir o desgaste irregular.

Fatores que influenciam a pressão dos pneus

Os fatores que influenciam a pressão dos pneus são o peso, o tipo de terreno e o clima. Veja em detalhes cada um deles: 

  • Peso: quanto maior o peso da carga transportada (piloto, garupa ou bagagem), maior deve ser a pressão dos pneus, principalmente no traseiro, para evitar deformação e desgaste irregular;
  • Tipo de terreno: no asfalto, siga a calibragem padrão. Em estradas de terra ou irregulares, é indicado reduzir a pressão para aumentar a aderência e o conforto, sempre dentro dos limites recomendados pelo fabricante;
  • Clima: o calor faz o ar expandir, elevando a pressão, enquanto o frio a reduz. Por isso, é importante calibrar com pneu frio e revisar a pressão com mais frequência em dias muito quentes.

Pneus com pressão incorreta desgastam mais rápido e de forma irregular, reduzindo sua vida útil. A calibragem errada também afeta a estabilidade e o controle da moto, tornando a pilotagem menos segura. Além disso, com pressão baixa, o motor faz mais esforço, aumentando o consumo de combustível.

Por que manter a calibragem correta é importante

Manter a pressão correta garante mais segurança, economia de combustível e durabilidade dos pneus. Isso porque a calibragem correta:

  • Influência a estabilidade: pneus bem calibrados mantêm o contato adequado com o solo, garantindo equilíbrio e controle nas curvas e em altas velocidades;
  • Favorece a frenagem: a pressão ideal permite que o pneu absorva e transfira a força de frenagem corretamente; 
  • Diminui o consumo de combustível: pneus calibrados corretamente diminuem o esforço do motor, tornando a moto mais econômica;
  • Promove a durabilidade do pneu: a pressão adequada evita desgaste irregular e excessivo, prolongando a vida útil dos pneus e mantendo a segurança.

Para quem usa moto todos os dias, manter a calibragem correta é indispensável para a própria segurança do motorista. 

Nesse sentido, a Suhai Seguradora é parceira de quem preza por segurança no dia a dia. Acreditamos que segurança e prevenção fazem parte da vida de quem se cuida na estrada.

Segurança sobre duas rodas começa com cuidado — e com a Suhai

Calibrar os pneus corretamente é um gesto de responsabilidade pensando na proteção tanto do motociclista quanto do veículo. E saber quantas libras colocar no pneu de moto garante segurança, economia e durabilidade dos pneus. 

Na Suhai Seguradora, quem cuida da moto também pode contar com um seguro acessível e descomplicado, ideal para quem deseja rodar com tranquilidade todos os dias. Por aqui, nós acreditamos que proteger o veículo também é parte de uma rotina de cuidado.

Quer saber quanto custa proteger sua moto com a Suhai? Faça uma cotação rápida e sem compromisso.

Perguntas frequentes sobre quantas libras colocar no pneu de moto

Ficou com alguma dúvida? Confira, a seguir, as respostas para as perguntas mais comuns sobre o assunto.

Como saber quanto calibrar o pneu?

A pressão ideal está indicada no manual do proprietário ou em etiquetas fixadas no chassi ou na balança, ou ainda em sites de fabricantes.

Qual a calibragem do pneu da cg 125?

A calibragem recomendada para a Honda CG 125 FAN é 25 psi no pneu dianteiro  e 29 psi (sozinho) / 33 psi (com garupa) no pneu traseiro.

O que significa PSI?

PSI é a unidade que mede a pressão do ar nos pneus, indicando quantas libras de força atuam sobre cada polegada quadrada.

Aluguel de moto: como funciona, quanto custa e o que saber antes de escolher

O aluguel de moto ganhou força no Brasil por uma série de elementos, como o crescimento do delivery e dos aplicativos de transporte, e também pela busca por soluções mais econômicas e práticas de mobilidade.

Hoje, alugar uma motocicleta, em vez de comprá-la, pode agregar benefícios, como a manutenção inclusa, planos flexíveis e ausência de burocracia.

E se você está pensando em aderir a esse modelo, este guia explica como funciona o aluguel de moto, quanto custa e o que você precisa saber antes de escolher a melhor opção.

O que é aluguel de moto?

O aluguel de moto é um serviço que permite utilizar uma motocicleta por um período determinado, mediante pagamento de uma taxa, sem precisar comprá-la. Funciona de forma semelhante ao aluguel de carros, mas com planos e condições adaptados às necessidades dos motociclistas.

Como o país vive um momento de altíssima demanda por entregadores e outros tipos de profissionais autônomos, como motoristas de aplicativo, o modelo se mostra  útil para eles e também para pessoas que querem evitar os custos de manutenção, IPVA e seguro de um veículo próprio.

Como funciona o aluguel de moto?

O aluguel de moto costuma ser simples e é um serviço oferecido por meio de diferentes planos de locação, que podem ser:

  • Diária: ideal para quem precisa da moto por poucos dias ou viagens rápidas;
  • Semanal: atende a períodos intermediários, com mais economia do que a diária;
  • Mensal: pensado para quem utiliza a moto no dia a dia ou para trabalho, como entregadores e motoristas de aplicativo;
  • Moto por assinatura: modelo inovador em que o condutor paga uma mensalidade fixa e tem acesso a manutenção, seguro e trocas de veículo conforme o contrato.

Após definir o plano ideal para você, confirme que os requisitos básicos serão cumpridos, como a apresentação de uma CNH válida, idade mínima exigida pela locadora, documentação pessoal e, na maioria dos casos, uma caução de aluguel de moto, que funciona como garantia para a locadora.

Quanto custa alugar uma moto no Brasil

O custo de aluguel de moto varia conforme a cidade, o tipo de motocicleta e o plano contratado, mas é possível ter uma noção geral. O aluguel diário de uma moto econômica, como a Honda CG 160, gira em torno de R$ 80 por dia, enquanto um plano mensal pode custar mais de R$ 1.000.

Pesquise bem o mercado de aluguel porque, ao considerar o valor a ser pago, você tem que considerar também:

  • Manutenção da moto: revisões preventivas e trocas de peças sem custo adicional;
  • Quilometragem livre: permite percorrer a cidade ou o estado sem cobrança extra por distância;
  • Seguro da locadora: proteção contra roubo, colisão e danos a terceiros, garantindo mais segurança para o locatário.

Outra dica é avaliar bem o que está incluído no contrato para não ter surpresas com custos extras, e lembrar-se de comparar diferentes locadoras para encontrar o plano de locação mais adequado ao seu perfil.

Em muitos casos, as próprias locadoras oferecem um seguro adicional, ou até mesmo já incluído no valor da diária, que cobre situações como roubo, colisões ou danos a terceiros. 

Esse é um ponto importante a ser observado no contrato, mesmo quando a contratação for opcional. Ter esse tipo de cobertura pode evitar prejuízos inesperados e garantir mais tranquilidade no dia a dia, principalmente para quem utiliza a moto para trabalhar.

Aluguel de moto para delivery e aplicativos: vale a pena?

O aluguel de moto para delivery e motoristas de aplicativo é uma opção prática para quem depende do veículo para trabalhar, sem precisar arcar com a compra e manutenção de uma motocicleta própria.

Nos últimos anos, esse modelo cresceu de forma expressiva. Hoje, no Brasil, calcula-se que existem mais de 2,2 milhões de pessoas que praticam essa atividade. E o aluguel pode ser uma ótima ideia para quem busca:

  • Economia: não há necessidade de investimento inicial em uma moto própria;
  • Flexibilidade: possibilidade de escolher planos diários, semanais ou mensais, ou até mesmo aderir a uma moto por assinatura;
  • Manutenção: a locadora se responsabiliza por revisões, consertos e peças, evitando custos inesperados.

No geral, o modelo é adequado para entregadores que precisam de um veículo seguro para percorrer a cidade diariamente, motoristas de aplicativo que buscam flexibilidade para aumentar ou reduzir a frota conforme a demanda ou mesmo para profissionais que desejam economizar e evitar custos de manutenção.

Dicas para escolher a melhor opção de aluguel de moto

Para aproveitar ao máximo o aluguel de motocicleta, avalie alguns pontos:

  1. Reputação da locadora: busque referências, avaliações online e recomendações de outros clientes;
  2. Planos de locação: analise valores, duração do aluguel e benefícios incluídos, como manutenção e quilometragem livre;
  3. O que está incluso: seguro, manutenção preventiva, documentação e assistência em caso de imprevistos;
  4. Cláusulas do contrato: atenção às regras sobre uso, devolução, multas e responsabilidade por danos;
  5. Condição da moto: cheque freios, pneus, luzes e outros itens de segurança antes de aceitar o veículo.

Segurança para seu veículo e suporte para seu negócio com a Suhai

Mesmo para quem opta pelo aluguel de moto, proteger o veículo e o condutor é uma prioridade geral. E a Suhai oferece seguro para moto acessível, sem burocracia, garantindo proteção veicular, segurança no transporte e prevenção de prejuízos em caso de acidentes, roubo ou danos.

Seja para quem utiliza a moto para delivery, motoristas de aplicativo ou uso pessoal, a Suhai é uma aliada confiável, oferecendo cobertura completa e tranquilidade para que você possa se concentrar no trabalho e no dia a dia sobre duas rodas.

Então, não perca tempo. Faça a sua cotação gratuitamente com a gente!

Perguntas frequentes sobre aluguel de moto

Confira respostas rápidas para as dúvidas mais comuns sobre a locação de motos.

Quanto é um aluguel de uma Fan 160?

O aluguel diário de uma Honda Fan 160 pode variar entre R$ 50 e R$ 80, enquanto planos mensais podem ficar entre R$ 800 e R$ 1.000, dependendo da locadora e da cidade.

Quanto custa um aluguel de moto em São Paulo?

Em São Paulo, o valor médio de aluguel diário de motos econômicas gira em torno de R$ 60 a R$ 90, com planos mensais podendo chegar a R$ 1.200, incluindo manutenção e seguro em muitas locadoras.

O que é preciso para alugar uma moto?

É necessário ter CNH válida, idade mínima exigida pela locadora, apresentar documentação pessoal, e na maioria dos casos, fornecer um caução de aluguel de moto como garantia.

Qual a melhor capa de chuva para motoqueiro: como escolher o modelo ideal

Sabe por que muita gente busca saber qual a melhor capa de chuva para motoqueiro? Porque se tem uma coisa que todo motociclista sabe, é que a chuva não espera.

E quando o tempo fecha, só quem já encarou uma tempestade no meio do caminho entende a importância de escolher bem o equipamento certo. 

Por isso, vamos mostrar como escolher a capa de chuva ideal de acordo com o tipo de uso, o clima da sua região e o seu estilo de pilotagem. Você vai entender as diferenças entre materiais, o que faz uma capa ser impermeável e quais marcas se destacam. Vamos lá?

Como escolher a melhor capa de chuva para motoqueiro

A melhor capa de chuva é aquela que combina proteção, conforto e praticidade. Por isso, antes de comprar, vale olhar alguns detalhes na hora de pilotar debaixo d’água:

  1. Material: as capas de PVC costumam ser as mais impermeáveis, ideais para chuvas fortes e viagens longas. Já as de nylon são mais leves e confortáveis, indicadas para quem roda com frequência na cidade;
  2. Costuras e vedação: não adianta o tecido ser bom se a costura deixar a água entrar. Por isso, prefira modelos com costuras seladas e zíper com proteção interna, que evitam infiltrações nas partes mais vulneráveis;
  3. Conforto térmico: algumas capas esquentam demais, principalmente as de PVC. Se você roda em regiões quentes, vale procurar modelos com forro leve ou áreas ventiladas para evitar o superaquecimento;
  4. Tamanho e ajuste: o ideal é que a capa fique folgada o suficiente para vestir sobre a jaqueta, mas sem sobrar tecido que atrapalhe a pilotagem. Verifique se o modelo tem elásticos ou velcros nos punhos e tornozelos, para evitar a entrada de vento e água;
  5. Facilidade para vestir: prefira capas com abertura frontal ampla, zíper e botões de pressão, pois facilitam vestir e tirar mesmo com botas e luvas;
  6. Visibilidade noturna: as faixas refletivas são indispensáveis para quem roda à noite ou sob neblina. Elas aumentam a visibilidade e garantem sua segurança no trânsito.

Leia também |  Maio Amarelo: o que é, importância e objetivos da campanha

Qual a melhor marca de capa de chuva para motoqueiro?

Quer saber qual é a melhor capa de chuva para motoqueiro? Já podemos adiantar: a melhor marca é aquela que atende ao seu perfil de uso, e você poderá gostar de saber que existem várias opções no mercado, com preços variados.

Como a melhor escolha depende do tipo de uso, do clima da sua região e do quanto você está disposto a investir, vale a pena saber quais são as marcas mais conhecidas e bem avaliadas entre os motociclistas, com foco em qualidade, durabilidade e custo-benefício. Confira na tabela abaixo:

MarcaDiferenciaisIndicação de uso
PantaneiroMaterial robusto, costuras reforçadas e excelente vedação. Linha ampla de conjuntos e macacões impermeáveisIdeal para quem transita em chuvas intensas ou faz longos trajetos
AlbaCapas leves, com boa ventilação e zíper frontal protegido. Preço acessívelBoa opção para uso urbano e entregadores que precisam de praticidade
Delta (Delta Flex)Alta resistência à água, fechamento duplo e elástico nos punhos e tornozelosBoa escolha para viagens médias e longas, com ótimo equilíbrio entre conforto e proteção
BrascampModelos simples e econômicos, com foco em impermeabilidade básicaIndicado para uso ocasional e trajetos curtos
MacnaMarca premium com design europeu, alto conforto térmico e materiais tecnológicosIndicada para quem busca durabilidade máxima e pilotagem em qualquer clima

Qual capa de chuva é a mais resistente?

Resistência não depende só do tecido, mas da qualidade das costuras, da vedação e do cuidado no uso. No geral, as capas de PVC costumam ser mais resistentes à água e duráveis, enquanto as de nylon se destacam pelo conforto e leveza.

Por isso, o “melhor” modelo depende do tipo de rotina de cada motociclista.

Qual a melhor capa de chuva, PVC ou nylon?

A dúvida entre PVC e nylon é uma das mais comuns, e a resposta varia conforme a necessidade. Veja a comparação abaixo para entender melhor as diferenças:

MaterialVantagensDesvantagensIdeal para
PVCTotalmente impermeável, alta durabilidade e excelente vedaçãoPode esquentar e ser mais pesado; menos ventiladoViagens longas, rodovias e regiões de chuva forte
NylonLeve, fácil de dobrar e mais confortável para o calorMenor resistência à chuva intensa; requer manutenção cuidadosaUso urbano e entregadores que rodam várias horas por dia

Sendo assim, se você roda em climas quentes ou faz entregas diárias, o nylon pode ser mais confortável. Mas se enfrenta chuvas fortes ou viagens longas, o PVC é o que oferece proteção máxima e durabilidade.

Dicas para aumentar a durabilidade da capa de chuva

Mesmo as melhores capas de chuva precisam de cuidado. Com a manutenção certa, elas duram muito mais e continuam protegendo bem em dias de temporal.

Veja algumas dicas simples que fazem a diferença:

  • Use apenas água fria e sabão neutro para lavá-la, passando um pano úmido para tirar a sujeira. Produtos fortes ou escovas podem danificar o material impermeável;
  • Evite sol direto ou fontes de calor, como secadores e estufas. O calor excessivo pode ressecar o PVC ou o nylon, deixando a capa quebradiça e menos resistente;
  • Certifique-se de que a capa está completamente seca antes de guardá-la, pois a umidade pode causar mofo e odor. Dobre com cuidado e mantenha em local arejado;
  • Faça inspeções rápidas em costuras e fechos, que podem soltar ou perder a vedação com o tempo, e se notar desgaste, considere a troca;
  • Se a capa começar a passar água ou apresentar rasgos, é sinal de que chegou a hora de comprar outra.

Segurança além da chuva: proteja sua moto com a Suhai

É desafiador decidir qual a melhor capa de chuva para motoqueiro, mas é possível compreender que um bom acessório pode proteger dos imprevistos do tempo.

Entretanto, quando o assunto é segurança na estrada, a proteção precisa ir além.

Assim como a capa de chuva protege o motociclista, o seguro de moto da Suhai protege o seu veículo contra os imprevistos do dia a dia, seja roubo, furto ou até acidentes.

Quer rodar tranquilo, sabendo que você e sua moto estão sempre amparados, faça chuva ou sol? Faça uma cotação com a Suhai Seguradora e descubra quanto custa proteger sua moto do seu jeito!

Perguntas frequentes sobre qual a melhor capa de chuva para motoqueiro

Quem se pergunta qual a melhor capa de chuva para motoqueiro costuma ter uma das dúvidas abaixo. Confira-as, e aprenda mais sobre o assunto.

Como escolher capa de chuva para moto?

Prefira capas específicas para moto, que ofereçam impermeabilidade, conforto, refletivos para visibilidade e ajuste adequado ao seu corpo e jaqueta.

O que é melhor, nylon ou polipropileno?

O nylon é mais leve e confortável, ideal para clima quente ou uso urbano. O polipropileno é resistente à água, mas menos flexível e ventilado.

O que é mais resistente, nylon ou PVC?

O PVC é mais resistente e totalmente impermeável, indicado para chuvas fortes ou viagens longas. O nylon é confortável, mas menos durável em condições extremas.